Encontros imorais com a prima e a tia

Morto de frio e de fome, Jesus saiu do carro antes do amanhecer e vagou por mais umas duas horas antes de sentar num banco pra refletir sobre o que tava acontecendo com ele. Não tinha a quem recorrer, o orgulho não deixava ele pedir favor pra amigos ou conhecidos, nem pros colegas de trabalho depois que abriram um processo pra suspender ele do emprego. Podia virar motivo de piada, um corno manso que todo mundo ia zoar. Por mais pesada e suja que fosse a atitude da mulher dele, não dava pra contar porque ia ser escandaloso e vergonhoso. Só via uma saída: conversar com ela, tentar dar um jeito na situação, implorar por uma ajuda — ela tinha deixado ele na rua sem um puto pão pra comer. Foi andando até o prédio onde ela morava e deu sorte de ver o sobrinho Lucas saindo. O ciúme corroeu a alma dele ao ver o cara. Tava comendo a mulher dele. Subiu na moto e sumiu pela avenida. Uns minutos depois, foi a filha dele, Marta, que saiu de casa rumo ao ponto de ônibus. Ia passar a manhã toda na faculdade. A mulher dele tava sozinha no apartamento. Tentou criar coragem, mas o nervosismo traiu ele, fazendo as pernas e as mãos tremerem, mas tinha que fazer — e atravessou a avenida e entrou no prédio.

Depois de entrar no apartamento, foi pelo corredor e encontrou a mulher sentada na mesa da cozinha, tomando café com torradas, toda sossegada, como se nada tivesse acontecido. Tava coberta por um roupão de seda branca e não usava nada por baixo, pelo que dava pra ver na transparência do tecido. Pilar levantou o olhar pra ele, mas continuou mastigando como se a presença dele fosse um completo nada. Jesus sentiu que aquele olhar menosprezava ele ainda mais, que transformava ele num ser ainda mais inferior. Ficou de pé sob o arco da porta, com a aparência desleixada e a expressão cansada.

— O que você tá fazendo aqui? — ela perguntou. Quero que você vá embora agora.
O que eu te fiz, Pilar? O que aconteceu com você? Como você pôde?
Quer que eu te diga? Você é um filho da puta que vem me enganando há muito tempo.
Como? – Jesus arqueou as sobrancelhas.
Sei que você transava com a Reme, que comeu a Olalla e mais umas quantas que, se quiser, a gente escreve numa lista, e foi pra puta toda vez que te deu na telha. Uma vez eu te segui, sabia? Quer ver a foto no celular? E aí você vinha pra casa, transava comigo e dizia que me amava. Você é um porco, marido, um maldito porco de merda.
Isso é mentira…
Não seja covarde, tenha coragem de admitir.
Você tá comendo seu sobrinho.
Ele é mais homem que você – cuspiu de cara.
Você é uma puta, e todo mundo vai saber o que você tá fazendo. Vou falar com sua irmã…
Faz isso e todos os seus amigos e colegas do hospital vão receber por e-mail umas fotos minhas e do meu sobrinho bem picantes. Vou te transformar num viado, vou falar como você era pouco homem. Esquece as ameaças, viado.
Não te reconheço, Pilar, o que aconteceu com você?
Já te falei, casei com um babaca igual a você. Quero que você vá embora, não quero te ver nunca mais, quero o divórcio.
Você me deixou sem nada.
Quero tudo, até o último centavo.
Por favor, Pilar – o olhar dele se encheu de súplica –, te peço que repense…
Quero que você suma.
Preciso de ajuda – ele admitiu com os olhos cheios de lágrimas, tendo que se segurar na borda da porta pra aguentar os tremores terríveis das pernas.
Pilar se levantou pra deixar o prato e a xícara na pia. Depois se virou pra ele.
Pode ficar o fim de semana, mas na segunda-feira quero que você vá embora e cuide de preparar o divórcio. Entendeu?
Me suspenderam no trabalho…
Isso não é problema meu. Você tem até segunda. E não quero que chegue perto de mim. Você me dá nojo e eu te odeio. Entendeu?
Sim. Pode me emprestar um dinheiro?
Talvez. quando você se mandar…

E não deixou ele responder, saiu da cozinha e se trancou no quarto. Jesús comeu e bebeu um pouco, fez algumas ligações pro hospital pra ver como tava o prontuário dele e tomou um banho pra se barbear e tirar o mau cheiro. Depois se trancou no quarto de hóspedes com uma garrafa de uísque, da qual só deu uns dois goles. Precisava acalmar os nervos e os impulsos, mas não queria se refugiar na bebida. A filha dele, Marta, chegou ao meio-dia, mas se recusou a falar com ele quando ele tentou pará-la, e a esposa avisou que ele não ousasse incomodá-la. No meio da tarde, Marta saiu de casa. Tinha encontro marcado com o namorado. Tinha convencido ele a sair naquela noite.

Lá pelas 19h, ele ouviu a esposa falando com a amiga Lucy. Lucy era uma amiga de infância com quem ela conversava sempre e tinha muita confiança, com certeza tava contando o episódio da separação. Apesar da amizade que as unia, quase nunca se viam nem saíam porque Jesús nunca gostou nem dela nem do marido, Lolo, achava ele um fantasma e um cafajeste de merda, além de ser bem babaca pelas coisas que Pilar tinha contado de quando eram jovens. Também Lucy e Lolo viam Jesús como um playboyzinho de bosta que se gabava do cargo de médico. Simplesmente, não se bicavam. Mas pra piorar, Pilar convidou a amiga Lucy pra jantar naquela noite, e então ele aguçou o ouvido.

— Não tem problema, Lucy, ele tá trancado noutro quarto e não vai sair. O Lolo? Pode vir, claro, sim, sim, e o Lucho também pode vir, claro… Vocês trazem o vinho e eu faço o jantar, ok?

Que vergonha ele ia ter que passar, a mulher dele tava levando até as últimas consequências a vingança tão desejada. Precisou de mais dois goles da garrafa pra acalmar a avalanche de ciúme que corria nas veias dele.

Naquela sexta à noite, mãe e filha iam viver experiências únicas ao mesmo tempo: a mãe em casa com os amigos de infância e a filha com o namorado. namorado. A Pilar se arrumou toda gostosa pra receber a visita. O Jesus ficou de olho nela enquanto ela se vestia. Ela se enfiou num vestido-blusa de gola rolê azul turquesa, com a barra bem acima do meio da coxa, tipo minissaia, com umas meias pretas brilhantes e saltos agulha que davam um toque bem sensual. Ela penteou o cabelo com gel e se maquiou com glamour, com tons fortes, lábios e unhas de um vermelho berrante. Ao ver ela tão atraente, o coração do Jesus disparou, morrendo de ciúmes ao pensar no marido da Lucy quando visse ela vestida assim, sabia que ia devorar ela e que ia se aproveitar da situação delicada que o casamento tava passando. Eles se cruzaram no corredor e ela olhou pra ele com nojo, mas ele reparou na pinta de puta que ela tava com aquele vestido longo tão sugestivo e aquele cabelo cheio de gel. Quando ouviu a campainha, ele se trancou no quarto. A Pilar já tinha posto a mesa pra quando a visita chegasse. A Lucy veio acompanhada do marido, Lolo, e de um amigo do casal, Lucho, que a Pilar conhecia de vista. A amiga dela, Lucy, tava igualmente sugestiva com um shortinho bem curto branco e uma blusa azul marinho com decote em V, bem justa no peito, com saltos combinando e meias cor de creme. A Lucy era alta e muito magra, com a juba lisa e longa preta, bunda fina e estreita e uns peitinhos pequenos e pontudos com bicos afiados. O Lolo tava com a pinta de sempre de cafajeste, jeans preto, camiseta preta de alcinha que deixava à mostra os músculos dos braços e as várias tatuagens, e jaqueta de couro. Ele era de altura média, pele dourada, com uma barriguinha dura, bigode bem curvado e uma juba de cabelo cacheado. O Lucho era alto e forte, loiro com o cabelo bem curtinho, parecia um militar russo, vestido de forma mais formal que o amigo, com uma calça chino e uma camisa branca de marca. Depois das apresentações e dos beijos, a Pilar convidou eles pra entrar. O Lolo não parava de falar o quanto ela tava linda e gostosa. Jesús conseguiu ouvir quando viu eles passarem pelo corredor em direção à sala. Os dois caras se deliciavam com os movimentos sensuais da mulher dele.

Nas duas horas seguintes, ele não parou de escutar o burburinho alto vindo da sala, as risadas, a música, as idas e vindas da mulher dele e da Lucy pra cozinha, como elas trocavam confidências no ouvido e como os homens iam ao banheiro mijar. Só naquele quarto, o ciúme ia explodir a cabeça dele. Na sala, o grupo de amigos tava passando uma noite super divertida. Não pararam de beber vinho, depois uns shots, champanhe e por fim abriram uma garrafa de rum. Lolo e Lucho se acomodaram num sofá enquanto elas dançaram bem coladinhas, deixando o pau de cada um deles em alerta, que se olhavam cúmplices ao vê-las agarradinhas e se apalpando. A música acabou e Lucy sentou numa poltrona na frente do sofá onde estavam o marido dela e o amigo.

"Gostosa, por que não serve mais uma dose pra gente?" – pediu Lolo pra Pilar.

"Valeu pelo 'gostosa'."

"É porque você é."

Os homens se olharam de novo quando ela virou as costas pra servir as doses. Como ela era gostosa, com aquela bunda larga coberta pelo jersey erótico, aquelas pernas grossas com as meias pretas, o volume imenso dos peitos debaixo do tecido, e ainda por cima tava meio bobinha e bêbada com a história da separação. Também o fato do marido dela estar em algum lugar da casa e que ia se separar dele aumentava o tesão. Lucy também olhava pra ela com atração, como se ver o marido excitado com outra mulher esquentasse a buceta dela. Além disso, ela tinha se excitado ao tocar nela, ao sentir os peitos dela, o cheiro, os lábios tão perto. Ela entregou a dose e sentou bem do lado do Lolo, ereta, levemente inclinada pra ele, com as pernas cruzadas e exibindo as coxas deslumbrantes, com aquela pele branca sob o tecido fino e transparente das meias. O jersey Era tão curto que, ao sentar, faltavam só alguns centímetros pra calcinha dela aparecer. Os dois não tiravam os olhos descaradamente do corpo dela. Lucy tava de olho no marido, na espreita. Trocou um sorriso com a amiga.

Então, amiga, mandou teu marido tomar no cu – falou Lolo.

Tava me enchendo o saco, bom, já contei pra vocês. Deixei passar muito tempo, mas não aguentava mais.

O filho da puta tava saindo com putas – comentou com o amigo. Virou a cabeça pra ela –. E tu a ver navios, né?

Tu que sabe.

Coitadinha, o safado vinha sem vontade e com dor de cabeça, e tu toda queimando, hein?

Já aguentei demais – respondeu com inocência.

Tu, tanto tempo sem provar –. Lolo acariciou o rosto dela com as costas da mão –. Com o piranha que tu era quando nova, né, Pilar? –. Pilar, meio corada, encolheu os ombros, e ele olhou de novo pro amigo –. Adorava esquentar nossa pica –, olhou pra ela de novo, dessa vez reparando nas coxas dela –. Era muito piranha, mais de uma vez me deixou de pau duro. Tu gostava de me deixar de pau duro, né, piranha? –. Ela só sorriu, mas ele deu um tapa de leve na bochecha dela –. Fala, piranha, tu gostava?

Sim – respondeu séria, mas com olhos cheios de tesão.

Desde quando esse viado não te come? – perguntou Lucho, passando a mão na região da braguilha.

Uff, já faz tempo.

Tá muito precisada, Lucho. Ela quer provar uma pica boa, né, piranha? – deu outro tapa fraco na bochecha dela –. Tá muito gostosa, uma piranha como tu não pode ficar muito tempo sem provar. Tá com vontade de pica, piranha?

Ela olhou pra amiga antes de responder e também pro Lucho. As bochechas ainda estavam coradas, mas com a dominação do Lolo, a buceta dela tava fervendo.

Bom, faz muito tempo, eu, sei lá…

Tô te deixando com tesão? – partiu pra cima Lolo com coragem.

Como vocês são…

Fala, tô te deixando com tesão?

Sim – respondeu olhando pra Lucy.

Cê gosta da minha mulher, piranha? Sim, ela é muito gostosa.

Quer comer ela?

Ah, cala a boca…

Por que você não tira a calcinha? Minha mulher adora cheirar calcinha de puta, né, Lucía?

Adoro – respondeu a esposa dele.

Você quer a calcinha dela, Lucía?

Sim.

Lolo deu um terceiro tapa na bochecha dela, dessa vez um pouco mais forte.

Tira a calcinha, minha mulher quer cheirar.

Com obediência e bem devagar, ela enfiou as mãos por baixo da blusa e levantou a bunda do banco para deslizar uma calcinha fio dental branca pelas pernas até tirar. Lucho tinha começado a abrir a calça e já tinha baixado o zíper, sem parar de se apalpar toda a região. Pilar jogou a calcinha para a amiga, que pegou no ar, e imediatamente levou ao nariz para cheirar fundo.

Deixa a gente ver sua buceta – pediu Lolo.

Ela engoliu seco ao puxar a blusa bem devagar até mostrar a xereca. Deixou a blusa enrolada na cintura. Lucho baixou a calça exibindo um pau fino e comprido, com uma curvatura marcante e uma cabeça vermelha, rodeado de pelos loiros. Na hora começou a bater uma de olho na entreperna de Pilar. Lolo acariciou as coxas dela com a palma da mão aberta, por cima da meia-calça, até que a borda da mão roçou os pelos da buceta.

Tira meu pau pra fora, putinha, sei que você tá morrendo de vontade, sei que você tá muito tesuda.

Antes, ela olhou pra amiga, que continuava cheirando a calcinha enquanto começava a se despir com a outra mão. Ela se inclinou na direção do Lolo e, aos poucos, foi tirando a roupa dele até deixar só de cueca. Depois de puxar a calça pelos pés, foi abaixando a cueca bem devagar, mostrando o pau grosso e curto dele, com veias saltadas e cabeça carnuda, um saco grande e escuro, tudo completamente depilado.

Você gosta do meu pau? – ele perguntou, batendo uma.

Sim.

Por que você não tira os peitos pra fora? – Já com a buceta ardendo, ela tirou a blusa pela cabeça e ficou nua, só com a meia-calça preta cobrindo as pernas. pernas. As duas tetonas moles dela balançaram levemente com o movimento. Os dois homens se sacudiram —. Viu, Lucho, que peitões que a nossa puta tem?

Pilar viu que a amiga também estava nua da cintura pra baixo e esfregava a calcinha fio dental na buceta, se masturbando com a cena que rolava na frente dos olhos dela.

— Bate uma pra gente — ordenou Lucho.

Envolta naquela submissão inesperada, ela desceu do sofá e se ajoelhou entre as pernas depiladas e morenas de Lolo, que tava de pé, de costas pra amiga. Esticou os braços, com a esquerda pegou a piroca grossa de Lolo e com a direita a fina e curva de Lucho, e começou a sacudir as duas num ritmo lento. Eles bufavam de prazer e ela olhava pra eles com submissão, com os peitos balançando no ritmo dos braços. Em poucos segundos, sentiu Lucy se ajoelhar atrás dela, sentiu os peitinhos pontudos esmagados nas costas e as carícias dos pelos da buceta no cu. A amiga envolveu ela com os braços e amassou os peitos dela com apertões fortes, beijando o pescoço e cheirando o cabelo. Pilar continuava batendo devagar nas duas pirocas. Jesus via tudo do escuro do corredor, via a mulher dele como centro daquela orgia, o objeto de desejo daquelas três pessoas. Não acreditava que ela topasse uma situação daquelas. O ciúme não parava de foder os nervos dele, mas não tinha como evitar, ela mandava na própria vida. Pilar virou a cabeça e as duas mulheres se beijaram com paixão. A amiga continuava apalpando os peitos dela e roçando a xereca no cu, e ela não parava de sacudir as pirocas. Depois, Lucy puxou o cabelo dela pra trás.

— Cê gosta da piroca do meu marido, gostosa?

— Sim.

— Chupa ela… — ordenou a amiga.

Ela soltou a piroca de Lucho e se curvou na direção de Lolo, agora com as tetonas penduradas pra baixo. Esticou a língua, deixando ela colada no queixo, e começou a sacudir a piroca em cima dela rapidinho, lambuzando ela de babando, com os olhos virados, provocando gemidos fortes no Lolo e contrações no corpo inteiro com aquela mamada incrível. O Lucho batia uma pra si mesmo e a Lucy acariciava a bunda dele e fingia que tava fodendo, dando batidas com a pélvis. O Lolo parecia eletrizado com os puxões que o pau dele tava levando e levantava o quadril do sofá pra segurar a avalanche de prazer. Com o queixo e os lábios cheios de baba, a Pilar ergueu a cabeça na direção dele. Um fio de saliva ligava o lábio inferior à ponta do pau.

— Quer que eu chupe seu cu?

— Porra, sua puta, quer chupar meu cu?

— Sim, levanta as pernas.

O Lolo se recostou ainda mais no sofá e levantou as pernas pra bunda dele ficar pra fora na borda. A Pilar primeiro passou a língua nos ovos grandes dele e depois sentou nos calcanhares, abaixando o tronco todo e aproximando a ponta da língua do cu limpo do Lolo, um buraco sem pelo, com o esfíncter bem enrugado. E começou a molhar ele, a tentar enfiar a língua e provar aquele gosto fedido. A Lucy, fascinada com o comportamento porco da amiga, se levantou pra sentar do lado direito do marido e poder bater uma pra ele enquanto a amiga chupava o cu dele. O Lolo gemia com os puxões da esposa e a umidade da língua. O Lucho, igualmente hipnotizado por aquela puta, se reclinou o máximo que pôde, levantando as pernas e dobrando elas sobre os ombros, com a racha toda aberta e aparecendo na borda do sofá.

— Chupa o meu também, puta, vai, porra…

A Pilar se ergueu e se moveu pro Lucho. O Lolo abaixou as pernas e a esposa continuou mexendo no pau dele, inspirados com a nova cena. Ela se curvou de novo pra lamber aquele cu branco e peludo, um pelo amarelado igual o cabelo dele, com nádegas brancas e robustas. Passava a língua inteira por cima, encharcando de saliva e cutucando com a ponta o buraco, sentindo o fedor que vinha de dentro. O Lucho batia uma e os ovos batiam na testa dela. Ela cheirava igual uma cadela no cio. vadia, com a língua toda pra fora, babando naquele cu, até que o Lucho baixou as pernas pra sair do sofá e se ajoelhou atrás dela. Primeiro deu umas palmadas, depois abriu a racha e enfiou aquela rola curva na buceta, começando a foder com força e velocidade. A Pilar começou a gritar que nem uma louca, com meio peito em cima do sofá e as tetas esmagadas contra as almofadas. O Lucho batia forte e agarrou ela pelos cabelos, obrigando ela a levantar a cabeça.

Cê gosta, vadia?

Sim…

Ele acelerou, bombando muito rápido, fazendo o barulho da batida na bunda ecoar pela sala toda. A Lucy batia mais forte pro marido dela, vendo como o Lucho tava fodendo a Pilar. As estocadas eram tão violentas que a rola escorregou e saiu da boceta. Na hora, começou a jorrar um líquido viscoso e transparente entre os lábios da xota, pingando sem parar no chão. A Pilar ofegava com a cabeça virada pro casal, vendo como a amiga batia uma pro marido dela, inspirada pelo sofrimento safado.

Olha como a filha da puta goza – comentou o Lucho.

O Lucho enfiou agora no cu dela, com a mesma violência, puxando os cabelos pra levantar a cabeça dela do sofá, pra as tetas dela balançarem na frente do outro casal, mas gozou logo, derramou porra pra caralho, em vários jatos, ela sentiu ele enchendo ela de porra fresca. E quando tirou a rola, a Pilar não conseguiu se segurar com a onda de prazer que tomou conta dela e acabou se mijando, um jato saiu da buceta dela inundando os azulejos ao redor dos joelhos e respingando nos genitais do Lucho, que se levantou recuando. O Lolo e a Lucy levantaram juntos pra ver ela se mijando, enquanto ela continuava batendo no pauzão do marido dela.

Tava mesmo precisando – disse o Lolo, impressionado.

Ela tá se mijando, a putinha – completou o Lucho, vendo a Lucy sorrir –. Cê tá bem, guria?

A Pilar, ainda ofegando pra Expulsar a luxúria, ela assentiu, virando-se e apoiando a bunda na poça de mijo, com as costas encostadas na borda do sofá. Olhou para eles submisso, os três a rodeavam, de pé, com a Lucy batendo uma punheta no marido enquanto curtia a cena inédita. Lucho se inclinou em direção à Pilar e com uma mão apertou as bochechas suadas dela.

— Cê gosta de chuva dourada, porca? — Ela não respondeu, mas o olhar dela transbordava vício, e manteve os olhos suplicantes. — Cê gosta, sua puta.

Jesus chorava no escuro do corredor diante daquela situação patética. Lucho se endireitou de novo, segurou a rola e baixou ela, apontando pra Pilar. Ela olhou pra ele e em segundos ele começou a mijar nela, um jorro potente se estralando na testa dela e espirrando pra todo lado. Pilar fez uma careta com os olhos fechados e a boca meio aberta, saboreando aquele caldo amarelado que escorria pela cara dela, que molhava o cabelo e o corpo inteiro. Os filetes corriam rápidos pelos peitos e pela barriga até umedecer os pelos da buceta. Foi uma mijada da porra, deixou ela ensopada. Lucho se inclinou e deu uns tapinhas nas bochechas dela.

— Cê gostou, sua vaca? Responde…

— Sim — disse ela, ofegante.

— Cê gosta de lamber cus e de tomar mijo na cara, cê me agrada, sua puta.

Ele se endireitou de novo enquanto Lolo ofegava apressado. Lucy acelerou as batidas na rola e apontou pro corpo da amiga. Pilar virou a cara pra eles e na hora, grossos respingos de porra choviam na cara dela, se misturando com o mijo que escorria do cabelo. Lucy manteve a rola apontada pra ela.

— Ela tá doida por isso, amor — incentivou o marido.

Ele baixou um pouco mais a rola e mijou na xereca, um jorro fino que encharcou todo o pelo e alagou a frestinha, aumentando a poça onde ela continuava sentada. Depois de escorrer a rola com respingos nos peitos, Lucy se colocou em cima dela, abrindo as pernas na altura da cara. Flexionou elas de leve e Pilar olhou pra boceta da amiga. de boca aberta. E esperou até que um jato disperso chovesse no seu rosto, enchendo-lhe a boca e deixando-a ainda mais perdida, com o rímel escorrendo pela cara, assim como o batom dos lábios, tudo misturado com as fileiras de urina. Ela teve que engolir um pouco, mas o resto vomitou sobre os peitos. Lucy se afastou. Jesus recuou para o quarto, deixou sua mulher banhada pelos três mijões e pela gozada do Lolo, sentada sobre uma grande poça de mijo e rodeada por todos eles, que curtiam aquela humilhação. Jesus passou a noite toda sentado na beira da cama com a testa apoiada na mão, abrigado pelo pânico que aquela situação dantesca lhe causava. Sua esposa tinha enlouquecido, tinha virado uma ninfomaníaca descontrolada, e ele estava pagando as consequências, estaria pagando pelo resto da vida.

Naquela mesma sexta-feira, Marta e Pablo estavam na discoteca Thumb e lá encontraram o primo Lucas e o amigo Curro, o cara pra quem uns dias antes ela tinha feito um boquete no carro. Diante dos efusivos cumprimentos dela e do Curro, Pablo sentiu ciúmes e meio encolhido. O amigo de Lucas não parava de olhar pra ele e mandar sorrisinhos. A noite foi esquentando, foram bebendo doses, fumando baseados e cheirando umas carreiras de coca. Pablo começou a se sentir à vontade, estava se divertindo e o Curro, apesar dos olhares que dava pra namorada dele, se comportava de forma legal com ele. Marta estava linda com um vestido solto de linho, preto, com decote em V e alças finas. Lucas chamou a prima pra dançar e foram pra pista dançando bem coladinhos, com os rostos se olhando intensamente, feito dois pombinhos apaixonados. Pablo estava com o Curro no bar. Marta quando bebia ficava muito boba e já tinha começado com as risadas e a intimidade. Curro apontou pro casal.

Parecem dois pombinhos, hein? Qualquer um diria que são primos -. Pablo abriu um sorriso besta -. Fica com ciúme de ver ela dançar com outro cara?

Teve que dar uma golada no copo.
- Não tem problema – disse ele, envergonhado com a pergunta.
- Olha como ele toca nela – provocou Curro -. Ela é muito gata e está muito gostosa, né?
- Sim.
- Qualquer cara fica com vontade de comer ela, ela é um tesão, né?
- Sim.
- Você também é muito bonito.
- Valeu.
- Você come ela muito?
- De novo aquele sorriso idiota antes de dar de ombros.
- Bom, a gente não tem muito tempo nem muito espaço.
- Ela é de dar água na boca. Desculpa, mano – deu uns tapinhas nas costas dele -, mas sua namorada me deixa de pau duro, o que eu posso fazer, não tem problema, né?
- Não.
- Ela tem uma buceta do caralho. Outro dia eu bati uma pensando nela. Você não liga, né?
- Não tem problema.
- Os dois beberam do copo ao mesmo tempo com o clima da conversa esquentando.
- Com certeza você já fez o mesmo com gente que conhece, ou não? – Mostrou um novo sorriso nervoso -. Aposto que até bateu uma pensando em algum cara…
- Que cara você é… – disse ele com a voz trêmula, os nervos à flor da pele.
- Você tem cara de viado, mas não tem problema…
- Lucas e Marta voltaram da pista e se juntaram aos dois, baixando o tom da conversa. Lucas ainda tinha um braço na cintura dela como se fosse dele, um gesto que alertou o desespero nervoso que Pablo estava sentindo. Mas Curro já estava solto e, depois de mais uns baseados e mais uns copos, sugeriu subir para uma das salas reservadas do primeiro andar. Deu um tapinha na bochecha de Pablo.
- Vamos, machão, ainda é cedo e lá a gente fica mais à vontade, dá pra conversar, tem música e tudo. Sua namorada ficou com a gente dois no sábado passado – Pablo olhou de lado para ela, e ela desviou o olhar -. Como você se divertiu, gostosa? Conta pra esse machão.
- Nossa, foi demais.
- Então vamos – animou Lucas -. O que a gente tá esperando?
- Alugaram a mesma sala do sábado passado. Pablo continuava na dele, retraído, mas, por causa dos nervos, não parava de beber. Curro sentou numa ponta do sofá e Pediu que ela se sentasse ao lado dele, à esquerda. Lucas tratou de colocar a música, uma balada lenta pra dançar.

"Vamos, Martita, um copo pra cada um." Obediente, ela se virou pro minibar e se curvou pra pegar copos e gelo lá dentro. Curro deu um cutucão leve no Pablo. "Olha que bunda gostosa que a tua namorada tem. Ummm, que delícia que ela deve ser. Eu fico louco com essa filha da puta, tu não sabe o tesão que a tua namorada me dá..."

Pablo não disse nada, só sorriu feito um idiota, olhando de canto pro volume que pulsava debaixo da calça do Curro. Martita, como uma empregada de todos eles, entregou um copo pra cada um e logo foi pra perto do primo Lucas, que virou pra ela sussurrando coisinhas no ouvido e fazendo ela rir, alisando o cabelo dela e tocando nas costas. Ele a puxou pra dançar na frente deles, bem colados, com os peitos esmagados contra o peitoral dele, se olhando sério.

"Olha, Pablito, o primo dela quer comer ela. Tu tem sorte, ela é muito gostosa, não te dá tesão ver ela com o primo?"

A pergunta deixou ele gelado, e ele precisou de uns segundos pra se acalmar.

"Pff, ela tá meio bêbada", disse, atordoado.

Lucas foi deslizando as mãos devagar até plantá-las na bunda da prima, por cima do vestido, apalpando de leve.

"Olha como ele toca nela, tá deixando ela com tesão. Tu tá de pau duro, filho da puta?"

"Sei lá, tô meio tonto."

"Ou tu já gozou? A tua namorada disse que tu é meio mariconete, que goza antes de piscar." Pablo olhou sério pra ele bem na hora em que Lucas se jogou pra beijar a prima com paixão, e ela correspondeu do mesmo jeito, sem se importar com a presença do namorado. "Olha como eles se beijam, não me fala que tu não tá de pau duro." Ele tocou a região da braguilha. "Que duro que tá, quer ver a minha rola, neném?"

"Tô com vergonha..."

Sem parar de se beijar, Lucas foi enfiando as mãos por baixo do vestido dela e levantando até a cintura, deixando exposto o rabão da namorada dele, com a tirinha fina da calcinha fio dental enfiada no meio da racha. Ele apertou as nádegas dela com beliscões enquanto continuavam se beijando. Curro desabotoou o cinto e não demorou pra baixar a calça e a cueca, deixando à mostra o pauzão dele todo duro.

“Vai, neném, bate uma pra mim enquanto o Lucas apalpa a bunda da sua namorada.”

Entre o pânico e a vergonha, e também por causa daquela dose de prazer que a veia homossexual profunda e reprimida dele proporcionava, ele esticou o braço esquerdo e envolveu aquele pauzão, sacudindo ele timidamente, excitando o cara enquanto via o Lucas apalpando a bunda da namorada dele.

“Bate mais forte, neném.”

Pablo acelerou o movimento do braço pra bater mais forte. Ele via as bolas do cara balançando com os puxões. Lucas virou a Martita de costas, abraçando ela por trás.

“Olha que viadinho o teu namorado, olha como ele tá batendo punheta.” – Ele pegou a mão dela e foram juntos pro outro lado do sofá, a poucos centímetros de onde Pablo batia uma pro Curro – “Vai, putinha, chupa ele, quero ver esse viadinho.”

Enquanto Lucas terminava de se despir da cintura pra baixo, Marta esperou em pé, observando o namorado dela batendo uma pro pau do Curro. Eles se olharam na cara. Pablo se sentiu humilhado, um ser inferior e manipulado, mas não tinha mais volta. Lucas se sentou reclinado no sofá, com as pernas abertas e o pau completamente duro. Marta se ajoelhou, pegou o pau dele pela base e se curvou pra lamber, com o vestido na cintura e a bunda de fora, só com a tirinha da calcinha fio dental escondida no fundo da racha. Pablo podia ouvir as chupadas e os estalos da saliva, o movimento da cabeça dela mamando, embora pelo cabelo não desse pra ver como ela fazia.

“Quer chupar ele também, neném, igual tua namorada?” – perguntou o Curro – “Vai, ajoelha e faz um boquete nela igual ela.”

Os dois namorados na mesma posição, ajoelhados entre as pernas, mamando paus. Marta tinha se jogado de cabeça. lambendo os ovos dele e derramando muita saliva sobre eles. Pablo só descia com os lábios pelo caule grosso e voltava a subir até a glande, sempre no mesmo ritmo. Lucas levantou as pernas pra bunda ficar pra fora da borda.

Chupa minha buceta, deixa teu namorado ver o quão vadia você é…

Deram tempo de se olharem antes dela começar a chupar o cu do primo. Viu ela esticar a língua e molhar o cu peludo dele com lambidas grossas. Os segundos passavam, o namorado continuava mamando a pica do Curro e a namorada molhando o cu do Lucas. Até que o primo baixou as pernas e se levantou de repente, deixando Marta de joelhos, com a boca toda babada de tanto cuspir saliva. Puxou o vestido dela pra cima, tirando pela cabeça e deixando ela só de fio dental e peitos de fora, que balançaram com o movimento. Lucas andou até se ajoelhar atrás de Pablo e começou a puxar a calça dele pra baixo. Pablo continuava mamando a pica do Curro. Marta andou de joelhos até o cu do namorado e abriu ele com força pra prima encostar a pica no ânus. Ajudou a enfiar, foi metendo devagar, até Pablo erguer o peito dolorido, parando de mamar. Lucas começou a foder ele, na frente da namorada, tirando metade da pica e enfiando seco. Ao mesmo tempo, Marta ordenhava a piroca do namorado, até que ele cuspiu umas gotinhas de porra no chão.

Já gozou o viadinho – disse Curro se levantando, deixando Pablo se apoiar com as mãos na borda do sofá pra aguentar as investidas.

Os peitos da namorada roçavam nas costas dele. Ouvia eles zoarem, mas ele mantinha a cabeça erguida aguentando a dilatação do cu. Lucas tirou a pica e Marta se curvou pra chupar. Tava quentinha, recém-saída do cu do namorado, com gosto de bosta. Lucas não aguentou e derramou porra na boca da prima, porra que ela foi engolindo sem derrubar uma gota. Depois foi Curro quem se ajoelhou atrás de Pablo pra abrir o cu dele com a pica grossa, metendo rápido sem parar, enquanto Marta observava a pica indo e vindo, entrando e saindo do cu do namorado dela. Curro gemeu que nem um louco quando encheu o cu de porra e, ao tirar a pica, Marta sacudiu ela antes de chupar pra pegar os restos, restos de sêmen e restos que vieram do cu do namorado dela. Curro deu um tapa na bunda de Pablo. Do cu dele escorria porra gelatinosa que descia até as bolinhas dele.

A puta viada…

Curro e Lucas se levantaram e ajudaram Marta a se erguer. Entre os dois, cercaram ela, babando o corpo inteiro, puxando e rasgando a calcinha fio dental, balançando os peitos dela e abrindo o cu, agarrando a buceta e deslizando as línguas por todo o corpo. Ela pegava nas picas deles, se deixando sacudir como uma boneca de pano. Pablo, ainda deitado no sofá, depois de ter sido comido por dois homens na frente da namorada, olhou pra eles por cima do ombro e se sentiu o maior lixo do mundo. Babavam e tocavam ela por todo lado, iam foder ela. Depois de ser humilhado, ele soube que ali terminava a história dele com Marta. Seria um tormento pro resto da vida.

Ele ouvia a esposa gemer no quarto ao lado, fodendo com o sobrinho Lucas. Era sábado à noite e Jesus fazia uma malinha. Tinha que vazar, não aguentava mais. Ela tinha se empenhado em humilhar ele uma vez atrás da outra. Pilar tinha deixado um envelope com três mil euros de gorjeta. Ele fechou a mala e trancou. Colocava os objetos do banheiro numa nécessaire quando ouviu a porta da rua. Com certeza era a filha dele e com certeza ia descobrir a treta, que a esposa ia levar um susto quando a filha visse ela fodendo com o sobrinho. Ele entreabriu a porta e viu ela passar em direção ao quarto onde eles estavam. Marta entrou sem avisar e pegou os dois na cama. Os dois estavam nus, deitados de lado, com Lucas rebolando em cima da bunda da mãe dele, fodendo ela com gosto. Os dois gemendo igual uns loucos. Lucas metia forte, abrindo a buceta dela, apertando os peitos dela, beijando a nuca dela.

Mãe!

Os dois amantes viraram de repente pra ela, ficando deitados de barriga pra cima. Pilar se levantou de boca aberta, cruzando os braços sobre os peitos, como se fosse se esconder.

Filha!

Lucas continuou deitado, com o pau molhado dos fluidos vaginais.

Sua mãe te quer. Quer se juntar a gente?

Jesus não conseguia ouvir nada, só via o clarão vindo do quarto, mas era óbvio que eles tinham sido descobertos. Ele andou devagar pra espiar, e aí levou o maior susto da vida dele. Marta estava deitada de barriga pra cima na cama com as pernas abertas, completamente nua. Lucas estava ajoelhado em cima da cara dela e ela levantava a cabeça pra chupar a bunda e as bolas dele enquanto ele batia uma. A esposa dele continuava ajoelhada entre as perninhas da filha, sentada nos calcanhares e curvada sobre a virilha da Marta, molhando a buceta dela com a língua, abrindo a rachinha e cuspindo dentro pra depois espalhar a saliva. Uma cena do caralho que acabou destruindo a alma de Jesus. Ele foi embora de casa. Perdeu o emprego. Acabou largado na rua igual um mendigo enquanto o sobrinho dele, Lucas, comia a esposa e a filha dele e se aproveitava de tudo que era dele. FIM DA HISTÓRIA

2 comentários - Encontros imorais com a prima e a tia

Hey! Magnifico relato, bastante "psiquis" jajajajaja, bien por ti! Voy por los demás!