La novia de mi amigo

Olá, meu nome é Juan e tenho 25 anos, tô na faculdade e, sinceramente, não posso reclamar, tenho bons amigos e eles me estimam bastante. Um dos meus amigos, chamado Humberto, tem uma mulher super gostosa, uma bunda bem redonda e deliciosa, umas cadeiras que acompanham, um belo par de peitos e uma boca linda.

A verdade é que sempre tive vontade de comer a Catherine (esse é o nome dela), porque desde que começamos a faculdade, assim que olhei pra ela, já quis meter em todos os buracos dela; mas enfim, meu amigo se adiantou. Depois de 4 anos de faculdade, convivendo com o Humberto, percebia que eles brigavam direto e, ao mesmo tempo, faziam as pazes e transavam e tudo mais. Sinceramente, ficava louco com o que o Humberto me contava, como eles fodiam, como ela chupava ele e que ela não gostava de sexo anal, na verdade nunca tinha praticado.

Um dia, Humberto chega puto me dizendo: "Isso já me encheu o saco". O quê? (falei pra ele) A Catherine terminou comigo por besteiras.

J: Mas conversa com ela e esclarece as coisas.

H: Não, depois de tudo isso, terminou, já tô de saco cheio.

J: Beleza, irmão, você sabe que os dois são meus amigos, tanto você quanto ela.

H: Na verdade, Juan, quero te pedir um favor. Hoje ela vai na festa de aniversário do Rodrigo, e ela vai de qualquer jeito. Você vai?

J: Sim, tava pensando em ir.

H: Queria que você ficasse de olho nela e me dissesse se ela tiver dançando com alguém e tudo que rolar.

J: Sabe que pode contar comigo.

Aí me arrumei como sempre, falei com o pessoal da facul. E já todo mundo tava a caminho.

Como em toda festa, fiquei conversando com meio mundo e chegou a vez de falar com a Catherine, onde ela também me contou o lado dela da história, que meu amigo era muito chato, ciumento, possessivo e tinha um leve problema de ejaculação precoce (ele mesmo já tinha me contado isso antes).

Lá pela meia-noite, o pessoal já tava no auge e com uns drinques na cabeça, ela me disse:

C: Como eu queria que ele fosse mais como você, mais gostoso e que saiba conversar.

J: Não é assim, Catherine, é que todo mundo é diferente (apoiando meu amigo, claro).

C: Bom, Juan, acho que já tô bem tonta, me acompanha até ali?

J: Claro, e de quebra já vou embora também.

Avisei meus amigos pra saberem que eu tava vazando da festa e, como eles já imaginavam, era um favor pro Humberto, porque já conheciam ele e sabiam como era.

Fomos de táxi e chegamos na casa dela.

J: Bom, Cathy, vou nessa, já tenho que ir pra minha casa também.

C: Mas fica um pouquinho, pelo menos entra no banheiro e dá uma lavada, além disso, minha mãe tá descansando no outro apartamento, esse aqui é da minha tia.

J: Ah, bom, OK.

Enquanto eu entrava, ela me contou:

C: Sabe o que o Humberto me disse uma vez?

J: Não, o que?

C: Que se ele morresse ou acontecesse algo, ele só me deixaria ficar com você ou com o Zoro (outro grande amigo nosso). E depois que ele disse isso, eu sonhei com você.

J: Ah, olha só o que ele disse. É que somos tipo irmãos.

C: Bom, ali tem o banheiro.

Bom, depois desse comentário, entrei no banheiro. Tava me lavando e bateu uma vontade de mijar. Enquanto mijava, a Cathy abriu a porta devagar e falou:

C: Nossa, você tem ela gorda e comprida.

J: Ei, que isso? (falei surpreso, porque não esperava, e tentando guardar meu negócio).

C: Não, não guarda não, faz tempo que não via uma assim.

J: Ué, o Humberto não tem uma também? A gente é do mesmo tamanho.

C: Na verdade não, no máximo ele tem uns 13cm. E o mais surpreendente é que você nem é negro.

J: Ah, Cathy, isso é mito com partes de verdade.

C: Posso tocar um pouquinho?

J: Claro, mas se for lambendo um pouco, que tal? Ou você tem medo?

Então ela se abaixou e ajoelhou no chão do banheiro da tia dela e começou a enfiar devagar meu pau, que dormindo já media uns 18cm.

C: Slrrupp, slurrrp. Mmmmm, que pau gostoso você tem, quero que ele fique grande e grosso.

J: Isso, mamãe, chupa gostoso, mama, endurece ele, engole assim, engole ele todinho. A cada boquete, meu pau ficou num tamanho descomunal, chegando a 25cm. Tava a mil por hora, porque o Humberto me contava que ela fodia como os deuses e chupava melhor ainda.

J: Cathy, tira a blusa.

C: Quer ver meus peitos?

J: Isso, e quero bater uma punheta com eles.

C: Quêêê?

J: O Humberto também não fazia isso comigo?

C: Não, pelo tamanho, ele não se atrevia muito a olhar pro pau dele.

J: Então, bora usar essas tetas.

C: Como, assim?

Ela abriu as tetonas enormes e colocou meu pau cheio de cuspe entre aqueles dois montes deliciosos.

J: Isso, mamãe, aperta, junta essas tetas, assim, Uffff, vamos.

C: Vamos, papai, assim goza, vamos.

J: Nem pensa, mamãe, tenho lenha pra queimar e quero curtir uma boa mulher.

C: Já vai, me enfia de uma vez.

Me segurando pelo falo, me puxou até o sofá da sala, que era preto e de tecido. Me deitou e disse:

C: Quero sentir esse pedaço de carne dentro de mim. (Ela se agachou, pegou meu pauzão pela base e foi sentando devagar, sentindo o tamanho.)

J: Issooooo, que delícia, usa a palavra: pussy slutty, você é uma slutty no cio.

C: NÃO! SOU UMA SLUT NO CIO.

E começou a cavalgada. Como a puta gritava! Era uma deusa. Enquanto eu chupava aquelas tetonas, ela enfiava o pau na pussy jugosa dela por mais de 20 minutos.

J: Isso, até o fundo!

C: Isso, ME PEGA, ME ENFIA.

J: Que tasty slut, GOZA, VAMOS, GOZA LOGO.

C: Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!

Molhando todo meu pau com os sucos da buceta dela.

J: Ahhhhh!!!!

C: Isso, que tasty!!!

Ela desceu do meu pau, que ainda tava duro.

C: Juancho, que pica do caralho, é uma pica yummy.

J: Tava com uma vontade danada de te comer desde que começamos a faculdade.

C: É, a Lidia me contou que com você ela gritava quando você metia em todos os buracos dela. Por que você terminou com ela?

J: Não gostava que me mandassem, Nunca!!! Detesto isso.

C: Ela me disse que tá desesperada por um pedaço bom.

J: Já era, que procure outro, se achar um troço grosso.

C: Mas…
J: Mas o que?
C: Cê gostou da minha bucetinha?
J: Sim, é suculenta e não é tão funda
C: Mas eu quero ela toda dentro e queria que minha buceta fosse funda pra receber ela todinha, e também armazenar seu gozo quentinho
J: Mas tem um jeito de enfiar tudo?
C: Como?
J: Pelo seu outro buraco que me deixa louco?
C: Queeeeeeeeeee? Por trás?
J: CLARO VAMOS VIRA!
C: Mas vai doer muito, se minha buceta dilatou demais
J: Seu cu aguenta
C: Mas nem o Humberto conseguiu e é que…
J: Pra fazer sexo anal tem que saber e não improvisar. Espera um pouquinho, é o Humberto….Alô?
H: Oi Juancho, me conta tudo Ok.
J: Claro, tudo sem novidade
H: Você mandou bem, é o máximo, onde cê tá?
J: A caminho de casa num táxi. Não se preocupa, a Catherine se comportou bem.
H: Já é, irmão, vou deixar você, se cuida. Tchau.
C: O que foi?
J: Nada, que amanhã não vamos pra aula e vamos pra um hotel eu e você. Como você tá brigada, não vai desconfiar de nada, além disso, pra te penetrar pelo cu precisamos de lubrificante pra ser seu primeiro anal. Depois de te bombar por trás, amanhã você vem na minha casa 2 vezes por semana pra te bombar e te deixar aberta, assim você vai ficar preparada pro Humberto também te curtir.
Me vesti e fui pra minha casa. Claro, antes um boquete leve que limpou meu pau e eu falei que não queria gozar na boca dela porque queria encher o rabo dela de porra quente.
Na manhã seguinte, fui cedo num táxi pra casa dela e ela saía como se fosse pra Universidade. Fomos pra um daqueles Hostéis com cama redonda e essas coisas, e eu tinha comprado BASTANTE lubrificante pra aquele buraco virgem.
Assim que entramos, eu puxei minha calça pra baixo e ela baixou a jeans dela que ficava excelente, mostrando uma raba empinada. E ela perguntou:
C: Como eu fico?
J: Deita de bruços, eu cuido do resto (falei bem sério)
Aos poucos fui lubrificando meu dedo e bem devagarinho fui introduzindo, mais ou menos. Levamos um tempinho. 30min de preliminares. Imagina 30min de preliminares com essa bunda monumental. Aí ela começou a gemer, fui enfiando dois dedos e depois três.

C: Já, papai, agora é minha vez de te lubrificar.

E subiu em cima do meu pau e enfiou meu cacete na buceta dela, já toda molhada de tesão.

Comecei a bombar ela por mais de 40min, ela gritando e sofrendo com a estaca enorme que eu metia, e claro que não entrava tudo, faltavam vários centímetros pra enfiar.

Aí eu falei:

J: Agora, mamãe, seu cu vai sentir um verdadeiro macho.

C: Sim, Juancho, enterra até o fundo.

E colocando a cabeça na entrada do buraquinho dela, já bem dilatado.

C: Ai, merda (ela exclamou). Que tronco do caralho!!! SIM ASSIM ASSIM ASSIM.

J: Que cu apertado do cacete. Vai, grita, puta, grita pelo meu gozo.

C: Sim, tudo no meu rabo. Assim, me dá mais, papai, até o fundo.

Devagar, meu pau foi abrindo caminho naquele cu virgem. Depois de um bom tempo bombando ela no rabo, consegui enfiar os 25cm até bater nas bolas.

Ela olhava e gemia que nem uma puta possuída por um garanhão macho.

Até que ela disse:

C: Ai, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

Tinha tido o primeiro orgasmo anal dela.

C: Ahhhhhh, que gostoso, continua, papai, tá destruindo meu cu.

J: Sim, putinha, é um favor pro meu amigo, e de quebra ainda te como.

Foi tanta tensão no meu pau que meti com tanta fúria até o fundo e despejei os dois meses sem sexo nem punheta que tava acumulado nas minhas bolas.

J: Puta que pariu, siiiiiiiiiiiiiiiii caralho, entra, merda, ahhhhhh (falei isso entre outras coisas).

Assim eu gritava e gemia enquanto minhas bolas secavam dentro do intestino dela.

J: Cathy, que cu você tem (enquanto eu ficava colado igual um cachorro no cu dela, tentando que nem uma gota de porra escapasse), tá preparado e pronto pro meu brother.

C: Verdade, você deixou ele cheio, Juancho. Tava mesmo acumulado.

J: Vem, mamãe, tira mais um com essa boca gostosa e profunda.

C: Quer que eu chupe? Engoliu?

J: Também quero chegar nos seus intestinos por esse caminho.

Nesse momento Humberto liga no celular.

H: Fala irmão, me diz onde cê tá?

Enquanto minha puta tava chupando a vara dele.

J: Aqui, pô, irmão, com meus velhos de saída, sabe que se meu pai der na telha de sair, não posso vir com merda de faculdade.

H: É, sim. Opa, adivinha.

J: Fala...

H: Catherine não veio hoje, deve ter ficado na casa da tia dela, fácil que hoje ela me liga pra pedir desculpa pela briga e a gente vai pra um hotel pra reconciliação.

J: Claro, irmão (eu falava, enquanto ela me fazia uma garganta profunda), beleza, irmão, vou desligar porque tenho que ajudar com as sacolas (enquanto pegava nas tetas da minha puta).

H: Falou, irmão, nos vemos, tchau.

J: Tchau... Continua, puta, que já tá na pontinha, engole tudo, VAMOS. Ummmmmm.

C: ARGGGGA SLRRUUPP. Apertando com os lábios a minha glande e sugando igual um milk-shake com canudinho. Que gostoso que tá seu gozo, tem um sabor bom.

J: Isso, Cathy, continua chupando, seca minhas bolas.

Um tempo depois ela mexeu no meu pau até eu deixar ela descansar. Mais um pouco, a gente se vestiu e já eram 6 da tarde. A gente tava desde as 8:30 da manhã.

Vou contar que sou amigo do Humberto e que agora ele me conta que transam anal regularmente e que o cu dele parece aceitar o pau dele sem problemas, claro que eu tenho muito a ver com isso, já que 3 vezes por semana ele vem de manhã pra me entregar a bunda, e mais uma coisa, Cathy vai casar com o Humberto; mas isso não segurou minha libido; já que nossos trancamentos em hotéis e ainda mais minhas orgias com meus amigos os moleques, são parte da nossa história, só que vou contar em outro momento; mas adianto uma coisa: entraram no cu dela 2 paus, um meu e outro do mesmo calibre.

9 comentários - La novia de mi amigo

my buenoo locooo!! q buen relatin!
pasa en vida, Poringa te lo cuenta! 😛
yeah!!!!! q buen amigo eres hahahahahahahahahaha 😃!
QUE HACE EL AMIGO EN LA CASA DEL AMIGO CUANDO EL AMIGO NO ESTA????????????? ehhh....je jeje
BUENISIMO LO Q ACABAS DE MOSTRARNOS 😳
QUE SUERTE TIENES AMIGO !! 😉
a eso se llam entrenamiento y yo que pensaba ir al gimnasio 🙎‍♂️
SIMPLEMENTE ESPECTACULAR TU RELATO!!!!!!! MUCHAS GRACIAS POR COMPARTIRLO!!!._
muy bueno..!! no me quiero ni imaginar el orto que se debe gastar.....pone una fotito...