Esta história é a continuação do post intitulado "O primeiro e último verão com minha namorada e minha sogra".
O verão já era passado, eu tava começando o cursinho e a Clara já tava no primeiro ano da faculdade de educação física (sinceramente, nunca pensei que isso ia ajudar tanto o corpo dela). Ela começou a se desenvolver de um jeito que, se antes eu já gostava dela, agora eu ficava completamente louco.
Já eu, quase não ia na casa dela; talvez pelo constrangimento de cruzar com a mãe dela, depois do que rolou em San Bernardo, assunto que nunca mais foi tocado desde então.
Não sei se foi por causa disso, mas o relacionamento com minha namorada ficou muito mais forte. Mas o amor que sinto por ela não é toda essa história.
Lá pra meados de março era o aniversário da mãe dela e, sem muita vontade de ir, tive que aceitar por pedido da Clara. Ela parecia meio arrependida pelo que tinha acontecido antes.
A verdade é que, graças à festa no verão, nosso sexo foi melhorando de um jeito que eu nem imaginava. Transar com outra gostosa que não fosse ela, ou pelo menos com ela e outra gostosa — já que, não por me gabar, mas era coisa de todo dia. E se ela tava menstruada, isso não impedia ela de me fazer um boquete até tirar minha dose diária de porra. A bunda dela era coisa de todo dia, e nem preciso dizer que, já que tava completamente arrombada, não tinha diferença entre comer ela pela buceta ou pelo cu, que, aliás, graças aos estudos dela, tava cada vez mais redondo e duro.
Mas enfim, chegou o dia do aniversário da minha sogra (que agora vou chamar de Viqui). O encontro era pras 20:30, mas eu fui às 22:00 com medo de chegar primeiro e ficar sozinho com a Clara e a Viqui.
Quando cheguei, tudo era o mais normal num aniversário de uma gostosa de 44 anos: amigos, familiares e o parceiro dela, que não tinha podido ir com a gente de férias por causa do trabalho (o cara a gente vai chamar de Carlos). A idade dele eu não sei, mas não deve chegar aos 40. Eu não via ele desde... Antes das nossas férias, mas eu já conhecia ele, já tinha uma certa amizade, já que somos do mesmo time (San Lorenzo). Ah, seguimos na liderança mesmo.
Bom, a festa foi morrendo e todo mundo foi indo embora. Nisso, minha namorada já tinha me feito um boquete antes do bolo, o que me surpreendeu, com tanta gente na casa dela, mas a verdade é que ainda não sei como recusar os pedidos dela — e quando digo recusar, é realmente recusar.
Lá pela 01:00, já não tinha quase ninguém, só a Viqui, o Carlos, a Clara e eu, o servo de vocês.
A gente ia ficar mais um pouco, porque íamos pra uma balada na casa de um amigo, mas a Viqui pediu pra gente ficar um tempo com ela e o Carlos, já que ele queria nos contar algo — o que surpreendeu nós dois.
E então, entre o café e uns copos de uísque que o Carlos me serviu pra ir preparando o terreno pra conversa, fomos nos acomodando nas cadeiras de jardim ao redor da piscina.
Tudo estava normal, e a conversa, no começo, era pra nos informar (mais a Clara do que a mim) de que eles estavam planejando morar juntos — o que achamos legal. A surpresa foi que o Carlos nos ofereceu a possibilidade de eu e a Clara irmos morar na casa deles quando quiséssemos, ou melhor, quando conseguíssemos um emprego estável. Isso nos pegou de surpresa, mas aceitamos juntos, com muita gratidão.
Mas aí vinha o melhor: o Carlos começou com indiretas sobre algo que eu supostamente deveria saber das nossas férias. Eu não podia acreditar, mas a filha da puta da minha sogra tinha contado. Eu, sem saber o que fazer, e como quem não quer nada, feito um verdadeiro pilantra, fui pro banheiro, deixando minha namorada sozinha. Quando ela viu que eu tava saindo feito um covarde, me olhou e tentou me agarrar, mas eu desviei igual o Diego.
Quando voltei, notei um certo clima de cumplicidade e vi de novo a cara safada da Clara que eu tinha visto naquela noite. Fiquei com medo e me entreguei de novo à conversa. Estávamos sentados: a Clara do meu lado, e a Viqui e o Carlos na nossa frente. golpe carlos se levanta e sem hesitar agarra a clara e beija ela na boca, eu ao reagir me levanto mas antes de poder fazer qualquer coisa sou interceptado pela viqui que me abraça e me beija na boca de um jeito que só podia ser igualado pela clara que naquele momento tava sendo beijada pelo carlos, que eu vi tocando aquele rabo que até então era só meu
viqui não enro lou e rapidamente ao notar que eu só ia reagir do jeito que elas queriam se ajoelhou e tirou minha rola da calça não sei se pela situação ou porque não fazia muito tempo que a clara tinha me chupado mas minha rola não tava nada dura mas ao ver a viqui beijando ela, o carlos chupando os peitos da clara e ela toda entregue nesse jogo foi ficando tão dura que doía a cabeça, viqui chupou minha rola toda como se fosse a última vez, passou a mão nas minhas bolas e depois foi brincar com a língua no meu cu, coisa que me quebra demais
já a clara tava recebendo uma chupada de buceta e cu que deixava ela louca
eu tentando chegar perto dela pra brincar ali fui parado pela viqui dizendo pra eu me segurar que a clarinha eu como todo dia foi então que viqui se jogou na grama e abrindo as pernas me convidou pra comer aquela buceta completamente depilada falando que tava depilada pra mim
eu ao ver aquela racha brilhando com os próprios sucos me joguei de cabeça pra provar de novo aquela buceta que já tinha comido antes, por mais que dissesse que não tinha esquecido, por trás dos meus ombros e ao sentir os gemidos da clara olhei e vi que eles tavam fazendo um 69 com a buceta e o cu da clara apontando pra mim, aí viqui ao notar o que tava rolando do nosso lado me convida pra gente se juntar a eles mas antes tive que prometer que gozaria no cu dela, coisa que não consegui resistir
eu comecei a beijar o cu da clara pra depois colocar minha rola a poucos centímetros A cara do Carlos, e foi aí que, de uma só vez, enfiei tudo naquele cu que eu conheço tão bem. Nisso tudo, a Viqui foi pra cima da rola do Carlos, que tava sendo chupada pela Clara, mas essa soube dividir com a mãe dela, que logo sentou com a bunda em cima dela, deixando a buceta dela bem na cara da Clara, que aproveitou a situação pra comer a buceta da mãe, coisa que era dividida com uma chupada na rola do Carlos toda vez que a mãe tirava ela do cu.
Ver a Clara submissa pra mim, pra Viqui e pro Carlos foi e é algo que não consigo tirar da mente, mas a excitação era tanta que não existia nenhum tipo de título (mãe, namorado, namorada, filha) — eram só corpos se entregando ao mais quente dos desejos. Eu tentei aguentar o máximo que pude pra aproveitar o que tava rolando e cumprir minha promessa pra Viqui, mas ao ver o Carlos começar a encher o cu da Viqui e a boca da Clara com o leite dele, não consegui me segurar muito mais. Consegui chamar a Viqui, que, escorrendo porra pela bunda, veio até mim e me obrigou a gozar dentro da bunda da Clara, coisa que fiz, pra depois ver a Viqui me limpar de um jeito quase único. E ao ver ela limpando o cu da Clara, minha rola não murchou nem um centímetro — na verdade, duplicou minha vontade de continuar trepando.
Nisso tudo, a Clara tava chupando o cu da Viqui como se tentasse pegar o leite que ela tinha dentro. Eu, vendo isso, me joguei no chão e apostei com a Viqui que, se ela conseguisse me fazer gozar de novo, eu faria depois o que ela quisesse. Ao ver a cara surpresa da Clara com o que eu falei, a Viqui sentou em cima de mim e começou a me cavalgar de um jeito que eu sentia que ela tava destruindo minha rola, coisa que me fez pensar que era melhor ter ficado de boca fechada. Mas a filha da puta não parou por nada nesse mundo e fez a Clara sentar na minha cara, coisa que me permitiu chupar aquela buceta que tava completamente molhada. Foi aí que o Carlos, vendo esse ato, se desculpou e foi pra dentro da gente. Seguimos assim por uns 10 minutos, eu completamente encharcado pelos sucos da Clara e com meu pau todo ardendo de tanto esfregar. Foi aí que comecei a gozar bem dentro da buceta da Viqui, que chamou a Clara pra limpar a buceta dela com a língua e espremer a última gota do meu pau.
Assim terminamos os três deitados na grama e, depois de recuperar as forças, fomos nus pra dentro de casa.
Lá já estava o Carlos deitado pelado num dos sofás, meio dormindo. Nem preciso dizer que não fomos a lugar nenhum depois disso. Só consegui deitar por uns minutos pra juntar forças e vontade de me vestir.
Mas acabei dormindo (nós dormimos) todos pelados — o Carlos de um lado e eu no meio da minha namorada e da minha sogra. O que aconteceu de manhã fica pra outro post, porque esse aqui chegou ao fim. Um abraço a todos e obrigado. Não se privem de comentar. A continuação procurem como (Um longo dia em família).
O verão já era passado, eu tava começando o cursinho e a Clara já tava no primeiro ano da faculdade de educação física (sinceramente, nunca pensei que isso ia ajudar tanto o corpo dela). Ela começou a se desenvolver de um jeito que, se antes eu já gostava dela, agora eu ficava completamente louco.
Já eu, quase não ia na casa dela; talvez pelo constrangimento de cruzar com a mãe dela, depois do que rolou em San Bernardo, assunto que nunca mais foi tocado desde então.
Não sei se foi por causa disso, mas o relacionamento com minha namorada ficou muito mais forte. Mas o amor que sinto por ela não é toda essa história.
Lá pra meados de março era o aniversário da mãe dela e, sem muita vontade de ir, tive que aceitar por pedido da Clara. Ela parecia meio arrependida pelo que tinha acontecido antes.
A verdade é que, graças à festa no verão, nosso sexo foi melhorando de um jeito que eu nem imaginava. Transar com outra gostosa que não fosse ela, ou pelo menos com ela e outra gostosa — já que, não por me gabar, mas era coisa de todo dia. E se ela tava menstruada, isso não impedia ela de me fazer um boquete até tirar minha dose diária de porra. A bunda dela era coisa de todo dia, e nem preciso dizer que, já que tava completamente arrombada, não tinha diferença entre comer ela pela buceta ou pelo cu, que, aliás, graças aos estudos dela, tava cada vez mais redondo e duro.
Mas enfim, chegou o dia do aniversário da minha sogra (que agora vou chamar de Viqui). O encontro era pras 20:30, mas eu fui às 22:00 com medo de chegar primeiro e ficar sozinho com a Clara e a Viqui.
Quando cheguei, tudo era o mais normal num aniversário de uma gostosa de 44 anos: amigos, familiares e o parceiro dela, que não tinha podido ir com a gente de férias por causa do trabalho (o cara a gente vai chamar de Carlos). A idade dele eu não sei, mas não deve chegar aos 40. Eu não via ele desde... Antes das nossas férias, mas eu já conhecia ele, já tinha uma certa amizade, já que somos do mesmo time (San Lorenzo). Ah, seguimos na liderança mesmo.
Bom, a festa foi morrendo e todo mundo foi indo embora. Nisso, minha namorada já tinha me feito um boquete antes do bolo, o que me surpreendeu, com tanta gente na casa dela, mas a verdade é que ainda não sei como recusar os pedidos dela — e quando digo recusar, é realmente recusar.
Lá pela 01:00, já não tinha quase ninguém, só a Viqui, o Carlos, a Clara e eu, o servo de vocês.
A gente ia ficar mais um pouco, porque íamos pra uma balada na casa de um amigo, mas a Viqui pediu pra gente ficar um tempo com ela e o Carlos, já que ele queria nos contar algo — o que surpreendeu nós dois.
E então, entre o café e uns copos de uísque que o Carlos me serviu pra ir preparando o terreno pra conversa, fomos nos acomodando nas cadeiras de jardim ao redor da piscina.
Tudo estava normal, e a conversa, no começo, era pra nos informar (mais a Clara do que a mim) de que eles estavam planejando morar juntos — o que achamos legal. A surpresa foi que o Carlos nos ofereceu a possibilidade de eu e a Clara irmos morar na casa deles quando quiséssemos, ou melhor, quando conseguíssemos um emprego estável. Isso nos pegou de surpresa, mas aceitamos juntos, com muita gratidão.
Mas aí vinha o melhor: o Carlos começou com indiretas sobre algo que eu supostamente deveria saber das nossas férias. Eu não podia acreditar, mas a filha da puta da minha sogra tinha contado. Eu, sem saber o que fazer, e como quem não quer nada, feito um verdadeiro pilantra, fui pro banheiro, deixando minha namorada sozinha. Quando ela viu que eu tava saindo feito um covarde, me olhou e tentou me agarrar, mas eu desviei igual o Diego.
Quando voltei, notei um certo clima de cumplicidade e vi de novo a cara safada da Clara que eu tinha visto naquela noite. Fiquei com medo e me entreguei de novo à conversa. Estávamos sentados: a Clara do meu lado, e a Viqui e o Carlos na nossa frente. golpe carlos se levanta e sem hesitar agarra a clara e beija ela na boca, eu ao reagir me levanto mas antes de poder fazer qualquer coisa sou interceptado pela viqui que me abraça e me beija na boca de um jeito que só podia ser igualado pela clara que naquele momento tava sendo beijada pelo carlos, que eu vi tocando aquele rabo que até então era só meu
viqui não enro lou e rapidamente ao notar que eu só ia reagir do jeito que elas queriam se ajoelhou e tirou minha rola da calça não sei se pela situação ou porque não fazia muito tempo que a clara tinha me chupado mas minha rola não tava nada dura mas ao ver a viqui beijando ela, o carlos chupando os peitos da clara e ela toda entregue nesse jogo foi ficando tão dura que doía a cabeça, viqui chupou minha rola toda como se fosse a última vez, passou a mão nas minhas bolas e depois foi brincar com a língua no meu cu, coisa que me quebra demais
já a clara tava recebendo uma chupada de buceta e cu que deixava ela louca
eu tentando chegar perto dela pra brincar ali fui parado pela viqui dizendo pra eu me segurar que a clarinha eu como todo dia foi então que viqui se jogou na grama e abrindo as pernas me convidou pra comer aquela buceta completamente depilada falando que tava depilada pra mim
eu ao ver aquela racha brilhando com os próprios sucos me joguei de cabeça pra provar de novo aquela buceta que já tinha comido antes, por mais que dissesse que não tinha esquecido, por trás dos meus ombros e ao sentir os gemidos da clara olhei e vi que eles tavam fazendo um 69 com a buceta e o cu da clara apontando pra mim, aí viqui ao notar o que tava rolando do nosso lado me convida pra gente se juntar a eles mas antes tive que prometer que gozaria no cu dela, coisa que não consegui resistir
eu comecei a beijar o cu da clara pra depois colocar minha rola a poucos centímetros A cara do Carlos, e foi aí que, de uma só vez, enfiei tudo naquele cu que eu conheço tão bem. Nisso tudo, a Viqui foi pra cima da rola do Carlos, que tava sendo chupada pela Clara, mas essa soube dividir com a mãe dela, que logo sentou com a bunda em cima dela, deixando a buceta dela bem na cara da Clara, que aproveitou a situação pra comer a buceta da mãe, coisa que era dividida com uma chupada na rola do Carlos toda vez que a mãe tirava ela do cu.
Ver a Clara submissa pra mim, pra Viqui e pro Carlos foi e é algo que não consigo tirar da mente, mas a excitação era tanta que não existia nenhum tipo de título (mãe, namorado, namorada, filha) — eram só corpos se entregando ao mais quente dos desejos. Eu tentei aguentar o máximo que pude pra aproveitar o que tava rolando e cumprir minha promessa pra Viqui, mas ao ver o Carlos começar a encher o cu da Viqui e a boca da Clara com o leite dele, não consegui me segurar muito mais. Consegui chamar a Viqui, que, escorrendo porra pela bunda, veio até mim e me obrigou a gozar dentro da bunda da Clara, coisa que fiz, pra depois ver a Viqui me limpar de um jeito quase único. E ao ver ela limpando o cu da Clara, minha rola não murchou nem um centímetro — na verdade, duplicou minha vontade de continuar trepando.
Nisso tudo, a Clara tava chupando o cu da Viqui como se tentasse pegar o leite que ela tinha dentro. Eu, vendo isso, me joguei no chão e apostei com a Viqui que, se ela conseguisse me fazer gozar de novo, eu faria depois o que ela quisesse. Ao ver a cara surpresa da Clara com o que eu falei, a Viqui sentou em cima de mim e começou a me cavalgar de um jeito que eu sentia que ela tava destruindo minha rola, coisa que me fez pensar que era melhor ter ficado de boca fechada. Mas a filha da puta não parou por nada nesse mundo e fez a Clara sentar na minha cara, coisa que me permitiu chupar aquela buceta que tava completamente molhada. Foi aí que o Carlos, vendo esse ato, se desculpou e foi pra dentro da gente. Seguimos assim por uns 10 minutos, eu completamente encharcado pelos sucos da Clara e com meu pau todo ardendo de tanto esfregar. Foi aí que comecei a gozar bem dentro da buceta da Viqui, que chamou a Clara pra limpar a buceta dela com a língua e espremer a última gota do meu pau.
Assim terminamos os três deitados na grama e, depois de recuperar as forças, fomos nus pra dentro de casa.
Lá já estava o Carlos deitado pelado num dos sofás, meio dormindo. Nem preciso dizer que não fomos a lugar nenhum depois disso. Só consegui deitar por uns minutos pra juntar forças e vontade de me vestir.
Mas acabei dormindo (nós dormimos) todos pelados — o Carlos de um lado e eu no meio da minha namorada e da minha sogra. O que aconteceu de manhã fica pra outro post, porque esse aqui chegou ao fim. Um abraço a todos e obrigado. Não se privem de comentar. A continuação procurem como (Um longo dia em família).
4 comentários - El verano se acaba pero la fiesta sigue
:buenpost:
:headbang::headbang::headbang:
Bien ahí mostro.
Lindo relato, saludos.