Sua puta velha! Se você não leu “A Luli ficava com tesão nas minhas histórias… e olha no que deu…” I e II, não vai entender esse capítulo, isso é tipo o “Rashuela” do Cortázar.
Dois dias depois, ela me liga no trampo e fala:
- Você é um filho da puta!
- ??
- Você me fez dar pra outro!
- Luli, minha filha, a gente tá a 500 km de distância, e você quer jogar na minha cara que foi culpa minha? Assume que sua buceta ficou molhada e você comeu um negão!! E pronto! Quer me deixar com CIÚME? Mas dá pra torcida do Chicago se quiser! Sua puta! O cara era limpinho, né? Vê se ele já não te fodeu até os anéis de carne ficarem podres… olha que eu meto a mão aí…!
- Você é um merdaaa!... Não quer saber, não?
- E um pouco sim… o que você fez?
- E eu achei que com aquela história em capítulos que você mandou pelo telefone, você tava falando pra mim…
- E?
- E eu me masturbei pensando em você me fodendo e me comendo de uma vez…
- Duro, motorista!
- Ficou duro?
- E claro, tenho o cérebro podre igual ao seu… conta, putinha!
- Bom, eu vesti aquele top que amarra nas costas, aquele preto, viu? Eu não gosto de mostrar os peitos de cara…
- Sim, sim, conta…
- E com uma saia meio transparente e sem calcinha, fui pro bar, fiquei na frente da geladeira com as bebidas um tempão pra eles verem minha bunda e, fazendo de besta, me aproximei daquele cara… perguntei sei lá, uma merda qualquer…
- E?
- E o cara falou “essa cerveja é assim, isso é assado”… e enquanto isso, ele media meus peitos… fingi que não conseguia abrir a porta… ele se aproximou e, enquanto abria, esfreguei um pouco do peito nas costas dele… ele disse “melhor levar pro seu quarto e abrir lá, deixa a porta entreaberta pra eu não tocar a campainha…” guardou de novo na geladeira… e eu fui.
- Que puta você se tornou! Pensar que quando te peguei, você nem sabia dar o cu.
- Chega, seu bruto filho da puta! Às vezes não sei como você é Doutor! Fala assim comigo o tempo todo!
- É porque te excita… por isso falo assim. O que aconteceu depois?
- Eu ia pelo corredor… indo pro prédio, num trecho tava tudo escuro, do nada acende a luz e do meu lado vejo um cara em cima do poste que tinha acendido, tomei um susto do caralho! "desculpa se te assustei, tava arrumando a luz, cê tá bem?" falei que sim e aí que vi ele melhor, comecei a rir...
- Por quê?
- Não, mano, é igual ao personagem do teu conto.
- Do que cê tá falando?
- Que existe, porra, era igual como eu imaginei, só que não era garçom.
- Quem?
- Aquele dedos de pica que cê escreveu.
- Ahhh, Mãos de Pica?
- Sim, sim, sim, é igual, aaaaai é igual o filho da puta! Trasca, ele fala "me chamo Eduardo".. nãooooo!
- Luli, cê fumou um baseado?
- Mano, tô te falando que é assim, ele põe a mão em tu e te mata, são cinco picas em cada uma, e uma rola yummy yummy...
- Calma, calma, sexy girl..! Vamos ver... cê ficou a fim do garçom e comeu o eletricista? Como é?
- O cara desceu, puxou papo, eu olhava pras mãos dele e pensava "esse vai pegar bem nas minhas tetas"... uma em cada mão... pedi pra ele tirar uma foto com meu celular... puta, admito... subi na escada uns seis degraus, ele tirou uma de baixo, e pra outra levantei a perna direita, questão de me ver bem, usei a palavra: buceta quando ele tirasse.
- E aí?
- E aí, ele tira a foto e o poste apaga, não via porra nenhuma, o animal enfiou a cabeça debaixo da saia, segurou firme a perna que eu tinha levantado e colocou no ombro... e começou a beijar muito bem... aí eu ajustei a outra perna no outro ombro pra ele chupar melhor.
- E depois?
- E eu avisei...
- O quê...
- Pra ele se afastar... que ia gozar, e o cara vai que vai, enfiou a língua e eu gozei na boca dele, o focinho todo molhado ficou... coitado, me fez morrer de rir... quietinho ficou... se olhava e não acreditava.
- Ficou limpinho o focinho dele, né?
- Tinha uma espuminha nos olhos, enfim, acendeu a luz e lá tava o garçom, garrafa na mão, indo pro meu apê. Viu a cena e ia embora "Desculpa..." ele falou "vem". Aí! Falei pra ele: "tem pra você também"
- Você levou eles pro quarto?
- Nada, ali mesmo no gramado do parque, um do lado do outro, boquete pra cá, boquete pra lá... até aí tudo bem...
- Por quê?
- E não percebi que o Eduardo M de P tinha deixado o rádio ligado, os caras da manutenção estavam ouvindo, de repente tinha uma fila de seis querendo descer... fizeram eu aguentar dois de uma vez em três turnos... pegaram pesado na minha buceta bombadeira... várias vezes fiquei com duas picas dentro
- Não te vejo preocupada
- É que tô tomando calmante, me trataram bem aqui...
- ONDE CÊ TÁ?
- Na clínica, tranquilo, vai dar tudo certo
- Mas por que te internaram?
- É que como os caras não aparecem, os seis que me comeram não aparecem...
- O quê? Você denunciou eles?
- Nada, as famílias dos caras fizeram denúncia, por desaparecimento, fuga de casa, sei lá, as bruxas enlouqueceram...
- E o que isso tem a ver com sua internação?
- É que tão me procurando aqui dentro... (ai) quando eu rio dói, ai...
Dr. C
Dois dias depois, ela me liga no trampo e fala:
- Você é um filho da puta!
- ??
- Você me fez dar pra outro!
- Luli, minha filha, a gente tá a 500 km de distância, e você quer jogar na minha cara que foi culpa minha? Assume que sua buceta ficou molhada e você comeu um negão!! E pronto! Quer me deixar com CIÚME? Mas dá pra torcida do Chicago se quiser! Sua puta! O cara era limpinho, né? Vê se ele já não te fodeu até os anéis de carne ficarem podres… olha que eu meto a mão aí…!
- Você é um merdaaa!... Não quer saber, não?
- E um pouco sim… o que você fez?
- E eu achei que com aquela história em capítulos que você mandou pelo telefone, você tava falando pra mim…
- E?
- E eu me masturbei pensando em você me fodendo e me comendo de uma vez…
- Duro, motorista!
- Ficou duro?
- E claro, tenho o cérebro podre igual ao seu… conta, putinha!
- Bom, eu vesti aquele top que amarra nas costas, aquele preto, viu? Eu não gosto de mostrar os peitos de cara…
- Sim, sim, conta…
- E com uma saia meio transparente e sem calcinha, fui pro bar, fiquei na frente da geladeira com as bebidas um tempão pra eles verem minha bunda e, fazendo de besta, me aproximei daquele cara… perguntei sei lá, uma merda qualquer…
- E?
- E o cara falou “essa cerveja é assim, isso é assado”… e enquanto isso, ele media meus peitos… fingi que não conseguia abrir a porta… ele se aproximou e, enquanto abria, esfreguei um pouco do peito nas costas dele… ele disse “melhor levar pro seu quarto e abrir lá, deixa a porta entreaberta pra eu não tocar a campainha…” guardou de novo na geladeira… e eu fui.
- Que puta você se tornou! Pensar que quando te peguei, você nem sabia dar o cu.
- Chega, seu bruto filho da puta! Às vezes não sei como você é Doutor! Fala assim comigo o tempo todo!
- É porque te excita… por isso falo assim. O que aconteceu depois?
- Eu ia pelo corredor… indo pro prédio, num trecho tava tudo escuro, do nada acende a luz e do meu lado vejo um cara em cima do poste que tinha acendido, tomei um susto do caralho! "desculpa se te assustei, tava arrumando a luz, cê tá bem?" falei que sim e aí que vi ele melhor, comecei a rir...
- Por quê?
- Não, mano, é igual ao personagem do teu conto.
- Do que cê tá falando?
- Que existe, porra, era igual como eu imaginei, só que não era garçom.
- Quem?
- Aquele dedos de pica que cê escreveu.
- Ahhh, Mãos de Pica?
- Sim, sim, sim, é igual, aaaaai é igual o filho da puta! Trasca, ele fala "me chamo Eduardo".. nãooooo!
- Luli, cê fumou um baseado?
- Mano, tô te falando que é assim, ele põe a mão em tu e te mata, são cinco picas em cada uma, e uma rola yummy yummy...
- Calma, calma, sexy girl..! Vamos ver... cê ficou a fim do garçom e comeu o eletricista? Como é?
- O cara desceu, puxou papo, eu olhava pras mãos dele e pensava "esse vai pegar bem nas minhas tetas"... uma em cada mão... pedi pra ele tirar uma foto com meu celular... puta, admito... subi na escada uns seis degraus, ele tirou uma de baixo, e pra outra levantei a perna direita, questão de me ver bem, usei a palavra: buceta quando ele tirasse.
- E aí?
- E aí, ele tira a foto e o poste apaga, não via porra nenhuma, o animal enfiou a cabeça debaixo da saia, segurou firme a perna que eu tinha levantado e colocou no ombro... e começou a beijar muito bem... aí eu ajustei a outra perna no outro ombro pra ele chupar melhor.
- E depois?
- E eu avisei...
- O quê...
- Pra ele se afastar... que ia gozar, e o cara vai que vai, enfiou a língua e eu gozei na boca dele, o focinho todo molhado ficou... coitado, me fez morrer de rir... quietinho ficou... se olhava e não acreditava.
- Ficou limpinho o focinho dele, né?
- Tinha uma espuminha nos olhos, enfim, acendeu a luz e lá tava o garçom, garrafa na mão, indo pro meu apê. Viu a cena e ia embora "Desculpa..." ele falou "vem". Aí! Falei pra ele: "tem pra você também"
- Você levou eles pro quarto?
- Nada, ali mesmo no gramado do parque, um do lado do outro, boquete pra cá, boquete pra lá... até aí tudo bem...
- Por quê?
- E não percebi que o Eduardo M de P tinha deixado o rádio ligado, os caras da manutenção estavam ouvindo, de repente tinha uma fila de seis querendo descer... fizeram eu aguentar dois de uma vez em três turnos... pegaram pesado na minha buceta bombadeira... várias vezes fiquei com duas picas dentro
- Não te vejo preocupada
- É que tô tomando calmante, me trataram bem aqui...
- ONDE CÊ TÁ?
- Na clínica, tranquilo, vai dar tudo certo
- Mas por que te internaram?
- É que como os caras não aparecem, os seis que me comeram não aparecem...
- O quê? Você denunciou eles?
- Nada, as famílias dos caras fizeram denúncia, por desaparecimento, fuga de casa, sei lá, as bruxas enlouqueceram...
- E o que isso tem a ver com sua internação?
- É que tão me procurando aqui dentro... (ai) quando eu rio dói, ai...
Dr. C
1 comentários - Luli ficava molhada com minhas histórias... foi assim III