OLHA SÓ, É MEIO GRANDE MAS É BOM PRA CARALHO!!!!!
Já fazia vários meses que eu tava traindo meu marido e a relação tava cada vez mais distante em vários sentidos. A gente transava duas ou três vezes por semana, embora tivesse vezes que ele não me tocava a semana inteira; com certeza ele aliviava o tesão com alguma das putinhas do escritório dele. Eu tinha minhas aventuras por conta própria: uns caras da academia, amigos da faculdade e até um ou outro colega de trabalho dele, como já contei num relato anterior. Desde muito nova, me acostumei a manter um diário onde, mais do que relatar os dias, eu escrevia meus sentimentos, pensamentos, fantasias, confissões, etc. Então, nele eu descontava minha raiva e lembrava das minhas safadezas, deixando claro que fazia isso pra me vingar daquele filho da puta do meu marido. Acho que agora transferi esse desabafo do diário pros portais de relatos; mas o objetivo é outro. Vamos voltar ao relato.
Lá pro final de agosto, recebemos um sobrinho do meu marido. Ele se chamava Gonzalo – a gente chamava ele de Gonzo – tinha 19 anos e ia passar algumas semanas de visita na nossa cidade. Ele não é daqui, mas estudou o ensino médio nessa cidade e sempre procura visitar de vez em quando, já que deixou vários amigos. Eu o conheci no nosso casamento, mas desde então a gente não tinha se visto.
Quando chegaram do aeroporto, meu marido e o sobrinho dele, fiquei um pouco surpresa ao me deparar com um cara bem mais forte do que eu lembrava.
– Gonzo! Oi! Que prazer! Nossa, mas que barbaridade, você ficou bem fortão.
– É, tia, muito exercício. É que entrei pro time de futebol americano da universidade; com os carneiros. E aí tem que pegar pesado nos pesos.
– As gostosas que você deve pegar, filho da puta – disse meu marido, Miguel.
– A gente faz o que pode, tio.
– Olha, mas nada de tia, hein. Já te falei, me trata de você, sou bem pouco mais velha que você.
Normalmente, Miguel ia trabalhar, eu ia pra academia por um tempo e, quando voltava, Gonzo saía de casa e voltava só no fim da tarde ou durante a Tarde, mas às vezes ele chegava ao meio-dia ou nem saía. A irregularidade do horário dele complicava bastante minhas travessuras, minha única opção era dar umas escapadas rápidas, mas não podia receber visitas em casa. Pra piorar, meu marido teve um ataque de prudência e não queria que a gente transasse enquanto o sobrinho dele estivesse aqui; ele ficava com vergonha ou incomodado de ser ouvido. Sim, a gente é barulhento, mas que merda tem que nos ouçam, caralho! A abstinência sexual me deixa de muito mau humor, gosto de ser bem atendida, então minha irritabilidade estava à flor da pele. Tinha que me masturbar mais do que o normal; queria ser comida, precisava sentir uns lábios, carícias, palmadas, ser penetrada, lamber, chupar… queria transar!!!
Uma manhã entrei no quarto onde o Gonzo estava dormindo porque precisava de algo lá, mas como ele ainda não tinha acordado, entrei com todo cuidado pra não acordá-lo; minha surpresa foi quando vi que ele estava dormindo pelado e tinha uma ereção! Senti uma mistura de vergonha, curiosidade e tesão. Deu vontade de acariciar ela, chupar ou pelo menos me dedar, mas depois de observá-lo por uns segundos, saí do quarto com medo de ser descoberta. Isso sim, entrei no meu quarto na hora e me masturbei com um dos meus brinquedinhos. Imaginava que acariciava a pica do meu sobrinho, que lambia ela, que roçava ela nos meus mamilos e depois chupava gostoso…mmmmmmmm…saboreava ela e depois montava nele. Imaginava ele me comendo com aquele corpo tão forte…me dando palmadas e me penetrando com força. Me dava tesão ser comida pelo meu sobrinho. Que vingança melhor contra meu marido do que dar a bunda pro chefe dele, pros amigos do escritório e agora pro sobrinho dele? Me masturbei e gozei com a imagem do sobrinho dele me comendo.
Quando saí do banho, o Gonzo já tinha ido embora. Entrei no quarto dele pra arrumar a cama e fiquei curiosa pra cheirar os lençóis dele; será que cheiravam a sexo? Notei umas manchas nos lençóis, cheirei e percebi que ele tinha tido um sonho molhado. Fiquei excitada de novo. À tarde, ele Confessei no meu diário o que aconteceu e minha vontade de comer meu sobrinho; ele era uma delícia… "tem um corpo gostoso, musculoso, braços largos, costas largas, uma bunda deliciosa… como será o pacote?"… "hoje eu vi ele!!! Foi sem querer. Entrei no quarto dele e ele tava dormindo, pelado, com o pau duro… deu água na boca… e usei a palavra: buceta… queria lamber, chupar, comer ele"… "tô há muito tempo sem dar. Tô muito tarada, não quero mais dildo, quero pica. O Gonzo é muito gostoso; que pena".
Os dias foram passando e meu sobrinho saía menos de casa ou por períodos mais curtos; isso complicava minhas travessuras, embora ele estivesse cada vez mais atencioso comigo, mais próximo. A gente conversava por horas, íamos ao cinema, essas coisas. Um dia ele me perguntou se podia me acompanhar na academia e, meio nervosa, eu disse que sim; na verdade, não dava pra recusar, que desculpa eu daria? Ficava muito ansiosa com a possibilidade de algum dos caras da academia soltar uma indireta. E se meu sobrinho descobrisse minhas safadezas?
No dia seguinte, umas 9 horas, a gente se trocou e foi pra academia. Coloquei uma legging branca bem justa – sempre uso assim – uma fio dental e uma daquelas blusinhas pequenas que são mais tops esportivos. Ele vestia uma calça azul e uma camiseta branca com o logo do time de futebol americano dele. Ficamos umas duas horas na academia, alguns exercícios a gente fazia junto, outros separados. Na última meia hora ou um pouco mais, ele foi pra área dos pesos e eu continuei na minha rotina. Naquela hora que o Gonzo foi pros pesos, os caras da academia se aproximaram e me interrogaram – como era de se esperar. Falei que ele era um amigo, mas muito próximo do meu marido: "Então, boca fechada, hein."
E você também come ele, Teresita? – o Lalo me perguntou no ouvido.
(Sorri) Não… mas não seria ruim.
E quando é minha vez de novo? Já tô com saudade…
A gente combina, mas agora na sua casa.
Parece bom.
Finalmente fomos pra casa; o plano era tomar banho e sair pra almoçar fora. Subindo as escadas do prédio, eu ia na frente e me dei… conta como meu sobrinho não parava de olhar pra minha bunda. Eu mexia um pouco mais que o normal, mas sem ser descarada. Me excitava pra caralho que meu sobrinho tivesse os olhos fixos nas minhas nádegas; sentia o desejo dele; eu ficava mais e mais molhada. Chegamos no apartamento e entrei na hora. Quando me virei depois de fechar a porta, ele estava na minha frente a só alguns centímetros. Me assustei e recuei, encostando na porta, ele se aproximou ainda mais.
O que cê tá fazendo, Gonzo?
O que você acha, Tere? – ele se aproximava mais e mais e sussurrava no meu ouvido.
Não, o que cê tá fazendo?
O que você tá morrendo de vontade que façam com você, "tia".
Não, Gonzo – eu já tava pegando fogo, mas o que eu realmente queria era que ele arrancasse minha roupa e me comesse de uma vez.
Já li no seu diário o que você escreveu sobre mim, tia.
Não, Gonzo…
Tô descendo minha mão pela sua barriga e vou tocar na sua pussy, se tiver seca, não rola nada, mas se você tiver molhada, vou te comer, tia…
Não…
Uuuyyy… você tá com a calça molhada, encharcada… como será que tá a calcinha tão gostosa que você tá usando? Acho que vou te comer, tia.
Gonzo… sou sua tia…
Você é uma coroa que é uma gostosa, uma coroa que quer transar, que tá com tesão e que morre pela minha pica… que quer chupar ela – ele pegou minha mão e levou até o volume dele; assim que toquei, suspirei e meu coração acelerou – e eu tô de olho na sua bunda, tia – ele acariciava minha pussy por cima da calça – enfia a mão, acaricia ela…
Que gostoso você toca… mas… você é meu sobrinho…
Mesmo assim vamos transar… além disso, isso te excita, né?
Você tem ela bem comprida…
Não quer ver ela de pertinho? – eu me ajoelhei e fiquei de frente pra aquela pica gostosa, comprida, dura; admirei ela por uns segundos acariciando, depois lambi da base até a ponta, ele tirou a camiseta, eu puxei a calça dele pra baixo enquanto chupava. Acariciei as nádegas e as pernas dele – tira a blusinha.
Senta no sofá – ele sentou, tirei o tênis dele, as meias, a calça, me ajoelhei na frente dele, abri as pernas dele, tirei minha blusinha e meus peitos ficaram nus. com os mamilos bem durinhos e empinados. Acariciei as pernas dele subindo dos joelhos, pelas coxas e roçando as pernas dele com meus peitos; me aproximei do pau dele, peguei e esfreguei contra meus peitos — você tem uma delícia de rola, pussy… mmmmmm… mmmmmmmmmm — ele segurava minha cabeça e afastava meu cabelo pra ver como a tia dele enchia a boca com a vara dele.
— Era isso que você queria, né tia? Gostou de ver meu pau no outro dia. Safada. Se eu fosse meu tio, não parava de te comer todo dia… mas fazer o quê, fica na família. Como você chupa bem, tia.
— Mmmmm… mmmmmmm… te excita me chamar de "tia"? Hã?
— Hahaha… demais… desde que te vi, fiquei com vontade de te foder… as punhetas que já bati pensando em você, na sua bunda… mmmmmm… ai, que boquinha gostosa, tia.
— Ah, é? Tanto assim, sobrinho? Cê gosta da bunda da sua tia Tere?
— Amo… faz um strip pra mim…
— Já tirei a blusinha.
— Tira o de baixo.
— Tá bom — levantei, dei uns passos pra trás, virei de costas e comecei a dançar de um jeito sugestivo, rebolando o quadril; abaixei um pouco a calça até mostrar o lado do quadril e o elástico da calcinha fio dental; um lado, depois o outro, virei de novo de frente pra ele e vi que ele tava se masturbando, me virei ritmadamente e abaixei a calça deixando ele ver minha bunda. Virei de novo, andei até ele, me virei de novo e falei: "Tira pra mim". Ele encostou o rosto na minha bunda, cheirou, lambeu e depois foi abaixando a calcinha devagar. Me virou de frente, deixando minha bucetinha na cara dele.
— Como eu sonhei em chupar sua buceta, em encher seu buraco com meu gozo — ele me deitou no chão, abriu minhas pernas, se abaixou e começou a lamber minha buceta. Ele era muito bom pra ser tão novo, não era bruto, só no ponto certo — gosto como você depila… mmmmmm… como é gostoso, como cheira… mmmmmmm… mmmmmmm.
— Que delícia, sobrinho… cê praticou bastante… ai, assim, assim… mmmmmmm… pega nos meus peitos… belisca meus mamilos… mmmmm — depois de uns minutos, ele parou de chupar minha buceta e, sem mais, se ajeitou missionário e meteu em mim— ai…mmmmm…ai, caralho, você tem uma pica enorme, Gonzo…buceta que delícia…
Cê gosta, tia?
Ai, sim, sobrinho…mmmm, já tava precisando de uma dessa.
Quando quiser, tia, afinal a gente fica o dia inteiro sozinho.
Safado…ai, continua, continua.
Você é uma gulosa, Tere — trocamos de posição no parafuso, ele se ajoelhou, me deitou de lado, pra ver meus peitos e minha bunda enquanto metia. Me dava tapas na bunda e agarrava meus peitos, beliscava meus bicos enquanto me bombava— cê é muito gostosa, tia.
Me come, me come com força, Gonzo.
Cê gosta com força, tia?
Sim, gosto com força…fala putaria pra mim, me come — tava excitadíssima, sentia que meu primeiro orgasmo não ia demorar— me come com força, caralho — senti a ereção dele aumentar—
É assim que cê quer ser comida, hein?
Sim, assim…come a puta da sua tia…sou uma vadia, uma foxy — tava quase gozando—
Adoro você, sua puta, desde que te vi eu soube, sabia que cê ia me dar essa bunda, foxy.
Continua, continua…
Só de ver suas calcinhas e como cê se veste…como cê vai pra academia pra todo mundo morrer de vontade de te comer…
Continua…continua…aiiiiiiiiiii…
Ver como cê rebola ao andar…como cê fica com tesão em se sentir desejada…cê gosta de provocar…foxy. Cê é muito gostosa, tiazinha.
Mmmmmmm…aaaaaaaaaaahhhhhhhhhh… — ele continuava me bombando mas diminuindo o ritmo— mmmmmm, que delícia, já tava precisando.
Monta em mim, tia — ele sentou se encostando no sofá e eu sentei nele enfiando devagar aquela pica enorme, ele segurava minha cintura e minha bunda, eu aproximei meus peitos e ele começou a lamber meus bicos com a ponta da língua. Eu me mexia pra frente e pra trás e fazendo oitos.
Morde meus peitos, os bicos…ai, assim, buceta…não deixa marca, hein…
Era assim que cê imaginava me comer, sobrinho?
Cê come mais gostoso do que eu pensei, tia.
Te excito?
Sim, tia.
Cê bate punheta pensando em mim?
Sim, tia — comecei a acelerar meus movimentos—.
Cê gosta dos meus peitos?
Sim, tia.
Da minha buceta?
Sim… — ele abaixou as pernas e eu me inclinei pra trás; ele acariciou meus peitos e desceu a mão até minha xereca—
Cê é muito gostosa, tia – depois de uns minutos me levantei e falei no ouvido dele: "Mete por trás" – tô morrendo de vontade de meter de quatro.
O que cê tá esperando? – subi no sofá e me ajeitei, me apoiando no encosto e levantando a bunda, oferecendo pra ele.
Cê tem uma bunda deliciosa, tia – ele acariciou, bateu nas minhas nádegas com a piroca e depois enfiou um pouquinho e tirou.
Mete logo…quero sentir – eu continuei provocando, isso me excitava pra caralho.
Já? Cê quer toda, tia?
Sim, me dá toda, pussy…quero tu… – ele enfiou tudo de uma vez – ai, que gostoso…mmmmmm…assim, assim…cê tem bem comprida, filho da puta.
Cê gosta da minha piroca?
Sim, pussy, gosto da sua piroca.
Devia ter chupado quando viu, teria adorado acordar assim…teríamos fodido gostoso.
Até que quis, mas…me dá tapas…zaz!…ai, que gostoso.
Mas o quê? Zaz! – eu amava como as mãos grandes dele seguravam minha bunda e me davam tapas.
Fiquei com vergonha…ai, que gostoso cê mete, filho da puta…zaz! – as estocadas dele ficavam mais fortes.
E aí, depois foi se dedar, né?
Sim, sim, pussy…fiquei brincando com meu vibrador.
Depois quero ver como cê mete, tia.
Vou gozar de novo, pussy…E você?
Já quer que eu goze, gostosa? Zaz!
Sim, quero sentir seu gozo…me dá, pussy, me dá – segurei meu orgasmo.
Posso gozar dentro, tia.
Sim, fica tranquilo…me dá seu gozo agora – senti ele bombando a piroca dentro de mim e em segundos senti ele me inundar com o gozo quente enquanto me empurrava até o fundo, aí gozei de novo – aaaaaahhhhhhhh…aaaaayyyyyy, filho da puuuuuuta…
Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhh….aaaaaahhhhhhhhhhhhhh – ele bombou mais um pouco enquanto saíam os últimos jatos de porra dentro de mim. Ele se deitou levemente sobre mim e acariciou meu torso e meus peitos enquanto a ereção dele ia sumindo – foi melhor do que eu imaginava.
(Sorri) Cê gostou?
Amei, tia…
Cê fica muito excitado com esse negócio de "tia", né?
Quem me excita é você – ele lambeu minha orelha.
Mmmmmm, que gostoso.
E você gostou?
Muito; tava precisando, tava Ando meio largado ultimamente.
Pois quando você quiser.
Mmmm… parece bom.ME AJUDEM COM OS PONTOS POR FAVOR, QUERO FAZER PARTE DESSA COMUNIDADE 😉
Já fazia vários meses que eu tava traindo meu marido e a relação tava cada vez mais distante em vários sentidos. A gente transava duas ou três vezes por semana, embora tivesse vezes que ele não me tocava a semana inteira; com certeza ele aliviava o tesão com alguma das putinhas do escritório dele. Eu tinha minhas aventuras por conta própria: uns caras da academia, amigos da faculdade e até um ou outro colega de trabalho dele, como já contei num relato anterior. Desde muito nova, me acostumei a manter um diário onde, mais do que relatar os dias, eu escrevia meus sentimentos, pensamentos, fantasias, confissões, etc. Então, nele eu descontava minha raiva e lembrava das minhas safadezas, deixando claro que fazia isso pra me vingar daquele filho da puta do meu marido. Acho que agora transferi esse desabafo do diário pros portais de relatos; mas o objetivo é outro. Vamos voltar ao relato.
Lá pro final de agosto, recebemos um sobrinho do meu marido. Ele se chamava Gonzalo – a gente chamava ele de Gonzo – tinha 19 anos e ia passar algumas semanas de visita na nossa cidade. Ele não é daqui, mas estudou o ensino médio nessa cidade e sempre procura visitar de vez em quando, já que deixou vários amigos. Eu o conheci no nosso casamento, mas desde então a gente não tinha se visto.
Quando chegaram do aeroporto, meu marido e o sobrinho dele, fiquei um pouco surpresa ao me deparar com um cara bem mais forte do que eu lembrava.
– Gonzo! Oi! Que prazer! Nossa, mas que barbaridade, você ficou bem fortão.
– É, tia, muito exercício. É que entrei pro time de futebol americano da universidade; com os carneiros. E aí tem que pegar pesado nos pesos.
– As gostosas que você deve pegar, filho da puta – disse meu marido, Miguel.
– A gente faz o que pode, tio.
– Olha, mas nada de tia, hein. Já te falei, me trata de você, sou bem pouco mais velha que você.
Normalmente, Miguel ia trabalhar, eu ia pra academia por um tempo e, quando voltava, Gonzo saía de casa e voltava só no fim da tarde ou durante a Tarde, mas às vezes ele chegava ao meio-dia ou nem saía. A irregularidade do horário dele complicava bastante minhas travessuras, minha única opção era dar umas escapadas rápidas, mas não podia receber visitas em casa. Pra piorar, meu marido teve um ataque de prudência e não queria que a gente transasse enquanto o sobrinho dele estivesse aqui; ele ficava com vergonha ou incomodado de ser ouvido. Sim, a gente é barulhento, mas que merda tem que nos ouçam, caralho! A abstinência sexual me deixa de muito mau humor, gosto de ser bem atendida, então minha irritabilidade estava à flor da pele. Tinha que me masturbar mais do que o normal; queria ser comida, precisava sentir uns lábios, carícias, palmadas, ser penetrada, lamber, chupar… queria transar!!!
Uma manhã entrei no quarto onde o Gonzo estava dormindo porque precisava de algo lá, mas como ele ainda não tinha acordado, entrei com todo cuidado pra não acordá-lo; minha surpresa foi quando vi que ele estava dormindo pelado e tinha uma ereção! Senti uma mistura de vergonha, curiosidade e tesão. Deu vontade de acariciar ela, chupar ou pelo menos me dedar, mas depois de observá-lo por uns segundos, saí do quarto com medo de ser descoberta. Isso sim, entrei no meu quarto na hora e me masturbei com um dos meus brinquedinhos. Imaginava que acariciava a pica do meu sobrinho, que lambia ela, que roçava ela nos meus mamilos e depois chupava gostoso…mmmmmmmm…saboreava ela e depois montava nele. Imaginava ele me comendo com aquele corpo tão forte…me dando palmadas e me penetrando com força. Me dava tesão ser comida pelo meu sobrinho. Que vingança melhor contra meu marido do que dar a bunda pro chefe dele, pros amigos do escritório e agora pro sobrinho dele? Me masturbei e gozei com a imagem do sobrinho dele me comendo.
Quando saí do banho, o Gonzo já tinha ido embora. Entrei no quarto dele pra arrumar a cama e fiquei curiosa pra cheirar os lençóis dele; será que cheiravam a sexo? Notei umas manchas nos lençóis, cheirei e percebi que ele tinha tido um sonho molhado. Fiquei excitada de novo. À tarde, ele Confessei no meu diário o que aconteceu e minha vontade de comer meu sobrinho; ele era uma delícia… "tem um corpo gostoso, musculoso, braços largos, costas largas, uma bunda deliciosa… como será o pacote?"… "hoje eu vi ele!!! Foi sem querer. Entrei no quarto dele e ele tava dormindo, pelado, com o pau duro… deu água na boca… e usei a palavra: buceta… queria lamber, chupar, comer ele"… "tô há muito tempo sem dar. Tô muito tarada, não quero mais dildo, quero pica. O Gonzo é muito gostoso; que pena".
Os dias foram passando e meu sobrinho saía menos de casa ou por períodos mais curtos; isso complicava minhas travessuras, embora ele estivesse cada vez mais atencioso comigo, mais próximo. A gente conversava por horas, íamos ao cinema, essas coisas. Um dia ele me perguntou se podia me acompanhar na academia e, meio nervosa, eu disse que sim; na verdade, não dava pra recusar, que desculpa eu daria? Ficava muito ansiosa com a possibilidade de algum dos caras da academia soltar uma indireta. E se meu sobrinho descobrisse minhas safadezas?
No dia seguinte, umas 9 horas, a gente se trocou e foi pra academia. Coloquei uma legging branca bem justa – sempre uso assim – uma fio dental e uma daquelas blusinhas pequenas que são mais tops esportivos. Ele vestia uma calça azul e uma camiseta branca com o logo do time de futebol americano dele. Ficamos umas duas horas na academia, alguns exercícios a gente fazia junto, outros separados. Na última meia hora ou um pouco mais, ele foi pra área dos pesos e eu continuei na minha rotina. Naquela hora que o Gonzo foi pros pesos, os caras da academia se aproximaram e me interrogaram – como era de se esperar. Falei que ele era um amigo, mas muito próximo do meu marido: "Então, boca fechada, hein."
E você também come ele, Teresita? – o Lalo me perguntou no ouvido.
(Sorri) Não… mas não seria ruim.
E quando é minha vez de novo? Já tô com saudade…
A gente combina, mas agora na sua casa.
Parece bom.
Finalmente fomos pra casa; o plano era tomar banho e sair pra almoçar fora. Subindo as escadas do prédio, eu ia na frente e me dei… conta como meu sobrinho não parava de olhar pra minha bunda. Eu mexia um pouco mais que o normal, mas sem ser descarada. Me excitava pra caralho que meu sobrinho tivesse os olhos fixos nas minhas nádegas; sentia o desejo dele; eu ficava mais e mais molhada. Chegamos no apartamento e entrei na hora. Quando me virei depois de fechar a porta, ele estava na minha frente a só alguns centímetros. Me assustei e recuei, encostando na porta, ele se aproximou ainda mais.
O que cê tá fazendo, Gonzo?
O que você acha, Tere? – ele se aproximava mais e mais e sussurrava no meu ouvido.
Não, o que cê tá fazendo?
O que você tá morrendo de vontade que façam com você, "tia".
Não, Gonzo – eu já tava pegando fogo, mas o que eu realmente queria era que ele arrancasse minha roupa e me comesse de uma vez.
Já li no seu diário o que você escreveu sobre mim, tia.
Não, Gonzo…
Tô descendo minha mão pela sua barriga e vou tocar na sua pussy, se tiver seca, não rola nada, mas se você tiver molhada, vou te comer, tia…
Não…
Uuuyyy… você tá com a calça molhada, encharcada… como será que tá a calcinha tão gostosa que você tá usando? Acho que vou te comer, tia.
Gonzo… sou sua tia…
Você é uma coroa que é uma gostosa, uma coroa que quer transar, que tá com tesão e que morre pela minha pica… que quer chupar ela – ele pegou minha mão e levou até o volume dele; assim que toquei, suspirei e meu coração acelerou – e eu tô de olho na sua bunda, tia – ele acariciava minha pussy por cima da calça – enfia a mão, acaricia ela…
Que gostoso você toca… mas… você é meu sobrinho…
Mesmo assim vamos transar… além disso, isso te excita, né?
Você tem ela bem comprida…
Não quer ver ela de pertinho? – eu me ajoelhei e fiquei de frente pra aquela pica gostosa, comprida, dura; admirei ela por uns segundos acariciando, depois lambi da base até a ponta, ele tirou a camiseta, eu puxei a calça dele pra baixo enquanto chupava. Acariciei as nádegas e as pernas dele – tira a blusinha.
Senta no sofá – ele sentou, tirei o tênis dele, as meias, a calça, me ajoelhei na frente dele, abri as pernas dele, tirei minha blusinha e meus peitos ficaram nus. com os mamilos bem durinhos e empinados. Acariciei as pernas dele subindo dos joelhos, pelas coxas e roçando as pernas dele com meus peitos; me aproximei do pau dele, peguei e esfreguei contra meus peitos — você tem uma delícia de rola, pussy… mmmmmm… mmmmmmmmmm — ele segurava minha cabeça e afastava meu cabelo pra ver como a tia dele enchia a boca com a vara dele.
— Era isso que você queria, né tia? Gostou de ver meu pau no outro dia. Safada. Se eu fosse meu tio, não parava de te comer todo dia… mas fazer o quê, fica na família. Como você chupa bem, tia.
— Mmmmm… mmmmmmm… te excita me chamar de "tia"? Hã?
— Hahaha… demais… desde que te vi, fiquei com vontade de te foder… as punhetas que já bati pensando em você, na sua bunda… mmmmmm… ai, que boquinha gostosa, tia.
— Ah, é? Tanto assim, sobrinho? Cê gosta da bunda da sua tia Tere?
— Amo… faz um strip pra mim…
— Já tirei a blusinha.
— Tira o de baixo.
— Tá bom — levantei, dei uns passos pra trás, virei de costas e comecei a dançar de um jeito sugestivo, rebolando o quadril; abaixei um pouco a calça até mostrar o lado do quadril e o elástico da calcinha fio dental; um lado, depois o outro, virei de novo de frente pra ele e vi que ele tava se masturbando, me virei ritmadamente e abaixei a calça deixando ele ver minha bunda. Virei de novo, andei até ele, me virei de novo e falei: "Tira pra mim". Ele encostou o rosto na minha bunda, cheirou, lambeu e depois foi abaixando a calcinha devagar. Me virou de frente, deixando minha bucetinha na cara dele.
— Como eu sonhei em chupar sua buceta, em encher seu buraco com meu gozo — ele me deitou no chão, abriu minhas pernas, se abaixou e começou a lamber minha buceta. Ele era muito bom pra ser tão novo, não era bruto, só no ponto certo — gosto como você depila… mmmmmm… como é gostoso, como cheira… mmmmmmm… mmmmmmm.
— Que delícia, sobrinho… cê praticou bastante… ai, assim, assim… mmmmmmm… pega nos meus peitos… belisca meus mamilos… mmmmm — depois de uns minutos, ele parou de chupar minha buceta e, sem mais, se ajeitou missionário e meteu em mim— ai…mmmmm…ai, caralho, você tem uma pica enorme, Gonzo…buceta que delícia…
Cê gosta, tia?
Ai, sim, sobrinho…mmmm, já tava precisando de uma dessa.
Quando quiser, tia, afinal a gente fica o dia inteiro sozinho.
Safado…ai, continua, continua.
Você é uma gulosa, Tere — trocamos de posição no parafuso, ele se ajoelhou, me deitou de lado, pra ver meus peitos e minha bunda enquanto metia. Me dava tapas na bunda e agarrava meus peitos, beliscava meus bicos enquanto me bombava— cê é muito gostosa, tia.
Me come, me come com força, Gonzo.
Cê gosta com força, tia?
Sim, gosto com força…fala putaria pra mim, me come — tava excitadíssima, sentia que meu primeiro orgasmo não ia demorar— me come com força, caralho — senti a ereção dele aumentar—
É assim que cê quer ser comida, hein?
Sim, assim…come a puta da sua tia…sou uma vadia, uma foxy — tava quase gozando—
Adoro você, sua puta, desde que te vi eu soube, sabia que cê ia me dar essa bunda, foxy.
Continua, continua…
Só de ver suas calcinhas e como cê se veste…como cê vai pra academia pra todo mundo morrer de vontade de te comer…
Continua…continua…aiiiiiiiiiii…
Ver como cê rebola ao andar…como cê fica com tesão em se sentir desejada…cê gosta de provocar…foxy. Cê é muito gostosa, tiazinha.
Mmmmmmm…aaaaaaaaaaahhhhhhhhhh… — ele continuava me bombando mas diminuindo o ritmo— mmmmmm, que delícia, já tava precisando.
Monta em mim, tia — ele sentou se encostando no sofá e eu sentei nele enfiando devagar aquela pica enorme, ele segurava minha cintura e minha bunda, eu aproximei meus peitos e ele começou a lamber meus bicos com a ponta da língua. Eu me mexia pra frente e pra trás e fazendo oitos.
Morde meus peitos, os bicos…ai, assim, buceta…não deixa marca, hein…
Era assim que cê imaginava me comer, sobrinho?
Cê come mais gostoso do que eu pensei, tia.
Te excito?
Sim, tia.
Cê bate punheta pensando em mim?
Sim, tia — comecei a acelerar meus movimentos—.
Cê gosta dos meus peitos?
Sim, tia.
Da minha buceta?
Sim… — ele abaixou as pernas e eu me inclinei pra trás; ele acariciou meus peitos e desceu a mão até minha xereca—
Cê é muito gostosa, tia – depois de uns minutos me levantei e falei no ouvido dele: "Mete por trás" – tô morrendo de vontade de meter de quatro.
O que cê tá esperando? – subi no sofá e me ajeitei, me apoiando no encosto e levantando a bunda, oferecendo pra ele.
Cê tem uma bunda deliciosa, tia – ele acariciou, bateu nas minhas nádegas com a piroca e depois enfiou um pouquinho e tirou.
Mete logo…quero sentir – eu continuei provocando, isso me excitava pra caralho.
Já? Cê quer toda, tia?
Sim, me dá toda, pussy…quero tu… – ele enfiou tudo de uma vez – ai, que gostoso…mmmmmm…assim, assim…cê tem bem comprida, filho da puta.
Cê gosta da minha piroca?
Sim, pussy, gosto da sua piroca.
Devia ter chupado quando viu, teria adorado acordar assim…teríamos fodido gostoso.
Até que quis, mas…me dá tapas…zaz!…ai, que gostoso.
Mas o quê? Zaz! – eu amava como as mãos grandes dele seguravam minha bunda e me davam tapas.
Fiquei com vergonha…ai, que gostoso cê mete, filho da puta…zaz! – as estocadas dele ficavam mais fortes.
E aí, depois foi se dedar, né?
Sim, sim, pussy…fiquei brincando com meu vibrador.
Depois quero ver como cê mete, tia.
Vou gozar de novo, pussy…E você?
Já quer que eu goze, gostosa? Zaz!
Sim, quero sentir seu gozo…me dá, pussy, me dá – segurei meu orgasmo.
Posso gozar dentro, tia.
Sim, fica tranquilo…me dá seu gozo agora – senti ele bombando a piroca dentro de mim e em segundos senti ele me inundar com o gozo quente enquanto me empurrava até o fundo, aí gozei de novo – aaaaaahhhhhhhh…aaaaayyyyyy, filho da puuuuuuta…
Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhh….aaaaaahhhhhhhhhhhhhh – ele bombou mais um pouco enquanto saíam os últimos jatos de porra dentro de mim. Ele se deitou levemente sobre mim e acariciou meu torso e meus peitos enquanto a ereção dele ia sumindo – foi melhor do que eu imaginava.
(Sorri) Cê gostou?
Amei, tia…
Cê fica muito excitado com esse negócio de "tia", né?
Quem me excita é você – ele lambeu minha orelha.
Mmmmmm, que gostoso.
E você gostou?
Muito; tava precisando, tava Ando meio largado ultimamente.
Pois quando você quiser.
Mmmm… parece bom.ME AJUDEM COM OS PONTOS POR FAVOR, QUERO FAZER PARTE DESSA COMUNIDADE 😉
23 comentários - Infiel com meu sobrinho
gracias por compartirlo
soy novato todavía
supongo que continua no?
Voy a ver cómo carajo se puntúa esto, porque te lo mereces...