Matias... Capítulo 5, final (finalmente)

Desculpa se eu dei uma travada, é que, bom, juntou mina e férias, uma parada muito foda… vou contar, fui fazer snowboard com a minha morena, já tivemos experiência anal, o capítulo 1 rolou na primavera passada, só pra vocês terem uma ideia.
Ei, Matías. – Capítulo 5
Eu estava imerso numa situação cheia de tesão e dúvida, não sabia como a Suyai reagiria. Ela topou um menage por minha causa, mas eu não fazia ideia de como ela ia lidar se eu tivesse que entregar o corpo pro irmão mais velho da Romina. Não conhecia ela, não sabia o que ela curtia e o que não curtia, parece engraçado, mas eu tava preocupado com a bunda dela — era uma situação nada agradável pra mim.

A loira veio se aproximando sem dizer nada, de fio dental verde e cabelo lindo, Suyai e Romina estavam imóveis, peladas, esperando alguma reação pra quebrar o gelo.
O irmão da Romina é magro, alto, moreno de olhos verdes, mas não é bonitão, é estranho, chama Pablo, e a loira se apresentou como Solange…

Eu tava de pé, com a pica dura, apontando pra loira que vinha na minha direção sem falar nada.
— Pablo: Com quantas você já pegou pra conseguir essas morenas? (Fazendo referência ao meu olho roxo)
Eu não soltava uma palavra… Até que vejo a loira subir na cama, acompanhando as minas. Ela começou a se beijar com a Romina, Pablo se aproximou e começou a passar a mão na bunda da Suyai, que tava com um ar de medo, apreensão, claro, por não saber o que a esperava.

Solange se mostrava ativa, com vontade de guerra, se beijava apaixonadamente com a Romina, que começou a esquentar de novo, acompanhando os beijos e os amassos na nossa única loira. Era incrível, uma loira se beijando com uma morena, outro casal em êxtase total, e eu, de pé, com a pica dura, só olhando. Consegui quebrar a inércia e me aproximei da cama, onde comecei a tocar a Solange, ela tava de quatro, os joelhos na borda da cama e os braços em volta da Romina, tinha ela presa. Romina desabotoou o sutiã dela e deixou à mostra uns peitos brancos, com mamilos rosados, lindos, eram peras perfeitas, maravilhosos, naturais. Enfiei minha mão por trás e senti a buceta dela bem molhada, o fio dental verde começou a ficar encharcado e decidi que era hora de tirar.O cara era forte, só tava de jeans, quando vi que ele vinha na minha direção, a única coisa que fiz foi me deixar levar. Ele começou a me beijar bem devagar, com uma mão acariciava meu cabelo e com a outra brincava com meus peitos. Eu tava desconfortável, ele era alto e pesado. Pedi pra ele parar e ele obedeceu, parado do lado da cama, ainda de jeans. A única coisa que pensei foi em tirar aquilo dele, não tava nem aí pra ninguém, nem pra Mati, nem pra Romi, nem pro meu cu. Arrastei meu corpo da cama pro chão, de costas, ficando na altura perfeita pra fazer um boquete. Devagar fui soltando a fivela do cinto, o volume dele pulsava muito, eu tinha minha mão ali em cima. O cara não acreditava, ele me olhava e acariciava meu cabelo, eu mais puta do que nunca na minha vida. Tirei o cinto dele e comecei a desabotoar a calça, fiz tão devagar que acho que ele chegou a se desesperar. Puxei a calça pra baixo e apareceu uma cueca preta, tirei na hora e fiquei surpresa. Pra ser sincera, não era grande, era um pouco mais curta que a do Mati, mas bem mais fina. Tava num tesão do caralho, a cabecinha dura e vermelha. Comecei a masturbar devagar, até que finalmente decidi que era hora de colocar na minha boca. (Suyai)As minas se levantaram e me mandaram deitar na cama. A Solange ficou me encarando, subiu pela parte dos pés da cama, sem nunca tirar os olhos dos meus, e começou a me fazer um boquete foda. A Romina subiu pela cabeceira, ajoelhou pra eu chupar a buceta dela. Eu sentia a boca molhada e o boquete perfeito da Solange, ela apertava minhas bolas e passava a língua no meu pau inteiro. Eu tava com a cara toda molhada de lamber a buceta da Romi. Não parava de gozar.

Finalmente a loira resolveu montar em mim. Levantou e saiu correndo pra cozinha. Minha morena inesquecível tava adorando o oral que eu tava dando, tava cansada e gemendo baixinho. Ela apoiou as mãos no meu peito, e eu aproveitei pra pegar nas tetas perfeitas dela, que balançavam a poucos centímetros do meu corpo.

— Romina: Ai! Assim! Dá-lhe, coração! Assim! Pelo amor, continua!

A Romina tinha chegado no auge quando a loira voltou. Ela desabou de lado, do meu lado. A loira trouxe duas caixas de camisinha. Tinha certeza de que elas não esperavam uma orgia, mas iam se acabar entre elas, com certeza. Ela abriu o pacotinho da camisinha, colocou em mim com muita experiência e sem dificuldade, já que meu pau tava duro. Ela apoiou os braços na minha barriga e começou a descer devagar, mas sem parar. Quando a bunda dela encostou no meu corpo, ela começou a fazer círculos pequenos. Adorei. Ela encostou os peitos nos meus, fazendo a Romina se mexer e ter que se afastar. Segurei ela pela cintura e comecei a meter com força. Tava adorando, gozando nela, e ela tava gostando. Se ela parava, eu começava a bombar. Tinha esquecido que a Romi tava ali, que a Suyi tava ali. Era só eu e ela, uma guerra de poder. Ela gemia sem parar, tava uma puta. Começou a me beijar, mordendo meus lábios, e eu sentia que ia gozar. Dava pra ouvir o "Plap! Plap!" da buceta dela entrando e saindo. Meu pau não aguentava mais. Quando ela chegou no clímax, ela me avisou, já não eram mais Os gemidos eram um grito de satisfação, ela não parava e pedia pra eu não parar. Decidi meter forte com a intenção de fazer ela gozar, meu plano funcionou perfeitamente, quando comecei a meter, ela gozou em 15 segundos, deixando meu pau, minhas pernas e os lençóis da Romina todos gozados.
Meu pau pedia pra eu parar, tava totalmente vermelho, e eu não conseguia gozar, não sei por que aguentei tanto, bom, devia ser o álcool que tinha tomado e o efeito já tinha passado. Levantei o olhar e fiquei olhando pra Suyai debaixo do irmão da Romina, fazendo a posição "perninhas no pescoço", tava levando gostoso, ela tava adorando. Naquele momento pensei "Que bom que por sorte ela topou a ideia..." Solange levantou e foi pro banheiro, Romina não aguentava mais, deitou de novo do meu lado, mas dava pra ver que não tinha intenção de continuar transando, começamos a nos beijar, e ela a me tocar, a me bater uma punheta melhor dizendo, eu tava duro, e não conseguia gozar, precisava gozar, já tava começando a doer. De repente ouvi um "HAAAA" do Pablo, que tinha gozado dentro da Suyai, ele se separou dela e tirou a camisinha, sem mentir, dava pra encher um potinho de Danette, foi incrível. Romina continuava me masturbando, Suyai tinha entrado no banheiro, a loira aparece, abraça ele por trás, e se trancam no quarto deles, dá pra ver que não queriam dividir.

Quando a Suyai volta, ela me olha com uma carinha de "Fui bem?" Tava de calcinha, na direita tinha a Romina e em pé na esquerda tinha a Suyai, meu pau pedia pra gozar aos gritos, tava começando a murchar, e já me aconteceu que quando você mete muito e não goza, no dia seguinte, você não consegue ficar duro, então, falei pra elas:

- Matías: Eu sei que vocês gostaram do que a gente fez, que tiveram vários orgasmos cada uma, mas olha pra mim! Preciso de ajuda, senão amanhã não vou conseguir ficar de pé.

Suyai foi a primeira a responder meu pedido de ajuda, com um boquete, magnífico, Romina, de lado, acariciava minhas bolas, e me dava uns beijos. Beijinhos no pescoço, finalmente eu tava recebendo um pouco de ação das minhas morenas… comecei a sentir uma eletricidade no meu corpo, que começou pela minha mão, já meu pau tava apontando pra uma gozada cósmica. Suyai começou a passar a linguinha na parte de baixo da glande, Romina me tocava e passava a mão na minha barriga, a eletricidade interna já tava insustentável, e eu explodi de uma vez, gozei nos peitos da Suyai que usou meus jatos de porra como creme, é uma sensação única, como ter uma válvula fechada com 200 litros d'água sob pressão e abrir de uma vez, algo único, prazeroso, um prazer monumental.

O melhor final pra aquela noite foi quando eu tava dormindo com as minas do lado… elas se apertando contra meu corpo e eu de braços abertos abraçando as duas, olhando pro céu, foi algo único e irrepetível.

A gente dormiu, já era umas 9 da manhã, acordei e só tinha a Suyai do lado, abraçada igual um coala no tronco, a gente acordou ao mesmo tempo, ela me olhava e ria, fofura 100%, passava de ser uma putinha doce pra ser a puta mais puta de todas em questão de horas… Amo Elas.

Acordamos, tomamos banho juntos, a Romina já tinha tomado banho, quando fomos pra sala ela já tinha preparado o almoço, porra, era umas 6 da tarde, o irmão nunca apareceu, o melhor de tudo é que não teve um antes e um depois da orgia, com a Romina continuamos sendo amigos com benefícios e a Suyai é minha parceira de vida, com quem eu transo direto, ela é muito ciumenta, a única que não tem ciúmes é da outra morena.

Fumamos uns baseados, almoçamos, rimos um pouco, e depois pegamos um táxi até a casa da Suyai, que eu não tive coragem de entrar, deixamos ela na porta, e desviamos pra minha casa.ACABEI…

Valeu a todos pela boa energia, e quem leu tudo, sei lá, se tu mora em Neuquén, a gente faz uma suruba, sei lá... ha. Tem muita história pra contar, essa foi a primeira... Sucesso pra todo mundo, e que tenham uma boa vida.
Saúde, Sexo e amor!

P.S.: A parte da Suyai, não foi ela que escreveu. Dias depois, perguntei como ela tinha se divertido, aí resolvi colocar isso aqui...

3 comentários - Matias... Capítulo 5, final (finalmente)

Matias... Capítulo 5, final (finalmente)

Buen final, che. Todo muy bueno.
Ya pasaré por el Neuquen (sin acento como diría un colega)
Saludos y pasate por mi primer P!ost: Relato 100%100 real: La hermana de mi mejor amigo.
Lennn
Chaboooooooonn, aplausos, y felicitaciones, me dejaste el bocho a la miseria xD
no puedo decir más nada u.u
ojiba
donde fue esto en comodoro rivadavia ?