Fala, galera! Vou contar uma história bem real, e pra ser sincero, não tô nem aí se vocês acreditam ou não. Já tinha postado esse relato antes em outra conta, mas parece que alguém achou que era pedofilia e cancelaram minha conta.
Hoje tenho 18 anos, mas quando era mais novo (uns 14 a 17 anos), fui muito infeliz porque tava acima do peso. Uns 25 quilos a mais, e minha autoestima era lá embaixo. No colégio e no começo do ensino médio, nenhuma mina me dava bola, por mais feia que fosse.
Chegou uma hora que resolvi mudar de vez. Comecei a cuidar da alimentação e fazia 3 horas de exercício todo dia. Em menos de um ano, aqueles 25 quilos sumiram, ganhei massa muscular. E desde então, mulher não falta. Não é que eu seja metido, mas estar em forma te deixa mais atraente, mais esperto e mais chegado. Desde então (faz 10 meses), transei com 4 mulheres. Queria contar as quatro, mas hoje vou falar só da primeira... ou melhor, da pré-primeira. Chamo assim porque nessa história não foi onde perdi a virgindade, mas puta que pariu, que boas-vindas tive pra minha nova vida sexual.
Foi nas férias de inverno. Minha avó fez 88 anos. Pra gente, foi um recorde porque ninguém na família, em gerações, tinha chegado tão longe. Então a família toda foi viajar pra uma cidade nas montanhas chamada Tapalpa, onde fazia um frio de congelar o ovo. E a única coisa que dava pra fazer lá era se manter quente e bem bebido pra não sentir o corpo todo congelando.
Em quatro caminhonetes, viajavam um total de 20 pessoas: 9 tios, meu avô e minha avó, minha irmã, eu, e os outros 7 eram primos. Entre os 7 primos, vinha a Susana, que não lembro se já tinha 18 ou tava perto de fazer (foi por isso que acusaram meu relato de pedofilia). Mas o caso é que, tivesse a idade que tivesse, ela já era toda uma mulher madura: peitos grandes e redondos, coxas grossas, mas... fortes e uma bunda deliciosa de aproveitar, um pouquinho acima do peso, mas nem dava pra notar por causa dos quadris largos. A gente se acomodou em três cabanas: uma com meus avós e 4 tios, outra com os 5 tios restantes e três primos pequenos, incluindo minha irmã, e por fim na terceira os 6 primos restantes: Damião de 20, Miriam de 19 (irmã do Damião), Ruben de 17 com o irmão Cristopher de 15, e por último Susi de 18 e eu. Começamos a jogar xadrez na mesa perto da lareira, onde só eu e o Damião éramos os reis do jogo. Naquele momento, perdi o interesse pela Susi, que já tava começando a encher a cara com as duas garrafas de tequila e uma de uísque. Chegamos na final eu e o Damião, onde ele me derrotou, e decidimos trocar de jogo. O Ruben tirou um jogo de barcos e submarinos onde você tinha que acertar as coordenadas do oponente pra atacar. Sinceramente, aquilo me entediou, e deixei o Damião e o Ruben sozinhos. O Cristopher já tinha ido dormir, e a Miriam também, então agora foquei meus olhos na Susi. "O que você tá bebendo?" — perguntei. "Uísque com ginger ale." — "Você é uma bêbada... ainda é pequena." — "Ah, sim, como se você fosse tão grande, a gente tem a mesma idade, idiota" — ela disse com um sorriso bem safado. A gente conversou umas 3 horas, até umas 2 da manhã, quando começou a fazer muito frio dentro da cabana. Achamos que uma janela tava aberta, mas era a lenha da lareira que tinha acabado. Pedimos pro Damião ir no depósito de lenha buscar mais, mas ele não deu bola, continuou jogando com o Ruben. A Susi sugeriu que eu fosse buscar a lenha e ela me acompanhava. Sem outra opção, me agasalhei até o pescoço e saí com ela até o depósito de lenha. A gente tinha que avisar o porteiro que íamos pegar, mas quando chegamos perto do quarto dele, vimos pela janela que ele tava vendo um filme pornô. Começamos a rir bem baixinho. Não quisemos incomodar ele e demos a volta até chegar no quarto da lenha. Peguei um fardo e coloquei nas minhas costas. ombro, mas um escorregou e bateu na minha cabeça. Susi começou a rir e eu, irritado, falei:
— Em vez de rir, devia me ajudar com as lenhas.
— E por que eu?
— Então pra que você veio comigo?
Ela continuava rindo e acabou me fazendo rir também.
— Cala a boca, senão o senhor vai ouvir a gente — falei.
— A porno te excitou, né?
— E você, como sabe?
— Não sou burra, vi sua ereção.
— Claro, com tanta roupa e você notou meu pau duro.
— Óbvio, já vi que você tem ele grande.
— Quê? Você viu ele?
— Não, mas acredita que eu imagino? — disse se aproximando e tocou meu pau por cima da calça. — Não sabe quantas vezes eu me masturbei pensando no seu pau, primo.
Aquilo que ela disse quase me fez gozar na cueca. Ela foi pros meus lábios e me beijou fundo, brincando com minha língua. Eu coloquei minhas mãos na cintura dela, mas ela pegou elas e deslizou até minhas nádegas. Me mordeu o lábio e se ajoelhou pra começar a desabotoar minha calça. Num movimento ágil, tirou meu pau, duro como gelo, e enfiou ele inteiro na boca. Eu ouvia a saliva dela escorrendo pelo meu pau e, entre uma chupada e outra, via a cara de prazer dela. Ela se levantou e me beijou de novo. Eu, bem excitado, coloquei minhas mãos nos peitos grandes dela e apertei os bicos. Ela tirou a blusa e me mostrou um sutiã roxo. Eu só queria despir ela e foder ela tão forte que ela gritasse e gemesse, mas de repente ela me perguntou algo que me fez perder a excitação:
— Você tem camisinha?
Eu falei que não.
— Então não podemos continuar. Imagina os problemas que a gente causaria pra família se eu engravidasse de você.
Eu, com o pau duro, não tive escolha a não ser aceitar.
— E o que eu faço agora com meu pau duro?
Ela sorriu e falou:
— Não se preocupa com isso, eu cuido.
Ela me beijou de novo e se ajoelhou outra vez. Chupou meu pau tão forte e rápido que eu gozei na boca dela e, pelo que lembro, ela engoliu tudo.
Voltamos pra cabana e prometemos não contar nada, mas ela... juro pra você que na próxima oportunidade a gente termina o que começou. Depois conto pra vocês como essa história acaba... Valeu
Hoje tenho 18 anos, mas quando era mais novo (uns 14 a 17 anos), fui muito infeliz porque tava acima do peso. Uns 25 quilos a mais, e minha autoestima era lá embaixo. No colégio e no começo do ensino médio, nenhuma mina me dava bola, por mais feia que fosse.
Chegou uma hora que resolvi mudar de vez. Comecei a cuidar da alimentação e fazia 3 horas de exercício todo dia. Em menos de um ano, aqueles 25 quilos sumiram, ganhei massa muscular. E desde então, mulher não falta. Não é que eu seja metido, mas estar em forma te deixa mais atraente, mais esperto e mais chegado. Desde então (faz 10 meses), transei com 4 mulheres. Queria contar as quatro, mas hoje vou falar só da primeira... ou melhor, da pré-primeira. Chamo assim porque nessa história não foi onde perdi a virgindade, mas puta que pariu, que boas-vindas tive pra minha nova vida sexual.
Foi nas férias de inverno. Minha avó fez 88 anos. Pra gente, foi um recorde porque ninguém na família, em gerações, tinha chegado tão longe. Então a família toda foi viajar pra uma cidade nas montanhas chamada Tapalpa, onde fazia um frio de congelar o ovo. E a única coisa que dava pra fazer lá era se manter quente e bem bebido pra não sentir o corpo todo congelando.
Em quatro caminhonetes, viajavam um total de 20 pessoas: 9 tios, meu avô e minha avó, minha irmã, eu, e os outros 7 eram primos. Entre os 7 primos, vinha a Susana, que não lembro se já tinha 18 ou tava perto de fazer (foi por isso que acusaram meu relato de pedofilia). Mas o caso é que, tivesse a idade que tivesse, ela já era toda uma mulher madura: peitos grandes e redondos, coxas grossas, mas... fortes e uma bunda deliciosa de aproveitar, um pouquinho acima do peso, mas nem dava pra notar por causa dos quadris largos. A gente se acomodou em três cabanas: uma com meus avós e 4 tios, outra com os 5 tios restantes e três primos pequenos, incluindo minha irmã, e por fim na terceira os 6 primos restantes: Damião de 20, Miriam de 19 (irmã do Damião), Ruben de 17 com o irmão Cristopher de 15, e por último Susi de 18 e eu. Começamos a jogar xadrez na mesa perto da lareira, onde só eu e o Damião éramos os reis do jogo. Naquele momento, perdi o interesse pela Susi, que já tava começando a encher a cara com as duas garrafas de tequila e uma de uísque. Chegamos na final eu e o Damião, onde ele me derrotou, e decidimos trocar de jogo. O Ruben tirou um jogo de barcos e submarinos onde você tinha que acertar as coordenadas do oponente pra atacar. Sinceramente, aquilo me entediou, e deixei o Damião e o Ruben sozinhos. O Cristopher já tinha ido dormir, e a Miriam também, então agora foquei meus olhos na Susi. "O que você tá bebendo?" — perguntei. "Uísque com ginger ale." — "Você é uma bêbada... ainda é pequena." — "Ah, sim, como se você fosse tão grande, a gente tem a mesma idade, idiota" — ela disse com um sorriso bem safado. A gente conversou umas 3 horas, até umas 2 da manhã, quando começou a fazer muito frio dentro da cabana. Achamos que uma janela tava aberta, mas era a lenha da lareira que tinha acabado. Pedimos pro Damião ir no depósito de lenha buscar mais, mas ele não deu bola, continuou jogando com o Ruben. A Susi sugeriu que eu fosse buscar a lenha e ela me acompanhava. Sem outra opção, me agasalhei até o pescoço e saí com ela até o depósito de lenha. A gente tinha que avisar o porteiro que íamos pegar, mas quando chegamos perto do quarto dele, vimos pela janela que ele tava vendo um filme pornô. Começamos a rir bem baixinho. Não quisemos incomodar ele e demos a volta até chegar no quarto da lenha. Peguei um fardo e coloquei nas minhas costas. ombro, mas um escorregou e bateu na minha cabeça. Susi começou a rir e eu, irritado, falei:
— Em vez de rir, devia me ajudar com as lenhas.
— E por que eu?
— Então pra que você veio comigo?
Ela continuava rindo e acabou me fazendo rir também.
— Cala a boca, senão o senhor vai ouvir a gente — falei.
— A porno te excitou, né?
— E você, como sabe?
— Não sou burra, vi sua ereção.
— Claro, com tanta roupa e você notou meu pau duro.
— Óbvio, já vi que você tem ele grande.
— Quê? Você viu ele?
— Não, mas acredita que eu imagino? — disse se aproximando e tocou meu pau por cima da calça. — Não sabe quantas vezes eu me masturbei pensando no seu pau, primo.
Aquilo que ela disse quase me fez gozar na cueca. Ela foi pros meus lábios e me beijou fundo, brincando com minha língua. Eu coloquei minhas mãos na cintura dela, mas ela pegou elas e deslizou até minhas nádegas. Me mordeu o lábio e se ajoelhou pra começar a desabotoar minha calça. Num movimento ágil, tirou meu pau, duro como gelo, e enfiou ele inteiro na boca. Eu ouvia a saliva dela escorrendo pelo meu pau e, entre uma chupada e outra, via a cara de prazer dela. Ela se levantou e me beijou de novo. Eu, bem excitado, coloquei minhas mãos nos peitos grandes dela e apertei os bicos. Ela tirou a blusa e me mostrou um sutiã roxo. Eu só queria despir ela e foder ela tão forte que ela gritasse e gemesse, mas de repente ela me perguntou algo que me fez perder a excitação:
— Você tem camisinha?
Eu falei que não.
— Então não podemos continuar. Imagina os problemas que a gente causaria pra família se eu engravidasse de você.
Eu, com o pau duro, não tive escolha a não ser aceitar.
— E o que eu faço agora com meu pau duro?
Ela sorriu e falou:
— Não se preocupa com isso, eu cuido.
Ela me beijou de novo e se ajoelhou outra vez. Chupou meu pau tão forte e rápido que eu gozei na boca dela e, pelo que lembro, ela engoliu tudo.
Voltamos pra cabana e prometemos não contar nada, mas ela... juro pra você que na próxima oportunidade a gente termina o que começou. Depois conto pra vocês como essa história acaba... Valeu
7 comentários - Bem-vinda aos 18
no si no vas en diciembre cabron!!! hahaha un saludo