Minha mãe, minha obsessão, compulsão

Obsessão: perturbação do ânimo causada por uma ideia fixa.
Compulsão: inclinação, paixão veemente e contumaz por algo ou alguém.

Oi, meu nome é Alejo, não sou escritor nem nada, só um cara que curte histórias de incesto, especialmente de mãe e filho.
Sinto a necessidade de contar minha experiência, meu trauma, minha obsessão-compulsão. Isso aconteceu de verdade, não é invenção.

Um dia, quando eu estava quase fazendo 18 anos e ela, 47, eu estava deitado atrás dela, com a bunda dela bem na frente da minha pica dura. Quando ficava muito tempo ereta, doía um pouco. Na minha tesão, eu encostei com força nela. Ela deu um pulo e não falou nada, mas na segunda vez, ela disse:
— O que foi com você? — meio brava.
— Mãe, tá doendo aqui embaixo, não sei o que é, tá toda dura e dói.

Aqui preciso explicar uma coisa: a pele do pau não descia totalmente, descobrindo a cabeça, só até a metade. Eu tinha o que se chama, em termos médicos, de fimose. Então eu me descobri e, pela abertura da calça de pijama, mostrei a pica dura e ereta pela primeira vez pra minha mãe.
— Olha como tá, viu? A pele não desce toda, por isso dói. — Minha mãe então disse:
— Tapa isso, hoje mesmo te levo no médico.

Ela me levou ao médico, que me examinou e disse que era pra tentar puxar a pele sem forçar, com um creme, por um tempo. Se não desse resultado, teria que operar, coisa que minha mãe não gostou nem um pouco. Quando voltamos, depois de comprar o creme, naquela mesma noite, minha mãe disse:
— Deixa eu ver.

Eu tirei a pica pela abertura da calça. Aí ela disse, com um meio sorriso:
— Vamos, filho, não precisa ter vergonha, já te conheço desde pequeno.

E baixou minha calça, pegando a pica mole nas mãos dela. Eu morria de vergonha. Ela começou a passar o creme e puxar a pele, mas tinha dificuldade porque o pau todo dobrava. Assim, todas as noites.

Até que comecei a me acostumar com ela vendo, e meu pau começou a ficar um pouco duro no começo. depois ela ficou dura que nem um cacete, nesse dia ela ficou meio sem graça, mas continuou, eu comecei a gostar, ela passava a mão suave na minha pele de cima pra baixo enquanto eu comecei a mexer o quadril pra cima e juntar as pernas, deixando elas duras, igual quando eu me masturbava
— Hummm… — eu dizia —
— Tá doendo?
— Não, mãe, só que tô sentindo uma sensação estranha —
Não terminei de falar isso e soltei um jato de porra, o primeiro foi no pescoço da minha mãe, o segundo no meio dos peitos, aí ela passou a mão, lambuzou tudo, e outra parte escorreu entre minhas pernas
— Ai!! —
Ela disse dando uns gritinhos enquanto os jatos saíam
— Ai, ai — ela dizia —
— Bom, isso tinha que acontecer, acabei exagerando no tempo que te fiz a massagem — ela falou.
Limpando a mão, o pescoço e o decote com um pano que tinha do lado pra se limpar, depois me limpou sem me olhar, meio com vergonha, só comentou
— Bom, mas tudo isso é pro teu bem, entende?
— Sim, mãe — eu dizia —
Percebi que ela ficou nervosa e se deitou na cama do meu lado, meio agitada, era claro que o tratamento que ela tava me aplicando tava deixando ela com tesão.
Na noite seguinte ela vestiu a camisola de verão bem decotada, tava muito calor, eu via os peitos dela balançando, então quando ela baixou minha cueca eu já tava bem duro
— Parece que você tá gostando disso — ela me disse.
Eu só concordei com a cabeça e ela começou os exercícios que, aliás, estavam dando muito resultado, porque a pele da pica já retraía toda. Naquela noite a gente passou outra barreira, porque quando eu tava de olhos fechados aproveitando as carícias dela, ela já pegava minha pica bem no tronco, apertando, e subia e descia a pele cobrindo e descobrindo a cabeça, era uma masturbação de verdade, mais que uma massagem terapêutica, notei algo diferente e quando abri os olhos vi que minha mãe tava chupando minha pica, gemendo baixinho, não me olhava, eu só consegui acariciar o cabelo dela.
De Reparei que gozei, mãe. Não parei de chupar, só gemia mais forte recebendo toda a porra na boca dela.
— Mmmm… mamãe — eu dizia.
Depois ela se afastou e cuspiu a porra no pano que usava pra se limpar, se deitou na cama toda gostosa, respirando ofegante, se cobriu com o lençol e ficou mexendo as pernas.
Eu, criando coragem, comecei a acariciar ela com a mão direita na barriga, bem colado nela. Levantei a camisola e comecei a acariciar os pelos da buceta dela. Ela não falava nada. Me animei mais e fui tateando até sentir que tinha chegado nos lábios dela. Eles estavam bem lubrificados, então comecei a acariciar subindo e descendo a mão, enfiando também o dedo do meio na buceta dela.
Senti que ela pegou na minha mão e fez eu acariciar o clitóris dela. Foi aí que vi minha mãe gozar pela primeira vez. Ela teve uns tremores no corpo, a cara dela com os olhos semicerrados, apertando e mostrando os dentes.
— Ai… Alejito… pelo amor de Deus, foi divino —
Assim passamos vários dias em que, de noite, repetíamos o ritual: ela me chupava e eu masturbava ela por baixo do lençol. Depois passamos pra outra fase. Nisso, eu tava tipo obcecado, só pensava no sexo que a gente tinha. Cada vez queria mais minha mãe, tava viciado.
Uma noite, umas semanas depois que já tinha me curado do meu problema, decidi dar um passo a mais. Depois que gozei na boca dela, falei:
— Mãe… quero ver… aí embaixo —
Ela me olhou meio na dúvida, depois se deitou na cama e abriu as pernas. Na hora me coloquei entre elas. Não sabia bem o que fazer. Ela me olhou e fez um gesto que até hoje me deixa louco. Passou a mão com força várias vezes na própria buceta enquanto separava os lábios maiores com os dedos, e da boca dela eu ouvi:
— Ssss —
Eu comecei a acariciar ela e ela a gemer. Num momento, quando já tinha me recuperado e comecei a ficar duro de novo, falei:
— Mãe… quero meter o pau em você —
Ela me olhou uma vez, pegou na minha mão e fez eu deitar por cima dela. ela, senti o pau enroscado nos pelos, depois a mão dela que pegou em mim me guiando e eu meti de uma vez.
Ela começou a ondular os quadris e eu a meter e tirar instintivamente, não nos olhávamos no rosto, ela respirava ofegante debaixo de mim e me segurava pelos quadris.
Notei que ela começou a se mexer mais rápido, pressentindo que eu ia gozar, como eu tinha visto muitas vezes quando a masturbava, e assim aconteceu também, eu soltando toda a minha porra na buceta da minha mãe pela primeira vez.
Naquele momento não tomei muita consciência do que tinha acabado de acontecer, mas curti, e até hoje me lembro, o dia em que comi minha mãe, a frase me excita por isso escrevo, acho que justamente o fato de ser minha mãe é o que me deixava louco — Oh! Deus que prazer. Assim, não sei em que momento dormi, na manhã seguinte fui acordado pelo choro angustiado da minha mãe, virei-me para ela perguntando o que tinha
— Me perdoa, filho… não sei o que aconteceu, mas o que fizemos foi errado, melhor que ninguém saiba… ninguém, entende? Se seu pai descobrir, ele nos mata —
E assim continuou com o discurso, realmente, estava muito mortificada, eu enquanto isso olhava o decote dela com um peito meio pra fora, o rosto choroso com o cabelo bagunçado, começou a subir o pau.
— Entendeu, filho?
— Quero meter de novo em você — falei como resposta.
Descobri ela, comecei a levantar a camisola, enfiei a mão na buceta dela que, nisso tudo, estava bem molhada
— Não entendeu nada, filho… para, por favor, não podemos fazer isso —
Abri as pernas dela e me posicionei entre elas, imediatamente fui invadido pelo cheiro da buceta dela. Pude vê-la em todo o seu esplendor, já que era dia e a claridade entrava pela janela, com bastante pelo preto encaracolado que ultrapassava a virilha, dava pra ver a racha rosada entreaberta no meio do pelo, enfiei a cara na buceta dela, lambi os pelos, a racha, senti um gosto salgado, chupei o clitóris dela, o lugar onde ela me fazia tocar quando a masturbava, ela Choramingava
—Não… não… por favor, filho, não faz isso—
Ela se revirava com as pernas bem abertas, joelhos dobrados na cama, segurando minha cabeça como se quisesse me afastar, coisa que eu fiz, me deitando sobre ela e enfiando de novo, dessa vez sem ajuda até o fundo. Eu metia e tirava a pica naquela buceta deliciosa. Ela chorava, ficava passiva, só uma leve resistência com as mãos no meu peito, repetia:
—Alejitinho… Deus, você não entendeu nada do que eu te disse… para, por favor—mmmhhh, mmmh, haaa… filho, por favor—
Eu enfiava até o fundo e tirava, não nos olhávamos, ela com o rosto virado de lado, eu lambia o pescoço dela, que era o que tinha à mão.
—Mamãe… mamãe…— eu repetia, de repente ela me diz:
—Olha pra mim, olha pra mim… olha pra mim, eu tô falando—
Eu olhei nos olhos dela, como ela pediu.
—Quero que você veja o que tá fazendo, você tá comendo a sua mãe, sabe…—
Enquanto isso, ela começou a mexer os quadris em círculo, gemendo, colocou uma mão no meu peito me afastando um pouco.
—Olha… como você mete, como você come a sua mãe—
Eu via minha pica mergulhar na buceta, os pelos dela e os meus molhados. O cheiro da buceta dela, o barulho da pica entrando e saindo, que quadro, ela com as pernas e as coxas abertas, os pés apoiados na cama.
—Continua, filhinho… come a mamãe, como eu gosto, que Deus me perdoe—
Depois, ela flexionou as coxas, apoiando os calcanhares nos meus rins, de repente tirou a camisola como pôde, aí eu vi ela completamente nua. Ao ver os peitos dela, comecei a chupá-los com força, primeiro um, depois o outro, que prazer, pelo amor de Deus. Senti que ela estava chegando ao orgasmo, naquele momento beijei ela na boca, coisa que nunca tinha feito, um beijo de língua, um no outro, metendo a língua, sentindo que a gente se comia a saliva.
—Continua… filhinho, como você me come, pelo amor de Deus, que prazer… mmmmmhhhh, come a sua mamãe, enche a buceta de porra—
—Siiim… mamãe, eu meto tudo… assim… assim—
Ela ondulava os quadris e eu metia e tirava, parava um só pra não gozar tão rápido e depois recomeçava de novo, metia até o fundo, ela se abria toda pra me receber, me olhava com os olhos semicerrados, a boca entreaberta, sentia o hálito dela no meu rosto
—Assim… assim, filhinho—
De repente, soltei a porra lá no fundo da buceta, continuei me mexendo até que ela também gozou, gemendo e tremendo, mexendo a bunda pra cima e pra baixo, fiquei abraçado nela, dava beijinhos na boca dela e me afastei, olhando pra baixo vi que escorria porra entre os lábios e descia pelo meio do cu, ela pegou o pano e limpou a buceta.

Depois disso, minha mãe começou a me tratar com frieza, sem dar abertura pra nada relacionado ao que a gente tinha vivido. De quebra, meu pai voltou pra casa e ficou um tempão, e eu, enquanto aliviava meu tesão na punheta, pegava as calcinhas dela e deixava cheias de porra na parte da virilha pra ela perceber, mas ela não dava bola.

Um dia, meu pai saiu de manhã e minha mãe me encontrou na cama, falava comigo e eu não respondia, ela sentou na beirada e disse:
—O que foi com você…— eu não respondia, ela insistia e eu nada, até que falei:
—Você não me quer mais—
—O quê? — ela disse—
—Isso, você não me quer—
—Mas filho, como não vou te querer…—
Eu cortei ela e falei na lata:
—Então por que não quer mais trepar comigo?—
Ela ficou chocada, nunca tinha ouvido eu falar assim
—É que… não podemos, somos mãe e filho, isso é pecado mortal, se alguém descobre…
—Sim, mas você gostou pra caralho— falei com raiva.
Ela hesitou, com lágrimas nos olhos, até que disse: —Tá bom, se apressa que seu pai já vem—, ela se levantou, arregaçou a saia na cintura, tirou a calcinha pelos tornozelos, ficou só com as meias e a cinta-liga, e se deitou na cama do lado, abriu as pernas e começou a passar a mão na buceta, separando os lábios pra eu ver lá dentro, adivinhou que aquele gesto me recalentava
– Ssss… – ela dizia

Pulei desesperado, tirei a cueca já com o pau bem duro, mergulhei a cara na buceta dela e comecei a chupar, lambia os lábios, depois o clitóris, senti o cheiro dela, meio ácido, de frutos do mar frescos. Ela começou a se contorcer e gemer

– Se apressa que seu pai já vem – ela dizia

Me deitei sobre ela, entre as pernas dela, e enfiei até o fundo. Ela gemeu de prazer

– Siim… filho, enfia, come a mamãe –

– Mamãe, mamãe… como eu enfio o pau na sua buceta –

Eu dizia, começando o vai e vem. Ela levantou as pernas, abrindo bem as coxas pra eu poder enfiar até o fundo.

– Dá o pau pra mamãe, como eu gosto… me dá todo o leite, meu amor –

Ela soltou a blusa e tirou os peitos por cima do sutiã, me oferecendo pra eu chupar. Eu esfregava o rosto e mergulhava naqueles peitos que um dia me alimentaram e agora me davam outro prazer, o sexual, e era minha própria mãe que me dava isso, enquanto eu continuava enfiando e tirando o pau da buceta molhada da minha mãe, ouvia o barulho da carne batendo na dela

– Mamãe, mamãe, como eu gosto de enfiar em você… assim na sua buceta –

– Eu também gosto –

Ela dizia. Agora deixa eu te comer, ela falou, e me empurrou pra nos separarmos, me jogou na minha cama e montou em cima de mim, enfiando meu pau de novo na buceta. Ela cavalgava em cima de mim, eu agarrava os peitos dela, caídos, e chupava primeiro o direito, depois o esquerdo. Minhas mãos no cu dela, eu levantava e enfiava de novo. De repente, senti o leite vindo pra ponta do pau e comecei a soltar tudo que tinha. Minha mãe, quando sentiu que eu gozava, começou um vai e vem frenético pra gozar comigo, mas não conseguiu até o fim

Senti que ela tinha ficado no meio do caminho, então virei ela, joguei de costas na cama e comecei a chupar ela, focando no clitóris dela

– Siim… assim, filhinho… assim me faz gozar com sua língua... siiiim... ai, to gozando, Mm... sim... sim... Deus, que prazer você me dá... que Deus me perdoe por invocar o nome dele nessa hora-
Aí ela se levantou, pegou a roupa, enfiou a calcinha amassada entre as pernas pra porra não sujar o chão e saiu correndo pro banheiro enquanto eu via a bunda dela tremendo a cada passo e pensei: essa buceta tem que ser minha.
Continua...

🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 😀 🙎‍♂️ 🙎‍♂️

15 comentários - Minha mãe, minha obsessão, compulsão

MUY BUENO EH SE VE QUE TU MAM ES UNA DIOSA CON TODO RESPETO TE LO DIGO SIN QUE TE OFENDAS
por favor la continuacion muy bueno 🤤 🤤 🤤 🤤
te felicito 😳 😉
Te falto la fuente: http://relatos.marqueze.net/relatos-eroticos/amor-filial/page/2/
carbonero_84 dijo:Te falto la fuente: http://relatos.marqueze.net/relatos-eroticos/amor-filial/page/2/

http://relatos.marqueze.net/mi-madre-mi-obsesioncompulsion/
lain3 +1
que tal amigo ami me pasa lo mismo pera para mi suerte no tengo que rebelar mi secreto porque mi madre esta enferma de los nerbios y toma calmantes para dormir y en ese momonto yo le ago el amor de echo tubo un hijo pero piensa que es de mi padre
lain3 dijo:que tal amigo ami me pasa lo mismo pera para mi suerte no tengo que rebelar mi secreto porque mi madre esta enferma de los nerbios y toma calmantes para dormir y en ese momonto yo le ago el amor de echo tubo un hijo pero piensa que es de mi padre


Cambalachee dijo:que asco
larecon +1
lain3 dijo:que tal amigo ami me pasa lo mismo pera para mi suerte no tengo que rebelar mi secreto porque mi madre esta enferma de los nerbios y toma calmantes para dormir y en ese momonto yo le ago el amor de echo tubo un hijo pero piensa que es de mi padre


WTF???!!
es ridiculo ver comentarios de "que asco" y otros mas,ya q estamos hablando de poringa,aca nadie deberia tener prejuicios,ya q se trata de un sitio para no tenerlos,sino a navegar a otro lado,debo renegar si en una heladeria hay solos helados? a cagar con la moral de cotillon de algunos hipocritas,esta seccion es para fantasear,y si el q lo escribe cuenta su verdad o lo inventa respeto ante el por lo q hace para q leamos,y si lo copia y da la fuente da lo mismo. me agradan estas historias y nunca me cogi a mi vieja,pero no nadie para decirle o mostrarles a otra persona cuales son las pautas a seguir para ser una persona de bien. Poringa no necesita de esta gente prejuiciosas Aguante racing club,el nacho gonzales y johny wealker red label!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
elpescadorabioso dijo:es ridiculo ver comentarios de "que asco" y otros mas,ya q estamos hablando de poringa,aca nadie deberia tener prejuicios,ya q se trata de un sitio para no tenerlos,sino a navegar a otro lado,debo renegar si en una heladeria hay solos helados? a cagar con la moral de cotillon de algunos hipocritas,esta seccion es para fantasear,y si el q lo escribe cuenta su verdad o lo inventa respeto ante el por lo q hace para q leamos,y si lo copia y da la fuente da lo mismo. me agradan estas historias y nunca me cogi a mi vieja,pero no nadie para decirle o mostrarles a otra persona cuales son las pautas a seguir para ser una persona de bien. Poringa no necesita de esta gente prejuiciosas Aguante racing club,el nacho gonzales y johny wealker red label!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

bien dicho
1 s+0|-0
Soy facundo18argentina@hotmail.com casado 45 años muy morboso y caliente alguien así? Abrazos los espero...

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