Hoje dormi até tarde. Depois do banho, escolhi minha lingerie com todo cuidado. E assim, de calcinha e sutiã bem sexy, fui até a janela que dava pro jardim; fiquei admirando a vista por uns instantes. Tudo em silêncio, só eu e mais ninguém. Com certeza o Andrés, o motorista, sentiu meu olhar nas costas dele, obviamente sabia que era eu. Percebi a curiosidade e o nervosismo dele, mas ele continuou limpando o carro e não virou. "Vira, porra!", tava morrendo de vontade que ele me visse. Era uma sacanagem leve, um alimento pro meu ego, talvez. Resolvi sumir por um momento, quando voltei pra janela, o Andrés já tava dando a volta no carro. Dessa vez foi tarde demais quando tentou desviar o olhar. Olhei pra ele uns segundos, friamente (como se não estivesse quase pelada) e segui meu caminho bem devagar.
Mas ele não conseguiu evitar uma cara de surpresa e confusão. Na hora baixou o olhar... era óbvio que ficava sem graça na minha presença. —Isso deixa a provocação safada ainda mais divertida—. Fiquei uns minutos curtindo minha provocação, o coração batendo rápido: tava com uma leve excitação que me dava uma puta sensação de poder.
Voltei pro quarto e me vesti, sem pressa mas sem parar. Podia ter me espiado pela janela, mas liguei no celular dele e fiquei observando pela janela, só pra ver a reação.
—Pois não, patroa— respondeu todo educado, como sempre.
—Preciso que você leve as coisas do porta-malas pro hall, com cuidado... eu pego na porta.
—Claro, patroa— ele disse. E se virou pra ver se eu tava na janela.
Mas minhas persianas estavam totalmente fechadas.
Depois de uns minutos, fui meio nervosa pro hall. O Andrés tinha trazido um par de sacolas na frente da porta, pedi pra ele voltar pegar o resto e ele fez isso. Os segundos foram uma delícia quando ele sorriu e disse: "Sim, patroa" e deu a volta. Nunca tinha visto um homem tão gostoso de uniforme... simplesmente me matava. Quando voltou, largou as sacolas no chão e perguntou com um sorriso: Precisa de mais alguma coisa... Senhora?", enquanto me olhava de cima a baixo com uma luxúria descarada.
Naquele momento, tudo em mim tremia, enquanto eu dizia:
— Talvez você devesse parar de me chamar de Senhora, afinal, daqui a pouco posso deixar de ser...
Peguei as sacolas com a intenção de movê-las...
— Permita-me — ele disse — Quer que eu leve para o seu quarto?
— Na verdade, eu queria outra coisa — falei, enchendo-me de coragem.
Dessa vez, ele ficou na minha frente, entre um sorriso e um ar de galanteio, e disse:
— É só pedir — e os olhos dele percorreram meu corpo.
Fiquei olhando para ele, na real nem sabia o que diabos queria dizer, mas passei a língua nos lábios tentando ganhar tempo. Nossa respiração ficou curta e, num instante, tudo ao meu redor desapareceu.
Ele me pegou pela cintura, me puxou com força contra o corpo dele e me beijou de um jeito totalmente obsceno. Nunca ninguém tinha me beijado assim.
Perdi o fôlego enquanto a língua dele brincava ao redor dos meus lábios. Segurei-o pelos ombros e virei ele, encostando-o na porta. Agora era eu quem o beijava...
Ao mesmo tempo, eu mesma me esfregava nele, queria manter o controle. Peguei as mãos dele e as guiei pelo meu corpo. Um olhar bastou para pedir que ele me acariciasse com ansiedade. Enquanto eu lambia e beijava o pescoço dele, ele começava a se livrar da minha blusa... Por baixo, tocou no sutiã, o mesmo que eu tinha mostrado pela janela, mas ele estava trêmulo... não se decidia. Em vez disso, escolheu enfiar as mãos viris por cima do meu decote, enquanto me olhava de um jeito totalmente lascivo. Aquele meio sorriso só me provocava a necessidade de ser penetrada naquele exato instante. Suavemente, ele me empurrou em direção às escadas. Sem pensar muito, me livrei da jaqueta e da camisa do Andrés e....
continuará................ 😛
Mas ele não conseguiu evitar uma cara de surpresa e confusão. Na hora baixou o olhar... era óbvio que ficava sem graça na minha presença. —Isso deixa a provocação safada ainda mais divertida—. Fiquei uns minutos curtindo minha provocação, o coração batendo rápido: tava com uma leve excitação que me dava uma puta sensação de poder.
Voltei pro quarto e me vesti, sem pressa mas sem parar. Podia ter me espiado pela janela, mas liguei no celular dele e fiquei observando pela janela, só pra ver a reação.
—Pois não, patroa— respondeu todo educado, como sempre.
—Preciso que você leve as coisas do porta-malas pro hall, com cuidado... eu pego na porta.
—Claro, patroa— ele disse. E se virou pra ver se eu tava na janela.
Mas minhas persianas estavam totalmente fechadas.
Depois de uns minutos, fui meio nervosa pro hall. O Andrés tinha trazido um par de sacolas na frente da porta, pedi pra ele voltar pegar o resto e ele fez isso. Os segundos foram uma delícia quando ele sorriu e disse: "Sim, patroa" e deu a volta. Nunca tinha visto um homem tão gostoso de uniforme... simplesmente me matava. Quando voltou, largou as sacolas no chão e perguntou com um sorriso: Precisa de mais alguma coisa... Senhora?", enquanto me olhava de cima a baixo com uma luxúria descarada.
Naquele momento, tudo em mim tremia, enquanto eu dizia:
— Talvez você devesse parar de me chamar de Senhora, afinal, daqui a pouco posso deixar de ser...
Peguei as sacolas com a intenção de movê-las...
— Permita-me — ele disse — Quer que eu leve para o seu quarto?
— Na verdade, eu queria outra coisa — falei, enchendo-me de coragem.
Dessa vez, ele ficou na minha frente, entre um sorriso e um ar de galanteio, e disse:
— É só pedir — e os olhos dele percorreram meu corpo.
Fiquei olhando para ele, na real nem sabia o que diabos queria dizer, mas passei a língua nos lábios tentando ganhar tempo. Nossa respiração ficou curta e, num instante, tudo ao meu redor desapareceu.
Ele me pegou pela cintura, me puxou com força contra o corpo dele e me beijou de um jeito totalmente obsceno. Nunca ninguém tinha me beijado assim.
Perdi o fôlego enquanto a língua dele brincava ao redor dos meus lábios. Segurei-o pelos ombros e virei ele, encostando-o na porta. Agora era eu quem o beijava...
Ao mesmo tempo, eu mesma me esfregava nele, queria manter o controle. Peguei as mãos dele e as guiei pelo meu corpo. Um olhar bastou para pedir que ele me acariciasse com ansiedade. Enquanto eu lambia e beijava o pescoço dele, ele começava a se livrar da minha blusa... Por baixo, tocou no sutiã, o mesmo que eu tinha mostrado pela janela, mas ele estava trêmulo... não se decidia. Em vez disso, escolheu enfiar as mãos viris por cima do meu decote, enquanto me olhava de um jeito totalmente lascivo. Aquele meio sorriso só me provocava a necessidade de ser penetrada naquele exato instante. Suavemente, ele me empurrou em direção às escadas. Sem pensar muito, me livrei da jaqueta e da camisa do Andrés e....
continuará................ 😛
1 comentários - Casada gostosa