Naquela época, meus estudos não iam nada bem, então meus pais resolveram me arrumar um professor particular. Tenho que dizer que não gostei nem um pouco da ideia, mas no fim aprendi mais do que esperava em todos os sentidos. Posso afirmar que acabei adorando estudar por razões imperativas que contarei depois.
Meus pais não demoraram muito para encontrar um professor pra mim, filho de um amigo do meu pai. Es tal professor não demorou a desistir, porque não conseguia dar conta dos meus estudos, já que precisava de mais tempo para os dele.
Então a irmã dele, que na época tinha 19 anos (um ano a mais que eu), não demorou a se oferecer pra me ajudar, querendo ganhar uma graninha pra faculdade.
Ela era morena, tinha uns olhos castanhos que irradiavam uma luz especial, pele morena (dava pra ver que tinha pegado sol no verão), uns lábios carnudos. O corpo dela era uma delícia, devia ter uns 95 de peito no mínimo, a cintura acho que era uns 62 e o quadril uns 90 perfeitos (Ah, ainda lembro como a bunda dela balançava quando andava…). Sim, ela tinha uma bunda bonita e firme, nem pequena nem grande, simplesmente perfeita. E ainda usava roupas justas com toda a naturalidade. Tenho que admitir que ficava louco estudando com ela e não demorei a bater uma punheta em homenagem a ela.
Quando já estava com ela fazia um mês (começamos a nos dar bem), uma tarde, resolvendo um problema difícil de matemática e vendo que não tava saindo, ela me incentivou dizendo que se eu acertasse, faria o que eu quisesse. Me esforcei pra valer, então não demorei a resolver. Ela perguntou:
- E então, o que você quer?
E eu respondi: - Quero te convidar pra festa de fim de ano da escola, vai ter dança e open bar (o que vocês pensaram? Sou um cavalheiro).
- Tá bom, aceito - disse ela.
Eu já tava todo molhado, só de pensar naquele dia, já ficava duro. E finalmente chegou. Ela vestia um vestido bem justo e decotado. Tava uma gostosa. Na festa, a gente bebeu bastante e depois... Dançamos juntos, não consegui disfarçar minha ereção enorme, causada pelo roçar dos peitos dela no meu peito. Uma vez até enfiei minha ferramenta bem no umbigo dela, e ela respondeu com um sorrisinho safado.
Quando a festa acabou, nós dois estávamos bem bêbados e me ofereci para acompanhá-la até em casa. Na porta, ela disse como tinha se divertido e comentou, bem provocante, a porrada que eu tinha dado com meu pau e, para minha surpresa, me ofereceu a chance de subir no apartamento dela, o que aceitei felizão.
Lá em cima, começamos a nos beijar, ela pediu desculpas e foi ao banheiro por um momento, voltou de calcinha e sutiã e com uma camisinha na boca (Que tesão!). Na sequência, me despi até ficar de cueca. Ela puxou minha cueca para baixo e ficou um tempinho olhando meu pau duro. Começou a beijar minha cabeça, depois passou a língua por todo o tronco enquanto arranhava de leve minhas bolas e depois dedicou um tempo a elas com a boca.
Então engoliu ele inteiro, passou os lábios por todo o meu pau, fazendo uma pressão especial com eles, minha cabeça aparecendo, quando não estava no fundo da garganta dela, ficava entre a língua brincalhona que não parava de me acariciar. Como bom novato, não demorei muito para gozar e jorrei na boca dela, fazendo-a tossir com o jato de porra; ela comentou que nenhum garoto antes tinha gozado na boca dela, mas que eu era eu e ela não ligava.
Eu me preparei para retribuir o favor, então me ajoelhei na frente dela e, apalpando a bunda linda dela, puxei a calcinha para baixo, que já estava bem molhada. Assim como ela fez, fiquei um tempinho olhando as partes dela, embriagado pelo cheiro peculiar. Beijei o umbigo e a barriga dela, ela estendeu a mão para me acariciar e eu também beijei a mão dela.
Desci mais, beijei os lábios externos dela e depois aprofundei com a língua, e ela respondeu com um gemido longo; passei a língua de cima para baixo entre as dobras dela, era como uma espécie de peixe nadando na umidade dela. Sua A respiração foi acelerando e eu resolvi seguir os passos recomendados num certo texto e peguei o clitóris dela com meus lábios; ela reagiu com um orgasmo forte e demorado. Eu fiz meu o prazer dela.
Depois de um tempo, quando ela já tinha se recuperado, colocou a camisinha na boca. Na mesma hora, comentei que era virgem, ela estranhou pra caralho, porque disse que eu chupava como um puta profissional.
Ela, gentil, me apoiou no sofá dela e falou pra eu não me preocupar, que ia ser o máximo de complacente com o aluno dela, já que ia fazer de mim um homem.
Sentou-se de pernas abertas e começou a fazer um movimento de trote lento enquanto passava a mão na minha bochecha e me dava um beijo longo. Foi acelerando, e eu, na emoção, levantei o tronco pra minha cara ficar na altura dos peitos dela e depois apalpei e lambi como se fosse a última vez; peguei nos mamilos dela, que estavam duros e soltavam um calor estranho, brinquei um pouco com eles porque eram uma delícia de tocar. Com uns 40 segundos de começo, já comecei a sentir que ia gozar; ao ver isso, ela parou, me beijou e falou que queria que durasse um pouco mais pra me aproveitar ao máximo. Uns 10 segundos depois, já dava pra continuar, então peguei ela pela cintura pra assumir um papel mais ativo.
Dessa vez, a foda foi bem mais rápida, e pra minha surpresa, aguentei melhor do que nas outras vezes. Nessa hora, reparei na cara dela, tão gostosa, expressando por si só o prazer que sentia; pra aguentar mais, desviei o olhar dela, porque só de ver já dava vontade de gozar e eu queria dar mais conta, já que as minas demoram mais pra chegar no orgasmo. Acho que ela teve um orgasmo, mas conseguiu continuar e, daí a pouco, no meu frenesi final, anunciei de novo que ia gozar; ela não parou, na verdade acelerou muito mais e começou a ofegar, até que finalmente descarreguei minha porra na camisinha. Ela tirou de mim, me olhando com os olhos brilhando, tinha o rosto rosado e o corpo também, acho que por causa da excitação que tava sentindo. Nós dois deitamos pra descansar e eu decidi ficar pra "dormir", liguei pros meus pais falando que ia dormir na casa de um amigo. Depois ela me ensinou umas posições, até que no final eu falei que não aguentava mais, ela disse que então o melhor era praticar um 69 pra relaxar... Foi a melhor noite da minha vida.
Depois dessa primeira experiência, ela parou de me dar aulas, mas a gente continuou se vendo pra praticar outras matérias. Não chegamos a namorar porque ela teve que ir pra Alemanha estudar.
Meus pais não demoraram muito para encontrar um professor pra mim, filho de um amigo do meu pai. Es tal professor não demorou a desistir, porque não conseguia dar conta dos meus estudos, já que precisava de mais tempo para os dele.
Então a irmã dele, que na época tinha 19 anos (um ano a mais que eu), não demorou a se oferecer pra me ajudar, querendo ganhar uma graninha pra faculdade.
Ela era morena, tinha uns olhos castanhos que irradiavam uma luz especial, pele morena (dava pra ver que tinha pegado sol no verão), uns lábios carnudos. O corpo dela era uma delícia, devia ter uns 95 de peito no mínimo, a cintura acho que era uns 62 e o quadril uns 90 perfeitos (Ah, ainda lembro como a bunda dela balançava quando andava…). Sim, ela tinha uma bunda bonita e firme, nem pequena nem grande, simplesmente perfeita. E ainda usava roupas justas com toda a naturalidade. Tenho que admitir que ficava louco estudando com ela e não demorei a bater uma punheta em homenagem a ela.
Quando já estava com ela fazia um mês (começamos a nos dar bem), uma tarde, resolvendo um problema difícil de matemática e vendo que não tava saindo, ela me incentivou dizendo que se eu acertasse, faria o que eu quisesse. Me esforcei pra valer, então não demorei a resolver. Ela perguntou:
- E então, o que você quer?
E eu respondi: - Quero te convidar pra festa de fim de ano da escola, vai ter dança e open bar (o que vocês pensaram? Sou um cavalheiro).
- Tá bom, aceito - disse ela.
Eu já tava todo molhado, só de pensar naquele dia, já ficava duro. E finalmente chegou. Ela vestia um vestido bem justo e decotado. Tava uma gostosa. Na festa, a gente bebeu bastante e depois... Dançamos juntos, não consegui disfarçar minha ereção enorme, causada pelo roçar dos peitos dela no meu peito. Uma vez até enfiei minha ferramenta bem no umbigo dela, e ela respondeu com um sorrisinho safado.
Quando a festa acabou, nós dois estávamos bem bêbados e me ofereci para acompanhá-la até em casa. Na porta, ela disse como tinha se divertido e comentou, bem provocante, a porrada que eu tinha dado com meu pau e, para minha surpresa, me ofereceu a chance de subir no apartamento dela, o que aceitei felizão.
Lá em cima, começamos a nos beijar, ela pediu desculpas e foi ao banheiro por um momento, voltou de calcinha e sutiã e com uma camisinha na boca (Que tesão!). Na sequência, me despi até ficar de cueca. Ela puxou minha cueca para baixo e ficou um tempinho olhando meu pau duro. Começou a beijar minha cabeça, depois passou a língua por todo o tronco enquanto arranhava de leve minhas bolas e depois dedicou um tempo a elas com a boca.
Então engoliu ele inteiro, passou os lábios por todo o meu pau, fazendo uma pressão especial com eles, minha cabeça aparecendo, quando não estava no fundo da garganta dela, ficava entre a língua brincalhona que não parava de me acariciar. Como bom novato, não demorei muito para gozar e jorrei na boca dela, fazendo-a tossir com o jato de porra; ela comentou que nenhum garoto antes tinha gozado na boca dela, mas que eu era eu e ela não ligava.
Eu me preparei para retribuir o favor, então me ajoelhei na frente dela e, apalpando a bunda linda dela, puxei a calcinha para baixo, que já estava bem molhada. Assim como ela fez, fiquei um tempinho olhando as partes dela, embriagado pelo cheiro peculiar. Beijei o umbigo e a barriga dela, ela estendeu a mão para me acariciar e eu também beijei a mão dela.
Desci mais, beijei os lábios externos dela e depois aprofundei com a língua, e ela respondeu com um gemido longo; passei a língua de cima para baixo entre as dobras dela, era como uma espécie de peixe nadando na umidade dela. Sua A respiração foi acelerando e eu resolvi seguir os passos recomendados num certo texto e peguei o clitóris dela com meus lábios; ela reagiu com um orgasmo forte e demorado. Eu fiz meu o prazer dela.
Depois de um tempo, quando ela já tinha se recuperado, colocou a camisinha na boca. Na mesma hora, comentei que era virgem, ela estranhou pra caralho, porque disse que eu chupava como um puta profissional.
Ela, gentil, me apoiou no sofá dela e falou pra eu não me preocupar, que ia ser o máximo de complacente com o aluno dela, já que ia fazer de mim um homem.
Sentou-se de pernas abertas e começou a fazer um movimento de trote lento enquanto passava a mão na minha bochecha e me dava um beijo longo. Foi acelerando, e eu, na emoção, levantei o tronco pra minha cara ficar na altura dos peitos dela e depois apalpei e lambi como se fosse a última vez; peguei nos mamilos dela, que estavam duros e soltavam um calor estranho, brinquei um pouco com eles porque eram uma delícia de tocar. Com uns 40 segundos de começo, já comecei a sentir que ia gozar; ao ver isso, ela parou, me beijou e falou que queria que durasse um pouco mais pra me aproveitar ao máximo. Uns 10 segundos depois, já dava pra continuar, então peguei ela pela cintura pra assumir um papel mais ativo.
Dessa vez, a foda foi bem mais rápida, e pra minha surpresa, aguentei melhor do que nas outras vezes. Nessa hora, reparei na cara dela, tão gostosa, expressando por si só o prazer que sentia; pra aguentar mais, desviei o olhar dela, porque só de ver já dava vontade de gozar e eu queria dar mais conta, já que as minas demoram mais pra chegar no orgasmo. Acho que ela teve um orgasmo, mas conseguiu continuar e, daí a pouco, no meu frenesi final, anunciei de novo que ia gozar; ela não parou, na verdade acelerou muito mais e começou a ofegar, até que finalmente descarreguei minha porra na camisinha. Ela tirou de mim, me olhando com os olhos brilhando, tinha o rosto rosado e o corpo também, acho que por causa da excitação que tava sentindo. Nós dois deitamos pra descansar e eu decidi ficar pra "dormir", liguei pros meus pais falando que ia dormir na casa de um amigo. Depois ela me ensinou umas posições, até que no final eu falei que não aguentava mais, ela disse que então o melhor era praticar um 69 pra relaxar... Foi a melhor noite da minha vida.
Depois dessa primeira experiência, ela parou de me dar aulas, mas a gente continuou se vendo pra praticar outras matérias. Não chegamos a namorar porque ela teve que ir pra Alemanha estudar.
2 comentários - Eu e minha professora particular gostosa