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Oi. Me chamo Luci e tenho 24 anos. Tenho mais ou menos 1,70m e meu peso fica em torno de 56 kg, dependendo da época do ano. Minhas medidas são 91 de peito, 61 de cintura e 89 de quadril. Meu cabelo é da cor negro-azeviche, e aposto que se vocês pudessem me ver, diriam que sou bem gostosa, nunca tive problemas para atrair homens. Meus olhos são verdes e a melhor parte do meu corpo provavelmente são os peitos, embora muitos homens também gostem das minhas pernas, que mantenho magras e em forma fazendo muita bicicleta e corrida. Tenho um diploma universitário, ganho mais de 10 milhões e meio de pesetas por ano, moro em uma casa própria e meus armários estão cheios de roupas caras e luxuosas. Tenho orgulho de poder dizer que comprei tudo isso com meu próprio dinheiro. Trabalho para uma grande empresa em uma grande cidade, e gosto muito de sair e fazer amigos.
Agora, depois de me apresentar, acho que vocês vão gostar de saber por que decidi colocar algumas das minhas experiências sexuais no papel. Tenho sido sexualmente ativa desde os 15 anos, começando com as primeiras tentativas de uns garotos da escola de me apalpar e meter a mão, passando por vários casos quentes na faculdade, até chegar aos muitos relacionamentos realmente bons e satisfatórios que tive desde que me formei. No momento, não estou saindo com nenhum homem em particular, mas é assim que mais gosto.
Dá pra dizer que tenho uma perversão um pouco particular. Adoro sêmen. Esperma. Porra. Leite. Gozo. Tanto faz como você quiser chamar, eu adoro. Amo a sensação do sêmen no meu corpo, posso senti-lo quase por toda parte. Adoro a sensação quente, úmida e pegajosa que ele deixa em mim. Adoro o cheiro, aquele tipo de aroma forte, meio de amido que ele tem (embora seja diferente de homem para homem). Amo a textura. Até gosto de pensar no sêmen, e no fato de que é meu atrativo que faz um homem gozar. Eu adoro ver homens se masturbando por mim, e quanto mais, melhor! A maioria das minhas primeiras experiências sexuais consistiam em fazer uma punheta para um cara, ou ainda melhor, assistir ele batendo uma, e a visão daquela pica pulsando e depois o olhinho se abrindo e a porra jorrando me deixava completamente maluca. E acho que sou diferente da maioria das mulheres nesse aspecto. A maioria das minhas amigas parece que fica arrepiada só de pensar em um homem gozando. Elas acham nojento ou doentio e quase sempre encontram um jeito de tirar isso dos seus corpos o mais rápido possível, correm pro banho e separando os lábios da buceta lavam tudo no bidê, ou então limpam com um lençol ou uma toalha ou qualquer outra coisa. EU NÃO SOU ASSIM! Eu adoro a sensação do sêmen.
Posso sentir quando um homem goza na minha buceta. Sinto cada jato, se for forte o suficiente. Mas tenho que admitir, prefiro ver do que sentir. Então não reclamo se ele quiser tirar e gozar no meu púbis ou na minha barriga ou em qualquer outro lugar. Quando ele faz isso, adoro esfregar a porra com o dedo e sentir ela se espalhando pela minha pele. Eu depilo os lábios da buceta e a maior parte dos pelos ao redor, e deixo só um caminhinho até o topo do meu monte de Vênus. Acho que, ao longo de todos esses anos, já esfreguei litros de porra na minha pele, e espero continuar fazendo isso com o passar dos anos (e não é trocadilho!).
Muitos dos homens com quem eu saio gostam de ver filmes pornô comigo, e se você já viu algum, sabe que o ponto alto de todos eles é invariavelmente quando o homem tira a pica do buraco onde ela estava enfiada e se masturba até gozar em cima da garota ou garotas que estão com ele. Não tenho certeza do porquê a sequência da gozada é tão necessária, mas me parece que tem algo a ver com a melhoria do aspecto visual do ato de foder. Pelo visto, um close da buceta de uma mulher com a porra escorrendo pra fora não é excitante o suficiente. Já li alguns comentários sobre filmes pornô que falam sobre como as sequências de gozada são bobas e inúteis e pouco realistas, mas puta que pariu, a razão de ser de um filme adulto é a fantasia, não a realidade, né?
Minha cena favorita de gozada é quando o homem goza na cara de uma mina. Eu meio que transformei num hobby analisar as reações de várias garotas às gozadas, e é muito interessante. Algumas meninas jogam a cabeça pra trás ou tentam desviar, como se tivessem com medo de levar porra nelas. Outras parecem que se jogam pra buscar, dá pra ver que curtem ser meladas. Digo, se elas estão no negócio do pornô, é porque devem estar acostumadas com toda essa quantidade de sêmen. Mas é surpreendente como algumas delas podem foder e chupar com total naturalidade, e quando finalmente o homem vai gozar na direção da cara delas, se desviam na hora. Tem um ator em particular que eu já vi em um monte de filmes, acho que o nome é Peter North, que goza como ninguém que eu já vi. Já vi ele gozar em algumas minas que tiveram sorte de não se afogar na porra dele. O problema da maioria dos homens que eu vejo é que não sabem controlar pra onde disparam a porra uma vez que começam a gozar - espalham pra todo lado, e você tem sorte se metade acerta o alvo!
Enfim, como eu estava dizendo, eu gosto de ver gozada na cara, algo que acho que parece estranho pras mulheres. Na real, entendo que seja popular entre muitos homens. Só tem uma coisa que eu gosto mais do que ver cenas de gozada na cara e é QUE FAÇAM ISSO COMIGO! Prefiro levar porra na minha cara a ter em qualquer outra parte do meu corpo, tanto por dentro quanto por fora. Por alguma razão, isso deixa o homem tremendamente excitado, e eu também. A primeira vez que levei porra na cara foi quase por acidente. Estávamos transando, e por acidente, justo quando o cara começou a gozar, a gente se desconectou. O pau dele pulou pra fora da minha buceta e ele pegou e bateu uma até o primeiro jorro forte sair - e me acertou em cheio na boca! Eu dei um pulo de surpresa e só consegui ficar deitada lá enquanto ele soltava o resto do sêmen no meu umbigo e nos meus peitos. Mas eu lambi os lábios e adorei a sensação suave e quente do sêmen ali em cima de mim. Sério, eu mamo pau há muito tempo e nunca tive nojo de engolir porra se o homem com quem estou quiser que eu faça isso, mas normalmente o pau tá bem enfiado na minha boca quando ele goza, então nem dá pra sentir o gosto direito.
Bom, aquela foi minha primeira experiência com o assunto. Agora, eu prefiro que meus homens tirem o pau, batam uma e gozem por toda a minha cara se conseguirem. Eu adoro transar do jeito tradicional e normalmente gozo fácil. Mas não tem nada que termine melhor uma boa sessão de amor do que seu parceiro mostrar o quanto te aprecia jorrando um ou dois ou três jatos de sêmen quente e salgado na sua cara. Quando isso acontece, eu consigo sentir as paredes da minha buceta contraindo e às vezes, mas nem sempre, até consigo ter outro orgasmo. Eu esfrego o sêmen por toda a minha pele e lambo dos meus dedos. Gosto de ficar deitada ali uns instantes depois e sentir o sêmen secando e esfriando na minha pele.
Já levei porra na boca, nos lábios, nas bochechas, no queixo, no nariz, na testa, no pescoço, na garganta, nos olhos (às vezes coça!), no cabelo, nos mamilos, no umbigo, no púbis, nas nádegas, nas costas, nas pernas e nos pés. Exceto em lugares como entre as omoplatas e talvez nas solas dos os pés, acho que já tive esperma em quase todas as partes do meu corpo em algum momento. Até uma vez um cara gozou na minha orelha - aquilo sim foi uma perversão! Já tive sêmen dentro da minha buceta, mas nunca dentro do meu cu. Acho que meu cu não é muito sensível para brincadeiras sexuais. Alguns homens já enfiaram o dedo, mas isso não me deu nenhum prazer, então nunca deixei ninguém me comer pelo cu. Às vezes no trabalho, se estou sonhando acordada ou pensando em coisas sexuais, gosto de imaginar os homens que vejo por ali gozando na minha cara. Normalmente não saio com homens que trabalham comigo, porque tenho um pressentimento de que minha pequena perversão pode me trazer problemas no trabalho - a direção da empresa é muito conservadora, e se soubessem que têm uma funcionária que anda por aí incentivando homens a plantar sementes na sua cara, talvez não levassem muito bem. Pior para eles!
Às vezes os homens são estranhos. Dão a impressão de que adoram quando você deixa eles gozarem na sua cara, mas não suportam a ideia de outro homem fazer isso. Uma vez disse a um cara com quem estava saindo, meio brincando, meio sério, que gostaria que ele encontrasse meia dúzia de homens para virem uma noite na minha casa e me comerem, e que além disso queria que todos eles gozassem na minha cara. Assim que falei, ele pirou completamente - disse que era uma ideia estúpida e que de jeito nenhum me permitiria fazer aquilo. Isso vindo da boca de um cara que não fazia nem 2 minutos que tinha bombeado uma carga enorme de porra por toda a minha bochecha. Disse que ele tinha muita cara de me dizer que não ia me PERMITIR fazer aquilo, afinal era a minha cara que eu queria ver cheia de sêmen, não a dele. Mas ele não conseguia aceitar, então não demorou muito para terminarmos. Tenho a secreta esperança de que a atual namorada dele, se é que tem uma, não deixe ele gozar em nenhum outro lugar que não seja sua buceta, e depois limpar o sêmen rapidamente. Isso seria bem merecido.
Mas, voltando ao principal motivo pelo qual escrevi esta pequena história, pensei que seria uma boa ideia relembrar alguns dos melhores banhos de porra que já tomei, contar sobre eles e oferecer a vocês, garotas que possam estar lendo isso, algumas dicas para ajudar a se adaptarem a uma nova vertente MUITO SEXY dentro dos seus relacionamentos. Sei que algumas de vocês estão meio hesitantes sobre isso (eu também estava), mas garanto que, uma vez que experimentam, isso se torna uma das variações sexuais mais excitantes. E o seu homem vai adorar!
Parei alguns minutos e tentei lembrar e calcular quantas vezes fiquei encharcada de porra neste último ano. Contei todas as vezes, mesmo que tenham sido várias com o mesmo homem. Acho que foram mais de 70. Tenho um diário com todos os meus encontros e saídas, assim, quando quero me lembrar de uma noite ou dia específico que passei com alguns dos meus amigos, consigo recordar com bastante precisão o que aconteceu, embora muitas memórias tenham se misturado umas com as outras. Vou tentar destacar para vocês as mais memoráveis. Espero conseguir lembrar das melhores partes.
Em junho passado, eu estava saindo com um homem chamado Toni, um designer profissional. Ele era bem gostoso e bonito, embora estivesse longe de ser um Adônis, mas tinha um senso de humor magnífico e era muito honesto e aberto comigo. Isso eu gostava. Quase desde o início sabíamos que provavelmente não chegaríamos a lugar nenhum romanticamente falando, mas nos divertíamos muito juntos, e era isso que os dois queríamos. Uma noite, depois de ir ao cinema e fazer um bom jantar, voltamos para o apartamento dele e transamos por umas três horas. Eu chupei ele, ele me chupou, transamos e nos cansamos de tanto fazer. Ele comeu minha buceta por uns 45 minutos, e devo ter gozado umas 10 vezes. No final fiquei super sensível e tive que pedir pra ele parar. Subi em cima dele e envolvi o pau dele com minha boca. Não era muito comprido, uns 15 ou 17 centímetros, acho, mas tinha um formato bonito e estava sempre limpo e fresco. (Isso é outra coisa que esqueci de contar pra vocês, homens: se querem que uma mulher enfie o pau todo na boca, certifiquem-se de que está limpo e não cheirando como se não tivessem tomado banho há uma semana!) As bolas dele eram lindas, rolando no saco sob meus dedos. Chupei toda a extensão do pau dele e bombei minha boca pra cima e pra baixo por um tempo. Ele colocou as mãos no meu cabelo e me guiou pra cima e pra baixo, assim ele podia controlar a velocidade que queria. Então, parei um segundo pra recuperar o fôlego.
— Quer gozar assim, na minha boca? — perguntei.
Obviamente, é muito sexy pra um homem ouvir uma mulher dizer isso.
— Ai, Deus, sim — ele disse com um grunhido.
Então me deitei de costas, puxei ele até colocá-lo de cavalinho sobre meus peitos e coloquei um travesseiro sob minha cabeça. Envolvi ele com as mãos, agarrei as nádegas dele e enfiei o pau dele na minha boca de novo. Tinha só a pontinha do pau entre meus lábios e conseguia apertá-los contra a borda da cabeça. Então comecei a chacoalhar o resto do pau, bombeando ele na minha boca. Eu olhava pra cima, na direção do rosto dele, e ele olhava pra baixo, na direção do meu. Dava pra ver que eu tinha ele completamente no meu poder. Poderia ter parado e mandado ele pular pela janela, e ele teria pulado. Conseguia sentir o corpo do pau latejando, se preparando pra gozar, e o bumbum dele apertado, e então senti o primeiro jato de porra no fundo da minha boca. Rapidamente tirei o pau dele da boca e segurei na frente do meu rosto, ainda balançando ele. Ele jorrou 6 ou 7 vezes, acertando meu rosto, meus olhos, minha testa... Enfim, por toda parte. Senti a o néctar quente escorreu pelos meus lábios, pelo meu queixo e até pelo meu nariz.
Quando ele gozou, tive outro orgasmo, um pequeno dessa vez, mas bom mesmo assim. Finalmente ele terminou de gozar e então eu esfreguei a cabecinha dele por todo o meu rosto, espalhando a porra quente e passando bem na minha pele. Engoli o pouco que tinha na minha boca, depois abri e mostrei pra ele que não tinha sobrado nada. Ele deitou e me beijou, enfiando a língua onde o pau dele tinha acabado de estar. Aquilo foi gostoso. Passei o resto da noite com ele, e no dia seguinte recebi a porra dele na buceta, na barriga, nos peitos e mais uma vez na boca.
Numa outra vez, eu estava fora da cidade participando de um seminário. Ninguém mais da minha empresa tinha ido, então pensei que poderia soltar o cabelo e ser selvagem sem problemas. No primeiro dia, sentei com dois caras que trabalhavam numa empresa concorrente e começamos a conversar. Eles me pareciam bem atraentes, e com certeza me deram muita atenção, o que eu gostei. Saímos para almoçar juntos, e depois para jantar. Estávamos na porta do hotel, quando um deles sugeriu uma coisa.
— Ainda é cedo e não estou cansado. Por que a gente não sobe os três pro meu quarto pra conversar um pouco? — ele sugeriu quase timidamente.
— Claro — eu disse — Por que não? Mas antes quero passar no meu quarto pra me trocar e ficar confortável.
Nas caras deles apareceu uma expressão de decepção, já que eu estava usando uma saia bem curta, salto alto e uma blusa de renda bem leve, e provavelmente eles pensaram que "ficar confortável" ia significar colocar um moletom e uma camiseta ou algo assim. Em condições normais, era isso que eu teria feito, se fosse ficar sozinha. Mas eu estava com muito tesão e queria dar pra aqueles caras um tratamento que eles nunca esqueceriam. Sempre viajo preparada, então entrei pra me trocar e coloquei a saia mais curta que tinha trazido comigo, um modelo de couro de uns 15 centímetros. tão curta que era quase indecente, uma liga vermelha e meias brancas. Tirei o sutiã, mas deixei a blusa. Meus mamilos ficavam bem visíveis através dela, mas quem é que se importava, porra?
Quando bati na porta do quarto, um dos caras veio me atender. Quando ele me viu, pensei que ia ter um ataque cardíaco. Acho que, ao me ver vestida daquele jeito, ele percebeu que o que eu procurava não era exatamente conversa. Não me importei, porque era a verdade. Eu só queria sexo.
Sentei na cama e estiquei as pernas enquanto os caras (acho que os nomes eram Benjamim e Eduardo) se sentavam em duas cadeiras. Conversamos um pouco sobre isso e aquilo, e durante a conversa me certifiquei de puxar a saia descuidadamente para mostrar a parte de cima das meias. Não era muito, mas aquilo deixou eles a mil. Ao me ver, os olhos do Eduardo quase saltaram das órbitas.
— Nossa! Você está de meia! — disse ele, animado.
— Sim, vocês gostam? — respondi, corando.
Bom, uma coisa levou à outra e em 5 minutos os dois caras estavam deitados ao meu lado na cama, chupando meus mamilos. Já tinha participado de alguns ménages antes, mas fazia um tempo desde a última vez. Adoro sentir quatro mãos no meu corpo, dois pares de lábios me beijando por todo lado. Deitei na cama e aproveitei aquela sensação, enquanto as mãos deles percorriam meu corpo todo. Acho que a ideia de explorar o "sul" do meu corpo era muito tentadora para os dois, mas foi o Benjamim quem começou a acariciar minhas coxas, bem perto da parte de cima das minhas meias. Abri as pernas um pouco para incentivá-lo a subir mais. Finalmente, ele desabotoou minha saia e me livrou dela completamente. Minha blusa já tinha sumido antes, então agora eu estava deitada ali na cama só com minha liga e minhas meias. Fiz os caras se despirem para mim e notei que os dois tinham corpos realmente bonitos, embora O Benjamín era um pouco gordinho demais pro meu gosto. Depois, durante meia hora mais ou menos, eles me foderam revezando, mas antes eu pedi uma coisa.
– Podem me foder quantas vezes quiserem – falei – Mas não quero que gozem dentro de mim. Guardem a porra pra depois…
Falei isso com um brilho nos olhos, e acho que eles adivinharam perfeitamente o que eu tinha em mente. Então eles se revezaram, e quando um estava perto do orgasmo, tirava e descansava um pouco chupando meus mamilos ou me beijando, e o outro subia em cima de mim. Quem saiu ganhando com isso fui eu, porque fiquei com um pau duro dentro de mim por 20 minutos sem parar e gozei várias vezes. Percebi que o pau do Eduardo já estava pronto pra explodir, e o do Benjamín provavelmente estava chegando no mesmo ponto.
– Agora! Quero que gozem em mim – falei com a voz mais sensual.
Aquilo deixou eles completamente loucos. Posicionei eles de joelhos, um de cada lado do meu rosto, e comecei a ir de pau em pau, virando a cabeça e chupando a cabecinha de um, depois do outro, vendo como eles se masturbavam. Acho que eles nunca tinham tido outro pau tão perto do deles, porque o do Benjamín ficou um pouco mole no começo (homens são esquisitos assim, coloca um com o pau duro perto de outro pau e, quase sempre… pffft!), mas minha boca consegue deixar qualquer pau duro, então em alguns minutos os dois estavam no ponto.
– Quero que me encham de porra, meninos – falei sensual.
– Onde? Podemos gozar na sua boca? – um deles perguntou.
– Sim, sim, quero que gozem aí, e no meu rosto todo também – propus, sabendo que aquilo provavelmente faria eles gozarem sem volta.
Como se estivesse me dando razão, Eduardo gemeu e senti o pau dele pulsar e um jato de porra sair voando, acertando o lado do meu nariz. Virei pra ele, abri a boca e ele disparou de novo, dessa vez diretamente na minha boca e lábios.
- Agora, AGORA! - ouvi Benjamin dizer.
Então virei a cabeça e seu sêmen me atingiu imediatamente. Benjamin sacudiu o pau pra todo lado e a porra voava mais em pingos do que em jatos. Senti meu rosto todo encharcado, e aí veio o gozo do Eduardo atingindo o lado esquerdo do meu rosto. Aquilo me deixou louca! A porra chovia sobre mim enquanto os caras gemiam e rosnavam que nem uns doidos. Eduardo pôs a mão na minha cabeça e virou meu rosto na direção dele. Mirou o pau pra mim e disparou mais alguns jatos de sêmen na minha boca. Enquanto isso, sentia o gozo do Benjamin escorrendo pela minha nuca toda, pela bochecha direita e pelo queixo.
Quando acabou, eu estava com porra no rosto todo, no cabelo, em todo lugar. Tinha pingos de sêmen nos peitos e no pescoço também. Os caras caíram pra trás, completamente acabados (e não é trocadilho). Acho que nunca tinham visto nada igual na vida. Esfreguei o sêmen quente na minha pele, tentando distinguir as consistências - o gozo do Benjamin era mais fino e aguado, enquanto o do Eduardo era grosso, bem mais branco e tinha um gostinho mais suave. Enquanto eu massageava a porra deles, Benjamin me masturbou por uns segundos, esfregando meu clitóris com força, acho que tentando me fazer gozar de novo. E eu gozei, só pra ele!
No dia seguinte nos encontramos de novo, e à noite, já de volta ao meu quarto, fiz duas boquetes maravilhosas, longas e molhadas, e fiz eles gozarem na minha boca. Chupi os dois duas vezes, com uns 45 minutos de intervalo entre uma chupada e outra. Enquanto chupava um, o outro comia minha buceta. Gozei umas 10 vezes ou mais, perdi a conta de tanto prazer que estava sentindo. Quando o seminário acabou, tinha dois caras que não queriam ir pra casa de jeito nenhum!
Nos últimos meses, já dei pra uns 20 ou 25 homens, aqui e ali, a maioria em encontros de uma noite. Uma vez, eu estava numa balada, relaxando depois de um dia realmente estressante, tomando um drink e observando o resto do povo. Vi um homem se aproximando devagar de mim.
- Oi - ele disse - Tá afim de dançar?
- Sim, claro - respondi.
Ficamos dançando um bom tempo. Durante uma das músicas lentas, senti o pau dele ficando duro dentro da calça. Pelo que parecia, ele tava bem excitado. Depois disso, voltamos pra minha mesa.
- Sempre gostei de ser direto - ele começou a dizer, já na mesa - Quer passar a noite comigo?
- Sim, vou passar a noite com você - aceitei, depois de pensar um segundo (ou menos).
- Beleza - respondeu, se levantando - Vamos pra um hotel que...
- Eu disse que vou passar a noite com você, mas só se você conseguir me arranjar mais diversão - completei.
- Como assim? - ele disse, confuso.
- Quero dizer que tô com vontade de ser fodida de verdade - respondi - Vou com você se você arrumar mais alguns homens pra passar a noite.
- Sem problema - ele disse - Quantos?
- Ah, eu me contentaria com 7 ou 8 - falei meio brincando, e ele fez uma cara engraçada de surpresa.
- Você não é profissional, né? - disse, desconfiado.
- Não, claro que não - respondi, rindo - Só quero uma orgia como antigamente.
A verdade é que eu nunca tinha estado numa, mas naquele momento eu tava meio bêbada e falei só como fantasia. Meu acompanhante engoliu seco e ficou um momento pensativo.
- Tá bom - continuou - Vou fazer umas ligações. Não sai daqui.
Ele foi e ligou pra uns amigos dele pra espalhar a notícia. Uma hora depois eu tava no apartamento dele, fazendo um striptease pra 9 homens com tesão! Tinha até dois que eram negros, o que, aliás, pra mim era novidade. Eles riam e bebiam, curtindo um bom momento. O pior é que eu também tava me divertindo. Nunca tinha sido o centro das atenções de tantos homens de uma vez, e eu estava entre assustada e ansiosa para ver o que ia acontecer. A vida me ensinou que quase todos os homens dizem que são bons quando falam de dar uma boa trepada, mas na hora H a maioria perde a coragem na hora de abaixar as calças e mandar ver de verdade.
- Todos vocês vão ter a chance de me comer, mas sob minhas condições - avisei - Se algum de vocês desrespeitar ou ficar bruto, eu mesma vou acabar com o espetáculo.
Não achava que fossem me estuprar ou fazer algo contra minha vontade, mas não podia me arriscar. Então um por um foram passando por mim. Uns eu comi, outros eu chupei. Teve até alguns que fiz as duas coisas. Claro, tinha pedido que, se pudessem evitar, não gozassem, porque queria mostrar algo especial quando o fizessem. Um ou dois não aguentaram e soltaram a porra dentro da minha buceta. Um cara encheu minha boca de esperma, mas isso não me incomodou nem um pouco, curti tudo. Além disso, eles garantiram que eu tivesse vários orgasmos, cada um mais intenso. Sentia minha buceta mais molhada do que nunca (também pode ter sido por causa das duas enormes descargas de porra que tinha dentro!). Quando vi que todos tinham tido o que queriam e que não aguentariam muito mais sem gozar, decidi que era a hora do grande final. Me levantei e fui até eles, com a porra do cara que tinha gozado na minha boca pingando no chão.
- Muito bem - comecei a dizer, enquanto eles balançavam seus paus excitados sem parar - Agora é que o espetáculo vai começar de verdade. Tenho que dizer que sou uma "monstro de porra". Sim, adoro porra. Gosto de comer, beber, sentir nos meus peitos, no meu rosto, em todo lugar. Até beberia de um copo se alguém conseguisse encher um. Por isso vocês estão aqui. Quero ver toda essa porra que vocês estão guardando a noite toda saindo jorrando dos seus paus e cair sobre mim. Não se segurem, quanto mais porra cair em cima de mim, mais eu vou curtir... e com certeza vocês também. Não vou enrolar mais. Me cubram de porra!
A verdade é que me expressei da forma mais gráfica possível, tentando deixá-los com tesão com minhas palavras para que a excitação não diminuísse e eles gozassem com força. Então me deitei na mesa de centro do nosso anfitrião em cima de algumas toalhas. Os nove homens se reuniram ao meu redor e começaram a bater punheta. Que cena! Lá estava eu, pelada, com porra escorrendo da minha buceta, com nove paus duros de várias formas, tamanhos e cores apontando na minha direção, esperando o momento de explodir. Coloquei um dedo na buceta, outro no clitóris e comecei a me masturbar enquanto observava eles batendo punheta. Eles ficavam falando o tempo todo sobre o que aconteceria quando finalmente todos gozassem, sobre como seria toda aquela porra voando e aterrissando em mim.
Finalmente, um dos caras chegou ao êxtase, mirou seu pau em mim e jorrou porra por toda minha barriga e meus peitos. Alguns segundos depois, outro fez o mesmo, me encharcando toda a cara. A partir daí, tudo começou a acontecer de forma vertiginosa. A porra literalmente começou a voar, eu não conseguia distinguir de quem era cada jato. Tudo que lembro é que meu rosto ficou completamente coberto de porra, nem um único centímetro escapou de ser atingido pelo líquido branco. Nunca mais senti a mesma coisa, mesmo tendo repetido experiências parecidas depois. Tinha porra na boca, claro, mas também tinha no cabelo. A porra quente enchia meu umbigo e respingava no meu púbis, mas esses eram apenas os jatos que saíram desviados. A maioria daqueles homens me obedeceu e mirou certeiramente no meu rosto. Isso é algo que vou agradecer a vida toda, já que me proporcionou mais prazer do que jamais serei capaz de assimilar. Enquanto tudo isso acontecia, eu continuava esfregando meu clitóris, gemendo e tendo orgasmos o tempo todo.
Quando aquela magnífica ducha finalmente acabou, fiquei deitada sobre a mesa, curtindo a sensação da porra no meu corpo. Minhas mãos percorriam meu rosto, sentindo a textura macia de tanto sêmen derramado nele. Abri os olhos e vi meu anfitrião me entregando um copo.
- Muito bem, Linda – ele disse – Vamos ver se você consegue fazer o que disse antes. Bebe!
Peguei o copo e soltei uma risadinha leve, porque aquilo era mais do que eu jamais poderia ter imaginado. Passei o copo por todas as partes do meu corpo que consegui alcançar, colocando dentro gota a gota todo o sêmen que fui capaz de recolher. Consegui colocar a maior parte, só deixei o que tinha caído no meu cabelo e na boca. Quando terminei, tinha mais ou menos uns dois centímetros e meio de porra. Coloquei contra a luz como os degustadores de vinho fazem, girando o copo entre meus dedos. Depois me sentei, coloquei o copo sobre minha boca e virei, derramando toda a porra direto para dentro.
- VAI, VAI, VAI – os caras cantavam como se fosse a prova final de um programa de TV. Vocês vão concordar comigo que passei naquela prova com nota máxima.
Deixei cair até a última gota na minha boca e depois engoli tudo com prazer, o que arrancou uma salva de palmas dos meus amantes.
Aquela foi minha experiência sexual mais memorável. Na verdade, estou pensando em organizar algo assim de novo em breve. Com certeza não terei problemas para encontrar homens dispostos a me banhar de novo. Eu tremo de tesão só de pensar...
Imagino que vocês também devem estar interessados em saber quais são meus pensamentos como rainha honorária da porra. Para os caras que estão lendo isso, aqui vão algumas dicas sobre como fazer sua parceira deixar você gozar no rosto ou no corpo dela. E para as minas, aqui vão algumas opiniões de outras mulheres que podem acabar com seus medos e preocupações sobre o assunto.
Primeiro, Gente, acho que falo pela maioria de nós quando digo que não gostamos de ser OBRIGADAS a fazer nada. Sim, tudo bem, é legal quando vocês realizam uma das fantasias de vez em quando. Mas se começarem a encher o saco com isso, pode acabar virando um pé no saco em vez de uma experiência boa.
Segundo, e talvez o mais importante, não esperem que uma mulher fique excitada o suficiente para começar a chupar vocês se antes vocês não descerem lá e derem uma atenção pra ela também. O cara que não lambe a buceta da mina não merece um boquete, né, meninas? E APRENDAM COMO se faz! Perguntem pra elas, elas vão dizer. Por exemplo, eu gosto que lambam os lábios da buceta de cima pra baixo, com umas lambidas longas e gostosas. Também adoro que mordisquem o clitóris. Mas outras mulheres podem gostar de coisas diferentes.
Terceiro, estejam mais limpos que um pincel novo. A gente não gosta de paus com gosto de bolo velho.
E quarto, antes de gozar na nossa boca, avisem. Pode ser que a gente não esteja afim de levar porrada na boca naquela hora, ou talvez a gente precise se preparar pra engolir sem se engasgar. Não tem nada mais nojento que sentir a porra de um cara escorrendo garganta abaixo, entrar no cano errado e a gente começar a tossir, espirrando aquilo pra todo lado, né? E não tenham medo de beijar sua mina depois que ela engolir sua porra. Relaxa, isso não vai matar vocês e com certeza vai fazer a mulher sentir que vocês realmente gostam dela. Como espera que uma mulher queira engolir sua porra se você nem toca nela? Acima de tudo, sejam considerados, limpos e façam a mina sentir que vocês realmente valorizam o que ela tá fazendo. Não achem que só porque vocês são homens e ela é mulher, ela vai transar com vocês e deixar que joguem leite pelo corpo dela.
Tá bom, meninas. Pra vocês que... (Será que ainda tem alguma por aí?) que ainda não experimentou fazer um boquete ou deixar gozarem na sua cara, deixa eu te avisar do que você tá perdendo.
Primeiro, os caras adoram. Deixa um homem gozar na sua boca ou no seu corpo algumas vezes e ele vai ficar igual um filhotinho nas suas mãos. Além disso, se você tem problema com infidelidade no seu relacionamento, deixa eu te falar uma coisa. Todo homem que a namorada ou esposa faz um boquete bem feito duas ou três vezes por semana tem muito menos chance de ser infiel. Acredita em mim, eu já testei. É impressionante como os caras perdem a vontade de trair depois de gozar. Acho que é uma verdade absoluta aquele ditado popular que diz: "Dá em casa tudo que ele precisa, que ele não vai procurar fora". Então, se você tá preocupada com os olhos infiéis do seu cara (e quem não tá?), mantém o pau dele seco e esvaziado sempre que puder. Sério, é surpreendente como é fácil manipular eles se a gente quiser. Mas garante que ele também cuide das suas necessidades.
Segundo, NÃO VAI DOER! Porra não é ácido nem nada do tipo. É composto principalmente de água e de um fluido que vem de uma glândula chamada próstata. Só mais ou menos 1% são os espermatozoides de verdade. Obviamente, o gosto pode variar de um cara pra outro. Eu descobri que, em geral, o esperma dos caras que bebem muito álcool não tem um gosto muito bom, nem o dos que comem comida muito apimentada. Pode ser que você note um gostinho salgado, mas só isso. No entanto, a maior parte é só água e pequenas quantidades de outros elementos. Além disso, não engorda, não faz nascer espinhas, nem celulite, nem varizes... E claro, você não vai engravidar se engolir! É possível que se você for novata nisso, também seja um pouco Cuidadosas com o sêmen. Bom, sugiro que vocês vão se acostumando com ele. Façam seu homem gozar na sua barriga ou nos seus peitos algumas vezes. Brinquem com a porra dele tocando com os dedos. Peguem um pouco com o dedo e experimentem. Uma vez que se acostumem com a consistência e o sabor, vai ficando cada vez mais fácil. Outro problema bem diferente é se vocês nunca viram o sêmen além de saindo da sua buceta depois de uma boa trepada. Nesse caso, provavelmente vão querer se acostumar com ele antes de vê-lo cobrindo seus lábios e seu rosto. A recomendação é a mesma, deixem que ele goze na sua barriga ou nos seus peitos. Depois, espalhem um pouco do sêmen que caiu ali nas suas bochechas, sintam sua consistência e deixem sua pele absorver. Espalhem nos seus lábios como se fosse brilho ou batom. Se fizerem isso direito, além de se acostumarem de forma eficaz a sentir o sêmen no seu rosto, pode ser que seus caras fiquem duros de novo só de ver vocês e consigam que eles deem outra trepada.
Algumas de nós sabemos a beleza que há em ver um cara gozando de muito perto. É realmente uma maravilha da engenharia. O buraquinho da ponta abre e aquela coisa branca sai disparada em alta velocidade. Às vezes podem até fazer voar a vários metros de distância! A quantidade de sêmen que eles ejaculam depende, claro, do tempo desde a última vez que gozaram. Mas normalmente uma gozada de um ou dois dias já é bem abundante. Na próxima vez que quiserem ver algo realmente fascinante, peçam pro seu homem se masturbar. Vocês se posicionem ao lado do pau dele e observem bem de perto. Vão ver como a cabeça fica levemente molhada com o líquido pré-ejaculatório. Depois, as bolas vão balançar pra frente e pra trás, e então, logo antes de ejacular, vão se contrair, ficando coladas no pau. Até mesmo, se tiverem sorte, podem ver a veia pulsando ao longo do membro bem quando o sêmen flui através dele. Por último, e isso só para as realmente ousadas, peçam para ele se masturbar na frente do rosto de vocês, a uns 5 centímetros de distância. Garanto que ele vai gozar em menos tempo que um galo leva para cantar. Só mais uma recomendação. Tomem cuidado se ele atirar nos olhos, pode arder se estiver muito salgado.
Já que estamos mergulhadas de cabeça no assunto, vamos falar sobre isso. Vocês deixam seu cara gozar na sua cara? Algumas mulheres dizem: "NÃO, nunca!" Outras dizem: "Às vezes, mas não com frequência". O resto afirma: "Claro, pô, sempre que ele quiser". Eu pertenço a esse último grupo. Não tem nada de errado em fazer isso. Só porque vocês e seu parceiro curtem esse tipo de expressão sexual, isso não faz de vocês putas. Provavelmente, a maioria das patricinhas ricas e cheias de pose que vocês veem nas revistas de fofoca nunca deixariam um homem gozar nem perto do rosto delas. A verdade é que isso é o que mais me irrita nesse tipo de gente. Vocês sabem de quem estou falando. Por exemplo, conseguem imaginar aquela gostosa da Obregón com a boca cheia de porra? Ou a Tita Cervera? Ou a Duquesa de Alba? Pelo amor de Deus!
Se depois de tudo isso vocês ainda se sentirem inseguras sobre o assunto, sugiro que se acostumem com o sêmen aos poucos. Primeiro, se nunca deixaram um homem gozar na sua boca, façam isso. Uma vez que se acostumarem com a sensação do pau pulsando e disparando a carga dentro de vocês, não vai dar tanto medo. Mantenham a cabecinha longe da parte de trás da boca, perto dos lábios, e vão sentir com mais força a saída do esperma. Assim vão conseguir perceber melhor o gosto.
Depois, quando já se sentirem confortáveis com isso, tirem ele da boca na hora que ele for gozar e deixem a porra jorrar dentro dela. Vocês precisam saber controlar os movimentos do pau dele nesse momento ou sempre vai jorrar por todo o quarto. Se fizerem direito, vão sentir uma sensação indescritível. É incrível sentir os jatos de porra disparando direto no seu paladar. Pensei que vocês poderiam treinar antes com uma pistola de água ou algo assim. Com certeza assim pegariam o jeito.
Por último, quando finalmente tiverem transformado esse ato sexual em algo verdadeiramente especial para os dois, apontem o pau direto pro nariz de vocês e deixem ele gozar assim... A primeira descarga é a que custa mais pra se acostumar, porque você nunca pode ter certeza de quando vai te atingir. Até eu sempre hesito um pouco. Mas assim que a primeira te atingir, as outras vão ser sempre menores e vai ficar mais fácil se acostumar com elas. De novo, repito: se a porra for salgada, vocês devem fechar os olhos ou se preparar pra limpá-los bem rápido, porque já me jorraram com umas que fizeram meus olhos arderem por um ou dois segundos. Mas, calma, na maioria das vezes não precisa se preocupar muito.
Quando esse primeiro jato te atingir, provavelmente você vai ter o impulso de jogar a cabeça pra trás. Vocês devem resistir a esse impulso inicial de se afastar. Se conseguirem, direcionem o pau pras maçãs do rosto e pros lábios. Se a intensidade dos jatos ainda for forte demais, vejam se conseguem fazer cair um pouco na testa também. Pra alguns caras, não tem nada mais sexy do que ver o cabelo de vocês grudado na testa com a porra dele. Claro, depois vamos ter que limpar, mas, que buceta!, todas nós já colocamos no cabelo coisas muito mais nojentas que isso, né?
Depois que o cara (ou os caras!) parar de gozar, vocês vão querer esfregar a porra por todo o corpo e por toda a pele. É uma sensação realmente sexy e, por que não, saudável. É melhor do que deixar secar na pele, porque se fizerem isso pode ficar crocante e seco. Fechem os olhos e deixem que... Embriague-se com o toque e o aroma do sêmen dele, e lembre-se de que é um presente precioso do seu homem. Se o seu cara souber valorizar o quanto você se esforçou para excitá-lo, deixando que ele te enchesse de porra, quem sabe, talvez ele esteja pronto para outra viagem!
Não me ocorrem muitas coisas para dizer a essa altura. Acho que é hora de ir para a rua e arrumar um cara para vir à minha casa e me ajudar a fazer mais algumas 'pesquisas'!
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Oi. Me chamo Luci e tenho 24 anos. Tenho mais ou menos 1,70m e meu peso fica em torno de 56 kg, dependendo da época do ano. Minhas medidas são 91 de peito, 61 de cintura e 89 de quadril. Meu cabelo é da cor negro-azeviche, e aposto que se vocês pudessem me ver, diriam que sou bem gostosa, nunca tive problemas para atrair homens. Meus olhos são verdes e a melhor parte do meu corpo provavelmente são os peitos, embora muitos homens também gostem das minhas pernas, que mantenho magras e em forma fazendo muita bicicleta e corrida. Tenho um diploma universitário, ganho mais de 10 milhões e meio de pesetas por ano, moro em uma casa própria e meus armários estão cheios de roupas caras e luxuosas. Tenho orgulho de poder dizer que comprei tudo isso com meu próprio dinheiro. Trabalho para uma grande empresa em uma grande cidade, e gosto muito de sair e fazer amigos.
Agora, depois de me apresentar, acho que vocês vão gostar de saber por que decidi colocar algumas das minhas experiências sexuais no papel. Tenho sido sexualmente ativa desde os 15 anos, começando com as primeiras tentativas de uns garotos da escola de me apalpar e meter a mão, passando por vários casos quentes na faculdade, até chegar aos muitos relacionamentos realmente bons e satisfatórios que tive desde que me formei. No momento, não estou saindo com nenhum homem em particular, mas é assim que mais gosto.
Dá pra dizer que tenho uma perversão um pouco particular. Adoro sêmen. Esperma. Porra. Leite. Gozo. Tanto faz como você quiser chamar, eu adoro. Amo a sensação do sêmen no meu corpo, posso senti-lo quase por toda parte. Adoro a sensação quente, úmida e pegajosa que ele deixa em mim. Adoro o cheiro, aquele tipo de aroma forte, meio de amido que ele tem (embora seja diferente de homem para homem). Amo a textura. Até gosto de pensar no sêmen, e no fato de que é meu atrativo que faz um homem gozar. Eu adoro ver homens se masturbando por mim, e quanto mais, melhor! A maioria das minhas primeiras experiências sexuais consistiam em fazer uma punheta para um cara, ou ainda melhor, assistir ele batendo uma, e a visão daquela pica pulsando e depois o olhinho se abrindo e a porra jorrando me deixava completamente maluca. E acho que sou diferente da maioria das mulheres nesse aspecto. A maioria das minhas amigas parece que fica arrepiada só de pensar em um homem gozando. Elas acham nojento ou doentio e quase sempre encontram um jeito de tirar isso dos seus corpos o mais rápido possível, correm pro banho e separando os lábios da buceta lavam tudo no bidê, ou então limpam com um lençol ou uma toalha ou qualquer outra coisa. EU NÃO SOU ASSIM! Eu adoro a sensação do sêmen.
Posso sentir quando um homem goza na minha buceta. Sinto cada jato, se for forte o suficiente. Mas tenho que admitir, prefiro ver do que sentir. Então não reclamo se ele quiser tirar e gozar no meu púbis ou na minha barriga ou em qualquer outro lugar. Quando ele faz isso, adoro esfregar a porra com o dedo e sentir ela se espalhando pela minha pele. Eu depilo os lábios da buceta e a maior parte dos pelos ao redor, e deixo só um caminhinho até o topo do meu monte de Vênus. Acho que, ao longo de todos esses anos, já esfreguei litros de porra na minha pele, e espero continuar fazendo isso com o passar dos anos (e não é trocadilho!).
Muitos dos homens com quem eu saio gostam de ver filmes pornô comigo, e se você já viu algum, sabe que o ponto alto de todos eles é invariavelmente quando o homem tira a pica do buraco onde ela estava enfiada e se masturba até gozar em cima da garota ou garotas que estão com ele. Não tenho certeza do porquê a sequência da gozada é tão necessária, mas me parece que tem algo a ver com a melhoria do aspecto visual do ato de foder. Pelo visto, um close da buceta de uma mulher com a porra escorrendo pra fora não é excitante o suficiente. Já li alguns comentários sobre filmes pornô que falam sobre como as sequências de gozada são bobas e inúteis e pouco realistas, mas puta que pariu, a razão de ser de um filme adulto é a fantasia, não a realidade, né?
Minha cena favorita de gozada é quando o homem goza na cara de uma mina. Eu meio que transformei num hobby analisar as reações de várias garotas às gozadas, e é muito interessante. Algumas meninas jogam a cabeça pra trás ou tentam desviar, como se tivessem com medo de levar porra nelas. Outras parecem que se jogam pra buscar, dá pra ver que curtem ser meladas. Digo, se elas estão no negócio do pornô, é porque devem estar acostumadas com toda essa quantidade de sêmen. Mas é surpreendente como algumas delas podem foder e chupar com total naturalidade, e quando finalmente o homem vai gozar na direção da cara delas, se desviam na hora. Tem um ator em particular que eu já vi em um monte de filmes, acho que o nome é Peter North, que goza como ninguém que eu já vi. Já vi ele gozar em algumas minas que tiveram sorte de não se afogar na porra dele. O problema da maioria dos homens que eu vejo é que não sabem controlar pra onde disparam a porra uma vez que começam a gozar - espalham pra todo lado, e você tem sorte se metade acerta o alvo!
Enfim, como eu estava dizendo, eu gosto de ver gozada na cara, algo que acho que parece estranho pras mulheres. Na real, entendo que seja popular entre muitos homens. Só tem uma coisa que eu gosto mais do que ver cenas de gozada na cara e é QUE FAÇAM ISSO COMIGO! Prefiro levar porra na minha cara a ter em qualquer outra parte do meu corpo, tanto por dentro quanto por fora. Por alguma razão, isso deixa o homem tremendamente excitado, e eu também. A primeira vez que levei porra na cara foi quase por acidente. Estávamos transando, e por acidente, justo quando o cara começou a gozar, a gente se desconectou. O pau dele pulou pra fora da minha buceta e ele pegou e bateu uma até o primeiro jorro forte sair - e me acertou em cheio na boca! Eu dei um pulo de surpresa e só consegui ficar deitada lá enquanto ele soltava o resto do sêmen no meu umbigo e nos meus peitos. Mas eu lambi os lábios e adorei a sensação suave e quente do sêmen ali em cima de mim. Sério, eu mamo pau há muito tempo e nunca tive nojo de engolir porra se o homem com quem estou quiser que eu faça isso, mas normalmente o pau tá bem enfiado na minha boca quando ele goza, então nem dá pra sentir o gosto direito.
Bom, aquela foi minha primeira experiência com o assunto. Agora, eu prefiro que meus homens tirem o pau, batam uma e gozem por toda a minha cara se conseguirem. Eu adoro transar do jeito tradicional e normalmente gozo fácil. Mas não tem nada que termine melhor uma boa sessão de amor do que seu parceiro mostrar o quanto te aprecia jorrando um ou dois ou três jatos de sêmen quente e salgado na sua cara. Quando isso acontece, eu consigo sentir as paredes da minha buceta contraindo e às vezes, mas nem sempre, até consigo ter outro orgasmo. Eu esfrego o sêmen por toda a minha pele e lambo dos meus dedos. Gosto de ficar deitada ali uns instantes depois e sentir o sêmen secando e esfriando na minha pele.
Já levei porra na boca, nos lábios, nas bochechas, no queixo, no nariz, na testa, no pescoço, na garganta, nos olhos (às vezes coça!), no cabelo, nos mamilos, no umbigo, no púbis, nas nádegas, nas costas, nas pernas e nos pés. Exceto em lugares como entre as omoplatas e talvez nas solas dos os pés, acho que já tive esperma em quase todas as partes do meu corpo em algum momento. Até uma vez um cara gozou na minha orelha - aquilo sim foi uma perversão! Já tive sêmen dentro da minha buceta, mas nunca dentro do meu cu. Acho que meu cu não é muito sensível para brincadeiras sexuais. Alguns homens já enfiaram o dedo, mas isso não me deu nenhum prazer, então nunca deixei ninguém me comer pelo cu. Às vezes no trabalho, se estou sonhando acordada ou pensando em coisas sexuais, gosto de imaginar os homens que vejo por ali gozando na minha cara. Normalmente não saio com homens que trabalham comigo, porque tenho um pressentimento de que minha pequena perversão pode me trazer problemas no trabalho - a direção da empresa é muito conservadora, e se soubessem que têm uma funcionária que anda por aí incentivando homens a plantar sementes na sua cara, talvez não levassem muito bem. Pior para eles!
Às vezes os homens são estranhos. Dão a impressão de que adoram quando você deixa eles gozarem na sua cara, mas não suportam a ideia de outro homem fazer isso. Uma vez disse a um cara com quem estava saindo, meio brincando, meio sério, que gostaria que ele encontrasse meia dúzia de homens para virem uma noite na minha casa e me comerem, e que além disso queria que todos eles gozassem na minha cara. Assim que falei, ele pirou completamente - disse que era uma ideia estúpida e que de jeito nenhum me permitiria fazer aquilo. Isso vindo da boca de um cara que não fazia nem 2 minutos que tinha bombeado uma carga enorme de porra por toda a minha bochecha. Disse que ele tinha muita cara de me dizer que não ia me PERMITIR fazer aquilo, afinal era a minha cara que eu queria ver cheia de sêmen, não a dele. Mas ele não conseguia aceitar, então não demorou muito para terminarmos. Tenho a secreta esperança de que a atual namorada dele, se é que tem uma, não deixe ele gozar em nenhum outro lugar que não seja sua buceta, e depois limpar o sêmen rapidamente. Isso seria bem merecido.
Mas, voltando ao principal motivo pelo qual escrevi esta pequena história, pensei que seria uma boa ideia relembrar alguns dos melhores banhos de porra que já tomei, contar sobre eles e oferecer a vocês, garotas que possam estar lendo isso, algumas dicas para ajudar a se adaptarem a uma nova vertente MUITO SEXY dentro dos seus relacionamentos. Sei que algumas de vocês estão meio hesitantes sobre isso (eu também estava), mas garanto que, uma vez que experimentam, isso se torna uma das variações sexuais mais excitantes. E o seu homem vai adorar!
Parei alguns minutos e tentei lembrar e calcular quantas vezes fiquei encharcada de porra neste último ano. Contei todas as vezes, mesmo que tenham sido várias com o mesmo homem. Acho que foram mais de 70. Tenho um diário com todos os meus encontros e saídas, assim, quando quero me lembrar de uma noite ou dia específico que passei com alguns dos meus amigos, consigo recordar com bastante precisão o que aconteceu, embora muitas memórias tenham se misturado umas com as outras. Vou tentar destacar para vocês as mais memoráveis. Espero conseguir lembrar das melhores partes.
Em junho passado, eu estava saindo com um homem chamado Toni, um designer profissional. Ele era bem gostoso e bonito, embora estivesse longe de ser um Adônis, mas tinha um senso de humor magnífico e era muito honesto e aberto comigo. Isso eu gostava. Quase desde o início sabíamos que provavelmente não chegaríamos a lugar nenhum romanticamente falando, mas nos divertíamos muito juntos, e era isso que os dois queríamos. Uma noite, depois de ir ao cinema e fazer um bom jantar, voltamos para o apartamento dele e transamos por umas três horas. Eu chupei ele, ele me chupou, transamos e nos cansamos de tanto fazer. Ele comeu minha buceta por uns 45 minutos, e devo ter gozado umas 10 vezes. No final fiquei super sensível e tive que pedir pra ele parar. Subi em cima dele e envolvi o pau dele com minha boca. Não era muito comprido, uns 15 ou 17 centímetros, acho, mas tinha um formato bonito e estava sempre limpo e fresco. (Isso é outra coisa que esqueci de contar pra vocês, homens: se querem que uma mulher enfie o pau todo na boca, certifiquem-se de que está limpo e não cheirando como se não tivessem tomado banho há uma semana!) As bolas dele eram lindas, rolando no saco sob meus dedos. Chupei toda a extensão do pau dele e bombei minha boca pra cima e pra baixo por um tempo. Ele colocou as mãos no meu cabelo e me guiou pra cima e pra baixo, assim ele podia controlar a velocidade que queria. Então, parei um segundo pra recuperar o fôlego.
— Quer gozar assim, na minha boca? — perguntei.
Obviamente, é muito sexy pra um homem ouvir uma mulher dizer isso.
— Ai, Deus, sim — ele disse com um grunhido.
Então me deitei de costas, puxei ele até colocá-lo de cavalinho sobre meus peitos e coloquei um travesseiro sob minha cabeça. Envolvi ele com as mãos, agarrei as nádegas dele e enfiei o pau dele na minha boca de novo. Tinha só a pontinha do pau entre meus lábios e conseguia apertá-los contra a borda da cabeça. Então comecei a chacoalhar o resto do pau, bombeando ele na minha boca. Eu olhava pra cima, na direção do rosto dele, e ele olhava pra baixo, na direção do meu. Dava pra ver que eu tinha ele completamente no meu poder. Poderia ter parado e mandado ele pular pela janela, e ele teria pulado. Conseguia sentir o corpo do pau latejando, se preparando pra gozar, e o bumbum dele apertado, e então senti o primeiro jato de porra no fundo da minha boca. Rapidamente tirei o pau dele da boca e segurei na frente do meu rosto, ainda balançando ele. Ele jorrou 6 ou 7 vezes, acertando meu rosto, meus olhos, minha testa... Enfim, por toda parte. Senti a o néctar quente escorreu pelos meus lábios, pelo meu queixo e até pelo meu nariz.
Quando ele gozou, tive outro orgasmo, um pequeno dessa vez, mas bom mesmo assim. Finalmente ele terminou de gozar e então eu esfreguei a cabecinha dele por todo o meu rosto, espalhando a porra quente e passando bem na minha pele. Engoli o pouco que tinha na minha boca, depois abri e mostrei pra ele que não tinha sobrado nada. Ele deitou e me beijou, enfiando a língua onde o pau dele tinha acabado de estar. Aquilo foi gostoso. Passei o resto da noite com ele, e no dia seguinte recebi a porra dele na buceta, na barriga, nos peitos e mais uma vez na boca.
Numa outra vez, eu estava fora da cidade participando de um seminário. Ninguém mais da minha empresa tinha ido, então pensei que poderia soltar o cabelo e ser selvagem sem problemas. No primeiro dia, sentei com dois caras que trabalhavam numa empresa concorrente e começamos a conversar. Eles me pareciam bem atraentes, e com certeza me deram muita atenção, o que eu gostei. Saímos para almoçar juntos, e depois para jantar. Estávamos na porta do hotel, quando um deles sugeriu uma coisa.
— Ainda é cedo e não estou cansado. Por que a gente não sobe os três pro meu quarto pra conversar um pouco? — ele sugeriu quase timidamente.
— Claro — eu disse — Por que não? Mas antes quero passar no meu quarto pra me trocar e ficar confortável.
Nas caras deles apareceu uma expressão de decepção, já que eu estava usando uma saia bem curta, salto alto e uma blusa de renda bem leve, e provavelmente eles pensaram que "ficar confortável" ia significar colocar um moletom e uma camiseta ou algo assim. Em condições normais, era isso que eu teria feito, se fosse ficar sozinha. Mas eu estava com muito tesão e queria dar pra aqueles caras um tratamento que eles nunca esqueceriam. Sempre viajo preparada, então entrei pra me trocar e coloquei a saia mais curta que tinha trazido comigo, um modelo de couro de uns 15 centímetros. tão curta que era quase indecente, uma liga vermelha e meias brancas. Tirei o sutiã, mas deixei a blusa. Meus mamilos ficavam bem visíveis através dela, mas quem é que se importava, porra?
Quando bati na porta do quarto, um dos caras veio me atender. Quando ele me viu, pensei que ia ter um ataque cardíaco. Acho que, ao me ver vestida daquele jeito, ele percebeu que o que eu procurava não era exatamente conversa. Não me importei, porque era a verdade. Eu só queria sexo.
Sentei na cama e estiquei as pernas enquanto os caras (acho que os nomes eram Benjamim e Eduardo) se sentavam em duas cadeiras. Conversamos um pouco sobre isso e aquilo, e durante a conversa me certifiquei de puxar a saia descuidadamente para mostrar a parte de cima das meias. Não era muito, mas aquilo deixou eles a mil. Ao me ver, os olhos do Eduardo quase saltaram das órbitas.
— Nossa! Você está de meia! — disse ele, animado.
— Sim, vocês gostam? — respondi, corando.
Bom, uma coisa levou à outra e em 5 minutos os dois caras estavam deitados ao meu lado na cama, chupando meus mamilos. Já tinha participado de alguns ménages antes, mas fazia um tempo desde a última vez. Adoro sentir quatro mãos no meu corpo, dois pares de lábios me beijando por todo lado. Deitei na cama e aproveitei aquela sensação, enquanto as mãos deles percorriam meu corpo todo. Acho que a ideia de explorar o "sul" do meu corpo era muito tentadora para os dois, mas foi o Benjamim quem começou a acariciar minhas coxas, bem perto da parte de cima das minhas meias. Abri as pernas um pouco para incentivá-lo a subir mais. Finalmente, ele desabotoou minha saia e me livrou dela completamente. Minha blusa já tinha sumido antes, então agora eu estava deitada ali na cama só com minha liga e minhas meias. Fiz os caras se despirem para mim e notei que os dois tinham corpos realmente bonitos, embora O Benjamín era um pouco gordinho demais pro meu gosto. Depois, durante meia hora mais ou menos, eles me foderam revezando, mas antes eu pedi uma coisa.
– Podem me foder quantas vezes quiserem – falei – Mas não quero que gozem dentro de mim. Guardem a porra pra depois…
Falei isso com um brilho nos olhos, e acho que eles adivinharam perfeitamente o que eu tinha em mente. Então eles se revezaram, e quando um estava perto do orgasmo, tirava e descansava um pouco chupando meus mamilos ou me beijando, e o outro subia em cima de mim. Quem saiu ganhando com isso fui eu, porque fiquei com um pau duro dentro de mim por 20 minutos sem parar e gozei várias vezes. Percebi que o pau do Eduardo já estava pronto pra explodir, e o do Benjamín provavelmente estava chegando no mesmo ponto.
– Agora! Quero que gozem em mim – falei com a voz mais sensual.
Aquilo deixou eles completamente loucos. Posicionei eles de joelhos, um de cada lado do meu rosto, e comecei a ir de pau em pau, virando a cabeça e chupando a cabecinha de um, depois do outro, vendo como eles se masturbavam. Acho que eles nunca tinham tido outro pau tão perto do deles, porque o do Benjamín ficou um pouco mole no começo (homens são esquisitos assim, coloca um com o pau duro perto de outro pau e, quase sempre… pffft!), mas minha boca consegue deixar qualquer pau duro, então em alguns minutos os dois estavam no ponto.
– Quero que me encham de porra, meninos – falei sensual.
– Onde? Podemos gozar na sua boca? – um deles perguntou.
– Sim, sim, quero que gozem aí, e no meu rosto todo também – propus, sabendo que aquilo provavelmente faria eles gozarem sem volta.
Como se estivesse me dando razão, Eduardo gemeu e senti o pau dele pulsar e um jato de porra sair voando, acertando o lado do meu nariz. Virei pra ele, abri a boca e ele disparou de novo, dessa vez diretamente na minha boca e lábios.
- Agora, AGORA! - ouvi Benjamin dizer.
Então virei a cabeça e seu sêmen me atingiu imediatamente. Benjamin sacudiu o pau pra todo lado e a porra voava mais em pingos do que em jatos. Senti meu rosto todo encharcado, e aí veio o gozo do Eduardo atingindo o lado esquerdo do meu rosto. Aquilo me deixou louca! A porra chovia sobre mim enquanto os caras gemiam e rosnavam que nem uns doidos. Eduardo pôs a mão na minha cabeça e virou meu rosto na direção dele. Mirou o pau pra mim e disparou mais alguns jatos de sêmen na minha boca. Enquanto isso, sentia o gozo do Benjamin escorrendo pela minha nuca toda, pela bochecha direita e pelo queixo.
Quando acabou, eu estava com porra no rosto todo, no cabelo, em todo lugar. Tinha pingos de sêmen nos peitos e no pescoço também. Os caras caíram pra trás, completamente acabados (e não é trocadilho). Acho que nunca tinham visto nada igual na vida. Esfreguei o sêmen quente na minha pele, tentando distinguir as consistências - o gozo do Benjamin era mais fino e aguado, enquanto o do Eduardo era grosso, bem mais branco e tinha um gostinho mais suave. Enquanto eu massageava a porra deles, Benjamin me masturbou por uns segundos, esfregando meu clitóris com força, acho que tentando me fazer gozar de novo. E eu gozei, só pra ele!
No dia seguinte nos encontramos de novo, e à noite, já de volta ao meu quarto, fiz duas boquetes maravilhosas, longas e molhadas, e fiz eles gozarem na minha boca. Chupi os dois duas vezes, com uns 45 minutos de intervalo entre uma chupada e outra. Enquanto chupava um, o outro comia minha buceta. Gozei umas 10 vezes ou mais, perdi a conta de tanto prazer que estava sentindo. Quando o seminário acabou, tinha dois caras que não queriam ir pra casa de jeito nenhum!
Nos últimos meses, já dei pra uns 20 ou 25 homens, aqui e ali, a maioria em encontros de uma noite. Uma vez, eu estava numa balada, relaxando depois de um dia realmente estressante, tomando um drink e observando o resto do povo. Vi um homem se aproximando devagar de mim.
- Oi - ele disse - Tá afim de dançar?
- Sim, claro - respondi.
Ficamos dançando um bom tempo. Durante uma das músicas lentas, senti o pau dele ficando duro dentro da calça. Pelo que parecia, ele tava bem excitado. Depois disso, voltamos pra minha mesa.
- Sempre gostei de ser direto - ele começou a dizer, já na mesa - Quer passar a noite comigo?
- Sim, vou passar a noite com você - aceitei, depois de pensar um segundo (ou menos).
- Beleza - respondeu, se levantando - Vamos pra um hotel que...
- Eu disse que vou passar a noite com você, mas só se você conseguir me arranjar mais diversão - completei.
- Como assim? - ele disse, confuso.
- Quero dizer que tô com vontade de ser fodida de verdade - respondi - Vou com você se você arrumar mais alguns homens pra passar a noite.
- Sem problema - ele disse - Quantos?
- Ah, eu me contentaria com 7 ou 8 - falei meio brincando, e ele fez uma cara engraçada de surpresa.
- Você não é profissional, né? - disse, desconfiado.
- Não, claro que não - respondi, rindo - Só quero uma orgia como antigamente.
A verdade é que eu nunca tinha estado numa, mas naquele momento eu tava meio bêbada e falei só como fantasia. Meu acompanhante engoliu seco e ficou um momento pensativo.
- Tá bom - continuou - Vou fazer umas ligações. Não sai daqui.
Ele foi e ligou pra uns amigos dele pra espalhar a notícia. Uma hora depois eu tava no apartamento dele, fazendo um striptease pra 9 homens com tesão! Tinha até dois que eram negros, o que, aliás, pra mim era novidade. Eles riam e bebiam, curtindo um bom momento. O pior é que eu também tava me divertindo. Nunca tinha sido o centro das atenções de tantos homens de uma vez, e eu estava entre assustada e ansiosa para ver o que ia acontecer. A vida me ensinou que quase todos os homens dizem que são bons quando falam de dar uma boa trepada, mas na hora H a maioria perde a coragem na hora de abaixar as calças e mandar ver de verdade.
- Todos vocês vão ter a chance de me comer, mas sob minhas condições - avisei - Se algum de vocês desrespeitar ou ficar bruto, eu mesma vou acabar com o espetáculo.
Não achava que fossem me estuprar ou fazer algo contra minha vontade, mas não podia me arriscar. Então um por um foram passando por mim. Uns eu comi, outros eu chupei. Teve até alguns que fiz as duas coisas. Claro, tinha pedido que, se pudessem evitar, não gozassem, porque queria mostrar algo especial quando o fizessem. Um ou dois não aguentaram e soltaram a porra dentro da minha buceta. Um cara encheu minha boca de esperma, mas isso não me incomodou nem um pouco, curti tudo. Além disso, eles garantiram que eu tivesse vários orgasmos, cada um mais intenso. Sentia minha buceta mais molhada do que nunca (também pode ter sido por causa das duas enormes descargas de porra que tinha dentro!). Quando vi que todos tinham tido o que queriam e que não aguentariam muito mais sem gozar, decidi que era a hora do grande final. Me levantei e fui até eles, com a porra do cara que tinha gozado na minha boca pingando no chão.
- Muito bem - comecei a dizer, enquanto eles balançavam seus paus excitados sem parar - Agora é que o espetáculo vai começar de verdade. Tenho que dizer que sou uma "monstro de porra". Sim, adoro porra. Gosto de comer, beber, sentir nos meus peitos, no meu rosto, em todo lugar. Até beberia de um copo se alguém conseguisse encher um. Por isso vocês estão aqui. Quero ver toda essa porra que vocês estão guardando a noite toda saindo jorrando dos seus paus e cair sobre mim. Não se segurem, quanto mais porra cair em cima de mim, mais eu vou curtir... e com certeza vocês também. Não vou enrolar mais. Me cubram de porra!
A verdade é que me expressei da forma mais gráfica possível, tentando deixá-los com tesão com minhas palavras para que a excitação não diminuísse e eles gozassem com força. Então me deitei na mesa de centro do nosso anfitrião em cima de algumas toalhas. Os nove homens se reuniram ao meu redor e começaram a bater punheta. Que cena! Lá estava eu, pelada, com porra escorrendo da minha buceta, com nove paus duros de várias formas, tamanhos e cores apontando na minha direção, esperando o momento de explodir. Coloquei um dedo na buceta, outro no clitóris e comecei a me masturbar enquanto observava eles batendo punheta. Eles ficavam falando o tempo todo sobre o que aconteceria quando finalmente todos gozassem, sobre como seria toda aquela porra voando e aterrissando em mim.
Finalmente, um dos caras chegou ao êxtase, mirou seu pau em mim e jorrou porra por toda minha barriga e meus peitos. Alguns segundos depois, outro fez o mesmo, me encharcando toda a cara. A partir daí, tudo começou a acontecer de forma vertiginosa. A porra literalmente começou a voar, eu não conseguia distinguir de quem era cada jato. Tudo que lembro é que meu rosto ficou completamente coberto de porra, nem um único centímetro escapou de ser atingido pelo líquido branco. Nunca mais senti a mesma coisa, mesmo tendo repetido experiências parecidas depois. Tinha porra na boca, claro, mas também tinha no cabelo. A porra quente enchia meu umbigo e respingava no meu púbis, mas esses eram apenas os jatos que saíram desviados. A maioria daqueles homens me obedeceu e mirou certeiramente no meu rosto. Isso é algo que vou agradecer a vida toda, já que me proporcionou mais prazer do que jamais serei capaz de assimilar. Enquanto tudo isso acontecia, eu continuava esfregando meu clitóris, gemendo e tendo orgasmos o tempo todo.
Quando aquela magnífica ducha finalmente acabou, fiquei deitada sobre a mesa, curtindo a sensação da porra no meu corpo. Minhas mãos percorriam meu rosto, sentindo a textura macia de tanto sêmen derramado nele. Abri os olhos e vi meu anfitrião me entregando um copo.
- Muito bem, Linda – ele disse – Vamos ver se você consegue fazer o que disse antes. Bebe!
Peguei o copo e soltei uma risadinha leve, porque aquilo era mais do que eu jamais poderia ter imaginado. Passei o copo por todas as partes do meu corpo que consegui alcançar, colocando dentro gota a gota todo o sêmen que fui capaz de recolher. Consegui colocar a maior parte, só deixei o que tinha caído no meu cabelo e na boca. Quando terminei, tinha mais ou menos uns dois centímetros e meio de porra. Coloquei contra a luz como os degustadores de vinho fazem, girando o copo entre meus dedos. Depois me sentei, coloquei o copo sobre minha boca e virei, derramando toda a porra direto para dentro.
- VAI, VAI, VAI – os caras cantavam como se fosse a prova final de um programa de TV. Vocês vão concordar comigo que passei naquela prova com nota máxima.
Deixei cair até a última gota na minha boca e depois engoli tudo com prazer, o que arrancou uma salva de palmas dos meus amantes.
Aquela foi minha experiência sexual mais memorável. Na verdade, estou pensando em organizar algo assim de novo em breve. Com certeza não terei problemas para encontrar homens dispostos a me banhar de novo. Eu tremo de tesão só de pensar...
Imagino que vocês também devem estar interessados em saber quais são meus pensamentos como rainha honorária da porra. Para os caras que estão lendo isso, aqui vão algumas dicas sobre como fazer sua parceira deixar você gozar no rosto ou no corpo dela. E para as minas, aqui vão algumas opiniões de outras mulheres que podem acabar com seus medos e preocupações sobre o assunto.
Primeiro, Gente, acho que falo pela maioria de nós quando digo que não gostamos de ser OBRIGADAS a fazer nada. Sim, tudo bem, é legal quando vocês realizam uma das fantasias de vez em quando. Mas se começarem a encher o saco com isso, pode acabar virando um pé no saco em vez de uma experiência boa.
Segundo, e talvez o mais importante, não esperem que uma mulher fique excitada o suficiente para começar a chupar vocês se antes vocês não descerem lá e derem uma atenção pra ela também. O cara que não lambe a buceta da mina não merece um boquete, né, meninas? E APRENDAM COMO se faz! Perguntem pra elas, elas vão dizer. Por exemplo, eu gosto que lambam os lábios da buceta de cima pra baixo, com umas lambidas longas e gostosas. Também adoro que mordisquem o clitóris. Mas outras mulheres podem gostar de coisas diferentes.
Terceiro, estejam mais limpos que um pincel novo. A gente não gosta de paus com gosto de bolo velho.
E quarto, antes de gozar na nossa boca, avisem. Pode ser que a gente não esteja afim de levar porrada na boca naquela hora, ou talvez a gente precise se preparar pra engolir sem se engasgar. Não tem nada mais nojento que sentir a porra de um cara escorrendo garganta abaixo, entrar no cano errado e a gente começar a tossir, espirrando aquilo pra todo lado, né? E não tenham medo de beijar sua mina depois que ela engolir sua porra. Relaxa, isso não vai matar vocês e com certeza vai fazer a mulher sentir que vocês realmente gostam dela. Como espera que uma mulher queira engolir sua porra se você nem toca nela? Acima de tudo, sejam considerados, limpos e façam a mina sentir que vocês realmente valorizam o que ela tá fazendo. Não achem que só porque vocês são homens e ela é mulher, ela vai transar com vocês e deixar que joguem leite pelo corpo dela.
Tá bom, meninas. Pra vocês que... (Será que ainda tem alguma por aí?) que ainda não experimentou fazer um boquete ou deixar gozarem na sua cara, deixa eu te avisar do que você tá perdendo.
Primeiro, os caras adoram. Deixa um homem gozar na sua boca ou no seu corpo algumas vezes e ele vai ficar igual um filhotinho nas suas mãos. Além disso, se você tem problema com infidelidade no seu relacionamento, deixa eu te falar uma coisa. Todo homem que a namorada ou esposa faz um boquete bem feito duas ou três vezes por semana tem muito menos chance de ser infiel. Acredita em mim, eu já testei. É impressionante como os caras perdem a vontade de trair depois de gozar. Acho que é uma verdade absoluta aquele ditado popular que diz: "Dá em casa tudo que ele precisa, que ele não vai procurar fora". Então, se você tá preocupada com os olhos infiéis do seu cara (e quem não tá?), mantém o pau dele seco e esvaziado sempre que puder. Sério, é surpreendente como é fácil manipular eles se a gente quiser. Mas garante que ele também cuide das suas necessidades.
Segundo, NÃO VAI DOER! Porra não é ácido nem nada do tipo. É composto principalmente de água e de um fluido que vem de uma glândula chamada próstata. Só mais ou menos 1% são os espermatozoides de verdade. Obviamente, o gosto pode variar de um cara pra outro. Eu descobri que, em geral, o esperma dos caras que bebem muito álcool não tem um gosto muito bom, nem o dos que comem comida muito apimentada. Pode ser que você note um gostinho salgado, mas só isso. No entanto, a maior parte é só água e pequenas quantidades de outros elementos. Além disso, não engorda, não faz nascer espinhas, nem celulite, nem varizes... E claro, você não vai engravidar se engolir! É possível que se você for novata nisso, também seja um pouco Cuidadosas com o sêmen. Bom, sugiro que vocês vão se acostumando com ele. Façam seu homem gozar na sua barriga ou nos seus peitos algumas vezes. Brinquem com a porra dele tocando com os dedos. Peguem um pouco com o dedo e experimentem. Uma vez que se acostumem com a consistência e o sabor, vai ficando cada vez mais fácil. Outro problema bem diferente é se vocês nunca viram o sêmen além de saindo da sua buceta depois de uma boa trepada. Nesse caso, provavelmente vão querer se acostumar com ele antes de vê-lo cobrindo seus lábios e seu rosto. A recomendação é a mesma, deixem que ele goze na sua barriga ou nos seus peitos. Depois, espalhem um pouco do sêmen que caiu ali nas suas bochechas, sintam sua consistência e deixem sua pele absorver. Espalhem nos seus lábios como se fosse brilho ou batom. Se fizerem isso direito, além de se acostumarem de forma eficaz a sentir o sêmen no seu rosto, pode ser que seus caras fiquem duros de novo só de ver vocês e consigam que eles deem outra trepada.
Algumas de nós sabemos a beleza que há em ver um cara gozando de muito perto. É realmente uma maravilha da engenharia. O buraquinho da ponta abre e aquela coisa branca sai disparada em alta velocidade. Às vezes podem até fazer voar a vários metros de distância! A quantidade de sêmen que eles ejaculam depende, claro, do tempo desde a última vez que gozaram. Mas normalmente uma gozada de um ou dois dias já é bem abundante. Na próxima vez que quiserem ver algo realmente fascinante, peçam pro seu homem se masturbar. Vocês se posicionem ao lado do pau dele e observem bem de perto. Vão ver como a cabeça fica levemente molhada com o líquido pré-ejaculatório. Depois, as bolas vão balançar pra frente e pra trás, e então, logo antes de ejacular, vão se contrair, ficando coladas no pau. Até mesmo, se tiverem sorte, podem ver a veia pulsando ao longo do membro bem quando o sêmen flui através dele. Por último, e isso só para as realmente ousadas, peçam para ele se masturbar na frente do rosto de vocês, a uns 5 centímetros de distância. Garanto que ele vai gozar em menos tempo que um galo leva para cantar. Só mais uma recomendação. Tomem cuidado se ele atirar nos olhos, pode arder se estiver muito salgado.
Já que estamos mergulhadas de cabeça no assunto, vamos falar sobre isso. Vocês deixam seu cara gozar na sua cara? Algumas mulheres dizem: "NÃO, nunca!" Outras dizem: "Às vezes, mas não com frequência". O resto afirma: "Claro, pô, sempre que ele quiser". Eu pertenço a esse último grupo. Não tem nada de errado em fazer isso. Só porque vocês e seu parceiro curtem esse tipo de expressão sexual, isso não faz de vocês putas. Provavelmente, a maioria das patricinhas ricas e cheias de pose que vocês veem nas revistas de fofoca nunca deixariam um homem gozar nem perto do rosto delas. A verdade é que isso é o que mais me irrita nesse tipo de gente. Vocês sabem de quem estou falando. Por exemplo, conseguem imaginar aquela gostosa da Obregón com a boca cheia de porra? Ou a Tita Cervera? Ou a Duquesa de Alba? Pelo amor de Deus!
Se depois de tudo isso vocês ainda se sentirem inseguras sobre o assunto, sugiro que se acostumem com o sêmen aos poucos. Primeiro, se nunca deixaram um homem gozar na sua boca, façam isso. Uma vez que se acostumarem com a sensação do pau pulsando e disparando a carga dentro de vocês, não vai dar tanto medo. Mantenham a cabecinha longe da parte de trás da boca, perto dos lábios, e vão sentir com mais força a saída do esperma. Assim vão conseguir perceber melhor o gosto.
Depois, quando já se sentirem confortáveis com isso, tirem ele da boca na hora que ele for gozar e deixem a porra jorrar dentro dela. Vocês precisam saber controlar os movimentos do pau dele nesse momento ou sempre vai jorrar por todo o quarto. Se fizerem direito, vão sentir uma sensação indescritível. É incrível sentir os jatos de porra disparando direto no seu paladar. Pensei que vocês poderiam treinar antes com uma pistola de água ou algo assim. Com certeza assim pegariam o jeito.
Por último, quando finalmente tiverem transformado esse ato sexual em algo verdadeiramente especial para os dois, apontem o pau direto pro nariz de vocês e deixem ele gozar assim... A primeira descarga é a que custa mais pra se acostumar, porque você nunca pode ter certeza de quando vai te atingir. Até eu sempre hesito um pouco. Mas assim que a primeira te atingir, as outras vão ser sempre menores e vai ficar mais fácil se acostumar com elas. De novo, repito: se a porra for salgada, vocês devem fechar os olhos ou se preparar pra limpá-los bem rápido, porque já me jorraram com umas que fizeram meus olhos arderem por um ou dois segundos. Mas, calma, na maioria das vezes não precisa se preocupar muito.
Quando esse primeiro jato te atingir, provavelmente você vai ter o impulso de jogar a cabeça pra trás. Vocês devem resistir a esse impulso inicial de se afastar. Se conseguirem, direcionem o pau pras maçãs do rosto e pros lábios. Se a intensidade dos jatos ainda for forte demais, vejam se conseguem fazer cair um pouco na testa também. Pra alguns caras, não tem nada mais sexy do que ver o cabelo de vocês grudado na testa com a porra dele. Claro, depois vamos ter que limpar, mas, que buceta!, todas nós já colocamos no cabelo coisas muito mais nojentas que isso, né?
Depois que o cara (ou os caras!) parar de gozar, vocês vão querer esfregar a porra por todo o corpo e por toda a pele. É uma sensação realmente sexy e, por que não, saudável. É melhor do que deixar secar na pele, porque se fizerem isso pode ficar crocante e seco. Fechem os olhos e deixem que... Embriague-se com o toque e o aroma do sêmen dele, e lembre-se de que é um presente precioso do seu homem. Se o seu cara souber valorizar o quanto você se esforçou para excitá-lo, deixando que ele te enchesse de porra, quem sabe, talvez ele esteja pronto para outra viagem!
Não me ocorrem muitas coisas para dizer a essa altura. Acho que é hora de ir para a rua e arrumar um cara para vir à minha casa e me ajudar a fazer mais algumas 'pesquisas'!
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23 comentários - Me Declaro Mi Aprecio Al Semen
http://www.poringa.net/posts/gay/1690368/Mi-verga_-para-quien-le-guste.html
QUE MUJER!!! 🤤 🤤 🤤
pdt: te dedico la corrida q acabo de tener leyendote, imaginandote gozando con toda la cara repleta de semen 😉
muy buen relato sigue asi
jajajaj pienso igual no lo lei es demasiado pero bien muy bno, y la mayoria dice no gustarles pero al momento del acto no la sueltan mas!!! 😉
Que casualidad . Si kres mira mi post hermosa .......
http://www.poringa.net/posts/gay/1955150/Mi-pija-_-NO-GAY_.html