Isso tudo aconteceu há 2 semanas atrás...
Bom, resumindo: eu moro num kitnet em Monserrat e trabalho na parte administrativa de uma seguradora. Tô lá há 2 anos e falo com todo mundo, mesmo sendo umas 40 pessoas por andar. Raramente saímos com os caras do setor pra dançar e alguns que se juntam. Faz menos de 1 ano que o Pablo entrou pra trabalhar na parte de sistemas. O cara é gay e todo mundo soube desde o primeiro momento porque ele não ligou de contar, e ninguém se importou. Ao contrário de mim, que não tenho coragem de contar que sou bissexual, nem de falar das experiências que tive com gatinhos e com homens.
Já faz um tempo que eu tava de olho no Pablo desde que um dia nos encontramos no banheiro fazendo xixi e, disfarçadamente, vi a rola dele comprida e grossa, mas sei que nunca me envolveria com alguém do trabalho, ainda mais com um cara, pra não rolar fofoca no futuro.
O Pablo mora perto de onde eu alugo, umas 20 quadras, e justamente há 2 semanas ele começou as férias. Naquele sexta-feira, no meio-dia, tirei a hora do almoço pra comprar um notebook. Eu, sinceramente, não entendo nada de computador, nem pra instalar o Windows. Com toda essa dúvida, cheguei no trabalho e fui perguntar pro Pablo. Ele disse que era fácil, se eu deixasse com ele, instalava rapidinho. Aí já eram umas 6 da tarde e o Pablo me falou que não conseguiu fazer nada porque tinha que terminar muito trabalho atrasado, mas disse que se eu quisesse, a gente se encontrava na casa dele e ele instalava de boa. Na hora eu topei: "Dale, ótimo! Se quiser, vem mais tranquilo pra minha casa e a gente compra algo pra beber, já que você começou as férias."
Bom, fomos pra minha casa e no caminho conversamos super bem, principalmente sobre como ele tava relaxado por estar de férias. Chegamos em casa e fomos comprar umas cervejas, umas 8, porque tava muito calor. Chegamos em casa com tudo: a bebida e a picadinha, e eu falei pra ele ficar à vontade. Começamos a tomar as cervejas e a trocar uma ideia bem solta. Tempo, contei a história do ex-namorado. Já estávamos na quarta cerveja e a bebida já tava batendo. Comecei a olhar pra ele com cara de quem queria dar, mas não tinha coragem de falar nada e sabia que não ia rolar nada. Não aguentava mais e comecei a pensar em que assunto da conversa eu podia entrar pra dar uma indireta. Começamos a falar de baladas, contei que fui no Amerika uma vez (mentira, fui várias vezes) e falei que fiquei com um traveco. Ele me olhou surpreso e perguntou se eu tinha beijado ele. Aí enrolei, dizendo que no começo pensei que era uma gatinha, porque no tal túnel famoso não dava pra ver direito, mas percebi quando passei a mão e toquei na rola... Pablo começou a rir, falando que por algo se começa. Eu disse que foi só aquilo e nada mais, no máximo chupei a rola dele.
Pablo levantou pra ir no banheiro e eu não sabia onde me enfiar, porque achei que a história não tinha interessado ele... Ele volta do banheiro e senta do meu lado no sofá. Me perguntou se eu não tive outra experiência assim, me olhando de perto, e não consegui mentir. Falei que depois disso também fiquei com um travesti, bati uma punheta pra ele e, no máximo, ele enfiou os dedos no meu cu. Falei na lata assim, e ele me perguntou se eu gostei, e eu disse que sim. Aos poucos, fui soltando mais informação. Nessa hora, ele riu e falou: "Não me conta mais que eu tô ficando com tesão, OLHA COMO EU TÔ." Olhei pra rola dele enquanto ele segurava, ri, e aí foi quando eu disse que tava com muita vontade de ficar com um cara. Ele me olhou surpreso e me beijou.
Começamos a nos pegar muito quentes, os dois, e sem pensar duas vezes comecei a passar a mão na rola dele por cima da calça. Fomos tirando a camisa, ele levantou e eu comecei a beijar o peito dele, descendo pela cintura, passando a mão na bunda dele, enfiando o dedo na racha. Desci até a calça e senti aquele cheirinho de rola que as calças de trabalho têm, fiquei com muito tesão, não parava de cheirar e de beijar a rola dele por fora. Abaixei a calça e a cueca dele e vi a rola dura, era enorme, fácil uns 20 cm de comprimento e muito grossa. Grossa, sinto aquele cheiro de suor e, sem pensar, pego no saco dele e lambo as bolas. Estavam todas molhadas, com um sabor incrível. Ele suspirava de prazer e, a cada momento, a ponta da pica ficava mais molhada. Aí, meto ela na minha boca... Não conseguia enfiar tudo, mas tentava, porque amava aquela pica e aquele sabor. Começo a cuspir e lamber desesperadamente. Ele pega minha mão e coloca no meu cu, como se quisesse que eu enfiasse o dedo. Até sentir o cu dele quente e suado. Viro ele, ele fica de quatro, abro a bunda dele e vejo aquele buraco enorme, todo depilado. Meto a língua de uma vez dentro do cu dele e começo a foder com a língua, sentindo aquele gosto forte. Não ligava pra mais nada naquele momento e enfiava a língua pra todos os lados. Ele se vira, tira minha calça e, com mais experiência, começa a chupar minha pica muito bem, enfiando tudo o tempo todo. Levanta minhas pernas e chupa meu cu, enfiando os dedos. Eu já tava gozando. Fiquei assim uns 5 minutos, já queria gozar. Deitamos e fizemos 69, ele por cima de mim. Abro a bunda dele e meto a língua, e ele começa a se mexer como se tivesse sendo comido, mas com a língua. Enquanto isso, ele me chupava e enfiava mais dedos no meu cu, me comendo sem parar. Viu que eu já tava aberto, se levanta, me coloca de quatro e começa a me foder, enfiando devagar porque a pica dele era muito grande. Quando ia entrando, doía pra caralho, mas aos poucos ele foi me abrindo e eu já sentia as bolas batendo em mim. Ele começou a meter forte pra caralho, já não doía mais. Tira a pica, chupa meu cu e mete de novo. Sento em cima dele, enfio tudo e sentia até a garganta. Ele para de me comer, me beija, lambendo minha cara toda, muito excitado, e eu chupo a pica dele, sentindo todo aquele cheiro de cu que tinha deixado nela. Ele fala: "Me come", e sem pensar, viro ele, chupo o cu dele e meto de uma vez, porque o cu dele era mais aberto que o meu. Começo a foder ele cada vez mais forte, porque ele pedia. até que eu tirei ela e ela começou a chupar, não aguentava mais, peguei ela pela cabeça, comecei a bater punheta e ela cedendo, gozei dentro da boca dela. eu já tinha terminado, ela me beijou e tava com todo o leite na boca, e com a língua começamos a brincar. ela disse: "AGORA É TUA VEZ". comecei a chupar ela e não vou mentir, em 1 minuto ela já tava gozando. a diferença é que eu gozei normal, mas ela gozou demais, escorreu todo o leite na minha cara, engoli tudo, e ela ficou passando a ponta da pica no meu rosto todo, deixando aquele cheiro de pica. eu já queria continuar de novo... mas paramos, nos beijamos muito tempo e continuamos tomando cerveja, surpresos com o que a gente tinha feito.
Bom, resumindo: eu moro num kitnet em Monserrat e trabalho na parte administrativa de uma seguradora. Tô lá há 2 anos e falo com todo mundo, mesmo sendo umas 40 pessoas por andar. Raramente saímos com os caras do setor pra dançar e alguns que se juntam. Faz menos de 1 ano que o Pablo entrou pra trabalhar na parte de sistemas. O cara é gay e todo mundo soube desde o primeiro momento porque ele não ligou de contar, e ninguém se importou. Ao contrário de mim, que não tenho coragem de contar que sou bissexual, nem de falar das experiências que tive com gatinhos e com homens.
Já faz um tempo que eu tava de olho no Pablo desde que um dia nos encontramos no banheiro fazendo xixi e, disfarçadamente, vi a rola dele comprida e grossa, mas sei que nunca me envolveria com alguém do trabalho, ainda mais com um cara, pra não rolar fofoca no futuro.
O Pablo mora perto de onde eu alugo, umas 20 quadras, e justamente há 2 semanas ele começou as férias. Naquele sexta-feira, no meio-dia, tirei a hora do almoço pra comprar um notebook. Eu, sinceramente, não entendo nada de computador, nem pra instalar o Windows. Com toda essa dúvida, cheguei no trabalho e fui perguntar pro Pablo. Ele disse que era fácil, se eu deixasse com ele, instalava rapidinho. Aí já eram umas 6 da tarde e o Pablo me falou que não conseguiu fazer nada porque tinha que terminar muito trabalho atrasado, mas disse que se eu quisesse, a gente se encontrava na casa dele e ele instalava de boa. Na hora eu topei: "Dale, ótimo! Se quiser, vem mais tranquilo pra minha casa e a gente compra algo pra beber, já que você começou as férias."
Bom, fomos pra minha casa e no caminho conversamos super bem, principalmente sobre como ele tava relaxado por estar de férias. Chegamos em casa e fomos comprar umas cervejas, umas 8, porque tava muito calor. Chegamos em casa com tudo: a bebida e a picadinha, e eu falei pra ele ficar à vontade. Começamos a tomar as cervejas e a trocar uma ideia bem solta. Tempo, contei a história do ex-namorado. Já estávamos na quarta cerveja e a bebida já tava batendo. Comecei a olhar pra ele com cara de quem queria dar, mas não tinha coragem de falar nada e sabia que não ia rolar nada. Não aguentava mais e comecei a pensar em que assunto da conversa eu podia entrar pra dar uma indireta. Começamos a falar de baladas, contei que fui no Amerika uma vez (mentira, fui várias vezes) e falei que fiquei com um traveco. Ele me olhou surpreso e perguntou se eu tinha beijado ele. Aí enrolei, dizendo que no começo pensei que era uma gatinha, porque no tal túnel famoso não dava pra ver direito, mas percebi quando passei a mão e toquei na rola... Pablo começou a rir, falando que por algo se começa. Eu disse que foi só aquilo e nada mais, no máximo chupei a rola dele.
Pablo levantou pra ir no banheiro e eu não sabia onde me enfiar, porque achei que a história não tinha interessado ele... Ele volta do banheiro e senta do meu lado no sofá. Me perguntou se eu não tive outra experiência assim, me olhando de perto, e não consegui mentir. Falei que depois disso também fiquei com um travesti, bati uma punheta pra ele e, no máximo, ele enfiou os dedos no meu cu. Falei na lata assim, e ele me perguntou se eu gostei, e eu disse que sim. Aos poucos, fui soltando mais informação. Nessa hora, ele riu e falou: "Não me conta mais que eu tô ficando com tesão, OLHA COMO EU TÔ." Olhei pra rola dele enquanto ele segurava, ri, e aí foi quando eu disse que tava com muita vontade de ficar com um cara. Ele me olhou surpreso e me beijou.
Começamos a nos pegar muito quentes, os dois, e sem pensar duas vezes comecei a passar a mão na rola dele por cima da calça. Fomos tirando a camisa, ele levantou e eu comecei a beijar o peito dele, descendo pela cintura, passando a mão na bunda dele, enfiando o dedo na racha. Desci até a calça e senti aquele cheirinho de rola que as calças de trabalho têm, fiquei com muito tesão, não parava de cheirar e de beijar a rola dele por fora. Abaixei a calça e a cueca dele e vi a rola dura, era enorme, fácil uns 20 cm de comprimento e muito grossa. Grossa, sinto aquele cheiro de suor e, sem pensar, pego no saco dele e lambo as bolas. Estavam todas molhadas, com um sabor incrível. Ele suspirava de prazer e, a cada momento, a ponta da pica ficava mais molhada. Aí, meto ela na minha boca... Não conseguia enfiar tudo, mas tentava, porque amava aquela pica e aquele sabor. Começo a cuspir e lamber desesperadamente. Ele pega minha mão e coloca no meu cu, como se quisesse que eu enfiasse o dedo. Até sentir o cu dele quente e suado. Viro ele, ele fica de quatro, abro a bunda dele e vejo aquele buraco enorme, todo depilado. Meto a língua de uma vez dentro do cu dele e começo a foder com a língua, sentindo aquele gosto forte. Não ligava pra mais nada naquele momento e enfiava a língua pra todos os lados. Ele se vira, tira minha calça e, com mais experiência, começa a chupar minha pica muito bem, enfiando tudo o tempo todo. Levanta minhas pernas e chupa meu cu, enfiando os dedos. Eu já tava gozando. Fiquei assim uns 5 minutos, já queria gozar. Deitamos e fizemos 69, ele por cima de mim. Abro a bunda dele e meto a língua, e ele começa a se mexer como se tivesse sendo comido, mas com a língua. Enquanto isso, ele me chupava e enfiava mais dedos no meu cu, me comendo sem parar. Viu que eu já tava aberto, se levanta, me coloca de quatro e começa a me foder, enfiando devagar porque a pica dele era muito grande. Quando ia entrando, doía pra caralho, mas aos poucos ele foi me abrindo e eu já sentia as bolas batendo em mim. Ele começou a meter forte pra caralho, já não doía mais. Tira a pica, chupa meu cu e mete de novo. Sento em cima dele, enfio tudo e sentia até a garganta. Ele para de me comer, me beija, lambendo minha cara toda, muito excitado, e eu chupo a pica dele, sentindo todo aquele cheiro de cu que tinha deixado nela. Ele fala: "Me come", e sem pensar, viro ele, chupo o cu dele e meto de uma vez, porque o cu dele era mais aberto que o meu. Começo a foder ele cada vez mais forte, porque ele pedia. até que eu tirei ela e ela começou a chupar, não aguentava mais, peguei ela pela cabeça, comecei a bater punheta e ela cedendo, gozei dentro da boca dela. eu já tinha terminado, ela me beijou e tava com todo o leite na boca, e com a língua começamos a brincar. ela disse: "AGORA É TUA VEZ". comecei a chupar ela e não vou mentir, em 1 minuto ela já tava gozando. a diferença é que eu gozei normal, mas ela gozou demais, escorreu todo o leite na minha cara, engoli tudo, e ela ficou passando a ponta da pica no meu rosto todo, deixando aquele cheiro de pica. eu já queria continuar de novo... mas paramos, nos beijamos muito tempo e continuamos tomando cerveja, surpresos com o que a gente tinha feito.
4 comentários - Melhor trepada com um cara do trampo
saludos desde colombia. 🤤 🤤