Depois do Billy...

Tudo passou como um sonho naquela tarde de verão. Minha mulher lembra daquele momento como um despertar para o auge da sua sexualidade. Ela se lembrava daquele pau preto, exuberante, delicioso e cheio de prazer. Ela me dizia que sentir duas picas entrando e saindo das suas zonas mais íntimas era algo impossível de explicar — aquele vai e vem dos corpos interagindo, um dos quais, o dela, era o centro do prazer naquele instante.

Ela lembra do meu rosto, como o de um animal no cio, do meu pau como ela nunca tinha visto, pela excitação de ver sua posse. Sua língua percorrendo palmo a palmo aquele pau que ela sempre sonhou e que agora tinha nas mãos. E o clímax final, com a pele suada e marcada pelo sexo e pelas mãos que, como tenazes, a seguravam por trás e pela frente. Depois, desfalecendo após o último orgasmo — o último de vários — com o corpo cheirando a sexo e os peitos roxos dos lábios e dentes dos seus amantes... Diríamos: uma experiência para repetir.

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