Meu conto erótico: escrava sexual

Bom, antes de mais nada, essa é a primeira parte do meu conto erótico. Se quiserem ler, por favor, passem lá:http://www.poringa.net/posts/relatos/1777673/Mi-relato-erotico_-esclava-sexual.htmlE esta é a segunda parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/1778964/Mi-relato-erotico_-esclava-sexual.htmlE aqui a terceira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/1780179/Mi-relato-erotico_-esclava-sexual.htmlE a quarta parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/1781320/Mi-relato-erotico_-esclava-sexual.html

Hora 5

A mulher do chicote me leva de quatro, eu e a Sofia, pelo corredor comprido. Tô completamente nua, porque deixei a minissaia e a calcinha no quarto anterior.

"Chegamos", diz a mulher abrindo uma porta.

Entramos no quarto de quatro, tá bem escuro e mal consigo ver alguma coisa.

A mulher acende a luz, e vejo que tem muitas gaiolas. Algumas já ocupadas e outras não, mas no quarto só tem mulher.

"Sofia, vai pra sua gaiola", diz a mulher.

A Sofia vai pra uma gaiola bem maior que as outras, e entra nela.

A mulher fecha a porta da gaiola com cadeado pra Sofia não sair, e vem na minha direção.

"Vou te explicar como funciona isso", diz ela.

"Se você fizer tudo como os clientes pedem, à risca, sobe de rank. Se não seguir as regras, seu rank cai. O rank é contado por pontos, numa escala de 1 a 10. Ao chegar, você tem 5 pontos, e tem que seguir bem as regras pra subir esses pontos. A Sofia tem 8 pontos, e por isso tudo é melhor pra ela do que pro resto. Ela tem comida normal, e pode transar de boa. Se você quiser chegar nesse rank ou passar dele, vai ter que fazer o que nossos clientes mandam à risca. Pra cada regra que você quebra, além de poder cair de rank, leva chicotadas. Tudo vai ser mais fácil se você seguir as regras."

Olho a mulher nos olhos.

"Até agora eu quebrei alguma regra?", pergunto.

"Você não fez tudo como os clientes mandaram, mas também não resistiu nada, e por ser sua primeira vez, vou deixar passar. Mas da próxima vez que quebrar as regras, vai ser castigada. Mais alguma pergunta?"

"Se meu rank cair muito, o que pode acontecer comigo? É muito pior do que o que fizeram comigo agora?"

"Se seu rank descer pra 4 pontos ou menos, você não imagina as atrocidades que podem te fazer", diz a mulher.

"Mais alguma pergunta?", diz a mulher.

"Sim, onde fica o banheiro? Dá pra ir se eu tiver no meio de uma sessão?", pergunto.

"Você tem que perguntar pro cliente se... pode, e se ela não deixar, você vai ter que aguentar. O banheiro é supervisionado por dois homens, e você não pode ir sozinha. Sempre acompanhada por um dos responsáveis do lugar.

Que lugar é esse?, pergunto eu.

Não posso responder isso, diz a mulher.

Não lembro de nada de antes, nem sei meu nome, falo eu.

Seu nome verdadeiro é Karen, mas aqui você vai se chamar Talía.

Chega de perguntas, entra na sua jaula, diz a mulher apontando para uma jaula de tamanho médio.

Vou engatinhando até lá, e antes de entrar a mulher me para.

Empina a raba, ordena.

Eu obedeço, e sinto algo entrando na minha buceta.

Se você tentar tirar o vibrador, desligar ele, ou se masturbar, conta como quebra de regras, e seu nível cai.

A mulher amarra o vibrador com cordões que vão até o fim das minhas costas, e liga ele.

Ai, meu deus, falo eu gemendo.

Se você se tocar, desligar ou tirar ele, você desce de nível, entendeu?, diz a mulher.

Se quiser jogar pelo seguro, posso amarrar seus braços, ela fala.

Sim, faz isso, eu imploro.

Você tá me mandando amarrar seus braços, sua puta?, diz a mulher se irritando.

Por favor, me amarra, senhora, falo eu.

Assim tá melhor, sua puta!, diz a mulher tirando um pedaço de fita do bolso, e começa a amarrar meus braços um no outro.

Entra na jaula, ordena a mulher.

Eu entro, ficando de raba empinada com aquele vibrador me fazendo gozar gostoso pra caralho.

Deus, deus, eu gemo.

A mulher fecha a porta da minha jaula com cadeado, e diz que volta em duas horas.

A gente tá gravando 24 horas por dia, então não tenta nada estranho porque a gente vai saber, diz a mulher.

Não vou aguentar ficar duas horas sem poder me tocar, mas tenho que aguentar.

A mulher apaga a luz e sai do quarto.

Deus, não consigo me segurar, tenho que me masturbar, tenho que fazer alguma coisa, não aguento.

Tento separar meus braços arrancando a fita, e consigo em dois minutos.

Deus, começo a me tocar na minha buceta, no meu clitóris, começo a me esfregar aproveitando aquele vibrador.

Tiro ele da minha buceta. desamarrando os cadarços que me mantinham preso lá dentro, e começo a chupar ele. Tem um gosto muito tasty, o gosto dos meus sucos.
Com uma mão me masturbo vaginalmente, enquanto com a outra enfio o vibrador no meu cu, sempre de quatro.
Deus, que gostoso que é, sinto que vou explodir.
Sinto que vou mijar à força, e gozo dentro da jaula.
Deus... que sensação gostosa, penso eu.
Na escuridão é impossível que tenham me visto, então não preciso me preocupar, vou dormir um pouquinho, penso eu.
Mudo de posição, e durmo de cócoras, como uma menininha de 10 anos.
Meu nome é Karen, acho que tenho 16 anos, tenho uma bunda lindíssima, olhos verdes e cabelo liso e loiro, sem mencionar minha cara linda.
Acho que vou conseguir dormir muito bem depois de me masturbar, mas essa jaula é muito desconfortável e muito pequena.
A verdade é que, depois de tudo que passei hoje, estou exausta, e consigo dormir quase sem esforço.
Ao acordar, não estou mais na jaula, mas amarrada numa mesa, de quatro de novo, e a mulher do chicote está furiosa. Espero que ela não me machuque muito por ter quebrado as regras.


Próximo cap: castigo

6 comentários - Meu conto erótico: escrava sexual

mu_a2
MUY BUENO EL RELATO GRACIAS . 😉 😉 😉 😉 😉
humillacionMi relato erótico: esclava sexual