Disso que vou contar agora já se passaram muitos anos, mas sempre ficou na minha mente e acho que ainda governa de alguma forma meus gostos e desejos.
Eu tinha uns 18 anos, naquela época já estudava fora da minha cidade, e voltava todo fim de semana pra passar na casa dos meus pais.
Tinha uma vizinha um pouco mais nova que minha mãe, dona Chayo, uma senhora baixinha, um pouco gordinha mas com jeito, ou seja, tinha cintura marcada, uns peitos redondos e grandes e uma bunda ainda bem gostosa de olhar. Ela sempre usava saias bem compridas e vestidos que cobriam até o pescoço, só no calor dava pra ver os braços dela. E, bom, desde que eu era adolescente, foi com ela que tive minhas primeiras fantasias sexuais. Lembro de um dia em que ela passou em casa pra pedir algo pra minha mãe e tava com um vestido sem manga, daqueles que mostram desde o começo do braço. Ela se abaixou e eu consegui ver só a borda do sutiã dela e o volume do peito. Aquilo foi o suficiente pra que, desde aquele dia, eu me “apaixonasse” por ela. Porque a partir dali eu passei a vê-la diferente, e quase sempre tentava estar por perto quando ela vinha, ou me oferecia pra levar o que minha mãe mandava pra ela, só pra vê-la e me deliciar com o rebolado daquela bunda gostosa ou ver como os peitos dela balançavam quando ela andava.
Ela devia ter menos de 40 anos naquela época.
Sempre que tinha festa em casa, ela e o marido eram convidados, e eu aproveitava pra ficar perto dela, olhando e fantasiando em vê-la sem roupa, já que nessa idade eu ainda não tinha conhecido uma mulher nua, só em filmes ou fotos de revista, claro.
Então, sempre acabava batendo uma punheta em homenagem a ela, com umas gozadas enormes, pensando na bunda e nos peitos de dona Chayo.
Um desses dias, estando em casa, subi até o terraço pra pegar umas roupas que minha mãe tinha estendido lá em cima. Subi meio sem vontade, e meio sem querer, olhei pra casa de dona Chayo. E o que vi me deixou Impressionado, ela tava lavando roupa na mão, esfregando e jogando água, fazendo aquele movimento de esfregar e esfregar. Como tava na casa dela, só usava um roupão florido por cima. Os peitos dela balançavam de um jeito impressionante, feito dois balões cheios d'água, um balanço sensacional, sensual, tremendamente excitante. E quando ela esfregava a roupa, o movimento daquele par de peitos gostosos ficava ainda mais pronunciado. Do ponto de vista que eu tava, dava pra ver quase os peitos dela inteiros. Tava hipnotizado olhando ela da minha laje, quando minha mãe me deu um grito me chamando, pedindo o que ela mandou eu buscar. Isso fez com que dona Chayo virasse pra olhar e me pegasse olhando ela. Ela se endireitou, parou de esfregar a roupa, sacudiu as mãos pra tirar o excesso de água e passou o dorso da mão na testa pra enxugar o suor. Me sorriu e disse:
— Mas o que cê tá fazendo aí em cima espiando, meu filho? Anda, vai levar pra sua mãe o que ela pediu, não fica de olheiro — e riu.
Eu, nervoso, tentei balbuciar alguma desculpa, mas não saiu nada da boca. Do jeito que deu, me levantei e me afastei como se tivesse hipnotizado pelos peitos dela. Quase andando de costas, fui levar as coisas pra minha mãe.
Nem preciso dizer que naquela noite imaginei mil coisas e me masturbei feito um filme.
Nos dias seguintes, tentando ver ela de novo, subia na laje pra olhar, mas não via nada. Ela não lavava mais roupa, então só ficava vendo ela se mexer de um cômodo pra outro. Isso me deixou decepcionado, até que um dia ela apareceu lá em casa. Quando ouvi ela entrar, fui rápido vê-la. Ela tava conversando com minha mãe, e eu só cumprimentei.
— Oi, dona Chayo...
— Oi, meu filho. Como cê tá? Como vai na cidade?
— Tô bem, dona Chayo. E a senhora?
— Ah, tudo bem, tudo certo.
Aí ela continuou falando com minha mãe, e eu fiquei olhando pra bunda dela, imaginando que ela mexia pra me provocar, coisa que não era verdade. Terminou de conversar e, se despedindo, disse:
— Bom, comadre, vou indo. Acho que já tem água suficiente pra eu lavar. Faz tempo que não lavo. Lavo e tenho um bom montão de roupa suja (é assim que chamam a roupa suja por aqui).
Adeus, meu filho - Ela me disse, me olhando e sorrindo.
Esperei um tempo que me pareceu eterno e, nervoso, subi no terraço. E ela já estava lá, lavando, com o mesmo roupão florido, com os dois botões de cima abertos, me deixando ver o balanço dos peitos gostosos dela. Lavava com muito afinco e eu estava extasiado olhando. Óbvio que, entre nervoso e excitado, meu pau já estava mais duro que tudo. Eu via ela se mexer lavando, os peitos dela balançando dentro do roupão, a bunda dela se mexendo... era um espetáculo impressionantemente sexual pra mim.
Num momento, ela se endireitou pra descansar e, repetindo o movimento de limpar o suor com as costas da mão, olhou pra cima e, me vendo, acenou me cumprimentando.
- O que cê tá fazendo aí em cima, meu filho?
- Nada... nada... dona Chayo, só vim pegar uma coisa.
- E já achou?
- S-sim... sim, já achei, já vou indo - eu disse.
Ela me respondeu:
- Então vai, meu filho, vai fazer a lição.
Então eu saí de lá. Pra mim, o que acontecia era realmente excitante. Eu pensei que algo estava rolando, mas agora sei que era só o comportamento normal de uma senhora mais velha com um jovem tarado.
Devo contar também que dona Chayo era casada com seu Martin, um senhor um pouco mais velho que ela e beberrão inveterado, dono de um salão de sinuca da cidade, lugar que dava a ele a chance de estar sempre bêbado. Então eu sempre soube dos problemas que eles tinham, mas, como nos povoados, as mulheres naquela época aguentavam tudo o que os maridos faziam. Então, pra mim, era normal vê-la de vez em quando pelas ruas, levando o marido pra casa quase pendurado no ombro. Não foi uma vez só que ela me chamou pra ajudar a colocar ele dentro de casa, quando ele dormia na porta. Devo dizer que eu ansiava que esses dias chegassem, porque quando eu ajudava a carregar o bêbado, podia ficar perto dela, e às vezes até encostar um pouco, ou roçar nela. braços. Mas dali não passava, depois ajudava ele a deitar na cama e era só isso.
Eles tinham três quartos: um onde eles dormiam, outro onde dormiam os dois filhos homens e outro onde dormiam as duas filhas. O deles era o maior, com uma cama encostada na parede direita, perto da janela, bem no canto, e um guarda-roupa bem na frente. E ao lado desse quarto tinha um quartinho pequeno que, quando fui espiar, eles usavam pra guardar roupa suja ou coisas assim. Era pequeno e se comunicava com o quarto por uma abertura na parede coberta só com uma cortina de pano, e dava pro pátio central por outra porta. Nesse quartinho tinha uma cama de solteiro e mesas onde, suponho, ela passava roupa ou algo do tipo.
Pra mim, era como minha segunda casa: primeiro porque sempre ia lá fazer os recados da minha mãe, segundo porque muitas vezes entrava ajudando dona Chayo a levar don Martín pra dormir a bebedeira, ou simplesmente porque gostava de visitar eles.
Assim passaram dias e mais dias, e eu continuava com a excitação e a fantasia de ver dona Chayo pelada, de ver os peitos dela ou ver por baixo da saia, coisa que até aquele momento eu não tinha conseguido, exceto pelo que já contei antes.
Mas um dia minha sorte mudou... foi numa comemoração de aniversário dos meus pais ou um aniversário de um deles, não lembro direito. Só lembro que eu tinha saído de casa pra ver minha namorada e voltei cedo porque sabia que teria jantar em casa. Cheguei quando já tinha gente lá, todo mundo bebendo e conversando, entre eles dona Chayo, que, como sempre, estava metida na cozinha com minha mãe, ajudando a preparar e servir os convidados. Terminaram o jantar, onde todo mundo bebeu e comeu, e foram pra uma sala que tem na casa dos meus pais, onde sentaram pra prosear. Mas como eu tava dizendo, numa cidade pequena não é igual na cidade grande; aqui, os homens isolam as mulheres das conversas deles, então as mulheres estavam de um lado as fofoqueiras e do outro os homens bebendo e falando das suas coisas. Dona Chayo tava nervosa e puta da vida, eu como sempre rodeando ela e olhando com cara de arrependido, esperando ver o barraco que o marido dela ia fazer quando ficasse completamente bêbado. De repente ela me chamou com a mão, foi andando pra fora do nosso pátio e eu fui atrás feito um hipnotizado, olhando pras bundas gostosas dela. Ela para e me diz:
— Oi, meu filho, cê não fica bravo se eu pedir um favor?
— Claro que não, dona Chayo, fala aí, como posso ajudar?
— Meu marido já tá muito bêbado e não quer ir embora, eu tenho que ir pra casa ver como tão meus filhos (eles eram pequenos ainda, o mais velho de 10) — Então vou deixar ele com você, tá?
Eu não demoro pra voltar e quando for pra casa, cê me ajuda a levar ele? — ela falou isso toda envergonhada.
Então não sei por que, mas pela primeira vez na vida me senti não mais um menino.
Pus minha mão no braço dela e falei:
— Claro, dona Chayo, eu fico de olho, a senhora vai tranquila, eu cuido do seu Martin e quando ele cair, aviso.
Ela sorriu pra mim e disse:
— Tá bom, meu filho, então daqui a pouco eu volto.
E foi embora.
Passaram as horas e ela não voltava, lá pelas 2 da manhã, quase 3, todo mundo já tinha ido embora e só ficou meu pai discutindo política com dois amigos e com seu Martin, que nessa altura já tava completamente chapado, largado no sofá.
Então saí de casa, fui na porta do lado e bati, quase na hora saiu dona Chayo ainda vestida e eu falei:
— Dona Chayo, acho que seu marido já dormiu, quer que a gente traga ele?
Ela respondeu:
— Sim, sim, me faz esse favor, vamos.
Então ela fechou a porta da casa dela e fomos pra minha, lá tava minha mãe meio dormindo e recebeu ela, dona Chayo disse:
— Comadre, seu filho vai me ajudar a levar o Martin pra casa, tá bom?
— Sim, comadre — respondeu minha mãe — deixa ele ajudar a levar, pra não ter problema.
Então do jeito que deu, tentamos levantar seu Martin entre nós dois, eu... O padre e os dois amigos dele continuavam na conversa e quase não falaram nada quando tiramos ele arrastando os pés. Dona Chayo xingava Dom Martín pra ele andar, e ele só respondia com grunhidos. É justo dizer que Dom Martín era um cara pesado, e claro, com aquele cheiro de bêbado, era muito desagradável carregá-lo.
Chegamos com dificuldade na casa dele. No caminho, Dom Martín meio que reagiu e nos ajudou dando uns passos, então ficou um pouco mais fácil levá-lo. Só que, como ele tinha acordado meio que, começou a dar tapas tentando voltar pra reunião. Chegamos na porta da casa dele, e como Dona Chayo era quem mais carregava Dom Martín, ela não conseguia pegar as chaves. Então ela me disse:
— Meu filho, solta ele um pouquinho e me ajuda a pegar as chaves.
Dom Martín dava tapas em Dona Chayo, e ela travava uma batalha pra controlá-lo com as duas mãos e tentar segurá-lo pra ele não cair no chão. Então eu soltei ele e fui pegar as chaves. Fiquei parado olhando pra Dona Chayo, como quem pergunta: "Onde estão as chaves?" Ela me olhou e disse:
— Tô com elas penduradas no pescoço, puxa a fita.
Então, todo nervoso, aproximei minha mão do pescoço dela. Ela levantou o rosto e me mostrou a fita de pano com as chaves. Peguei o laço como quem não quer tocar a pele, mas ao mesmo tempo querendo tocar. Puxei um pouco, mas não cedia ao puxão da minha mão. Então ela, meio que se queixando, me disse:
— Ai, as chaves prenderam no meu sutiã. Olha, puxa devagar.
Eu puxei de novo, agora mais devagar, mas as chaves estavam presas no meio dos peitos dela. Dona Chayo, já desesperada, me disse:
— Anda, tira logo que esse homem vai acordar.
Então, aproveitando a situação e com um pouco de cara de pau, já que Dona Chayo tava meio que controlando Dom Martín, enfiei a mão dentro do vestido dela por cima e, seguindo o caminho marcado pelo pano, meti meus dedos entre os peitos dela. Pegando as chaves mais de perto, tirei elas. Esse foi um momento... especial, eu tava mais que excitado, com meu pau endurecendo dentro da calça.
Peguei as chaves, passei pelo pescoço dela e abri a casa.
Nós colocamos o dom Martín pra dentro de casa e depois pro quarto dela, na hora o dom Martín se soltou e, já um pouco mais acordado, começou a gritar e dar tapas na dona Chayo, que desesperada dizia: "Martín, calma, que aqui é o filho dos meus compadres".
Dom Martín me encarou na bebedeira dele e balbuciava incoerências sobre se desculpar, mas mesmo assim começou a querer sair de novo, então eu, tentando ajudar a dona Chayo, que tava desesperada e envergonhada comigo, falei:
— Óia, dom Martín, se o senhor quiser, eu trago outra cuba pra você.
Dona Chayo me olhou e disse:
— Não, meu filho, não traz mais não.
Aí eu respondi:
— Dona Chayo, eu só quero que ele se acalme, deixa eu trazer pra ele e assim ele já dorme.
Dona Chayo entendeu que era uma boa ideia, pelo visto minha presença ali pelo menos impedia que dom Martín batesse nela (coisa que descobri depois que acontecia direto quando ele ficava nesse estado de bebedeira).
— Então, meu filho, melhor o senhor ficar aqui fazendo companhia pro Martín, que eu vou buscar uma garrafa de tequila pra você tomar um gole com ele.
Dom Martín me abraçou e me puxou pra sentar do lado dele na cama, e começou a falar comigo como se fôssemos amigos, como se tivéssemos uma conversa pendente. Eu até entendi umas coisas das incoerências que o homem dizia, e só fui na onda.
Dona Chayo saiu correndo do quarto, voltando em uns minutos com uma garrafa de tequila. Na hora, ela se aproximou com a garrafa e uns copos, se colocou na nossa frente e deu um copo pra cada um. Dom Martín, ao ver a garrafa de tequila, apressou dona Chayo pra servir. Ela serviu tequila nos dois copos, colocando um gole pequeno no meu, me olhando e fazendo sinal pra eu não beber. Então, indo na onda da situação, eu só fingia que tava bebendo, mas dom Martín me forçando a tomar, me desafiava a beber igual que ele, de um gole só. Aqui tenho que dizer que já tinha tomado tequila com meus amigos algumas vezes, então não foi difícil pra mim virar a dose.
Depois disso, dom Martín pegou a garrafa de novo e, servindo mais duas doses, começou a brindar comigo. Eu via dona Chayo tentando evitar que eu bebesse, pensando talvez que minha mãe fosse ficar brava e sentindo que a culpa era dela por ter me pedido ajuda.
Então eu falei baixinho:
— Dona Chayo, não se preocupa, não vai me acontecer nada.
— Mas se sua mãe te vê assim, vai te xingar por minha causa.
Nessa altura, dom Martín já tinha voltado ao grau de bebedeira que tava antes de a gente fazer ele andar, e tinha se soltado: falando besteira, levantando o copo, batendo a mão na mesa, tentando se levantar, xingando dona Chayo. Enfim, a cena era realmente patética. Eu também tava envergonhado, mas ao mesmo tempo excitado por ver dona Chayo, que por causa da situação tinha se descuidado e eu tinha conseguido apalpar os peitos dela. E agora, sentada ali na nossa frente, ela mostrava o começo do peito, porque o vestido tinha ficado aberto em cima e eu conseguia ver o início dos seios e as bordas daquele sutiã que tanto me excitava.
De qualquer jeito, entre dona Chayo e eu já tínhamos controlado dom Martín, que já tava quase dormindo em cima da cama, com os pés no chão e meio encostado na cabeceira. Ainda dava sinais de vida, era um bêbado incansável mesmo. Nessa altura, dona Chayo só olhava pra mim e eu pra ela. Então eu levantei e falei:
— Bom, dona Chayo, acho que já tá tudo certo. Vou pra minha casa.
Ela, triste pelo que tinha acontecido, me disse:
— Sim, meu filho, obrigada, mas tô preocupada que sua mãe sinta o cheiro de álcool em você. Deixa eu fazer um café pra passar o bafo de tequila.
E eu respondi:
— Não se preocupa, dona Chayo. A essa hora, minha mãe já deve estar dormindo e meu pai vai continuar na conversa de política. Até amanhã (era comum ela fazer isso), então nem se preocuparam em saber se eu já tinha chegado ou não. Além disso, minha mãe sabia que eu vinha pra casa dela, e amanhã vou dizer que me atrasei porque ajudei ela com o Dom Martín.
Dona Chayo, nervosa pra caralho com medo de meus pais me verem bêbado daquele jeito, esfregava as mãos e me dizia:
— Ai, não quero que seu pai te veja assim (meu pai sempre teve um gênio duríssimo e, sim, era arriscado pra cacete ele me ver daquele jeito, porque ia me dar uma surra corretiva, mas naquele momento acho que ele nem percebeu meu estado). Olha, meu filho, melhor eu ligar pra sua mãe e avisar que você vai ficar aqui pra me ajudar a cuidar do Martín, que amanhã você vai cedo, assim ela não fica te esperando. Senta aqui e me espera.
Dona Chayo saiu e voltou uns minutos depois, me dizendo:
— Pronto, já avisei sua mãe. Pode ficar aqui. Além disso, na sua casa, com as visitas, iam te mandar dormir no sofá. Sua mãe achou bem você ficar aqui pra me acompanhar, pro Martín não me maltratar. Deixa eu arrumar a cama pra você deitar.
— Obrigado, Dona Chayo — falei, e me preparei pra esperar ela arrumar a cama.
Ela então disse:
— Vou trocar as crianças de quarto, pro quarto das meninas, pra você usar aquela cama.
Respondi:
— Não, Dona Chayo, não acorda elas. Eu fico no sofá da sala, não se preocupa. Tá frio e pode fazer mal pras crianças.
Ela falou:
— Não, meu filho, como é que vou mandar você dormir no sofá? Melhor eu arrumar a cama do quartinho da tábua de passar (que era junto do quarto dela) e você deita lá.
— Claro, Dona Chayo, tudo bem. Assim posso ajudar se o Dom Martín acordar de noite.
Ela sorriu, tocou meu rosto e disse:
— Obrigada, você já me ajudou pra caramba.
Ela foi arrumar a cama do quartinho enquanto eu continuava sentado na cama deles, olhando pro bêbado e vendo a sombra de Dona Chayo através da cortina que separava os quartos, enquanto ela mexia nas cobertas da cama. Pouco tempo depois, ela voltou e me disse:
— Vai, meu filho, vai dormir e me desculpe pelos momentos que te fiz passar.
— Dona Chayo, não se preocupe, você sabe que estou aqui pra ajudar — respondi.
Então entrei no quartinho e ouvi dona Chayo me chamando:
— Não seja ruim, me ajuda a levantar esse homem pra botar ele na cama.
Saí do quartinho e fui ajudar, levantando seu Martinho pelos pés, enquanto ela tirava as botas dele e o cobria com um cobertor.
— Boa noite, dona Chayo — falei.
— Boa noite, meu filho, e obrigada — disse ela, se aproximando pra me dar um beijo na bochecha.
Voltei pra minha cama, e excitado como estava, comecei a imaginar o que tinha acontecido, a lembrar do calor entre os peitos de dona Chayo, a lembrar daquele cheiro do perfume dela que aspirei quando ela se aproximou pra me dar o beijo na bochecha. Já estava me preparando pra bater uma punheta em silêncio, em homenagem a dona Chayo, totalmente excitado, tirei a roupa, fiquei só de cueca e me enfiei debaixo das cobertas.
Na escuridão e no silêncio, ouvia dona Chayo ainda se mexendo, com certeza se despindo e se preparando pra dormir. Escutei o rangido da cama deles, provavelmente quando ela subiu. Depois, um longo momento de silêncio tomou conta do quarto. Dona Chayo devia estar tentando pegar no sono, quando de repente ouvi um gemido, seguido de um som peculiar e bem conhecido: era seu Martinho vomitando. Ouvi dona Chayo se levantar na hora e falar com ele (com certeza, isso que tava acontecendo era algo bem comum).
Eu não sabia o que fazer, se levantava ou não. Mesmo assim, como estava ali pra ajudar, levantei, e ainda com a esperança de ver dona Chayo de camisola ou robe. Saí do quartinho e a vi de costas, parada perto da cama, tentando arrumar seu Martinho e limpando o chão.
— Aconteceu alguma coisa, dona Chayo? Posso ajudar?
Falando isso, eu olhava pra ela. Ela tava com um robe de algodão branco até os joelhos, e quando se abaixou pra... arrumar a cama, pude ver o começo das pernas dela por baixo do tecido do roupão, dava pra adivinhar as bundinhas gostosas dela, que balançavam um pouco flácidas e marcava claramente uma calcinha branca.
A vergonha do que tava acontecendo fez com que dona Chayo não reparasse em como estava vestida, então ela só me disse:
— Ai, meu filho, que vergonha com o senhor, olha só as palhaçadas que esse homem faz, que vergonha que me dá. Vai dormir, que esse homem já não acorda mais, agora só vou limpar ele e dormir também.
Me ofereci pra ajudar e ela aceitou, me pedindo pra pegar uns cobertores do quarto onde eu dormia, então peguei pra ela e, como deu, com minha ajuda, tiramos a roupa de cama de debaixo de dom Martín, que dona Chayo já tinha tirado a camisa suja e, como pôde, tinha limpado ele.
Ela tirou o trouxa de roupa suja pra fora do quarto, cobrindo dom Martín com um cobertor limpo.
Então ela me disse:
— Já viu, meu filho, o que acontece quando esse homem fica bêbado, por isso que temos a caminha lá dentro, porque quando isso acontece eu vou dormir lá, na verdade quase sempre durmo lá, ele tá sempre bêbado.
Eu disse:
— Mmm, dona Chayo, então agora onde a senhora vai se deitar? Se quiser, vou pra minha casa, assim a senhora dorme na caminha do quarto.
— Não, como é que eu vou mandar o senhor pra casa agora? Não.
Olha, melhor ir se deitar, que eu já vejo onde me deito.
— Mas dona Chayo — respondi eu.
Eu tava realmente preocupado, além disso não queria perder de ver um espetáculo daquele, agora eu via ela melhor de frente, olhava o roupão quase aberto debaixo dos peitos, a barriguinha e as pernas dela, com o movimento que ela fazia, eu via claramente como aqueles peitos gostosos balançavam e a marca mais escura que aparecia entre o tecido, com certeza eram os bicos dos peitos dela, essa imaginação fez minha ereção aparecer na hora e, como pude, colocando as mãos no meu pau, tentei esconder.
Então ela me disse:
— Já sei o que vou fazer, vou colocar um colchonete no chão do Quartinho aquele onde você está e aí eu durmo.
— Bom, dona Chayo, a senhora coloca o colchonete, mas deixa eu deitar nele, o chão tá duro e frio pra senhora.
Ela sorriu e, vendo que não ia conseguir que eu aceitasse ela dormir no chão e eu na cama, aceitou dizendo:
— Bom, tá bem, então vamos dormir que já são quase 4 da manhã.
Rapidamente ela tirou um colchonete de um armário e, estendendo no chão, colocou lençóis limpos, um cobertor e travesseiros. Eu olhava ela na semi-escuridão fazendo isso; a cada movimento de se abaixar quase no chão, o roupão dela abria e me deixava ver quase um peito inteiro. Numa dessas, quase um escapou, ela, como se fosse normal, só reajustava o roupão e continuou na lida, mas sem fechar o roupão. Aí ela me olhou e disse como se fosse pra si mesma:
— Ai, que problema com essas coisas que eu tenho, melhor eu colocar um sutiã, senão vou te dar um show aqui e você não vai conseguir dormir de susto.
E dizendo isso, foi pro quarto dela e quando voltou, já dava pra ver que tava de sutiã; o tamanho dos peitos dela agora parecia menor e não tão caídos. Naquela hora, meu pau já tava querendo sair da cueca, então, sem mais, me enfiei no colchonete estendido no chão e me cobri, esperando ela tomar o lugar dela na cama.
Ela passou andando perto de mim e, antes de subir na cama, pude admirar finalmente o que tanto tinha sonhado; sem querer, consegui espiar por baixo do roupão dela, enquanto ela subia na cama, e vi as pernas lindas dela até a calcinha e pude ver uma moita preta de pelo abundante que fazia volume na região da buceta dela.
Eu tava que não acreditava, segurava com as mãos meu pau enquanto passava a mão nele, quase gozando só de ver aquilo.
Ela terminou de subir na cama e se cobriu com os cobertores. Eu, verdade seja dita, pensei que até ali tinha chegado tudo, e me preparei pra não fazer barulho, já que tava certo que não ia conseguir dormir de tanta excitação.
Dona Chayo Então ela me disse:
— Escuta aqui, meu filho, tá com cheiro de cachaça, me faz o favor de abrir essa janela e a porta um pouquinho pra circular o ar.
Levantei como pude, tampando a pica com a mão, abri a janela de par em par e um pouco a porta do quintal, e na hora uma brisa invadiu o quarto, limpando o cheiro do ambiente, mas deixando entrar um ventinho de madrugada que me fez tremer de frio.
Voltei pro colchonete, tremendo e tentando me cobrir, dona Chayo me viu tremendo e disse:
— Tá com muito frio?
— Sim, dona Chayo, tá fazendo frio, mas eu aguento, não se preocupa — respondi.
Ela falou:
— Hum… não, olha, melhor deitar aqui na cama, vai, que eu não me mexo muito quando durmo e você cabe aqui, sobe logo que senão vai morrer congelado aí.
Sem esperar mais e sem dizer nada, torcendo pra não ser um sonho, levantei na hora e, levando minha coberta comigo, parei do lado da cama como quem pergunta onde deitar. E rindo, dona Chayo disse:
— Vai, meu filho, pula pra perto da parede, eu deito aqui na beira caso precise levantar pra ver meu marido.
Então, já com a intenção e justificado, quase me apoiando no corpo dela, pulei e me estiquei ao lado dela, me cobrindo com minha coberta.
Dona Chayo se mexendo na cama e virando pra me encarar disse:
— Entra debaixo das cobertas, vai, que assim a gente se cobre com as duas mantas, porque a verdade é que tá fazendo muito frio.
Então, nem demorei nem fiquei de bobeira, levantei as cobertas e me deitei debaixo delas. O calor que se sentia debaixo das cobertas era delicioso, e o cheirinho doce de mulher era fantástico. Ela logo virou de novo e disse:
— Agora dorme, até amanhã.
— Até amanhã — respondi feliz.
A cama era de solteiro e mal cabíamos os dois, então ela estava colada em mim. Eu tava deitado de barriga pra cima e sentia na minha perna as bundinhas quentinhas de dona Chayo, que tinha se deitado de lado, me dando as costas. as costas, eu mal conseguia me mexer, mas sentir o calor daquela bunda macia colada na minha perna me fez começar a me mover pra chegar mais perto, aos poucos fui me juntando a ela até que o rabo dela tava completamente encostado na minha perna, meu pau tava duro pra caralho, doía de tanta pressão e eu sentia que a qualquer momento ia gozar, a excitação era enorme, deixei passar um tempo, achando que tava esperando ela dormir, pra tentar tocar a bunda dela com a mão. Quando senti que ela respirava devagar, sinal de que tava dormindo, me virei como quem não quer nada, ficando de frente pras costas dela, preciso dizer que o tamanho da cama era bem pequeno, então no movimento fiquei a poucos centímetros do corpo dela, sem coragem de encostar de vez, mas pensando que com o tempo ia me grudar mais nas costas dela, aí escuto a voz de dona Chayo me dizendo:
- Se cubra bem porque faz muito frio e os cobertores são pequenos, se acomode direito, senão vai ficar com as costas descobertas.
E dizendo isso ela se adiantou, se afastando de mim e me deixando mais espaço, indo até a beirada da cama, aí eu falei
- Não, dona Chayo, eu tô bem, melhor se chegar pra cá pra não cair.
Ela só disse
- Tá bom, mas não te incomoda?
- Não, dona Chayo, não me incomoda nada, se acomode direitinho
E dizendo isso eu me adiantei um pouco pra frente e ela se ajeitou um pouco mais pra trás, foi o momento mais gostoso da minha vida, quando senti toda aquela bunda suculenta se encaixando bem colada em mim, suas nádegas deliciosas grudavam nas minhas pernas, sentia o tecido macio do robe dela na minha pele e as formas redondas daquele rabo lindo, já não tão duro por causa da idade, mas pra mim muito excitante.
Eu não tirava a mão do meu pau, tinha que segurar ele colado na minha perna pra dona Chayo não sentir e perceber o que tava rolando comigo, então enquanto eu segurava meu cacete com a mão, ela com um movimento se ajeitou melhor.
A posição me excitou demais, então, deixando rolar o que tivesse que rolar, soltei meu pau e tirei minha mão de lá, pra sentir agora completamente a bunda da dona Chayo colada no meu pau ereto e, com certeza, claramente, ela também sentiria agora a dureza do meu pau encostado nas nádegas dela.
Sem pensar muito, enfiei nele em direção à bunda dela e me acomodei bem de lado. Dona Chayo, sentindo meu pau duro esmagado contra o rabo dela, só deixou escapar um gemidinho leve, mas não disse nada, continuou como se nada estivesse acontecendo. Então eu, ganhando mais confiança, peguei meu pau e encaixei ele bem na racha no meio das nádegas dela. Tenho certeza de que ela sentiu o baita volume, mas continuou sem dizer nada. Só ficamos ali deitados. Me animei a aproximar meu pé do dela, a encostar minha perna na dela. Ela não tirou a perna, pelo contrário, senti que deixou e a colocou pra trás. Eu sentia que estava no paraíso, apesar do frio que fazia, eu estava suando pra caralho, mas tinha chegado ao ponto em que já me animava pra qualquer coisa. Então, sem mais, abaixei meus braços dos lados e procurei entre os cobertores um jeito de abraçar ela. Enrolei ela com meu braço livre, segurando a barriguinha dela. Ela não disse nada, só se mexeu um pouco e, mexendo a bunda, se acomodou. E eu, ganhando mais confiança, estendi minha mão sobre a barriga dela e puxei ela pra perto de mim o máximo que pude. Ela não se recusou a deixar eu fazer isso, me deixou continuar com a mão ali. Naquele momento, senti que tudo podia acontecer. Então tirei meu outro braço, que já estava dormindo de ficar apertado debaixo do meu lado, bem entre meu corpo e o colchão, e passei por baixo da cabeça da dona Chayo, num gesto claro de abraçar ela. Ela levantou um pouco a cabeça e deixou meu braço passar por baixo do pescoço dela e se endireitou, colando as costas no meu peito e deixando meu braço apertar ela. Minha mão foi parar diretamente em cima de um dos peitos dela e só deixei ela ali, sem mexer. Agora eu tinha a dona Chayo abraçada e colada em mim, com uma Minhas mãos na barriga dela e a outra no peito dela.
Ela então recuou os pés até encostar nas minhas pernas, e levantou a perna dela, movendo-a para trás, subindo um pouco sobre a minha. Aquele pequeno movimento que dona Chayo fez me deu o sinal que eu esperava.
Dobrei meu joelho e enfiei entre as pernas dela, levantando minha perna devagar, subindo também a perna que dona Chayo tinha por cima. Ela só levantou a perna dela e deixou minha perna entrar entre as dela. Eu não acreditava que isso estava acontecendo. Ela cooperava, mas não dizia uma palavra. Meu pau estava duríssimo e agora estava enfiado entre as nádegas de dona Chayo.
Movendo a mão que estava na barriguinha de dona Chayo, procurei a borda do roupão dela e encontrei. Então, juntando toda minha coragem, peguei o roupão e tentei tirá-lo do meio dos nossos corpos, levantando-o.
Ela, vendo o que eu queria fazer, me disse:
— Meu roupão atrapalha? Deixa eu tirar.
E assim, sem mais, ela se levantou da cama e tirou o roupão. Foi a imagem mais excitante que já vi. Aquela mulher gostosa agora quase pelada na minha frente, só com o sutiã segurando aqueles peitos deliciosos e aquela calcinha que cobria desde a barriga até debaixo das nádegas. Ela deixou o roupão no chão e se ajeitou de novo onde estava.
— Assim tá melhor?
— Sim, dona Chayo, assim tá melhor.
Agora, sem vergonha, com ela abraçada, minha mão apertou o peito macio dela, apertando e massageando, e com a outra mão, eu acariciava a barriga e as pernas dela, puxando ela contra mim. Meu pau já completamente duro e inchado por baixo da cueca estava encaixado entre as nádegas grandes dela. Ela não se mexia, só se deixava fazer.
Tentei enfiar minha mão por baixo do tecido do sutiã para tocar o mamilo dela. Quase consegui, mas estava muito apertado e acho que machuquei ela, porque ela disse:
— Ai, meu filho, beliscou meu peito. Quer que eu tire o sutiã?
Eu não conseguia acreditar no que ouvia, então só balbuciei:
— S-Sim, dona Chayo... tira ele, p-por favor.
— Me ajuda, meu filho. Solta das costas. Tenho elas tão grandes que sempre durmo pelada porque às vezes o sutiã me machuca.
Com minha inexperiência e do jeito que dava, tirei os ganchos que seguravam o sutiã e, quando finalmente terminei, ela mesma tirou e jogou pra fora das cobertas.
— Assim tá melhor?
— Sim, assim tá melhor, dona Chayo.
Minha mão agora, sim, se encheu daquela teta enorme, grande e macia, um pouco caída, mas terrivelmente excitante. Peguei no mamilo, que era mais grosso que um dos meus dedos, enorme e duro — não sei se por causa do frio ou se ela já tava ficando excitada. Peguei ele e comecei a mexer, igual nos filmes pornô que eu costumava ver.
Minha outra mão, já mais animada, enfiei pelo elástico da calcinha e, balançando, toquei a barriguinha flácida dela e desci deslizando os dedos até onde senti que começava uma moita de pelos enorme. Consegui sentir o começo da buceta dela e, assim, sem pensar muito, toquei os lábios vaginais, que eram macios e carnudos.
Coloquei minha mão completamente aberta naquela buceta madura, acariciando de leve.
Dona Chayo continuava sem dizer nada, só se deixando fazer. Mas naquele momento, ela quebrou o silêncio e me disse:
— Ô, meu filho, você não teve as mãos amarradas quando era pequeno, teve? Você é muito safado. Por que não dorme logo? Ou o que você quer fazer comigo?
Eu não respondi, mas continuei apalpando ela, até que, chegando perto do ouvido dela, criei coragem e falei bem baixinho:
— D-dona Chayo, a senhora deixa eu tirar sua calcinha?
— Pra quê? Você já tirou meu sutiã e já meteu a mão bem na minha buceta. Pra que quer tirar minha calcinha?
— É que... quero sentir suas nádegas, deixa eu tirar sua calcinha — implorei.
— Não, meu filho, a calcinha fica onde está. Já deixei você ir longe demais. Sou uma mulher decente e casada. Só me dá uma boa agarrada, mas só até aí.
Nesse momento, minha mão já tinha feito o mamilo dela crescer e ficar duro, e minha mão na buceta dela já tava separando os lábios e acariciando devagar. com dois dos meus dedos, onde eu achava que era o clitóris dela.
- Vai, dona Chayo, deixa eu baixar sua calcinha, por favor.
- Mmm, mas pra quê? Depois você vai querer me comer, meu filho, e isso não vai dar, melhor só enfia o dedo, vai, e vou deixar você fazer só isso porque hoje você me ajudou bastante.
Eu continuava descendo meus dedos pela buceta dela, até onde minha mão alcançava, mas como estava enfiada por dentro da calcinha, ela impedia de descer mais. Mesmo assim, meus dedos já tinham encontrado o caminho até a racha dela, que já estava molhada, porque eu sentia os fios de líquido cremoso nos meus dedos.
- Deixa eu tirar sua calcinha, dona Chayo – insisti mais uma vez.
- Mmm, tá bom, meu filho, não tira, mas se eu deixar você só baixar a calcinha, você promete que não vai querer me comer?
- Sim, dona Chayo, prometo, não vou te foder se a senhora não quiser.
- Ah, tá bom, então baixa minha calcinha, vai, senão vai acabar rasgando.
Tirei minha mão de entre as pernas dela e, pegando o elástico, baixei a calcinha até os joelhos. Já sem calcinha, ela se ajeitou de novo perto de mim. Eu tinha minha mão na bunda dela e apalpava descaradamente, e ela se acomodou como estava, levantando a perna e jogando por cima da minha, empurrando a rabeta dela pra trás contra meu pau.
- Ei, meu filho, cê gosta mesmo da minha bunda?
- Sim, dona Chayo, gosto das suas bundonas e dos seus peitos.
- De verdade? Tá bom, vou emprestar pra você apalpar à vontade, mas só hoje, hein?
- S-sim, dona Chayo.
- Tá bom, quando acabar, você dorme agora, sim? Ai, já me deixou toda pelada.
E dizendo isso, ela se encostou mais em mim e colocou a perna mais pra trás por cima da minha, daquele jeito de costas. A bunda macia dela, agora nua, estava à minha disposição.
Minha mão continuava acariciando a buceta dela bem devagar, meus dedos deslizavam entre os lábios vaginais, molhando na entrada da buceta, eu afastava eles pra um lado e às vezes apertava, eram carnudos, gordos, suculentos.
Eu já estava com a mão cheia do líquido cremoso dela, toda encharcada, e o mamilo dela na minha outra mão tinha crescido, e cada vez que eu apertava, ela se esfregava mais e gemia baixinho.
Eu ainda estava de cueca e meu pau já estava incontrolável, grosso e duro, empurrando e lutando pra sair daquela prisão de pano.
— Dona Chayo, vou tirar minha cueca, tô com muito calor.
— Vai lá, meu filho, mas lembra do que me prometeu, hein?
Não vai querer meter atrás, do jeito que você me deixou.
Tirei a cueca e meu pau finalmente saltou livre. Me encostei de novo na bunda dela, agora pele com pele, mas antes de me grudar, levantei uma das nádegas dela com a mão e encaixei meu pau ao longo da racha dela, desde o começo do cu, passando pela bundinha gostosa dela e chegando até a pussy molhada dela.
Quando ela sentiu meu pau inteiro, deu um pulo e baixou a mão entre as pernas, procurando meu pau. Tocou nele, e eu senti como se ela estivesse medindo.
— Aaai, meu filho, isso tudo é seu pinto? Meu Deus, de onde você tirou isso?
É enorme, e ficou muito duro e grosso, meu filhinho.
— Sim, dona Chayo, sempre foi assim.
Ela se ajeitou, colocou meu pau de novo entre as nádegas dela e empurrou a bunda pra trás, me dizendo:
— Com um pau desse tamanho, menos ainda vou deixar você meter. Deve doer pra caralho, e como faz anos que ninguém mete nada em mim, melhor nem tentar.
— E não tá com vontade, dona Chayo? Não ia me deixar comer você?
— Aaai, meu filho, não sei, já tava me animando, mas com esse pauzão que você tem, melhor não. Acho que vai doer. Nem vai caber. Além do mais, você me prometeu que não ia tentar me comer, lembra?
— Sim, dona Chayo, prometi não comer você e não tô comendo.
Nessa hora, ela virou de barriga pra cima, e eu fiquei de lado junto dela. Sem me olhar, ela disse:
— Ai, meu filho, isso não tá certo. Eu sou quase como sua mãe, tenho 20 anos a mais que você, sou casada e meu marido tá dormindo no quarto. Outro quarto, olha, melhor já dorme, tá?
Fiquei parado e em silêncio por um momento, quase sem tocá-la. Mas de novo levei minha mão até a buceta dela e, assim que cheguei nos pelos, ela abriu as pernas completamente e me deixou tocar de novo. A buceta dela escorria melado, tava toda molhada. Se eu tivesse mais experiência, saberia que era só questão de tempo pra eu poder comer essa mulher.
Ela gemia baixinho e mexia o corpo no ritmo das minhas carícias.
– A-ai!… S-sim, assim, isso eu deixo, enfia o dedo, vai, o quanto você quiser.
Dona Chayo pegou meu pau na mão dela e começou a esfregar de baixo pra cima, apertando a mão quando chegava na cabeça.
– Vem cá, meu filho, deixa eu tirar seu leite na mão, porque se eu não tirar, você não vai sossegar e tenho certeza que vai querer me comer.
Ela puxava meu pau gostoso, sem olhar pra mim, o olhar dela tava fixo no teto.
Eu me inclinei sobre ela, peguei um peito dela e enfiei na boca o máximo que pude, chupando aquele mamilo enorme.
Dona Chayo começou a gemer mais alto e a me masturbar com mais gosto, enquanto rebolava a bunda em movimentos circulares, sentindo meus dedos dentro dela.
– Aaah! S-sim, assim… enfia o dedo, vai… me deda, vai… não me deixa assim…
vai, enfia os dedos… todos, meu filho, todos… aaahh
Ela tinha meu pau preso na mão e balançava com muita força enquanto ofegava e rangia os dentes. De repente, fechou os olhos… levantou a bunda e, apertando as pernas com minha mão entre elas, gritou:
– Mmmmm, vou gozar, aai, que delícia!!
Senti nos meus dedos como se ela tivesse se mijando, era uma chuva intensa de líquido saindo da buceta dela, primeiro num jorro contínuo e depois intermitente, molhando as coxas dela, minha mão, a cama, tudo.
Ela apertou tanto meu pau que quase gozei também. Caindo exausta na cama e respirando pesado, ela disse:
– Ai, meu filho, que gozada que eu dei, ufff, nunca tinha gozado assim na minha vida. vida e sem me foder, tomara que deus não me castigue por adúltera. Bom, agora deixa eu tirar seu gozo pra gente dormir, já vai ser umas 6 da manhã.
Ela me colocou de barriga pra cima e agora ela de lado, colocou os peitos dela no meu peito e, me abraçando, pegou meu pau que ainda tava bem duro.
Começou a me masturbar devagar e na excitação de ter ela assim junto de mim, falei:
— Dona Chayo, coloca sua boceta molhada em cima da minha perna, por favor.
Ela subiu em cima de mim e colocou a boceta na minha perna e, abrindo com os dedos a rachinha dela, se acomodou colada no meu corpo.
— Você gosta da minha boceta, meu filho? Gosta de verdade?
— Sim, dona, adoro sua xereca e todo o seu corpo.
Ela continuava puxando meu pau com a mão e eu gemia desesperado.
— Vai, meu filho, me dá seu gozo. Vai, quero tirar ele logo.
Eu não conseguia gozar, talvez por causa da excitação ou sei lá, mas meu pau resistia a terminar. Dona Chayo parou um momento e me disse:
— Ai, já cansei... Nossa, que pau grande que você tem, hein? E tão cabeçudo, certeza que não entra fácil em lugar nenhum, né?
— Ai, Dona Chayo, entra sim, certeza que entra.
— Mmm... sei não... mas me parece que em mim não entraria um pau desse tamanho, mas bom, se você quiser... mmm, melhor não... ou bom, sim, um pouquinho, só pra experimentar, tá? Vê... tenta enfiar em mim, sim, meu filho? Se você ver que não entra mesmo, tira, sim? Mas não vai pensar que eu quero que você me foda, hein, só quero saber se um pau desse tamanho cabe na minha boceta.
— Sim, Dona Chayo, tá bom.
— Vê, meu filho, sobe em cima de mim, vai, abre minhas pernas.
Levantei animado, fiquei entre as pernas dela e ela ficou de frente pra mim, abrindo elas ao máximo, me oferecendo a boceta que agora eu via como era grande. Ela abriu a boceta como um templo com as mãos e me disse:
— Vai, meu filho, devagar... enfia logo.
Coloquei meu pau na entrada da boceta dela, a sensação era deliciosa, a umidade era intensa, meu pau escorregava aos poucos pra dentro dela. Dei um empurrão e a ponta da minha pica entrou naquela caverna molhada.
- A-aai... meu filho, aai meu filho!! E-espera... aah... já... enfia mais, que pica você tem, meu filho... ai d-dói... mais, me dá mais... sim, assim meu filho, enfia tudo, vai, me dá tudo... toda a pica... aaaah!! Assimiiii me mete tudooo aai que gostosoooo
Me deixei cair sobre ela, penetrando-a com toda a minha pica, a buceta dela estava tão molhada e eu enfiava tão fundo que quase sentia os lábios vaginais envolvendo minhas bolas, enquanto eu segurava as pernas dela levantadas ao meu lado.
Caí sobre os peitos gostosos e macios dela, que, sem a firmeza jovial de antes, agora caíam para os lados. Me apoiei neles e comecei a me mover, metendo e tirando meu pau daquela gruta que, pela falta de uso, parecia apertada.
- A-aai, você já tá me comendo, meu filho... ai, você tá me comendo, meu filho... sim, assim me come o quanto você quiser... Você gosta de comer a dona Chayo?... Me diz o que você queria... me fala, me diz que você queria enfiar seu pinto em mim... vai, assim, assim me come, mete tudo que você quiser, meu filhinho, assim, assim, ai que gostoso você me come!!
Eu me movia freneticamente, sentindo que estava prestes a gozar.
Ela se mexia como uma louca, quase gritava sem pensar que eu estava comendo ela quase no mesmo quarto onde o marido dela dormia.
De repente, senti de novo aquele temporal do orgasmo da dona Chayo, parecia que ela estava mijando na minha pica, foi muito intenso, ela se abraçava em mim, me apertando entre as pernas, gemendo, enquanto os jorros não paravam de escorrer.
Naquele momento, senti minha pica explodir, minha porra começou a jorrar dentro da buceta dela, se misturando com o caldo dela, foi o êxtase, quase me senti morrer.
- Sim, meu filho, assim me enche de sêmen, ai que gostoso, assim me enche de porra, vai, assim, toda sua porra pra mim, me dá tudo, ahh siiiim, asssiimmmm
Fiquei encharcado de suor e líquidos sobre ela, os dois quase mortos, suando horrores.
Quando finalmente descansamos, desci de cima dela e me acomodei ao lado, agora sim cansado depois da minha. primeira foda de verdade
Ela me olhou, me abraçou e disse
- Ai, meu filho… eu não queria que me comesse, mas fazer o quê, já me comeu e tudo bem, a verdade é que curti muito essa rola, agora sim, melhor levantar e ir pra sua casa, já são quase 6 da manhã. E não vai contar pra ninguém que você me comeu, hein? Me promete?
- Claro que nunca vou dizer que comi a senhora, dona Chayo – respondi
Ela então me disse:
- Nunca mais, meu filho, nunca mais você vai me comer de novo.
Me deu um beijo e eu fui embora.
Eu tinha uns 18 anos, naquela época já estudava fora da minha cidade, e voltava todo fim de semana pra passar na casa dos meus pais.
Tinha uma vizinha um pouco mais nova que minha mãe, dona Chayo, uma senhora baixinha, um pouco gordinha mas com jeito, ou seja, tinha cintura marcada, uns peitos redondos e grandes e uma bunda ainda bem gostosa de olhar. Ela sempre usava saias bem compridas e vestidos que cobriam até o pescoço, só no calor dava pra ver os braços dela. E, bom, desde que eu era adolescente, foi com ela que tive minhas primeiras fantasias sexuais. Lembro de um dia em que ela passou em casa pra pedir algo pra minha mãe e tava com um vestido sem manga, daqueles que mostram desde o começo do braço. Ela se abaixou e eu consegui ver só a borda do sutiã dela e o volume do peito. Aquilo foi o suficiente pra que, desde aquele dia, eu me “apaixonasse” por ela. Porque a partir dali eu passei a vê-la diferente, e quase sempre tentava estar por perto quando ela vinha, ou me oferecia pra levar o que minha mãe mandava pra ela, só pra vê-la e me deliciar com o rebolado daquela bunda gostosa ou ver como os peitos dela balançavam quando ela andava.
Ela devia ter menos de 40 anos naquela época.
Sempre que tinha festa em casa, ela e o marido eram convidados, e eu aproveitava pra ficar perto dela, olhando e fantasiando em vê-la sem roupa, já que nessa idade eu ainda não tinha conhecido uma mulher nua, só em filmes ou fotos de revista, claro.
Então, sempre acabava batendo uma punheta em homenagem a ela, com umas gozadas enormes, pensando na bunda e nos peitos de dona Chayo.
Um desses dias, estando em casa, subi até o terraço pra pegar umas roupas que minha mãe tinha estendido lá em cima. Subi meio sem vontade, e meio sem querer, olhei pra casa de dona Chayo. E o que vi me deixou Impressionado, ela tava lavando roupa na mão, esfregando e jogando água, fazendo aquele movimento de esfregar e esfregar. Como tava na casa dela, só usava um roupão florido por cima. Os peitos dela balançavam de um jeito impressionante, feito dois balões cheios d'água, um balanço sensacional, sensual, tremendamente excitante. E quando ela esfregava a roupa, o movimento daquele par de peitos gostosos ficava ainda mais pronunciado. Do ponto de vista que eu tava, dava pra ver quase os peitos dela inteiros. Tava hipnotizado olhando ela da minha laje, quando minha mãe me deu um grito me chamando, pedindo o que ela mandou eu buscar. Isso fez com que dona Chayo virasse pra olhar e me pegasse olhando ela. Ela se endireitou, parou de esfregar a roupa, sacudiu as mãos pra tirar o excesso de água e passou o dorso da mão na testa pra enxugar o suor. Me sorriu e disse:
— Mas o que cê tá fazendo aí em cima espiando, meu filho? Anda, vai levar pra sua mãe o que ela pediu, não fica de olheiro — e riu.
Eu, nervoso, tentei balbuciar alguma desculpa, mas não saiu nada da boca. Do jeito que deu, me levantei e me afastei como se tivesse hipnotizado pelos peitos dela. Quase andando de costas, fui levar as coisas pra minha mãe.
Nem preciso dizer que naquela noite imaginei mil coisas e me masturbei feito um filme.
Nos dias seguintes, tentando ver ela de novo, subia na laje pra olhar, mas não via nada. Ela não lavava mais roupa, então só ficava vendo ela se mexer de um cômodo pra outro. Isso me deixou decepcionado, até que um dia ela apareceu lá em casa. Quando ouvi ela entrar, fui rápido vê-la. Ela tava conversando com minha mãe, e eu só cumprimentei.
— Oi, dona Chayo...
— Oi, meu filho. Como cê tá? Como vai na cidade?
— Tô bem, dona Chayo. E a senhora?
— Ah, tudo bem, tudo certo.
Aí ela continuou falando com minha mãe, e eu fiquei olhando pra bunda dela, imaginando que ela mexia pra me provocar, coisa que não era verdade. Terminou de conversar e, se despedindo, disse:
— Bom, comadre, vou indo. Acho que já tem água suficiente pra eu lavar. Faz tempo que não lavo. Lavo e tenho um bom montão de roupa suja (é assim que chamam a roupa suja por aqui).
Adeus, meu filho - Ela me disse, me olhando e sorrindo.
Esperei um tempo que me pareceu eterno e, nervoso, subi no terraço. E ela já estava lá, lavando, com o mesmo roupão florido, com os dois botões de cima abertos, me deixando ver o balanço dos peitos gostosos dela. Lavava com muito afinco e eu estava extasiado olhando. Óbvio que, entre nervoso e excitado, meu pau já estava mais duro que tudo. Eu via ela se mexer lavando, os peitos dela balançando dentro do roupão, a bunda dela se mexendo... era um espetáculo impressionantemente sexual pra mim.
Num momento, ela se endireitou pra descansar e, repetindo o movimento de limpar o suor com as costas da mão, olhou pra cima e, me vendo, acenou me cumprimentando.
- O que cê tá fazendo aí em cima, meu filho?
- Nada... nada... dona Chayo, só vim pegar uma coisa.
- E já achou?
- S-sim... sim, já achei, já vou indo - eu disse.
Ela me respondeu:
- Então vai, meu filho, vai fazer a lição.
Então eu saí de lá. Pra mim, o que acontecia era realmente excitante. Eu pensei que algo estava rolando, mas agora sei que era só o comportamento normal de uma senhora mais velha com um jovem tarado.
Devo contar também que dona Chayo era casada com seu Martin, um senhor um pouco mais velho que ela e beberrão inveterado, dono de um salão de sinuca da cidade, lugar que dava a ele a chance de estar sempre bêbado. Então eu sempre soube dos problemas que eles tinham, mas, como nos povoados, as mulheres naquela época aguentavam tudo o que os maridos faziam. Então, pra mim, era normal vê-la de vez em quando pelas ruas, levando o marido pra casa quase pendurado no ombro. Não foi uma vez só que ela me chamou pra ajudar a colocar ele dentro de casa, quando ele dormia na porta. Devo dizer que eu ansiava que esses dias chegassem, porque quando eu ajudava a carregar o bêbado, podia ficar perto dela, e às vezes até encostar um pouco, ou roçar nela. braços. Mas dali não passava, depois ajudava ele a deitar na cama e era só isso.
Eles tinham três quartos: um onde eles dormiam, outro onde dormiam os dois filhos homens e outro onde dormiam as duas filhas. O deles era o maior, com uma cama encostada na parede direita, perto da janela, bem no canto, e um guarda-roupa bem na frente. E ao lado desse quarto tinha um quartinho pequeno que, quando fui espiar, eles usavam pra guardar roupa suja ou coisas assim. Era pequeno e se comunicava com o quarto por uma abertura na parede coberta só com uma cortina de pano, e dava pro pátio central por outra porta. Nesse quartinho tinha uma cama de solteiro e mesas onde, suponho, ela passava roupa ou algo do tipo.
Pra mim, era como minha segunda casa: primeiro porque sempre ia lá fazer os recados da minha mãe, segundo porque muitas vezes entrava ajudando dona Chayo a levar don Martín pra dormir a bebedeira, ou simplesmente porque gostava de visitar eles.
Assim passaram dias e mais dias, e eu continuava com a excitação e a fantasia de ver dona Chayo pelada, de ver os peitos dela ou ver por baixo da saia, coisa que até aquele momento eu não tinha conseguido, exceto pelo que já contei antes.
Mas um dia minha sorte mudou... foi numa comemoração de aniversário dos meus pais ou um aniversário de um deles, não lembro direito. Só lembro que eu tinha saído de casa pra ver minha namorada e voltei cedo porque sabia que teria jantar em casa. Cheguei quando já tinha gente lá, todo mundo bebendo e conversando, entre eles dona Chayo, que, como sempre, estava metida na cozinha com minha mãe, ajudando a preparar e servir os convidados. Terminaram o jantar, onde todo mundo bebeu e comeu, e foram pra uma sala que tem na casa dos meus pais, onde sentaram pra prosear. Mas como eu tava dizendo, numa cidade pequena não é igual na cidade grande; aqui, os homens isolam as mulheres das conversas deles, então as mulheres estavam de um lado as fofoqueiras e do outro os homens bebendo e falando das suas coisas. Dona Chayo tava nervosa e puta da vida, eu como sempre rodeando ela e olhando com cara de arrependido, esperando ver o barraco que o marido dela ia fazer quando ficasse completamente bêbado. De repente ela me chamou com a mão, foi andando pra fora do nosso pátio e eu fui atrás feito um hipnotizado, olhando pras bundas gostosas dela. Ela para e me diz:
— Oi, meu filho, cê não fica bravo se eu pedir um favor?
— Claro que não, dona Chayo, fala aí, como posso ajudar?
— Meu marido já tá muito bêbado e não quer ir embora, eu tenho que ir pra casa ver como tão meus filhos (eles eram pequenos ainda, o mais velho de 10) — Então vou deixar ele com você, tá?
Eu não demoro pra voltar e quando for pra casa, cê me ajuda a levar ele? — ela falou isso toda envergonhada.
Então não sei por que, mas pela primeira vez na vida me senti não mais um menino.
Pus minha mão no braço dela e falei:
— Claro, dona Chayo, eu fico de olho, a senhora vai tranquila, eu cuido do seu Martin e quando ele cair, aviso.
Ela sorriu pra mim e disse:
— Tá bom, meu filho, então daqui a pouco eu volto.
E foi embora.
Passaram as horas e ela não voltava, lá pelas 2 da manhã, quase 3, todo mundo já tinha ido embora e só ficou meu pai discutindo política com dois amigos e com seu Martin, que nessa altura já tava completamente chapado, largado no sofá.
Então saí de casa, fui na porta do lado e bati, quase na hora saiu dona Chayo ainda vestida e eu falei:
— Dona Chayo, acho que seu marido já dormiu, quer que a gente traga ele?
Ela respondeu:
— Sim, sim, me faz esse favor, vamos.
Então ela fechou a porta da casa dela e fomos pra minha, lá tava minha mãe meio dormindo e recebeu ela, dona Chayo disse:
— Comadre, seu filho vai me ajudar a levar o Martin pra casa, tá bom?
— Sim, comadre — respondeu minha mãe — deixa ele ajudar a levar, pra não ter problema.
Então do jeito que deu, tentamos levantar seu Martin entre nós dois, eu... O padre e os dois amigos dele continuavam na conversa e quase não falaram nada quando tiramos ele arrastando os pés. Dona Chayo xingava Dom Martín pra ele andar, e ele só respondia com grunhidos. É justo dizer que Dom Martín era um cara pesado, e claro, com aquele cheiro de bêbado, era muito desagradável carregá-lo.
Chegamos com dificuldade na casa dele. No caminho, Dom Martín meio que reagiu e nos ajudou dando uns passos, então ficou um pouco mais fácil levá-lo. Só que, como ele tinha acordado meio que, começou a dar tapas tentando voltar pra reunião. Chegamos na porta da casa dele, e como Dona Chayo era quem mais carregava Dom Martín, ela não conseguia pegar as chaves. Então ela me disse:
— Meu filho, solta ele um pouquinho e me ajuda a pegar as chaves.
Dom Martín dava tapas em Dona Chayo, e ela travava uma batalha pra controlá-lo com as duas mãos e tentar segurá-lo pra ele não cair no chão. Então eu soltei ele e fui pegar as chaves. Fiquei parado olhando pra Dona Chayo, como quem pergunta: "Onde estão as chaves?" Ela me olhou e disse:
— Tô com elas penduradas no pescoço, puxa a fita.
Então, todo nervoso, aproximei minha mão do pescoço dela. Ela levantou o rosto e me mostrou a fita de pano com as chaves. Peguei o laço como quem não quer tocar a pele, mas ao mesmo tempo querendo tocar. Puxei um pouco, mas não cedia ao puxão da minha mão. Então ela, meio que se queixando, me disse:
— Ai, as chaves prenderam no meu sutiã. Olha, puxa devagar.
Eu puxei de novo, agora mais devagar, mas as chaves estavam presas no meio dos peitos dela. Dona Chayo, já desesperada, me disse:
— Anda, tira logo que esse homem vai acordar.
Então, aproveitando a situação e com um pouco de cara de pau, já que Dona Chayo tava meio que controlando Dom Martín, enfiei a mão dentro do vestido dela por cima e, seguindo o caminho marcado pelo pano, meti meus dedos entre os peitos dela. Pegando as chaves mais de perto, tirei elas. Esse foi um momento... especial, eu tava mais que excitado, com meu pau endurecendo dentro da calça.
Peguei as chaves, passei pelo pescoço dela e abri a casa.
Nós colocamos o dom Martín pra dentro de casa e depois pro quarto dela, na hora o dom Martín se soltou e, já um pouco mais acordado, começou a gritar e dar tapas na dona Chayo, que desesperada dizia: "Martín, calma, que aqui é o filho dos meus compadres".
Dom Martín me encarou na bebedeira dele e balbuciava incoerências sobre se desculpar, mas mesmo assim começou a querer sair de novo, então eu, tentando ajudar a dona Chayo, que tava desesperada e envergonhada comigo, falei:
— Óia, dom Martín, se o senhor quiser, eu trago outra cuba pra você.
Dona Chayo me olhou e disse:
— Não, meu filho, não traz mais não.
Aí eu respondi:
— Dona Chayo, eu só quero que ele se acalme, deixa eu trazer pra ele e assim ele já dorme.
Dona Chayo entendeu que era uma boa ideia, pelo visto minha presença ali pelo menos impedia que dom Martín batesse nela (coisa que descobri depois que acontecia direto quando ele ficava nesse estado de bebedeira).
— Então, meu filho, melhor o senhor ficar aqui fazendo companhia pro Martín, que eu vou buscar uma garrafa de tequila pra você tomar um gole com ele.
Dom Martín me abraçou e me puxou pra sentar do lado dele na cama, e começou a falar comigo como se fôssemos amigos, como se tivéssemos uma conversa pendente. Eu até entendi umas coisas das incoerências que o homem dizia, e só fui na onda.
Dona Chayo saiu correndo do quarto, voltando em uns minutos com uma garrafa de tequila. Na hora, ela se aproximou com a garrafa e uns copos, se colocou na nossa frente e deu um copo pra cada um. Dom Martín, ao ver a garrafa de tequila, apressou dona Chayo pra servir. Ela serviu tequila nos dois copos, colocando um gole pequeno no meu, me olhando e fazendo sinal pra eu não beber. Então, indo na onda da situação, eu só fingia que tava bebendo, mas dom Martín me forçando a tomar, me desafiava a beber igual que ele, de um gole só. Aqui tenho que dizer que já tinha tomado tequila com meus amigos algumas vezes, então não foi difícil pra mim virar a dose.
Depois disso, dom Martín pegou a garrafa de novo e, servindo mais duas doses, começou a brindar comigo. Eu via dona Chayo tentando evitar que eu bebesse, pensando talvez que minha mãe fosse ficar brava e sentindo que a culpa era dela por ter me pedido ajuda.
Então eu falei baixinho:
— Dona Chayo, não se preocupa, não vai me acontecer nada.
— Mas se sua mãe te vê assim, vai te xingar por minha causa.
Nessa altura, dom Martín já tinha voltado ao grau de bebedeira que tava antes de a gente fazer ele andar, e tinha se soltado: falando besteira, levantando o copo, batendo a mão na mesa, tentando se levantar, xingando dona Chayo. Enfim, a cena era realmente patética. Eu também tava envergonhado, mas ao mesmo tempo excitado por ver dona Chayo, que por causa da situação tinha se descuidado e eu tinha conseguido apalpar os peitos dela. E agora, sentada ali na nossa frente, ela mostrava o começo do peito, porque o vestido tinha ficado aberto em cima e eu conseguia ver o início dos seios e as bordas daquele sutiã que tanto me excitava.
De qualquer jeito, entre dona Chayo e eu já tínhamos controlado dom Martín, que já tava quase dormindo em cima da cama, com os pés no chão e meio encostado na cabeceira. Ainda dava sinais de vida, era um bêbado incansável mesmo. Nessa altura, dona Chayo só olhava pra mim e eu pra ela. Então eu levantei e falei:
— Bom, dona Chayo, acho que já tá tudo certo. Vou pra minha casa.
Ela, triste pelo que tinha acontecido, me disse:
— Sim, meu filho, obrigada, mas tô preocupada que sua mãe sinta o cheiro de álcool em você. Deixa eu fazer um café pra passar o bafo de tequila.
E eu respondi:
— Não se preocupa, dona Chayo. A essa hora, minha mãe já deve estar dormindo e meu pai vai continuar na conversa de política. Até amanhã (era comum ela fazer isso), então nem se preocuparam em saber se eu já tinha chegado ou não. Além disso, minha mãe sabia que eu vinha pra casa dela, e amanhã vou dizer que me atrasei porque ajudei ela com o Dom Martín.
Dona Chayo, nervosa pra caralho com medo de meus pais me verem bêbado daquele jeito, esfregava as mãos e me dizia:
— Ai, não quero que seu pai te veja assim (meu pai sempre teve um gênio duríssimo e, sim, era arriscado pra cacete ele me ver daquele jeito, porque ia me dar uma surra corretiva, mas naquele momento acho que ele nem percebeu meu estado). Olha, meu filho, melhor eu ligar pra sua mãe e avisar que você vai ficar aqui pra me ajudar a cuidar do Martín, que amanhã você vai cedo, assim ela não fica te esperando. Senta aqui e me espera.
Dona Chayo saiu e voltou uns minutos depois, me dizendo:
— Pronto, já avisei sua mãe. Pode ficar aqui. Além disso, na sua casa, com as visitas, iam te mandar dormir no sofá. Sua mãe achou bem você ficar aqui pra me acompanhar, pro Martín não me maltratar. Deixa eu arrumar a cama pra você deitar.
— Obrigado, Dona Chayo — falei, e me preparei pra esperar ela arrumar a cama.
Ela então disse:
— Vou trocar as crianças de quarto, pro quarto das meninas, pra você usar aquela cama.
Respondi:
— Não, Dona Chayo, não acorda elas. Eu fico no sofá da sala, não se preocupa. Tá frio e pode fazer mal pras crianças.
Ela falou:
— Não, meu filho, como é que vou mandar você dormir no sofá? Melhor eu arrumar a cama do quartinho da tábua de passar (que era junto do quarto dela) e você deita lá.
— Claro, Dona Chayo, tudo bem. Assim posso ajudar se o Dom Martín acordar de noite.
Ela sorriu, tocou meu rosto e disse:
— Obrigada, você já me ajudou pra caramba.
Ela foi arrumar a cama do quartinho enquanto eu continuava sentado na cama deles, olhando pro bêbado e vendo a sombra de Dona Chayo através da cortina que separava os quartos, enquanto ela mexia nas cobertas da cama. Pouco tempo depois, ela voltou e me disse:
— Vai, meu filho, vai dormir e me desculpe pelos momentos que te fiz passar.
— Dona Chayo, não se preocupe, você sabe que estou aqui pra ajudar — respondi.
Então entrei no quartinho e ouvi dona Chayo me chamando:
— Não seja ruim, me ajuda a levantar esse homem pra botar ele na cama.
Saí do quartinho e fui ajudar, levantando seu Martinho pelos pés, enquanto ela tirava as botas dele e o cobria com um cobertor.
— Boa noite, dona Chayo — falei.
— Boa noite, meu filho, e obrigada — disse ela, se aproximando pra me dar um beijo na bochecha.
Voltei pra minha cama, e excitado como estava, comecei a imaginar o que tinha acontecido, a lembrar do calor entre os peitos de dona Chayo, a lembrar daquele cheiro do perfume dela que aspirei quando ela se aproximou pra me dar o beijo na bochecha. Já estava me preparando pra bater uma punheta em silêncio, em homenagem a dona Chayo, totalmente excitado, tirei a roupa, fiquei só de cueca e me enfiei debaixo das cobertas.
Na escuridão e no silêncio, ouvia dona Chayo ainda se mexendo, com certeza se despindo e se preparando pra dormir. Escutei o rangido da cama deles, provavelmente quando ela subiu. Depois, um longo momento de silêncio tomou conta do quarto. Dona Chayo devia estar tentando pegar no sono, quando de repente ouvi um gemido, seguido de um som peculiar e bem conhecido: era seu Martinho vomitando. Ouvi dona Chayo se levantar na hora e falar com ele (com certeza, isso que tava acontecendo era algo bem comum).
Eu não sabia o que fazer, se levantava ou não. Mesmo assim, como estava ali pra ajudar, levantei, e ainda com a esperança de ver dona Chayo de camisola ou robe. Saí do quartinho e a vi de costas, parada perto da cama, tentando arrumar seu Martinho e limpando o chão.
— Aconteceu alguma coisa, dona Chayo? Posso ajudar?
Falando isso, eu olhava pra ela. Ela tava com um robe de algodão branco até os joelhos, e quando se abaixou pra... arrumar a cama, pude ver o começo das pernas dela por baixo do tecido do roupão, dava pra adivinhar as bundinhas gostosas dela, que balançavam um pouco flácidas e marcava claramente uma calcinha branca.
A vergonha do que tava acontecendo fez com que dona Chayo não reparasse em como estava vestida, então ela só me disse:
— Ai, meu filho, que vergonha com o senhor, olha só as palhaçadas que esse homem faz, que vergonha que me dá. Vai dormir, que esse homem já não acorda mais, agora só vou limpar ele e dormir também.
Me ofereci pra ajudar e ela aceitou, me pedindo pra pegar uns cobertores do quarto onde eu dormia, então peguei pra ela e, como deu, com minha ajuda, tiramos a roupa de cama de debaixo de dom Martín, que dona Chayo já tinha tirado a camisa suja e, como pôde, tinha limpado ele.
Ela tirou o trouxa de roupa suja pra fora do quarto, cobrindo dom Martín com um cobertor limpo.
Então ela me disse:
— Já viu, meu filho, o que acontece quando esse homem fica bêbado, por isso que temos a caminha lá dentro, porque quando isso acontece eu vou dormir lá, na verdade quase sempre durmo lá, ele tá sempre bêbado.
Eu disse:
— Mmm, dona Chayo, então agora onde a senhora vai se deitar? Se quiser, vou pra minha casa, assim a senhora dorme na caminha do quarto.
— Não, como é que eu vou mandar o senhor pra casa agora? Não.
Olha, melhor ir se deitar, que eu já vejo onde me deito.
— Mas dona Chayo — respondi eu.
Eu tava realmente preocupado, além disso não queria perder de ver um espetáculo daquele, agora eu via ela melhor de frente, olhava o roupão quase aberto debaixo dos peitos, a barriguinha e as pernas dela, com o movimento que ela fazia, eu via claramente como aqueles peitos gostosos balançavam e a marca mais escura que aparecia entre o tecido, com certeza eram os bicos dos peitos dela, essa imaginação fez minha ereção aparecer na hora e, como pude, colocando as mãos no meu pau, tentei esconder.
Então ela me disse:
— Já sei o que vou fazer, vou colocar um colchonete no chão do Quartinho aquele onde você está e aí eu durmo.
— Bom, dona Chayo, a senhora coloca o colchonete, mas deixa eu deitar nele, o chão tá duro e frio pra senhora.
Ela sorriu e, vendo que não ia conseguir que eu aceitasse ela dormir no chão e eu na cama, aceitou dizendo:
— Bom, tá bem, então vamos dormir que já são quase 4 da manhã.
Rapidamente ela tirou um colchonete de um armário e, estendendo no chão, colocou lençóis limpos, um cobertor e travesseiros. Eu olhava ela na semi-escuridão fazendo isso; a cada movimento de se abaixar quase no chão, o roupão dela abria e me deixava ver quase um peito inteiro. Numa dessas, quase um escapou, ela, como se fosse normal, só reajustava o roupão e continuou na lida, mas sem fechar o roupão. Aí ela me olhou e disse como se fosse pra si mesma:
— Ai, que problema com essas coisas que eu tenho, melhor eu colocar um sutiã, senão vou te dar um show aqui e você não vai conseguir dormir de susto.
E dizendo isso, foi pro quarto dela e quando voltou, já dava pra ver que tava de sutiã; o tamanho dos peitos dela agora parecia menor e não tão caídos. Naquela hora, meu pau já tava querendo sair da cueca, então, sem mais, me enfiei no colchonete estendido no chão e me cobri, esperando ela tomar o lugar dela na cama.
Ela passou andando perto de mim e, antes de subir na cama, pude admirar finalmente o que tanto tinha sonhado; sem querer, consegui espiar por baixo do roupão dela, enquanto ela subia na cama, e vi as pernas lindas dela até a calcinha e pude ver uma moita preta de pelo abundante que fazia volume na região da buceta dela.
Eu tava que não acreditava, segurava com as mãos meu pau enquanto passava a mão nele, quase gozando só de ver aquilo.
Ela terminou de subir na cama e se cobriu com os cobertores. Eu, verdade seja dita, pensei que até ali tinha chegado tudo, e me preparei pra não fazer barulho, já que tava certo que não ia conseguir dormir de tanta excitação.
Dona Chayo Então ela me disse:
— Escuta aqui, meu filho, tá com cheiro de cachaça, me faz o favor de abrir essa janela e a porta um pouquinho pra circular o ar.
Levantei como pude, tampando a pica com a mão, abri a janela de par em par e um pouco a porta do quintal, e na hora uma brisa invadiu o quarto, limpando o cheiro do ambiente, mas deixando entrar um ventinho de madrugada que me fez tremer de frio.
Voltei pro colchonete, tremendo e tentando me cobrir, dona Chayo me viu tremendo e disse:
— Tá com muito frio?
— Sim, dona Chayo, tá fazendo frio, mas eu aguento, não se preocupa — respondi.
Ela falou:
— Hum… não, olha, melhor deitar aqui na cama, vai, que eu não me mexo muito quando durmo e você cabe aqui, sobe logo que senão vai morrer congelado aí.
Sem esperar mais e sem dizer nada, torcendo pra não ser um sonho, levantei na hora e, levando minha coberta comigo, parei do lado da cama como quem pergunta onde deitar. E rindo, dona Chayo disse:
— Vai, meu filho, pula pra perto da parede, eu deito aqui na beira caso precise levantar pra ver meu marido.
Então, já com a intenção e justificado, quase me apoiando no corpo dela, pulei e me estiquei ao lado dela, me cobrindo com minha coberta.
Dona Chayo se mexendo na cama e virando pra me encarar disse:
— Entra debaixo das cobertas, vai, que assim a gente se cobre com as duas mantas, porque a verdade é que tá fazendo muito frio.
Então, nem demorei nem fiquei de bobeira, levantei as cobertas e me deitei debaixo delas. O calor que se sentia debaixo das cobertas era delicioso, e o cheirinho doce de mulher era fantástico. Ela logo virou de novo e disse:
— Agora dorme, até amanhã.
— Até amanhã — respondi feliz.
A cama era de solteiro e mal cabíamos os dois, então ela estava colada em mim. Eu tava deitado de barriga pra cima e sentia na minha perna as bundinhas quentinhas de dona Chayo, que tinha se deitado de lado, me dando as costas. as costas, eu mal conseguia me mexer, mas sentir o calor daquela bunda macia colada na minha perna me fez começar a me mover pra chegar mais perto, aos poucos fui me juntando a ela até que o rabo dela tava completamente encostado na minha perna, meu pau tava duro pra caralho, doía de tanta pressão e eu sentia que a qualquer momento ia gozar, a excitação era enorme, deixei passar um tempo, achando que tava esperando ela dormir, pra tentar tocar a bunda dela com a mão. Quando senti que ela respirava devagar, sinal de que tava dormindo, me virei como quem não quer nada, ficando de frente pras costas dela, preciso dizer que o tamanho da cama era bem pequeno, então no movimento fiquei a poucos centímetros do corpo dela, sem coragem de encostar de vez, mas pensando que com o tempo ia me grudar mais nas costas dela, aí escuto a voz de dona Chayo me dizendo:
- Se cubra bem porque faz muito frio e os cobertores são pequenos, se acomode direito, senão vai ficar com as costas descobertas.
E dizendo isso ela se adiantou, se afastando de mim e me deixando mais espaço, indo até a beirada da cama, aí eu falei
- Não, dona Chayo, eu tô bem, melhor se chegar pra cá pra não cair.
Ela só disse
- Tá bom, mas não te incomoda?
- Não, dona Chayo, não me incomoda nada, se acomode direitinho
E dizendo isso eu me adiantei um pouco pra frente e ela se ajeitou um pouco mais pra trás, foi o momento mais gostoso da minha vida, quando senti toda aquela bunda suculenta se encaixando bem colada em mim, suas nádegas deliciosas grudavam nas minhas pernas, sentia o tecido macio do robe dela na minha pele e as formas redondas daquele rabo lindo, já não tão duro por causa da idade, mas pra mim muito excitante.
Eu não tirava a mão do meu pau, tinha que segurar ele colado na minha perna pra dona Chayo não sentir e perceber o que tava rolando comigo, então enquanto eu segurava meu cacete com a mão, ela com um movimento se ajeitou melhor.
A posição me excitou demais, então, deixando rolar o que tivesse que rolar, soltei meu pau e tirei minha mão de lá, pra sentir agora completamente a bunda da dona Chayo colada no meu pau ereto e, com certeza, claramente, ela também sentiria agora a dureza do meu pau encostado nas nádegas dela.
Sem pensar muito, enfiei nele em direção à bunda dela e me acomodei bem de lado. Dona Chayo, sentindo meu pau duro esmagado contra o rabo dela, só deixou escapar um gemidinho leve, mas não disse nada, continuou como se nada estivesse acontecendo. Então eu, ganhando mais confiança, peguei meu pau e encaixei ele bem na racha no meio das nádegas dela. Tenho certeza de que ela sentiu o baita volume, mas continuou sem dizer nada. Só ficamos ali deitados. Me animei a aproximar meu pé do dela, a encostar minha perna na dela. Ela não tirou a perna, pelo contrário, senti que deixou e a colocou pra trás. Eu sentia que estava no paraíso, apesar do frio que fazia, eu estava suando pra caralho, mas tinha chegado ao ponto em que já me animava pra qualquer coisa. Então, sem mais, abaixei meus braços dos lados e procurei entre os cobertores um jeito de abraçar ela. Enrolei ela com meu braço livre, segurando a barriguinha dela. Ela não disse nada, só se mexeu um pouco e, mexendo a bunda, se acomodou. E eu, ganhando mais confiança, estendi minha mão sobre a barriga dela e puxei ela pra perto de mim o máximo que pude. Ela não se recusou a deixar eu fazer isso, me deixou continuar com a mão ali. Naquele momento, senti que tudo podia acontecer. Então tirei meu outro braço, que já estava dormindo de ficar apertado debaixo do meu lado, bem entre meu corpo e o colchão, e passei por baixo da cabeça da dona Chayo, num gesto claro de abraçar ela. Ela levantou um pouco a cabeça e deixou meu braço passar por baixo do pescoço dela e se endireitou, colando as costas no meu peito e deixando meu braço apertar ela. Minha mão foi parar diretamente em cima de um dos peitos dela e só deixei ela ali, sem mexer. Agora eu tinha a dona Chayo abraçada e colada em mim, com uma Minhas mãos na barriga dela e a outra no peito dela.
Ela então recuou os pés até encostar nas minhas pernas, e levantou a perna dela, movendo-a para trás, subindo um pouco sobre a minha. Aquele pequeno movimento que dona Chayo fez me deu o sinal que eu esperava.
Dobrei meu joelho e enfiei entre as pernas dela, levantando minha perna devagar, subindo também a perna que dona Chayo tinha por cima. Ela só levantou a perna dela e deixou minha perna entrar entre as dela. Eu não acreditava que isso estava acontecendo. Ela cooperava, mas não dizia uma palavra. Meu pau estava duríssimo e agora estava enfiado entre as nádegas de dona Chayo.
Movendo a mão que estava na barriguinha de dona Chayo, procurei a borda do roupão dela e encontrei. Então, juntando toda minha coragem, peguei o roupão e tentei tirá-lo do meio dos nossos corpos, levantando-o.
Ela, vendo o que eu queria fazer, me disse:
— Meu roupão atrapalha? Deixa eu tirar.
E assim, sem mais, ela se levantou da cama e tirou o roupão. Foi a imagem mais excitante que já vi. Aquela mulher gostosa agora quase pelada na minha frente, só com o sutiã segurando aqueles peitos deliciosos e aquela calcinha que cobria desde a barriga até debaixo das nádegas. Ela deixou o roupão no chão e se ajeitou de novo onde estava.
— Assim tá melhor?
— Sim, dona Chayo, assim tá melhor.
Agora, sem vergonha, com ela abraçada, minha mão apertou o peito macio dela, apertando e massageando, e com a outra mão, eu acariciava a barriga e as pernas dela, puxando ela contra mim. Meu pau já completamente duro e inchado por baixo da cueca estava encaixado entre as nádegas grandes dela. Ela não se mexia, só se deixava fazer.
Tentei enfiar minha mão por baixo do tecido do sutiã para tocar o mamilo dela. Quase consegui, mas estava muito apertado e acho que machuquei ela, porque ela disse:
— Ai, meu filho, beliscou meu peito. Quer que eu tire o sutiã?
Eu não conseguia acreditar no que ouvia, então só balbuciei:
— S-Sim, dona Chayo... tira ele, p-por favor.
— Me ajuda, meu filho. Solta das costas. Tenho elas tão grandes que sempre durmo pelada porque às vezes o sutiã me machuca.
Com minha inexperiência e do jeito que dava, tirei os ganchos que seguravam o sutiã e, quando finalmente terminei, ela mesma tirou e jogou pra fora das cobertas.
— Assim tá melhor?
— Sim, assim tá melhor, dona Chayo.
Minha mão agora, sim, se encheu daquela teta enorme, grande e macia, um pouco caída, mas terrivelmente excitante. Peguei no mamilo, que era mais grosso que um dos meus dedos, enorme e duro — não sei se por causa do frio ou se ela já tava ficando excitada. Peguei ele e comecei a mexer, igual nos filmes pornô que eu costumava ver.
Minha outra mão, já mais animada, enfiei pelo elástico da calcinha e, balançando, toquei a barriguinha flácida dela e desci deslizando os dedos até onde senti que começava uma moita de pelos enorme. Consegui sentir o começo da buceta dela e, assim, sem pensar muito, toquei os lábios vaginais, que eram macios e carnudos.
Coloquei minha mão completamente aberta naquela buceta madura, acariciando de leve.
Dona Chayo continuava sem dizer nada, só se deixando fazer. Mas naquele momento, ela quebrou o silêncio e me disse:
— Ô, meu filho, você não teve as mãos amarradas quando era pequeno, teve? Você é muito safado. Por que não dorme logo? Ou o que você quer fazer comigo?
Eu não respondi, mas continuei apalpando ela, até que, chegando perto do ouvido dela, criei coragem e falei bem baixinho:
— D-dona Chayo, a senhora deixa eu tirar sua calcinha?
— Pra quê? Você já tirou meu sutiã e já meteu a mão bem na minha buceta. Pra que quer tirar minha calcinha?
— É que... quero sentir suas nádegas, deixa eu tirar sua calcinha — implorei.
— Não, meu filho, a calcinha fica onde está. Já deixei você ir longe demais. Sou uma mulher decente e casada. Só me dá uma boa agarrada, mas só até aí.
Nesse momento, minha mão já tinha feito o mamilo dela crescer e ficar duro, e minha mão na buceta dela já tava separando os lábios e acariciando devagar. com dois dos meus dedos, onde eu achava que era o clitóris dela.
- Vai, dona Chayo, deixa eu baixar sua calcinha, por favor.
- Mmm, mas pra quê? Depois você vai querer me comer, meu filho, e isso não vai dar, melhor só enfia o dedo, vai, e vou deixar você fazer só isso porque hoje você me ajudou bastante.
Eu continuava descendo meus dedos pela buceta dela, até onde minha mão alcançava, mas como estava enfiada por dentro da calcinha, ela impedia de descer mais. Mesmo assim, meus dedos já tinham encontrado o caminho até a racha dela, que já estava molhada, porque eu sentia os fios de líquido cremoso nos meus dedos.
- Deixa eu tirar sua calcinha, dona Chayo – insisti mais uma vez.
- Mmm, tá bom, meu filho, não tira, mas se eu deixar você só baixar a calcinha, você promete que não vai querer me comer?
- Sim, dona Chayo, prometo, não vou te foder se a senhora não quiser.
- Ah, tá bom, então baixa minha calcinha, vai, senão vai acabar rasgando.
Tirei minha mão de entre as pernas dela e, pegando o elástico, baixei a calcinha até os joelhos. Já sem calcinha, ela se ajeitou de novo perto de mim. Eu tinha minha mão na bunda dela e apalpava descaradamente, e ela se acomodou como estava, levantando a perna e jogando por cima da minha, empurrando a rabeta dela pra trás contra meu pau.
- Ei, meu filho, cê gosta mesmo da minha bunda?
- Sim, dona Chayo, gosto das suas bundonas e dos seus peitos.
- De verdade? Tá bom, vou emprestar pra você apalpar à vontade, mas só hoje, hein?
- S-sim, dona Chayo.
- Tá bom, quando acabar, você dorme agora, sim? Ai, já me deixou toda pelada.
E dizendo isso, ela se encostou mais em mim e colocou a perna mais pra trás por cima da minha, daquele jeito de costas. A bunda macia dela, agora nua, estava à minha disposição.
Minha mão continuava acariciando a buceta dela bem devagar, meus dedos deslizavam entre os lábios vaginais, molhando na entrada da buceta, eu afastava eles pra um lado e às vezes apertava, eram carnudos, gordos, suculentos.
Eu já estava com a mão cheia do líquido cremoso dela, toda encharcada, e o mamilo dela na minha outra mão tinha crescido, e cada vez que eu apertava, ela se esfregava mais e gemia baixinho.
Eu ainda estava de cueca e meu pau já estava incontrolável, grosso e duro, empurrando e lutando pra sair daquela prisão de pano.
— Dona Chayo, vou tirar minha cueca, tô com muito calor.
— Vai lá, meu filho, mas lembra do que me prometeu, hein?
Não vai querer meter atrás, do jeito que você me deixou.
Tirei a cueca e meu pau finalmente saltou livre. Me encostei de novo na bunda dela, agora pele com pele, mas antes de me grudar, levantei uma das nádegas dela com a mão e encaixei meu pau ao longo da racha dela, desde o começo do cu, passando pela bundinha gostosa dela e chegando até a pussy molhada dela.
Quando ela sentiu meu pau inteiro, deu um pulo e baixou a mão entre as pernas, procurando meu pau. Tocou nele, e eu senti como se ela estivesse medindo.
— Aaai, meu filho, isso tudo é seu pinto? Meu Deus, de onde você tirou isso?
É enorme, e ficou muito duro e grosso, meu filhinho.
— Sim, dona Chayo, sempre foi assim.
Ela se ajeitou, colocou meu pau de novo entre as nádegas dela e empurrou a bunda pra trás, me dizendo:
— Com um pau desse tamanho, menos ainda vou deixar você meter. Deve doer pra caralho, e como faz anos que ninguém mete nada em mim, melhor nem tentar.
— E não tá com vontade, dona Chayo? Não ia me deixar comer você?
— Aaai, meu filho, não sei, já tava me animando, mas com esse pauzão que você tem, melhor não. Acho que vai doer. Nem vai caber. Além do mais, você me prometeu que não ia tentar me comer, lembra?
— Sim, dona Chayo, prometi não comer você e não tô comendo.
Nessa hora, ela virou de barriga pra cima, e eu fiquei de lado junto dela. Sem me olhar, ela disse:
— Ai, meu filho, isso não tá certo. Eu sou quase como sua mãe, tenho 20 anos a mais que você, sou casada e meu marido tá dormindo no quarto. Outro quarto, olha, melhor já dorme, tá?
Fiquei parado e em silêncio por um momento, quase sem tocá-la. Mas de novo levei minha mão até a buceta dela e, assim que cheguei nos pelos, ela abriu as pernas completamente e me deixou tocar de novo. A buceta dela escorria melado, tava toda molhada. Se eu tivesse mais experiência, saberia que era só questão de tempo pra eu poder comer essa mulher.
Ela gemia baixinho e mexia o corpo no ritmo das minhas carícias.
– A-ai!… S-sim, assim, isso eu deixo, enfia o dedo, vai, o quanto você quiser.
Dona Chayo pegou meu pau na mão dela e começou a esfregar de baixo pra cima, apertando a mão quando chegava na cabeça.
– Vem cá, meu filho, deixa eu tirar seu leite na mão, porque se eu não tirar, você não vai sossegar e tenho certeza que vai querer me comer.
Ela puxava meu pau gostoso, sem olhar pra mim, o olhar dela tava fixo no teto.
Eu me inclinei sobre ela, peguei um peito dela e enfiei na boca o máximo que pude, chupando aquele mamilo enorme.
Dona Chayo começou a gemer mais alto e a me masturbar com mais gosto, enquanto rebolava a bunda em movimentos circulares, sentindo meus dedos dentro dela.
– Aaah! S-sim, assim… enfia o dedo, vai… me deda, vai… não me deixa assim…
vai, enfia os dedos… todos, meu filho, todos… aaahh
Ela tinha meu pau preso na mão e balançava com muita força enquanto ofegava e rangia os dentes. De repente, fechou os olhos… levantou a bunda e, apertando as pernas com minha mão entre elas, gritou:
– Mmmmm, vou gozar, aai, que delícia!!
Senti nos meus dedos como se ela tivesse se mijando, era uma chuva intensa de líquido saindo da buceta dela, primeiro num jorro contínuo e depois intermitente, molhando as coxas dela, minha mão, a cama, tudo.
Ela apertou tanto meu pau que quase gozei também. Caindo exausta na cama e respirando pesado, ela disse:
– Ai, meu filho, que gozada que eu dei, ufff, nunca tinha gozado assim na minha vida. vida e sem me foder, tomara que deus não me castigue por adúltera. Bom, agora deixa eu tirar seu gozo pra gente dormir, já vai ser umas 6 da manhã.
Ela me colocou de barriga pra cima e agora ela de lado, colocou os peitos dela no meu peito e, me abraçando, pegou meu pau que ainda tava bem duro.
Começou a me masturbar devagar e na excitação de ter ela assim junto de mim, falei:
— Dona Chayo, coloca sua boceta molhada em cima da minha perna, por favor.
Ela subiu em cima de mim e colocou a boceta na minha perna e, abrindo com os dedos a rachinha dela, se acomodou colada no meu corpo.
— Você gosta da minha boceta, meu filho? Gosta de verdade?
— Sim, dona, adoro sua xereca e todo o seu corpo.
Ela continuava puxando meu pau com a mão e eu gemia desesperado.
— Vai, meu filho, me dá seu gozo. Vai, quero tirar ele logo.
Eu não conseguia gozar, talvez por causa da excitação ou sei lá, mas meu pau resistia a terminar. Dona Chayo parou um momento e me disse:
— Ai, já cansei... Nossa, que pau grande que você tem, hein? E tão cabeçudo, certeza que não entra fácil em lugar nenhum, né?
— Ai, Dona Chayo, entra sim, certeza que entra.
— Mmm... sei não... mas me parece que em mim não entraria um pau desse tamanho, mas bom, se você quiser... mmm, melhor não... ou bom, sim, um pouquinho, só pra experimentar, tá? Vê... tenta enfiar em mim, sim, meu filho? Se você ver que não entra mesmo, tira, sim? Mas não vai pensar que eu quero que você me foda, hein, só quero saber se um pau desse tamanho cabe na minha boceta.
— Sim, Dona Chayo, tá bom.
— Vê, meu filho, sobe em cima de mim, vai, abre minhas pernas.
Levantei animado, fiquei entre as pernas dela e ela ficou de frente pra mim, abrindo elas ao máximo, me oferecendo a boceta que agora eu via como era grande. Ela abriu a boceta como um templo com as mãos e me disse:
— Vai, meu filho, devagar... enfia logo.
Coloquei meu pau na entrada da boceta dela, a sensação era deliciosa, a umidade era intensa, meu pau escorregava aos poucos pra dentro dela. Dei um empurrão e a ponta da minha pica entrou naquela caverna molhada.
- A-aai... meu filho, aai meu filho!! E-espera... aah... já... enfia mais, que pica você tem, meu filho... ai d-dói... mais, me dá mais... sim, assim meu filho, enfia tudo, vai, me dá tudo... toda a pica... aaaah!! Assimiiii me mete tudooo aai que gostosoooo
Me deixei cair sobre ela, penetrando-a com toda a minha pica, a buceta dela estava tão molhada e eu enfiava tão fundo que quase sentia os lábios vaginais envolvendo minhas bolas, enquanto eu segurava as pernas dela levantadas ao meu lado.
Caí sobre os peitos gostosos e macios dela, que, sem a firmeza jovial de antes, agora caíam para os lados. Me apoiei neles e comecei a me mover, metendo e tirando meu pau daquela gruta que, pela falta de uso, parecia apertada.
- A-aai, você já tá me comendo, meu filho... ai, você tá me comendo, meu filho... sim, assim me come o quanto você quiser... Você gosta de comer a dona Chayo?... Me diz o que você queria... me fala, me diz que você queria enfiar seu pinto em mim... vai, assim, assim me come, mete tudo que você quiser, meu filhinho, assim, assim, ai que gostoso você me come!!
Eu me movia freneticamente, sentindo que estava prestes a gozar.
Ela se mexia como uma louca, quase gritava sem pensar que eu estava comendo ela quase no mesmo quarto onde o marido dela dormia.
De repente, senti de novo aquele temporal do orgasmo da dona Chayo, parecia que ela estava mijando na minha pica, foi muito intenso, ela se abraçava em mim, me apertando entre as pernas, gemendo, enquanto os jorros não paravam de escorrer.
Naquele momento, senti minha pica explodir, minha porra começou a jorrar dentro da buceta dela, se misturando com o caldo dela, foi o êxtase, quase me senti morrer.
- Sim, meu filho, assim me enche de sêmen, ai que gostoso, assim me enche de porra, vai, assim, toda sua porra pra mim, me dá tudo, ahh siiiim, asssiimmmm
Fiquei encharcado de suor e líquidos sobre ela, os dois quase mortos, suando horrores.
Quando finalmente descansamos, desci de cima dela e me acomodei ao lado, agora sim cansado depois da minha. primeira foda de verdade
Ela me olhou, me abraçou e disse
- Ai, meu filho… eu não queria que me comesse, mas fazer o quê, já me comeu e tudo bem, a verdade é que curti muito essa rola, agora sim, melhor levantar e ir pra sua casa, já são quase 6 da manhã. E não vai contar pra ninguém que você me comeu, hein? Me promete?
- Claro que nunca vou dizer que comi a senhora, dona Chayo – respondi
Ela então me disse:
- Nunca mais, meu filho, nunca mais você vai me comer de novo.
Me deu um beijo e eu fui embora.
12 comentários - Dona Chayo: A Gostosa do Bairro
Lo recomiendo y a favoritos para volver con puntos ❤️
excelente relato
me encantaron los detalles la verdad un lujo
gracias a kalu que me lo recomendo 😉
me latió un buen es como una de mis fantasias cumplidasssss te la sacaste¡¡¡¡¡¡¡¡ 🙌