Continue a históriaRomina e a armadilha do desejo 10
A gente tava quase dormindo quando ouviu uma batida leve na porta. Senti a voz do meu pai falando baixinho.
— Abre pra mim, putinha... quero terminar o ano transando... — A Romi calçou os saltos e, só de tanguinha, foi até a porta. Abriu e meu pai entrou na hora.
— Eu também tô morrendo de vontade... de terminar fudendo... — começaram a se beijar, mordendo as bocas um do outro, enquanto a menina dormia no quarto ao lado.
— Que arriscado... e se sua mulher acordar e não te encontrar?
— Que importa, gostosa... — e as mãos dele já percorriam toda a bunda da Romi. Romi virou a cabeça na direção da cama e me olhou com cara de puta.
— Levanta... que a gente vai ter que usar ela... — e enquanto se abraçavam, caíram na cama.
— Que sorte que alguém se lembrou de me comer... — dizia Romi enquanto meu pai puxava a tanguinha pro lado e metia sem dó.
— Cê gosta, meu amor... de como a gente termina o ano? Chega aqui pra me beijar... e bate uma devagarzinho... veste minha tanguinha... — eu obedeci, e meu pai me olhou com um sorriso.
— Tem uma bunda gostosa, né? — disse Romi. Meu pai começou a bombar ela cada vez mais forte.
— Que grossa que você tem... não quer leite no meu peito? Ainda sai um pouquinho... — meu pai começou a chupar os peitos dela com gosto.
— Que delícia... se você fosse minha mulher...
— E... o que eu sou? Não sou sua fêmea?
— Tô falando se fosse só minha...
— Então... me faz sua.
— E como eu faço, se você já tá com aquele infeliz do seu marido?
— Bom, eu amo ele... mas se eu quiser, ele não me toca mais... — meu pai não aguentou e encheu a buceta dela de porra. Mordeu os bicos dos peitos dela de novo e saiu na hora do quarto. Fui direto pra buceta da Romi, ela segurou minha cabeça com força e me esfregou na ppk dela.
— E como eu faria pra te fazer dele? — falei, levantando a cabeça só por um instante.
— Ué... se eu parar de me cuidar... — meu pau explodiu assim mesmo contra os lençóis, e Romi teve outro orgasmo. A gente dormiu, e fomos acordados pelas batidas. Na porta, era hora do almoço, a menina tinha ficado com a mãe, as duas bem felizes.
Durante todo o almoço, os olhares de Juan já saboreavam a bunda da Romi de antemão, e ele também olhava pra mim, eu não entendia nada. Ele já tinha comido muitas gostosas, mas nunca tinha sentido algo assim, acho que ele tava curtindo de antemão. Num momento em que estávamos os três, Juan falou pra gente:
— Pensando na foda que vou te dar hoje, vocês não sabem a foda que eu dei na grávida...
— Você vai ficar sem gozar... — disse a Romi, como se falasse de qualquer coisa.
— Fica tranquila que essa bunda divina que você tem, vou deixar bem cheia.
Finalmente fomos no carro. Passamos um minuto na casa dos pais da Romi, ela achou que era uma boa ideia a menina ficar um tempo com os outros avós. Quando ela subiu no carro e eu arranquei, ela passou pro banco de trás, começaram a se agarrar. Romi soltou a pica dele e chupou um pouco, depois se ajeitou e, puxando a calcinha fio dental pro lado, enfiou dentro da buceta. Juan mordia os peitos dela, eu via a bunda da Romi pelo retrovisor, com o vestido e a calcinha puxada pro lado.
— Gosta de olhar, cunhado...?
— Sim.
— Que sorte a nossa..., né?
Chegamos em casa e Romi se arrumou e entrou. Juan ficou comigo esperando eu fechar o carro e me olhou.
— Não te entendo, sabe que não te entendo. — Eu só abaixei a cabeça e entramos. Romi tava apoiada na mesa, de salto, a bunda oferecida com a calcinha puxada pro lado e o vidrinho de óleo do lado da bunda dela. Juan sorriu ao ver. Me olhou e disse:
— Que família política maravilhosa eu arrumei..., se meu pai tivesse aqui... — Ele colocou as mãos dos lados do corpo da Romi e foi mordendo e chupando o pescoço e as costas dela, depois desceu pelas costas e se distraiu mordendo e chupando a bunda dela, aí se pelou. E me deu um saquinho, daqueles que ele usava com a minha mãe: — Coloca numa cerveja e traz. — Servi dois copos pra eles. que brindaram.
- O que você colocou...? , disse Romi.
Como resposta, dei um tapa na bunda dela, eu lembrava da sensação quando tinha tomado daquela poção. Tava totalmente doidão. Juan começou a dar tapas na bunda da Romi, que rebolava pedindo mais.
- Que gostoso... me dá forte... enfia de uma vez sem lubrificar... quero seu pau já...!!! – Juan sorriu e enfiou, Romi tava transtornada.
- Isso... forte... arrebenta bem... filho da puta... me dá bem forte... não tem nenhum amigo pra trazer...? – Romi tava totalmente pirada, nem me notava.
- Juan sorrindo disse que sim, que eu ia buscar...
- Anda, infeliz, tá esperando o quê...!!! – Juan se separou da Romi e me deu um endereço, por sorte ou não, sei lá, não era longe.
- É o Sebastião, um amigo. Ia passar lá pra vê-lo, fala que surgiu uma festa, pra ele vir.
Quando voltei, Romi tava sentada no Juan com o pau todo enterrado na bunda dela,
- Vem chupar minha buceta, infeliz...!!! – o amigo do Juan começou a se despir, se aproximou da Romi, que engoliu o pau desesperada. Esse cara também tomou cerveja e me fez correr e enfiou na Romi. Ela tava cada vez mais pirada. Pedia pra arrebentarem ela toda.
Juan puxava o cabelo dela e o cara mordia os mamilos dela. Comeram ela por um tempão e gozaram os dois ao mesmo tempo dentro da Romi, que ficou como desmaiada, primeiro o Sebastião saiu. Romi se levantou, e o Juan também, que a fez ajoelhar, deram os paus deles pra ela limpar e, assim ajoelhada como tava, começaram a mijar nela, Romi abria a boca querendo engolir. Depois se vestiram e foram embora. Romi se deitou na cama e dormiu. Tava mais relaxada do que nunca, me despi, ainda tinha a calcinha fio dental que tinha colocado na noite anterior, abaixei só um pouco e enfiei o pau na bunda dela, que entrou fácil, sentia a porra do Juan lubrificando bem, me levantei e fui tomar um gole de cerveja, voltei pro quarto e enfiei de novo, peguei ela pelo cabelo e enquanto arrebentava o cu, xingava ela e mordia o pescoço dela, Romi, na inconsciência dela, pedia mais o tempo todo. Finalmente me contraí e deixei minha descarga no fundo da bunda dela. Bom ano, pensei, e caí no sono ao lado dela.
A gente tava quase dormindo quando ouviu uma batida leve na porta. Senti a voz do meu pai falando baixinho.
— Abre pra mim, putinha... quero terminar o ano transando... — A Romi calçou os saltos e, só de tanguinha, foi até a porta. Abriu e meu pai entrou na hora.
— Eu também tô morrendo de vontade... de terminar fudendo... — começaram a se beijar, mordendo as bocas um do outro, enquanto a menina dormia no quarto ao lado.
— Que arriscado... e se sua mulher acordar e não te encontrar?
— Que importa, gostosa... — e as mãos dele já percorriam toda a bunda da Romi. Romi virou a cabeça na direção da cama e me olhou com cara de puta.
— Levanta... que a gente vai ter que usar ela... — e enquanto se abraçavam, caíram na cama.
— Que sorte que alguém se lembrou de me comer... — dizia Romi enquanto meu pai puxava a tanguinha pro lado e metia sem dó.
— Cê gosta, meu amor... de como a gente termina o ano? Chega aqui pra me beijar... e bate uma devagarzinho... veste minha tanguinha... — eu obedeci, e meu pai me olhou com um sorriso.
— Tem uma bunda gostosa, né? — disse Romi. Meu pai começou a bombar ela cada vez mais forte.
— Que grossa que você tem... não quer leite no meu peito? Ainda sai um pouquinho... — meu pai começou a chupar os peitos dela com gosto.
— Que delícia... se você fosse minha mulher...
— E... o que eu sou? Não sou sua fêmea?
— Tô falando se fosse só minha...
— Então... me faz sua.
— E como eu faço, se você já tá com aquele infeliz do seu marido?
— Bom, eu amo ele... mas se eu quiser, ele não me toca mais... — meu pai não aguentou e encheu a buceta dela de porra. Mordeu os bicos dos peitos dela de novo e saiu na hora do quarto. Fui direto pra buceta da Romi, ela segurou minha cabeça com força e me esfregou na ppk dela.
— E como eu faria pra te fazer dele? — falei, levantando a cabeça só por um instante.
— Ué... se eu parar de me cuidar... — meu pau explodiu assim mesmo contra os lençóis, e Romi teve outro orgasmo. A gente dormiu, e fomos acordados pelas batidas. Na porta, era hora do almoço, a menina tinha ficado com a mãe, as duas bem felizes.
Durante todo o almoço, os olhares de Juan já saboreavam a bunda da Romi de antemão, e ele também olhava pra mim, eu não entendia nada. Ele já tinha comido muitas gostosas, mas nunca tinha sentido algo assim, acho que ele tava curtindo de antemão. Num momento em que estávamos os três, Juan falou pra gente:
— Pensando na foda que vou te dar hoje, vocês não sabem a foda que eu dei na grávida...
— Você vai ficar sem gozar... — disse a Romi, como se falasse de qualquer coisa.
— Fica tranquila que essa bunda divina que você tem, vou deixar bem cheia.
Finalmente fomos no carro. Passamos um minuto na casa dos pais da Romi, ela achou que era uma boa ideia a menina ficar um tempo com os outros avós. Quando ela subiu no carro e eu arranquei, ela passou pro banco de trás, começaram a se agarrar. Romi soltou a pica dele e chupou um pouco, depois se ajeitou e, puxando a calcinha fio dental pro lado, enfiou dentro da buceta. Juan mordia os peitos dela, eu via a bunda da Romi pelo retrovisor, com o vestido e a calcinha puxada pro lado.
— Gosta de olhar, cunhado...?
— Sim.
— Que sorte a nossa..., né?
Chegamos em casa e Romi se arrumou e entrou. Juan ficou comigo esperando eu fechar o carro e me olhou.
— Não te entendo, sabe que não te entendo. — Eu só abaixei a cabeça e entramos. Romi tava apoiada na mesa, de salto, a bunda oferecida com a calcinha puxada pro lado e o vidrinho de óleo do lado da bunda dela. Juan sorriu ao ver. Me olhou e disse:
— Que família política maravilhosa eu arrumei..., se meu pai tivesse aqui... — Ele colocou as mãos dos lados do corpo da Romi e foi mordendo e chupando o pescoço e as costas dela, depois desceu pelas costas e se distraiu mordendo e chupando a bunda dela, aí se pelou. E me deu um saquinho, daqueles que ele usava com a minha mãe: — Coloca numa cerveja e traz. — Servi dois copos pra eles. que brindaram.
- O que você colocou...? , disse Romi.
Como resposta, dei um tapa na bunda dela, eu lembrava da sensação quando tinha tomado daquela poção. Tava totalmente doidão. Juan começou a dar tapas na bunda da Romi, que rebolava pedindo mais.
- Que gostoso... me dá forte... enfia de uma vez sem lubrificar... quero seu pau já...!!! – Juan sorriu e enfiou, Romi tava transtornada.
- Isso... forte... arrebenta bem... filho da puta... me dá bem forte... não tem nenhum amigo pra trazer...? – Romi tava totalmente pirada, nem me notava.
- Juan sorrindo disse que sim, que eu ia buscar...
- Anda, infeliz, tá esperando o quê...!!! – Juan se separou da Romi e me deu um endereço, por sorte ou não, sei lá, não era longe.
- É o Sebastião, um amigo. Ia passar lá pra vê-lo, fala que surgiu uma festa, pra ele vir.
Quando voltei, Romi tava sentada no Juan com o pau todo enterrado na bunda dela,
- Vem chupar minha buceta, infeliz...!!! – o amigo do Juan começou a se despir, se aproximou da Romi, que engoliu o pau desesperada. Esse cara também tomou cerveja e me fez correr e enfiou na Romi. Ela tava cada vez mais pirada. Pedia pra arrebentarem ela toda.
Juan puxava o cabelo dela e o cara mordia os mamilos dela. Comeram ela por um tempão e gozaram os dois ao mesmo tempo dentro da Romi, que ficou como desmaiada, primeiro o Sebastião saiu. Romi se levantou, e o Juan também, que a fez ajoelhar, deram os paus deles pra ela limpar e, assim ajoelhada como tava, começaram a mijar nela, Romi abria a boca querendo engolir. Depois se vestiram e foram embora. Romi se deitou na cama e dormiu. Tava mais relaxada do que nunca, me despi, ainda tinha a calcinha fio dental que tinha colocado na noite anterior, abaixei só um pouco e enfiei o pau na bunda dela, que entrou fácil, sentia a porra do Juan lubrificando bem, me levantei e fui tomar um gole de cerveja, voltei pro quarto e enfiei de novo, peguei ela pelo cabelo e enquanto arrebentava o cu, xingava ela e mordia o pescoço dela, Romi, na inconsciência dela, pedia mais o tempo todo. Finalmente me contraí e deixei minha descarga no fundo da bunda dela. Bom ano, pensei, e caí no sono ao lado dela.
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