Esta é uma história que aos poucos vai ficando mais picante...
Meu nome é David, tenho 29 anos, meço 1,75m e peso 85kg, cabelo curto, óculos, olhos escuros e sou mais largado de corpo, mas definido. Adoro praticar esportes, entre eles spinning. Há 6 anos sou casado com quem é agora minha esposa, Natalia, de 27 anos. Ela é morena, olhos escuros, cabelo cacheado, bem baixinha, 1,63m, 60kg, e pra ser sincero, tem uma bunda de cair o cu da bunda, redondinha, durinha e sem nenhum sinal daquela celulite feia. É uma mulher que faz muitos caras virarem a cabeça quando ela passa, seja pela bunda ou pelas curvas bem definidas. Quando isso acontece, me dá um tesão do caralho, adoro que outros caras achem minha mulher gostosa, é tipo "olhem o quanto quiserem, que não vão fazer mais que isso, pelo menos sem minha permissão". O que realmente me apaixonou nela foi a voz doce (pode parecer brega, mas é verdade, ela tem uma voz muito sensual) e os peitões dela (um 110, tamanho brasileiro). O segredo do corpo bonito dela é, por um lado, as tardes que passa na academia e o cuidado que tem com a comida (o que me irrita pra caralho, porque muitas vezes tenho que me segurar nesses menus sem caloria nenhuma).
Faz uns 8 anos que ela veio morar comigo, deixou pra trás a família, meus sogros, ambos beirando os 50 anos, minha cunhada Esther, morena de olhos azuis e 24 anos, muito bonita, embora não seja o tipo de mulher que eu escolheria pra um relacionamento sério. E por outro lado, temos meu cunhado Izan, de 15 anos, loiro, olhos azuis, corpo de dar inveja, com aquele tanquinho bem definido por causa do esporte que pratica todo dia: de um lado, o taekwondo, onde já é faixa azul, e do outro, o futebol. Os dois esportes mantêm ele com um corpo realmente desejável (aqui entra um pouco minha veia bissexual). A maldade que a puberdade fez com ele, junto com seu... genética foi o aparecimento de uma camada de pelos bem "extensa" e da qual o coitado não se sente nada orgulhoso, suponho, porque meu sogro é aquele típico homem bem peludo, daqueles com pelo até nos ombros, tipo, uma pessoa realmente muito cabeluda.
Os pais da minha esposa moram a quase cinquenta quilômetros da nossa casa atual, por isso toda semana temos que ir até lá para almoçar, seja no sábado ou no domingo. Assim, meus sogros podem ver a filhinha deles (a única que mora fora de casa até agora) e minha mulher pode, lógico, ficar com os pais. Um dia, a caminho da casa deles, estávamos conversando sobre a vergonha que um adolescente pode sentir dos pais quando chega numa certa idade…
* …
* Amor, é que eu já tomei banho com meu pai um monte de vezes… – ela diz
* Claro, querida, eu também já tomei banho com minha mãe, mas com uns 10 ou 11 anos parei por causa da vergonha que isso me dava. Nessa idade, meu corpo já começava a ter mudanças óbvias, como o tamanho, tanto da grossura quanto do comprimento do meu pau, ou o aumento, felizmente fraco, dos pelos do corpo, então a vergonha naquela época era enorme.
* Ela deu um sorrisinho sutil – bom, eu com 11… com 12 e talvez até pouco antes de te conhecer.
* O quêêê? – exclamei – Tá me dizendo que você tomou banho com seu pai e ele te viu igual eu te vejo, já totalmente desenvolvida?
* Sim, amor, não tem nada de errado, o corpo é uma coisa bonita e não tenho por que esconder, ainda mais do meu pai, que me criou desde sempre e viu toda a evolução dele. Não tem problema, querido, não sei por que você se espanta!
* É… é, eu também amo minha mãe, mas daí a tomar banho com ela… pois não!
* Pois não sei o que tem de errado… meu pai nunca me tocou nem nada do tipo, é verdade que, às vezes, quando estávamos a sós com ele, eu via o tamanho do membro dele aumentar sutilmente até ficar num Tamanho médio e, em certas ocasiões, quando eu me ensaboava, um tamanho completo, mas, enfim, fora isso, ele nunca passou dos limites comigo – passaram-se alguns segundos de silêncio e, pegando no meu pau, ele disse: "Fica tranquilo… que você tem ele maior, seu bobinho…!"
* E sua mãe? O que ela acha disso? – perguntei
* Nada, a gente também já tomou banho junto até com minha irmã Esther, nós quatro juntos.
Essas palavras atiçaram minha imaginação. Não conseguia entender como o pai dela tomava banho com a filha já totalmente desenvolvida. Aquele filho da puta ia se esbaldar vendo os peitões enormes da minha mulher e os um pouco menores da minha cunhada. Naquela hora, se tentassem tirar sangue de mim, não tiravam nem uma gota.
* Sério, tô pirando, amor – Essas foram minhas últimas palavras daquela viagem.
Quando chegamos na casa dos meus sogros, tudo seguiu como sempre. Me convenci de que eram uma família aberta e deixei o assunto de lado.
Uma das coisas que, como homem, mais me excita na minha mulher é a atividade sexual dela, que é intensa. Não posso dizer que é todo dia, mas pelo menos a cada dois dias a gente faz alguma coisa: transamos ou rolam outras brincadeiras onde os dois se divertem pra caralho. Nunca tivemos problemas de monotonia no relacionamento, mas umas semanas atrás, quando a gente transava e minha mulher tava bem tarada, ela começou a dizer que queria experimentar com outro homem que não fosse eu. Queria dar pra outro enquanto eu batia uma ou só olhava. Cada vez eu gostava mais dessa ideia.
Fiquei dias pensando na "nova" fantasia da minha mulher. E digo nova porque a gente sempre realizava, dentro do possível, nossas fantasias eróticas, seja, por exemplo, com sessões de voyeurismo – minha mulher mostrava seus encantos pra estranhos. Uns meses atrás, ela começou a brincar com meu pau em lugares públicos, seja tocando e deixando ele duro, acariciando minhas bolas, ou até dando uns boquetes leves. Depois de avaliar os prós e os contra da nova fantasia dela (minha esposa era uma manteiga derretida e não queria "meter" um terceiro na nossa relação, e depois de foder várias vezes com esse cara, eu virar o corno desse triângulo de sexo se eles se vissem pelas minhas costas), não achava jeito de ignorar esse pequeno detalhe. Algo ia me ocorrer… era questão de tempo.
Umas quatro meses atrás, a gente deu um par de notícias pros meus sogros que iam mudar o futuro deles de um jeito bem óbvio. Por um lado, era o apartamento novo que minha cunhada Esther e o namorado dela, Juan, que já durava um tempinho, tinham comprado (a Esther não segurava namorado por mais de 3 meses, e isso às vezes era motivo de zoação quando eu queria provocar ela). Por outro, que iam ser avós da nossa parte: minha mulher tava grávida.
Hoje em dia, já dá pra ver uma barrigona de grávida na minha mulher, uma barriga que, junto com o corpo moreno dela — resultado de ir toda tarde pra piscina com as amigas — e os peitões grandes, muito grandes, quase tamanho 115 (louvada seja a gravidez), as aréolas dos bicos sempre foram grandes e rosadinhas, mas por causa da gravidez ficaram bem mais escuras. Pra falar a verdade, fica um tesão com esse tom de pele. Esses dois fatores não foram os únicos que mudaram nela; outro que posso acrescentar é que a libido aumentou. Se antes ela já era bem ativa sexualmente, agora é uma mulher totalmente viciada em sexo. Me deixa seco, às vezes até custo a manter o ritmo porque, se dependesse dela, a gente transava o tempo todo.
Umas duas semanas atrás, depois do almoço, meu cunhado foi pro quarto dele, suponho que pra falar com os amigos ou se exibir na webcam pra namorada ou alguma amiga dele. Nessa idade, já sabe. Uma vez ou outra eu peguei ele com o pau de fora, apontando pro teto e a webcam virada pro pênis ainda não desenvolvido, que, pra ser sincero, tinha uns 13 ou 14 cm duro (nas duas vezes que vi) e bastante pelo na base. Naquela mesma tarde, meus sogros acompanharam meus cunhados, Esther e Juan, para fazer reformas na casa nova deles, então ficamos só eu e minha mulher no sofá. Um daqueles sofás de canto que ocupam uma sala inteira. Apesar do vestido de grávida de verão, curtinho acima dos joelhos e aberto nos peitos que minha mulher usava, ela reclamou do calor que fazia na sala e do desconforto que o sutiã causava. Enquanto ela foi ao banheiro tirá-lo, liguei o ar-condicionado. Quando voltou do banheiro, dava pra ver de longe que ela não estava usando sutiã; enquanto andava, os peitos dela balançavam de um lado pro outro de um jeito escandaloso. Não demorou pra ficarmos fresquinhos graças àquele eletrodoméstico bendito, então depois de um tempo fazendo zapping na TV, encontramos um filme de ação meio ruim, mas que me manteria entretido até a hora de ir embora (sempre ficamos umas duas horas depois do almoço). Enquanto assistíamos TV, ouvimos meu cunhado ligar o chuveiro, acho que pra aliviar o tesão, e seguindo o protocolo dele, colocar os discos do Green Day, banda que ele amava desde mais novo. Foi nesse momento que minha mulher aproveitou pra meter a mão literalmente na minha virilha. Não demorou nem dez segundos depois do meu cunhado colocar a música pra tomar banho, e ela já estava acariciando minhas bolas; esticou a mão por baixo do shorts que eu estava usando na hora, não teve dificuldade nenhuma pra encontrar minhas bolas depiladas — sempre gostei de depilar essa área, a sensação é muito boa quando te masturbam ou fazem sexo oral. Ela continuou com aqueles massagens fantásticas, e aos poucos meu pau foi ficando duro, o que ela adorava. Depois de alguns minutos, ela não aguentou mais e baixou um pouco meu shorts, um shorts curto e esportivo com elástico, bem flexível e confortável, e deixou a cabeça do meu soldadinho aparecer; ela molhou os lábios, abaixou um Pouco faltou pra aparecer inteiro. Minha rola não é muito grande, pelo menos não mais do que eu gostaria, tem uns 18cm mas é bem grossa, e por ser depilada parece maior do que é. Ela pegou meu pau e levou direto pra boca, segurando pela base e enfiando tudo, enquanto com a outra mão continuava acariciando minhas bolas. Enquanto ela fazia o trabalho dela, eu levei minha mão até a entrada da buceta dela, não foi difícil por causa do vestido que ela tava usando, levantei ele, afastei a calcinha fio-dental e comecei a acariciar o clitóris dela, aos poucos fui descendo até encontrar a entrada da bocetinha dela, tava ardendo e ensopada, não demorei nada pra enfiar até três dedos, fiquei um bom tempo até que de repente notei que minha mão tava encharcada com os fluidos dela, minha mulher tinha tido o primeiro orgasmo dela.
Não sei quanto tempo a gente ficou brincando, mas pra mim foi relativamente curto. Eu tava aproveitando imensamente aquela comida fantástica que ela tava me dando. Daí a pouco, ouvimos passos na escada, meu cunhado tava descendo as escadas em direção à sala de jantar, ele tem o costume de desligar a música quando termina de tomar banho, mas dessa vez não fez isso.
* Fica tranquilo, gostoso, que depois eu acabo com você! – ela me disse. Rapidamente ela puxou minha calça pra cima, me deixando com um tesão e uma ereção impressionantes, e eu aproveitei pra colocar a calcinha fio-dental e o vestidinho de volta no lugar.
Nesses poucos segundos, meu cunhado já tava com a gente na sala de jantar, ele só tava usando umas cuecas box justas que marcavam o pacotinho de adolescente dele e, pra minha surpresa, ele tava com as pernas todas e boa parte do peito depilados.
* O que vocês tão vendo? – ele disse
* Um filme de ação – eu completei
* Ah é? Sobre o quê? – pois nem ideia eu tinha sobre o que era, só sabia do filme que a gente tava montando minutos antes com a minha mina.
* Ah, sei lá, fica o tempo todo passando comercial – eu falei improvisando
* Vocês se importam se eu ficar com vocês? É Acabei de tomar um banho e lá em cima tá um calor do caralho, mas aqui com o ar condicionado tá uma maravilha – Cara, importar, sim, eu me importava, mas o que eu ia dizer? Que ele não ficasse? Não tinha como argumentar nada..
* Senta aqui – disse minha mulher – e os pelos no teu peito? Já não tem mais… você depilou, anão?
* Sim, maninha – a Lúcia, a mina que eu tô saindo, não gostava dessa moita de pelo toda e eu fui obrigado a depilar, até porque me ajuda no Taekwondo, já que assim não fico tão fedido na hora de suar.
* Não ficou nada mal, anão, você parece mais homem – deixando um sorrisinho safado – senta aqui com a gente, machão!
Quando meu cunhado sentou, minha mulher, que até então tava deitada com a cabeça nas minhas pernas, sentou normal, com os pés no chão pra dar espaço pra ele. Izan sentou do lado da irmã, ficando ela no meio dos dois. Quando ele sentou do lado dela, deu pra perceber que meu cunhado tinha uns quatro pelinhos mal feitos no alto do púbis.
* Não se mexe – disse minha gordinha
* Onde cê vai, Natália? – falou meu cunhado
* Espera, tem paciência, já volto… – ela levantou do sofá e sumiu atrás da porta
* Onde ela foi, cunhado? – ele me perguntou
* Sei lá, alguma ideia deve ter tido… que medo que tua irmã me dá às vezes!
* Sei não… – ele completou
Ela foi no banheiro e voltou num instante.
* Olha, o que vou fazer vai doer um pouco, quero tirar esses quatro pelinhos feios que você tem em cima do púbis, vai ver como a Lúcia vai agradecer.
Se não tivesse grávida, ela teria sentado do lado dele, mas com a barrigona atrapalhando tudo, minha mulher sentou de joelhos na frente do meu cunhado, apoiando os braços nas pernas dele. Pegou uma pinça e começou a arrancar cada um dos pelinhos minúsculos que apareciam acima do púbis dele. A cada arrancada, meu cunhado soltava um "tá me machucando!" ou O típico "Ah!!"... expressão típica de dor.
- Vamos, cunhado, não é pra tanto, você é um viadinho – falei pra ele.
- Ahh!!, é que dói – disse meu cunhado.
- Já vai ver como vai ficar bonito, aguenta aí, homem! Pensei que você era mais corajoso e não um simples viadinho como seu cunhado fala – disse minha mulher enquanto terminava com aqueles pelinhos.
Conforme ela ia tirando cada um daqueles pelinhos, meu cunhado ia ficando cada vez mais lisinho. Mesmo assim, minha mulher baixou um pouco a cueca dele pra pegar os que estavam bem debaixo do slip. Pra surpresa dela, ao fazer isso, percebeu que não tinha mais nenhum. Ela pensou que ia encontrar a base peluda do pau dele, mas não era assim. Aqueles quatro pelinhos eram os únicos que meu cunhado tinha esquecido na hora de se depilar. Ele tinha toda a área da base do membro completamente depilada. Fazia um tempo que eu reparava na mudança gradual do tamanho do volume que marcava a cueca dele. Dava pra notar a excitação que o rebolado e os movimentos da minha mulher estavam causando nele. A definição do tronco do pau dele já estava bem evidente.
Minha mulher virou o olhar pra onde eu estava e esperou minha resposta com um gesto pra algo que ela queria fazer e que eu ia participar de algum jeito, mas eu não sabia como. Mesmo assim, concordei levemente com a cabeça. Depois do meu gesto, minha mulher olhou nos olhos do meu cunhado e disse:
- Vamos ver se tem mais desses pelinhos que estão te incomodando – dito isso, minha mulher baixou rapidamente a cueca do irmão dele, deixando à vista o mesmo pau que eu já tinha visto antes, mas dessa vez estava totalmente depilado e duro como uma pedra.
- Nossa, irmãozinho!!, se já não tem mais pelos por aí. Agora... isso aqui – pegando o membro totalmente ereto do meu cunhado com a mão –, a que se deve?
Meu cunhado, totalmente envergonhado e vermelho como um tomate, não sabia o que dizer.
- É que Você já passou um tempão me tocando aí, com os grampos e tal, e com esse decote que você tá usando, dá até pra ver seus bicos, caramba irmã, que um homem não é de pedra. Desculpa, não consegui evitar.
* Que bobo! O que você vai sentir? Da última vez que vi seu pau, ele media menos da metade. Olha só como você cresceu e como ele cresceu, hehe. Você já transou com a Lucía?
* Bom... às vezes ela me masturba, mas se você tá perguntando se eu já penetrei ela, não, ainda sou virgem.
* Você gosta de como a Luci te masturba?
* Uau, demais!!
* Quantos anos ela tem? Você não comeu ela, mas pelo menos ela te chupa, né? Te faz boquete – minha mulher tava enchendo ele de perguntas
* 14 e não – disse meu cunhado, envergonhado
* Fica tranquilo, dá tempo – falei – tudo no seu tempo, Izan – completei.
* Ela não faz isso? – dando uma lambidinha na glande dele – ou isso? – dando um boquete de verdade até quase lamber os ovos dele.
* Aaah, que delícia! – ele sussurrou baixinho – Não, ela não faz isso...
* E me diz, você bate punheta? – não acreditava no interrogatório que tava fazendo com o pau dele na mão, subindo e descendo bem devagar, verdade seja dita, tava me excitando pra caralho.
* Às vezes, no chuveiro, ou quando meus pais não tão em casa (mentiroso, eu já tinha visto ele batendo punheta na webcam, mas não falei nada pra ver onde isso ia dar).
* E me diz, quanto tempo faz da última? – minha mulher disse enquanto punhetava o pau do irmãozinho dela.
* Ah, sei lá... uma semana, talvez... ou mais, não lembro...
Minha mulher se levantou, puxou cada alça do vestido, deixando ele cair completamente na frente da cara de espanto do meu cunhado...
* Caralho, irmãzinha, que peitões que você tem! – disse meu cunhado enquanto se masturbava na frente da minha mulher.
* Você gosta? – falei – sua irmã desde que engravidou tem eles ainda maiores do que antes.
* Se eu gosto? Porra, são Que loucura, são enormes. A Lucía tem muito menores, essas não cabem na minha mão.
* Cê acha? – eu falei – por que não confere?
Meu cunhado não perdeu tempo, levantou e se livrou com os pés da cueca que a irmã dele tinha deixado acima dos joelhos. Ele começou a amassar os peitos da minha mulher, acariciando, brincando com os bicos duros e depois mordendo eles. Minha esposa segurava o pau do irmão dela com a mão, que já tinha um líquido pré-gozo visível na cabeça. Ela virou a cabeça pra onde eu tava e me deixou ver como ela tava curtindo, me deixou ver aquela cara de safada, aquela cara de puta que ela faz quando tá no limite. Depois de uns minutos dos dois brincando com o corpo um do outro, minha mina ajoelhou na frente do irmão, pegou o pau duro dele com uma mão e colocou na boca. Meu pau já tava avisando que queria sair da calça, e foi o que eu fiz, levantei e tirei a calça, mostrando um rabo de 18cm, depilado e cheio de veia. Meu pau ficou na altura da cabeça da minha mulher, que tava fazendo um boquete foda no meu cunhado. Ela virou e, enquanto batia uma pra ele, me deu uns dois chupões no pau e voltou pro boquete no irmão. Sentei no sofá e resolvi ver aquele espetáculo do caralho, não quis entrar na brincadeira da minha mulher porque queria que ela realizasse uma das fantasias dela: ficar com um homem enquanto eu batia uma. Meu cunhado era ideal, sabia que com ele ela não ia me trair porque ele me respeitava pra caralho e, no fim das contas, era homem e podia comer a irmã dele de agora em diante quantas vezes quisesse. Enquanto ela chupava e batia uma com uma mão, a outra mão dela procurava o cu do irmão…
* Cê vai ver… senta no sofá – falou minha esposa
* O que cê vai fazer, irmã?
* Confia em mim, senta no sofá
Izan Ele deu ouvidos à irmã e sentou no sofá como se fosse ver televisão, sentado normal…
— Não, mas assim não, inclina o corpo pra frente, mostra essa sua bunda pequena, mostra essa sua raba — ela completou
— Minha bunda? Você não vai fazer nada por aí, vai?
— Cala a boca e obedece sua irmã — falei eu, enquanto continuava me masturbando. Aquela putinha queria chupar o irmão enquanto dedava a bunda dele.
Meu cunhado, submisso, aceitou a proposta da irmã, ficando com o buraco do cu bem na cara dela. Ela cuspiu no cu do meu cunhado e enfiou o dedo bem devagar, enquanto não parava de masturbar a pica dele.
— Ahhhh! Tá doendo! — disse meu cunhado
— Aguenta um pouco, é só no começo — falou minha mulher
Em poucos minutos, a cara do meu cunhado já não era de dor, mas de prazer. Minha mulher enfiava o dedo inteiro, procurando o ponto G escondido dele. Brincando com o cu do irmão, ela continuou o boquete que já tinha começado e que ela mesma tinha interrompido. Agora era meu cunhado quem tinha uma cara de prazer incrível, era a primeira mamada dele, segundo ele, e que mamada a irmãzinha dele estava dando! Meu cunhado não demorou a gozar, soltando todo aquele líquido branco, grosso e viscoso na boca da minha mulher, que não se afastou do pau do irmão em nenhum momento. Aquele líquido branco escorria pelos cantos da boca dela, e ela passou a língua nos próprios lábios, limpando bem os restos que tinham caído da boca até a base do pinto do meu cunhado, deixando a área totalmente limpa. Depois dessa gozada monstra do meu cunhado, que pelo visto tinha mesmo ficado vários dias sem se tocar, a pica dele ainda continuava dura, e isso era um sinal para minha mulher continuar o jogo.
— Eu te falei que depois ia cuidar de você, e vou cumprir o que prometi — disse minha mulher, enquanto me olhava me masturbando
O tesão era tanto que não Não demorei nada pra gozar na boca dela. Ela abriu bem a boca e deixou eu encher a boca dela de porra, guiando os jatos de leite da minha pica. Minha mulher chegou perto do meu ouvido e falou baixinho:
* Valeu, amor, por realizar uma das minhas fantasias. A próxima é sua, ok, meu bem?
Ela se levantou e, olhando pra nós dois — meu cunhado peladão, com a pica dura de novo, e eu de calça arriada, com uma pica meio murcha comparada com a do meu parceiro — disse:
* Hummm, acabei de tomar o leite dos dois caras que mais amo. Vocês não têm ideia de como eu tô feliz agora... Mas ainda não é o suficiente.
Ela foi até o irmão dela e, aproveitando a ereção dele, abriu os lábios da buceta e sentou de verdade em cima do meu cunhado.
* Desculpa, irmãozinho, mas você vai ser desvirginado pela rabuda da sua irmã.
Não demorou pra eles trocarem de posição por causa da barriga da minha mina. Então meu cunhado deitou no sofá e ela começou a cavalgar a vara dele de novo. Enquanto minha mulher cavalgava ele, meu cunhado se esbaldava de novo nos peitos dela, apalpando eles igual tinha feito antes. Minha mulher se inclinou pra frente, mostrando aquele rabo lindo. Vendo ela foder o próprio irmão de verdade, minha pica ficou dura de novo. Comecei a brincar com ela, excitado pela situação, e com a bunda da minha mulher, que naquela hora tava toda disponível pra mim.
* Amor, seu irmão não vai ser o único a provar sexo anal hoje — falei pra minha mina, pegando na minha pica com uma mão.
Levantei, coloquei um joelho no sofá e apontei minha pica pra entrada do cu dela, roçando com a cabeça. Fiquei acariciando a buceta da minha mulher por um bom tempo pra pegar os fluidos dela como lubrificante e, de quebra, toquei um pouco na pica do Izan, que não parava de entrar e sair da boceta da irmã. Esse gesto me excitou pra caralho, me deixou ainda mais o que estava. Deslizei um dos meus dedos até a entrada do cu da minha mulher, não demorou pra ela se dilatar o suficiente pro meu pau entrar sem problema nenhum, no começo só a cabeça e depois o resto. A verdade é que o tesão era foda, os três transando na casa dos meus sogros sabendo que se alguém subisse ia nos pegar no flagra. Quem gozou primeiro foi o Izan, enchendo a buceta da minha mulher de porra, daí um tempo minha mulher gozou com o pau do irmão dela, eu fiquei comendo o cu dela por um bom tempo, tanto que meu cunhado se afastou do trio e me deixou com a minha mulher toda pra mim. Virei ela e coloquei as pernas dela em cima dos meus ombros, deixando o cu dela na altura certa pra eu meter sem dificuldade. Meu cunhado, depois de dois orgasmos, ficou deitado, extasiado vendo o show. Não demorou pra nós dois gozarmos e ficarmos deitados de vez.
Depois de um tempo daquele relax, desligamos o ar condicionado e abrimos um pouco as janelas pra renovar o ar saturado de sexo incestuoso. Perguntei pra minha mulher se ela queria tomar banho e ela disse que sim, mas mais tarde, que primeiro a gente tomasse banho (ela sempre pensava nos outros), que ela demorava mais porque tinha que secar o cabelo, passar os cremes, etc, então o Izan foi o primeiro a tomar banho. Enquanto meu cunhado tomava banho, eu e minha mulher ainda estávamos pelados no sofá vendo o filme que começamos a ver umas horas atrás, comentando o que rolou e não demorou muito pra vermos meu cunhado saindo do banheiro completamente pelado, o pau mole dele balançando de um lado pro outro no mesmo ritmo dos passos.
* *Meu Deus, que calor do caralho!* – disse minha mulher – *Que vontade de tomar um banho!*
* *Quer ir primeiro?* – falei – *não me importo de esperar mais um pouco..*
* *Sério? Valeu, amor.*
Dito isso, minha mulher se levantou e foi pro chuveiro, com a buceta escorregava a mistura dos próprios sucos, junto com os meus e os do meu cunhado. Eu estava no sofá, bem relaxado, quando meu cunhado sentou do meu lado.
* Tá bem? – perguntei
* Pô, demais!! Não sabia que minha própria irmã era tão gostosa.
* Respeito com sua irmã, hein, não gosto que você fale assim dela – falei num tom sério.
* Desculpa, queria dizer que não sabia que ela era tão safada – ele corrigiu, com um ar meio envergonhado.
* Assim é melhor. Sua irmã sempre foi ativa sexualmente, mas desde a gravidez ficou ainda mais. Fazia umas semanas que queria realizar essa fantasia, ser comida por outro homem enquanto eu olhava.
* Que sorte você tem, sortudo! – ele disse – Eu também gostei pra caralho.
* Fico feliz, cunhado – falei – quem sabe um dia você me deixa provar a sua, hein, não acha justo? – completei
* Acho justo, claro, só se ela deixar, por que não, podia ser divertido…
A conversa parou por aí até que, depois de um bom tempo, minha esposa apareceu toda limpa, nua e cheirando a baunilha. A água do cabelo molhado escorria pelos peitos dela, contornava a barriga de grávida e sumia na buceta dela – meu deus, que visão!
* Vem, amor, é sua vez – ela disse
Dito isso, levantei, todo suado como estava, e fui direto pro banho. Por um lado, me sentia feliz por ter realizado mais uma fantasia da minha mulher; por outro, me sentia super relaxado. Comecei a me ensaboar o corpo todo e, quando cheguei na região do meu cu, comecei a acariciar e brincar com ele. A sensação era muito gostosa, e isso se refletiu no meu pau, que começou a crescer de novo, ficando bem grande. Terminei o banho e voltei pra sala. Assim como meu cunhado, saí do banho completamente nu. O contato do ar condicionado com meu corpo molhado me deu um arrepio que percorreu todo o corpo, eriçando minha pele. endurecendo meus mamilos. Ao entrar na sala de jantar, meus olhos se arregalaram completamente quando vi aquela cena. Minha mulher estava de pernas abertas e meu cunhado tinha a cabeça entre elas, e o pau dele estava, de novo, totalmente duro, não podia acreditar, minha mulher era incansável e meu cunhado um oportunista.
* Eu me viro um momento e vocês já estão de novo enganchados? – porra, que vício vocês dois têm.
* Ahhh, querido – dizia minha mulher gemendo – não fica bravo, ainda estou muito quente e meu irmão se ofereceu pra aliviar esse calor.
* Vocês podiam ter me esperado, né?
* Vem aqui! Traz o teu pau pra perto!
Fui até o sofá onde os dois estavam e me ajoelhei nele, deixando meu pau bem na altura da boca da minha mulher. Ela enfiou ele inteiro na boca e começou a masturbar. Não demorou pra ter outro orgasmo com o sexo oral que o irmão dela tava fazendo naquele momento, enquanto ela ia se masturbando o pau dele. Queria realizar outra das minhas fantasias e foi o que fiz, tirei o pau da boca da minha mulher e fui pra parte de baixo do sofá, onde meu cunhado continuava fazendo um cunnilingus na irmã dele. Me ajoelhei e afastei a mão do meu cunhado do membro dele e tomei posse. Peguei o pau dele com uma mão, não era muito grande, embora estivesse duro como pedra, cabia inteiro na minha mão, era a primeira vez que eu segurava um pau que não fosse o meu. Comecei a masturbar ele como muitas outras vezes tinha feito com o meu...
* O que você tá fazendo, cunhado?
* Por acaso não tá gostando? Quer que eu pare? – falei
* Claro que tô gostando... não para, continua...
* Então cala a boca e continua comendo a buceta da sua irmã!
* Ohh, siiiim, obedece teu cunhado e continua, filho da puta, não para! – disse minha mulher
Ela tava muito quente, bom, na verdade todos nós estávamos de novo muito quentes. Enfiei o pau do meu cunhado na boca e enquanto chupava, ia Masturbando, ia passando minha língua por todo o tronco dele, me deliciando a cada vez. Tinha gosto de limpeza, o gosto não me desagradava nem um pouco, dava pra ficar horas chupando ele, mas a alegria durou pouco. De repente, comecei a sentir os espasmos do meu cunhado, ele ia gozar. Eu tava muito tesuda, mas não ia deixar ele gozar na minha boca. Tirei o pau dele da minha boca e comecei a masturbar ele cada vez mais forte, enquanto com a outra mão massageava os ovos dele. Não passou nem cinco segundos e meu cunhado jorrou toda a porra dele. A gozada foi muito abundante e bem grossa, dava pra ver que tava há dias sem gozar. Meu cunhado continuava passando a língua na racha da minha esposa, enquanto com a outra mão enfiava uns dois dedos. Tava num ritmo bom, uma sincronização foda, como se tivesse feito isso a vida toda. Por causa disso, minha mina demorou pra ter outro orgasmo. Depois de tirar os dedos molhados da buceta da minha mulher, meu cunhado levou eles à boca, chupando cada um como se fosse um sorvete. Ele se recostou de novo no sofá, ainda com toda a porra espalhada no tronco e na base do pau dele. Nessa hora, eu já tava em êxtase e, mesmo com o pau duro, não tinha mais forças pra fazer nada. Minha mulher se levantou, vendo a gozada do irmão dela.
* Irmãozinho, pra ser a primeira vez, você mandou muito bem. Não esperava menos de você, meu anjo – Ela se inclinou pra ele e limpou com os lábios o resto de porra que ainda tinha em cima – Adoro comer a gozada dos dois homens que mais amo na minha vida.
* Eu também adorei brincar com você, curti pra caralho. Você também, hein, cunhado…
* Jeje, é, acho que foi uma diversão pra todo mundo.
Ficamos um tempão conversando sobre tudo que tinha rolado, estávamos pelados e a brisa que vinha da rua era muito gostosa. Depois de um tempo, minha mulher ainda tava com a buceta encharcada, dava pra ver. a milhas o brilho dos seus fluidos rodeando a coelhinha dela, e os dois rabos de ambos estavam totalmente murchos. Não podíamos estar melhor quando ouvimos alguém subindo a escada de casa. Ficamos loucos, levantamos todos, pegamos nossas coisas e subimos pro andar de cima. Meu cunhado, completamente pelado, se enfiou no quarto dele e nós dois no da minha cunhada.
- Alô? Tem alguém aí? – a voz da minha sogra ecoava do final da escada no andar de baixo.
Ninguém disse nada, não se ouviu nenhum movimento, parecia que não estávamos ali.
- Amor, esqueci uma coisa lá embaixo na sala de jantar – disse minha mulher com uma cara de susto sinistra.
- O quê? – perguntei.
- Minha calcinha fio dental.....
Meu nome é David, tenho 29 anos, meço 1,75m e peso 85kg, cabelo curto, óculos, olhos escuros e sou mais largado de corpo, mas definido. Adoro praticar esportes, entre eles spinning. Há 6 anos sou casado com quem é agora minha esposa, Natalia, de 27 anos. Ela é morena, olhos escuros, cabelo cacheado, bem baixinha, 1,63m, 60kg, e pra ser sincero, tem uma bunda de cair o cu da bunda, redondinha, durinha e sem nenhum sinal daquela celulite feia. É uma mulher que faz muitos caras virarem a cabeça quando ela passa, seja pela bunda ou pelas curvas bem definidas. Quando isso acontece, me dá um tesão do caralho, adoro que outros caras achem minha mulher gostosa, é tipo "olhem o quanto quiserem, que não vão fazer mais que isso, pelo menos sem minha permissão". O que realmente me apaixonou nela foi a voz doce (pode parecer brega, mas é verdade, ela tem uma voz muito sensual) e os peitões dela (um 110, tamanho brasileiro). O segredo do corpo bonito dela é, por um lado, as tardes que passa na academia e o cuidado que tem com a comida (o que me irrita pra caralho, porque muitas vezes tenho que me segurar nesses menus sem caloria nenhuma).
Faz uns 8 anos que ela veio morar comigo, deixou pra trás a família, meus sogros, ambos beirando os 50 anos, minha cunhada Esther, morena de olhos azuis e 24 anos, muito bonita, embora não seja o tipo de mulher que eu escolheria pra um relacionamento sério. E por outro lado, temos meu cunhado Izan, de 15 anos, loiro, olhos azuis, corpo de dar inveja, com aquele tanquinho bem definido por causa do esporte que pratica todo dia: de um lado, o taekwondo, onde já é faixa azul, e do outro, o futebol. Os dois esportes mantêm ele com um corpo realmente desejável (aqui entra um pouco minha veia bissexual). A maldade que a puberdade fez com ele, junto com seu... genética foi o aparecimento de uma camada de pelos bem "extensa" e da qual o coitado não se sente nada orgulhoso, suponho, porque meu sogro é aquele típico homem bem peludo, daqueles com pelo até nos ombros, tipo, uma pessoa realmente muito cabeluda.
Os pais da minha esposa moram a quase cinquenta quilômetros da nossa casa atual, por isso toda semana temos que ir até lá para almoçar, seja no sábado ou no domingo. Assim, meus sogros podem ver a filhinha deles (a única que mora fora de casa até agora) e minha mulher pode, lógico, ficar com os pais. Um dia, a caminho da casa deles, estávamos conversando sobre a vergonha que um adolescente pode sentir dos pais quando chega numa certa idade…
* …
* Amor, é que eu já tomei banho com meu pai um monte de vezes… – ela diz
* Claro, querida, eu também já tomei banho com minha mãe, mas com uns 10 ou 11 anos parei por causa da vergonha que isso me dava. Nessa idade, meu corpo já começava a ter mudanças óbvias, como o tamanho, tanto da grossura quanto do comprimento do meu pau, ou o aumento, felizmente fraco, dos pelos do corpo, então a vergonha naquela época era enorme.
* Ela deu um sorrisinho sutil – bom, eu com 11… com 12 e talvez até pouco antes de te conhecer.
* O quêêê? – exclamei – Tá me dizendo que você tomou banho com seu pai e ele te viu igual eu te vejo, já totalmente desenvolvida?
* Sim, amor, não tem nada de errado, o corpo é uma coisa bonita e não tenho por que esconder, ainda mais do meu pai, que me criou desde sempre e viu toda a evolução dele. Não tem problema, querido, não sei por que você se espanta!
* É… é, eu também amo minha mãe, mas daí a tomar banho com ela… pois não!
* Pois não sei o que tem de errado… meu pai nunca me tocou nem nada do tipo, é verdade que, às vezes, quando estávamos a sós com ele, eu via o tamanho do membro dele aumentar sutilmente até ficar num Tamanho médio e, em certas ocasiões, quando eu me ensaboava, um tamanho completo, mas, enfim, fora isso, ele nunca passou dos limites comigo – passaram-se alguns segundos de silêncio e, pegando no meu pau, ele disse: "Fica tranquilo… que você tem ele maior, seu bobinho…!"
* E sua mãe? O que ela acha disso? – perguntei
* Nada, a gente também já tomou banho junto até com minha irmã Esther, nós quatro juntos.
Essas palavras atiçaram minha imaginação. Não conseguia entender como o pai dela tomava banho com a filha já totalmente desenvolvida. Aquele filho da puta ia se esbaldar vendo os peitões enormes da minha mulher e os um pouco menores da minha cunhada. Naquela hora, se tentassem tirar sangue de mim, não tiravam nem uma gota.
* Sério, tô pirando, amor – Essas foram minhas últimas palavras daquela viagem.
Quando chegamos na casa dos meus sogros, tudo seguiu como sempre. Me convenci de que eram uma família aberta e deixei o assunto de lado.
Uma das coisas que, como homem, mais me excita na minha mulher é a atividade sexual dela, que é intensa. Não posso dizer que é todo dia, mas pelo menos a cada dois dias a gente faz alguma coisa: transamos ou rolam outras brincadeiras onde os dois se divertem pra caralho. Nunca tivemos problemas de monotonia no relacionamento, mas umas semanas atrás, quando a gente transava e minha mulher tava bem tarada, ela começou a dizer que queria experimentar com outro homem que não fosse eu. Queria dar pra outro enquanto eu batia uma ou só olhava. Cada vez eu gostava mais dessa ideia.
Fiquei dias pensando na "nova" fantasia da minha mulher. E digo nova porque a gente sempre realizava, dentro do possível, nossas fantasias eróticas, seja, por exemplo, com sessões de voyeurismo – minha mulher mostrava seus encantos pra estranhos. Uns meses atrás, ela começou a brincar com meu pau em lugares públicos, seja tocando e deixando ele duro, acariciando minhas bolas, ou até dando uns boquetes leves. Depois de avaliar os prós e os contra da nova fantasia dela (minha esposa era uma manteiga derretida e não queria "meter" um terceiro na nossa relação, e depois de foder várias vezes com esse cara, eu virar o corno desse triângulo de sexo se eles se vissem pelas minhas costas), não achava jeito de ignorar esse pequeno detalhe. Algo ia me ocorrer… era questão de tempo.
Umas quatro meses atrás, a gente deu um par de notícias pros meus sogros que iam mudar o futuro deles de um jeito bem óbvio. Por um lado, era o apartamento novo que minha cunhada Esther e o namorado dela, Juan, que já durava um tempinho, tinham comprado (a Esther não segurava namorado por mais de 3 meses, e isso às vezes era motivo de zoação quando eu queria provocar ela). Por outro, que iam ser avós da nossa parte: minha mulher tava grávida.
Hoje em dia, já dá pra ver uma barrigona de grávida na minha mulher, uma barriga que, junto com o corpo moreno dela — resultado de ir toda tarde pra piscina com as amigas — e os peitões grandes, muito grandes, quase tamanho 115 (louvada seja a gravidez), as aréolas dos bicos sempre foram grandes e rosadinhas, mas por causa da gravidez ficaram bem mais escuras. Pra falar a verdade, fica um tesão com esse tom de pele. Esses dois fatores não foram os únicos que mudaram nela; outro que posso acrescentar é que a libido aumentou. Se antes ela já era bem ativa sexualmente, agora é uma mulher totalmente viciada em sexo. Me deixa seco, às vezes até custo a manter o ritmo porque, se dependesse dela, a gente transava o tempo todo.
Umas duas semanas atrás, depois do almoço, meu cunhado foi pro quarto dele, suponho que pra falar com os amigos ou se exibir na webcam pra namorada ou alguma amiga dele. Nessa idade, já sabe. Uma vez ou outra eu peguei ele com o pau de fora, apontando pro teto e a webcam virada pro pênis ainda não desenvolvido, que, pra ser sincero, tinha uns 13 ou 14 cm duro (nas duas vezes que vi) e bastante pelo na base. Naquela mesma tarde, meus sogros acompanharam meus cunhados, Esther e Juan, para fazer reformas na casa nova deles, então ficamos só eu e minha mulher no sofá. Um daqueles sofás de canto que ocupam uma sala inteira. Apesar do vestido de grávida de verão, curtinho acima dos joelhos e aberto nos peitos que minha mulher usava, ela reclamou do calor que fazia na sala e do desconforto que o sutiã causava. Enquanto ela foi ao banheiro tirá-lo, liguei o ar-condicionado. Quando voltou do banheiro, dava pra ver de longe que ela não estava usando sutiã; enquanto andava, os peitos dela balançavam de um lado pro outro de um jeito escandaloso. Não demorou pra ficarmos fresquinhos graças àquele eletrodoméstico bendito, então depois de um tempo fazendo zapping na TV, encontramos um filme de ação meio ruim, mas que me manteria entretido até a hora de ir embora (sempre ficamos umas duas horas depois do almoço). Enquanto assistíamos TV, ouvimos meu cunhado ligar o chuveiro, acho que pra aliviar o tesão, e seguindo o protocolo dele, colocar os discos do Green Day, banda que ele amava desde mais novo. Foi nesse momento que minha mulher aproveitou pra meter a mão literalmente na minha virilha. Não demorou nem dez segundos depois do meu cunhado colocar a música pra tomar banho, e ela já estava acariciando minhas bolas; esticou a mão por baixo do shorts que eu estava usando na hora, não teve dificuldade nenhuma pra encontrar minhas bolas depiladas — sempre gostei de depilar essa área, a sensação é muito boa quando te masturbam ou fazem sexo oral. Ela continuou com aqueles massagens fantásticas, e aos poucos meu pau foi ficando duro, o que ela adorava. Depois de alguns minutos, ela não aguentou mais e baixou um pouco meu shorts, um shorts curto e esportivo com elástico, bem flexível e confortável, e deixou a cabeça do meu soldadinho aparecer; ela molhou os lábios, abaixou um Pouco faltou pra aparecer inteiro. Minha rola não é muito grande, pelo menos não mais do que eu gostaria, tem uns 18cm mas é bem grossa, e por ser depilada parece maior do que é. Ela pegou meu pau e levou direto pra boca, segurando pela base e enfiando tudo, enquanto com a outra mão continuava acariciando minhas bolas. Enquanto ela fazia o trabalho dela, eu levei minha mão até a entrada da buceta dela, não foi difícil por causa do vestido que ela tava usando, levantei ele, afastei a calcinha fio-dental e comecei a acariciar o clitóris dela, aos poucos fui descendo até encontrar a entrada da bocetinha dela, tava ardendo e ensopada, não demorei nada pra enfiar até três dedos, fiquei um bom tempo até que de repente notei que minha mão tava encharcada com os fluidos dela, minha mulher tinha tido o primeiro orgasmo dela.
Não sei quanto tempo a gente ficou brincando, mas pra mim foi relativamente curto. Eu tava aproveitando imensamente aquela comida fantástica que ela tava me dando. Daí a pouco, ouvimos passos na escada, meu cunhado tava descendo as escadas em direção à sala de jantar, ele tem o costume de desligar a música quando termina de tomar banho, mas dessa vez não fez isso.
* Fica tranquilo, gostoso, que depois eu acabo com você! – ela me disse. Rapidamente ela puxou minha calça pra cima, me deixando com um tesão e uma ereção impressionantes, e eu aproveitei pra colocar a calcinha fio-dental e o vestidinho de volta no lugar.
Nesses poucos segundos, meu cunhado já tava com a gente na sala de jantar, ele só tava usando umas cuecas box justas que marcavam o pacotinho de adolescente dele e, pra minha surpresa, ele tava com as pernas todas e boa parte do peito depilados.
* O que vocês tão vendo? – ele disse
* Um filme de ação – eu completei
* Ah é? Sobre o quê? – pois nem ideia eu tinha sobre o que era, só sabia do filme que a gente tava montando minutos antes com a minha mina.
* Ah, sei lá, fica o tempo todo passando comercial – eu falei improvisando
* Vocês se importam se eu ficar com vocês? É Acabei de tomar um banho e lá em cima tá um calor do caralho, mas aqui com o ar condicionado tá uma maravilha – Cara, importar, sim, eu me importava, mas o que eu ia dizer? Que ele não ficasse? Não tinha como argumentar nada..
* Senta aqui – disse minha mulher – e os pelos no teu peito? Já não tem mais… você depilou, anão?
* Sim, maninha – a Lúcia, a mina que eu tô saindo, não gostava dessa moita de pelo toda e eu fui obrigado a depilar, até porque me ajuda no Taekwondo, já que assim não fico tão fedido na hora de suar.
* Não ficou nada mal, anão, você parece mais homem – deixando um sorrisinho safado – senta aqui com a gente, machão!
Quando meu cunhado sentou, minha mulher, que até então tava deitada com a cabeça nas minhas pernas, sentou normal, com os pés no chão pra dar espaço pra ele. Izan sentou do lado da irmã, ficando ela no meio dos dois. Quando ele sentou do lado dela, deu pra perceber que meu cunhado tinha uns quatro pelinhos mal feitos no alto do púbis.
* Não se mexe – disse minha gordinha
* Onde cê vai, Natália? – falou meu cunhado
* Espera, tem paciência, já volto… – ela levantou do sofá e sumiu atrás da porta
* Onde ela foi, cunhado? – ele me perguntou
* Sei lá, alguma ideia deve ter tido… que medo que tua irmã me dá às vezes!
* Sei não… – ele completou
Ela foi no banheiro e voltou num instante.
* Olha, o que vou fazer vai doer um pouco, quero tirar esses quatro pelinhos feios que você tem em cima do púbis, vai ver como a Lúcia vai agradecer.
Se não tivesse grávida, ela teria sentado do lado dele, mas com a barrigona atrapalhando tudo, minha mulher sentou de joelhos na frente do meu cunhado, apoiando os braços nas pernas dele. Pegou uma pinça e começou a arrancar cada um dos pelinhos minúsculos que apareciam acima do púbis dele. A cada arrancada, meu cunhado soltava um "tá me machucando!" ou O típico "Ah!!"... expressão típica de dor.
- Vamos, cunhado, não é pra tanto, você é um viadinho – falei pra ele.
- Ahh!!, é que dói – disse meu cunhado.
- Já vai ver como vai ficar bonito, aguenta aí, homem! Pensei que você era mais corajoso e não um simples viadinho como seu cunhado fala – disse minha mulher enquanto terminava com aqueles pelinhos.
Conforme ela ia tirando cada um daqueles pelinhos, meu cunhado ia ficando cada vez mais lisinho. Mesmo assim, minha mulher baixou um pouco a cueca dele pra pegar os que estavam bem debaixo do slip. Pra surpresa dela, ao fazer isso, percebeu que não tinha mais nenhum. Ela pensou que ia encontrar a base peluda do pau dele, mas não era assim. Aqueles quatro pelinhos eram os únicos que meu cunhado tinha esquecido na hora de se depilar. Ele tinha toda a área da base do membro completamente depilada. Fazia um tempo que eu reparava na mudança gradual do tamanho do volume que marcava a cueca dele. Dava pra notar a excitação que o rebolado e os movimentos da minha mulher estavam causando nele. A definição do tronco do pau dele já estava bem evidente.
Minha mulher virou o olhar pra onde eu estava e esperou minha resposta com um gesto pra algo que ela queria fazer e que eu ia participar de algum jeito, mas eu não sabia como. Mesmo assim, concordei levemente com a cabeça. Depois do meu gesto, minha mulher olhou nos olhos do meu cunhado e disse:
- Vamos ver se tem mais desses pelinhos que estão te incomodando – dito isso, minha mulher baixou rapidamente a cueca do irmão dele, deixando à vista o mesmo pau que eu já tinha visto antes, mas dessa vez estava totalmente depilado e duro como uma pedra.
- Nossa, irmãozinho!!, se já não tem mais pelos por aí. Agora... isso aqui – pegando o membro totalmente ereto do meu cunhado com a mão –, a que se deve?
Meu cunhado, totalmente envergonhado e vermelho como um tomate, não sabia o que dizer.
- É que Você já passou um tempão me tocando aí, com os grampos e tal, e com esse decote que você tá usando, dá até pra ver seus bicos, caramba irmã, que um homem não é de pedra. Desculpa, não consegui evitar.
* Que bobo! O que você vai sentir? Da última vez que vi seu pau, ele media menos da metade. Olha só como você cresceu e como ele cresceu, hehe. Você já transou com a Lucía?
* Bom... às vezes ela me masturba, mas se você tá perguntando se eu já penetrei ela, não, ainda sou virgem.
* Você gosta de como a Luci te masturba?
* Uau, demais!!
* Quantos anos ela tem? Você não comeu ela, mas pelo menos ela te chupa, né? Te faz boquete – minha mulher tava enchendo ele de perguntas
* 14 e não – disse meu cunhado, envergonhado
* Fica tranquilo, dá tempo – falei – tudo no seu tempo, Izan – completei.
* Ela não faz isso? – dando uma lambidinha na glande dele – ou isso? – dando um boquete de verdade até quase lamber os ovos dele.
* Aaah, que delícia! – ele sussurrou baixinho – Não, ela não faz isso...
* E me diz, você bate punheta? – não acreditava no interrogatório que tava fazendo com o pau dele na mão, subindo e descendo bem devagar, verdade seja dita, tava me excitando pra caralho.
* Às vezes, no chuveiro, ou quando meus pais não tão em casa (mentiroso, eu já tinha visto ele batendo punheta na webcam, mas não falei nada pra ver onde isso ia dar).
* E me diz, quanto tempo faz da última? – minha mulher disse enquanto punhetava o pau do irmãozinho dela.
* Ah, sei lá... uma semana, talvez... ou mais, não lembro...
Minha mulher se levantou, puxou cada alça do vestido, deixando ele cair completamente na frente da cara de espanto do meu cunhado...
* Caralho, irmãzinha, que peitões que você tem! – disse meu cunhado enquanto se masturbava na frente da minha mulher.
* Você gosta? – falei – sua irmã desde que engravidou tem eles ainda maiores do que antes.
* Se eu gosto? Porra, são Que loucura, são enormes. A Lucía tem muito menores, essas não cabem na minha mão.
* Cê acha? – eu falei – por que não confere?
Meu cunhado não perdeu tempo, levantou e se livrou com os pés da cueca que a irmã dele tinha deixado acima dos joelhos. Ele começou a amassar os peitos da minha mulher, acariciando, brincando com os bicos duros e depois mordendo eles. Minha esposa segurava o pau do irmão dela com a mão, que já tinha um líquido pré-gozo visível na cabeça. Ela virou a cabeça pra onde eu tava e me deixou ver como ela tava curtindo, me deixou ver aquela cara de safada, aquela cara de puta que ela faz quando tá no limite. Depois de uns minutos dos dois brincando com o corpo um do outro, minha mina ajoelhou na frente do irmão, pegou o pau duro dele com uma mão e colocou na boca. Meu pau já tava avisando que queria sair da calça, e foi o que eu fiz, levantei e tirei a calça, mostrando um rabo de 18cm, depilado e cheio de veia. Meu pau ficou na altura da cabeça da minha mulher, que tava fazendo um boquete foda no meu cunhado. Ela virou e, enquanto batia uma pra ele, me deu uns dois chupões no pau e voltou pro boquete no irmão. Sentei no sofá e resolvi ver aquele espetáculo do caralho, não quis entrar na brincadeira da minha mulher porque queria que ela realizasse uma das fantasias dela: ficar com um homem enquanto eu batia uma. Meu cunhado era ideal, sabia que com ele ela não ia me trair porque ele me respeitava pra caralho e, no fim das contas, era homem e podia comer a irmã dele de agora em diante quantas vezes quisesse. Enquanto ela chupava e batia uma com uma mão, a outra mão dela procurava o cu do irmão…
* Cê vai ver… senta no sofá – falou minha esposa
* O que cê vai fazer, irmã?
* Confia em mim, senta no sofá
Izan Ele deu ouvidos à irmã e sentou no sofá como se fosse ver televisão, sentado normal…
— Não, mas assim não, inclina o corpo pra frente, mostra essa sua bunda pequena, mostra essa sua raba — ela completou
— Minha bunda? Você não vai fazer nada por aí, vai?
— Cala a boca e obedece sua irmã — falei eu, enquanto continuava me masturbando. Aquela putinha queria chupar o irmão enquanto dedava a bunda dele.
Meu cunhado, submisso, aceitou a proposta da irmã, ficando com o buraco do cu bem na cara dela. Ela cuspiu no cu do meu cunhado e enfiou o dedo bem devagar, enquanto não parava de masturbar a pica dele.
— Ahhhh! Tá doendo! — disse meu cunhado
— Aguenta um pouco, é só no começo — falou minha mulher
Em poucos minutos, a cara do meu cunhado já não era de dor, mas de prazer. Minha mulher enfiava o dedo inteiro, procurando o ponto G escondido dele. Brincando com o cu do irmão, ela continuou o boquete que já tinha começado e que ela mesma tinha interrompido. Agora era meu cunhado quem tinha uma cara de prazer incrível, era a primeira mamada dele, segundo ele, e que mamada a irmãzinha dele estava dando! Meu cunhado não demorou a gozar, soltando todo aquele líquido branco, grosso e viscoso na boca da minha mulher, que não se afastou do pau do irmão em nenhum momento. Aquele líquido branco escorria pelos cantos da boca dela, e ela passou a língua nos próprios lábios, limpando bem os restos que tinham caído da boca até a base do pinto do meu cunhado, deixando a área totalmente limpa. Depois dessa gozada monstra do meu cunhado, que pelo visto tinha mesmo ficado vários dias sem se tocar, a pica dele ainda continuava dura, e isso era um sinal para minha mulher continuar o jogo.
— Eu te falei que depois ia cuidar de você, e vou cumprir o que prometi — disse minha mulher, enquanto me olhava me masturbando
O tesão era tanto que não Não demorei nada pra gozar na boca dela. Ela abriu bem a boca e deixou eu encher a boca dela de porra, guiando os jatos de leite da minha pica. Minha mulher chegou perto do meu ouvido e falou baixinho:
* Valeu, amor, por realizar uma das minhas fantasias. A próxima é sua, ok, meu bem?
Ela se levantou e, olhando pra nós dois — meu cunhado peladão, com a pica dura de novo, e eu de calça arriada, com uma pica meio murcha comparada com a do meu parceiro — disse:
* Hummm, acabei de tomar o leite dos dois caras que mais amo. Vocês não têm ideia de como eu tô feliz agora... Mas ainda não é o suficiente.
Ela foi até o irmão dela e, aproveitando a ereção dele, abriu os lábios da buceta e sentou de verdade em cima do meu cunhado.
* Desculpa, irmãozinho, mas você vai ser desvirginado pela rabuda da sua irmã.
Não demorou pra eles trocarem de posição por causa da barriga da minha mina. Então meu cunhado deitou no sofá e ela começou a cavalgar a vara dele de novo. Enquanto minha mulher cavalgava ele, meu cunhado se esbaldava de novo nos peitos dela, apalpando eles igual tinha feito antes. Minha mulher se inclinou pra frente, mostrando aquele rabo lindo. Vendo ela foder o próprio irmão de verdade, minha pica ficou dura de novo. Comecei a brincar com ela, excitado pela situação, e com a bunda da minha mulher, que naquela hora tava toda disponível pra mim.
* Amor, seu irmão não vai ser o único a provar sexo anal hoje — falei pra minha mina, pegando na minha pica com uma mão.
Levantei, coloquei um joelho no sofá e apontei minha pica pra entrada do cu dela, roçando com a cabeça. Fiquei acariciando a buceta da minha mulher por um bom tempo pra pegar os fluidos dela como lubrificante e, de quebra, toquei um pouco na pica do Izan, que não parava de entrar e sair da boceta da irmã. Esse gesto me excitou pra caralho, me deixou ainda mais o que estava. Deslizei um dos meus dedos até a entrada do cu da minha mulher, não demorou pra ela se dilatar o suficiente pro meu pau entrar sem problema nenhum, no começo só a cabeça e depois o resto. A verdade é que o tesão era foda, os três transando na casa dos meus sogros sabendo que se alguém subisse ia nos pegar no flagra. Quem gozou primeiro foi o Izan, enchendo a buceta da minha mulher de porra, daí um tempo minha mulher gozou com o pau do irmão dela, eu fiquei comendo o cu dela por um bom tempo, tanto que meu cunhado se afastou do trio e me deixou com a minha mulher toda pra mim. Virei ela e coloquei as pernas dela em cima dos meus ombros, deixando o cu dela na altura certa pra eu meter sem dificuldade. Meu cunhado, depois de dois orgasmos, ficou deitado, extasiado vendo o show. Não demorou pra nós dois gozarmos e ficarmos deitados de vez.
Depois de um tempo daquele relax, desligamos o ar condicionado e abrimos um pouco as janelas pra renovar o ar saturado de sexo incestuoso. Perguntei pra minha mulher se ela queria tomar banho e ela disse que sim, mas mais tarde, que primeiro a gente tomasse banho (ela sempre pensava nos outros), que ela demorava mais porque tinha que secar o cabelo, passar os cremes, etc, então o Izan foi o primeiro a tomar banho. Enquanto meu cunhado tomava banho, eu e minha mulher ainda estávamos pelados no sofá vendo o filme que começamos a ver umas horas atrás, comentando o que rolou e não demorou muito pra vermos meu cunhado saindo do banheiro completamente pelado, o pau mole dele balançando de um lado pro outro no mesmo ritmo dos passos.
* *Meu Deus, que calor do caralho!* – disse minha mulher – *Que vontade de tomar um banho!*
* *Quer ir primeiro?* – falei – *não me importo de esperar mais um pouco..*
* *Sério? Valeu, amor.*
Dito isso, minha mulher se levantou e foi pro chuveiro, com a buceta escorregava a mistura dos próprios sucos, junto com os meus e os do meu cunhado. Eu estava no sofá, bem relaxado, quando meu cunhado sentou do meu lado.
* Tá bem? – perguntei
* Pô, demais!! Não sabia que minha própria irmã era tão gostosa.
* Respeito com sua irmã, hein, não gosto que você fale assim dela – falei num tom sério.
* Desculpa, queria dizer que não sabia que ela era tão safada – ele corrigiu, com um ar meio envergonhado.
* Assim é melhor. Sua irmã sempre foi ativa sexualmente, mas desde a gravidez ficou ainda mais. Fazia umas semanas que queria realizar essa fantasia, ser comida por outro homem enquanto eu olhava.
* Que sorte você tem, sortudo! – ele disse – Eu também gostei pra caralho.
* Fico feliz, cunhado – falei – quem sabe um dia você me deixa provar a sua, hein, não acha justo? – completei
* Acho justo, claro, só se ela deixar, por que não, podia ser divertido…
A conversa parou por aí até que, depois de um bom tempo, minha esposa apareceu toda limpa, nua e cheirando a baunilha. A água do cabelo molhado escorria pelos peitos dela, contornava a barriga de grávida e sumia na buceta dela – meu deus, que visão!
* Vem, amor, é sua vez – ela disse
Dito isso, levantei, todo suado como estava, e fui direto pro banho. Por um lado, me sentia feliz por ter realizado mais uma fantasia da minha mulher; por outro, me sentia super relaxado. Comecei a me ensaboar o corpo todo e, quando cheguei na região do meu cu, comecei a acariciar e brincar com ele. A sensação era muito gostosa, e isso se refletiu no meu pau, que começou a crescer de novo, ficando bem grande. Terminei o banho e voltei pra sala. Assim como meu cunhado, saí do banho completamente nu. O contato do ar condicionado com meu corpo molhado me deu um arrepio que percorreu todo o corpo, eriçando minha pele. endurecendo meus mamilos. Ao entrar na sala de jantar, meus olhos se arregalaram completamente quando vi aquela cena. Minha mulher estava de pernas abertas e meu cunhado tinha a cabeça entre elas, e o pau dele estava, de novo, totalmente duro, não podia acreditar, minha mulher era incansável e meu cunhado um oportunista.
* Eu me viro um momento e vocês já estão de novo enganchados? – porra, que vício vocês dois têm.
* Ahhh, querido – dizia minha mulher gemendo – não fica bravo, ainda estou muito quente e meu irmão se ofereceu pra aliviar esse calor.
* Vocês podiam ter me esperado, né?
* Vem aqui! Traz o teu pau pra perto!
Fui até o sofá onde os dois estavam e me ajoelhei nele, deixando meu pau bem na altura da boca da minha mulher. Ela enfiou ele inteiro na boca e começou a masturbar. Não demorou pra ter outro orgasmo com o sexo oral que o irmão dela tava fazendo naquele momento, enquanto ela ia se masturbando o pau dele. Queria realizar outra das minhas fantasias e foi o que fiz, tirei o pau da boca da minha mulher e fui pra parte de baixo do sofá, onde meu cunhado continuava fazendo um cunnilingus na irmã dele. Me ajoelhei e afastei a mão do meu cunhado do membro dele e tomei posse. Peguei o pau dele com uma mão, não era muito grande, embora estivesse duro como pedra, cabia inteiro na minha mão, era a primeira vez que eu segurava um pau que não fosse o meu. Comecei a masturbar ele como muitas outras vezes tinha feito com o meu...
* O que você tá fazendo, cunhado?
* Por acaso não tá gostando? Quer que eu pare? – falei
* Claro que tô gostando... não para, continua...
* Então cala a boca e continua comendo a buceta da sua irmã!
* Ohh, siiiim, obedece teu cunhado e continua, filho da puta, não para! – disse minha mulher
Ela tava muito quente, bom, na verdade todos nós estávamos de novo muito quentes. Enfiei o pau do meu cunhado na boca e enquanto chupava, ia Masturbando, ia passando minha língua por todo o tronco dele, me deliciando a cada vez. Tinha gosto de limpeza, o gosto não me desagradava nem um pouco, dava pra ficar horas chupando ele, mas a alegria durou pouco. De repente, comecei a sentir os espasmos do meu cunhado, ele ia gozar. Eu tava muito tesuda, mas não ia deixar ele gozar na minha boca. Tirei o pau dele da minha boca e comecei a masturbar ele cada vez mais forte, enquanto com a outra mão massageava os ovos dele. Não passou nem cinco segundos e meu cunhado jorrou toda a porra dele. A gozada foi muito abundante e bem grossa, dava pra ver que tava há dias sem gozar. Meu cunhado continuava passando a língua na racha da minha esposa, enquanto com a outra mão enfiava uns dois dedos. Tava num ritmo bom, uma sincronização foda, como se tivesse feito isso a vida toda. Por causa disso, minha mina demorou pra ter outro orgasmo. Depois de tirar os dedos molhados da buceta da minha mulher, meu cunhado levou eles à boca, chupando cada um como se fosse um sorvete. Ele se recostou de novo no sofá, ainda com toda a porra espalhada no tronco e na base do pau dele. Nessa hora, eu já tava em êxtase e, mesmo com o pau duro, não tinha mais forças pra fazer nada. Minha mulher se levantou, vendo a gozada do irmão dela.
* Irmãozinho, pra ser a primeira vez, você mandou muito bem. Não esperava menos de você, meu anjo – Ela se inclinou pra ele e limpou com os lábios o resto de porra que ainda tinha em cima – Adoro comer a gozada dos dois homens que mais amo na minha vida.
* Eu também adorei brincar com você, curti pra caralho. Você também, hein, cunhado…
* Jeje, é, acho que foi uma diversão pra todo mundo.
Ficamos um tempão conversando sobre tudo que tinha rolado, estávamos pelados e a brisa que vinha da rua era muito gostosa. Depois de um tempo, minha mulher ainda tava com a buceta encharcada, dava pra ver. a milhas o brilho dos seus fluidos rodeando a coelhinha dela, e os dois rabos de ambos estavam totalmente murchos. Não podíamos estar melhor quando ouvimos alguém subindo a escada de casa. Ficamos loucos, levantamos todos, pegamos nossas coisas e subimos pro andar de cima. Meu cunhado, completamente pelado, se enfiou no quarto dele e nós dois no da minha cunhada.
- Alô? Tem alguém aí? – a voz da minha sogra ecoava do final da escada no andar de baixo.
Ninguém disse nada, não se ouviu nenhum movimento, parecia que não estávamos ali.
- Amor, esqueci uma coisa lá embaixo na sala de jantar – disse minha mulher com uma cara de susto sinistra.
- O quê? – perguntei.
- Minha calcinha fio dental.....
19 comentários - Mi mujer embarazada...
Saludos
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de esta forma te digo GRACIAS.