Meu nome é Yamila, tenho 25 anos, cabelo liso e comprido, morena, 1,75m de altura, 91-63-93. Eu ia me casar, e meus amigos, que eram vários, resolveram fazer minha despedida de solteira. Meio estranho a despedida ser organizada pelos amigos, sendo que eram todos homens, mas claro, como uma boa amiga, eu dava tudo o que eles pediam — em poucas palavras, uma puta de marca maior. Meu namorado, claro, não sabia de nada. A festinha estava toda planejada: 6 amigos organizaram, e eu iria com duas amigas. Não sabia quem estaria na minha despedida, só que Alejandra e Florencia iam comigo.
O dia chegou. Nós três íamos vestidas de putas, e os caras iam nos esperar numa casa de campo em Glew. Aleja passou me buscar com o carro dela e me avisou que a Flor não poderia vir. "Bom, ela que perdeu", pensei. Chegamos no lugar quase meia hora depois do planejado — a gente devia estar lá às 22h. Ale, loira, cabelo não tão comprido, um pouco mais alta que eu, medidas de dar inveja: 93-61-92, olhos azuis claros, linda demais pra ser tão puta. Com uma saia minúscula vermelha e uma blusinha cruzada combinando vermelho com preto, meia-calça preta e cinta-liga, uma bolsinha combinando e sapatos vermelhos de salto alto. Eu, que de puta entendia bem, pra não desentonar com minha amiga, resolvi manter o tom: minissaia de couro preta, meias vermelhas e pretas com cinta-liga, sapatos pretos de salto agulha e um top branco bem transparente com detalhes em vermelho. Maquiadas como se fossem desfilar.
Entramos e vimos balões e todo tipo de bebida alcoólica que você puder imaginar, alguns sanduíches e uma coisinha ou outra pra comer. Mas, pra meu espanto, no meio da mesa tinha uma bandeja com todo tipo de camisinha — acho que tinha mais de 50, pra semana inteira. Não me preocupei, sabia no que ia dar. O estranho foi não ver ninguém. Do nada, o Fernando apareceu e, com um sutil "chegaram as putas", o resto foi surgindo. "Bom, galera, que comece a festa que a Yami vai casar!" Começou a bagunça. Música no talo e eles montaram uma roda, mas tá faltando a Florzinha, disse Martín. Claro, e a Flor cadê? E em dupla falamos: não pôde vir. E o Juan, sempre dando pitaco, soltou: suas vadias esfomeadas, querem mais porra pra vocês? Se dava pras três. Enquanto dançávamos, éramos presas dos agarros deles. Algum dos caras já tinha mandado ver no pico porque tavam bem entoados, as mãos não paravam quietas. Sabia que nossa roupinha não ia durar muito, mas como putas a gente tava bem gostosa. Talvez a melhor parte da festa se estendesse. Tinham preparado três quartos pra cada uma de nós ficar com dois caras cada, mas graças à Flor não vir, a gente ia ter três caras cada uma. Enquanto dançávamos, fomos despidas da parte de cima dos nossos conjuntinhos, ficando de topless. Nossos peitos começaram a ser chupados e massageados com muito afinco. A Ale sumiu com três dos caras, enquanto os outros iam saborear a anfitriã. Me ajoelharam e aí começou a festa.
O trio tirou os paus pra fora e comecei a mamar neles. Acho que a separação dos caras foi arbitrária. Comigo ficaram os mais dotados. Fernando, o mais abençoado pela natureza, desfilava uns 23 cm por 5 cm, que eu já tinha comido antes. Me levaram pro quarto que tinham separado pra mim. Me inclinaram pra eu continuar chupando a pica do Martín, que também tinha o seu tamanho. Fernando puxou minha mini calcinha fio dental vermelha e se preparou pra arrebentar minha bunda. Apoiou todo o arsenal na minha retaguarda e avançou. Um suspiro indicou que meu cuzinho já era dele. Começou a me comer com estocadas. Minha bunda aguentaria tudo que dessem. Essa seria minha primeira orgia. Hum, que delícia esses 23 cm pra começar com tudo. Enquanto isso, continuava mamando a pica do Martín. Já o Cláudio, o outro cara, me excitava tocando minhas partes mais sensíveis. Meus gemidos se misturavam com os do outro quarto, onde estavam dando pica pra Aleja entre Juan, Ariel e Luis, um pra cada buraco. A putinha tava levando uma dupla penetração. Eu, enquanto isso, era vítima da primeira gozada: Martin enchia minha boquinha de porra quentinha, engolindo até a última gota. Depois de gozar, o Martincho largou o lugar pro Claudio, e Fernando alternava as estocadas entre meu cu e minha buceta. A gente já tinha feito várias vezes, e o tamanho dele encaixava perfeitamente nos dois buracos. Aliás, ele nem se preocupou em usar camisinha. Fazia meses que eu era a putinha dele. Enquanto Pablo, meu futuro marido, jogava cartas com o resto dos amigos, eu era ferozmente comida pelo Fer. Era viciada na pica dele e adorava que ele gozasse no meu cuzinho e me obrigasse a limpar a pica dele de qualquer resquício de porra. Aiiiiiiii, siiiiiim, asiiiiiiiiii, me come, Fer, ahaaaaa, sim, sua putinha, e gozo do jeito que mais gosto, enchendo meu cu de porra. Ele tira o pedaço dele de dentro de mim e, como tantas vezes, me preparo pra chupar a pica dele. Claudio colocou um daqueles estranhos preservativos que tinha, e enquanto minha língua cuidava da limpeza do obelisco de 23 cm, Clau me comia a buceta. Os dedinhos dele roçavam meu clitóris, e minha excitação crescia, assim como o tamanho da pica do Claudio, que naquela hora, as estocadas dele dominavam meu cu.
Adorava ser comida alternando penetrações anais com vaginais. O roçar alternado me enlouquece e eleva minha excitação. Tô quase chegando no meu ponto mais alto. Não paro de chupar a pica do Fernando, que não perde a ereção e continua pronta pra ser usada quando eu precisar. Os gemidos da Alejandra no outro quarto, que faziam ela gozar aos gritos, estimulavam ainda mais minha excitação. Queria ver o que estavam fazendo com ela. Clau me deitou na cama, levantou minhas pernas sobre os ombros dele, e eu explodi. Pedi pros outros dois caras colocarem as picas na minha boca enquanto eu gozava.
Desesperada, fui até o outro quarto, onde minha amiga era duramente comida pelo Luis. Esperei o final daquela... Fudida, minha amiguinha se contorcia entre gemidos e gritos. Luis a segurava com as mãos apoiadas na cama e a bunda cheia de pau. Outro dos caras, Ariel, que até instantes antes lhe dava prazer com seu membro, agora a destruía com a língua, chupando o clitóris dela, enquanto o terceiro, Juancho, recebia a doçura dos lábios dela com uma chupada magistral, deitado na cama. Eu ali, parada, olhando com inveja, mas por não estar deliciando minha amiga putinha, era sensualizada por um dos meus parceiros. Tão pasma pela figura escultural da Ale que nem notei quem era. Luis gozou e as pernas dela tremiam. Ele tirou o missil da bunda dela e eu não esperei mais: peguei ela pelo braço e levei direto pro quintal.
Aquele dia tinha que ser especial em tudo. Assim como nunca tinha participado de uma orgia, jamais tinha pensado em transar com uma mulher, e hoje não só pelo gosto de ter, mas porque me sentia atraída pela Aleja.
Empurrei ela pra piscina e disse que ia purificá-la, que queria ser eu quem a enlouquecesse. Ela hesitou por um instante, também seria algo novo pra ela, mas um beijo nos meus lábios me deu autorização pra fazer dela minha presa.
Pedi pra sairmos da água, subimos as escadinhas e meti minha mão na entreperna dela. Chupei meus dedos e disse que ela estava deliciosa. Ao lado da piscina, nuns colchonetes, nos deitamos, nos beijamos e fui descendo devagar. Chupei os mamilos dela, enfiei meus dedinhos um a um na buceta dela. Terminei meu percurso pelo corpo dela direto no clitóris. Era inexperiente nesses assuntos, mas sabia o que eu gostava e ia dar isso a ela. Ela não resistiu à tentação e colocou a cara entre minhas pernas, indo direto pro meu sexo. Meu primeiro 69 com uma mulher, e o único também, não porque não tenha gostado, mas depois do casamento minha vida foi outra. A linguinha dela era macia demais, eu tava recebendo o melhor boquete que alguém já me deu. Comecei a gritar pedindo pra me foderem, pra me encheram o cu e foi isso que o Fer fez, ele montou em cima de mim, que tava na posição de putinha, recebi o melhor pedaço da festa enquanto a Aleja tomava meus sucos, Fernando me comia de novo pelo cu e de pau pelado me deu até gozar, senti o esperma dele escorrendo pelas minhas pernas e gozei, ouvi minha amiga dizer:
— Que combinação gostosa de sabores
— Gostou, putinha? — respondeu o Fer
— Hummm, siiiim, quero tomar a gozada de todo mundo saindo dessa bunda
O Luís chegou perto e enquanto enfiava em mim, perguntava:
— Você aguenta a gozada de todo mundo, gostosa?
— Agora quero sentir o pau dos seis no meu cu
— Beleza, gata, aqui vai a segunda
Não entendi direito o que eles tavam falando, mas não demorei pra sacar, a excitação dos caras era tanta que não iam durar muito dentro de mim, o Luís gozou em menos de 5 minutos e, igual ao meu melhor amante, derramou a porra no meu buraco, só aí entendi que minha bundinha ia ser o banco de esperma de onde a Alejandra ia beber. Era a vez do Cláudio, mas ele foi o primeiro que decidiu dar a gozada dele na minha buceta enquanto a língua e os lábios da minha amiga roçavam o pau do meu atual montador, o Martin não aguentou e encostou o pedaço dele entre meus lábios e a buceta da Ale, encheu minha cara de porra e eu amei, a Aleja tava com todos os sucos dela jorrando e eu entendi o que ela falou sobre a combinação de sabores, meu desespero pra tomar cada gota de porra que o Martin tinha descarregado fez a Aleja explodir e gozar, minha cara se encontrou com aquele néctar sagrado misturado com esperma.
Meus movimentos fizeram o Cláudio ir embora rapidinho, quase ao mesmo tempo que nós duas, não aguentava mais a dor nos joelhos e larguei minha amiga depois que ela gozou, não podia deixar o Ariel na mão, sentei na borda da piscina e comecei a chupar ele, a Ale com um sorriso disse:
— Precisa de ajuda, amiga?
— Bora dar pra esse garoto o melhor boquete que ele já recebeu
— Que honra as princesas da festa levarem minha gozada juntas
— Aproveita, putinha, que esses lábios tão se despedindo de puta essa noite
- Esses lábios, porque os outros você vai continuar comendo cada pau
- Não, não, minha vida muda a partir do próximo sábado, vou ser exclusiva
- Ah, bom, que semana te espera, Yami, deitada todo dia pra se despedir de todo mundo
- É, vai ter que fazer várias festinhas dessas se quiser se despedir da maioria
- Bom, daqui a pouco começa a chegar geral, talvez você se despeça de mais alguém
Na manhã seguinte, exatamente em poucas horas, já que a gente tinha passado a noite toda consumindo, viria meu namorado com os amigos e outras minas, entre elas a Florzinha, e mais de um dos caras não ia perdoar ele não ter vindo ontem à noite.
O sol já tava torrando fazia tempo, e nossos amigos foram aparecendo aos poucos. Lá pelas 11h, meu namorado chegou. A gente ia passar o dia inteiro se divertindo na casa de campo, mais de 30 pessoas.
Contei pro Fer e pro Claudio pra me darem uma força com o Agustín, que eu tava afim dele e nunca tinha rolado a chance.
A parada ia ser difícil, era de se esperar que o Agustín não recusasse a proposta, mas meu namorado e a namorada dele iam ficar em cima da gente.
Os caras iam distrair a Analía, a namorada do Agus, e a Florzinha ia segurar meu namorado.
De um jeito bem convincente, a Flor levou o Dario, meu namorado, pra um dos quartos, falou que era um presente dos amigos, que ele seria dela por meia hora. Ela se despiu, ajoelhou e mamou o pau dele por uns minutos.
- Se eu tenho que me contentar com meia hora, vira que primeiro eu quero sua bunda.
Meu namorado era cuck, mas dava conta de satisfazer qualquer mulher, senão eu não casaria com ele.
A Florencia esticou o tempo por mais de uma hora e ficou mais que satisfeita.
Eu aproveitei pra ficar a sós com o Agustín, que já sabia da minha vontade por ele. Falei que queria realizar uma fantasia, que queria fazer com ele no mato alto, e fomos pra lá. Me joguei no meio do capim e abri minhas pernas. Era a puta mais puta que existia, tantas vezes ouvi puta, vai se foder no mato, e aqui estou. Subiu minhas pernas nos ombros dele e enfiou o instrumento dele em mim. Diziam que ele tinha mais que o Fer, e era verdade, dava pra notar. Sentia ele entrando e saindo, percebia que a grossura era algo mais gostoso, e o vai e vem me deixava louca. Mmm, que tesão. Tava excitada com o que ele fazia, ia me casar e tentava ser a mais puta de todas, sentia a necessidade de ser comida.
- Sim, me faz sentir muito puta.
- Vou te comer como nunca, puta.
- Ah, que vontade que eu tava de sentir tudo isso dentro de mim.
- Quer sentir? Já vai sentir, meu amor.
Colocou o pau no meu cu e meteu de uma vez. Senti mesmo, um gemido, um suspiro e uma breve dor mostraram que eu tinha sentido e que tava gostando. Com minhas pernas nos ombros dele, no meio do mato, me sentia confortável. Aquela coisa tava enchendo meu cu, e senti ele gozar dentro de mim. Era espetacular, minha bunda bem apertada não deixava escapar nem uma gota de porra. Ele continuou me comendo e me esquentava mais. Tirou o pau e colocou na minha buceta, senti a porra escorrendo pela minha perna. Mmm, que delícia. Meu fim de despedida em grande estilo, e bem grande. Gozei e chupei o pau dele, como era meu costume, até secar. Coloquei meu short e saímos pra onde tava o resto. Ao mesmo tempo, o Darío chegou com a Flor.
- E aí, como foi?
- A Flor transa maravilhosamente bem.
- Que sorte, porque o Agustín tem um pau descomunal. Me deixou a bunda bem apertada.
- E você, Florzinha, o que acha do pau do meu namorado?
Ela me olhou sem saber o que responder, não sabia se tavam falando sério ou se era só conversa fiada. Deu dois passos, me olhou de novo e, sem ninguém perceber, acariciou minha buceta. Sorriu pra mim e foi pro resto do grupo. Notei que ela tava satisfeita. Segui ela enquanto o Agus trocava umas palavras com o Darío. Alcancei ela, dei um tapão na bunda dela e agradeci.
- O agradecimento é mútuo. Então, quando precisar sair e deixar o neném com seu maridinho, é só me avisar.
- Duvido que eu precise desses serviços, a não ser que seja em... esta semana
- Quando você quiser
- Talvez eu precise de uma despedida mais intensa com tudo que o Agustín tem
- Você gostou, sua putinha, hein?
-
Chegamos com o resto e a conversa mudou, só contavam piadas e falavam do quanto o dia estava lindo, mas eu pensava no quanto a noite ia ser gostosa.
fonte: A senhorita misteriosa
O dia chegou. Nós três íamos vestidas de putas, e os caras iam nos esperar numa casa de campo em Glew. Aleja passou me buscar com o carro dela e me avisou que a Flor não poderia vir. "Bom, ela que perdeu", pensei. Chegamos no lugar quase meia hora depois do planejado — a gente devia estar lá às 22h. Ale, loira, cabelo não tão comprido, um pouco mais alta que eu, medidas de dar inveja: 93-61-92, olhos azuis claros, linda demais pra ser tão puta. Com uma saia minúscula vermelha e uma blusinha cruzada combinando vermelho com preto, meia-calça preta e cinta-liga, uma bolsinha combinando e sapatos vermelhos de salto alto. Eu, que de puta entendia bem, pra não desentonar com minha amiga, resolvi manter o tom: minissaia de couro preta, meias vermelhas e pretas com cinta-liga, sapatos pretos de salto agulha e um top branco bem transparente com detalhes em vermelho. Maquiadas como se fossem desfilar.
Entramos e vimos balões e todo tipo de bebida alcoólica que você puder imaginar, alguns sanduíches e uma coisinha ou outra pra comer. Mas, pra meu espanto, no meio da mesa tinha uma bandeja com todo tipo de camisinha — acho que tinha mais de 50, pra semana inteira. Não me preocupei, sabia no que ia dar. O estranho foi não ver ninguém. Do nada, o Fernando apareceu e, com um sutil "chegaram as putas", o resto foi surgindo. "Bom, galera, que comece a festa que a Yami vai casar!" Começou a bagunça. Música no talo e eles montaram uma roda, mas tá faltando a Florzinha, disse Martín. Claro, e a Flor cadê? E em dupla falamos: não pôde vir. E o Juan, sempre dando pitaco, soltou: suas vadias esfomeadas, querem mais porra pra vocês? Se dava pras três. Enquanto dançávamos, éramos presas dos agarros deles. Algum dos caras já tinha mandado ver no pico porque tavam bem entoados, as mãos não paravam quietas. Sabia que nossa roupinha não ia durar muito, mas como putas a gente tava bem gostosa. Talvez a melhor parte da festa se estendesse. Tinham preparado três quartos pra cada uma de nós ficar com dois caras cada, mas graças à Flor não vir, a gente ia ter três caras cada uma. Enquanto dançávamos, fomos despidas da parte de cima dos nossos conjuntinhos, ficando de topless. Nossos peitos começaram a ser chupados e massageados com muito afinco. A Ale sumiu com três dos caras, enquanto os outros iam saborear a anfitriã. Me ajoelharam e aí começou a festa.
O trio tirou os paus pra fora e comecei a mamar neles. Acho que a separação dos caras foi arbitrária. Comigo ficaram os mais dotados. Fernando, o mais abençoado pela natureza, desfilava uns 23 cm por 5 cm, que eu já tinha comido antes. Me levaram pro quarto que tinham separado pra mim. Me inclinaram pra eu continuar chupando a pica do Martín, que também tinha o seu tamanho. Fernando puxou minha mini calcinha fio dental vermelha e se preparou pra arrebentar minha bunda. Apoiou todo o arsenal na minha retaguarda e avançou. Um suspiro indicou que meu cuzinho já era dele. Começou a me comer com estocadas. Minha bunda aguentaria tudo que dessem. Essa seria minha primeira orgia. Hum, que delícia esses 23 cm pra começar com tudo. Enquanto isso, continuava mamando a pica do Martín. Já o Cláudio, o outro cara, me excitava tocando minhas partes mais sensíveis. Meus gemidos se misturavam com os do outro quarto, onde estavam dando pica pra Aleja entre Juan, Ariel e Luis, um pra cada buraco. A putinha tava levando uma dupla penetração. Eu, enquanto isso, era vítima da primeira gozada: Martin enchia minha boquinha de porra quentinha, engolindo até a última gota. Depois de gozar, o Martincho largou o lugar pro Claudio, e Fernando alternava as estocadas entre meu cu e minha buceta. A gente já tinha feito várias vezes, e o tamanho dele encaixava perfeitamente nos dois buracos. Aliás, ele nem se preocupou em usar camisinha. Fazia meses que eu era a putinha dele. Enquanto Pablo, meu futuro marido, jogava cartas com o resto dos amigos, eu era ferozmente comida pelo Fer. Era viciada na pica dele e adorava que ele gozasse no meu cuzinho e me obrigasse a limpar a pica dele de qualquer resquício de porra. Aiiiiiiii, siiiiiim, asiiiiiiiiii, me come, Fer, ahaaaaa, sim, sua putinha, e gozo do jeito que mais gosto, enchendo meu cu de porra. Ele tira o pedaço dele de dentro de mim e, como tantas vezes, me preparo pra chupar a pica dele. Claudio colocou um daqueles estranhos preservativos que tinha, e enquanto minha língua cuidava da limpeza do obelisco de 23 cm, Clau me comia a buceta. Os dedinhos dele roçavam meu clitóris, e minha excitação crescia, assim como o tamanho da pica do Claudio, que naquela hora, as estocadas dele dominavam meu cu.
Adorava ser comida alternando penetrações anais com vaginais. O roçar alternado me enlouquece e eleva minha excitação. Tô quase chegando no meu ponto mais alto. Não paro de chupar a pica do Fernando, que não perde a ereção e continua pronta pra ser usada quando eu precisar. Os gemidos da Alejandra no outro quarto, que faziam ela gozar aos gritos, estimulavam ainda mais minha excitação. Queria ver o que estavam fazendo com ela. Clau me deitou na cama, levantou minhas pernas sobre os ombros dele, e eu explodi. Pedi pros outros dois caras colocarem as picas na minha boca enquanto eu gozava.
Desesperada, fui até o outro quarto, onde minha amiga era duramente comida pelo Luis. Esperei o final daquela... Fudida, minha amiguinha se contorcia entre gemidos e gritos. Luis a segurava com as mãos apoiadas na cama e a bunda cheia de pau. Outro dos caras, Ariel, que até instantes antes lhe dava prazer com seu membro, agora a destruía com a língua, chupando o clitóris dela, enquanto o terceiro, Juancho, recebia a doçura dos lábios dela com uma chupada magistral, deitado na cama. Eu ali, parada, olhando com inveja, mas por não estar deliciando minha amiga putinha, era sensualizada por um dos meus parceiros. Tão pasma pela figura escultural da Ale que nem notei quem era. Luis gozou e as pernas dela tremiam. Ele tirou o missil da bunda dela e eu não esperei mais: peguei ela pelo braço e levei direto pro quintal.
Aquele dia tinha que ser especial em tudo. Assim como nunca tinha participado de uma orgia, jamais tinha pensado em transar com uma mulher, e hoje não só pelo gosto de ter, mas porque me sentia atraída pela Aleja.
Empurrei ela pra piscina e disse que ia purificá-la, que queria ser eu quem a enlouquecesse. Ela hesitou por um instante, também seria algo novo pra ela, mas um beijo nos meus lábios me deu autorização pra fazer dela minha presa.
Pedi pra sairmos da água, subimos as escadinhas e meti minha mão na entreperna dela. Chupei meus dedos e disse que ela estava deliciosa. Ao lado da piscina, nuns colchonetes, nos deitamos, nos beijamos e fui descendo devagar. Chupei os mamilos dela, enfiei meus dedinhos um a um na buceta dela. Terminei meu percurso pelo corpo dela direto no clitóris. Era inexperiente nesses assuntos, mas sabia o que eu gostava e ia dar isso a ela. Ela não resistiu à tentação e colocou a cara entre minhas pernas, indo direto pro meu sexo. Meu primeiro 69 com uma mulher, e o único também, não porque não tenha gostado, mas depois do casamento minha vida foi outra. A linguinha dela era macia demais, eu tava recebendo o melhor boquete que alguém já me deu. Comecei a gritar pedindo pra me foderem, pra me encheram o cu e foi isso que o Fer fez, ele montou em cima de mim, que tava na posição de putinha, recebi o melhor pedaço da festa enquanto a Aleja tomava meus sucos, Fernando me comia de novo pelo cu e de pau pelado me deu até gozar, senti o esperma dele escorrendo pelas minhas pernas e gozei, ouvi minha amiga dizer:
— Que combinação gostosa de sabores
— Gostou, putinha? — respondeu o Fer
— Hummm, siiiim, quero tomar a gozada de todo mundo saindo dessa bunda
O Luís chegou perto e enquanto enfiava em mim, perguntava:
— Você aguenta a gozada de todo mundo, gostosa?
— Agora quero sentir o pau dos seis no meu cu
— Beleza, gata, aqui vai a segunda
Não entendi direito o que eles tavam falando, mas não demorei pra sacar, a excitação dos caras era tanta que não iam durar muito dentro de mim, o Luís gozou em menos de 5 minutos e, igual ao meu melhor amante, derramou a porra no meu buraco, só aí entendi que minha bundinha ia ser o banco de esperma de onde a Alejandra ia beber. Era a vez do Cláudio, mas ele foi o primeiro que decidiu dar a gozada dele na minha buceta enquanto a língua e os lábios da minha amiga roçavam o pau do meu atual montador, o Martin não aguentou e encostou o pedaço dele entre meus lábios e a buceta da Ale, encheu minha cara de porra e eu amei, a Aleja tava com todos os sucos dela jorrando e eu entendi o que ela falou sobre a combinação de sabores, meu desespero pra tomar cada gota de porra que o Martin tinha descarregado fez a Aleja explodir e gozar, minha cara se encontrou com aquele néctar sagrado misturado com esperma.
Meus movimentos fizeram o Cláudio ir embora rapidinho, quase ao mesmo tempo que nós duas, não aguentava mais a dor nos joelhos e larguei minha amiga depois que ela gozou, não podia deixar o Ariel na mão, sentei na borda da piscina e comecei a chupar ele, a Ale com um sorriso disse:
— Precisa de ajuda, amiga?
— Bora dar pra esse garoto o melhor boquete que ele já recebeu
— Que honra as princesas da festa levarem minha gozada juntas
— Aproveita, putinha, que esses lábios tão se despedindo de puta essa noite
- Esses lábios, porque os outros você vai continuar comendo cada pau
- Não, não, minha vida muda a partir do próximo sábado, vou ser exclusiva
- Ah, bom, que semana te espera, Yami, deitada todo dia pra se despedir de todo mundo
- É, vai ter que fazer várias festinhas dessas se quiser se despedir da maioria
- Bom, daqui a pouco começa a chegar geral, talvez você se despeça de mais alguém
Na manhã seguinte, exatamente em poucas horas, já que a gente tinha passado a noite toda consumindo, viria meu namorado com os amigos e outras minas, entre elas a Florzinha, e mais de um dos caras não ia perdoar ele não ter vindo ontem à noite.
O sol já tava torrando fazia tempo, e nossos amigos foram aparecendo aos poucos. Lá pelas 11h, meu namorado chegou. A gente ia passar o dia inteiro se divertindo na casa de campo, mais de 30 pessoas.
Contei pro Fer e pro Claudio pra me darem uma força com o Agustín, que eu tava afim dele e nunca tinha rolado a chance.
A parada ia ser difícil, era de se esperar que o Agustín não recusasse a proposta, mas meu namorado e a namorada dele iam ficar em cima da gente.
Os caras iam distrair a Analía, a namorada do Agus, e a Florzinha ia segurar meu namorado.
De um jeito bem convincente, a Flor levou o Dario, meu namorado, pra um dos quartos, falou que era um presente dos amigos, que ele seria dela por meia hora. Ela se despiu, ajoelhou e mamou o pau dele por uns minutos.
- Se eu tenho que me contentar com meia hora, vira que primeiro eu quero sua bunda.
Meu namorado era cuck, mas dava conta de satisfazer qualquer mulher, senão eu não casaria com ele.
A Florencia esticou o tempo por mais de uma hora e ficou mais que satisfeita.
Eu aproveitei pra ficar a sós com o Agustín, que já sabia da minha vontade por ele. Falei que queria realizar uma fantasia, que queria fazer com ele no mato alto, e fomos pra lá. Me joguei no meio do capim e abri minhas pernas. Era a puta mais puta que existia, tantas vezes ouvi puta, vai se foder no mato, e aqui estou. Subiu minhas pernas nos ombros dele e enfiou o instrumento dele em mim. Diziam que ele tinha mais que o Fer, e era verdade, dava pra notar. Sentia ele entrando e saindo, percebia que a grossura era algo mais gostoso, e o vai e vem me deixava louca. Mmm, que tesão. Tava excitada com o que ele fazia, ia me casar e tentava ser a mais puta de todas, sentia a necessidade de ser comida.
- Sim, me faz sentir muito puta.
- Vou te comer como nunca, puta.
- Ah, que vontade que eu tava de sentir tudo isso dentro de mim.
- Quer sentir? Já vai sentir, meu amor.
Colocou o pau no meu cu e meteu de uma vez. Senti mesmo, um gemido, um suspiro e uma breve dor mostraram que eu tinha sentido e que tava gostando. Com minhas pernas nos ombros dele, no meio do mato, me sentia confortável. Aquela coisa tava enchendo meu cu, e senti ele gozar dentro de mim. Era espetacular, minha bunda bem apertada não deixava escapar nem uma gota de porra. Ele continuou me comendo e me esquentava mais. Tirou o pau e colocou na minha buceta, senti a porra escorrendo pela minha perna. Mmm, que delícia. Meu fim de despedida em grande estilo, e bem grande. Gozei e chupei o pau dele, como era meu costume, até secar. Coloquei meu short e saímos pra onde tava o resto. Ao mesmo tempo, o Darío chegou com a Flor.
- E aí, como foi?
- A Flor transa maravilhosamente bem.
- Que sorte, porque o Agustín tem um pau descomunal. Me deixou a bunda bem apertada.
- E você, Florzinha, o que acha do pau do meu namorado?
Ela me olhou sem saber o que responder, não sabia se tavam falando sério ou se era só conversa fiada. Deu dois passos, me olhou de novo e, sem ninguém perceber, acariciou minha buceta. Sorriu pra mim e foi pro resto do grupo. Notei que ela tava satisfeita. Segui ela enquanto o Agus trocava umas palavras com o Darío. Alcancei ela, dei um tapão na bunda dela e agradeci.
- O agradecimento é mútuo. Então, quando precisar sair e deixar o neném com seu maridinho, é só me avisar.
- Duvido que eu precise desses serviços, a não ser que seja em... esta semana
- Quando você quiser
- Talvez eu precise de uma despedida mais intensa com tudo que o Agustín tem
- Você gostou, sua putinha, hein?
-
Chegamos com o resto e a conversa mudou, só contavam piadas e falavam do quanto o dia estava lindo, mas eu pensava no quanto a noite ia ser gostosa.
fonte: A senhorita misteriosa
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