25 anos depois (Primeira parte)

Olá, pessoal! Essa é minha primeira história para essa comunidade. Os fatos são absolutamente reais, só mudei os nomes.

Quando eu tava no ensino médio, fiz amizade com o Marcelo, um colega de sala que morava perto da minha casa. Quase sempre ele tava na minha casa ou eu na dele, ouvindo música, estudando ou batendo papo.

Meu amigo tinha (e ainda tem) uma irmã chamada Marta. Ela era muito gostosa, tinha uns olhos lindos e um corpo muito bem feito, tanto que quando eu ia na casa dela, não conseguia parar de olhar ela de cima a baixo.

Com o tempo, comecei a ter uma amizade também com a Marta, que não só era super gentil comigo, mas os olhares que ela me dava me faziam pensar que ela tava interessada em algo mais que amizade.

Chegou num ponto em que a gente saía só eu e ela (meu amigo já não tava mais no meio) e o rolê era quase de namorados. A gente não chegou a namorar porque eu era muito tímido e pensava (que idiota!) que se eu me declarasse, ela ia me rejeitar e tudo acabaria. O que eu não sabia é que a Marta tava doida por mim, mas esperava eu tomar a iniciativa.

Ela me esperou, mas depois de um tempo apareceu com um namorado (lógico, cansou de me esperar) e eu senti uma facada no coração. Agora sim, perdi a Marta! Tudo por minha culpa!

A partir daquele dia, senti que ela nunca mais seria minha, que nosso rolê tinha acabado, que não sairia mais com ela, e senti uma angústia e uma dor enormes, principalmente pela minha burrice.

Com o tempo, a gente parou de se ver. Eu comecei a namorar com uma mulher que hoje é minha esposa, soube que a Marta tinha casado e se mudado, e meu amigo também casou e se mudou. Nunca mais vi a Marta, mas sempre guardei ela na memória e no coração como aquele amor que não rolou.

Já se passaram 25 anos desde aquela época.

Um dia, descobri o que era o Facebook e me cadastrei pra ver se encontrava colegas antigos do ensino médio. Não achei o Marcelo, mas encontrei a outros, e num momento pensei se seria a Marta. Então procurei por ela, e encontrei! Como não tinha certeza se era ela (não tinha foto no perfil), resolvi deixar uma mensagem com meus dados e algumas coisas do nosso passado pra ela saber quem eu era. Se fosse ela, pensei que talvez respondesse.
Dois dias depois, recebo um e-mail dela, era a Marta que eu conhecia. Meu coração bateu como nunca! Então começamos a trocar e-mails e depois a conversar no chat, eu do meu trabalho e ela de casa ou de uma lan house (quando os filhos dela estavam em casa).
Numa das nossas sessões de chat, a conversa ficou meio melancólica entre nós e (palavra vai, palavra vem) eu disse "Te amo", e ela respondeu "Ótimo, porque eu também te amo".
Naquele momento, fiquei paralisado, meu coração disparou a mil por hora e vieram à mente todas as lembranças que eu tinha dela e de nós. Então perguntei se ela queria se encontrar pra tomar um café e ela topou. Marcamos data, hora e lugar.
No dia do encontro, eu estava no bar super ansioso (cheguei alguns minutos antes) e pensava se ia reconhecê-la e se ela me reconheceria (tinham se passado 25 anos). De repente, ela apareceu, estava praticamente igual apesar do tempo que passou. As pernas bem torneadas, os peitos grandes, a bunda firme e redonda. Ela me reconheceu sem problema nenhum.
Ficamos conversando por mais de duas horas, sobre a vida dela, a minha, nossos problemas conjugais, nossos filhos, e um monte de outras coisas.
Num momento, Marta me diz: "Vamos caminhar um pouco?", e eu topei. Paguei os cafés e saímos do bar pra caminhar e fumar.
Enquanto caminhávamos, continuamos conversando, mas já sobre o que tínhamos falado no chat (sobre ainda estarmos apaixonados) e de repente Marta para e me beija na boca. Aquele beijo me fez sentir algo que nunca tinha sentido antes, era algo que esperei a vida toda. Caminhamos mais alguns metros e ali ela Eu beijei ela com toda a minha alma. Foi um beijo longo e molhado, e eu sentia ela me abraçando com toda a força, abrindo a boca pra gente se beijar de língua. Na hora, me joguei e perguntei: "Vamos pra outro lugar?" Achei que a Marta fosse ficar puta, mas ela respondeu: "Vamos". Não tava acreditando no que tava rolando, então chamei um táxi rápido e fomos pra um motel que eu conhecia perto dali.

Quando chegamos no quarto, a Marta sentou na beira da cama e falou com uma voz preocupada: "Isso é difícil pra mim, nunca traí meu marido, mesmo com nosso casamento uma merda. Quero transar com você, mas peço pra irmos devagar."

Entendi ela perfeitamente, tava passando pela mesma situação, então sentei do lado dela e comecei a beijar ela suavemente, primeiro na bochecha e depois na boca. Fiquei um tempão assim e, sem parar de beijar, abracei ela e continuei com meus beijos molhados no pescoço. Percebi que a Marta começou a respirar mais fundo e dava pra ver os pezões dela marcando a camisa, durinhos.

Com o braço esquerdo, continuei abraçando ela e, com a mão direita, comecei a acariciar as pernas dela. Ela respirava cada vez mais forte e, num momento, comecei a desabotoar a camisa dela. Os peitos dela transbordavam do sutiã que ela tava usando.

Comecei a acariciar as costas dela, a pele era macia e gostosa, e ela já tava respirando de boca aberta. Enquanto acariciava as costas, desabotoei o sutiã dela e depois a saia. Fui descendo o zíper e, enquanto beijava os peitos redondos dela devagar, enfiei minha mão entre as pernas dela até chegar na buceta. Tava bem molhada e quente. Com meus dedos, comecei a brincar naquele paraíso que tava se abrindo pra mim depois de tantos anos. Primeiro, acariciando o clitóris dela e depois enfiando o dedo naquela maravilha toda depilada.

A Marta já tava gemendo e, rapidinho, começou a desabotoar minha camisa, depois a calça e, sem demora, pegou meu pau que tava durasso e começou a... acariciá-lo de um jeito doce e apaixonado.
Num instante a gente para de se acariciar e tira toda a roupa. Já pelados, a gente se deita na cama e se beija com muita paixão enquanto continua se tocando, o contato dos nossos corpos nus fez a gente ficar ainda mais excitado.
Com a Marta de barriga pra cima, eu fico por cima dela e continuo chupando os mamilos dela enquanto esfrego a minha glande nos lábios da buceta dela, já bem molhada. Quando ela começa a arquear as costas de tanto prazer que tá sentindo, vou passando a língua pelo peito dela e descendo até chegar na vulva dela. Ali eu paro um bom tempo e com a língua percorro ela toda.
O cheiro dela me excita ainda mais. Enfio a língua bem fundo e a Marta me agarra pela cabeça e enfia ela entre as pernas dela. Ela já não só arqueava, mas virava pros lados como se estivesse em êxtase.
De repente, ela tira a minha cabeça de entre as pernas dela e fala num tom bem sensual: "Agora é minha vez". Ela me deita de barriga pra cima e com a língua vai percorrendo meu corpo do pescoço até chegar no meu pau, que tava prestes a explodir. Com uma ternura que eu nunca tinha sentido, ela beija meu membro com a língua e lambe como se fosse um sorvete que tá derretendo por todos os lados, até que enfia a glande entre os lábios dela e começa a chupar devagar. Um tempo depois, ela enfia meu pau inteiro na boca molhada e quente dela e chupa primeiro devagar, pra depois ir cada vez mais rápido e apertando os lábios, o que me excita muito mais.
Eu não acreditava no que tava acontecendo, tava com a Marta do jeito que eu sempre quis estar 25 anos atrás. Nós dois com mais de 40 anos, mas gozando e se divertindo como dois adolescentes.
Depois de um tempo, ela se senta e se acomoda em cima de mim, abre as pernas e pega meu pau pra encaixar na buceta dela, começa a descer e eu sinto como vou entrando nela devagar até chegar no fundo. Minhas bolas encostam na dobra da bunda dela e isso me causa mais Excitação.
Marta começa a subir e descer devagar, as dobras da buceta dela, apertada e molhada, tavam me deixando louco e eu tentava me segurar porque já tava quase gozando. De repente ela acelera o ritmo e me beija fundo, depois se arqueia pra trás e não geme mais, grita. Apoia as mãos no meu peito e acelera ainda mais o ritmo. Pega minhas mãos junto com as dela e aperta com força. Eu vou movendo minha cintura no ritmo dela pra penetrar mais fundo. Vejo o rosto dela e ela tava gozando igual uma novinha.
De repente ela para e desaba em cima de mim com um suspiro forte, tinha acabado intensamente. Mas eu não, então enquanto ela tava deitada em cima de mim continuei penetrando ela e depois de um instante tirei meu pau pra ter uma gozada espetacular. Jatos de porra saíram do meu pênis que tava duro como nunca. Ficamos assim um tempinho enquanto nos beijávamos com carinho.
Um tempo depois dividimos um cigarro e quando acabou eu ainda tava com o pau duro. Ela percebeu e sem dizer nada começou a acariciar ele. Fez de um jeito que tava me enlouquecendo. Ela se deitou de barriga pra cima e abriu as pernas como se tivesse convidando pra repetir aquela experiência maravilhosa.
Me ajeitei em cima dela e enfiei meu pau naquela buceta linda que sempre tinha desejado. Eu me movia devagar e percebi que ela tava curtindo pra caralho. Continuei assim um tempinho e olhava o rosto dela, as expressões de prazer dela me excitavam mais e fui me movendo mais rápido até que em pouco tempo gozamos de novo, dessa vez juntos. Novos jatos de porra molharam o peito e a barriga dela.
Me deitei do lado dela, estávamos suados e exaustos. Ficamos nos olhando, os rostos eram uma mistura de prazer e amor.
Depois de dividir outro cigarro, tomamos banho juntos, nos vestimos, demos um beijão e saímos do hotel.
Pode até parecer que essa história termina aqui, mas não. Desde que escrevi isso, já se passaram 11 meses desse momento maravilhoso e hoje em dia a gente continua se vendo. vendo uma ou duas vezes por semana.
Prometo escrever novas histórias, tem muito mais pra contar.

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