Minha primeira orgia consentida

Era uma noite bem quente, dava pra dizer que era uma das primeiras noites de verão; muito abafada. Decidi com minha amiga sair pra dançar, já que era sábado e, como é comum entre duas universitárias, a única coisa que queríamos era sair pra nos divertir. Eu vesti uma calça jeans branca bem justa que marcava bem minha bunda e pergunto:

Eu - Como é que tá? Será que essa roupa tá boa?

Ela, no tom de brincadeira:

Ela - Claro que sim! Se eu fosse sapatão, aqui mesmo te comia..!

Eu - É, claro... isso você fala só pra eu me sentir bem...

Ela - Não.. Olha a bunda que você tem, é linda.. se eu continuar te olhando, vou ficar com tesão.

Eu - Ha ha! Bom, bom, melhor mudar de assunto que eu fico sem graça.

Ela vestiu uma minissaia bem curtinha... que quase deixava ver a raba dela. A verdade é que ela tava muito gostosa.... me deu um tesão danado o que ela tinha falado antes, fosse brincadeira ou não, mesmo eu me sentindo estranha por ter esses pensamentos, nunca tinha acontecido antes. Tomamos uns drinks na casa dela pra entrar no clima, além disso não tínhamos muita grana pra comprar muita bebida na balada.

Umas 2 da madrugada, decidimos pegar um táxi e ir pra balada; estávamos um pouco tontas...

Quando chegamos, já fomos dançar. Amo dançar com ela porque a gente coordena muito bem os passos; além disso, tinha uns roçados quando rebolávamos juntas... Nossa dança tava cada vez mais quente, encostávamos nossas pelves, nos segurávamos pela cintura e nossos rostos ficavam bem perto, como se a gente fosse se beijar.

A verdade é que a gente percebia como os homens ao redor nos olhavam, parecia que eles adoravam; mais ainda, eles nos incentivavam a ser cada vez mais ousadas.

A gente tava muito tonta.... o álcool me deixa com muito tesão, igual ela.

Ela chega no meu ouvido e me mostra dois caras bonitões que estavam à minha direita; na hora, o de olhos azuis me atraiu.

Ela - Esse é meu..!

Eu - Não... é meu. Nós dissemos, entre risadas.

Ela – E se a gente dividir?

Eu – Você é louca! Do que você tá falando?

Ela – Não se faz, você sabe que eu tô morrendo de vontade de te pegar! A noite inteira me esquentando... ou cê acha que eu te soltei uma vez sequer?

Eu – Não sou lésbica.

Ela – Eu também não... Sou bissexual; te incomoda?

Eu – Imagina! Desde que respeite meus gostos, sem problema.

Ela – Gata, nunca vou fazer nada que você não queira.

E me deu um beijo na bochecha.

Nisso, os dois caras se aproximaram.

Gonzalo – Oi, meninas, a gente tava olhando vocês há um tempão, dançam muito bem, bem gostosas. Me apresento, sou Gonzalo e ele é meu amigo Javier.

A gente respondeu com um simpático Oi! Tudo bem?

Gonzalo – Querem dançar?

Ela – Claro! me olhando com aquele sorrisinho safado.

Eu – Beleza, vamos!

Começamos a dançar, eles eram dez anos mais velhos que a gente; minha amiga e eu tínhamos feito 21 anos fazia uns meses. O que me atraía neles é que, por causa dessa diferença de idade, pareciam ter experiência com mulheres.
Gonzalo era o que dançava comigo... que inveja! O que eu gostava dançava com minha amiga.
De repente, senti a mão dele deslizando, tentando pegar na minha bunda, não sabia o que fazer porque a sensação tava gostosa; me deixar tocar sem falar nada por um estranho, mais ainda, tava me excitando quando ele apertava minhas nádegas e ao mesmo tempo esfregava o pau dele duro como pedra. Sentia minha buceta muito molhada.
Tava amanhecendo...
Minha amiga se aproxima da gente e me fala:

Ela – Amiga, vamos embora? O sol já vai nascer.

Eu – Vamos, mas a gente tem que achar um táxi... e esses saltos tão me matando.

Javier – A gente leva vocês? ...Se quiserem.

Gonzalo – É, meninas, é o mínimo que a gente pode fazer depois da noite linda que vocês nos proporcionaram.

Ela – Tá bom... vamos, gata?

Eu – Vamos...

Já no carro a caminho de casa, Gonzalo fala:

– Adoraria ver duas garotas se beijando. Nunca tive a chance de ver isso. pessoalmente.

minha amiga não esperou nem mais um segundo e me pegou bem de leve pela nuca e começou a me beijar, eu correspondi; e me entreguei àquela sensação gostosa dos lábios quentinhos dela nos meus, a língua dela procurando a minha, nossas línguas explorando até o fundo das nossas bocas... como ela beijava bem! Dava pra sentir dentro do carro um cheiro forte dos nossos fluidos, as duas tavam muito excitadas.

Javier, que tava dirigindo, queria olhar mas tava difícil.

Ela me empurrou de leve pra eu ficar deitada e começou a tirar minha calça. Na minha cabeça vieram pensamentos confusos: eu tinha que parar de pensar no que era certo ou errado... e no que os outros iam pensar de mim; afinal, tinha dois estranhos curtindo nossas safadezas. Aquela situação me deixava louca, dois estranhos nos olhando, e eu ali vivendo minha primeira experiência com uma mulher.

Ela tinha puxado um lado da minha calça... a língua dela percorria minha barriga tão de leve que eu me arrepiava de prazer, foi descendo bem devagar, o que aumentava ainda mais meu tesão... até que senti a língua molhada dela tentando entrar no fundo da minha buceta, sentia ela abrindo caminho entre meus lábios molhados pelo fluxo que escorria no banco do carro. Ela dava mordidinhas, lambia cada centímetro, se deliciava com meus sucos como se fosse a coisa mais gostosa que já tinha provado.

Ela tirou a calcinha fio dental mas sem parar um minuto de me chupar, e de quatro ela levava uma apalpada violenta dos dois caras na bunda linda dela.

As duas gemíamos igual umas loucas, estávamos semi nuas num carro, já de dia. O carro tava tomado pelo cheiro que nossos fluidos soltavam. Gonzalo aproveitou pra bater uma punheta enquanto nos olhava.

Javier falou alguma coisa pro Gonzalo que a gente não conseguiu ouvir.

Sem perguntar nada, nem falar nada, nos levaram pra um motel... a gente tava tão no fogo que nem ligou que eles nem perguntaram se a gente tava de acordo ou não.

Assim que entramos, eu sentei Na cama, minha amiga foi tirando o que restava da minha calça, Javier tirou minha blusa, Gustavo se aproximou de mim completamente nu e colocou a pica dura na minha boca enquanto minha amiga chupava minha buceta. Javier não hesitou e começou a lamber a bunda linda da minha amiga; estávamos os quatro unidos por um prazer imenso. Eu sentia a pica duríssima do Gonzalo até minha garganta e, ao mesmo tempo, sentia Javier enfiando os dedos na minha buceta enquanto ela não parava de lamber meu clitóris inchado.

Gonzalo se afastou um pouco enquanto minha amiga se deitava de pernas abertas; era minha vez de me deliciar com seus sucos... Deitei entre as pernas dela e amei o sabor do seu fluido tão grosso e adocicado. Enfiei minha língua o mais fundo que podia, nunca imaginei que comer uma buceta molhada fosse tão delicioso e excitante, além disso, ela gemia como uma louca, o que me deixava cada vez mais quente. Gonzalo trouxe um champanhe e derramou nos peitos dela para eu beber dali, depois encheu a rachinha dela para eu tomar tudo que tinha ali.

Gonzalo me tirou dali, já não aguentava mais ver tudo aquilo sem enfiar a pica em algum lugar... Ele começou a me comer com força enquanto Javier fazia o mesmo com minha amiga... Eu não parava de olhar a pica enorme do Javier dentro da buceta inchada da minha amiga e vê-la gozar tanto me fazia mijar de prazer. Gonzalo esvaziou a pica dentro da minha buceta, sentia o semen quente dele enchendo minhas entranhas, queria que ficasse dentro de mim o máximo possível, me excitava a ideia de poder engravidar de um estranho.

Gonzalo foi para o banheiro e eu ainda estava muito quente, então fui brincar com minha amiga e o Javier. Subi em cima dela, queria que nossos lábios se beijassem, nossos lábios vaginais. Comecei a me esfregar até que nossos líquidos se misturaram em um só, Javier começou a me foder selvagemente, enfiava a pica na minha buceta recém-gozada. por Gonzalo, fiquei me perguntando se ele ia me dar no cu... com um gemido respondi que sim... que metesse tudo até o fundo...

Abri minhas nádegas e ele cuspiu pra lubrificar, minha amiga ficou de 69 pra me estimular enquanto ele arrebentava meu cu.

Nunca na vida tinha gozado tanto, sentia ele metendo a pica toda dura até o fundo, me rasgando de prazer... aos poucos sentia o Javier enchendo meu cu de porra quentinha... foi impressionante a quantidade que ele gozou... era tanta que se misturou com a porra que eu tinha do Gustavo na buceta... Explodi, não aguentei mais... Na boca da minha amiga descarreguei toda aquela tesão acumulada... ela engoliu tudo. Depois nos beijamos.

Gonzalo vinha com uma vontade louca de comer minha amiga, ele tinha ficado olhando a gente trepar os três.

Minha amiga ficou de quatro, colocou o cu na minha cara, queria que eu provasse a bunda dela agora, enquanto ela chupava a pica do Gonzalo... Sem perguntar, enfiei um dedo no cu dela, ela gemeu de prazer, isso me excitou, então enfiei devagar dois, falei pro Gonzalo: "Quero ver você arrebentar a bunda da minha amiga". Ele, sem perder tempo, começou a meter devagar aquela pica enorme na entrada do cu dela... Eu abria as nádegas dela pra entrar melhor, e pra aproveitar mais a vista. Ele tirou a pica do cu dela e fez eu chupar, e metia e tirava sem parar pra eu chupar tudo com o gosto de cu da minha amiga.

Nós deitamos uma do lado da outra nos beijando... Gonzalo pediu pra gente se preparar pra receber a porra dele na boca, queria que a gente engolisse tudo...

Ele encheu nossas caras de porra, a gente se beijava, se lambia até não sobrar nada.

Lá fora um sol radiante. A gente tinha transado com dois estranhos até as duas da tarde...

Exaustos, cada um foi pra sua casa.

Fonte:http://www.blogswinger.com

3 comentários - Minha primeira orgia consentida

muy buena experiencia!
que buena suerte la que teneis
IMPRESIONANTE APORTE !!!!

FELICITACIONES

GRACIAS POR COMPARTIR !!

La Veterana- Parte 5- El probadorsexo
mu_a2
tremendo relato , gracias por compartir 😉 😉 😉 😉 😉
Mi primer orgía consentida Mi primer orgía consentidaMi primer orgía consentida