Olá, meu nome é Juan e tenho 25 anos, tô na faculdade e, sinceramente, não tenho do que reclamar, tenho bons amigos e eles gostam bastante de mim. Um dos meus amigos, chamado Humberto, tem uma mulher muito gostosa, uma bunda bem redonda e deliciosa, umas caderas que acompanham, um belo par de peitos e uma boca linda.
A verdade é que sempre tive vontade de pegar a Catherine (esse é o nome dela), porque desde que começamos a faculdade, assim que olhei pra ela, já quis meter nela em todos os buracos; mas fazer o quê, meu amigo se adiantou. Depois de 4 anos de faculdade, convivendo com o Humberto, eu percebia que eles brigavam direto, mas também se reconciliam e transavam e tudo mais. Sinceramente, eu ficava louco com o que o Humberto me contava, como eles fodiam, como ela chupava ele e que ela não gostava de sexo anal, na verdade nunca tinha praticado.
Um dia, o Humberto chega puto e me diz: "Isso já me encheu o saco." — Do quê? (Perguntei) — A Catherine terminou comigo por besteira.
J: Mas conversa com ela e esclarece as coisas.
H: Não, já terminou e me encheu o saco.
J: Beleza, irmão, você sabe que os dois são meus amigos, tanto você quanto ela.
H: Na verdade, Juan, quero te pedir um favor. Hoje ela vai na festa de aniversário do Rodrigo, e ela vai de qualquer jeito. Você vai?
J: Sim, tava pensando em ir.
H: Queria que você ficasse de olho nela e me dissesse se ela dançou com alguém e tudo que rolar.
J: Pode contar comigo.
Então me arrumei como sempre, falei com o pessoal da faculdade, e todo mundo já tava a caminho.
Como em toda festa, fiquei conversando com um monte de gente e chegou a vez de falar com a Catherine, onde ela também me contou a versão dela da história, que meu amigo era muito chato, ciumento, possessivo e tinha um leve problema de ejaculação precoce (ele mesmo já tinha me contado isso antes).
Lá pela meia-noite, o pessoal já tava no auge, com uns drinks a mais, e ela me disse:
C: Como eu queria que ele fosse mais como você, mais gostoso e que saiba conversar.
J: Não é assim, Catherine, mas todos nós somos diferentes (apoiando meu amigo, claro).
C: Bom, Juan, acho que já estou bem tonta, me acompanha até ali?
J: Claro, e de quebra já vou embora também.
Avisei meus amigos pra saberem que eu tava vazando da festa e, como já imaginavam, era um favor pro Humberto, porque já conheciam ele como era.
Fomos de táxi e chegamos na casa dela.
J: Bom, Cathy, vou nessa, já tenho que ir pra minha casa também.
C: Mas fica um pouco, pelo menos entra no banheiro e se lava, além disso, minha mãe tá descansando no outro apartamento, esse aqui é da minha tia.
J: Ah, bom, OK.
Enquanto eu entrava, ela me contou:
C: Sabe o que o Humberto me disse uma vez?
J: Não, o quê?
C: Que se ele morresse ou acontecesse algo, ele só me deixaria ficar com você ou com o Zoro (outro grande amigo nosso). E depois que ele disse isso, eu sonhei com você.
J: Ah, olha só o que ele disse. É que somos como irmãos.
C: Bom, ali tá o banheiro.
Bom, depois desse comentário, entrei no banheiro. Tava me lavando e bateu vontade de mijar. Enquanto mijava, a Cathy abriu a porta devagar e me disse:
C: Nossa, você tem ele grosso e comprido.
J: Ei, o que é isso? (falei surpreso, já que não esperava, e tentando guardar meu negócio)
C: Não, não guarda, faz tempo que não via um assim.
J: Ué, o Humberto não tem um também? Se somos do mesmo tamanho.
C: Na verdade, não. No máximo tem 13cm. E o mais surpreendente é que você nem é negro.
J: Ah, Cathy, isso é mito com partes de verdade.
C: Posso tocar um pouquinho?
J: Claro, mas se você for lambendo um pouco, que tal? Ou você tem medo?
Então ela se abaixou e ajoelhou no chão do banheiro da tia dela e começou a introduzir devagar meu pau, que dormindo já media seus 18cm.
C: Slurrp, slurrrp. Mmmmm, que pau gostoso você tem, quero que ele fique grande e grosso.
J: Isso, mamãe, chupa gostoso, mama, endurece ele, engole assim, engole ele inteirinho. Com cada boquete, meu pau ficou num tamanho descomunal, chegando a 25cm. Tava a mil por verdade, porque Humberto me contava que ela fodia como os deuses e chupava ainda melhor.
J: Cathy, tira a blusa.
C: Quer ver meus peitos?
J: Isso e quero bater uma punheta com eles.
C: Quêêê?
J: O quê, o Humberto também não fazia isso comigo?
C: Não, pelo tamanho, ele não se atrevia muito a olhar pro pau dele.
J: Então é pra suas tetas.
C: Como, assim?
Abrindo as tetonas dela e colocando meu pau cheio de saliva entre aqueles dois montes deliciosos.
J: Isso, mamãe, aperta, junta suas tetas, assim Uffff, vamos.
C: Vamos, papai, assim goza, vamos.
J: Nem pense, mamãe, tenho lenha pra queimar e quero curtir uma boa mulher.
C: Já vai, me enfia de uma vez.
Me segurando pelo falo, me puxou até o sofá da sala, que era preto e de tecido. Me deitou e disse:
C: Quero sentir esse pedaço de carne dentro de mim. (Agachando e pegando meu pauzão pela base, sentando devagar sentindo o tamanho)
J: Issooooo, que delícia, sua putinha no cio, você é uma putinha no cio.
C: NÃO! SOU UMA PUTA NO CIO.
E começou a cavalgada. Como a puta gritava! Era uma deusa enquanto chupava as tetonas dela e enfiava o pau na buceta suculenta dela por mais de 20 minutos.
J: Isso, até o fundo!
C: Isso, ME PEGA, ME ENFIA.
J: Que puta gostosa, GOZA, VAMOS, GOZA.
C: Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!
Molhando todo meu pau com os sucos da buceta.
J: Ahhhhh!!!!
C: Siiiiii, que delícia!!!
Descendo do meu pau ainda duro.
C: Juancho, que pica do caralho, é uma pica gostosa.
J: Tava com uma vontade danada de você desde que começamos a faculdade.
C: É, a Lídia me contou que com você ela gritava quando você metia em todos os buracos dela. Por que você terminou com ela?
J: Não gostava que me mandassem, Nunca!!! Detesto isso.
C: Ela me disse que tá desesperada por um pedaço bom.
J: Já era, que procure se achar um pedaço grosso.
C: Mas…
J: Mas o que?
C: Cê gostou da minha bucetinha?
J: Sim, é suculenta e não é tão funda.
C: Mas eu quero ela toda dentro, e queria que minha buceta fosse funda pra receber ela todinha, e também armazenar seu gozo quentinho.
J: Mas tem um jeito de enfiar tudo?
C: Como?
J: Pelo seu outro buraco que me deixa louco?
C: Queeeeeeeeeee? Por trás?
J: CLARO, VAMOS, VIRA!
C: Mas vai doer muito, se minha buceta dilatou demais.
J: Seu cu aguenta.
C: Mas nem o Humberto conseguiu, e é que…
J: Pra fazer sexo anal tem que saber, não pode improvisar. Espera um pouquinho, é o Humberto… Alô?
H: Oi Juancho, me conta tudo, beleza.
J: Claro, tudo tranquilo.
H: Você é foda, é o máximo, onde cê tá?
J: Indo pra casa de taxi. Não se preocupa, a Catherine se comportou bem.
H: Valeu irmão, vou deixar você, se cuida. Tchau.
C: O que foi?
J: Nada, amanhã não vamos pra aula e vamos pra um hotel, eu e você. Como cê tá brigada, ela não vai desconfiar de nada. Além disso, pra te penetrar no cu, precisamos de lubrificante, já que é seu primeiro anal. Depois de te bombar por trás, amanhã cê vem na minha casa duas vezes por semana pra eu te bombar e te deixar aberta, assim cê vai ficar preparada pro Humberto também te curtir.
Vesti a roupa e fui pra casa. Claro, antes um boquete leve que limpou meu pau, e eu falei que não queria gozar na boca dela porque queria encher o rabo dela de porra quente.
Na manhã seguinte, fui cedo de taxi pra casa dela, e ela tava saindo como se fosse pra Universidade. Fomos pra um daqueles hostels com cama redonda e essas coisas, e eu já tinha comprado BASTANTE lubrificante pra aquele buraco virgem.
Assim que entramos, eu arriei a calça de uma vez e ela baixou a jeans que ficava perfeita nela, mostrando uma raba empinada. E ela perguntou:
C: Como eu fico?
J: Deita de barriga pra baixo, que eu cuido do resto (falei bem sério).
Devagarzinho, fui lubrificando meu dedo e, pouquinho a pouquinho, fui introduzindo, mais ou menos. Levamos um tempinho. 30min de preliminares. Imagina 30min de preliminares com essa bunda monumental. Aí ela começou a gemer, e aos poucos fui enfiando dois dedos, depois três.
C: Já, papai, agora é minha vez de te lubrificar.
Ela subiu em cima do meu pau e enfiou meu cock na buceta dela, toda lubrificada de tesão.
Comecei a bombar ela por mais de 40min, ela gritando e sofrendo com a estaca enorme que eu metia, e claro que não entrava toda, faltavam vários centímetros pra enfiar.
Aí eu falei:
J: Agora, mamãe, seu cu vai sentir um verdadeiro macho.
C: Sim, Juancho, enterra até o fundo.
E colocando a glande na entrada do buraquinho dela, já dilatado.
C: Ai, merda (ela exclamou). Que tronco!!!!! SIM ASSIM ASSIM ASSIM
J: Que cu apertado. Vai, grita, puta, grita pelo meu gozo.
C: Sim, tudo no meu rabo. Assim, me dá mais, papai, até o fundo.
Aos poucos, meu cock foi abrindo caminho naquele cu virgem. Depois de um bom tempo bombando ela pelo cu, consegui enfiar os 25cm até bater nas bolas.
Ela olhava e gemia que nem uma puta possuída por um macho garanhão.
Até que ela disse:
C: Ai, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Ela tinha tido o primeiro orgasmo anal.
C: Ahhhhhh, que gostoso, continua, papai, tá destruindo meu cu.
J: Sim, putinha, é um favor pro meu amigo, e de quebra ainda te como.
Foi tanta tensão no meu cock que meti com tanta fúria até o fundo e despejei os 2 meses sem sexo nem punheta que tava acumulado nas minhas bolas.
J: Puta que pariu, Siiiiiiiiiiiiiiii Caralho, entra, Merda, Ahhhhhh (falei isso entre outras coisas).
Assim eu gritava e gemia enquanto minhas bolas secavam dentro do intestino dela.
J: Cathy, que cu você tem (enquanto eu ficava colado igual um cachorro no cu dela, tentando que cada gota de porra não vazasse) tá preparado e pronto pro meu brother.
C: Verdade, você deixou ele cheio, Juancho. Tava mesmo acumulado.
J: Vem, mamãe, tira mais um com essa boca gostosa e profunda.
C: Quer que eu chupe? Engoliu?
J: Também quero chegar nos teus intestinos por esse caminho.
Nessa hora Humberto liga no celular.
H: Fala irmão, me diz onde cê tá?
Enquanto minha puta tava chupando a rola dele.
J: Aqui, pô irmão, com meus velhos saindo, sabe que se meu pai der na telha de sair, não posso vir com merda de faculdade.
H: É, né. Opa, adivinha.
J: Fala...
H: Catherine não veio hoje, deve ter ficado na casa da tia dela, fácil hoje ela me liga pra pedir desculpa pela briga e fácil a gente vai pra um hotel pra reconciliação.
J: Claro irmão (eu falava, enquanto ela me fazia um boquete profundo), beleza irmão, vou desligar porque tenho que ajudar com as sacolas (enquanto pegava nas tetas da minha puta).
H: Falou irmão, nos vemos, tchau.
J: Tchau... Continua puta, que já tá na pontinha, engole tudinho, VAMOS. Ummmmmm.
C: ARGGGGA SLRRUUPP. Apertando com os lábios a minha cabeça e sugando igual um milkshake com canudinho. Que gostoso que tá seu gozo, tem um sabor bom.
J: Isso Cathy, continua chupando, seca minhas bolas.
Um tempo depois ela mexeu no meu pau até fazer ela descansar. Mais um tempo e a gente se vestiu, já eram 6 da tarde. A gente tava desde as 8:30 da manhã.
Vou contar que sou amigo do Humberto e que ele agora me conta que transam anal regularmente e que o cu dele parece aceitar o pau dele sem problemas, claro que eu tenho muito a ver com isso, já que 3 vezes por semana ele vem de manhã pra me entregar o rabo, e mais uma coisa, Cathy vai casar com o Humberto; mas isso não segurou minha libido; já que nossos trancamentos em hotéis e ainda mais minhas orgias com meus amigos os moleques, são parte da nossa história, só que vou contar em outro momento; mas adianto uma coisa: entraram no cu dela 2 paus, um meu e outro do mesmo calibre.
A verdade é que sempre tive vontade de pegar a Catherine (esse é o nome dela), porque desde que começamos a faculdade, assim que olhei pra ela, já quis meter nela em todos os buracos; mas fazer o quê, meu amigo se adiantou. Depois de 4 anos de faculdade, convivendo com o Humberto, eu percebia que eles brigavam direto, mas também se reconciliam e transavam e tudo mais. Sinceramente, eu ficava louco com o que o Humberto me contava, como eles fodiam, como ela chupava ele e que ela não gostava de sexo anal, na verdade nunca tinha praticado.
Um dia, o Humberto chega puto e me diz: "Isso já me encheu o saco." — Do quê? (Perguntei) — A Catherine terminou comigo por besteira.
J: Mas conversa com ela e esclarece as coisas.
H: Não, já terminou e me encheu o saco.
J: Beleza, irmão, você sabe que os dois são meus amigos, tanto você quanto ela.
H: Na verdade, Juan, quero te pedir um favor. Hoje ela vai na festa de aniversário do Rodrigo, e ela vai de qualquer jeito. Você vai?
J: Sim, tava pensando em ir.
H: Queria que você ficasse de olho nela e me dissesse se ela dançou com alguém e tudo que rolar.
J: Pode contar comigo.
Então me arrumei como sempre, falei com o pessoal da faculdade, e todo mundo já tava a caminho.
Como em toda festa, fiquei conversando com um monte de gente e chegou a vez de falar com a Catherine, onde ela também me contou a versão dela da história, que meu amigo era muito chato, ciumento, possessivo e tinha um leve problema de ejaculação precoce (ele mesmo já tinha me contado isso antes).
Lá pela meia-noite, o pessoal já tava no auge, com uns drinks a mais, e ela me disse:
C: Como eu queria que ele fosse mais como você, mais gostoso e que saiba conversar.
J: Não é assim, Catherine, mas todos nós somos diferentes (apoiando meu amigo, claro).
C: Bom, Juan, acho que já estou bem tonta, me acompanha até ali?
J: Claro, e de quebra já vou embora também.
Avisei meus amigos pra saberem que eu tava vazando da festa e, como já imaginavam, era um favor pro Humberto, porque já conheciam ele como era.
Fomos de táxi e chegamos na casa dela.
J: Bom, Cathy, vou nessa, já tenho que ir pra minha casa também.
C: Mas fica um pouco, pelo menos entra no banheiro e se lava, além disso, minha mãe tá descansando no outro apartamento, esse aqui é da minha tia.
J: Ah, bom, OK.
Enquanto eu entrava, ela me contou:
C: Sabe o que o Humberto me disse uma vez?
J: Não, o quê?
C: Que se ele morresse ou acontecesse algo, ele só me deixaria ficar com você ou com o Zoro (outro grande amigo nosso). E depois que ele disse isso, eu sonhei com você.
J: Ah, olha só o que ele disse. É que somos como irmãos.
C: Bom, ali tá o banheiro.
Bom, depois desse comentário, entrei no banheiro. Tava me lavando e bateu vontade de mijar. Enquanto mijava, a Cathy abriu a porta devagar e me disse:
C: Nossa, você tem ele grosso e comprido.
J: Ei, o que é isso? (falei surpreso, já que não esperava, e tentando guardar meu negócio)
C: Não, não guarda, faz tempo que não via um assim.
J: Ué, o Humberto não tem um também? Se somos do mesmo tamanho.
C: Na verdade, não. No máximo tem 13cm. E o mais surpreendente é que você nem é negro.
J: Ah, Cathy, isso é mito com partes de verdade.
C: Posso tocar um pouquinho?
J: Claro, mas se você for lambendo um pouco, que tal? Ou você tem medo?
Então ela se abaixou e ajoelhou no chão do banheiro da tia dela e começou a introduzir devagar meu pau, que dormindo já media seus 18cm.
C: Slurrp, slurrrp. Mmmmm, que pau gostoso você tem, quero que ele fique grande e grosso.
J: Isso, mamãe, chupa gostoso, mama, endurece ele, engole assim, engole ele inteirinho. Com cada boquete, meu pau ficou num tamanho descomunal, chegando a 25cm. Tava a mil por verdade, porque Humberto me contava que ela fodia como os deuses e chupava ainda melhor.
J: Cathy, tira a blusa.
C: Quer ver meus peitos?
J: Isso e quero bater uma punheta com eles.
C: Quêêê?
J: O quê, o Humberto também não fazia isso comigo?
C: Não, pelo tamanho, ele não se atrevia muito a olhar pro pau dele.
J: Então é pra suas tetas.
C: Como, assim?
Abrindo as tetonas dela e colocando meu pau cheio de saliva entre aqueles dois montes deliciosos.
J: Isso, mamãe, aperta, junta suas tetas, assim Uffff, vamos.
C: Vamos, papai, assim goza, vamos.
J: Nem pense, mamãe, tenho lenha pra queimar e quero curtir uma boa mulher.
C: Já vai, me enfia de uma vez.
Me segurando pelo falo, me puxou até o sofá da sala, que era preto e de tecido. Me deitou e disse:
C: Quero sentir esse pedaço de carne dentro de mim. (Agachando e pegando meu pauzão pela base, sentando devagar sentindo o tamanho)
J: Issooooo, que delícia, sua putinha no cio, você é uma putinha no cio.
C: NÃO! SOU UMA PUTA NO CIO.
E começou a cavalgada. Como a puta gritava! Era uma deusa enquanto chupava as tetonas dela e enfiava o pau na buceta suculenta dela por mais de 20 minutos.
J: Isso, até o fundo!
C: Isso, ME PEGA, ME ENFIA.
J: Que puta gostosa, GOZA, VAMOS, GOZA.
C: Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!
Molhando todo meu pau com os sucos da buceta.
J: Ahhhhh!!!!
C: Siiiiii, que delícia!!!
Descendo do meu pau ainda duro.
C: Juancho, que pica do caralho, é uma pica gostosa.
J: Tava com uma vontade danada de você desde que começamos a faculdade.
C: É, a Lídia me contou que com você ela gritava quando você metia em todos os buracos dela. Por que você terminou com ela?
J: Não gostava que me mandassem, Nunca!!! Detesto isso.
C: Ela me disse que tá desesperada por um pedaço bom.
J: Já era, que procure se achar um pedaço grosso.
C: Mas…
J: Mas o que?
C: Cê gostou da minha bucetinha?
J: Sim, é suculenta e não é tão funda.
C: Mas eu quero ela toda dentro, e queria que minha buceta fosse funda pra receber ela todinha, e também armazenar seu gozo quentinho.
J: Mas tem um jeito de enfiar tudo?
C: Como?
J: Pelo seu outro buraco que me deixa louco?
C: Queeeeeeeeeee? Por trás?
J: CLARO, VAMOS, VIRA!
C: Mas vai doer muito, se minha buceta dilatou demais.
J: Seu cu aguenta.
C: Mas nem o Humberto conseguiu, e é que…
J: Pra fazer sexo anal tem que saber, não pode improvisar. Espera um pouquinho, é o Humberto… Alô?
H: Oi Juancho, me conta tudo, beleza.
J: Claro, tudo tranquilo.
H: Você é foda, é o máximo, onde cê tá?
J: Indo pra casa de taxi. Não se preocupa, a Catherine se comportou bem.
H: Valeu irmão, vou deixar você, se cuida. Tchau.
C: O que foi?
J: Nada, amanhã não vamos pra aula e vamos pra um hotel, eu e você. Como cê tá brigada, ela não vai desconfiar de nada. Além disso, pra te penetrar no cu, precisamos de lubrificante, já que é seu primeiro anal. Depois de te bombar por trás, amanhã cê vem na minha casa duas vezes por semana pra eu te bombar e te deixar aberta, assim cê vai ficar preparada pro Humberto também te curtir.
Vesti a roupa e fui pra casa. Claro, antes um boquete leve que limpou meu pau, e eu falei que não queria gozar na boca dela porque queria encher o rabo dela de porra quente.
Na manhã seguinte, fui cedo de taxi pra casa dela, e ela tava saindo como se fosse pra Universidade. Fomos pra um daqueles hostels com cama redonda e essas coisas, e eu já tinha comprado BASTANTE lubrificante pra aquele buraco virgem.
Assim que entramos, eu arriei a calça de uma vez e ela baixou a jeans que ficava perfeita nela, mostrando uma raba empinada. E ela perguntou:
C: Como eu fico?
J: Deita de barriga pra baixo, que eu cuido do resto (falei bem sério).
Devagarzinho, fui lubrificando meu dedo e, pouquinho a pouquinho, fui introduzindo, mais ou menos. Levamos um tempinho. 30min de preliminares. Imagina 30min de preliminares com essa bunda monumental. Aí ela começou a gemer, e aos poucos fui enfiando dois dedos, depois três.
C: Já, papai, agora é minha vez de te lubrificar.
Ela subiu em cima do meu pau e enfiou meu cock na buceta dela, toda lubrificada de tesão.
Comecei a bombar ela por mais de 40min, ela gritando e sofrendo com a estaca enorme que eu metia, e claro que não entrava toda, faltavam vários centímetros pra enfiar.
Aí eu falei:
J: Agora, mamãe, seu cu vai sentir um verdadeiro macho.
C: Sim, Juancho, enterra até o fundo.
E colocando a glande na entrada do buraquinho dela, já dilatado.
C: Ai, merda (ela exclamou). Que tronco!!!!! SIM ASSIM ASSIM ASSIM
J: Que cu apertado. Vai, grita, puta, grita pelo meu gozo.
C: Sim, tudo no meu rabo. Assim, me dá mais, papai, até o fundo.
Aos poucos, meu cock foi abrindo caminho naquele cu virgem. Depois de um bom tempo bombando ela pelo cu, consegui enfiar os 25cm até bater nas bolas.
Ela olhava e gemia que nem uma puta possuída por um macho garanhão.
Até que ela disse:
C: Ai, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Ela tinha tido o primeiro orgasmo anal.
C: Ahhhhhh, que gostoso, continua, papai, tá destruindo meu cu.
J: Sim, putinha, é um favor pro meu amigo, e de quebra ainda te como.
Foi tanta tensão no meu cock que meti com tanta fúria até o fundo e despejei os 2 meses sem sexo nem punheta que tava acumulado nas minhas bolas.
J: Puta que pariu, Siiiiiiiiiiiiiiii Caralho, entra, Merda, Ahhhhhh (falei isso entre outras coisas).
Assim eu gritava e gemia enquanto minhas bolas secavam dentro do intestino dela.
J: Cathy, que cu você tem (enquanto eu ficava colado igual um cachorro no cu dela, tentando que cada gota de porra não vazasse) tá preparado e pronto pro meu brother.
C: Verdade, você deixou ele cheio, Juancho. Tava mesmo acumulado.
J: Vem, mamãe, tira mais um com essa boca gostosa e profunda.
C: Quer que eu chupe? Engoliu?
J: Também quero chegar nos teus intestinos por esse caminho.
Nessa hora Humberto liga no celular.
H: Fala irmão, me diz onde cê tá?
Enquanto minha puta tava chupando a rola dele.
J: Aqui, pô irmão, com meus velhos saindo, sabe que se meu pai der na telha de sair, não posso vir com merda de faculdade.
H: É, né. Opa, adivinha.
J: Fala...
H: Catherine não veio hoje, deve ter ficado na casa da tia dela, fácil hoje ela me liga pra pedir desculpa pela briga e fácil a gente vai pra um hotel pra reconciliação.
J: Claro irmão (eu falava, enquanto ela me fazia um boquete profundo), beleza irmão, vou desligar porque tenho que ajudar com as sacolas (enquanto pegava nas tetas da minha puta).
H: Falou irmão, nos vemos, tchau.
J: Tchau... Continua puta, que já tá na pontinha, engole tudinho, VAMOS. Ummmmmm.
C: ARGGGGA SLRRUUPP. Apertando com os lábios a minha cabeça e sugando igual um milkshake com canudinho. Que gostoso que tá seu gozo, tem um sabor bom.
J: Isso Cathy, continua chupando, seca minhas bolas.
Um tempo depois ela mexeu no meu pau até fazer ela descansar. Mais um tempo e a gente se vestiu, já eram 6 da tarde. A gente tava desde as 8:30 da manhã.
Vou contar que sou amigo do Humberto e que ele agora me conta que transam anal regularmente e que o cu dele parece aceitar o pau dele sem problemas, claro que eu tenho muito a ver com isso, já que 3 vezes por semana ele vem de manhã pra me entregar o rabo, e mais uma coisa, Cathy vai casar com o Humberto; mas isso não segurou minha libido; já que nossos trancamentos em hotéis e ainda mais minhas orgias com meus amigos os moleques, são parte da nossa história, só que vou contar em outro momento; mas adianto uma coisa: entraram no cu dela 2 paus, um meu e outro do mesmo calibre.
9 comentários - A gostosa do meu amigo
jaja buen relato
pasa en vida, Poringa te lo cuenta! 😛
QUE SUERTE TIENES AMIGO !! 😉