DianaSempre soube que a Diana, minha filha, ia ser uma mulher linda. Quando criança, era uma fofura. Moreninha, cheia de energia.
Conforme crescia, o corpo dela ia mudando. De menina, se transformava em mulher. Eu quase nem percebia. Pra mim, ela continuava sendo minha menininha.
Na puberdade, as mudanças ficaram mais evidentes. Os peitos dela cresceram, a bunda ficou mais redonda.
Claramente, já não era mais uma criança. Mas pra mim, sim. Continuava sendo aquela menininha que ensinei a nadar na piscina de casa. Que eu consolava quando caía e se machucava. Continuava sendo minha princesinha.
Minha princesinha quis ser advogada. Sempre foi boa aluna, então não teve dificuldade pra entrar na faculdade de direito. As notas dela continuaram boas, muito boas.
Pra mim, tudo mudou um dia em que entrei no banheiro pra fazer xixi e ela saía do chuveiro. Pelada, com o corpo brilhando de água.
Fiquei paralisado olhando pra ela. O corpo dela era muito gostoso. Tinha um par de peitos lindos, uma barriga lisinha. A pele morena dela, bronzeada pelo sol, brilhava molhada na luz do fluorescente do banheiro.
Por alguns segundos, a gente não se mexeu. Aí ela voltou pro chuveiro e se cobriu com a cortina.
— Ah... de... desculpa, Diana. Não sabia que você tava tomando banho.
— Sem problema, pai. Devia ter fechado a porta.
Saí do banheiro todo sem graça. Não conseguia tirar da cabeça o corpo pelado da minha filha. Percebi que tava com uma ereção. Minha pica dura igual pedra fazia um volume enorme na minha calça. Minha filha tinha me deixado de pica dura. Porra!
Saí pro jardim pra tentar me acalmar. Que peitos, que corpo! Não conseguia tirar ela da cabeça. Sabia que era errado. Que eu era o pai dela. Que ela era minha filha.
Sentei no fresco e, aos poucos, fui me acalmando. A pica voltou ao normal.
"É normal você ter ficado excitado ao ver ela assim", pensei. "Pode ser minha filha, mas ela é uma gostosa do caralho. Mas já passou."
Mas não passou. Não consegui mais ver ela como uma criança. Era uma mulher, com um corpo que me Eu enlouquecia.
Ficava de olho nela sempre que podia. Olhava pros peitos dela. Via como ela rebolava aquele rabo lindo. A boca sensual dela. Comecei a imaginar... coisas. Coisas que eu fazia com ela. Coisas que ela fazia comigo.
Queria foder minha filha. Sabia que era errado. Mas era o que eu desejava.
Uma tarde ela desceu pra piscina. Tava de maiô preto. Eu observava ela escondido atrás da cortina do meu quarto. Preferia que ela tivesse de biquíni, mas quase sempre usava maiô.
Olhei ela tomando banho e depois saindo da água. A pele molhada dela me lembrou da vez que peguei ela saindo do chuveiro. A pica ficou dura que nem pedra. Abri o zíper e tirei ela pra fora.
Olhando a Diana pegando sol, de bruços, bati a primeira punheta pensando nela. Olhando aquele rabo lindo dela, gordinho, empinado. Imaginai um monte de loucura com aquele rabo.
Minha gozada foi foda. Não lembrava de uma assim há anos. Lutei pra não gritar de prazer. Quase estraguei as cortinas. Ia ver o que ia contar pra minha mulher.
Aquela primeira punheta não foi a última. Vieram muitas outras. Quase todo dia eu batia uma pensando nela. E quando comia minha mulher, era na minha filha que eu pensava.
Tudo aquilo me atormentava. Mas não conseguia evitar. Era mais forte que eu. O desejo animal que sentia pela minha filha era maior que a parte de mim que dizia que era errado.
Dizia pra mim mesmo que eram só desejos. Que não tinha feito nada. Que nunca faria nada. Só imaginar, nada mais.
Mas... eu fiz. Um dia, passeando, vi numa vitrine um manequim com um biquíni vermelho lindo. Imaginai ele no corpo da Diana. Ia ficar uma gostosa. Entrei e comprei. Pedi pra embrulhar pra presente.
Não era aniversário dela nem dia de santo. Não tinha nada especial pra dar um presente. Era só porque ver ela com aquilo vestido ia ser maravilhoso.
Pensei em dar quando a mãe dela não tivesse por perto, mas talvez ela pudesse pensar mal. E se minha mulher descobrisse depois, seria pior. Então dei na frente dela. a caixa quando as duas estavam juntas, como se nada tivesse acontecido.
- E isso, papai?
- É que você vive usando esses maiôs velhos. Já tá na hora de usar algo mais moderno. Assim você pega um bronzeado melhor.
Diana abriu o pacote. Quando pegou as peças na mão, não sabia o que dizer. Só me abraçou e me deu um beijo.
- Obrigada, papai.
Depois foi pro quarto dela.
Minha mulher me olhava.
- Pouca roupa, hein?
- Hahaha. Mulher, ela não é mais criança. É toda uma gostosa. Além disso, todas as garotas usam biquíni. Você mesma devia comprar um também.
- Ah... e... pra mim não tem nada?
Olhei nos olhos dela. Amava ela pra caralho. Já tinha previsto isso, então meti a mão no bolso e entreguei uma caixinha. Dentro tinha um colar lindo. Ela me abraçou e me beijou com paixão.
Naquela noite, comi ela. Naquela noite, não pensei na minha filha. Tava de corpo e alma com minha mulher.
"Tem que ser assim. É na sua esposa que você tem que pensar. Diana foi só uma tentação passageira. Esquece tudo", pensei, abraçado com minha mulher depois de transar.
Esqueci da minha filha... só até o dia seguinte, quando do meu quarto vi Diana saindo no jardim usando meu presente. A pica ficou dura na hora. O biquíni destacava o corpo dela de um jeito espetacular.
Meus olhos estavam cravados na bunda dela, que balançando suavemente ia em direção a uma espreguiçadeira. O tecido vermelho do biquíni contrastava com a pele dela.
Meu Deus. Que bunda a minha filha tinha. Um rabo perfeito. Redondinho, carnudo. Parecia durinho, mas túrgido. Desejei beijar, lamber. Comer. Minha mulher sempre me negou isso, mas sempre desejei.
Desci pro jardim. Ela tava deitada de bruços. Tirei a pica da calça. Mandei ela ficar de quatro na espreguiçadeira, baixei o biquíni dela e enfiei a pica de uma só vez até o fundo daquela bunda espetacular.
Ela rebolava. Gemia de prazer.
- Aaaiiiii papai... isso... me come assim... arrebenta meu cuzinho... dá no cu da sua menininha... hummmm como eu queria isso.
Não aguentei muito e gozei. Corri, enchendo a bunda dela com minha porra abundante e quente.
Abri os olhos. Ela tava deitada na espreguiçadeira. Eu olhava pra ela da minha janela. A parede tava cheia de porra. Aos meus pés tinha uma poça e o pau ainda pulsava na minha mão.
Me limpei e depois limpei a parede. Diana continuava tomando sol. Tinha que ver ela de mais perto, então desci pro jardim e me aproximei dela.
Apesar de ter gozado, ao me aproximar e ver a bunda dela tão perto, não consegui evitar que o pau levantasse de novo. O volume era evidente, mas não liguei.
— Vejo que vestiu meu presente.
Ela levantou a cabeça e me olhou.
— Sim, gosto muito, papai.
— Ficou muito bem em você.
— Você acha?
— Claro.
Deitei do lado dela, em outra espreguiçadeira. O pau me apertava dentro da calça. Se ela olhasse, veria meu pacote avantajado. Mas não tava nem aí. Queria que ela visse como o corpo dela me deixava.
— Diana, você vai se queimar. Sua pele tá mais branquinha onde estava o biquíni.
— Passa protetor em mim, papai?
Era exatamente o que eu queria. Tocar ela, passar a mão. Deslizar minhas mãos pela pele dela. Meu coração batia forte quando passei o protetor nas mãos.
Comecei pelos ombros dela, massageando. Sentia meu pau pulsar também, no ritmo do meu coração. Ela tava com a cabeça virada de lado e os olhos fechados. Minhas mãos foram descendo, espalhando o protetor, acariciando.
— Você tem uma pele muito macia.
— É?
— Muito macia. É uma delícia tocar.
Cheguei nos quadris dela. A bunda linda e empinada dela se mexia no ritmo das minhas mãos. Quis enfiar uma mão por baixo do biquíni e passar a mão naquela bunda tentadora, mas me segurei. Continuei descendo e passei protetor nas pernas longas e torneadas dela.
Tava tão tarado. Não aguentava mais. Levantei e falei que voltava pra casa. Ela me olhou. Por uma fração de segundo, os olhos dela cravaram no volume que meu pau duro fazia. Foram só uns instantes, mas sei que ela percebeu. Eu sei.
— Até logo, papai. Vou pegar mais um pouco de sol. Obrigada por passar o protetor.
Enquanto Voltava pra casa, não conseguia parar de pensar nos olhos dela cravados na minha pica. Diana, minha filha Diana, sabia que tinha deixado minha pica dura. Que a pica do pai dela tava dura por ter tocado nela. O que será que ela pensava de mim? Que eu era um monstro, um degenerado? Ou será que se sentia bem? Será que gostou de me deixar com tesão?
Entrei em casa e voltei pro meu cantinho. Ela continuava deitada. Se virou. Fiquei tentado a descer de novo e passar creme nela na frente. Em vez disso, tirei a pica de novo e fiz uma punheta lenta, lembrando dos olhos lindos dela olhando pra minha pica.
Minha mente imaginava que ela mantinha o olhar no volume enorme. Que depois me olhava e passava a língua nos lábios, sensual. Eu me aproximava enquanto ela se sentava. Minha pica ficava na altura da boca dela. Ela estendia a mão e abaixava minha calça devagar, pra depois meter a mão dentro e tirar minha pica. Começava a mover a mão, devagar, se deliciando com a dureza e o calor. Eu me aproximava mais e ela acariciava a carinha linda dela com minha pica. Passava na testa, nas bochechas, nos lábios. Metia na boca e chupava, devagar, exasperante. Olhando nos meus olhos. E falava coisas. Que gostava da minha pica. Que eu desse o creminho pra ela. Que o sol queimaria o rosto dela se eu não passasse creme. Imaginei que gozava na carinha dela, na carinha sorridente dela.
Tive que limpar a parede de novo.
Minha obsessão pela minha filha crescia a cada dia. Já olhava pra ela sem vergonha. Nossos olhares se cruzavam de vez em quando. Ela tinha que perceber tudo. Mas eu não ligava.
Eu espiava ela. Quando tomava banho, tentava ver ela de novo, mas sempre fechava a porta. Quando dormia, eu aparecia na porta e via como ela dormia. Às vezes tava destampada e dava pra adivinhar os peitos dela debaixo do tecido fino do pijama.
Já não aguentava mais. Tinha que agir. Ou fazia ela minha ou ficava louco. Uns dias depois, passei de novo na loja onde comprei o biquíni pra ela. Entrei e comecei a olhar as coisas lindas que tinha. Fiquei apaixonado por um conjunto de lingerie branca bem sexy. Na pele morena dela, ia destacar muito. Era de renda suave, com uma calcinha tipo fio dental. A bunda dela ia ficar quase nua. Não resisti e comprei pra ela.
Dessa vez, não quis dar na frente da mãe dela. Não era algo que um pai compraria pra filha. Esperei o momento certo, quando minha mulher saiu com as amigas. Peguei a caixa de onde estava escondida e fui no quarto dela, onde ela estava estudando.
— Diana, comprei uma coisinha pra você.
— Sério? Pai, não precisava.
— Vi e pensei em você. Não consegui resistir — falei, olhando nos olhos dela.
Entreguei a caixa. Ela, como uma criança no dia de Natal, começou a abrir. Quando viu o que era, me olhou de olhos arregalados. Ficou chocada. Olhou as peças, a calcinha minúscula.
— Gostou?
— Sim... sim... é... é lindo... mas...
— Mas?
— Não... nada... Obrigada, pai.
Percebi que ela estava confusa.
— Queria ver como fica em você.
— Não sei, pai. É muito...
— Não faria isso por mim?
— Tá bom.
— Vou esperar lá fora.
Saí do quarto dela. Meu coração batia forte. E a pica começou a crescer. Esperei ansioso ela vestir o conjunto.
Quando ela abriu a porta e apareceu na minha frente, minha boca ficou aberta. Era a coisa mais gostosa que já vi na vida. O corpo lindo dela ficava ainda mais destacado com as peças.
— Diana! Você tá... linda.
— Sério?
— Uau... Sério.
Me aproximei dela. Ela olhou pro chão. Percebi o nervosismo dela. Isso a deixava ainda mais gostosa. Precisava tocar nela. Estendi uma mão e acariciei o braço direito dela. A pele tão macia me fez arrepiar.
— Diana... você é tão linda.
Minha mão desceu pela parte de dentro do braço dela, acariciando também o corpo, roçando um dos peitos dela. Queria me jogar nela, arrancar a calcinha minúscula, jogar ela no chão e foder ela uma vez atrás da outra.
Percebi que ela tremia. Talvez de medo. Talvez de... Excitação. Falei pra mim mesmo que era só excitação, que ela gostava do meu toque. Continuei descendo a mão. Cheguei no quadril dela. Ela ainda olhava pro chão. Dei um beijo na testa dela e me encostei nela, sentindo o calor do corpo dela, os peitos dela pressionados contra o meu peito.
Levei minhas mãos pra bunda dela. Com aquela tanga, parecia que ela tava nua. Acariciei, apertei com vontade, puxando ela contra mim. Esfreguei meu pau nela. Queria que ela sentisse o quanto eu tava louco de tesão.
— Papai...
Congelei. Mas que porra eu tava fazendo? Que tipo de monstro eu era? Me afastei dela, horrorizado com o que tinha feito, com o que queria fazer. Era minha filha. Meu dever era proteger ela, cuidar dela. Não podia tocar ela daquele jeito.
— Meu Deus... Diana... Me desculpa, me desculpa... Eu... não... meu Deus.
Saí correndo do quarto, como se o diabo tivesse no meu calcanhar. Não parava de pensar no que quase fiz com a minha menina. Fui pro meu quarto. Sentei na cama. Minhas mãos tremiam. Olhei pra elas, tentando me acalmar. Mas meus dedos se recusavam a ficar parados. O que minha filha ia pensar de mim agora? Minha mulher ia descobrir tudo. Todo mundo ia saber que tipo de homem eu era. Ia ter que sair de casa.
Mas nada disso importava. O que mais doía era o que a Diana ia pensar de mim. Eu amava ela loucamente. Antes do desejo, vinha o amor. E eu ia perder isso pra sempre. Dava vontade de chorar.
Sentado na minha cama, apertava os punhos. Com vontade de me bater.
— Papai...
Olhei pra porta do meu quarto. A Diana tava lá. Tinha vestido um roupão. Não consegui olhar nos olhos dela. A vergonha queimava por dentro. Ela chegou perto de mim e sentou do meu lado.
— Papai...
— Diana, por favor, me perdoa. O que eu fiz é... me desculpa.
Ela pegou na minha mão. A pele dela era tão quente. Aquele toque me acalmou.
— Papai... eu te amo muito.
— Minha vida, e eu amo você. Por isso me sinto um... um monstro.
— Você não é nenhum monstro. Você é o homem que eu mais amo.
Ela me abraçou, colocando a cabeça no meu peito. Foi como se tivesse passado um bálsamo milagroso nas minhas feridas. Apertei ela com força. Minha menina não me odiava. Mesmo eu não merecendo, a Diana me dava carinho. Não consegui segurar as lágrimas.
Aí ela fez algo que me deixou paralisado. Levantou a cabeça e me beijou suavemente no pescoço. Eu tava abraçando ela com força, e ela beijou meu pescoço. Meu corpo inteiro tremeu.
— Diana... O que...?
— Por que você saiu correndo?
— Eu... o que eu tava fazendo não é certo.
— Mas eu não liguei... eu... gostei...
Os lábios dela se aproximaram dos meus e ela me beijou. Minha filhinha me beijou. Foi um beijo quente e suave que me fez tremer de novo. Não ousava me mexer, tava paralisado.
Ela pegou uma das minhas mãos e levou pra dentro do robe, até um dos peitos dela. Meus dedos responderam apertando de leve. Senti ele duro, firme.
— Papai... você me deseja?
— Diana... com cada fibra do meu ser.
— Me acaricia... faz dias que tô querendo que você faça isso... Eu sentia seus olhares. Sentia seu desejo. Mas você não se atrevia. Esses seus olhares me... me acendiam...
Beijei ela com paixão. Minha mão apertou o peito dela. Ela caiu na cama. Os olhos dela me olhavam. Brilhavam. Ela era tão gostosa. Abriu o robe, me mostrando aquele corpo que convidava ao pecado. Eu continuava desejando ela. Talvez mais do que antes, mas agora via ela de um jeito diferente. Antes meu desejo era puramente sexual, animal, agora era mais apaixonado. Antes eu queria arrancar a roupa dela e foder sem parar, agora queria acariciar, admirar, amar.
Caí sobre ela e beijei. Nossos lábios se uniram e nossas línguas se procuraram até se encontrar. Minha mão percorreu o corpo dela, tão macio, tão quente, até chegar nas coxas. Ela gemia na minha boca. Eu na dela. Do joelho dela fui subindo pela parte interna das coxas, mal roçando a pele com a ponta dos dedos. Devagar cheguei na bucetinha dela, enfiada na calcinha minúscula que eu tinha dado pra ela.
Encontrei ela tesão. Diana abriu ligeiramente as pernas. Aceitei o convite e meus dedos acariciaram por cima do tecido.
— Ummmm, minha menina... você tá... molhadinha.
— Aggg, é que eu te desejo, papai... te desejo.
Olhei nos olhos dela. Ela não tirava o olhar dos meus. Minha mão subiu até o púbis dela. A ponta dos meus dedos entrou por baixo da calcinha. Os olhos dela se semicerraram. Os lábios, ressecados, se entreabriram. Meus dedos desceram devagar até chegar na sua bucetinha molhada. Quando meu dedo do meio começou a deslizar, Diana fechou os olhos e gemeu de prazer.
— Agggg que... gostoso... papai... continua... ummmmm
Comecei a masturbá-la com suavidade, devagar, aproveitando pra ver no rosto dela o prazer que eu tava dando. Já não me importava com meu próprio prazer. Só queria satisfazer ela. Com a outra mão, dei um jeito de tirar o sutiã dela e liberar os dois peitos lindos. Aproximei meus lábios pra beijá-los, pra lamber. Os biquinhos duros entraram na minha boca e minha língua fez círculos ao redor. Diana gemia cada vez mais forte. Balançava o quadril.
— Ummmm, papai... papaiiiiiiiiiii
Senti ela tremer, se tensionar, arquear as costas na cama. Diana tava gozando graças às minhas carícias. Foi algo tão maravilhoso, tão lindo, tão diferente dos pensamentos lascivos que tinham me consumido dias antes. Agora não via nada de sujo, nada de pecaminoso. Só sentia que o amor que eu sentia por ela se manifestava de um jeito especial.
O orgasmo dela foi longo. Depois o corpo dela relaxou. Ela abriu os olhos e me olhou. Me vi refletido neles.
— Foi... maravilhoso, papai... que prazer você me deu.
Nos beijamos de novo. Minha mão ainda tava entre as pernas dela, agora sem acariciar. Só ali. E aí senti a mão dela me acariciando. A mão dela acariciava meu pau duro por cima da calça.
— Me faz sua... eu desejo tanto... te quero tanto... Quero que você me faça mulher.
— Minha vida... tem certeza?
— Sim... só pode ser você.
Ela tirou a calcinha minúscula. Pude ver a bucetinha linda dela. Ela me ajudou a tirar minha camisa, e depois minha calça. Quando me livrei da cueca e minha rola dura pulou pra fora, olhei pra ela. Nos olhos dela vi muitas coisas contraditórias. Desejo, medo.
Deitei do lado dela, e nos beijamos mais uma vez. Nossos corpos nus estavam colados. Pele contra pele. Fiquei por cima dela. Minha vara dura contra a buceta dela. Os olhos de Diana fixos nos meus. Perguntei de novo.
— Tem certeza?
— Sim, papai... muita certeza.
Sem tirar os olhos dela, me movi até a ponta da minha rola encontrar a entrada da boceta dela. Tava bem lubrificada, e com um empurrãozinho comecei a entrar até sentir a resistência do cabaço dela.
— Vai... vai!
Empurrei e a resistência se rompeu. Senti ela tremer enquanto continuei empurrando até ficar completamente dentro dela. Beijei ela sem me mexer. Quase um minuto de beijos suaves. E depois, devagarzinho, comecei a meter e tirar. Ela gemeu de novo de prazer. E eu também. A buceta dela era acolhedora. Quente, molhada, apertada... Meter dentro dela era algo sublime.
Acelerei as metidas. Nosso prazer aumentou.
— Aaaai que... prazer... isso... é... aaaai papai... mais... mais...
— Te quero, Diana... te quero...
— E eu você.
Tinha lágrimas nos olhos dela.
— Tá doendo?
— Não... não... só... sinto... prazer...
Beijei os olhos dela e tomei as lágrimas. A cama balançava no ritmo dos nossos corpos.
Um dos melhores momentos da minha vida foi quando senti ela explodir de prazer. Quando senti o corpo dela se tensar, quando vi ela fechar os olhos com força e senti a boceta dela ter espasmos em volta de mim. O orgasmo dela foi avassalador, intenso, longo. E não parei de meter, de beijar, de amar ela. Quando o corpo dela relaxou, continuei. Continuei mais rápido, beijando com mais paixão, até fazer ela explodir de novo. Dessa vez eu já não aguentei e acompanhei ela com um orgasmo intenso que nublou minha visão. Mas tive força de vontade de sair dela a tempo, pra banhar a barriga dela com minha essência quente. Ficamos abraçados por mais de 15 minutos, sem dizer nada. Diana foi a primeira a falar.
— Te amo, pai.
— E eu amo você, Diana.
Os dias seguintes foram maravilhosos. A gente se amava sempre que dava. Sempre com aquela doçura do primeiro dia. Devagar, sem pressa. Sempre gozando até o infinito.
Até que um dia cheguei em casa mais cedo do que o previsto. Louco pra passar mais tempo com minha filha. Procurei por ela na casa e não encontrei. Subi pra trocar de roupa. Quando entrei no meu quarto, ouvi risadas no jardim. Olhei pela janela e meu mundo feliz se despedaçou.
Minha menina, minha adorada menina, meu anjo meigo, estava dando pra um moleque. Ela tava de quatro ao lado da piscina e ele enfiava uma piroca enorme nela. Ela pedia pra ele meter mais, pra foder bem forte. Vi ele pegar ela pelo cabelo e puxar.
— Agggggggg me fode.....me dá essa pica assimiiiiiiiiiii
Até eu ouvia os gritos de prazer dela. Comigo era um anjo, mas agora eu via ela como uma putinha. O sangue começou a ferver. Senti raiva, ciúme. Quem era aquele filho da puta pra comer minha menina, na minha casa, no meu jardim.
Saí como uma alma doida e fui na direção deles. Tavam tão concentrados que não me ouviram chegar. Não sou um homem violento, mas dei um chute naquele 'estuprador' e ele caiu na água. Diana me olhou com cara de susto.
O moleque também me olhou, com pânico nos olhos.
— Você tem um minuto pra sumir daqui ou juro que te mato.
Não precisou nem do minuto. Ele saiu da piscina, pegou a roupa e saiu correndo em menos de 30 segundos.
Encarei a Diana. Ela tava sentada na borda da piscina, me olhando com aqueles olhos lindos agora cheios de medo.
— Pai... eu...
— Pai? Você é... é uma... putinha. Te tratei como meu anjo e no fundo não passa de uma vagabunda.
Quando eu fazia amor com ela, só tinha carícias e no final, eu penetrava. Via ela tão delicada, tão... Não sei. Não me atrevia a fazer mais nada. Não pedi nada além disso. agora ela já não era mais meu anjo meigo. Agora era só uma mulher. E eu ia foder ela como ela merecia.
Abri minha calça e tirei a pica pra fora. Me aproximei e segurei ela com força pelo cabelo, puxando a cabeça dela até minha pica.
— Agora chupa minha pica
A putinha. Já tinha feito isso antes, com certeza. Que prazer que me deu. Sentadinha no chão, levantando a cabeça pra engolir minha pica toda. Me olhava com aqueles olhos deslumbrantes, sem nenhum traço de medo. Agora só cheios de luxúria.
Soltei o cabelo dela. Não precisava mais guiar. Ela fez um boquete espetacular. Engolia a pica toda, me olhava com tesão, passava no rosto dela. Porra. E eu achando que ela era uma mocinha inocente.
— Ummmmm papai... sua pica é a que eu mais gosto
— Como assim a que mais? Quantas mais têm?
— Algumas...
— Você é uma...
— Safada?
— Isso.
— Foi você que me transformou numa safada.
— Como assim eu? Mas sempre te tratei com carinho.
— Sim, mas você me fez conhecer o prazer. E eu adoro... Chupo bem, né?
— Uf... se continuar assim, vai tirar até bile de mim!
— Ummmmm você quer gozar na minha boca ou na minha carinha?
"Você quer gozar na minha boca ou na minha carinha?" Que frase. Nos filmes, quando alguém entra num táxi e fala "Siga aquele carro", o motorista sempre diz a mesma coisa: "Sempre sonhei em ouvir isso". Pois a minha frase favorita é ouvir da minha querida filhinha.
— No seu rosto. Quero gozar no seu rosto.
— Me deixa bonita, papai. Enche minha cara com seu leitinho quente.
Eu tratando ela como uma rainha e ela tinha virado uma putinha. Quem foi que ensinou ela? Porra. Eu dava um abraço no filho da puta. E depois quebrava a cara dele por perverter minha menina.
Senti que o prazer tava chegando. Ela também sentiu, porque se ajeitou direitinho, tirou a pica da boca e começou a bater uma punheta a poucos centímetros do rostinho lindo dela. Me olhava e sorria.
Não lembro de ter gozado assim na minha vida. Minha pica parecia um chafariz. Ela não parou de sorrir enquanto eu, gemendo de prazer, cobri o rosto dela com meu esperma quente. Não sobrou nenhuma parte do rosto dela sem receber minha essência. A testa, as bochechas, o nariz, os lábios.
Fiquei olhando pra minha obra, maravilhado. Ela não conseguiu abrir o olho direito, porque eu ceguei com um jato. Abriu o esquerdo.
— Caralho, que gozada, Papai.
— Porra, Diana.
— Tô bonita?
— Linda.
Quando ela começou a catar meu esperma com os dedos e levar à boca, percebi até onde minha menininha tinha chegado desde que eu a fiz mulher. A pica não só não amoleceu, como começou a pular no ar.
Ela não deixou nem uma gota de esperma no rosto. Engoliu tudinho.
Peguei ela pela mão e puxei com força, pra dentro de casa.
— Pra onde você tá me levando, Papai?
— Vou estrear seu cu. Tô de olho nele há um tempão.
— Desculpa. Já foi estreado.
— Puta!
Parei e olhei pra ela. A desgraçada me olhava chupando um dedo, com cara de santinha.
Puxei ela de novo. Subimos pro meu quarto, pra minha cama. Mandei ela ficar de quatro na cama de casal. A buceta dela escorria. Não resisti e enfiei minha cara lá, me molhando com o cheiro de mulher no cio, excitada. Enchi a boca com o gosto delicioso dela. Ela gemia, se esfregando em mim.
— Assim, papai... come meu cofrinho... Tá gostoso, né?
— Delicioso.
— E meu cu? Não vai provar?
Claro que provei. Abri com as mãos e lambi. Apertei com a língua e consegui enfiar um pouquinho a ponta.
— Aaaaaaai que gostoso... me fode agora... me fode logoooo
Assim, do jeito que tava, com a braguilha aberta e a pica pra fora, enfiei a vara até o talo naquele cu redondo e perfeito. Ela gritou, não de dor, mas de prazer.
Foi uma enrabada longa. Minha gozada recente me ajudou a aguentar bastante. Fiz ela gozar uma vez e outra, e mais ainda quando levei uma mão na buceta dela e fiquei esfregando sem parar de enrabar. Parecia que ela tava se mijando toda. Não parava de soltar sucos e mais sucos.
A pergunta veio de novo na minha cabeça. Você quer gozar na minha boca ou na minha carinha?". Agora era a vez da boca dela. Quando percebi que não aguentava mais, que tinha chegado ao ponto sem volta, tirei a pica do cu dela e, segurando ela pelo cabelo, a fiz ajoelhar na minha frente.
Não fiz mais nada além de enfiar na boca dela e minha pica explodiu. Não foi tão espetacular quanto a primeira, mas foi uma boa gozada. Nem uma gota saiu da boca dela. Tudo desceu pela garganta até a barriguinha dela.
Fiquei olhando pra ela, respirando pesado. Ela tirou a pica da boca, pegou e passou no rosto.
— Papai... qual Diana você gosta mais? A angelical ou...
— A foxy. Eu gosto mais da foxy.
FIM
Conforme crescia, o corpo dela ia mudando. De menina, se transformava em mulher. Eu quase nem percebia. Pra mim, ela continuava sendo minha menininha.
Na puberdade, as mudanças ficaram mais evidentes. Os peitos dela cresceram, a bunda ficou mais redonda.
Claramente, já não era mais uma criança. Mas pra mim, sim. Continuava sendo aquela menininha que ensinei a nadar na piscina de casa. Que eu consolava quando caía e se machucava. Continuava sendo minha princesinha.
Minha princesinha quis ser advogada. Sempre foi boa aluna, então não teve dificuldade pra entrar na faculdade de direito. As notas dela continuaram boas, muito boas.
Pra mim, tudo mudou um dia em que entrei no banheiro pra fazer xixi e ela saía do chuveiro. Pelada, com o corpo brilhando de água.
Fiquei paralisado olhando pra ela. O corpo dela era muito gostoso. Tinha um par de peitos lindos, uma barriga lisinha. A pele morena dela, bronzeada pelo sol, brilhava molhada na luz do fluorescente do banheiro.
Por alguns segundos, a gente não se mexeu. Aí ela voltou pro chuveiro e se cobriu com a cortina.
— Ah... de... desculpa, Diana. Não sabia que você tava tomando banho.
— Sem problema, pai. Devia ter fechado a porta.
Saí do banheiro todo sem graça. Não conseguia tirar da cabeça o corpo pelado da minha filha. Percebi que tava com uma ereção. Minha pica dura igual pedra fazia um volume enorme na minha calça. Minha filha tinha me deixado de pica dura. Porra!
Saí pro jardim pra tentar me acalmar. Que peitos, que corpo! Não conseguia tirar ela da cabeça. Sabia que era errado. Que eu era o pai dela. Que ela era minha filha.
Sentei no fresco e, aos poucos, fui me acalmando. A pica voltou ao normal.
"É normal você ter ficado excitado ao ver ela assim", pensei. "Pode ser minha filha, mas ela é uma gostosa do caralho. Mas já passou."
Mas não passou. Não consegui mais ver ela como uma criança. Era uma mulher, com um corpo que me Eu enlouquecia.
Ficava de olho nela sempre que podia. Olhava pros peitos dela. Via como ela rebolava aquele rabo lindo. A boca sensual dela. Comecei a imaginar... coisas. Coisas que eu fazia com ela. Coisas que ela fazia comigo.
Queria foder minha filha. Sabia que era errado. Mas era o que eu desejava.
Uma tarde ela desceu pra piscina. Tava de maiô preto. Eu observava ela escondido atrás da cortina do meu quarto. Preferia que ela tivesse de biquíni, mas quase sempre usava maiô.
Olhei ela tomando banho e depois saindo da água. A pele molhada dela me lembrou da vez que peguei ela saindo do chuveiro. A pica ficou dura que nem pedra. Abri o zíper e tirei ela pra fora.
Olhando a Diana pegando sol, de bruços, bati a primeira punheta pensando nela. Olhando aquele rabo lindo dela, gordinho, empinado. Imaginai um monte de loucura com aquele rabo.
Minha gozada foi foda. Não lembrava de uma assim há anos. Lutei pra não gritar de prazer. Quase estraguei as cortinas. Ia ver o que ia contar pra minha mulher.
Aquela primeira punheta não foi a última. Vieram muitas outras. Quase todo dia eu batia uma pensando nela. E quando comia minha mulher, era na minha filha que eu pensava.
Tudo aquilo me atormentava. Mas não conseguia evitar. Era mais forte que eu. O desejo animal que sentia pela minha filha era maior que a parte de mim que dizia que era errado.
Dizia pra mim mesmo que eram só desejos. Que não tinha feito nada. Que nunca faria nada. Só imaginar, nada mais.
Mas... eu fiz. Um dia, passeando, vi numa vitrine um manequim com um biquíni vermelho lindo. Imaginai ele no corpo da Diana. Ia ficar uma gostosa. Entrei e comprei. Pedi pra embrulhar pra presente.
Não era aniversário dela nem dia de santo. Não tinha nada especial pra dar um presente. Era só porque ver ela com aquilo vestido ia ser maravilhoso.
Pensei em dar quando a mãe dela não tivesse por perto, mas talvez ela pudesse pensar mal. E se minha mulher descobrisse depois, seria pior. Então dei na frente dela. a caixa quando as duas estavam juntas, como se nada tivesse acontecido.
- E isso, papai?
- É que você vive usando esses maiôs velhos. Já tá na hora de usar algo mais moderno. Assim você pega um bronzeado melhor.
Diana abriu o pacote. Quando pegou as peças na mão, não sabia o que dizer. Só me abraçou e me deu um beijo.
- Obrigada, papai.
Depois foi pro quarto dela.
Minha mulher me olhava.
- Pouca roupa, hein?
- Hahaha. Mulher, ela não é mais criança. É toda uma gostosa. Além disso, todas as garotas usam biquíni. Você mesma devia comprar um também.
- Ah... e... pra mim não tem nada?
Olhei nos olhos dela. Amava ela pra caralho. Já tinha previsto isso, então meti a mão no bolso e entreguei uma caixinha. Dentro tinha um colar lindo. Ela me abraçou e me beijou com paixão.
Naquela noite, comi ela. Naquela noite, não pensei na minha filha. Tava de corpo e alma com minha mulher.
"Tem que ser assim. É na sua esposa que você tem que pensar. Diana foi só uma tentação passageira. Esquece tudo", pensei, abraçado com minha mulher depois de transar.
Esqueci da minha filha... só até o dia seguinte, quando do meu quarto vi Diana saindo no jardim usando meu presente. A pica ficou dura na hora. O biquíni destacava o corpo dela de um jeito espetacular.
Meus olhos estavam cravados na bunda dela, que balançando suavemente ia em direção a uma espreguiçadeira. O tecido vermelho do biquíni contrastava com a pele dela.
Meu Deus. Que bunda a minha filha tinha. Um rabo perfeito. Redondinho, carnudo. Parecia durinho, mas túrgido. Desejei beijar, lamber. Comer. Minha mulher sempre me negou isso, mas sempre desejei.
Desci pro jardim. Ela tava deitada de bruços. Tirei a pica da calça. Mandei ela ficar de quatro na espreguiçadeira, baixei o biquíni dela e enfiei a pica de uma só vez até o fundo daquela bunda espetacular.
Ela rebolava. Gemia de prazer.
- Aaaiiiii papai... isso... me come assim... arrebenta meu cuzinho... dá no cu da sua menininha... hummmm como eu queria isso.
Não aguentei muito e gozei. Corri, enchendo a bunda dela com minha porra abundante e quente.
Abri os olhos. Ela tava deitada na espreguiçadeira. Eu olhava pra ela da minha janela. A parede tava cheia de porra. Aos meus pés tinha uma poça e o pau ainda pulsava na minha mão.
Me limpei e depois limpei a parede. Diana continuava tomando sol. Tinha que ver ela de mais perto, então desci pro jardim e me aproximei dela.
Apesar de ter gozado, ao me aproximar e ver a bunda dela tão perto, não consegui evitar que o pau levantasse de novo. O volume era evidente, mas não liguei.
— Vejo que vestiu meu presente.
Ela levantou a cabeça e me olhou.
— Sim, gosto muito, papai.
— Ficou muito bem em você.
— Você acha?
— Claro.
Deitei do lado dela, em outra espreguiçadeira. O pau me apertava dentro da calça. Se ela olhasse, veria meu pacote avantajado. Mas não tava nem aí. Queria que ela visse como o corpo dela me deixava.
— Diana, você vai se queimar. Sua pele tá mais branquinha onde estava o biquíni.
— Passa protetor em mim, papai?
Era exatamente o que eu queria. Tocar ela, passar a mão. Deslizar minhas mãos pela pele dela. Meu coração batia forte quando passei o protetor nas mãos.
Comecei pelos ombros dela, massageando. Sentia meu pau pulsar também, no ritmo do meu coração. Ela tava com a cabeça virada de lado e os olhos fechados. Minhas mãos foram descendo, espalhando o protetor, acariciando.
— Você tem uma pele muito macia.
— É?
— Muito macia. É uma delícia tocar.
Cheguei nos quadris dela. A bunda linda e empinada dela se mexia no ritmo das minhas mãos. Quis enfiar uma mão por baixo do biquíni e passar a mão naquela bunda tentadora, mas me segurei. Continuei descendo e passei protetor nas pernas longas e torneadas dela.
Tava tão tarado. Não aguentava mais. Levantei e falei que voltava pra casa. Ela me olhou. Por uma fração de segundo, os olhos dela cravaram no volume que meu pau duro fazia. Foram só uns instantes, mas sei que ela percebeu. Eu sei.
— Até logo, papai. Vou pegar mais um pouco de sol. Obrigada por passar o protetor.
Enquanto Voltava pra casa, não conseguia parar de pensar nos olhos dela cravados na minha pica. Diana, minha filha Diana, sabia que tinha deixado minha pica dura. Que a pica do pai dela tava dura por ter tocado nela. O que será que ela pensava de mim? Que eu era um monstro, um degenerado? Ou será que se sentia bem? Será que gostou de me deixar com tesão?
Entrei em casa e voltei pro meu cantinho. Ela continuava deitada. Se virou. Fiquei tentado a descer de novo e passar creme nela na frente. Em vez disso, tirei a pica de novo e fiz uma punheta lenta, lembrando dos olhos lindos dela olhando pra minha pica.
Minha mente imaginava que ela mantinha o olhar no volume enorme. Que depois me olhava e passava a língua nos lábios, sensual. Eu me aproximava enquanto ela se sentava. Minha pica ficava na altura da boca dela. Ela estendia a mão e abaixava minha calça devagar, pra depois meter a mão dentro e tirar minha pica. Começava a mover a mão, devagar, se deliciando com a dureza e o calor. Eu me aproximava mais e ela acariciava a carinha linda dela com minha pica. Passava na testa, nas bochechas, nos lábios. Metia na boca e chupava, devagar, exasperante. Olhando nos meus olhos. E falava coisas. Que gostava da minha pica. Que eu desse o creminho pra ela. Que o sol queimaria o rosto dela se eu não passasse creme. Imaginei que gozava na carinha dela, na carinha sorridente dela.
Tive que limpar a parede de novo.
Minha obsessão pela minha filha crescia a cada dia. Já olhava pra ela sem vergonha. Nossos olhares se cruzavam de vez em quando. Ela tinha que perceber tudo. Mas eu não ligava.
Eu espiava ela. Quando tomava banho, tentava ver ela de novo, mas sempre fechava a porta. Quando dormia, eu aparecia na porta e via como ela dormia. Às vezes tava destampada e dava pra adivinhar os peitos dela debaixo do tecido fino do pijama.
Já não aguentava mais. Tinha que agir. Ou fazia ela minha ou ficava louco. Uns dias depois, passei de novo na loja onde comprei o biquíni pra ela. Entrei e comecei a olhar as coisas lindas que tinha. Fiquei apaixonado por um conjunto de lingerie branca bem sexy. Na pele morena dela, ia destacar muito. Era de renda suave, com uma calcinha tipo fio dental. A bunda dela ia ficar quase nua. Não resisti e comprei pra ela.
Dessa vez, não quis dar na frente da mãe dela. Não era algo que um pai compraria pra filha. Esperei o momento certo, quando minha mulher saiu com as amigas. Peguei a caixa de onde estava escondida e fui no quarto dela, onde ela estava estudando.
— Diana, comprei uma coisinha pra você.
— Sério? Pai, não precisava.
— Vi e pensei em você. Não consegui resistir — falei, olhando nos olhos dela.
Entreguei a caixa. Ela, como uma criança no dia de Natal, começou a abrir. Quando viu o que era, me olhou de olhos arregalados. Ficou chocada. Olhou as peças, a calcinha minúscula.
— Gostou?
— Sim... sim... é... é lindo... mas...
— Mas?
— Não... nada... Obrigada, pai.
Percebi que ela estava confusa.
— Queria ver como fica em você.
— Não sei, pai. É muito...
— Não faria isso por mim?
— Tá bom.
— Vou esperar lá fora.
Saí do quarto dela. Meu coração batia forte. E a pica começou a crescer. Esperei ansioso ela vestir o conjunto.
Quando ela abriu a porta e apareceu na minha frente, minha boca ficou aberta. Era a coisa mais gostosa que já vi na vida. O corpo lindo dela ficava ainda mais destacado com as peças.
— Diana! Você tá... linda.
— Sério?
— Uau... Sério.
Me aproximei dela. Ela olhou pro chão. Percebi o nervosismo dela. Isso a deixava ainda mais gostosa. Precisava tocar nela. Estendi uma mão e acariciei o braço direito dela. A pele tão macia me fez arrepiar.
— Diana... você é tão linda.
Minha mão desceu pela parte de dentro do braço dela, acariciando também o corpo, roçando um dos peitos dela. Queria me jogar nela, arrancar a calcinha minúscula, jogar ela no chão e foder ela uma vez atrás da outra.
Percebi que ela tremia. Talvez de medo. Talvez de... Excitação. Falei pra mim mesmo que era só excitação, que ela gostava do meu toque. Continuei descendo a mão. Cheguei no quadril dela. Ela ainda olhava pro chão. Dei um beijo na testa dela e me encostei nela, sentindo o calor do corpo dela, os peitos dela pressionados contra o meu peito.
Levei minhas mãos pra bunda dela. Com aquela tanga, parecia que ela tava nua. Acariciei, apertei com vontade, puxando ela contra mim. Esfreguei meu pau nela. Queria que ela sentisse o quanto eu tava louco de tesão.
— Papai...
Congelei. Mas que porra eu tava fazendo? Que tipo de monstro eu era? Me afastei dela, horrorizado com o que tinha feito, com o que queria fazer. Era minha filha. Meu dever era proteger ela, cuidar dela. Não podia tocar ela daquele jeito.
— Meu Deus... Diana... Me desculpa, me desculpa... Eu... não... meu Deus.
Saí correndo do quarto, como se o diabo tivesse no meu calcanhar. Não parava de pensar no que quase fiz com a minha menina. Fui pro meu quarto. Sentei na cama. Minhas mãos tremiam. Olhei pra elas, tentando me acalmar. Mas meus dedos se recusavam a ficar parados. O que minha filha ia pensar de mim agora? Minha mulher ia descobrir tudo. Todo mundo ia saber que tipo de homem eu era. Ia ter que sair de casa.
Mas nada disso importava. O que mais doía era o que a Diana ia pensar de mim. Eu amava ela loucamente. Antes do desejo, vinha o amor. E eu ia perder isso pra sempre. Dava vontade de chorar.
Sentado na minha cama, apertava os punhos. Com vontade de me bater.
— Papai...
Olhei pra porta do meu quarto. A Diana tava lá. Tinha vestido um roupão. Não consegui olhar nos olhos dela. A vergonha queimava por dentro. Ela chegou perto de mim e sentou do meu lado.
— Papai...
— Diana, por favor, me perdoa. O que eu fiz é... me desculpa.
Ela pegou na minha mão. A pele dela era tão quente. Aquele toque me acalmou.
— Papai... eu te amo muito.
— Minha vida, e eu amo você. Por isso me sinto um... um monstro.
— Você não é nenhum monstro. Você é o homem que eu mais amo.
Ela me abraçou, colocando a cabeça no meu peito. Foi como se tivesse passado um bálsamo milagroso nas minhas feridas. Apertei ela com força. Minha menina não me odiava. Mesmo eu não merecendo, a Diana me dava carinho. Não consegui segurar as lágrimas.
Aí ela fez algo que me deixou paralisado. Levantou a cabeça e me beijou suavemente no pescoço. Eu tava abraçando ela com força, e ela beijou meu pescoço. Meu corpo inteiro tremeu.
— Diana... O que...?
— Por que você saiu correndo?
— Eu... o que eu tava fazendo não é certo.
— Mas eu não liguei... eu... gostei...
Os lábios dela se aproximaram dos meus e ela me beijou. Minha filhinha me beijou. Foi um beijo quente e suave que me fez tremer de novo. Não ousava me mexer, tava paralisado.
Ela pegou uma das minhas mãos e levou pra dentro do robe, até um dos peitos dela. Meus dedos responderam apertando de leve. Senti ele duro, firme.
— Papai... você me deseja?
— Diana... com cada fibra do meu ser.
— Me acaricia... faz dias que tô querendo que você faça isso... Eu sentia seus olhares. Sentia seu desejo. Mas você não se atrevia. Esses seus olhares me... me acendiam...
Beijei ela com paixão. Minha mão apertou o peito dela. Ela caiu na cama. Os olhos dela me olhavam. Brilhavam. Ela era tão gostosa. Abriu o robe, me mostrando aquele corpo que convidava ao pecado. Eu continuava desejando ela. Talvez mais do que antes, mas agora via ela de um jeito diferente. Antes meu desejo era puramente sexual, animal, agora era mais apaixonado. Antes eu queria arrancar a roupa dela e foder sem parar, agora queria acariciar, admirar, amar.
Caí sobre ela e beijei. Nossos lábios se uniram e nossas línguas se procuraram até se encontrar. Minha mão percorreu o corpo dela, tão macio, tão quente, até chegar nas coxas. Ela gemia na minha boca. Eu na dela. Do joelho dela fui subindo pela parte interna das coxas, mal roçando a pele com a ponta dos dedos. Devagar cheguei na bucetinha dela, enfiada na calcinha minúscula que eu tinha dado pra ela.
Encontrei ela tesão. Diana abriu ligeiramente as pernas. Aceitei o convite e meus dedos acariciaram por cima do tecido.
— Ummmm, minha menina... você tá... molhadinha.
— Aggg, é que eu te desejo, papai... te desejo.
Olhei nos olhos dela. Ela não tirava o olhar dos meus. Minha mão subiu até o púbis dela. A ponta dos meus dedos entrou por baixo da calcinha. Os olhos dela se semicerraram. Os lábios, ressecados, se entreabriram. Meus dedos desceram devagar até chegar na sua bucetinha molhada. Quando meu dedo do meio começou a deslizar, Diana fechou os olhos e gemeu de prazer.
— Agggg que... gostoso... papai... continua... ummmmm
Comecei a masturbá-la com suavidade, devagar, aproveitando pra ver no rosto dela o prazer que eu tava dando. Já não me importava com meu próprio prazer. Só queria satisfazer ela. Com a outra mão, dei um jeito de tirar o sutiã dela e liberar os dois peitos lindos. Aproximei meus lábios pra beijá-los, pra lamber. Os biquinhos duros entraram na minha boca e minha língua fez círculos ao redor. Diana gemia cada vez mais forte. Balançava o quadril.
— Ummmm, papai... papaiiiiiiiiiii
Senti ela tremer, se tensionar, arquear as costas na cama. Diana tava gozando graças às minhas carícias. Foi algo tão maravilhoso, tão lindo, tão diferente dos pensamentos lascivos que tinham me consumido dias antes. Agora não via nada de sujo, nada de pecaminoso. Só sentia que o amor que eu sentia por ela se manifestava de um jeito especial.
O orgasmo dela foi longo. Depois o corpo dela relaxou. Ela abriu os olhos e me olhou. Me vi refletido neles.
— Foi... maravilhoso, papai... que prazer você me deu.
Nos beijamos de novo. Minha mão ainda tava entre as pernas dela, agora sem acariciar. Só ali. E aí senti a mão dela me acariciando. A mão dela acariciava meu pau duro por cima da calça.
— Me faz sua... eu desejo tanto... te quero tanto... Quero que você me faça mulher.
— Minha vida... tem certeza?
— Sim... só pode ser você.
Ela tirou a calcinha minúscula. Pude ver a bucetinha linda dela. Ela me ajudou a tirar minha camisa, e depois minha calça. Quando me livrei da cueca e minha rola dura pulou pra fora, olhei pra ela. Nos olhos dela vi muitas coisas contraditórias. Desejo, medo.
Deitei do lado dela, e nos beijamos mais uma vez. Nossos corpos nus estavam colados. Pele contra pele. Fiquei por cima dela. Minha vara dura contra a buceta dela. Os olhos de Diana fixos nos meus. Perguntei de novo.
— Tem certeza?
— Sim, papai... muita certeza.
Sem tirar os olhos dela, me movi até a ponta da minha rola encontrar a entrada da boceta dela. Tava bem lubrificada, e com um empurrãozinho comecei a entrar até sentir a resistência do cabaço dela.
— Vai... vai!
Empurrei e a resistência se rompeu. Senti ela tremer enquanto continuei empurrando até ficar completamente dentro dela. Beijei ela sem me mexer. Quase um minuto de beijos suaves. E depois, devagarzinho, comecei a meter e tirar. Ela gemeu de novo de prazer. E eu também. A buceta dela era acolhedora. Quente, molhada, apertada... Meter dentro dela era algo sublime.
Acelerei as metidas. Nosso prazer aumentou.
— Aaaai que... prazer... isso... é... aaaai papai... mais... mais...
— Te quero, Diana... te quero...
— E eu você.
Tinha lágrimas nos olhos dela.
— Tá doendo?
— Não... não... só... sinto... prazer...
Beijei os olhos dela e tomei as lágrimas. A cama balançava no ritmo dos nossos corpos.
Um dos melhores momentos da minha vida foi quando senti ela explodir de prazer. Quando senti o corpo dela se tensar, quando vi ela fechar os olhos com força e senti a boceta dela ter espasmos em volta de mim. O orgasmo dela foi avassalador, intenso, longo. E não parei de meter, de beijar, de amar ela. Quando o corpo dela relaxou, continuei. Continuei mais rápido, beijando com mais paixão, até fazer ela explodir de novo. Dessa vez eu já não aguentei e acompanhei ela com um orgasmo intenso que nublou minha visão. Mas tive força de vontade de sair dela a tempo, pra banhar a barriga dela com minha essência quente. Ficamos abraçados por mais de 15 minutos, sem dizer nada. Diana foi a primeira a falar.
— Te amo, pai.
— E eu amo você, Diana.
Os dias seguintes foram maravilhosos. A gente se amava sempre que dava. Sempre com aquela doçura do primeiro dia. Devagar, sem pressa. Sempre gozando até o infinito.
Até que um dia cheguei em casa mais cedo do que o previsto. Louco pra passar mais tempo com minha filha. Procurei por ela na casa e não encontrei. Subi pra trocar de roupa. Quando entrei no meu quarto, ouvi risadas no jardim. Olhei pela janela e meu mundo feliz se despedaçou.
Minha menina, minha adorada menina, meu anjo meigo, estava dando pra um moleque. Ela tava de quatro ao lado da piscina e ele enfiava uma piroca enorme nela. Ela pedia pra ele meter mais, pra foder bem forte. Vi ele pegar ela pelo cabelo e puxar.
— Agggggggg me fode.....me dá essa pica assimiiiiiiiiiii
Até eu ouvia os gritos de prazer dela. Comigo era um anjo, mas agora eu via ela como uma putinha. O sangue começou a ferver. Senti raiva, ciúme. Quem era aquele filho da puta pra comer minha menina, na minha casa, no meu jardim.
Saí como uma alma doida e fui na direção deles. Tavam tão concentrados que não me ouviram chegar. Não sou um homem violento, mas dei um chute naquele 'estuprador' e ele caiu na água. Diana me olhou com cara de susto.
O moleque também me olhou, com pânico nos olhos.
— Você tem um minuto pra sumir daqui ou juro que te mato.
Não precisou nem do minuto. Ele saiu da piscina, pegou a roupa e saiu correndo em menos de 30 segundos.
Encarei a Diana. Ela tava sentada na borda da piscina, me olhando com aqueles olhos lindos agora cheios de medo.
— Pai... eu...
— Pai? Você é... é uma... putinha. Te tratei como meu anjo e no fundo não passa de uma vagabunda.
Quando eu fazia amor com ela, só tinha carícias e no final, eu penetrava. Via ela tão delicada, tão... Não sei. Não me atrevia a fazer mais nada. Não pedi nada além disso. agora ela já não era mais meu anjo meigo. Agora era só uma mulher. E eu ia foder ela como ela merecia.
Abri minha calça e tirei a pica pra fora. Me aproximei e segurei ela com força pelo cabelo, puxando a cabeça dela até minha pica.
— Agora chupa minha pica
A putinha. Já tinha feito isso antes, com certeza. Que prazer que me deu. Sentadinha no chão, levantando a cabeça pra engolir minha pica toda. Me olhava com aqueles olhos deslumbrantes, sem nenhum traço de medo. Agora só cheios de luxúria.
Soltei o cabelo dela. Não precisava mais guiar. Ela fez um boquete espetacular. Engolia a pica toda, me olhava com tesão, passava no rosto dela. Porra. E eu achando que ela era uma mocinha inocente.
— Ummmmm papai... sua pica é a que eu mais gosto
— Como assim a que mais? Quantas mais têm?
— Algumas...
— Você é uma...
— Safada?
— Isso.
— Foi você que me transformou numa safada.
— Como assim eu? Mas sempre te tratei com carinho.
— Sim, mas você me fez conhecer o prazer. E eu adoro... Chupo bem, né?
— Uf... se continuar assim, vai tirar até bile de mim!
— Ummmmm você quer gozar na minha boca ou na minha carinha?
"Você quer gozar na minha boca ou na minha carinha?" Que frase. Nos filmes, quando alguém entra num táxi e fala "Siga aquele carro", o motorista sempre diz a mesma coisa: "Sempre sonhei em ouvir isso". Pois a minha frase favorita é ouvir da minha querida filhinha.
— No seu rosto. Quero gozar no seu rosto.
— Me deixa bonita, papai. Enche minha cara com seu leitinho quente.
Eu tratando ela como uma rainha e ela tinha virado uma putinha. Quem foi que ensinou ela? Porra. Eu dava um abraço no filho da puta. E depois quebrava a cara dele por perverter minha menina.
Senti que o prazer tava chegando. Ela também sentiu, porque se ajeitou direitinho, tirou a pica da boca e começou a bater uma punheta a poucos centímetros do rostinho lindo dela. Me olhava e sorria.
Não lembro de ter gozado assim na minha vida. Minha pica parecia um chafariz. Ela não parou de sorrir enquanto eu, gemendo de prazer, cobri o rosto dela com meu esperma quente. Não sobrou nenhuma parte do rosto dela sem receber minha essência. A testa, as bochechas, o nariz, os lábios.
Fiquei olhando pra minha obra, maravilhado. Ela não conseguiu abrir o olho direito, porque eu ceguei com um jato. Abriu o esquerdo.
— Caralho, que gozada, Papai.
— Porra, Diana.
— Tô bonita?
— Linda.
Quando ela começou a catar meu esperma com os dedos e levar à boca, percebi até onde minha menininha tinha chegado desde que eu a fiz mulher. A pica não só não amoleceu, como começou a pular no ar.
Ela não deixou nem uma gota de esperma no rosto. Engoliu tudinho.
Peguei ela pela mão e puxei com força, pra dentro de casa.
— Pra onde você tá me levando, Papai?
— Vou estrear seu cu. Tô de olho nele há um tempão.
— Desculpa. Já foi estreado.
— Puta!
Parei e olhei pra ela. A desgraçada me olhava chupando um dedo, com cara de santinha.
Puxei ela de novo. Subimos pro meu quarto, pra minha cama. Mandei ela ficar de quatro na cama de casal. A buceta dela escorria. Não resisti e enfiei minha cara lá, me molhando com o cheiro de mulher no cio, excitada. Enchi a boca com o gosto delicioso dela. Ela gemia, se esfregando em mim.
— Assim, papai... come meu cofrinho... Tá gostoso, né?
— Delicioso.
— E meu cu? Não vai provar?
Claro que provei. Abri com as mãos e lambi. Apertei com a língua e consegui enfiar um pouquinho a ponta.
— Aaaaaaai que gostoso... me fode agora... me fode logoooo
Assim, do jeito que tava, com a braguilha aberta e a pica pra fora, enfiei a vara até o talo naquele cu redondo e perfeito. Ela gritou, não de dor, mas de prazer.
Foi uma enrabada longa. Minha gozada recente me ajudou a aguentar bastante. Fiz ela gozar uma vez e outra, e mais ainda quando levei uma mão na buceta dela e fiquei esfregando sem parar de enrabar. Parecia que ela tava se mijando toda. Não parava de soltar sucos e mais sucos.
A pergunta veio de novo na minha cabeça. Você quer gozar na minha boca ou na minha carinha?". Agora era a vez da boca dela. Quando percebi que não aguentava mais, que tinha chegado ao ponto sem volta, tirei a pica do cu dela e, segurando ela pelo cabelo, a fiz ajoelhar na minha frente.
Não fiz mais nada além de enfiar na boca dela e minha pica explodiu. Não foi tão espetacular quanto a primeira, mas foi uma boa gozada. Nem uma gota saiu da boca dela. Tudo desceu pela garganta até a barriguinha dela.
Fiquei olhando pra ela, respirando pesado. Ela tirou a pica da boca, pegou e passou no rosto.
— Papai... qual Diana você gosta mais? A angelical ou...
— A foxy. Eu gosto mais da foxy.
FIM
5 comentários - Diana gostosa
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SALUDOS