Leiam, é longo mas é bom pra caralho. Por favor, comentem. Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Minha melhor amiga me pediu pra tirar a virgindade dela
Minha melhor amiga Andrea não queria chegar aos 18 anos sendo virgem, então me pediu pra fazer dela mulher um dia antes do aniversário dela.
Em 1993, meu pai conseguiu uma promoção no trabalho e decidiu que a gente ia se mudar pra uma cidade nova. A ideia me irritou pra caralho, eu tinha acabado de fazer 13 anos e ia ser obrigado a largar meus amigos de infância. A gente foi pra uma casa bonita, minha mãe tava super feliz, e eu não tive escolha a não ser me adaptar.
No primeiro dia de aula, eu me senti meio desconfortável. No ônibus que ia levar a gente pro colégio, sentei do lado da Andrea, uma menina linda que estudava na mesma escola. Meio nervoso, me apresentei e comecei a conversar com ela. Ela respondeu com simpatia, e a gente começou uma conversa divertida até chegar no colégio. Ela me ajudou como guia. Na saída, procurei ela no ônibus e sentei do lado dela de novo. Continuamos conversando, e foi assim que consegui minha primeira amiga, que depois viraria minha melhor amiga.
Por ser meio extrovertido, foi mais fácil do que eu imaginava fazer novos amigos. Graças ao futebol e aos videogames, logo conquistei meu espaço no grupo. Me convidavam pra festas e várias atividades, mas eu curtia muito a companhia da Andrea. A gente tinha um monte de coisa em comum, adorava passar tempo com a família dela. A irmã mais nova, Guiselle, era muito divertida. Parecíamos namorados, mas nunca pensei nela como algo mais que uma amiga, talvez pra não arriscar uma amizade tão boa.
Uns dois anos depois, comecei a namorar a Brenda, que era uma das melhores amigas da Andrea. Eu gostava muito dela, e a Andrea me ajudou a conquistá-la. Devo dizer que não tinha problema em arrumar namoradas. Não me acho muito bonito, mas também não sou feio. Passava muito tempo nos esportes, então tinha um corpo atlético, e me divertia pra caralho porque tinha fama de pegador.
Mesmo namorando, continuava passando muito tempo com a Andrea. A gente ia junto ao cinema, a shows, festas, etc. Andrea, por outro lado, era muito controlada pelos pais, que não deixavam ela pensar em nada além dos estudos. Quando saíamos, ela tinha que voltar antes das 21h, sempre tirar notas excelentes e não podia ter namorado, mesmo tendo uma fila de pretendentes.
Como eu disse antes, não via Andrea como uma possível conquista, mas não dava pra ignorar que ela tinha um corpo lindo, pele morena, cabelo liso e preto, peitos médios, redondos e muito apetitosos, pernas bonitas e bem bronzeadas, e uma bunda de dar inveja. Ela adorava dançar, e a gente corria toda manhã, o que ajudava ela a manter a forma.
Um dia, combinamos de ir ao cinema. Cheguei um pouco mais cedo, a mãe dela abriu a porta e me deixou entrar como sempre. Fui até o quarto dela, e ela estava terminando um trabalho. Disse que já estava quase acabando, então me deitei na cama dela e liguei a TV. Uns cinco minutos depois, ela falou que tinha terminado e pediu pra eu sair porque precisava tirar o uniforme. Brinquei, dizendo pra ela tirar na minha frente mesmo, que eu tava com preguiça de esperar do lado de fora.
- Acho que não, ela disse com uma careta.
- Qual é, somos amigos há tanto tempo e já te vi de biquíni.
- Tá bom, então, mas fecha os olhos.
Ela levantou a blusa e abaixou a saia, virou de costas pra mim. Tava de calcinha branca, que mostrava como a bunda dela era perfeita. E pela primeira vez, fiquei realmente excitado ao vê-la. Não consegui desviar o olhar e falei:
- Andrea, nunca te disse, mas como você é gostosa...!
- Ah, que ideia é essa?
- Não, sério, tenho que dizer que você tem a melhor bunda que já vi.
- Tá sempre pagando de galã, vamos logo.
Fomos ao cinema como sempre, mas eu olhava pra ela de um jeito diferente. Abracei ela mais do que nas outras vezes, e a gente se divertiu muito. Naquela noite, minha casa estava vazia, então pude saciar meu desejo com a minha Brenda, com quem eu já transava há mais de 18 meses, mas na minha mente, via o rosto dela. da Andrea em vez da da Brenda (apesar de Brenda ser mais gostosa), a pira que me dava era grande. Tinha que arriscar com a Andrea, mas precisava saber se ela topava mais.
Umas 3 semanas depois, fomos convidados pra uma festa a umas 4 quadras da casa dela. Fui com a Andrea e me diverti na festa, tomei umas bebidas e lá pelas 9 da noite ela veio me procurar e disse que já tinha que ir. Fingi que tava bêbado, agi como se tivesse dificuldade de andar e que não tava muito consciente do que fazia. Fomos andando, eu falando um monte de besteira e quando chegamos num lugar escuro no caminho, parei e falei que ela era muito gostosa, na hora beijei ela e por um momento ela me afastou e disse que eu tava muito bêbado. Uns passos adiante tentei de novo e dessa vez ela se deixou levar, me beijou com paixão, comecei a acariciar o peito direito dela enquanto beijava, ela deixou, continuei apalpando ela, até que toquei na bunda dela. Aí ela me afastou e disse que era melhor a gente ir. Tentei beijar ela de novo, mas ela não deixou mais. Não liguei, já sabia que ela queria algo mais comigo.
No outro dia cheguei na casa dela e ela não mencionou nada do que rolou, só disse que eu tinha saído muito bêbado e que ela tinha me ajudado a chegar em casa. Eu entrei na onda e falei que não lembrava de nada. Na semana seguinte teve outra festa perto do mesmo lugar e foi ela quem me convidou. De novo fingi que tava bêbado e dessa vez beijei ela por mais tempo, coloquei a mão por baixo da saia dela e toquei na bunda dela. Aproveitei também pra passar a mão por cima da bucetinha dela, a calcinha tava molhada. Continuei tocando ela, peguei a mão dela e levei até minha calça, ela acariciou minha pica por cima mas não quis tirar pra fora. Depois de um tempo ela me fez parar e me acompanhou até em casa. No dia seguinte fizemos a mesma encenação de não lembrar de nada. Eu queria ela e sabia que ela me queria, mas não me atrevia a tentar ir mais longe, porque não queria terminar com a Brenda.
Umas Um mês depois, um dia antes do aniversário de 18 anos dela, a Andrea me pediu pra chegar na casa dela à tarde. Fui como sempre, mas tinha algo diferente: ela tinha acabado de tomar banho e estava maquiada. Tava usando a mesma minissaia que eu tanto gostava; fiquei meio estranho com a roupa dela. Aí ela me disse que os pais e a irmã tinham viajado e só voltariam no dia seguinte. Depois, pediu uma coisa que me deixou pasmo.
— Sabe, Luis, você é meu melhor amigo e quero te pedir um grande favor, mas tô com vergonha.
— Ei, a gente nunca teve vergonha um do outro, pede o que quiser.
— Sim, mas isso é maior e não sei como pedir.
— Te devo muito e faço qualquer coisa (meu coração tava a mil).
— Sim, mas é que eu sei que você gosta muito da Brenda, que é minha melhor amiga, e…
— Vai, me fala que tudo se resolve.
— Bom, você sabe como minha mãe é, nunca me deixou fazer nada. Amanhã faço 18 anos e não quero passar eles sendo virgem — disse com a cara vermelha de vergonha.
— E você quer que eu…? (perguntei disfarçando minha alegria).
— Pois é, você é o melhor homem que conheci e te peço, por favor, que me faça mulher.
— E a Brenda?
— Juro que não vou contar nada pra ela. É muito importante pra mim e faço o que você quiser.
Então me aproximei dela e beijei ela, igual quando me fiz de bêbado. Ela, claro, correspondeu. Sem parar de nos beijar, fomos até o quarto dos pais dela e deitamos na cama. Abri a blusa dela e tirei, enquanto beijava o pescoço dela. Abri o sutiã e os peitos dela ficaram expostos pela primeira vez. Beijei eles, chupei e mordi de leve os bicos. Me deliciei com eles por mais de 5 minutos. Falei pra ela não se calar e me dizer do que gostava. Depois beijei a barriga dela e tirei minha camisa. Chupei os peitos dela de novo enquanto minha mão brincava debaixo da saia dela; a gente tava muito excitado. Ela se levantou e tirou a saia. Aproveitei e tirei minha calça. Ela deitou de novo e eu beijei ela de novo. estômago. Enfiei minha língua no umbigo dela e beliscava os mamilos. Desci então pra calcinha dela, que fui tirando aos poucos, beijava a rachinha dela, que tinha pouco pelo. Tirei toda a roupa dela e comecei a chupar a buceta. Ela tava prestes a ter o primeiro orgasmo (segundo ela me disse depois, nunca tinha se masturbado), continuei chupando até pegar o clitóris dela entre os dentes,
- Continua por favor, eu gosto, continua
Ela se contorcia e uns segundos depois explodiu num grande orgasmo, dava pra ouvir os gemidos dela
- Uau, isso foi incrível. Ela disse
- E falta muito mais
Queria que ela me chupasse, mas ia deixar pra depois, esse era o momento dela, então beijei ela de novo nos lábios e continuei tocando a bucetinha. Virei ela de costas e beijei as costas dela, fui descendo até chegar na bunda dela, era uma delícia, beijei, mordi. Separei as nádegas e enfiei a língua no cu dela, chupei, ela só se deixava fazer enquanto gemia. Eu chupava o clitóris e subia até o ânus dela. Ela tava pronta, peguei uma camisinha e ela disse pra eu não me preocupar que já tava tomando pílula há mais de um mês.
Virei ela de novo, beijei e, olhando nos olhos dela, coloquei meu pau totalmente duro na entrada da vagina dela.
- Tá pronta?
- Sim, mas vai com cuidado
Devagar fui enfiando meu pinto, ela mordia o lábio e fechou os olhos, senti que o hímen dela tava impedindo a entrada, empurrei com força, ela reclamou da dor. Parei o movimento até passar a dor, aí enfiei meu pau até o fundo. Comecei um movimento lento, fui aumentando o ritmo, aos poucos ela foi se acostumando com a situação e pegou o ritmo, mexia a cintura dela no compasso das minhas investidas, depois de um tempo esqueceu a dor e, apesar da apertada, começou a sentir prazer, agarrou meu corpo com as pernas dela feito um alicate, eu por minha parte tava aproveitando como nunca, me concentrei em aguentar até ela gozar de novo. Depois de mais de 10 Minutos depois ela me dizia:
- É delicioso, não para, tô quase lá.
Aumentei o ritmo e, segundos depois, ela cravou as unhas nas minhas costas, me prendeu com mais força com as pernas e, com suspiros fortes, me mostrou que tinha alcançado o êxtase pela segunda vez. Na sequência, enchi o útero dela de porra, jorrei uma quantidade enorme de leite. Tinha sido, de longe, a melhor foda da minha vida.
A gente se beijou e ficou deitado na cama. Conversamos sobre o que tinha rolado, ela me agradeceu e disse que foi muito melhor do que imaginava, que era o melhor presente de aniversário que já tinha ganhado na vida.
Beijei ela e falei que ela tinha que me agradecer de outro jeito.
- Ah, é! E como eu devo fazer? – ela disse com cara de safada.
- Bom, já que você não é mais mocinha, queria que essa boquinha linda me mostrasse.
Fiquei de pé na cama, com meu pau duro de novo apontando pra cara dela, e mandei ela chupar. Sem pensar muito, ela beijou a ponta várias vezes, depois colocou a língua pra fora e lambeu meu pau várias vezes. Com muito tesão, ela olhou nos meus olhos e abriu os lábios de vez. Enfiei o pau na boca dela, e ela começou a chupar e mamar. Deu umas mordidas por inexperiência, mas mandava bem. Ela me mamou por mais de 5 minutos, deixando escapar muita saliva pelo canto da boca.
- Você é uma boqueteira excelente – falei.
Ela continuou lambendo por um bom tempo, até que eu disse que ia ensinar uma posição nova. Mandei ela ficar de quatro, igual uma putinha, e ela, excitada, obedeceu. Brinquei um pouco com o clitóris e com o cu dela, com cuidado, enfiei de novo – ela estava toda molhada. Meti, enfiava e tirava, rápido e devagar, rápido e devagar, até levar ela de novo à beira do orgasmo. Quando ela tava mais quente, enfiei a ponta do dedo no cu dela. Isso a desconcertou, e na hora ela teve um novo orgasmo, se contorcendo. Poucos segundos depois, eu também gozei.
- Agora, como amigos, a gente vai continuar transando, né?
- Sempre que você quiser. Ela me respondeu tentando se acalmar.
Passamos a noite juntos na cama dos pais dela. No amanhecer do dia seguinte, acordei e comecei a beijar os bicos dos peitos dela, devagar, até que ela acordou.
— Feliz aniversário, gostosa.
E beijei ela na boca. A gente transou mais duas vezes naquela manhã e depois várias outras vezes. Ela aceitou que eu continuasse com minha namorada e prometeu não contar nada. Tudo seguiu bem até a irmã dela ver o que a gente fazia…
Minha melhor amiga Andrea não queria chegar aos 18 anos sendo virgem, então me pediu pra fazer dela mulher um dia antes do aniversário dela.
Em 1993, meu pai conseguiu uma promoção no trabalho e decidiu que a gente ia se mudar pra uma cidade nova. A ideia me irritou pra caralho, eu tinha acabado de fazer 13 anos e ia ser obrigado a largar meus amigos de infância. A gente foi pra uma casa bonita, minha mãe tava super feliz, e eu não tive escolha a não ser me adaptar.
No primeiro dia de aula, eu me senti meio desconfortável. No ônibus que ia levar a gente pro colégio, sentei do lado da Andrea, uma menina linda que estudava na mesma escola. Meio nervoso, me apresentei e comecei a conversar com ela. Ela respondeu com simpatia, e a gente começou uma conversa divertida até chegar no colégio. Ela me ajudou como guia. Na saída, procurei ela no ônibus e sentei do lado dela de novo. Continuamos conversando, e foi assim que consegui minha primeira amiga, que depois viraria minha melhor amiga.
Por ser meio extrovertido, foi mais fácil do que eu imaginava fazer novos amigos. Graças ao futebol e aos videogames, logo conquistei meu espaço no grupo. Me convidavam pra festas e várias atividades, mas eu curtia muito a companhia da Andrea. A gente tinha um monte de coisa em comum, adorava passar tempo com a família dela. A irmã mais nova, Guiselle, era muito divertida. Parecíamos namorados, mas nunca pensei nela como algo mais que uma amiga, talvez pra não arriscar uma amizade tão boa.
Uns dois anos depois, comecei a namorar a Brenda, que era uma das melhores amigas da Andrea. Eu gostava muito dela, e a Andrea me ajudou a conquistá-la. Devo dizer que não tinha problema em arrumar namoradas. Não me acho muito bonito, mas também não sou feio. Passava muito tempo nos esportes, então tinha um corpo atlético, e me divertia pra caralho porque tinha fama de pegador.
Mesmo namorando, continuava passando muito tempo com a Andrea. A gente ia junto ao cinema, a shows, festas, etc. Andrea, por outro lado, era muito controlada pelos pais, que não deixavam ela pensar em nada além dos estudos. Quando saíamos, ela tinha que voltar antes das 21h, sempre tirar notas excelentes e não podia ter namorado, mesmo tendo uma fila de pretendentes.
Como eu disse antes, não via Andrea como uma possível conquista, mas não dava pra ignorar que ela tinha um corpo lindo, pele morena, cabelo liso e preto, peitos médios, redondos e muito apetitosos, pernas bonitas e bem bronzeadas, e uma bunda de dar inveja. Ela adorava dançar, e a gente corria toda manhã, o que ajudava ela a manter a forma.
Um dia, combinamos de ir ao cinema. Cheguei um pouco mais cedo, a mãe dela abriu a porta e me deixou entrar como sempre. Fui até o quarto dela, e ela estava terminando um trabalho. Disse que já estava quase acabando, então me deitei na cama dela e liguei a TV. Uns cinco minutos depois, ela falou que tinha terminado e pediu pra eu sair porque precisava tirar o uniforme. Brinquei, dizendo pra ela tirar na minha frente mesmo, que eu tava com preguiça de esperar do lado de fora.
- Acho que não, ela disse com uma careta.
- Qual é, somos amigos há tanto tempo e já te vi de biquíni.
- Tá bom, então, mas fecha os olhos.
Ela levantou a blusa e abaixou a saia, virou de costas pra mim. Tava de calcinha branca, que mostrava como a bunda dela era perfeita. E pela primeira vez, fiquei realmente excitado ao vê-la. Não consegui desviar o olhar e falei:
- Andrea, nunca te disse, mas como você é gostosa...!
- Ah, que ideia é essa?
- Não, sério, tenho que dizer que você tem a melhor bunda que já vi.
- Tá sempre pagando de galã, vamos logo.
Fomos ao cinema como sempre, mas eu olhava pra ela de um jeito diferente. Abracei ela mais do que nas outras vezes, e a gente se divertiu muito. Naquela noite, minha casa estava vazia, então pude saciar meu desejo com a minha Brenda, com quem eu já transava há mais de 18 meses, mas na minha mente, via o rosto dela. da Andrea em vez da da Brenda (apesar de Brenda ser mais gostosa), a pira que me dava era grande. Tinha que arriscar com a Andrea, mas precisava saber se ela topava mais.
Umas 3 semanas depois, fomos convidados pra uma festa a umas 4 quadras da casa dela. Fui com a Andrea e me diverti na festa, tomei umas bebidas e lá pelas 9 da noite ela veio me procurar e disse que já tinha que ir. Fingi que tava bêbado, agi como se tivesse dificuldade de andar e que não tava muito consciente do que fazia. Fomos andando, eu falando um monte de besteira e quando chegamos num lugar escuro no caminho, parei e falei que ela era muito gostosa, na hora beijei ela e por um momento ela me afastou e disse que eu tava muito bêbado. Uns passos adiante tentei de novo e dessa vez ela se deixou levar, me beijou com paixão, comecei a acariciar o peito direito dela enquanto beijava, ela deixou, continuei apalpando ela, até que toquei na bunda dela. Aí ela me afastou e disse que era melhor a gente ir. Tentei beijar ela de novo, mas ela não deixou mais. Não liguei, já sabia que ela queria algo mais comigo.
No outro dia cheguei na casa dela e ela não mencionou nada do que rolou, só disse que eu tinha saído muito bêbado e que ela tinha me ajudado a chegar em casa. Eu entrei na onda e falei que não lembrava de nada. Na semana seguinte teve outra festa perto do mesmo lugar e foi ela quem me convidou. De novo fingi que tava bêbado e dessa vez beijei ela por mais tempo, coloquei a mão por baixo da saia dela e toquei na bunda dela. Aproveitei também pra passar a mão por cima da bucetinha dela, a calcinha tava molhada. Continuei tocando ela, peguei a mão dela e levei até minha calça, ela acariciou minha pica por cima mas não quis tirar pra fora. Depois de um tempo ela me fez parar e me acompanhou até em casa. No dia seguinte fizemos a mesma encenação de não lembrar de nada. Eu queria ela e sabia que ela me queria, mas não me atrevia a tentar ir mais longe, porque não queria terminar com a Brenda.
Umas Um mês depois, um dia antes do aniversário de 18 anos dela, a Andrea me pediu pra chegar na casa dela à tarde. Fui como sempre, mas tinha algo diferente: ela tinha acabado de tomar banho e estava maquiada. Tava usando a mesma minissaia que eu tanto gostava; fiquei meio estranho com a roupa dela. Aí ela me disse que os pais e a irmã tinham viajado e só voltariam no dia seguinte. Depois, pediu uma coisa que me deixou pasmo.
— Sabe, Luis, você é meu melhor amigo e quero te pedir um grande favor, mas tô com vergonha.
— Ei, a gente nunca teve vergonha um do outro, pede o que quiser.
— Sim, mas isso é maior e não sei como pedir.
— Te devo muito e faço qualquer coisa (meu coração tava a mil).
— Sim, mas é que eu sei que você gosta muito da Brenda, que é minha melhor amiga, e…
— Vai, me fala que tudo se resolve.
— Bom, você sabe como minha mãe é, nunca me deixou fazer nada. Amanhã faço 18 anos e não quero passar eles sendo virgem — disse com a cara vermelha de vergonha.
— E você quer que eu…? (perguntei disfarçando minha alegria).
— Pois é, você é o melhor homem que conheci e te peço, por favor, que me faça mulher.
— E a Brenda?
— Juro que não vou contar nada pra ela. É muito importante pra mim e faço o que você quiser.
Então me aproximei dela e beijei ela, igual quando me fiz de bêbado. Ela, claro, correspondeu. Sem parar de nos beijar, fomos até o quarto dos pais dela e deitamos na cama. Abri a blusa dela e tirei, enquanto beijava o pescoço dela. Abri o sutiã e os peitos dela ficaram expostos pela primeira vez. Beijei eles, chupei e mordi de leve os bicos. Me deliciei com eles por mais de 5 minutos. Falei pra ela não se calar e me dizer do que gostava. Depois beijei a barriga dela e tirei minha camisa. Chupei os peitos dela de novo enquanto minha mão brincava debaixo da saia dela; a gente tava muito excitado. Ela se levantou e tirou a saia. Aproveitei e tirei minha calça. Ela deitou de novo e eu beijei ela de novo. estômago. Enfiei minha língua no umbigo dela e beliscava os mamilos. Desci então pra calcinha dela, que fui tirando aos poucos, beijava a rachinha dela, que tinha pouco pelo. Tirei toda a roupa dela e comecei a chupar a buceta. Ela tava prestes a ter o primeiro orgasmo (segundo ela me disse depois, nunca tinha se masturbado), continuei chupando até pegar o clitóris dela entre os dentes,
- Continua por favor, eu gosto, continua
Ela se contorcia e uns segundos depois explodiu num grande orgasmo, dava pra ouvir os gemidos dela
- Uau, isso foi incrível. Ela disse
- E falta muito mais
Queria que ela me chupasse, mas ia deixar pra depois, esse era o momento dela, então beijei ela de novo nos lábios e continuei tocando a bucetinha. Virei ela de costas e beijei as costas dela, fui descendo até chegar na bunda dela, era uma delícia, beijei, mordi. Separei as nádegas e enfiei a língua no cu dela, chupei, ela só se deixava fazer enquanto gemia. Eu chupava o clitóris e subia até o ânus dela. Ela tava pronta, peguei uma camisinha e ela disse pra eu não me preocupar que já tava tomando pílula há mais de um mês.
Virei ela de novo, beijei e, olhando nos olhos dela, coloquei meu pau totalmente duro na entrada da vagina dela.
- Tá pronta?
- Sim, mas vai com cuidado
Devagar fui enfiando meu pinto, ela mordia o lábio e fechou os olhos, senti que o hímen dela tava impedindo a entrada, empurrei com força, ela reclamou da dor. Parei o movimento até passar a dor, aí enfiei meu pau até o fundo. Comecei um movimento lento, fui aumentando o ritmo, aos poucos ela foi se acostumando com a situação e pegou o ritmo, mexia a cintura dela no compasso das minhas investidas, depois de um tempo esqueceu a dor e, apesar da apertada, começou a sentir prazer, agarrou meu corpo com as pernas dela feito um alicate, eu por minha parte tava aproveitando como nunca, me concentrei em aguentar até ela gozar de novo. Depois de mais de 10 Minutos depois ela me dizia:
- É delicioso, não para, tô quase lá.
Aumentei o ritmo e, segundos depois, ela cravou as unhas nas minhas costas, me prendeu com mais força com as pernas e, com suspiros fortes, me mostrou que tinha alcançado o êxtase pela segunda vez. Na sequência, enchi o útero dela de porra, jorrei uma quantidade enorme de leite. Tinha sido, de longe, a melhor foda da minha vida.
A gente se beijou e ficou deitado na cama. Conversamos sobre o que tinha rolado, ela me agradeceu e disse que foi muito melhor do que imaginava, que era o melhor presente de aniversário que já tinha ganhado na vida.
Beijei ela e falei que ela tinha que me agradecer de outro jeito.
- Ah, é! E como eu devo fazer? – ela disse com cara de safada.
- Bom, já que você não é mais mocinha, queria que essa boquinha linda me mostrasse.
Fiquei de pé na cama, com meu pau duro de novo apontando pra cara dela, e mandei ela chupar. Sem pensar muito, ela beijou a ponta várias vezes, depois colocou a língua pra fora e lambeu meu pau várias vezes. Com muito tesão, ela olhou nos meus olhos e abriu os lábios de vez. Enfiei o pau na boca dela, e ela começou a chupar e mamar. Deu umas mordidas por inexperiência, mas mandava bem. Ela me mamou por mais de 5 minutos, deixando escapar muita saliva pelo canto da boca.
- Você é uma boqueteira excelente – falei.
Ela continuou lambendo por um bom tempo, até que eu disse que ia ensinar uma posição nova. Mandei ela ficar de quatro, igual uma putinha, e ela, excitada, obedeceu. Brinquei um pouco com o clitóris e com o cu dela, com cuidado, enfiei de novo – ela estava toda molhada. Meti, enfiava e tirava, rápido e devagar, rápido e devagar, até levar ela de novo à beira do orgasmo. Quando ela tava mais quente, enfiei a ponta do dedo no cu dela. Isso a desconcertou, e na hora ela teve um novo orgasmo, se contorcendo. Poucos segundos depois, eu também gozei.
- Agora, como amigos, a gente vai continuar transando, né?
- Sempre que você quiser. Ela me respondeu tentando se acalmar.
Passamos a noite juntos na cama dos pais dela. No amanhecer do dia seguinte, acordei e comecei a beijar os bicos dos peitos dela, devagar, até que ela acordou.
— Feliz aniversário, gostosa.
E beijei ela na boca. A gente transou mais duas vezes naquela manhã e depois várias outras vezes. Ela aceitou que eu continuasse com minha namorada e prometeu não contar nada. Tudo seguiu bem até a irmã dela ver o que a gente fazia…
7 comentários - Minha melhor amiga me pediu pra tirar a virgindade dela
1) la hermana los vio y toda asqueada les dijo a sus padres, los cuales sacaron al chabón de una patada en el culo rapidamente! Luego enviaron a la piba del cumple lejos, lejos, a la casa de unos parientes...por siempre...je.
2) la hermana los vio, y a cambio de no decir nada, les pidio que la acepten en el juego..y meta trios y trios al por mayor!!
3) la hermana los vió, entró al cuarto, se dió a conocer como una robot enviada desde el futuro para evitar esa cogida, peló 4 armas láser de sus brazos y tetas, y los mató a los dos! terminada su misión, activó su mecanismo de autodestrucción y explotó en un gran hongo nuclear, que se llevó a medio país al infierno...
4) La parejita ve a la piba espiandolos, y antes de que ella dé la voz de alarma, la agarran y la matan, cortando su cuerpo en pedazos y ocultandolos en bolsas de plástico, en el patio del vecino, que estaba de vacaciones...
ajjajaaja
quiiero la segunda parte jum u.u