A partir daquele momento, Eva começou a cuidar mais da aparência. Ela sempre foi vaidosa, mas agora se arrumava, se maquiava, se produzia o tempo todo, mesmo que fosse só fazer umas compras. É que ela não sabia quando poderia esbarrar com Raúl e queria estar preparada. Ficava de olho na casa da esquina o dia inteiro, tentando descobrir a rotina dos vizinhos. Percebeu que em alguns dias, Raúl voltava mais cedo, e quando isso coincidia com o horário da academia da esposa, ela saía por algumas horas e ele ficava sozinho em casa. Feliz por ter encontrado essa brecha, começou a planejar como aproveitá-la.
Terças e quintas, Clara ia para a academia um pouco antes das 18h e só voltava depois das 20h. Carlos chegava em casa todos os dias entre 19h30 e 20h, dependendo do trânsito. Tinha ali uma hora e meia livre, se Raúl voltasse algum desses dias antes das 18h. A partir daí, intensificou a vigilância justamente nesses dias.
Finalmente, numa quinta-feira, viu o carro de Raúl chegar por volta das 17h30, e pouco depois, viu a caminhonete que Clara costumava usar partir. Tomando coragem, atravessou a rua e tocou a campainha da casa dos vizinhos.
Uma empregada abriu a porta.
– A senhora está? – perguntou, fazendo-se de inocente.
– Espere um instante – respondeu a empregada, deixando-a na porta. Nervosa, Eva se virou, conferindo se nenhum vizinho estava vendo.
– Boa tarde – disse atrás dela uma voz masculina que ela conhecia e sonhava. Ela se virou rapidamente.
– Boa tarde – disse, soltando seu melhor sorriso. Lá estava ele. De terno impecável, com a gravata um pouco solta, sorrindo enquanto a olhava de cima a baixo, com um olhar que a deixou excitada.
– Você procurava minha esposa, mas entre, por favor, não é educado conversar na rua. É muita falta de cortesia. Ela agradeceu e entrou na casa enquanto ele se afastava, deixando a passagem livre.
– Sim, eu sempre venho bater papo com ela e hoje tinha um tempinho livre, então resolvi visitá-la. Que pena, mas fique à vontade, por favor. Ela acabou de sair. Vai ficar muito chateada quando descobrir que você veio e ela não estava.
- Então eu preferiria que você não contasse que estive aqui. No fim das contas, não tem importância, disse Eva enquanto se sentava no sofá e cruzava suas longas pernas, fazendo com que sua saia subisse um pouco mais do que seria considerado adequado.
- Sem problemas. Vai ser nosso segredo, disse ele sorrindo. Meu nome é Raúl, embora eu imagine que você já deva saber. E ele se aproximou de onde ela estava sentada. Inclinando-se, beijou sua bochecha. Um aroma viril a envolveu quando ele a tocou. Seus mamilos endureceram instantaneamente sob a blusa.
- Eu sou Eva, disse ela, fingindo indiferença. Não sei se a Clara falou de mim para você.
- Sim, claro. Além disso, já te vi antes, disse Raúl com simpatia.
- Onde foi que me viu? perguntou Eva, interessada.
- Em outro momento eu conto. Quer beber alguma coisa enquanto espera a Clara?
- Não quero incomodar.
- Sem problemas, só que, se me permite, vou ficar mais à vontade, pois acabei de voltar do trabalho, disse ele, e em seguida pediu à empregada que trouxesse algumas bebidas, subindo a escada.
Eva ficou ali sem saber o que fazer. Não tinha experiência nessas situações. Nunca tinha traído o marido, fazia muito tempo que não tentava conquistar um homem, e nunca tinha feito isso com um homem casado. Estava totalmente desconcertada. Às vezes, parecia que Raúl estava interessado nela. Ficou surpresa que ele já a tivesse visto antes, mas também pensou que poderia ser apenas uma gentileza, e temia pisar em falso com alguém que acabara de conhecer. Decidiu esperar que a situação se resolvesse por si só.
A empregada chegou com as bebidas e, logo depois, Raúl desceu a escada vestindo um conjunto esportivo que lhe caía maravilhosamente bem.
Pegou os copos e, entregando um a ela, sentou-se no sofá ao seu lado.
- A Clara me contou como se diverte com você, disse ele, como quem quer quebrar o gelo. - Eu também gosto da companhia dela, disse Eva sem tirar os olhos dele. - Ela fica muito tempo sozinha em casa, então é bom que tenha amigas. - E você tem amigos? Desculpa a pergunta, mas não vejo muita gente vindo visitá-los. - Não, na verdade o meio em que me movo é muito profissional e os encontros acontecem em restaurantes e salões. Para os encontros mais íntimos, uso nossa casa de fim de semana. Não dá para compartilhar o lar com clientes, mesmo tendo um bom relacionamento com todos. - Deve conhecer muita gente interessante, disse Eva. - Sim, com certeza. - Muitas atrizes lindas. - Quase todas. - E sua esposa não fica com ciúmes de você passar o dia todo fora de casa acompanhado dessas gostosas? - Suas perguntas são bem íntimas, disse Raúl rindo. - Desculpa. Finge que eu não disse nada. É minha vontade de conversar com você que faz eu falar coisas inapropriadas às vezes, disse ela, ficando corada e assumindo o erro. - Não se ofenda. As perguntas não me incomodam, disse Raúl, suavizando a situação. Clara sabe que eu nunca vou deixá-la, e não, ela não é ciumenta. Sabe que meu trabalho exige certas concessões. - Não entendo. Está me dizendo que a trai às vezes?, disse Eva surpresa. Raúl tomou um longo gole de seu copo. Olhou para ela com malícia. - Você ficaria surpresa em saber as exigências que algumas divas fazem para assinar um contrato. Mas só vou dizer que não é exatamente o tipo de mulher que me atrai. - E qual é esse tipo? Imagino que seja como sua esposa, disse Eva começando a respirar ofegante. - Sim, com certeza, como minha esposa. Mulheres normais, caseiras, discretas. Entre 35 e 45 anos. Capazes de guardar segredo sobre um relacionamento, ou que tenham tanto a perder quanto eu se a verdade vier à tona, disse ficando sério e com aquele brilho nos olhos que Eva lembrava do vídeo que tinha visto. A situação estava ficando complicada. Ela olhou o relógio e já eram 19h30. - Bom, se me dá licença, preciso ir. Minha O marido está pra voltar.
- Sem problema. Adorei que você veio e espero te ver de novo.
- Por favor, lembro que não menciona que eu vim, não quero que a Clara fique chateada por não ter me encontrado.
- Não se preocupa, não vou falar nada. Além disso, se acontecer de outra vez a mesma coisa, não queremos que ela pense que esses encontros são planejados, disse sorrindo, é brincadeira, não se preocupa, disse diminuindo a intencionalidade da frase, mas deixando claro que entendia as intenções da Eva. Justamente ela não queria que a Clara soubesse porque pensava em voltar outro dia em que ela também não estivesse. Ela ficou corada ao se sentir descoberta e se levantou pra ir embora. Ele a acompanhou até a porta e, ao chegar lá, se inclinou sobre ela (era uma cabeça mais alto) e a beijou na bochecha bem perto da boca, abriu a porta e sua mão apoiou na cintura dela pra acompanhá-la pra fora. Aquela mão na sua cintura queimava. Eva nem percebeu como chegou na rua. Demorou uns segundos pra se recompor e atravessou pra sua casa. Sem parar, foi direto pro banheiro e entrou no chuveiro pra se recuperar das emoções que tinha sentido. Debaixo do chuveiro, sentiu o marido entrar em casa. Não ligou. Estava planejando o momento e a forma em que seguiria em frente com seu plano, que já não tinha volta. Ela ia ser infiel, e ia curtir cada minuto.
Na terça-feira da semana seguinte, de novo o Raul chegou cedo e a esposa foi pra academia. Eva se arrumou pra ocasião. Vestido sem alça, curto, sem sutiã, e uns saltos que estilizavam suas pernas. Pouca maquiagem, cabelo bem arrumado. A imagem que o espelho devolveu ao sair ela gostou. Era uma mulher normal, casada, gostosa e disponível.
Tocou a campainha e foi ele quem abriu a porta.
- Eva, que prazer te ver, mas minha esposa acabou de sair.
- Não me diga que cheguei em má hora de novo, disse Eva.
- Não, a hora não é ruim, mas... ela não está, entra por favor. Ele entrou e foi direto para o sofá da outra vez. Dessa vez esperou em pé o cumprimento do Raúl e o beijo quase tocou seus lábios. - Se quiser tomar alguma coisa, vai ter que me dar tempo porque a equipe está de folga hoje. - Não se incomode, disse Eva ainda mais decidida. Eles estavam sozinhos pelas próximas duas horas. - Se me dá licença, vou me trocar, disse ele e subiu a escada. Lá ficou Eva, sentindo as pernas tremendo. Nunca tinha sido infiel e sabia que estava a um passo de cruzar aquele limite. Nem por um segundo pensou em se arrepender. Ia seguir até o fim. Passaram alguns minutos e do patamar da escada Raúl falou com ela. - Eva, minha esposa te mostrou a casa, menos meu estúdio. Quer conhecer? Vem subir, convidou. Devagar ela se levantou e subiu a escada. Na ponta, Raúl, envolto num roupão, estava esperando por ela. Segurando-a pela cintura, a acompanhou até cruzar a porta de um escritório grande, cheio de monitores e consoles de som. - Nossa, você realmente tem um estúdio completo aqui, comentou Eva surpresa. - Sim, além do meu trabalho também é meu hobby, mas senta, disse ele indicando a cadeira que estava no meio de toda aquela parafernália de equipamento. - Não entendo dessas coisas, vou tentar não tocar em nada que possa estragar. - Sem problema. Vou te contar um segredo, disse ele, enquanto posicionado atrás dela, suas mãos descansavam nos ombros dela, não só edito vídeos, mas também daqui controlo todas as câmeras que tenho instaladas na casa. Eva sentia aquelas mãos nos seus ombros e seus olhos olhavam para a tela que, de trás e de cima, mostrava a posição em que eles estavam. - É interessante as coisas que podem ser vistas, disse ele, enquanto apoiando uma das mãos sobre ela, brincou com os controles e viu Clara saindo da casa na sua caminhonete e ela observando pela janela da casa dela, para logo depois sair e se dirigir à casa.
Sua mão voltou acariciando seu braço e seu polegar roçou seu mamilo, antes de se reposicionar sobre seu ombro. Eva ficou sem palavras. Raúl sabia o que ela estava fazendo. Ela se mexeu inquieta na cadeira, mas ele suave, porém firmemente, a manteve nela.
- Não só há câmeras externas. Também tenho em toda a casa. Ele deslizou a mão novamente roçando seu corpo e apoiando-se nela, uma rápida troca de imagens e lá estava ela na sala assistindo aos vídeos. Eva ficou petrificada, quase sem respirar. Viu a si mesma pegando um e colocando no reprodutor, e sim, era o vídeo privado. Pôde se ver na tela o strip tease de Clara e o de Raúl, mas também pôde ver o momento em que ela atingiu seu clímax. Tão paralisada estava que não percebeu como uma mão de Raúl desceu pelo lado de seu corpo, até suas pernas e lentamente se infiltrou por baixo de seu vestido até chegar suavemente à sua buceta.
- Qualquer um pensaria que você gosta do meu corpo nu, ele dizia ao ouvido. Gosta? Sabe, meu pau não é como naquela vez ali. Quando estou com uma mulher que realmente me deixa excitado, ele fica ainda mais grosso. Há mulheres que me disseram que não aguentam ele quando está tão furioso, e enquanto isso seus dedos brincavam com sua buceta, e as pernas de Eva inconscientemente se abriam para facilitar a incursão.
- Imagina o que Clara sente ao tê-lo na boca, você imagina? Ahh e agora vem minha parte preferida. Sabe, me fascina montar nas mulheres como se fossem éguas e eu um garanhão reprodutor que as cavalga. Sua outra mão, enquanto isso, baixou a frente de seu vestido e seus peitos ficaram expostos e imediatamente começaram a ser apalpados pelo macho.
Eva estava paralisada. As sensações se acumulavam em seu cérebro e a intensidade delas a impedia de agir. As imagens que voltava a ver e com as quais tinha sonhado muitas vezes, essas mãos que percorriam seu corpo Sem pedir licença, eles esvaziavam sua mente. Ela não conseguia dizer nada e, por isso, não podia, nem queria tentar resistir. Deixava-se levar pelas ondas de luxúria que a invadiam. Quando o casal do vídeo atingia o orgasmo, Eva estava completamente entregue e disposta. Um novo movimento nos controles e a tela começou a mostrar o que estava acontecendo naquela sala.
Raúl se afastou dela e girou a cadeira sobre as rodinhas, deixando-a de frente para ele. Desabotoou seu roupão e o deixou cair. Estava completamente nu. Um pau duro e comprido saltou como uma fera, ficando bem diante do rosto de Eva. Raúl segurou seu rosto, agachou-se e a beijou. Foi um beijo possessivo, predador. Sua língua abriu caminho em sua boca e a percorreu até quase chegar à sua garganta. Deixou-a sem ar. Eva fechou os olhos. Quando as bocas se separaram, ele aproximou seu membro da boca da mulher e a glande úmida separou os lábios de Eva. Surpresa, ela abriu os olhos e assustou-se com o membro descomunal que tinha diante de si.
— Abre a boquinha — disse Raúl, como se estivesse brincando, e ela obedeceu. A glande entrou com dificuldade. Seus lábios tiveram que se distender ao máximo para recebê-lo, mas, uma vez que ela engoliu aquela parte, o resto do pau foi entrando devagar até provocar ânsias. Quase chegou à sua garganta.
— Devagar, gulosa — dizia o homem, enquanto com as mãos guiava seu rosto para que ela fosse devagar acomodando todo o seu pau.
Eva nunca entenderia como conseguiu absorver um monstro daquele tamanho, mas de repente seu nariz estava colidindo com o corpo de Raúl.
— Que prazer, não são muitas as fêmeas que dão conta dessa ferramenta. E se você deu conta com a boca, te garanto que com a sua buceta vai ser ainda mais fácil — disse ele, enquanto lentamente avançava e recuava, masturbando-se com sua boca.
Depois de um tempo nessa tarefa, ele se retirou, a fez ficar de pé e, com um puxão, a despiu, tirando o vestido pela cabeça. Em seguida, meteu os dedos dentro de sua calcinha e a rasgou em pedaços, diante do protesto de Eva. - Calma, você só vai ter que atravessar a rua. Pode muito bem fazer isso sem calcinha. Ele a pegou pela cintura e a beijou novamente, com a mesma fúria de antes. Depois a levantou e a fez ajoelhar sobre a cadeira com as mãos apoiadas no encosto, dando-lhe as costas. Nessa posição, ele se agachou e começou a lamber sua virilha, brincando com o buraco do seu ânus, para terminar tomando posse de sua vagina. Aquela língua vibrava sobre seu clitóris, percorria seus lábios e se introduzia como se fosse um pau dentro de seu corpo. Eva achou que estava voando. Nunca a haviam submetido a um sexo oral dessa magnitude. Ela se agarrava ao encosto e mordia os lábios para não gritar de prazer, enquanto a tela lhe mostrava o trabalho excitante que seu macho estava fazendo nela. Em minutos, ela chegou à beira do orgasmo. - Para, por favor, que eu vou gozar!!!!, suplicou entre gritos - E qual é o problema? Goza, que isso só está começando, disse ele e continuou com seu trabalho. Eva começou a soluçar e a suspirar como se estivesse tendo um ataque, o que de certa forma era verdade, e começou a gozar na cara de seu amante. Ele seguiu com sua tarefa até que ela ficou sobre a cadeira totalmente exausta. Naquele momento, ele se separou dela e, tomando-a em seus braços, a carregou como se fosse um saco de penas até um quarto contíguo em penumbra, onde a depositou sobre uma cama com um colchão de água, e a cobriu com seu corpo. - Você é linda, e vai me dar muito prazer, disse ele, enquanto sua boca percorria seu rosto, suas orelhas, seu pescoço. Ao mesmo tempo, suas mãos separavam e levantavam suas pernas até que a parte de trás de seus joelhos ficou calçada na dobra dos cotovelos dos braços de seu macho. Nessa posição, ele se levantou um pouco até conseguir que a cabeça de seu pau descansasse entre seus lábios vaginais. - Olhe para mim, disse ele possessivo, e quando ela o olhou nos olhos, ele bem devagar, ele se deixou cair, forçando sua ferramenta a abrir caminho no corpo da mulher.
- Ai, pela minha mãe, que é muito grande, você vai me arrebentar!!!, disse Eva enquanto tentava escapar do arpão. Mas era uma tarefa impossível. Na posição em que estava, nada podia fazer. Só relaxar e acomodar o monstro.
Com pequenas empurradas, Raúl, que evidentemente tinha prática nessas tarefas, conseguiu enfiar metade de sua cobra no corpo de sua vítima.
- Calma, espera uns minutos que você vai acabar gostando, disse ele suavemente.
- Tá bom, mas espera, não empurra, por favor, suplicou Eva.
Ficaram assim um tempinho. Raúl se retirava uns centímetros e voltava a empurrar até entrar no mesmo lugar. A boceta de Eva foi se adaptando e começou a curtir a invasão. Suas mãos se agarravam nos braços de Raúl, e, aos poucos, ela começou a puxá-lo e aproximá-lo para que a penetrasse mais.
- Tá gostando, né, putinha? Quer ela toda?
- Sim, sim, me dá toda.
Esse era o momento que o macho esperava. Ele se retirou até quase sair do corpo da mulher e, na volta, se deixou ir até que seus corpos colidiram. Eva ficou pálida, abriu a boca como para gritar, mas nada saiu. Ela se sentia cheia como nunca. Todas as paredes de sua vagina estavam sendo pressionadas por aquela marreta que pulsava dentro de seu corpo. Depois de alguns segundos, ela sentiu ele se retirar, e parecia que, ao sair, arrastava sua vagina, virando-a como uma luva, e quando só a cabeça ainda estava cravada nela, sentiu a ferramenta enchê-la completamente de novo. Na quarta ou quinta vez que recebeu esse tratamento, ela ficou à beira do clímax, e continuou assim até o final, até o momento em que o macho se enterrou nela e começou a se esvaziar. Um líquido quente a preencheu. Cada jato batia no fundo de seu útero e se espalhava depois por sua vagina. Ela poderia tê-los contado se não estivesse tão ocupada encadeando seus orgasmos, um... sem parar, um atrás do outro.
Foi o sexo mais selvagem que ela já tinha tido, e que sempre tinha sonhado. Raul caiu sobre ela e, enquanto terminava de se esvaziar, a beijava na boca, enfiando a língua como nas vezes anteriores, enquanto se retirava e seu pau ficava pendurado, mole. E ele não parou. Continuou beijando-a até que ela ficou excitada de novo e, com desespero, voltou a buscar o objeto do seu desejo. Encontrou-o lá embaixo, semi ereto e pulsando. Sua mão fechou sobre ele e ela sentiu como ele crescia lentamente. Eles rolaram de lado e continuaram se beijando. Agora, suas duas mãos brincavam com o pau e as bolas, terminando de prepará-lo para a continuação. Quando ela se certificou de que ele estava totalmente duro, lentamente se virou e encostou sua bunda na barriga do homem, num claro convite, que ele não estava disposto a resistir. Ele levantou a perna direita da mulher e a posicionou sobre as suas e, nessa posição, a cabeça do seu pau bateu contra a buceta dela. Com um leve empurrão, ele afundou no corpo dela. Em dois ou três movimentos de quadril, já a tinha totalmente enfiada. Uma de suas mãos agarrou seus cabelos e puxou para trás, enquanto a outra apertava os dois peitos alternadamente.
— Você não sabe no que se meteu. Nessa posição, posso durar a tarde toda — ele disse no ouvido dela.
— Não temos a tarde toda. Meu marido volta às oito — ela respondeu, sacudida pela enfiada.
Ele olhou o relógio na mesa.
— São sete horas. Espero que meia hora de bombeamento sejam suficientes para você — e, em seguida, acelerou e se dedicou com toda sua energia a entrar e sair.
O que Eva sentia é impossível de contar. Ela fechou os olhos e se deixou levar pelas sensações. Sua buceta estava inflamada pelo tratamento recebido e doía de uma forma quase insuportável. Alguns minutos depois, já não doía mais, e apenas um prazer sem limites a dominava. Depois, foi um calor insuportável que a invadiu. Ela sentia que estava queimando e, por fim, um orgasmo Devastador, como nunca havia experimentado, a deixou quase inconsciente, enquanto sentia o macho atrás dela dar outra carga de porra como se quisesse afogá-la. O relógio marcava 7h29. Quase meia hora eles estavam bombando nela, e sua buceta ficou totalmente devastada por aquele tratamento. Lentamente o pau foi saindo e, junto com ele, um rio de sêmen escorreu para fora. Raul se virou e ficou de costas, respirando ofegante e tentando se recompor.
— Que pau bom, pelo amor de Deus. Há tempos não gozava tanto com uma puta. Você é foda, dizia de olhos fechados.
Eva, apressada pela hora, se vestiu como pôde e, dando um beijo rápido, desceu a escada e voltou para casa. Tomou um banho e, pouco depois, seu marido chegou. Ele notou imediatamente que ela estava diferente.
— O que foi, meu amor? — perguntou.
— Nada, minha vida, não estou me sentindo bem. Deve ser uma gripe, porque sinto um pouco de febre — ela disse. Ele tocou sua testa.
— É, você está quente. É melhor descansar. Não acho que seja nada que umas horas de cama não curem.
— Você tem razão — disse ela, pensando que, na verdade, umas horas de cama é que a tinham deixado naquele estado. Sem mais, foi para o quarto, deitou-se e dormiu na mesma hora, sonhando com a tarde que havia passado.
Terças e quintas, Clara ia para a academia um pouco antes das 18h e só voltava depois das 20h. Carlos chegava em casa todos os dias entre 19h30 e 20h, dependendo do trânsito. Tinha ali uma hora e meia livre, se Raúl voltasse algum desses dias antes das 18h. A partir daí, intensificou a vigilância justamente nesses dias.
Finalmente, numa quinta-feira, viu o carro de Raúl chegar por volta das 17h30, e pouco depois, viu a caminhonete que Clara costumava usar partir. Tomando coragem, atravessou a rua e tocou a campainha da casa dos vizinhos.
Uma empregada abriu a porta.
– A senhora está? – perguntou, fazendo-se de inocente.
– Espere um instante – respondeu a empregada, deixando-a na porta. Nervosa, Eva se virou, conferindo se nenhum vizinho estava vendo.
– Boa tarde – disse atrás dela uma voz masculina que ela conhecia e sonhava. Ela se virou rapidamente.
– Boa tarde – disse, soltando seu melhor sorriso. Lá estava ele. De terno impecável, com a gravata um pouco solta, sorrindo enquanto a olhava de cima a baixo, com um olhar que a deixou excitada.
– Você procurava minha esposa, mas entre, por favor, não é educado conversar na rua. É muita falta de cortesia. Ela agradeceu e entrou na casa enquanto ele se afastava, deixando a passagem livre.
– Sim, eu sempre venho bater papo com ela e hoje tinha um tempinho livre, então resolvi visitá-la. Que pena, mas fique à vontade, por favor. Ela acabou de sair. Vai ficar muito chateada quando descobrir que você veio e ela não estava.
- Então eu preferiria que você não contasse que estive aqui. No fim das contas, não tem importância, disse Eva enquanto se sentava no sofá e cruzava suas longas pernas, fazendo com que sua saia subisse um pouco mais do que seria considerado adequado.
- Sem problemas. Vai ser nosso segredo, disse ele sorrindo. Meu nome é Raúl, embora eu imagine que você já deva saber. E ele se aproximou de onde ela estava sentada. Inclinando-se, beijou sua bochecha. Um aroma viril a envolveu quando ele a tocou. Seus mamilos endureceram instantaneamente sob a blusa.
- Eu sou Eva, disse ela, fingindo indiferença. Não sei se a Clara falou de mim para você.
- Sim, claro. Além disso, já te vi antes, disse Raúl com simpatia.
- Onde foi que me viu? perguntou Eva, interessada.
- Em outro momento eu conto. Quer beber alguma coisa enquanto espera a Clara?
- Não quero incomodar.
- Sem problemas, só que, se me permite, vou ficar mais à vontade, pois acabei de voltar do trabalho, disse ele, e em seguida pediu à empregada que trouxesse algumas bebidas, subindo a escada.
Eva ficou ali sem saber o que fazer. Não tinha experiência nessas situações. Nunca tinha traído o marido, fazia muito tempo que não tentava conquistar um homem, e nunca tinha feito isso com um homem casado. Estava totalmente desconcertada. Às vezes, parecia que Raúl estava interessado nela. Ficou surpresa que ele já a tivesse visto antes, mas também pensou que poderia ser apenas uma gentileza, e temia pisar em falso com alguém que acabara de conhecer. Decidiu esperar que a situação se resolvesse por si só.
A empregada chegou com as bebidas e, logo depois, Raúl desceu a escada vestindo um conjunto esportivo que lhe caía maravilhosamente bem.
Pegou os copos e, entregando um a ela, sentou-se no sofá ao seu lado.
- A Clara me contou como se diverte com você, disse ele, como quem quer quebrar o gelo. - Eu também gosto da companhia dela, disse Eva sem tirar os olhos dele. - Ela fica muito tempo sozinha em casa, então é bom que tenha amigas. - E você tem amigos? Desculpa a pergunta, mas não vejo muita gente vindo visitá-los. - Não, na verdade o meio em que me movo é muito profissional e os encontros acontecem em restaurantes e salões. Para os encontros mais íntimos, uso nossa casa de fim de semana. Não dá para compartilhar o lar com clientes, mesmo tendo um bom relacionamento com todos. - Deve conhecer muita gente interessante, disse Eva. - Sim, com certeza. - Muitas atrizes lindas. - Quase todas. - E sua esposa não fica com ciúmes de você passar o dia todo fora de casa acompanhado dessas gostosas? - Suas perguntas são bem íntimas, disse Raúl rindo. - Desculpa. Finge que eu não disse nada. É minha vontade de conversar com você que faz eu falar coisas inapropriadas às vezes, disse ela, ficando corada e assumindo o erro. - Não se ofenda. As perguntas não me incomodam, disse Raúl, suavizando a situação. Clara sabe que eu nunca vou deixá-la, e não, ela não é ciumenta. Sabe que meu trabalho exige certas concessões. - Não entendo. Está me dizendo que a trai às vezes?, disse Eva surpresa. Raúl tomou um longo gole de seu copo. Olhou para ela com malícia. - Você ficaria surpresa em saber as exigências que algumas divas fazem para assinar um contrato. Mas só vou dizer que não é exatamente o tipo de mulher que me atrai. - E qual é esse tipo? Imagino que seja como sua esposa, disse Eva começando a respirar ofegante. - Sim, com certeza, como minha esposa. Mulheres normais, caseiras, discretas. Entre 35 e 45 anos. Capazes de guardar segredo sobre um relacionamento, ou que tenham tanto a perder quanto eu se a verdade vier à tona, disse ficando sério e com aquele brilho nos olhos que Eva lembrava do vídeo que tinha visto. A situação estava ficando complicada. Ela olhou o relógio e já eram 19h30. - Bom, se me dá licença, preciso ir. Minha O marido está pra voltar.
- Sem problema. Adorei que você veio e espero te ver de novo.
- Por favor, lembro que não menciona que eu vim, não quero que a Clara fique chateada por não ter me encontrado.
- Não se preocupa, não vou falar nada. Além disso, se acontecer de outra vez a mesma coisa, não queremos que ela pense que esses encontros são planejados, disse sorrindo, é brincadeira, não se preocupa, disse diminuindo a intencionalidade da frase, mas deixando claro que entendia as intenções da Eva. Justamente ela não queria que a Clara soubesse porque pensava em voltar outro dia em que ela também não estivesse. Ela ficou corada ao se sentir descoberta e se levantou pra ir embora. Ele a acompanhou até a porta e, ao chegar lá, se inclinou sobre ela (era uma cabeça mais alto) e a beijou na bochecha bem perto da boca, abriu a porta e sua mão apoiou na cintura dela pra acompanhá-la pra fora. Aquela mão na sua cintura queimava. Eva nem percebeu como chegou na rua. Demorou uns segundos pra se recompor e atravessou pra sua casa. Sem parar, foi direto pro banheiro e entrou no chuveiro pra se recuperar das emoções que tinha sentido. Debaixo do chuveiro, sentiu o marido entrar em casa. Não ligou. Estava planejando o momento e a forma em que seguiria em frente com seu plano, que já não tinha volta. Ela ia ser infiel, e ia curtir cada minuto.
Na terça-feira da semana seguinte, de novo o Raul chegou cedo e a esposa foi pra academia. Eva se arrumou pra ocasião. Vestido sem alça, curto, sem sutiã, e uns saltos que estilizavam suas pernas. Pouca maquiagem, cabelo bem arrumado. A imagem que o espelho devolveu ao sair ela gostou. Era uma mulher normal, casada, gostosa e disponível.
Tocou a campainha e foi ele quem abriu a porta.
- Eva, que prazer te ver, mas minha esposa acabou de sair.
- Não me diga que cheguei em má hora de novo, disse Eva.
- Não, a hora não é ruim, mas... ela não está, entra por favor. Ele entrou e foi direto para o sofá da outra vez. Dessa vez esperou em pé o cumprimento do Raúl e o beijo quase tocou seus lábios. - Se quiser tomar alguma coisa, vai ter que me dar tempo porque a equipe está de folga hoje. - Não se incomode, disse Eva ainda mais decidida. Eles estavam sozinhos pelas próximas duas horas. - Se me dá licença, vou me trocar, disse ele e subiu a escada. Lá ficou Eva, sentindo as pernas tremendo. Nunca tinha sido infiel e sabia que estava a um passo de cruzar aquele limite. Nem por um segundo pensou em se arrepender. Ia seguir até o fim. Passaram alguns minutos e do patamar da escada Raúl falou com ela. - Eva, minha esposa te mostrou a casa, menos meu estúdio. Quer conhecer? Vem subir, convidou. Devagar ela se levantou e subiu a escada. Na ponta, Raúl, envolto num roupão, estava esperando por ela. Segurando-a pela cintura, a acompanhou até cruzar a porta de um escritório grande, cheio de monitores e consoles de som. - Nossa, você realmente tem um estúdio completo aqui, comentou Eva surpresa. - Sim, além do meu trabalho também é meu hobby, mas senta, disse ele indicando a cadeira que estava no meio de toda aquela parafernália de equipamento. - Não entendo dessas coisas, vou tentar não tocar em nada que possa estragar. - Sem problema. Vou te contar um segredo, disse ele, enquanto posicionado atrás dela, suas mãos descansavam nos ombros dela, não só edito vídeos, mas também daqui controlo todas as câmeras que tenho instaladas na casa. Eva sentia aquelas mãos nos seus ombros e seus olhos olhavam para a tela que, de trás e de cima, mostrava a posição em que eles estavam. - É interessante as coisas que podem ser vistas, disse ele, enquanto apoiando uma das mãos sobre ela, brincou com os controles e viu Clara saindo da casa na sua caminhonete e ela observando pela janela da casa dela, para logo depois sair e se dirigir à casa.
Sua mão voltou acariciando seu braço e seu polegar roçou seu mamilo, antes de se reposicionar sobre seu ombro. Eva ficou sem palavras. Raúl sabia o que ela estava fazendo. Ela se mexeu inquieta na cadeira, mas ele suave, porém firmemente, a manteve nela.
- Não só há câmeras externas. Também tenho em toda a casa. Ele deslizou a mão novamente roçando seu corpo e apoiando-se nela, uma rápida troca de imagens e lá estava ela na sala assistindo aos vídeos. Eva ficou petrificada, quase sem respirar. Viu a si mesma pegando um e colocando no reprodutor, e sim, era o vídeo privado. Pôde se ver na tela o strip tease de Clara e o de Raúl, mas também pôde ver o momento em que ela atingiu seu clímax. Tão paralisada estava que não percebeu como uma mão de Raúl desceu pelo lado de seu corpo, até suas pernas e lentamente se infiltrou por baixo de seu vestido até chegar suavemente à sua buceta.
- Qualquer um pensaria que você gosta do meu corpo nu, ele dizia ao ouvido. Gosta? Sabe, meu pau não é como naquela vez ali. Quando estou com uma mulher que realmente me deixa excitado, ele fica ainda mais grosso. Há mulheres que me disseram que não aguentam ele quando está tão furioso, e enquanto isso seus dedos brincavam com sua buceta, e as pernas de Eva inconscientemente se abriam para facilitar a incursão.
- Imagina o que Clara sente ao tê-lo na boca, você imagina? Ahh e agora vem minha parte preferida. Sabe, me fascina montar nas mulheres como se fossem éguas e eu um garanhão reprodutor que as cavalga. Sua outra mão, enquanto isso, baixou a frente de seu vestido e seus peitos ficaram expostos e imediatamente começaram a ser apalpados pelo macho.
Eva estava paralisada. As sensações se acumulavam em seu cérebro e a intensidade delas a impedia de agir. As imagens que voltava a ver e com as quais tinha sonhado muitas vezes, essas mãos que percorriam seu corpo Sem pedir licença, eles esvaziavam sua mente. Ela não conseguia dizer nada e, por isso, não podia, nem queria tentar resistir. Deixava-se levar pelas ondas de luxúria que a invadiam. Quando o casal do vídeo atingia o orgasmo, Eva estava completamente entregue e disposta. Um novo movimento nos controles e a tela começou a mostrar o que estava acontecendo naquela sala.
Raúl se afastou dela e girou a cadeira sobre as rodinhas, deixando-a de frente para ele. Desabotoou seu roupão e o deixou cair. Estava completamente nu. Um pau duro e comprido saltou como uma fera, ficando bem diante do rosto de Eva. Raúl segurou seu rosto, agachou-se e a beijou. Foi um beijo possessivo, predador. Sua língua abriu caminho em sua boca e a percorreu até quase chegar à sua garganta. Deixou-a sem ar. Eva fechou os olhos. Quando as bocas se separaram, ele aproximou seu membro da boca da mulher e a glande úmida separou os lábios de Eva. Surpresa, ela abriu os olhos e assustou-se com o membro descomunal que tinha diante de si.
— Abre a boquinha — disse Raúl, como se estivesse brincando, e ela obedeceu. A glande entrou com dificuldade. Seus lábios tiveram que se distender ao máximo para recebê-lo, mas, uma vez que ela engoliu aquela parte, o resto do pau foi entrando devagar até provocar ânsias. Quase chegou à sua garganta.
— Devagar, gulosa — dizia o homem, enquanto com as mãos guiava seu rosto para que ela fosse devagar acomodando todo o seu pau.
Eva nunca entenderia como conseguiu absorver um monstro daquele tamanho, mas de repente seu nariz estava colidindo com o corpo de Raúl.
— Que prazer, não são muitas as fêmeas que dão conta dessa ferramenta. E se você deu conta com a boca, te garanto que com a sua buceta vai ser ainda mais fácil — disse ele, enquanto lentamente avançava e recuava, masturbando-se com sua boca.
Depois de um tempo nessa tarefa, ele se retirou, a fez ficar de pé e, com um puxão, a despiu, tirando o vestido pela cabeça. Em seguida, meteu os dedos dentro de sua calcinha e a rasgou em pedaços, diante do protesto de Eva. - Calma, você só vai ter que atravessar a rua. Pode muito bem fazer isso sem calcinha. Ele a pegou pela cintura e a beijou novamente, com a mesma fúria de antes. Depois a levantou e a fez ajoelhar sobre a cadeira com as mãos apoiadas no encosto, dando-lhe as costas. Nessa posição, ele se agachou e começou a lamber sua virilha, brincando com o buraco do seu ânus, para terminar tomando posse de sua vagina. Aquela língua vibrava sobre seu clitóris, percorria seus lábios e se introduzia como se fosse um pau dentro de seu corpo. Eva achou que estava voando. Nunca a haviam submetido a um sexo oral dessa magnitude. Ela se agarrava ao encosto e mordia os lábios para não gritar de prazer, enquanto a tela lhe mostrava o trabalho excitante que seu macho estava fazendo nela. Em minutos, ela chegou à beira do orgasmo. - Para, por favor, que eu vou gozar!!!!, suplicou entre gritos - E qual é o problema? Goza, que isso só está começando, disse ele e continuou com seu trabalho. Eva começou a soluçar e a suspirar como se estivesse tendo um ataque, o que de certa forma era verdade, e começou a gozar na cara de seu amante. Ele seguiu com sua tarefa até que ela ficou sobre a cadeira totalmente exausta. Naquele momento, ele se separou dela e, tomando-a em seus braços, a carregou como se fosse um saco de penas até um quarto contíguo em penumbra, onde a depositou sobre uma cama com um colchão de água, e a cobriu com seu corpo. - Você é linda, e vai me dar muito prazer, disse ele, enquanto sua boca percorria seu rosto, suas orelhas, seu pescoço. Ao mesmo tempo, suas mãos separavam e levantavam suas pernas até que a parte de trás de seus joelhos ficou calçada na dobra dos cotovelos dos braços de seu macho. Nessa posição, ele se levantou um pouco até conseguir que a cabeça de seu pau descansasse entre seus lábios vaginais. - Olhe para mim, disse ele possessivo, e quando ela o olhou nos olhos, ele bem devagar, ele se deixou cair, forçando sua ferramenta a abrir caminho no corpo da mulher.
- Ai, pela minha mãe, que é muito grande, você vai me arrebentar!!!, disse Eva enquanto tentava escapar do arpão. Mas era uma tarefa impossível. Na posição em que estava, nada podia fazer. Só relaxar e acomodar o monstro.
Com pequenas empurradas, Raúl, que evidentemente tinha prática nessas tarefas, conseguiu enfiar metade de sua cobra no corpo de sua vítima.
- Calma, espera uns minutos que você vai acabar gostando, disse ele suavemente.
- Tá bom, mas espera, não empurra, por favor, suplicou Eva.
Ficaram assim um tempinho. Raúl se retirava uns centímetros e voltava a empurrar até entrar no mesmo lugar. A boceta de Eva foi se adaptando e começou a curtir a invasão. Suas mãos se agarravam nos braços de Raúl, e, aos poucos, ela começou a puxá-lo e aproximá-lo para que a penetrasse mais.
- Tá gostando, né, putinha? Quer ela toda?
- Sim, sim, me dá toda.
Esse era o momento que o macho esperava. Ele se retirou até quase sair do corpo da mulher e, na volta, se deixou ir até que seus corpos colidiram. Eva ficou pálida, abriu a boca como para gritar, mas nada saiu. Ela se sentia cheia como nunca. Todas as paredes de sua vagina estavam sendo pressionadas por aquela marreta que pulsava dentro de seu corpo. Depois de alguns segundos, ela sentiu ele se retirar, e parecia que, ao sair, arrastava sua vagina, virando-a como uma luva, e quando só a cabeça ainda estava cravada nela, sentiu a ferramenta enchê-la completamente de novo. Na quarta ou quinta vez que recebeu esse tratamento, ela ficou à beira do clímax, e continuou assim até o final, até o momento em que o macho se enterrou nela e começou a se esvaziar. Um líquido quente a preencheu. Cada jato batia no fundo de seu útero e se espalhava depois por sua vagina. Ela poderia tê-los contado se não estivesse tão ocupada encadeando seus orgasmos, um... sem parar, um atrás do outro.
Foi o sexo mais selvagem que ela já tinha tido, e que sempre tinha sonhado. Raul caiu sobre ela e, enquanto terminava de se esvaziar, a beijava na boca, enfiando a língua como nas vezes anteriores, enquanto se retirava e seu pau ficava pendurado, mole. E ele não parou. Continuou beijando-a até que ela ficou excitada de novo e, com desespero, voltou a buscar o objeto do seu desejo. Encontrou-o lá embaixo, semi ereto e pulsando. Sua mão fechou sobre ele e ela sentiu como ele crescia lentamente. Eles rolaram de lado e continuaram se beijando. Agora, suas duas mãos brincavam com o pau e as bolas, terminando de prepará-lo para a continuação. Quando ela se certificou de que ele estava totalmente duro, lentamente se virou e encostou sua bunda na barriga do homem, num claro convite, que ele não estava disposto a resistir. Ele levantou a perna direita da mulher e a posicionou sobre as suas e, nessa posição, a cabeça do seu pau bateu contra a buceta dela. Com um leve empurrão, ele afundou no corpo dela. Em dois ou três movimentos de quadril, já a tinha totalmente enfiada. Uma de suas mãos agarrou seus cabelos e puxou para trás, enquanto a outra apertava os dois peitos alternadamente.
— Você não sabe no que se meteu. Nessa posição, posso durar a tarde toda — ele disse no ouvido dela.
— Não temos a tarde toda. Meu marido volta às oito — ela respondeu, sacudida pela enfiada.
Ele olhou o relógio na mesa.
— São sete horas. Espero que meia hora de bombeamento sejam suficientes para você — e, em seguida, acelerou e se dedicou com toda sua energia a entrar e sair.
O que Eva sentia é impossível de contar. Ela fechou os olhos e se deixou levar pelas sensações. Sua buceta estava inflamada pelo tratamento recebido e doía de uma forma quase insuportável. Alguns minutos depois, já não doía mais, e apenas um prazer sem limites a dominava. Depois, foi um calor insuportável que a invadiu. Ela sentia que estava queimando e, por fim, um orgasmo Devastador, como nunca havia experimentado, a deixou quase inconsciente, enquanto sentia o macho atrás dela dar outra carga de porra como se quisesse afogá-la. O relógio marcava 7h29. Quase meia hora eles estavam bombando nela, e sua buceta ficou totalmente devastada por aquele tratamento. Lentamente o pau foi saindo e, junto com ele, um rio de sêmen escorreu para fora. Raul se virou e ficou de costas, respirando ofegante e tentando se recompor.
— Que pau bom, pelo amor de Deus. Há tempos não gozava tanto com uma puta. Você é foda, dizia de olhos fechados.
Eva, apressada pela hora, se vestiu como pôde e, dando um beijo rápido, desceu a escada e voltou para casa. Tomou um banho e, pouco depois, seu marido chegou. Ele notou imediatamente que ela estava diferente.
— O que foi, meu amor? — perguntou.
— Nada, minha vida, não estou me sentindo bem. Deve ser uma gripe, porque sinto um pouco de febre — ela disse. Ele tocou sua testa.
— É, você está quente. É melhor descansar. Não acho que seja nada que umas horas de cama não curem.
— Você tem razão — disse ela, pensando que, na verdade, umas horas de cama é que a tinham deixado naquele estado. Sem mais, foi para o quarto, deitou-se e dormiu na mesma hora, sonhando com a tarde que havia passado.
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