Na consulta com a doutora
Publicado em 14/12/2010, por: cerditovicioso
Por favor, mesmo quando gozarem antes, não parem no meio, vão até o fim…
Eu tava na salinha de espera da consulta folheando uma revista sem prestar atenção, mergulhado nos meus próprios pensamentos..
Aqui em Córdoba, no sul da Espanha, dizem que tão as mulheres mais gostosas do mundo, e é a mais pura verdade. Tem dias que minha vida é um verdadeiro inferno... pra onde vou, vejo mulheres lindas, com seus corpos durinhos, com curvas extraordinárias, dá pra sentir quem tá satisfeita e quem não tá, quem precisa de amor e quem precisa de sexo. Transar com uma mulher desconhecida não é fácil, mas tem sua técnica, como tudo. Não precisa ter um físico especial, nem ser especialmente bonito, basta ser normal e saber que tem coisas que deixam elas completamente loucas... ser divertido e ao mesmo tempo sem-vergonha (as mulheres sentem o cheiro de pirata de longe) deixa elas a mil... mas sempre na discrição. Só que o meu negócio já virou doença, eu gosto de todas. Ontem terminei na sala de fotocópias, colocando a faxineira de quatro e metendo bem no cuzinho dela, porra... só conheço ela de cruzar no corredor quando vem limpar os escritórios, e lá estava ela com a calcinha no joelho recebendo minha piroca, e pensar que tudo começou com um discreto.. "moço, o senhor me deixa passar?"...
"Seu López?" – disse a jovem secretária da consulta elegante da doutora se aproximando de mim.
Olhos verdes e cabelo ondulado, magrinha, bunda não muito dura, pernas finas, não malha, uns vinte e dois ou vinte e três anos, recatada, tem um anelzinho de prata com um brilhantinho, presente de aniversário ou de namoro de um namorado jovem com boas intenções e pouco dinheiro. Ela prefere bater uma punheta pra ele ou chupar ele porque ele é meio bruto e mete com a buceta seca, machuca ela… ela não aguenta… – meu cérebro não parava– ela adora que comam a buceta dela e molhem bem antes de meter… ela me olha e sorri… eu devolvo um sorrisão… não consegue evitar, as orelhas e as bochechas ficam roxas… eu agrado ela. Mas que putinha, outro dia talvez– penso.
Sim? – respondi com meu melhor sorriso.
Já pode entrar, a Sra. Sánchez está esperando, me acompanhe.
Claro – levanto e vou com ela..
Ela anda firme, olha pra trás e sorri de novo… é só questão de tempo..
Ela abre uma porta, e a gente vai pra um corredor, uns dois metros depois ela abre outra porta e faz um gesto pra eu entrar… mas eu nunca perco uma oportunidade…
Valeu.. – pisco o olho..
A consulta era simples, sem frescura, sóbria, paredes cor de torrada, quadros impressionistas, umas estatuetas pequenas na mesa da escrivaninha, um divã e duas poltronas individuais de design moderno, de frente uma pra outra, simples mas caríssimo…
A doutora vem na minha direção estendendo a mão..
Sr. López…– eu aceno com a cabeça – por favor, sente-se. Vou pra uma das poltronas e sento, ela senta na outra, com um bloquinho na mão..
Pra falar a verdade, ela é bem gostosa, quarenta e cinco talvez mais, boa postura, magra, loira, cabelo comprido e liso, sapato de salto baixo, anel de ouro branco entrelaçado com ouro amarelo, então obviamente casada, pérolas… tudo caro.. ela tá bem, ela doutora, luxo demais, acho que é ele que traz a grana pra casa, vida certinha, peito pequeno, não operou, não tem complexo, é feliz no casamento. Nenhum quadro de família ou foto… Nenhuma foto do marido, ciumenta da privacidade, vulnerável. Não tem papel com rabisco, não tem filhos.
Bom, o que o senhor diz? – Ela soltou de uma vez.
Eu? Sei lá, por onde começo, falo da minha infância? – falei num tom brincalhão, sorrindo.
Não, por favor.. prefiro que me diga por que nos chamou, fale sem rodeios..
Olha, doutora, eu – hesitei – acho que Estou doente, mentira... estou convencido de que estou completamente doente...
E do que o senhor está doente? – Ela fez uma cara de falsa expectativa.
Sou viciado... sou viciado em algo poderosíssimo.
E no quê, se pode saber? Fica tranquilo, isso aqui é uma consulta médica... não fique tenso – disse com um interesse muito estudado, mas falso.
Vou falar a verdade?..... – criei coragem – eu penso em foder e foder as vinte e quatro horas do dia, os sete dias da semana, trezentos e sessenta e cinco dias por ano.
Ela corou levemente. Agora sim parecia que prestava atenção de verdade.
Mas bom, isso pode ser um problema hormonal. O senhor já fez exames?
Sim, doutora, mas não é nada hormonal. Tudo em mim está bem, o que está errado é a minha cabeça. Isso não me deixa viver...
Então me conte, e qual é o problema com isso? A maioria dos homens pensa em sexo constantemente... isso não é nenhuma doença.
– O meu caso é diferente... – respondi – veja, eu tenho uma parceira fixa... e pra mim fixa é estar há três meses... e eu sei que a coisa não vai muito mais longe... eu gosto de todas as mulheres, é como se eu só visse as virtudes delas, não sei se estou me explicando...
– Continue – disse ela enquanto começava a anotar algo no bloquinho.
– Eu nunca vejo nada de negativo na mulher, eu suavizo as imperfeições e realço o que é bonito e, claro, tem a outra questão...
– Que questão? – Ela me olhou nos olhos, era bonita, mas há quinze anos devia ter sido uma jovem espetacular... embora eu prefira assim,... tive que pegar a madura gostosa, não podia ser a feia pra caralho...
– É complicado, me dá um pouco de vergonha... o sexo... eu penso de forma bruta, meu cérebro vai a mil por hora... eu pressinto coisas das mulheres, me antecipo ao que elas querem e dou o dobro do que elas querem...
– Explique-se. O senhor é clarividente... é como um tipo de poder?
– Doutora, por favor, não me tome por um idiota...
– Eu não estou dizendo que o senhor seja... – ela tentou dizer, mas eu a cortei.
– ....Eu sei o que a senhora quer me dizer – falei Tajante— Tô doente, mas não sou louco. Olha, não é uma intuição baseada no que eu observo… posso errar, é lógico, mas as mulheres me dão pistas do que querem ou desejam, e eu realizo.
— Isso soa meio pretensioso, não acha?
— Pense o que quiser, é a verdade, mas esse não é o problema. Isso é só uma habilidade. O problema é que eu não consigo parar… é como se eu estivesse no cio o tempo todo. Acredite, é um inferno… não consigo me relacionar com mulher nenhuma, porque pra mim elas são só vítimas, alvos em potencial… objetos de desejo, entende?
— Acho que tô começando a sacar a ideia… já vi o olhar que você deu pra minha secretária. Mas continua…
— Puxa, você é bem observadora…
— Vou te dar um exemplo: eu comi todas as colegas do meu trabalho. O resultado? Relações profissionais uma merda. Resultado? Meu chefe me mandou embora ontem, filho da puta. Tô com minha parceira só três meses, tento ter um relacionamento normal, mas nesses três meses eu comi pelo menos cinco mulheres por fora. Dois dias atrás, tava comendo uma das faxineiras no trabalho… e uma risadinha aqui, outra ali, e no fim a gente se enroscou e eu tava metendo por trás, desculpa… bom, pra que vou dar detalhes? E o pior é que eu olhava pro chão… não sei se continuo.
— O quê? — ela perguntou. Percebi uma certa impaciência… olhei pra blusa dela, mamilos eretos, totalmente involuntário… os lábios vermelhos… merda, pelo menos ela é casada, isso me garante uma certa resistência.
— Minha perversão absoluta e meu gosto por parafilias.
— Muita gente tem parafilias… mais do que você imagina.
— Sei, doutora, mas o problema é que eu realizo elas com pessoas que nem imaginam fazer as coisas que eu faço com elas antes de ficar comigo. Semana passada, cruzei com uma vizinha do meu prédio, joguei a isca e… sabe como a gente acabou? Não sei como…
— Me diga. — ela me deu um sorriso largo. A filha da puta da doutora passava uma confiança danada.
- Me desculpe pelo que vou dizer…
- Acredite, já ouvi cada coisa estranha que acho difícil me assustar… fica tranquilo.
- A gente acabou na casa dela… ela amarrada na cabeceira da cama, de barriga pra cima, com o cabo de um esfregão enfiado no cu, um vibrador na buceta e eu… - aquilo já era demais… não dava pra continuar – tudo consentido, mas brutal…
- É? – a doutora insistiu, ansiosa, os bicos dos peitos quase furando a blusa, cruzando as pernas inquieta…
Eu já sabia que o interesse dela era mais pelo lado do tesão do que por achar uma solução, o calor dela era evidente, mesmo assim continuei meu relato.
- Por favor, eu sei que você já ouviu muita coisa, mas não se escandaliza…. Eu tava literalmente sentado na boca dela, enquanto me masturbava, ela com a língua trabalhou direitinho minhas partes de trás e depois fiz ela engolir tudo que saiu das minhas partes… fiz uma pausa – doutora, quando eu tava comendo ela, essa mulher gemia que nem uma louca… uma porca de verdade.. mas quando terminei com ela e desamarrei, a safadeza dela deu lugar à realidade, era uma mulher casada, mãe de três filhos, entende?…
- Pois não sei bem o que quer que eu entenda… - ela tava suando.
- Aquela mulher, mãe de família, em vez de ir trabalhar, preferiu justificar a falta pra trazer um desconhecido pra casa dela e ser tratada como uma puta de verdade… quando voltou a si, viu que o que tinha feito era uma loucura total, se sentiu completamente suja e enojada… fiz uma pausa – eu naquele dia fiquei a mil, só de pensar nisso bati pelo menos umas três… - procurei uma palavra, não achei –… punheta, três punhetas pensando no que tinha acontecido, cê acha que dá pra viver assim?..
Não consegui evitar, contando minha própria experiência, meu pau começou a endurecer, se denunciando com um volume na calça… ela viu.
- Será que você também fica excitado pensando nas suas próprias experiências?.. – não esperava uma pergunta tão direta. — Não, quer dizer, sim, mas na real o que me excita é a excitação feminina... quando sei que uma mulher ficou selvagem com minhas perversões, eu fico frenético. E a senhora...
— E eu com isso?
— Que a senhora está ficando, com perdão, uma puta gostosa e doida...
— Desculpe, mas parece que seu maior problema não é o sexo, é seu ego... e isso é um problema que você vai ter que tratar, mas não sei se posso ajudá-lo.
— Olha, doutora... — desculpe minha sinceridade — é uma metáfora, mas posso te dizer que eu sinto daqui a sua buceta...
Naquele momento, ela se levantou.
— Chega!!! Desculpe, acho que a consulta acabou, essa sessão é por conta da casa — ela estava completamente vermelha, com ar irritado, ofendida — não acho que eu possa resolver seu problema... — disse enquanto com uma mão me indicava o caminho da porta.
— Doutora, desculpe se a ofendi, não é minha intenção, por favor, sente-se... por favor — falei num tom cordial, mas levemente autoritário, agora o rosto dela era uma interrogação... — tenho um problema sério e a senhora quer me despachar? Por acaso não me ouviu?
Ela se sentou novamente, estava rígida, entre surpresa pela própria reação e assustada com meu tom de voz... um pouco autoritário.
— A senhora não me ouviu... tenho uma intuição especial...
— Continue, mas não se atreva a falar comigo nesse tom de novo... nem me falte ao respeito outra vez.
— Olha, doutora, a senhora, como todas as mulheres, é um livro aberto pra mim... é casada com quem foi seu namorado no colégio ou na faculdade, não tem filhos... na cama, gosta de ser dominada, mas não curte exageros, não gosta de levar no cu — ela parecia surpresa — mas de vez em quando deixa, e aguenta dolorosamente porque seu marido gosta...
— Excelente, acabou de descrever noventa por cento do gênero feminino com mais de quarenta anos — disse com sarcasmo — acertou em cheio.
— Não zombe... a senhora, diferente das outras, chupa. Extraordinariamente bem, e a fantasia sexual que você tem é que te espionem, que um homem te espie enquanto você se masturba...
- Não continue por aí... – ela me repreendeu.
- Seu marido é médico? – ela abriu a boca, tinha baixado todas as defesas...
- Como você pode saber...? Isso é uma piada ou algo assim?
- Me diga, é?
- Cirurgião... mas você me conhece de algum lugar, não é? E meu marido... mas essa fantasia...
- É verdade, né... eu me meti um pouquinho na sua cabeça...
Levantei do sofá e comecei a andar pelo escritório... ela estava atônita, com o olhar perdido no infinito...
- Olha, doutora... quando eu comentei que comi aquela mulher, você ficou vermelha, isso pode acontecer com qualquer mulher quando ouve isso num quarto a sós com um homem atraente. Mas quando eu disse que me masturbei várias vezes naquele dia... você sentiu uma excitação total, teve os sinais claros de lubrificação... aposto que naquela hora seus lábios vaginais incharam ao máximo e você começou a lubrificar...
- Para, por favor... eu... não sei... pode ser... não é muito profissional... você me analisar assim, não é muito profissional...
- Só estou te mostrando qual é o meu problema.
Aproximei-me por trás dela e comecei a massagear seu pescoço... ela deu um pulo...
Por favor, relaxe – falei num tom tranquilizador – o que aconteceu com você é totalmente normal... o problema é o seguinte... você é uma boa mulher e esposa, e é feliz, mas na cama... na cama é diferente, seu marido já não dá conta... você fica entediada e tem fantasias... e essas fantasias são cada vez mais reais, certo?
Ela estava com o olhar perdido... eu retomei a massagem no pescoço e desci para os ombros... – ouvi um som de satisfação –
E a pergunta que você faz o tempo todo é: e se um dia tivesse a oportunidade... você realizaria suas fantasias? – quando falei isso, parei de massageá-la, voltei para meu sofá e me sentei. – O que você faria, sabe?
- Não sei, teria vamos ver se é um momento ideal... a verdade é que não sei...
Naquele momento eu estava de novo sentado no sofá, joguei uma moeda mental na minha cabeça, cara ou coroa, deu cara... – abaixei lentamente minha braguilha...
– Não, por favor – disse ela, mas sem fazer qualquer outro gesto que mostrasse desaprovação... – não, não faça isso, por favor...
– Olha, doutora – eu vou fazer o que você já imaginou mais de uma vez, tá? e você olha pra ele, se não gostar, não se preocupa, eu guardo meu pau e prometo que você nunca mais me vê por aqui.
Tirei a rola pra fora... que já tava dura igual pedra. Ela, do sofá dela, olhava de boca aberta... minhas mãos começaram lentamente um sobe e desce, me punhetando... lambi a mão e comecei a me masturbar devagar... fiquei assim uns dois ou três minutos... ela não conseguiu evitar, começou a esfregar uma perna na outra... o gesto claro de que já tava melada...
– Por favor, guarda isso... isso aqui não é um clube ou um...
– É uma pena – falei – não pretendo que você me faça nada, nem eu fazer nada com você... mas tô batendo uma pro seu prazer visual e você não devia perder tempo, faz o que você sonha há anos... vai ser só uma vez... você vai saber como é, nenhum homem aqui sentado vai ser tão sincero com você, não vai conhecer tão bem seus desejos... uffff uffff eu, claro, tô adorando... aaaahhhh, por favor, bate uma comigo... não perde mais tempo... não perde mais sua vida em fantasias...
A cara dela vermelha, olhou pra porta, levantou e foi até ela, fechou o trinco, com uma daquelas chaves douradas antigas, que depois deixou em cima de uma cômoda...
– Tá bem – disse – só espero que seja rápido.
Ela sentou de novo no sofá e as mãos dela levantaram a saia até a cintura, e eu pude ver perfeitamente a calcinha preta dela, a boca aberta mostrava a safadeza que tava tomando conta... não demorou pra enfiar a mão por baixo da calcinha e começar a massagear a buceta dela.
Naquele momento eu comecei a acelerar o ritmo da minha punheta... – ahhhh ahhhh muito Bem, gostosa… — vai, por que não fica mais confortável, tira essa calcinha… — ela fez na hora, pude ver completamente a racha dela, era bem grande e peluda, e dava pra ver tanto os lábios menores que saíam dos lábios maiores inchados e já escorregadios… ela levou os dedos à boca depois de chupá-los um pouco e babá-los, levou até a boceta e começou a estimular o clitóris… — mmmmm — começou a gemer.
Eu, pra dar mais tesão nela, fiquei de pé, me apoiando no braço do sofá, e tirei inteiramente tanto o pau quanto as bolas que pendiam pra fora da braguilha enquanto massageava com a outra mão, ela, enquanto isso, olhava pro pau com devoção e começava a soltar sons de prazer lá de dentro…
— Sabe que tem uma das bucetas mais bonitas que já vi… que maravilha…
— mmmmmm….mmmmmmmm — foi só o que ela conseguiu dizer diante do meu comentário — me aproximei devagar, coloquei o pau na frente da cara dela… ela não parava de se esfregar na própria boceta.
Vai, gostosa, realiza teu sonho, abre a boca e põe a língua pra fora…
Ela se levantou um pouco e fez o que eu pedi, e de uma enfiada só meti o pau inteiro na boca dela…. — mmmmmmmm porra, que puta você é…, isso é outra coisa que você gosta, né, raposinha… —
— Ahhhh sim aahhhh. — dizia ainda com o pau dentro da boca..
— Então toma meu chuchu… tá bem gordinho, cê gosta, gulosa? Que boquete gostoso, e essas mãozinhas — eu dizia enquanto ela engolia o tamanho todo do meu pau, lambendo completamente sem querer deixar nada na degustação..
— Adoro teu pau, que delícia… que gostoso… sinto ele pulsar… me dá teu pau.
— Já sabia que você tem cara de chupadora de rola…
Assim ficou um bom tempo, glup glup chupando, lambendo e tirando meus sucos, mas quando já senti o gozo nas bolas, mandei ela parar…
— Para, gostosa, que vou gozar…. Vai, vira de costas…
— Não, por favor, não me come por trás…
— Mas se você tá morrendo de vontade..
— Não, sério, me dói.
— Olha, gostosa… cê tá vendo meu pau? Não é grande demais... não vai te machucar... eu sei como fazer... diferente do corno do seu marido... e agora vira de costas...
Relutantemente ela se virou, ajoelhada no sofá. Levantou a saia e deixou à minha vista uma bunda magnífica. Com as mãos, abri as nádegas... — mmmmm — eu dizia em aprovação, aquele esfíncter meio carnudo me encantava.
Comecei a chupar o cu dela enquanto massageava aquela buceta maravilhosa com a mão...
— Mas olha só que putinha que você é, inacreditável como essa ppk tá escorrendo, vou beber tudo...
— siiiim ahhhh continua com a mão e com a boca... por favor não para...
Enquanto isso, minha língua deslizou no ânus dela, sentindo o esfíncter ceder aos poucos... depois enfiei um dedo bem lubrificado... ela tentou resistir, mas eu intensifiquei a masturbação no clitóris dela... — não não... ahhgggg — não demorou pra ceder e meu dedo entrou com facilidade... deixei ele lá até o cu dela se acostumar com o visitante estranho... minha masturbação continuava, alternando com lambidas nos lábios da buceta, tentando levar à boca e engolir toda aquela porra de fluxo abundante... depois veio o segundo dedo... — aaaicchhhh — ela reclamou — calma, calma, já já acaba... o corpo dela relaxou e o cu se acomodou... eu a masturbava sem deixar ela gozar... ela sofria...
— ahhhhh ahhhh... que cachorro você é, tá me fazendo gozar... mas termina comigo por favor... mais rápido — ela implorava.
— Não, fala não, foxy... — você já tá pronta, pensei.
Tirei lentamente meus dedos daquela buceta já dilatada, baixei a calça, encostei meu pau, que naquele momento era um pedaço duro igual a um cacete, na porta do cu dela, todo lubrificado. Fiz um pouco de pressão, mas não enfiei... só queria deixar ele ali. Me inclinei contra as costas dela, encostando meu peito no dela, com uma mão agarrei um peito, massageando com certa brutalidade, e com a outra comecei a massagear a buceta dela com a maior destreza possível... ela começou a gemer...
— uuuufufufuuf porraaaaa siiiiiim siiiiiiiiii, que gostoso, que gostoso, continua Porraaaaaa...
Ela tirou a saia pela cabeça e jogou pro outro lado do quarto...
Naquele momento, tirei o pau do cu dela e enfiei na buceta... tava toda melada e entrou fácil... os fluidos escorriam pelo sofá... meti com gosto enquanto uma mão abria a bunda dela e a outra deslizava entre as pernas pra continuar estimulando o clitóris inchado...
- Aaahhh, que buceta gostosa que a doutora tem... que delícia... e quentinha...
- Ahhahhahhhahha, que tesão... que tesão... que delícia... continua... continua – era a única coisa que ela conseguia falar – continua com os dedos, que gostoso, porra...
- Toma, vagabunda... mmmmmmm, toma, vagabunda... ufffffffff, isso é foder, entendeu? Isso é foder...
Quando senti o clitóris dela crescer e endurecer entre meus dedos... tirei o pau de uma vez e, num único empurrão, graças aos fluidos da buceta, entrei no cu...
- ahhhhhhh ahhhhhhhhh... – ela gemia, gritava – que delícia, filho da puta, que tesão do caralho... continua...
Os gritos dela com certeza dava pra ouvir na recepção... olhei pra porta e qual não foi minha surpresa ao ver a silhueta contra a luz, atrás da porta tinha alguém... a recepcionista, sem dúvida, e pelo movimento da sombra, não tinha dúvida que ela tava olhando pelo buraco da fechadura... filha da puta, a recepcionista tá nos espionando e se tocando... que safada...
- ahhahhahh ahhhhhhhhh, vou gozar – ela disse – senti o cu dela apertar meu pau... e minha mão ficou cheia dos fluidos dela...
- issooo, goza bem, meu amor... esvazia...
Ela ficou tendo espasmos por um bom tempo, eu não parava de meter...
- Você vai me dar seu leite?... – ela perguntou...
- Você quer?... Ufff, uufff
- Sim, por favor, enche meu cu... mmmm, aahaahhh
- ahhhh, vai ter que ser outro dia... me desculpa
Senti que ia gozar logo e tirei o pau do cu dela rapidinho... saí correndo pra mesa, peguei a chave e, num gesto, abri a porta... lá estava a recepcionista, de cócoras, quase caiu de cara quando perdeu o apoio da porta... A mão dela na virilha não deixava dúvidas sobre os trabalhos manuais... O assoalho tinha umas gotinhas brilhantes debaixo da perna, ela tinha se esbaldado... enquanto eu espiava pelo buraco da fechadura... a cara de surpresa dela por ter sido pega era um poema.
- Eu é que... desculpa, é que... - tentou se desculpar...
- Cala a boca, porra!! E chupa meu pau que é o que você quer. -
Segurei a cabeça dela com força... e puxei ela pro meu pau, forcei e, depois de um esforço, engoli de uma só vez...
- Chupa, seu pedaço de puta... e não vem de santinha agora... ninguém te ensinou a não espionar os mais velhos? - eu já estava solto, tudo me era igual...
O gesto inicial de nojo dela deu lugar a um boquete primeiro indiferente e, aos poucos, desenfreado...
- E continua se masturbando... - ordenei, e na hora ela começou a esfregar a buceta freneticamente.
Olhei pra trás, a doutora continuava na poltrona vendo nosso show, com cara de pasmo, incredulidade e surpresa, mas a mão dela também não parava de esfregar a buceta...
- Mas olha só que puta que você é... - falei pra recepcionista - vê como deixou sua chefe com tesão...? Ela acabou de gozar e já quer mais...
- Glup glup gs - só se ouviam os sons de um boquete brutal...
- Doutora - falei olhando pra ela - a senhora se importa se essa gostosa da funcionária engolir toda minha porra?
- Aaaaahhhhhhh aahhhhhh dá pra ela ahhhhhhh dá...
- Mas que puta é sua chefe... anda ufffff uffffff é seu dia de sorte, tem minha porra toda pra você... mas não pode deixar nada...
As mãos e a boca dela pareceram perder a coordenação... era óbvio que com a outra mão ela tinha conseguido um belo orgasmo...
Minhas bolas não aguentaram mais e minha porra se espalhou na boca dela...
- Nem pense em tirar o pau, ufffffffff ahahhhhh toma toma... engole tudo... putas como você que se masturbam atrás das portas têm que engolir toda a porra... ahhhh ahhhhh engole engole putaaaaaaa.
Meu pau Ficou dentro da boca dela gozando, via ela se esforçando pra não deixar nada sem engolir…
Ahhahhahahhhhh – ouvi atrás de mim… a doutora tinha tido um segundo orgasmo.. – tô gozando, porra, que maravilha…. Mmmmmmmm.
Tirei meu pau da boca da Recepcionista Promíscua e fui pra boca da doutora.
– Por favor… vê se sobrou um pouco de porra.
Ela não hesitou um instante e, na loucura de excitação, engoliu sugando meus últimos fluxos leitosos. – Mmmm que gostoso… – .
– Ufffffffffffff que delícia. – Esse era o ponto final.
Olhei pra calça no chão e fui até elas, vesti tranquilamente, olhei pra recepcionista de joelhos na porta, limpando os cantos dos lábios com os dedos pra tirar restos de sêmen, e com uma poça de fluidos no chão de madeira… olhei pra doutora acabada na poltrona, meio nua, sem saia, com um peito pra fora da blusa, ofegando levemente… fui até a porta.
– Duas putas de primeira qualidade que vocês são, e saiba, doutora, que a senhora não me ajudou porra nenhuma com meu problema… e aliás, não conte isso pro filho da puta do senhor Navarro.
O rosto dela se contraiu completamente. Era cara de pavor.
– Sim, doutora… seu marido e o filho da puta do meu ex-chefe… o que me mandou embora por foder a torto e a direito no hospital dele, embora eu tenha certeza de que a senhora vai ser bem discreta…
Virei as costas e fui embora…
Relato escrito por © Cerditovicioso (cerditovicioso@hotmail.com)
Comentem!!!!
Publicado em 14/12/2010, por: cerditovicioso
Por favor, mesmo quando gozarem antes, não parem no meio, vão até o fim…
Eu tava na salinha de espera da consulta folheando uma revista sem prestar atenção, mergulhado nos meus próprios pensamentos..
Aqui em Córdoba, no sul da Espanha, dizem que tão as mulheres mais gostosas do mundo, e é a mais pura verdade. Tem dias que minha vida é um verdadeiro inferno... pra onde vou, vejo mulheres lindas, com seus corpos durinhos, com curvas extraordinárias, dá pra sentir quem tá satisfeita e quem não tá, quem precisa de amor e quem precisa de sexo. Transar com uma mulher desconhecida não é fácil, mas tem sua técnica, como tudo. Não precisa ter um físico especial, nem ser especialmente bonito, basta ser normal e saber que tem coisas que deixam elas completamente loucas... ser divertido e ao mesmo tempo sem-vergonha (as mulheres sentem o cheiro de pirata de longe) deixa elas a mil... mas sempre na discrição. Só que o meu negócio já virou doença, eu gosto de todas. Ontem terminei na sala de fotocópias, colocando a faxineira de quatro e metendo bem no cuzinho dela, porra... só conheço ela de cruzar no corredor quando vem limpar os escritórios, e lá estava ela com a calcinha no joelho recebendo minha piroca, e pensar que tudo começou com um discreto.. "moço, o senhor me deixa passar?"...
"Seu López?" – disse a jovem secretária da consulta elegante da doutora se aproximando de mim.
Olhos verdes e cabelo ondulado, magrinha, bunda não muito dura, pernas finas, não malha, uns vinte e dois ou vinte e três anos, recatada, tem um anelzinho de prata com um brilhantinho, presente de aniversário ou de namoro de um namorado jovem com boas intenções e pouco dinheiro. Ela prefere bater uma punheta pra ele ou chupar ele porque ele é meio bruto e mete com a buceta seca, machuca ela… ela não aguenta… – meu cérebro não parava– ela adora que comam a buceta dela e molhem bem antes de meter… ela me olha e sorri… eu devolvo um sorrisão… não consegue evitar, as orelhas e as bochechas ficam roxas… eu agrado ela. Mas que putinha, outro dia talvez– penso.
Sim? – respondi com meu melhor sorriso.
Já pode entrar, a Sra. Sánchez está esperando, me acompanhe.
Claro – levanto e vou com ela..
Ela anda firme, olha pra trás e sorri de novo… é só questão de tempo..
Ela abre uma porta, e a gente vai pra um corredor, uns dois metros depois ela abre outra porta e faz um gesto pra eu entrar… mas eu nunca perco uma oportunidade…
Valeu.. – pisco o olho..
A consulta era simples, sem frescura, sóbria, paredes cor de torrada, quadros impressionistas, umas estatuetas pequenas na mesa da escrivaninha, um divã e duas poltronas individuais de design moderno, de frente uma pra outra, simples mas caríssimo…
A doutora vem na minha direção estendendo a mão..
Sr. López…– eu aceno com a cabeça – por favor, sente-se. Vou pra uma das poltronas e sento, ela senta na outra, com um bloquinho na mão..
Pra falar a verdade, ela é bem gostosa, quarenta e cinco talvez mais, boa postura, magra, loira, cabelo comprido e liso, sapato de salto baixo, anel de ouro branco entrelaçado com ouro amarelo, então obviamente casada, pérolas… tudo caro.. ela tá bem, ela doutora, luxo demais, acho que é ele que traz a grana pra casa, vida certinha, peito pequeno, não operou, não tem complexo, é feliz no casamento. Nenhum quadro de família ou foto… Nenhuma foto do marido, ciumenta da privacidade, vulnerável. Não tem papel com rabisco, não tem filhos.
Bom, o que o senhor diz? – Ela soltou de uma vez.
Eu? Sei lá, por onde começo, falo da minha infância? – falei num tom brincalhão, sorrindo.
Não, por favor.. prefiro que me diga por que nos chamou, fale sem rodeios..
Olha, doutora, eu – hesitei – acho que Estou doente, mentira... estou convencido de que estou completamente doente...
E do que o senhor está doente? – Ela fez uma cara de falsa expectativa.
Sou viciado... sou viciado em algo poderosíssimo.
E no quê, se pode saber? Fica tranquilo, isso aqui é uma consulta médica... não fique tenso – disse com um interesse muito estudado, mas falso.
Vou falar a verdade?..... – criei coragem – eu penso em foder e foder as vinte e quatro horas do dia, os sete dias da semana, trezentos e sessenta e cinco dias por ano.
Ela corou levemente. Agora sim parecia que prestava atenção de verdade.
Mas bom, isso pode ser um problema hormonal. O senhor já fez exames?
Sim, doutora, mas não é nada hormonal. Tudo em mim está bem, o que está errado é a minha cabeça. Isso não me deixa viver...
Então me conte, e qual é o problema com isso? A maioria dos homens pensa em sexo constantemente... isso não é nenhuma doença.
– O meu caso é diferente... – respondi – veja, eu tenho uma parceira fixa... e pra mim fixa é estar há três meses... e eu sei que a coisa não vai muito mais longe... eu gosto de todas as mulheres, é como se eu só visse as virtudes delas, não sei se estou me explicando...
– Continue – disse ela enquanto começava a anotar algo no bloquinho.
– Eu nunca vejo nada de negativo na mulher, eu suavizo as imperfeições e realço o que é bonito e, claro, tem a outra questão...
– Que questão? – Ela me olhou nos olhos, era bonita, mas há quinze anos devia ter sido uma jovem espetacular... embora eu prefira assim,... tive que pegar a madura gostosa, não podia ser a feia pra caralho...
– É complicado, me dá um pouco de vergonha... o sexo... eu penso de forma bruta, meu cérebro vai a mil por hora... eu pressinto coisas das mulheres, me antecipo ao que elas querem e dou o dobro do que elas querem...
– Explique-se. O senhor é clarividente... é como um tipo de poder?
– Doutora, por favor, não me tome por um idiota...
– Eu não estou dizendo que o senhor seja... – ela tentou dizer, mas eu a cortei.
– ....Eu sei o que a senhora quer me dizer – falei Tajante— Tô doente, mas não sou louco. Olha, não é uma intuição baseada no que eu observo… posso errar, é lógico, mas as mulheres me dão pistas do que querem ou desejam, e eu realizo.
— Isso soa meio pretensioso, não acha?
— Pense o que quiser, é a verdade, mas esse não é o problema. Isso é só uma habilidade. O problema é que eu não consigo parar… é como se eu estivesse no cio o tempo todo. Acredite, é um inferno… não consigo me relacionar com mulher nenhuma, porque pra mim elas são só vítimas, alvos em potencial… objetos de desejo, entende?
— Acho que tô começando a sacar a ideia… já vi o olhar que você deu pra minha secretária. Mas continua…
— Puxa, você é bem observadora…
— Vou te dar um exemplo: eu comi todas as colegas do meu trabalho. O resultado? Relações profissionais uma merda. Resultado? Meu chefe me mandou embora ontem, filho da puta. Tô com minha parceira só três meses, tento ter um relacionamento normal, mas nesses três meses eu comi pelo menos cinco mulheres por fora. Dois dias atrás, tava comendo uma das faxineiras no trabalho… e uma risadinha aqui, outra ali, e no fim a gente se enroscou e eu tava metendo por trás, desculpa… bom, pra que vou dar detalhes? E o pior é que eu olhava pro chão… não sei se continuo.
— O quê? — ela perguntou. Percebi uma certa impaciência… olhei pra blusa dela, mamilos eretos, totalmente involuntário… os lábios vermelhos… merda, pelo menos ela é casada, isso me garante uma certa resistência.
— Minha perversão absoluta e meu gosto por parafilias.
— Muita gente tem parafilias… mais do que você imagina.
— Sei, doutora, mas o problema é que eu realizo elas com pessoas que nem imaginam fazer as coisas que eu faço com elas antes de ficar comigo. Semana passada, cruzei com uma vizinha do meu prédio, joguei a isca e… sabe como a gente acabou? Não sei como…
— Me diga. — ela me deu um sorriso largo. A filha da puta da doutora passava uma confiança danada.
- Me desculpe pelo que vou dizer…
- Acredite, já ouvi cada coisa estranha que acho difícil me assustar… fica tranquilo.
- A gente acabou na casa dela… ela amarrada na cabeceira da cama, de barriga pra cima, com o cabo de um esfregão enfiado no cu, um vibrador na buceta e eu… - aquilo já era demais… não dava pra continuar – tudo consentido, mas brutal…
- É? – a doutora insistiu, ansiosa, os bicos dos peitos quase furando a blusa, cruzando as pernas inquieta…
Eu já sabia que o interesse dela era mais pelo lado do tesão do que por achar uma solução, o calor dela era evidente, mesmo assim continuei meu relato.
- Por favor, eu sei que você já ouviu muita coisa, mas não se escandaliza…. Eu tava literalmente sentado na boca dela, enquanto me masturbava, ela com a língua trabalhou direitinho minhas partes de trás e depois fiz ela engolir tudo que saiu das minhas partes… fiz uma pausa – doutora, quando eu tava comendo ela, essa mulher gemia que nem uma louca… uma porca de verdade.. mas quando terminei com ela e desamarrei, a safadeza dela deu lugar à realidade, era uma mulher casada, mãe de três filhos, entende?…
- Pois não sei bem o que quer que eu entenda… - ela tava suando.
- Aquela mulher, mãe de família, em vez de ir trabalhar, preferiu justificar a falta pra trazer um desconhecido pra casa dela e ser tratada como uma puta de verdade… quando voltou a si, viu que o que tinha feito era uma loucura total, se sentiu completamente suja e enojada… fiz uma pausa – eu naquele dia fiquei a mil, só de pensar nisso bati pelo menos umas três… - procurei uma palavra, não achei –… punheta, três punhetas pensando no que tinha acontecido, cê acha que dá pra viver assim?..
Não consegui evitar, contando minha própria experiência, meu pau começou a endurecer, se denunciando com um volume na calça… ela viu.
- Será que você também fica excitado pensando nas suas próprias experiências?.. – não esperava uma pergunta tão direta. — Não, quer dizer, sim, mas na real o que me excita é a excitação feminina... quando sei que uma mulher ficou selvagem com minhas perversões, eu fico frenético. E a senhora...
— E eu com isso?
— Que a senhora está ficando, com perdão, uma puta gostosa e doida...
— Desculpe, mas parece que seu maior problema não é o sexo, é seu ego... e isso é um problema que você vai ter que tratar, mas não sei se posso ajudá-lo.
— Olha, doutora... — desculpe minha sinceridade — é uma metáfora, mas posso te dizer que eu sinto daqui a sua buceta...
Naquele momento, ela se levantou.
— Chega!!! Desculpe, acho que a consulta acabou, essa sessão é por conta da casa — ela estava completamente vermelha, com ar irritado, ofendida — não acho que eu possa resolver seu problema... — disse enquanto com uma mão me indicava o caminho da porta.
— Doutora, desculpe se a ofendi, não é minha intenção, por favor, sente-se... por favor — falei num tom cordial, mas levemente autoritário, agora o rosto dela era uma interrogação... — tenho um problema sério e a senhora quer me despachar? Por acaso não me ouviu?
Ela se sentou novamente, estava rígida, entre surpresa pela própria reação e assustada com meu tom de voz... um pouco autoritário.
— A senhora não me ouviu... tenho uma intuição especial...
— Continue, mas não se atreva a falar comigo nesse tom de novo... nem me falte ao respeito outra vez.
— Olha, doutora, a senhora, como todas as mulheres, é um livro aberto pra mim... é casada com quem foi seu namorado no colégio ou na faculdade, não tem filhos... na cama, gosta de ser dominada, mas não curte exageros, não gosta de levar no cu — ela parecia surpresa — mas de vez em quando deixa, e aguenta dolorosamente porque seu marido gosta...
— Excelente, acabou de descrever noventa por cento do gênero feminino com mais de quarenta anos — disse com sarcasmo — acertou em cheio.
— Não zombe... a senhora, diferente das outras, chupa. Extraordinariamente bem, e a fantasia sexual que você tem é que te espionem, que um homem te espie enquanto você se masturba...
- Não continue por aí... – ela me repreendeu.
- Seu marido é médico? – ela abriu a boca, tinha baixado todas as defesas...
- Como você pode saber...? Isso é uma piada ou algo assim?
- Me diga, é?
- Cirurgião... mas você me conhece de algum lugar, não é? E meu marido... mas essa fantasia...
- É verdade, né... eu me meti um pouquinho na sua cabeça...
Levantei do sofá e comecei a andar pelo escritório... ela estava atônita, com o olhar perdido no infinito...
- Olha, doutora... quando eu comentei que comi aquela mulher, você ficou vermelha, isso pode acontecer com qualquer mulher quando ouve isso num quarto a sós com um homem atraente. Mas quando eu disse que me masturbei várias vezes naquele dia... você sentiu uma excitação total, teve os sinais claros de lubrificação... aposto que naquela hora seus lábios vaginais incharam ao máximo e você começou a lubrificar...
- Para, por favor... eu... não sei... pode ser... não é muito profissional... você me analisar assim, não é muito profissional...
- Só estou te mostrando qual é o meu problema.
Aproximei-me por trás dela e comecei a massagear seu pescoço... ela deu um pulo...
Por favor, relaxe – falei num tom tranquilizador – o que aconteceu com você é totalmente normal... o problema é o seguinte... você é uma boa mulher e esposa, e é feliz, mas na cama... na cama é diferente, seu marido já não dá conta... você fica entediada e tem fantasias... e essas fantasias são cada vez mais reais, certo?
Ela estava com o olhar perdido... eu retomei a massagem no pescoço e desci para os ombros... – ouvi um som de satisfação –
E a pergunta que você faz o tempo todo é: e se um dia tivesse a oportunidade... você realizaria suas fantasias? – quando falei isso, parei de massageá-la, voltei para meu sofá e me sentei. – O que você faria, sabe?
- Não sei, teria vamos ver se é um momento ideal... a verdade é que não sei...
Naquele momento eu estava de novo sentado no sofá, joguei uma moeda mental na minha cabeça, cara ou coroa, deu cara... – abaixei lentamente minha braguilha...
– Não, por favor – disse ela, mas sem fazer qualquer outro gesto que mostrasse desaprovação... – não, não faça isso, por favor...
– Olha, doutora – eu vou fazer o que você já imaginou mais de uma vez, tá? e você olha pra ele, se não gostar, não se preocupa, eu guardo meu pau e prometo que você nunca mais me vê por aqui.
Tirei a rola pra fora... que já tava dura igual pedra. Ela, do sofá dela, olhava de boca aberta... minhas mãos começaram lentamente um sobe e desce, me punhetando... lambi a mão e comecei a me masturbar devagar... fiquei assim uns dois ou três minutos... ela não conseguiu evitar, começou a esfregar uma perna na outra... o gesto claro de que já tava melada...
– Por favor, guarda isso... isso aqui não é um clube ou um...
– É uma pena – falei – não pretendo que você me faça nada, nem eu fazer nada com você... mas tô batendo uma pro seu prazer visual e você não devia perder tempo, faz o que você sonha há anos... vai ser só uma vez... você vai saber como é, nenhum homem aqui sentado vai ser tão sincero com você, não vai conhecer tão bem seus desejos... uffff uffff eu, claro, tô adorando... aaaahhhh, por favor, bate uma comigo... não perde mais tempo... não perde mais sua vida em fantasias...
A cara dela vermelha, olhou pra porta, levantou e foi até ela, fechou o trinco, com uma daquelas chaves douradas antigas, que depois deixou em cima de uma cômoda...
– Tá bem – disse – só espero que seja rápido.
Ela sentou de novo no sofá e as mãos dela levantaram a saia até a cintura, e eu pude ver perfeitamente a calcinha preta dela, a boca aberta mostrava a safadeza que tava tomando conta... não demorou pra enfiar a mão por baixo da calcinha e começar a massagear a buceta dela.
Naquele momento eu comecei a acelerar o ritmo da minha punheta... – ahhhh ahhhh muito Bem, gostosa… — vai, por que não fica mais confortável, tira essa calcinha… — ela fez na hora, pude ver completamente a racha dela, era bem grande e peluda, e dava pra ver tanto os lábios menores que saíam dos lábios maiores inchados e já escorregadios… ela levou os dedos à boca depois de chupá-los um pouco e babá-los, levou até a boceta e começou a estimular o clitóris… — mmmmm — começou a gemer.
Eu, pra dar mais tesão nela, fiquei de pé, me apoiando no braço do sofá, e tirei inteiramente tanto o pau quanto as bolas que pendiam pra fora da braguilha enquanto massageava com a outra mão, ela, enquanto isso, olhava pro pau com devoção e começava a soltar sons de prazer lá de dentro…
— Sabe que tem uma das bucetas mais bonitas que já vi… que maravilha…
— mmmmmm….mmmmmmmm — foi só o que ela conseguiu dizer diante do meu comentário — me aproximei devagar, coloquei o pau na frente da cara dela… ela não parava de se esfregar na própria boceta.
Vai, gostosa, realiza teu sonho, abre a boca e põe a língua pra fora…
Ela se levantou um pouco e fez o que eu pedi, e de uma enfiada só meti o pau inteiro na boca dela…. — mmmmmmmm porra, que puta você é…, isso é outra coisa que você gosta, né, raposinha… —
— Ahhhh sim aahhhh. — dizia ainda com o pau dentro da boca..
— Então toma meu chuchu… tá bem gordinho, cê gosta, gulosa? Que boquete gostoso, e essas mãozinhas — eu dizia enquanto ela engolia o tamanho todo do meu pau, lambendo completamente sem querer deixar nada na degustação..
— Adoro teu pau, que delícia… que gostoso… sinto ele pulsar… me dá teu pau.
— Já sabia que você tem cara de chupadora de rola…
Assim ficou um bom tempo, glup glup chupando, lambendo e tirando meus sucos, mas quando já senti o gozo nas bolas, mandei ela parar…
— Para, gostosa, que vou gozar…. Vai, vira de costas…
— Não, por favor, não me come por trás…
— Mas se você tá morrendo de vontade..
— Não, sério, me dói.
— Olha, gostosa… cê tá vendo meu pau? Não é grande demais... não vai te machucar... eu sei como fazer... diferente do corno do seu marido... e agora vira de costas...
Relutantemente ela se virou, ajoelhada no sofá. Levantou a saia e deixou à minha vista uma bunda magnífica. Com as mãos, abri as nádegas... — mmmmm — eu dizia em aprovação, aquele esfíncter meio carnudo me encantava.
Comecei a chupar o cu dela enquanto massageava aquela buceta maravilhosa com a mão...
— Mas olha só que putinha que você é, inacreditável como essa ppk tá escorrendo, vou beber tudo...
— siiiim ahhhh continua com a mão e com a boca... por favor não para...
Enquanto isso, minha língua deslizou no ânus dela, sentindo o esfíncter ceder aos poucos... depois enfiei um dedo bem lubrificado... ela tentou resistir, mas eu intensifiquei a masturbação no clitóris dela... — não não... ahhgggg — não demorou pra ceder e meu dedo entrou com facilidade... deixei ele lá até o cu dela se acostumar com o visitante estranho... minha masturbação continuava, alternando com lambidas nos lábios da buceta, tentando levar à boca e engolir toda aquela porra de fluxo abundante... depois veio o segundo dedo... — aaaicchhhh — ela reclamou — calma, calma, já já acaba... o corpo dela relaxou e o cu se acomodou... eu a masturbava sem deixar ela gozar... ela sofria...
— ahhhhh ahhhh... que cachorro você é, tá me fazendo gozar... mas termina comigo por favor... mais rápido — ela implorava.
— Não, fala não, foxy... — você já tá pronta, pensei.
Tirei lentamente meus dedos daquela buceta já dilatada, baixei a calça, encostei meu pau, que naquele momento era um pedaço duro igual a um cacete, na porta do cu dela, todo lubrificado. Fiz um pouco de pressão, mas não enfiei... só queria deixar ele ali. Me inclinei contra as costas dela, encostando meu peito no dela, com uma mão agarrei um peito, massageando com certa brutalidade, e com a outra comecei a massagear a buceta dela com a maior destreza possível... ela começou a gemer...
— uuuufufufuuf porraaaaa siiiiiim siiiiiiiiii, que gostoso, que gostoso, continua Porraaaaaa...
Ela tirou a saia pela cabeça e jogou pro outro lado do quarto...
Naquele momento, tirei o pau do cu dela e enfiei na buceta... tava toda melada e entrou fácil... os fluidos escorriam pelo sofá... meti com gosto enquanto uma mão abria a bunda dela e a outra deslizava entre as pernas pra continuar estimulando o clitóris inchado...
- Aaahhh, que buceta gostosa que a doutora tem... que delícia... e quentinha...
- Ahhahhahhhahha, que tesão... que tesão... que delícia... continua... continua – era a única coisa que ela conseguia falar – continua com os dedos, que gostoso, porra...
- Toma, vagabunda... mmmmmmm, toma, vagabunda... ufffffffff, isso é foder, entendeu? Isso é foder...
Quando senti o clitóris dela crescer e endurecer entre meus dedos... tirei o pau de uma vez e, num único empurrão, graças aos fluidos da buceta, entrei no cu...
- ahhhhhhh ahhhhhhhhh... – ela gemia, gritava – que delícia, filho da puta, que tesão do caralho... continua...
Os gritos dela com certeza dava pra ouvir na recepção... olhei pra porta e qual não foi minha surpresa ao ver a silhueta contra a luz, atrás da porta tinha alguém... a recepcionista, sem dúvida, e pelo movimento da sombra, não tinha dúvida que ela tava olhando pelo buraco da fechadura... filha da puta, a recepcionista tá nos espionando e se tocando... que safada...
- ahhahhahh ahhhhhhhhh, vou gozar – ela disse – senti o cu dela apertar meu pau... e minha mão ficou cheia dos fluidos dela...
- issooo, goza bem, meu amor... esvazia...
Ela ficou tendo espasmos por um bom tempo, eu não parava de meter...
- Você vai me dar seu leite?... – ela perguntou...
- Você quer?... Ufff, uufff
- Sim, por favor, enche meu cu... mmmm, aahaahhh
- ahhhh, vai ter que ser outro dia... me desculpa
Senti que ia gozar logo e tirei o pau do cu dela rapidinho... saí correndo pra mesa, peguei a chave e, num gesto, abri a porta... lá estava a recepcionista, de cócoras, quase caiu de cara quando perdeu o apoio da porta... A mão dela na virilha não deixava dúvidas sobre os trabalhos manuais... O assoalho tinha umas gotinhas brilhantes debaixo da perna, ela tinha se esbaldado... enquanto eu espiava pelo buraco da fechadura... a cara de surpresa dela por ter sido pega era um poema.
- Eu é que... desculpa, é que... - tentou se desculpar...
- Cala a boca, porra!! E chupa meu pau que é o que você quer. -
Segurei a cabeça dela com força... e puxei ela pro meu pau, forcei e, depois de um esforço, engoli de uma só vez...
- Chupa, seu pedaço de puta... e não vem de santinha agora... ninguém te ensinou a não espionar os mais velhos? - eu já estava solto, tudo me era igual...
O gesto inicial de nojo dela deu lugar a um boquete primeiro indiferente e, aos poucos, desenfreado...
- E continua se masturbando... - ordenei, e na hora ela começou a esfregar a buceta freneticamente.
Olhei pra trás, a doutora continuava na poltrona vendo nosso show, com cara de pasmo, incredulidade e surpresa, mas a mão dela também não parava de esfregar a buceta...
- Mas olha só que puta que você é... - falei pra recepcionista - vê como deixou sua chefe com tesão...? Ela acabou de gozar e já quer mais...
- Glup glup gs - só se ouviam os sons de um boquete brutal...
- Doutora - falei olhando pra ela - a senhora se importa se essa gostosa da funcionária engolir toda minha porra?
- Aaaaahhhhhhh aahhhhhh dá pra ela ahhhhhhh dá...
- Mas que puta é sua chefe... anda ufffff uffffff é seu dia de sorte, tem minha porra toda pra você... mas não pode deixar nada...
As mãos e a boca dela pareceram perder a coordenação... era óbvio que com a outra mão ela tinha conseguido um belo orgasmo...
Minhas bolas não aguentaram mais e minha porra se espalhou na boca dela...
- Nem pense em tirar o pau, ufffffffff ahahhhhh toma toma... engole tudo... putas como você que se masturbam atrás das portas têm que engolir toda a porra... ahhhh ahhhhh engole engole putaaaaaaa.
Meu pau Ficou dentro da boca dela gozando, via ela se esforçando pra não deixar nada sem engolir…
Ahhahhahahhhhh – ouvi atrás de mim… a doutora tinha tido um segundo orgasmo.. – tô gozando, porra, que maravilha…. Mmmmmmmm.
Tirei meu pau da boca da Recepcionista Promíscua e fui pra boca da doutora.
– Por favor… vê se sobrou um pouco de porra.
Ela não hesitou um instante e, na loucura de excitação, engoliu sugando meus últimos fluxos leitosos. – Mmmm que gostoso… – .
– Ufffffffffffff que delícia. – Esse era o ponto final.
Olhei pra calça no chão e fui até elas, vesti tranquilamente, olhei pra recepcionista de joelhos na porta, limpando os cantos dos lábios com os dedos pra tirar restos de sêmen, e com uma poça de fluidos no chão de madeira… olhei pra doutora acabada na poltrona, meio nua, sem saia, com um peito pra fora da blusa, ofegando levemente… fui até a porta.
– Duas putas de primeira qualidade que vocês são, e saiba, doutora, que a senhora não me ajudou porra nenhuma com meu problema… e aliás, não conte isso pro filho da puta do senhor Navarro.
O rosto dela se contraiu completamente. Era cara de pavor.
– Sim, doutora… seu marido e o filho da puta do meu ex-chefe… o que me mandou embora por foder a torto e a direito no hospital dele, embora eu tenha certeza de que a senhora vai ser bem discreta…
Virei as costas e fui embora…
Relato escrito por © Cerditovicioso (cerditovicioso@hotmail.com)
Comentem!!!!
17 comentários - Consulta com a doutora... imperdível!!!!
pasate por los mios,,
http://www.poringa.net/posts/relatos/1728973/Regalos-de-la-Noche.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1409452/La-piba-del-Servi-club.html