Quero compartilhar o que vivemos com minha esposa nos primeiros dias desta semana, com quem compartilhamos um relacionamento de mais de 20 anos. É claro que não somos crianças e crescemos numa sociedade cheia de travas mentais, nada a ver com como a juventude é criada hoje. Mesmo assim, vamos nos soltando, haha... foi intenso pra nós e acho que vale a pena compartilhar. Daqui a alguns dias vou surpreendê-la mostrando a publicação... Lá vai.
Minha mulher é uma gatinha com pouco mais de 40 anos, com um corpo maravilhoso, que me deu e compartilhamos uns filhos divinos, e que hoje está mais forte do que há 15 anos atrás. Ela é mais gostosa que o Quaker, tem um olhar que prende, uma boca carnuda, uma bunda divina, uma buceta que mantém suas virtudes intactas (sempre cesárea, quero dizer). Bom, nada mais por agora, talvez um dia eu apresente ela como uma pornstar, embora por enquanto seja só uma fantasia nossa. Vai o relato.
...já que meu trabalho me toma muito tempo indo de um lugar pra outro, às vezes convido minha esposa pra me acompanhar... Dessa vez, voltei de algum trampo lá pelas 10h e convidei ela pra vir comigo. Eu já tinha em mente que ia ditar algumas regras pra ela me acompanhar. Ao descer do quarto pra sair, vi ela de jeans, e com umas frases curtas mandei ela voltar e trocar pra uma minissaia. Ela hesitou um instante, mas obedeceu. Quando desceu, vi ela muito mais linda, e pedi também que colocasse um boné esportivo e não esquecesse os óculos escuros.
Partimos pela estrada e, pouco depois de andar (passando o pedágio), a ordem foi: hoje você vai ser minha putinha. Pedi que me desse a calcinha fio dental. Com o tempo, entre comentários perdidos, fui mandando ela se sentar mais recostada pra trás, abrir um pouco as pernas. Entre uma pausa e outra, comecei meu caminho até a virilha dela, com muito tesão, porque brincava com ela que as pessoas nos ônibus, caminhões e outras camionetes viam aquela situação, entre minha mão e a... Situação de putaria. Minha esposa já tava pegando fogo nesse ponto. Saímos numa das descidas da rodovia e, no trânsito pesado, no semáforo, um Falcon com 3 pedreiros olhando foi onde senti que minha parceira deu a primeira trepada, escondida atrás dos óculos escuros e do boné esportivo dela. Que prazer que senti quando tentei passar a marcha e minha mão tava molhada nela, que beleza. Nesse ponto (30 minutos de amasso e chupando a cabecinha, eu tava com o pau mais que inchado… Deixei ela uns 10 minutos no trajeto urbano relaxar, pouco antes de chegar num dos meus destinos comecei a provocar ela de novo (aquela bocetinha é uma obra de arte). Na hora de parar o carro, pedi pra ela me acompanhar, ela não queria porque tava sem calcinha, só com uma saia curta que ela usa com muito orgulho, minha delícia: logo aceitou a missão que a gente tinha combinado, fiz ela andar pelo shopping inteiro, quis que ela se sentisse observada (embora, na real, acho que ninguém percebeu o detalhe), depois fomos a uma loja de esportes, ela experimentou uma legging branca tipo GNC, me mostrou como ficou nela (foto linda que vou levar entre minhas melhores lembranças)… a bocetinha aberta e marcada, e aquela raba digna que ela tem foi um presente do céu pra mim e, pra ela, o jogo que a gente jogava cada vez que eu provocava ela mais e mais… Voltamos pra caminhonete, continuei com a mão percorrendo ela, senti de novo o calor da buceta dela, os sucos, vi novas cores no rosto dela, ela tava entregue de novo, então resolvi ser safado. Eu tinha todo o controle da situação e ela entregue nos tempos que eu marcava pro prazer dela… pausei o estímulo… só falava com ela e dava sugestões, já passava do meio-dia e a Avenida Maipu tava cheia de trânsito, nisso um motorista de ônibus do nosso lado em outro semáforo, comecei a masturbar ela, fiz ela olhar pra fora, ela tava morrendo de vergonha mas pegando fogo, toca uma buzinada ou outra do motorista, entre toques… ela gozou. Segundo e gostoso tesão, eu rio e aproveito, ela tá toda entregue. Ao passar pelo hipódromo chego no meu segundo destino, estacionamento, subsolo, paro, falo que vou fazer o segundo tramite. Ela não me deixa sair da caminhonete, igual uma menina com os hormônios no auge da primavera me segura, e em três movimentos já estava em cima de mim enfiando meu membro no forno dela (senti mesmo que minha pica pegava fogo entre o caldo dela e meu sangue). Ela se amarrou como a maior puta, a gente vinha com duas horas de tesão acumulado, verdade que soltei um mar de porra que se misturou com os fluidos dela… uma bagunça entre ela, a caminhonete e eu, mas que prazer…
Daí a pouco recuperamos o fôlego, nos ajeitamos, fui pro meu próximo compromisso de trabalho, voltei e fomos comer em algum lugar. Na volta, umas 14h, estávamos indo pro norte de novo pela estrada, eu ainda excitado com a parada, pedi pra ela tirar o cinto de segurança e se ajeitar pra chupar do jeito que ela sabe. Verdade que não precisei repetir o pedido, ela se acomodou e literalmente comeu minha rola. De vez em quando dava umas pausas pra respirar, e não sei se era pela situação, pelo desconforto do lugar ou pela minha excitação enorme, mas eu sentia a boca dela toda, os dentes, a língua… a uns quilômetros de estrada, enchi a boca dela. De novo derramei uma quantidade enorme de porra que surpreendeu ela no boquete e também me surpreendeu…
Depois disso chegamos em casa, me ajeitei um pouco, fui continuar o trabalho e ela, feito uma rainha, foi buscar os filhos.
Minha mulher é uma gatinha com pouco mais de 40 anos, com um corpo maravilhoso, que me deu e compartilhamos uns filhos divinos, e que hoje está mais forte do que há 15 anos atrás. Ela é mais gostosa que o Quaker, tem um olhar que prende, uma boca carnuda, uma bunda divina, uma buceta que mantém suas virtudes intactas (sempre cesárea, quero dizer). Bom, nada mais por agora, talvez um dia eu apresente ela como uma pornstar, embora por enquanto seja só uma fantasia nossa. Vai o relato.
...já que meu trabalho me toma muito tempo indo de um lugar pra outro, às vezes convido minha esposa pra me acompanhar... Dessa vez, voltei de algum trampo lá pelas 10h e convidei ela pra vir comigo. Eu já tinha em mente que ia ditar algumas regras pra ela me acompanhar. Ao descer do quarto pra sair, vi ela de jeans, e com umas frases curtas mandei ela voltar e trocar pra uma minissaia. Ela hesitou um instante, mas obedeceu. Quando desceu, vi ela muito mais linda, e pedi também que colocasse um boné esportivo e não esquecesse os óculos escuros.
Partimos pela estrada e, pouco depois de andar (passando o pedágio), a ordem foi: hoje você vai ser minha putinha. Pedi que me desse a calcinha fio dental. Com o tempo, entre comentários perdidos, fui mandando ela se sentar mais recostada pra trás, abrir um pouco as pernas. Entre uma pausa e outra, comecei meu caminho até a virilha dela, com muito tesão, porque brincava com ela que as pessoas nos ônibus, caminhões e outras camionetes viam aquela situação, entre minha mão e a... Situação de putaria. Minha esposa já tava pegando fogo nesse ponto. Saímos numa das descidas da rodovia e, no trânsito pesado, no semáforo, um Falcon com 3 pedreiros olhando foi onde senti que minha parceira deu a primeira trepada, escondida atrás dos óculos escuros e do boné esportivo dela. Que prazer que senti quando tentei passar a marcha e minha mão tava molhada nela, que beleza. Nesse ponto (30 minutos de amasso e chupando a cabecinha, eu tava com o pau mais que inchado… Deixei ela uns 10 minutos no trajeto urbano relaxar, pouco antes de chegar num dos meus destinos comecei a provocar ela de novo (aquela bocetinha é uma obra de arte). Na hora de parar o carro, pedi pra ela me acompanhar, ela não queria porque tava sem calcinha, só com uma saia curta que ela usa com muito orgulho, minha delícia: logo aceitou a missão que a gente tinha combinado, fiz ela andar pelo shopping inteiro, quis que ela se sentisse observada (embora, na real, acho que ninguém percebeu o detalhe), depois fomos a uma loja de esportes, ela experimentou uma legging branca tipo GNC, me mostrou como ficou nela (foto linda que vou levar entre minhas melhores lembranças)… a bocetinha aberta e marcada, e aquela raba digna que ela tem foi um presente do céu pra mim e, pra ela, o jogo que a gente jogava cada vez que eu provocava ela mais e mais… Voltamos pra caminhonete, continuei com a mão percorrendo ela, senti de novo o calor da buceta dela, os sucos, vi novas cores no rosto dela, ela tava entregue de novo, então resolvi ser safado. Eu tinha todo o controle da situação e ela entregue nos tempos que eu marcava pro prazer dela… pausei o estímulo… só falava com ela e dava sugestões, já passava do meio-dia e a Avenida Maipu tava cheia de trânsito, nisso um motorista de ônibus do nosso lado em outro semáforo, comecei a masturbar ela, fiz ela olhar pra fora, ela tava morrendo de vergonha mas pegando fogo, toca uma buzinada ou outra do motorista, entre toques… ela gozou. Segundo e gostoso tesão, eu rio e aproveito, ela tá toda entregue. Ao passar pelo hipódromo chego no meu segundo destino, estacionamento, subsolo, paro, falo que vou fazer o segundo tramite. Ela não me deixa sair da caminhonete, igual uma menina com os hormônios no auge da primavera me segura, e em três movimentos já estava em cima de mim enfiando meu membro no forno dela (senti mesmo que minha pica pegava fogo entre o caldo dela e meu sangue). Ela se amarrou como a maior puta, a gente vinha com duas horas de tesão acumulado, verdade que soltei um mar de porra que se misturou com os fluidos dela… uma bagunça entre ela, a caminhonete e eu, mas que prazer…
Daí a pouco recuperamos o fôlego, nos ajeitamos, fui pro meu próximo compromisso de trabalho, voltei e fomos comer em algum lugar. Na volta, umas 14h, estávamos indo pro norte de novo pela estrada, eu ainda excitado com a parada, pedi pra ela tirar o cinto de segurança e se ajeitar pra chupar do jeito que ela sabe. Verdade que não precisei repetir o pedido, ela se acomodou e literalmente comeu minha rola. De vez em quando dava umas pausas pra respirar, e não sei se era pela situação, pelo desconforto do lugar ou pela minha excitação enorme, mas eu sentia a boca dela toda, os dentes, a língua… a uns quilômetros de estrada, enchi a boca dela. De novo derramei uma quantidade enorme de porra que surpreendeu ela no boquete e também me surpreendeu…
Depois disso chegamos em casa, me ajeitei um pouco, fui continuar o trabalho e ela, feito uma rainha, foi buscar os filhos.
6 comentários - un dia especial con mi mujer....
no te vas a arrepentir, suerte!