Leiam, é longo mas é muito bom. Por favor, comentem. Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Minha melhor amiga me pediu pra tirar a virgindade dela
Minha melhor amiga Andrea não queria chegar aos 18 anos sendo virgem, então me pediu pra fazer dela mulher um dia antes do aniversário dela.
Em 1993, meu pai conseguiu uma promoção no trabalho e decidiu que a gente ia se mudar pra uma cidade nova. A ideia me irritou pra caralho, eu tinha acabado de fazer 13 anos e ia ser obrigado a largar meus amigos de infância. A gente foi pra uma casa bonita, minha mãe tava super feliz, e eu não tive escolha a não ser me adaptar.
No primeiro dia de aula, me senti meio desconfortável. No ônibus que ia levar a gente pro colégio, sentei do lado da Andrea, uma menina linda que estudava na mesma escola. Meio nervoso, me apresentei e comecei a conversar com ela. Ela respondeu com simpatia, e a gente começou uma conversa divertida até chegar no colégio. Ela me ajudou como guia. Na saída, procurei ela no ônibus e sentei do lado dela de novo. A gente continuou conversando, e foi assim que consegui minha primeira amiga, que depois virou minha melhor amiga.
Por ser meio extrovertido, foi mais fácil do que eu imaginava fazer novos amigos. Graças ao futebol e aos videogames, logo me encaixei no grupo. Me convidavam pra festas e várias atividades, mas eu curtia muito a companhia da Andrea. A gente tinha muito em comum, adorava passar tempo com a família dela. A irmã mais nova, Guiselle, era muito divertida. Parecíamos namorados, mas nunca pensei nela como algo além de amiga, talvez pra não arriscar uma amizade tão foda.
Uns dois anos depois, comecei a namorar a Brenda, que era uma das melhores amigas da Andrea. Eu gostava muito dela, e a Andrea me ajudou a conquistá-la. Devo dizer que não tinha problema em arrumar namorada. Não me acho muito bonito, mas também não sou feio. Passava muito tempo nos esportes, então tinha um corpo atlético, e me divertia pra caralho porque tinha fama de pegador.
Mesmo namorando, continuava passando muito tempo com a Andrea. A gente ia junto ao cinema, a shows, festas, etc. Andrea, por outro lado, era muito controlada pelos pais, que não deixavam ela pensar em nada além dos estudos. Quando saíamos, ela tinha que voltar antes das 21h, sempre tirar notas excelentes e não podia ter namorado, mesmo tendo uma fila de pretendentes.
Como eu disse antes, não via Andrea como uma possível conquista, mas não dava pra ignorar que ela tinha um corpo gostoso, pele morena, cabelo liso e preto, peitos médios, redondos e bem apetitosos, pernas lindas e bem bronzeadas, e uma bunda de dar inveja. Ela adorava dançar, e a gente corria toda manhã, o que ajudava ela a manter a forma.
Um dia, combinamos de ir ao cinema. Cheguei um pouco mais cedo, a mãe dela abriu a porta e me deixou entrar como sempre. Fui até o quarto dela, e ela estava terminando um trabalho. Disse que já ia acabar, então me deitei na cama dela e liguei a TV. Uns cinco minutos depois, ela falou que tinha terminado e pediu pra eu sair pra ela trocar de roupa. Brinquei: "Tira aqui mesmo, tô com preguiça de esperar lá fora."
- Acho que não, ela disse com uma careta.
- Qual é, somos amigos há tanto tempo, já até te vi de biquíni.
- Tá bom, mas fecha os olhos.
Ela levantou a blusa e baixou a saia, virou de costas pra mim. Tava de calcinha branca, que mostrava como a bunda dela era perfeita. E pela primeira vez, fiquei excitado de verdade ao vê-la. Não consegui desviar o olhar e falei:
- Andrea, nunca te falei, mas como você é gostosa...!
- Ah, que isso!
- Não, sério, tenho que dizer que você tem a melhor bunda que já vi.
- Tá sempre de galã, vamos logo.
Fomos ao cinema como sempre, mas eu olhava pra ela de outro jeito. Abracei ela mais do que de costume, e a gente se divertiu pra caramba. Naquela noite, minha casa tava vazia, então pude saciar meu desejo com a minha Brenda, com quem eu já transava há mais de 18 meses, mas na minha mente, eu via o rosto da Andrea. da Andrea em vez da da Brenda (apesar de que a Brenda era mais gostosa), o tesão que eu sentia era grande. Eu tinha que arriscar com a Andrea, mas precisava saber se ela topava mais.
Umas 3 semanas depois, fomos convidados pra uma festa a umas 4 quadras da casa dela. Fui com a Andrea e me diverti na festa, tomei umas bebidas e lá pelas 9 da noite ela veio me procurar e disse que já tinha que ir. Fingi que tava bêbado, agi como se tivesse dificuldade pra andar e que não tava muito consciente dos meus atos. Fomos andando, eu falando um monte de besteira, e quando chegamos num lugar escuro no caminho, parei e falei que ela era muito gostosa. Na hora, beijei ela, e por um momento ela me afastou e disse que eu tava muito bêbado. Uns passos adiante, tentei de novo e dessa vez ela se deixou levar, me beijou com paixão. Comecei a acariciar o peito direito dela enquanto beijava, e ela deixou. Continuei apalpando ela até que toquei na bunda dela. Aí ela me afastou e disse que era melhor a gente ir embora. Tentei beijar ela de novo, mas ela não deixou. Não liguei, já sabia que ela queria algo mais comigo.
No dia seguinte, cheguei na casa dela e ela não mencionou nada do que aconteceu. Só disse que eu tinha saído muito bêbado e que ela tinha me ajudado a chegar em casa. Eu entrei na onda e falei que não lembrava de nada. Na semana seguinte, teve outra festa perto do mesmo lugar, e foi ela quem me convidou. De novo, fingi que tava bêbado, e dessa vez beijei ela por mais tempo, coloquei a mão por baixo da saia dela e toquei na bunda dela. Aproveitei também pra passar a mão por cima da bucetinha dela, a calcinha tava molhada. Continuei tocando ela, peguei a mão dela e levei até minha calça. Ela acariciou minha rola por cima, mas não quis tirar pra fora. Depois de um tempo, ela me fez parar e me acompanhou até em casa. No dia seguinte, fizemos a mesma encenação de não lembrar de nada. Eu queria ela e sabia que ela me queria, mas não me atrevia a tentar ir mais longe, porque não queria terminar com a Brenda.
Umas Um mês depois, um dia antes de fazer 18 anos, a Andrea me pediu pra ir na casa dela à tarde. Fui como sempre, mas tinha algo diferente: ela tinha acabado de tomar banho e estava maquiada. Tava usando a mesma minissaia que eu tanto gostava; fiquei meio estranhado com a roupa dela. Aí ela me disse que os pais e a irmã tinham viajado e só voltariam no dia seguinte. Depois, pediu uma coisa que me deixou pasmo.
— Sabe, Luis, você é meu melhor amigo e quero te pedir um grande favor, mas tô com vergonha.
— Ei, a gente nunca teve vergonha um do outro, pede o que quiser.
— Sim, mas isso é maior e não sei como pedir.
— Te devo muito e faço qualquer coisa (meu coração tava a mil).
— Sim, mas é que eu sei que você gosta muito da Brenda, que é minha melhor amiga, e…
— Vai, me fala que tudo se resolve.
— Bom, você conhece minha mãe, ela nunca me deixou fazer nada. Amanhã faço 18 anos e não quero passar eles sendo virgem — disse com a cara vermelha de vergonha.
— E você quer que eu…? (perguntei disfarçando minha alegria).
— Pois é, você é o melhor homem que conheci e te peço por favor pra me fazer mulher.
— E a Brenda?
— Juro que não vou contar nada pra ela. É muito importante pra mim e faço o que você quiser.
Então me aproximei e beijei ela, igual quando fingi que tava bêbado. Ela, claro, correspondeu. Sem parar de nos beijar, fomos até o quarto dos pais dela e deitamos na cama. Abri a blusa dela e tirei enquanto beijava o pescoço dela. Abri o sutiã e os peitos dela ficaram expostos pela primeira vez. Beijei eles, chupei e mordi de leve os bicos. Me deliciei com eles por mais de 5 minutos. Falei pra ela não se calar e me dizer do que gostava. Depois beijei a barriga dela e tirei minha camisa. Chupei os peitos dela de novo enquanto minha mão brincava por baixo da saia dela. A gente tava super excitado. Ela levantou e tirou a saia. Aproveitei e tirei minha calça. Ela deitou de novo e eu beijei ela mais uma vez. estômago. Enfiei minha língua no umbigo dela e beliscava os mamilos. Desci então até a calcinha dela, que fui tirando aos poucos, beijava a bucetinha dela, que tinha pouco pelo. Tirei toda a roupa dela e comecei a chupar a boceta. Ela estava prestes a ter o primeiro orgasmo (segundo me disse depois, nunca tinha se masturbado), continuei chupando até prender o clitóris dela entre meus dentes,
- Continua por favor, eu gosto, continua
Ela se contorcia e segundos depois explodiu num grande orgasmo, dava pra ouvir os gemidos dela
- Uau, isso foi incrível. Ela disse
- E falta muito mais
Queria que ela me chupasse, mas deixaria pra depois, esse era o momento dela, então voltei a beijar os lábios dela e continuei tocando a periquita. Virei ela de costas e beijei as costas dela, fui descendo até chegar na bunda dela, era uma delícia, beijei, mordi. Separei as nádegas e enfiei a língua no cu dela, chupei, ela só se deixava fazer enquanto gemia. Chupava o clitóris dela e subia até o ânus. Ela estava pronta, peguei uma camisinha e ela disse pra eu não me preocupar que já estava há mais de um mês tomando pílula.
Virei ela de novo, beijei e, olhando nos olhos dela, coloquei meu pau totalmente ereto na entrada da vagina dela.
- Tá pronta?
- Sim, mas vai com cuidado
Devagar fui introduzindo meu pinto, ela mordia o lábio e fechou os olhos, senti que o hímen dela impedia a entrada, empurrei com força, ela reclamou da dor. Parei o movimento até passar a dor, então introduzi meu cacete até o fundo. Comecei um movimento lento, fui aumentando o ritmo, aos poucos ela foi se acostumando com a situação e pegou o ritmo, mexia a bunda em sintonia com minhas investidas, depois de um tempo esqueceu a dor e apesar da apertadinha começou a sentir prazer, agarrou meu corpo com as pernas como um alicate, eu por minha parte estava aproveitando como nunca, me concentrei em aguentar até ela gozar de novo. Depois de mais de 10 minutos ela me dizia:
- É delicioso, não para, tô quase lá.
Aumentei o ritmo e, segundos depois, ela cravou as unhas nas minhas costas, me prendeu com mais força com as pernas e, com suspiros fortes, me mostrou que tinha alcançado o êxtase pela segunda vez. Na hora, enchi o útero dela de porra, jorrei uma quantidade enorme de leite. Tinha sido, de longe, a melhor foda da minha vida.
A gente se beijou e ficou deitado na cama. Conversamos sobre o que tinha rolado, ela me agradeceu e disse que foi muito melhor do que imaginava, que era o melhor presente de aniversário que já tinha ganhado na vida.
Beijei ela e falei que ela tinha que me agradecer de outro jeito.
- Ah, é! E como eu devo fazer? – ela disse com cara de safada.
- Bom, já que você não é mais mocinha, queria que essa boquinha linda me mostrasse.
Fiquei de pé na cama, com meu pau duro de novo apontando pra cara dela, e mandei ela chupar. Ela, sem pensar muito, beijou a ponta várias vezes, depois colocou a língua pra fora e deu várias lambidas no meu pau. Com muito tesão, ela olhou nos meus olhos e abriu os lábios de vez. Enfiei meu pau na boca dela, e ela começou a chupar e mamar. Deu umas mordidinhas por inexperiência, mas mandava bem. Me mamou por mais de 5 minutos, deixando escapar bastante saliva pelo canto da boca.
- Você é uma boqueteira de primeira – falei.
Ela continuou lambendo por um bom tempo, até que eu disse que ia ensinar uma posição nova. Mandei ela ficar de quatro, igual uma putinha, e ela, toda excitada, obedeceu. Brinquei um pouco com o clitóris dela e com o cu, com cuidado penetrei de novo – ela tava toda molhada. Meti num vai e vem, rápido e devagar, rápido e devagar, até levar ela de novo à beira do orgasmo. Quando ela tava mais quente, enfiei a ponta do dedo no cu dela. Isso a desconcertou, e na hora ela teve um novo orgasmo, se contorcendo toda. Poucos segundos depois, eu também gozei.
- Agora, como amigos, a gente vai continuar transando, né?
- Sempre que você quiser. Ela me respondeu tentando se acalmar.
Passamos a noite juntos na cama dos pais dela. No amanhecer do dia seguinte, acordei e comecei a beijar os bicos dos peitos dela, devagar, até que ela acordou.
– Feliz aniversário, gostosa.
E beijei ela na boca. A gente transou mais duas vezes naquela manhã e depois várias outras vezes. Ela aceitou que eu continuasse com minha namorada e prometeu não contar nada. Tudo seguiu bem até a irmã dela ver o que a gente fazia…
Minha melhor amiga Andrea não queria chegar aos 18 anos sendo virgem, então me pediu pra fazer dela mulher um dia antes do aniversário dela.
Em 1993, meu pai conseguiu uma promoção no trabalho e decidiu que a gente ia se mudar pra uma cidade nova. A ideia me irritou pra caralho, eu tinha acabado de fazer 13 anos e ia ser obrigado a largar meus amigos de infância. A gente foi pra uma casa bonita, minha mãe tava super feliz, e eu não tive escolha a não ser me adaptar.
No primeiro dia de aula, me senti meio desconfortável. No ônibus que ia levar a gente pro colégio, sentei do lado da Andrea, uma menina linda que estudava na mesma escola. Meio nervoso, me apresentei e comecei a conversar com ela. Ela respondeu com simpatia, e a gente começou uma conversa divertida até chegar no colégio. Ela me ajudou como guia. Na saída, procurei ela no ônibus e sentei do lado dela de novo. A gente continuou conversando, e foi assim que consegui minha primeira amiga, que depois virou minha melhor amiga.
Por ser meio extrovertido, foi mais fácil do que eu imaginava fazer novos amigos. Graças ao futebol e aos videogames, logo me encaixei no grupo. Me convidavam pra festas e várias atividades, mas eu curtia muito a companhia da Andrea. A gente tinha muito em comum, adorava passar tempo com a família dela. A irmã mais nova, Guiselle, era muito divertida. Parecíamos namorados, mas nunca pensei nela como algo além de amiga, talvez pra não arriscar uma amizade tão foda.
Uns dois anos depois, comecei a namorar a Brenda, que era uma das melhores amigas da Andrea. Eu gostava muito dela, e a Andrea me ajudou a conquistá-la. Devo dizer que não tinha problema em arrumar namorada. Não me acho muito bonito, mas também não sou feio. Passava muito tempo nos esportes, então tinha um corpo atlético, e me divertia pra caralho porque tinha fama de pegador.
Mesmo namorando, continuava passando muito tempo com a Andrea. A gente ia junto ao cinema, a shows, festas, etc. Andrea, por outro lado, era muito controlada pelos pais, que não deixavam ela pensar em nada além dos estudos. Quando saíamos, ela tinha que voltar antes das 21h, sempre tirar notas excelentes e não podia ter namorado, mesmo tendo uma fila de pretendentes.
Como eu disse antes, não via Andrea como uma possível conquista, mas não dava pra ignorar que ela tinha um corpo gostoso, pele morena, cabelo liso e preto, peitos médios, redondos e bem apetitosos, pernas lindas e bem bronzeadas, e uma bunda de dar inveja. Ela adorava dançar, e a gente corria toda manhã, o que ajudava ela a manter a forma.
Um dia, combinamos de ir ao cinema. Cheguei um pouco mais cedo, a mãe dela abriu a porta e me deixou entrar como sempre. Fui até o quarto dela, e ela estava terminando um trabalho. Disse que já ia acabar, então me deitei na cama dela e liguei a TV. Uns cinco minutos depois, ela falou que tinha terminado e pediu pra eu sair pra ela trocar de roupa. Brinquei: "Tira aqui mesmo, tô com preguiça de esperar lá fora."
- Acho que não, ela disse com uma careta.
- Qual é, somos amigos há tanto tempo, já até te vi de biquíni.
- Tá bom, mas fecha os olhos.
Ela levantou a blusa e baixou a saia, virou de costas pra mim. Tava de calcinha branca, que mostrava como a bunda dela era perfeita. E pela primeira vez, fiquei excitado de verdade ao vê-la. Não consegui desviar o olhar e falei:
- Andrea, nunca te falei, mas como você é gostosa...!
- Ah, que isso!
- Não, sério, tenho que dizer que você tem a melhor bunda que já vi.
- Tá sempre de galã, vamos logo.
Fomos ao cinema como sempre, mas eu olhava pra ela de outro jeito. Abracei ela mais do que de costume, e a gente se divertiu pra caramba. Naquela noite, minha casa tava vazia, então pude saciar meu desejo com a minha Brenda, com quem eu já transava há mais de 18 meses, mas na minha mente, eu via o rosto da Andrea. da Andrea em vez da da Brenda (apesar de que a Brenda era mais gostosa), o tesão que eu sentia era grande. Eu tinha que arriscar com a Andrea, mas precisava saber se ela topava mais.
Umas 3 semanas depois, fomos convidados pra uma festa a umas 4 quadras da casa dela. Fui com a Andrea e me diverti na festa, tomei umas bebidas e lá pelas 9 da noite ela veio me procurar e disse que já tinha que ir. Fingi que tava bêbado, agi como se tivesse dificuldade pra andar e que não tava muito consciente dos meus atos. Fomos andando, eu falando um monte de besteira, e quando chegamos num lugar escuro no caminho, parei e falei que ela era muito gostosa. Na hora, beijei ela, e por um momento ela me afastou e disse que eu tava muito bêbado. Uns passos adiante, tentei de novo e dessa vez ela se deixou levar, me beijou com paixão. Comecei a acariciar o peito direito dela enquanto beijava, e ela deixou. Continuei apalpando ela até que toquei na bunda dela. Aí ela me afastou e disse que era melhor a gente ir embora. Tentei beijar ela de novo, mas ela não deixou. Não liguei, já sabia que ela queria algo mais comigo.
No dia seguinte, cheguei na casa dela e ela não mencionou nada do que aconteceu. Só disse que eu tinha saído muito bêbado e que ela tinha me ajudado a chegar em casa. Eu entrei na onda e falei que não lembrava de nada. Na semana seguinte, teve outra festa perto do mesmo lugar, e foi ela quem me convidou. De novo, fingi que tava bêbado, e dessa vez beijei ela por mais tempo, coloquei a mão por baixo da saia dela e toquei na bunda dela. Aproveitei também pra passar a mão por cima da bucetinha dela, a calcinha tava molhada. Continuei tocando ela, peguei a mão dela e levei até minha calça. Ela acariciou minha rola por cima, mas não quis tirar pra fora. Depois de um tempo, ela me fez parar e me acompanhou até em casa. No dia seguinte, fizemos a mesma encenação de não lembrar de nada. Eu queria ela e sabia que ela me queria, mas não me atrevia a tentar ir mais longe, porque não queria terminar com a Brenda.
Umas Um mês depois, um dia antes de fazer 18 anos, a Andrea me pediu pra ir na casa dela à tarde. Fui como sempre, mas tinha algo diferente: ela tinha acabado de tomar banho e estava maquiada. Tava usando a mesma minissaia que eu tanto gostava; fiquei meio estranhado com a roupa dela. Aí ela me disse que os pais e a irmã tinham viajado e só voltariam no dia seguinte. Depois, pediu uma coisa que me deixou pasmo.
— Sabe, Luis, você é meu melhor amigo e quero te pedir um grande favor, mas tô com vergonha.
— Ei, a gente nunca teve vergonha um do outro, pede o que quiser.
— Sim, mas isso é maior e não sei como pedir.
— Te devo muito e faço qualquer coisa (meu coração tava a mil).
— Sim, mas é que eu sei que você gosta muito da Brenda, que é minha melhor amiga, e…
— Vai, me fala que tudo se resolve.
— Bom, você conhece minha mãe, ela nunca me deixou fazer nada. Amanhã faço 18 anos e não quero passar eles sendo virgem — disse com a cara vermelha de vergonha.
— E você quer que eu…? (perguntei disfarçando minha alegria).
— Pois é, você é o melhor homem que conheci e te peço por favor pra me fazer mulher.
— E a Brenda?
— Juro que não vou contar nada pra ela. É muito importante pra mim e faço o que você quiser.
Então me aproximei e beijei ela, igual quando fingi que tava bêbado. Ela, claro, correspondeu. Sem parar de nos beijar, fomos até o quarto dos pais dela e deitamos na cama. Abri a blusa dela e tirei enquanto beijava o pescoço dela. Abri o sutiã e os peitos dela ficaram expostos pela primeira vez. Beijei eles, chupei e mordi de leve os bicos. Me deliciei com eles por mais de 5 minutos. Falei pra ela não se calar e me dizer do que gostava. Depois beijei a barriga dela e tirei minha camisa. Chupei os peitos dela de novo enquanto minha mão brincava por baixo da saia dela. A gente tava super excitado. Ela levantou e tirou a saia. Aproveitei e tirei minha calça. Ela deitou de novo e eu beijei ela mais uma vez. estômago. Enfiei minha língua no umbigo dela e beliscava os mamilos. Desci então até a calcinha dela, que fui tirando aos poucos, beijava a bucetinha dela, que tinha pouco pelo. Tirei toda a roupa dela e comecei a chupar a boceta. Ela estava prestes a ter o primeiro orgasmo (segundo me disse depois, nunca tinha se masturbado), continuei chupando até prender o clitóris dela entre meus dentes,
- Continua por favor, eu gosto, continua
Ela se contorcia e segundos depois explodiu num grande orgasmo, dava pra ouvir os gemidos dela
- Uau, isso foi incrível. Ela disse
- E falta muito mais
Queria que ela me chupasse, mas deixaria pra depois, esse era o momento dela, então voltei a beijar os lábios dela e continuei tocando a periquita. Virei ela de costas e beijei as costas dela, fui descendo até chegar na bunda dela, era uma delícia, beijei, mordi. Separei as nádegas e enfiei a língua no cu dela, chupei, ela só se deixava fazer enquanto gemia. Chupava o clitóris dela e subia até o ânus. Ela estava pronta, peguei uma camisinha e ela disse pra eu não me preocupar que já estava há mais de um mês tomando pílula.
Virei ela de novo, beijei e, olhando nos olhos dela, coloquei meu pau totalmente ereto na entrada da vagina dela.
- Tá pronta?
- Sim, mas vai com cuidado
Devagar fui introduzindo meu pinto, ela mordia o lábio e fechou os olhos, senti que o hímen dela impedia a entrada, empurrei com força, ela reclamou da dor. Parei o movimento até passar a dor, então introduzi meu cacete até o fundo. Comecei um movimento lento, fui aumentando o ritmo, aos poucos ela foi se acostumando com a situação e pegou o ritmo, mexia a bunda em sintonia com minhas investidas, depois de um tempo esqueceu a dor e apesar da apertadinha começou a sentir prazer, agarrou meu corpo com as pernas como um alicate, eu por minha parte estava aproveitando como nunca, me concentrei em aguentar até ela gozar de novo. Depois de mais de 10 minutos ela me dizia:
- É delicioso, não para, tô quase lá.
Aumentei o ritmo e, segundos depois, ela cravou as unhas nas minhas costas, me prendeu com mais força com as pernas e, com suspiros fortes, me mostrou que tinha alcançado o êxtase pela segunda vez. Na hora, enchi o útero dela de porra, jorrei uma quantidade enorme de leite. Tinha sido, de longe, a melhor foda da minha vida.
A gente se beijou e ficou deitado na cama. Conversamos sobre o que tinha rolado, ela me agradeceu e disse que foi muito melhor do que imaginava, que era o melhor presente de aniversário que já tinha ganhado na vida.
Beijei ela e falei que ela tinha que me agradecer de outro jeito.
- Ah, é! E como eu devo fazer? – ela disse com cara de safada.
- Bom, já que você não é mais mocinha, queria que essa boquinha linda me mostrasse.
Fiquei de pé na cama, com meu pau duro de novo apontando pra cara dela, e mandei ela chupar. Ela, sem pensar muito, beijou a ponta várias vezes, depois colocou a língua pra fora e deu várias lambidas no meu pau. Com muito tesão, ela olhou nos meus olhos e abriu os lábios de vez. Enfiei meu pau na boca dela, e ela começou a chupar e mamar. Deu umas mordidinhas por inexperiência, mas mandava bem. Me mamou por mais de 5 minutos, deixando escapar bastante saliva pelo canto da boca.
- Você é uma boqueteira de primeira – falei.
Ela continuou lambendo por um bom tempo, até que eu disse que ia ensinar uma posição nova. Mandei ela ficar de quatro, igual uma putinha, e ela, toda excitada, obedeceu. Brinquei um pouco com o clitóris dela e com o cu, com cuidado penetrei de novo – ela tava toda molhada. Meti num vai e vem, rápido e devagar, rápido e devagar, até levar ela de novo à beira do orgasmo. Quando ela tava mais quente, enfiei a ponta do dedo no cu dela. Isso a desconcertou, e na hora ela teve um novo orgasmo, se contorcendo toda. Poucos segundos depois, eu também gozei.
- Agora, como amigos, a gente vai continuar transando, né?
- Sempre que você quiser. Ela me respondeu tentando se acalmar.
Passamos a noite juntos na cama dos pais dela. No amanhecer do dia seguinte, acordei e comecei a beijar os bicos dos peitos dela, devagar, até que ela acordou.
– Feliz aniversário, gostosa.
E beijei ela na boca. A gente transou mais duas vezes naquela manhã e depois várias outras vezes. Ela aceitou que eu continuasse com minha namorada e prometeu não contar nada. Tudo seguiu bem até a irmã dela ver o que a gente fazia…
7 comentários - Minha melhor amiga me pediu pra desvirginar ela
1) la hermana los vio y toda asqueada les dijo a sus padres, los cuales sacaron al chabón de una patada en el culo rapidamente! Luego enviaron a la piba del cumple lejos, lejos, a la casa de unos parientes...por siempre...je.
2) la hermana los vio, y a cambio de no decir nada, les pidio que la acepten en el juego..y meta trios y trios al por mayor!!
3) la hermana los vió, entró al cuarto, se dió a conocer como una robot enviada desde el futuro para evitar esa cogida, peló 4 armas láser de sus brazos y tetas, y los mató a los dos! terminada su misión, activó su mecanismo de autodestrucción y explotó en un gran hongo nuclear, que se llevó a medio país al infierno...
4) La parejita ve a la piba espiandolos, y antes de que ella dé la voz de alarma, la agarran y la matan, cortando su cuerpo en pedazos y ocultandolos en bolsas de plástico, en el patio del vecino, que estaba de vacaciones...
ajjajaaja
quiiero la segunda parte jum u.u