Do escritório pra Trelew

Eles trabalhavam juntos há uns anos, e pelo tipo de serviço que tinham, ficavam praticamente em contato 24 horas por dia, resolvendo coisas do escritório a todo momento. E apesar de sempre zoarem com duplo sentido, nunca tinha rolado nada, e ninguém levava a sério. Mas com o tempo, foram ficando cada vez mais íntimos, contando mais detalhes da vida pessoal, os problemas e, principalmente, os gostos — que, para surpresa dos dois, cada vez mais percebiam que tinham muita coisa em comum. Por causa disso, começaram a se ver de outro jeito, já não eram só amigos do trabalho, mas se olhavam como homem e mulher.

No meio da semana, ficaram sabendo que em alguns dias teriam que viajar pra filial de Trelew, pra um treinamento, só os dois.

A semana seguiu normal, só que agora faziam piadas muito mais picantes sobre essa viagem, prometendo aventuras e sensações inesquecíveis; depois riam, fingindo que era só brincadeira.

Chegou o dia da viagem e, já no aeroporto, ele a viu chegando. Admirava a silhueta dela de longe e, conforme ela se aproximava, dava pra ver o formato do sutiã por baixo da camisa branca, os quadris marcados por uma saia e as pernas longas que terminavam nuns saltos altíssimos. Não conseguia parar de olhar pra ela, que com um sorriso simples caminhava na direção dele.

Por outro lado, ela pensava no que essa viagem ia render. Tinha medo, mas a ideia de ficarem finalmente sozinhos a excitava...

Se cumprimentaram com um beijo perto da boca, como sempre. Enquanto subiam no avião, falaram de coisas banais, e dava pra sentir um certo nervosismo entre os dois. Os dois disseram que era por causa do voo e, assim que sentaram, começaram de novo com os jogos de duplo sentido. Ela perguntou se ele ia ter coragem de fazer alguma coisa do que vinham falando. Ele riu e se inclinou sobre ela como se fosse beijá-la. Surpresa com a atitude dele, ela disse:
- Aqui não, tá cheio de gente!!!
- Aqui não?— perguntou ele- onde, sim?Ela ficou vermelha e disse que ele era um idiota, que não se achasse tanto, que eram só piadas.
Desceram do avião e pegaram um táxi até o hotel onde estavam hospedados.
Chegaram nos seus respectivos quartos, e cada um arrumou suas roupas, tomou banho e ficou mais à vontade, pensando não no treinamento, motivo da viagem, mas no que ia rolar depois...
Saíram pra jantar não muito longe e ele pediu um vinho tinto gostoso, prato de massas, e ela, peixe com legumes.
A conversa foi bem legal, sobre vida, família, expectativas do treinamento, mas conforme o vinho descia, a temperatura dela subia; ele sabia o que o álcool fazia com ela, e aproveitou.
Começaram as risadinhas tímidas, os olhares mais profundos, as conversas mais picantes... já se desejavam, já sentiam que era a hora...
De repente, ele se levantou da cadeira e ela olhou pra ele, surpresa...
- Vamos lá fora?— disse ele.- Claro...Respondeu......
Começaram a andar pela calçada, aguentando o frio que fazia naquela noite. Ela se aproximou mais dele, agarrou no braço dele pra se proteger do vento. Ele olhava pra ela, andavam rápido, sem dizer nada, em direção ao hotel. De repente, ele a levou pro hall de um prédio e, sem falar nada, parou na frente dela, se aproximou e beijou ela. Ela não resistiu. Se beijaram por um bom tempo até que ele disse:
- Tava morrendo de vontade de fazer isso.
- Eu também tava com vontade.Se beijaram de novo, e se pegaram pela mão e foram pro hotel sem dizer nada, só se soltaram na porta do hotel, pegaram as chaves, cumprimentaram o porteiro e subiram no elevador. Mal a porta fechou, voltaram a se beijar, dessa vez com mais intensidade, se agarrando forte, as mãos dele na cintura dela, as dela na nuca dele, puxando ele cada vez mais. Chegaram no andar e foram pro quarto dela, fecharam a porta sem parar de se beijar e começaram a tirar os casacos enquanto se empurravam na direção da cama. Naquele momento, nada mais importava, não tinha inibição, se desejavam com tanta vontade e, sem pensar, ele já estava tirando a roupa dela... ver o ombro dela meio descoberto o excitou, e ela percebeu, olhando nos olhos dele, sorriu e, sem hesitar, abaixou e puxou a calça dele de uma vez, deixando à mostra o pau dele ereto. Ela pegou com a mão macia e começou a esfregar, e sem dizer mais nada, enfiou tudo na boca. Sentiu a língua dela percorrer de ponta a ponta, ele ficava mais excitado a cada segundo, vendo ela naquela posição chupando como se fosse a última vez. Agarrou o cabelo dela e apertou ainda mais, era impressionante o jeito que ela fazia, parecia que o conhecia desde sempre...

Ele a pega pelos ombros e levanta, começa a beijar o pescoço dela e a percorrer toda a costa com as mãos, beija os ombros e desce pros peitos dela, os bicos estavam duros de tesão, aperta, morde devagar, adora aquilo... quer mais...

Continuou beijando enquanto se sentava na cama, acariciando a costa dela, apertando a bunda dela, beijando cada vez mais pra baixo enquanto ela acariciava a cabeça dele. Pegou uma das pernas dela e colocou na cama, ela se equilibrava apoiada nele, enquanto ele passava a língua pelo corpo dela, sentindo a excitação que vinham reprimindo há muito tempo. Ela começou a gemer, ele apertava a cabeça dela tentando chegar o mais longe possível com a língua, extasiado pela excitação e pelos sons. O que ela fez? Ele se deitou na cama, enquanto ela, andando de quatro, se aproximava da boca dele pra beijá-lo de novo. Eles se sentiam muito próximos, úmidos e devagar, ela o guiou pra dentro dela. Era o momento que os dois esperavam. Os dois aproveitaram aquela sensação, se olharam nos olhos e, com um sorriso no rosto, ela começou a se mover lentamente, enquanto, com as mãos, acariciava ele por todo lado. Depois, ela começou a tocar os próprios peitos, e ele ajudava, segurando a cintura dela, acompanhando o movimento. Ela pegou a mão dele e levou um dedo à boca, chupando com prazer, gemendo, e aos poucos o movimento dos corpos deles foi ficando mais rápido. Ela começou a sentir umas cócegas na barriga que iam descendo até o fundo do ser dela. Ela tava gozando como nunca antes, se sentia molhadíssima. As mãos suadas deles se tocavam, se entrelaçavam. Ela queria continuar... Ele virou ela de bruços na cama e penetrou de novo. Excitava ele ver ela assim, podia contemplar as costas arqueadas dela e beijava com fascínio. Sentia que o momento dele ia chegar e começava a gemer quando ela parou ele e disse pra deixar com ela. Queria sentir ele na boca dela. Virou-se e, sentada na cama, começou a beijar o pau dele, que já tava prestes a explodir. E foi assim: sentiu a língua quente dela rodeando ele e não conseguiu se segurar. Com um gemido forte, gozou na boca dela, se agarrando na cabeça dela, nos ombros, enquanto ela não parava de mexer a língua e ele não conseguia nem falar o que tava sentindo. Eles se olharam e sorriram. No quarto, só se ouvia a respiração ofegante deles, de tanta excitação...

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