Meu nome é Mônica, tenho 45 anos, sou casada e tenho uma filha de 19 anos.
Há um tempo, eu e meu marido temos um apartamento na praia que usamos para passar as férias.
Nos primeiros dias de janeiro, minha filha viaja com algumas amigas, e lá pelo meio do mês eu e meu marido vamos, quando elas voltam.
Mas este ano foi diferente. Por causa do trabalho, meu marido não podia viajar até alguns dias depois, então fui sozinha, e minha filha ficou depois que as amigas foram embora para me fazer companhia.
Íamos para a praia, saíamos para ver vitrines, conversávamos, até que uma noite minha filha disse que estava com vontade de ir a uma balada, mas não queria ir sozinha. Aí eu me ofereci para acompanhá-la, mesmo que, com meus 45 anos, já fazia tempo que tinha deixado esse tipo de diversão.
Naquela noite, me vesti com uma camisa de seda branca, deixando os últimos botões desabotoados, mostrando o começo dos meus peitos, e uma legging preta justa, que marcava meu corpo, que ainda se mantém gostoso apesar dos anos, sem quilos a mais e com boas curvas, destacando especialmente meu quadril e minhas pernas longas.
Chegamos na balada e era enorme. Nunca tinha visto algo assim. Na minha época, eram bem diferentes. Tinha várias pistas com ritmos diferentes. Minha filha, fanática por techno, logo foi para aquela pista. Eu, mais antiga, preferia música tropical, e fui para aquela pista. Era muito fácil se perder, e depois de um tempo não consegui mais encontrar minha filha, então fiquei sozinha, sentada num sofá, vendo os outros dançarem.
Dois carinhas de no máximo 20 ou 21 anos se aproximaram de onde eu estava e, bem educados, começaram a conversar comigo, perguntando de onde eu era, onde estava ficando, enfim, aqueles assuntos bestas que rolam nesses lugares onde o barulho obriga a gente a ficar bem perto para conversar.
Um deles me Ela trouxe uma taça, eu agradeci, mas recusei beber, porque não costumo beber, mas tava calor e enquanto a gente conversava, sem perceber fui tomando aquela bebida e outra que ela me trouxe depois.
Um deles, loiro, muito gostoso, com 1,80m de altura, que passava de longe meu 1,65m, se chamava Miguel. O outro, moreno, um pouco mais baixo, se chamava Julián. Sentaram dos meus lados e falavam comigo se alternando.
Num momento, Miguel me chama pra dançar, o que recusei, dizendo que fazia tempo que não dançava e já nem lembrava, mas ele insistiu tanto que no fim aceitei.
Já na pista, o ritmo tropical e as bebidas foram me soltando e logo tava me mexendo sem vergonha nenhuma.
— Você é muito sensual dançando — disse Miguel, chegando a boca perto do meu ouvido. Como resposta, só sorri.
A mudança de ritmo fez a gente trocar o passo e enquanto me mexia, virei de costas, chance que ele aproveitou pra chegar no meu corpo e roçar o dele. Senti uma protuberância dura no meu rabo, me acariciando, mas me afastei sem falar nada enquanto dançava. Na hora, a mesma sensação de novo, e foi se repetindo. Eu me afastava e ele se aproximava, até que no fim fiquei parada e deixei ele se encostar. Dava pra sentir o pau dele crescendo contra meu corpo.
Tenho que admitir que essa situação me excitava. Fazia muito tempo que só transava com meu marido, e me sentir desejada por um garoto que podia ser meu filho era muito satisfatório.
A gente continuou dançando mais um pouco, até que ficou claro que meu jovem parceiro não aguentava mais. Tava quase gozando. Nessa hora, falei que precisava ir ao banheiro, e fui, vendo ele voltar pro sofá onde o amigo tava. Em vez de ir embora, fiquei observando eles. Miguel falava com gestos e tava fora de si. Tentava convencer o amigo a ir embora. o que o outro não estava disposto a fazer, até que finalmente ele concordou e se afastou, deixando-o sozinho.
Fui ao banheiro e, enquanto me refrescava, pensei no que ia fazer com esse guri. Até onde eu estava disposta a ir?
Pensei em brincar um pouco com ele, deixar ele me acariciar, apalpar ele um pouco e deixá-lo pronto para bater umas punhetas em minha homenagem. Com minha experiência, não ia ser difícil. Claramente, o álcool não é um bom conselheiro. Não levei em conta nem a virilidade desses caras, nem minha própria natureza.
Quando voltei ao sofá, havia novas bebidas me esperando. Miguel sugeriu irmos para outro lugar da balada onde o barulho não era tão forte e dava pra conversar melhor, e eu aceitei.
Ele pegou na minha mão e me levou até uns reservados que ficavam em outro andar, no fundo, onde a escuridão era total. Mesmo assim, quando a vista se acostumou, o espetáculo era incrível.
Consegui ver que nos sofás tinha casais enroscados nas situações mais lascivas. Gatinhas chupando paus com total dedicação. Outras cavalgando sobre seus parceiros, penetradas até o fundo, como era evidente. Em um dos reservados, uma loira gostosa estava sendo submetida por dois caras, pela frente e por trás. Ela montava um e o outro atrás dela bombava sem piedade.
Essa sequência de imagens na penumbra acabou me molhando toda.
Encontramos um assento livre e, assim que nos acomodamos, Miguel começou a me dizer como eu era linda, atraente, como o excitava e há quanto tempo ele queria ter relações com uma mulher mais velha.
— Miguel, não se apressa. A gente tá se divertindo, mas sou uma mulher casada e não quero problemas.
— Pelo contrário, mamãe, eu quero aproveitar e te fazer feliz, e este é o lugar onde vamos nos conhecer mais intimamente — e dizendo isso, ele aproximou os lábios dos meus e começou a me beijar suavemente.
A atitude dele me surpreendeu, mas como eu estava Dentro dos meus limites, respondi aos beijos dele. Quando as mãos dele buscaram meu corpo, também não parei, e deixei que suas mãos atrapalhadas me acariciassem.
Claramente não tinha muita experiência com mulheres, mas colocava vontade. Ele deslizou a mão pela minha perna e chegou na minha entreperna usando muita força. Puxei ele pelo cabelo e afastei.
— Devagar, neném, devagar, com carinho, sem violência — falei enquanto o beijava.
Ele entendeu, e a mão dele começou a acariciar minha buceta por cima da roupa com suavidade, o que me excitava ainda mais.
— Me toca, por favor — ele pedia entre suspiros, e eu acariciava o rosto e o peito dele sem passar daí, embora soubesse o que ele queria.
A outra mão dele, que estava atrás da minha nuca, desceu até meus peitos e, entrando pela minha blusa, começou a brincar com meus mamilos, que estavam duros e empinados.
Quando ele tomou posse dos meus peitos, perdi o pouco controle que me restava, e, descendo minha mão, peguei no pedaço dele por cima da calça. Estava duro como pedra. Não era nada extraordinário, mas o suficiente para satisfazer qualquer mulher.
Ao sentir minha mão passando a mão na pica dele, ele desabotoou a calça e tirou a vara pra fora, fazendo minha mão apertá-la, e então enfiou a mão dele dentro da minha legging e da minha calcinha fio dental, e logo um dedo dele estava dentro da minha buceta. A pica dele era normal, uns 16 cm, não muito grossa e macia ao toque. Muito parecida com a do meu marido, embora eu deva admitir, bem mais dura.
— Bom, neném, até aqui chegamos. Minha filha tá na balada e não quero que ela me veja assim — falei, separando ele do meu corpo, embora com bastante esforço e muito pouca vontade.
— Por favor, não me deixa assim — ele suplicou com a carinha de bebê dele.
— Já chega por hoje — insisti.
Ele se sentou no sofá bravo, enquanto recuperávamos o fôlego. De repente, uma ideia iluminou o rosto dele.
— Nessa balada a gente pode sair pra praia. Cê topa pegar um ar?
— Acho boa ideia — falei, e na hora me pegou pela mão e me levou até a porta que dava pra praia.
O mar estava calmo. Não tinha vento. Os 100 metros de praia até a linha d'água estavam desertos. De mãos dadas, caminhamos ao redor da discoteca, e quando chegamos a uns arbustos, ele me abraçou e me beijou ferozmente, enfiando a língua até o fundo da minha garganta, enquanto se apertava contra meu corpo, fazendo eu sentir a dureza da vara dele no meu estômago.
Em seguida, começou a desabotoar minha blusa e o sutiã, e tomou posse dos meus peitos,
primeiro com as mãos e depois com a boca. Chupava meus bicos um por um e voltava pra minha boca. Eu estava totalmente perdida. O álcool fazia eu ver tudo como num filme, em câmera lenta, como se as coisas estivessem acontecendo com outra pessoa.
Ele me empurrou pra trás do arbusto, na areia. Fiquei lá apoiada nos cotovelos, enquanto via com surpresa e sem conseguir reagir o garoto tirar a calça e a cueca, e uma vara de carne dura apontava pra frente e pulsava no ritmo da excitação dele. Uma camisinha cobriu o pau dele.
Eu estava paralisada. Nunca tinha me exposto daquele jeito. Nem com meu marido a gente se beijava em lugares públicos, e ali estava eu na praia, prestes a ser comida como a mais vulgar das putas.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas. Pegou minha calça e, levantando minhas pernas, tirou ela junto com minha calcinha fio dental de uma só vez. Eu tinha ficado totalmente nua da cintura pra baixo, e a blusa desabotoada com meus peitos de fora. Só ali eu me toquei do que tava rolando, mas já era tarde. Tentei reagir, mas as ordens do meu cérebro não chegavam nos meus braços e pernas.
Quando minha calça saiu, minhas pernas ficaram dos lados do corpo dele, e nessa posição ele se ajeitou, colocou a ponta do pau na entrada da minha buceta. E me olhou.
"Aqui sua filha não vai poder te ver", ele disse, e devagar se enterrou dentro de mim.
Eu teria protestado, mas a boca dele selou a minha, e na hora começou uma bombada que me dominou completamente. Foi estranho, e pra mim, curto demais. Consegui envolvê-lo com minhas pernas. Em questão de um minuto, senti ele se esvaziar dentro de mim. Tinha me deixado toda tesuda.
— Filho da puta, não ouse gozar — consegui dizer, ao sentir que ele tava saindo.
— Isso aqui tá só começando — ele respondeu entre bufadas e bombadas enquanto me enchia.
O que eu não considerei é que ele era um garoto novo, e o nível de reação dele era diferente do meu marido, já mais velho. Depois que ele gozou à vontade, desmontou, tirou a camisinha, me virou de lado e, se posicionando atrás de mim, separou minhas pernas e me penetrou de novo com o pau mais duro que da primeira vez. Tava me comendo sem proteção, mas meu tesão não me deixava parar. Tomo pílula, e mesmo não sendo 100% segura, não ia parar ele com a excitação que eu tava. Quando senti ele de novo dentro de mim, comecei a gozar que nem uma puta, enquanto ele me beijava no pescoço e me chamava de gostosa, piranha, vagabunda, safada, e outras delicadezas do tipo que, em vez de me ofender, me deixavam com mais tesão ainda.
Cada estocada me fazia chegar ao ápice, e essa segunda vez durou uns quinze minutos. Num momento, pedi por favor que ele terminasse, e ele me atendeu: me penetrou com força e me queimou com o gozo dele, dessa vez livremente dentro do meu corpo.
Ele deixou o gozo morrer lá dentro e depois saiu. Fiquei deitada na areia na mesma posição, exausta pela sequência de orgasmos. Tava quase dormindo de cansaço e prazer, quando sinto atrás de mim que meu jovem macho volta a se posicionar, levanta minha perna direita e um pau duro me penetra de novo. Não acreditei. Ninguém pode ter tanta resistência.
Levei uns segundos pra perceber que agora o pau dele me preenchia mais do que antes, e que, apesar de eu estar toda dilatada, sentia minha buceta cheia até o talo. Me virei pra falar alguma coisa e, com surpresa, vejo que quem tá me penetrando é o Julián, enquanto o Miguel Se masturbava sorrindo.
— São dois filhos da puta — falei, entre uma bombada e outra.
— Com certeza, mamãe, e você adora — disse Julián, sem parar de empurrar.
— Lá vou eu, mamãe, vou te dar uma boa foda — suspirou Julián, e começou a gozar. O filho da puta tinha observado a segunda foda do amigo e também não tinha colocado camisinha. Cada jato batia no fundo da minha buceta. Era impressionante.
— Tá cansada? — perguntou, enquanto beijava meu pescoço.
— Precisa de mais que dois pivetes pra me cansar — falei, toda arrogante.
— Era isso que queria ouvir — disse Julián, e me pegando pela cintura me colocou de quatro. Se posicionou atrás de mim, pegou meus cabelos com uma mão, como se fossem as crinas de uma gostosa, e se masturbou um pouco, conseguindo endurecer de novo e me penetrou com tudo.
— Ughh — falei ao me sentir completamente cheia, e é que nessa posição o pau dele entrava todo e as bolas batiam nas minhas coxas.
— Vou te dar algo pra você não gritar — disse Miguel, e ajoelhando na minha frente me ofereceu o pau pra chupar, coisa que fiz sem reclamar. Apoiei minhas mãos nas pernas dele e afundei minha cabeça na virilha dele até engolir o pau inteiro, que estava mole. Assim, inclinada pra chupar a vara dele, minha bunda ficava levantada e a penetração do Julián era total. O pau dele chegava até o fundo do meu corpo.
— Essa puta é um espetáculo — comentaram os caras.
— Desde que vi ela, sabia que era uma puta fogosa. Te falei que se tivéssemos paciência íamos comer os dois, mas um de cada vez — dizia Miguel enquanto segurava minha nuca pro pau dele entrar até o fundo na minha boca.
— Você tinha razão, com os dois juntos ela ia só nos provocar e deixar a gente bater umas punhetas. Já com um só, se entregou sem problema, e agora tá pra qualquer coisa. Se fosse dez, seria a mesma coisa — disse Julián enquanto me bombava. Julián foi se acalmando, e as investidas dele ficaram lentas e profundas, percorrendo com o pau dele toda a minha buceta, que parecia uma capa feita sob medida pra vara dele. Ao mesmo tempo, com doçura, ele se inclinou sobre mim e começou a beijar minhas costas, meu pescoço, minhas orelhas, me deixando completamente louca. Toda a fúria tinha se transformado numa ternura ainda mais excitante.
Com os olhos fechados, eu me concentrava em chupar de novo aquele pau duro e gostoso que tinha na boca, e em sentir os carinhos dele, a boca dele, e como minha xota estava cheia até explodir. Sentia o gozo das sessões anteriores escorrendo pelas minhas coxas, e o prazer me levava quase à inconsciência. Exausta, decidi apressar o final, e entre minhas pernas uma das minhas mãos procurou as bolas dele e comecei a brincar com elas. Eram grandes e duras, impressionantes. Minha outra mão fazia o mesmo com as do Miguel.
— Não aguento mais, você me acabou, mamãe — disse Julián, e com três ou quatro bombadas selvagens caiu sobre meu corpo enquanto o pau dele explodia, liberando um gozo quente e pegajoso que me inundava. A pressão dele sobre meu corpo, que estava sem apoio, fez minha cabeça cair sobre Miguel e o pau dele afundar até minha garganta, momento em que eu cheguei ao orgasmo. Por sorte, do pau dele saíram só umas gotinhas. O gozo dele foi mais mental do que físico. Coitadinho, eu tinha deixado ele seco, senão teria me afogado com o gozo dele.
Terminei de limpar a ferramenta dele, e Julián, saindo do meu corpo, me ofereceu a dele pra eu chupar também, coisa que fiz com dedicação. Essa sim era um pau de respeito. Não menos que 18 centímetros, grosso e com uma cabeça protuberante que, se não tivesse me segurado quando já estava dilatada, teria me feito gritar pra chupar ele. Tive que abrir bem a boca pra meter e deixar ele brilhando.
Os três ficamos exaustos. Me ajudaram a me vestir e me limparam com os lenços deles, me acompanharam pra dentro, e depois se despediram, não sem antes me deixar o endereço onde estavam hospedados. Pra caso um dia eu me sentisse sozinha" — disse Miguel com um sorriso. Dei um beijo na boca deles e fui embora.
Na porta, minha filha já estava me esperando.
— Mãe, onde você se meteu que eu não conseguia te achar?
— Desculpa, filha, fiquei na pista tropical e, como tava calor, fui dar uma caminhada pela praia. Você se divertiu?
— Sim, mas os caras eram tudo muito novinho pra mim, não me interessam. Prefiro caras mais maduros.
— É, filha, você tem razão. Esses adolescentes não sabem o que querem — respondi. E foi difícil disfarçar um sorriso.
— Você tá com cara de cansada — disse minha filha, preocupada.
— Sem problemas, é que já não tenho mais idade pra certas coisas — respondi, escondendo com esforço minha cara de satisfeita.
Há um tempo, eu e meu marido temos um apartamento na praia que usamos para passar as férias.
Nos primeiros dias de janeiro, minha filha viaja com algumas amigas, e lá pelo meio do mês eu e meu marido vamos, quando elas voltam.
Mas este ano foi diferente. Por causa do trabalho, meu marido não podia viajar até alguns dias depois, então fui sozinha, e minha filha ficou depois que as amigas foram embora para me fazer companhia.
Íamos para a praia, saíamos para ver vitrines, conversávamos, até que uma noite minha filha disse que estava com vontade de ir a uma balada, mas não queria ir sozinha. Aí eu me ofereci para acompanhá-la, mesmo que, com meus 45 anos, já fazia tempo que tinha deixado esse tipo de diversão.
Naquela noite, me vesti com uma camisa de seda branca, deixando os últimos botões desabotoados, mostrando o começo dos meus peitos, e uma legging preta justa, que marcava meu corpo, que ainda se mantém gostoso apesar dos anos, sem quilos a mais e com boas curvas, destacando especialmente meu quadril e minhas pernas longas.
Chegamos na balada e era enorme. Nunca tinha visto algo assim. Na minha época, eram bem diferentes. Tinha várias pistas com ritmos diferentes. Minha filha, fanática por techno, logo foi para aquela pista. Eu, mais antiga, preferia música tropical, e fui para aquela pista. Era muito fácil se perder, e depois de um tempo não consegui mais encontrar minha filha, então fiquei sozinha, sentada num sofá, vendo os outros dançarem.
Dois carinhas de no máximo 20 ou 21 anos se aproximaram de onde eu estava e, bem educados, começaram a conversar comigo, perguntando de onde eu era, onde estava ficando, enfim, aqueles assuntos bestas que rolam nesses lugares onde o barulho obriga a gente a ficar bem perto para conversar.
Um deles me Ela trouxe uma taça, eu agradeci, mas recusei beber, porque não costumo beber, mas tava calor e enquanto a gente conversava, sem perceber fui tomando aquela bebida e outra que ela me trouxe depois.
Um deles, loiro, muito gostoso, com 1,80m de altura, que passava de longe meu 1,65m, se chamava Miguel. O outro, moreno, um pouco mais baixo, se chamava Julián. Sentaram dos meus lados e falavam comigo se alternando.
Num momento, Miguel me chama pra dançar, o que recusei, dizendo que fazia tempo que não dançava e já nem lembrava, mas ele insistiu tanto que no fim aceitei.
Já na pista, o ritmo tropical e as bebidas foram me soltando e logo tava me mexendo sem vergonha nenhuma.
— Você é muito sensual dançando — disse Miguel, chegando a boca perto do meu ouvido. Como resposta, só sorri.
A mudança de ritmo fez a gente trocar o passo e enquanto me mexia, virei de costas, chance que ele aproveitou pra chegar no meu corpo e roçar o dele. Senti uma protuberância dura no meu rabo, me acariciando, mas me afastei sem falar nada enquanto dançava. Na hora, a mesma sensação de novo, e foi se repetindo. Eu me afastava e ele se aproximava, até que no fim fiquei parada e deixei ele se encostar. Dava pra sentir o pau dele crescendo contra meu corpo.
Tenho que admitir que essa situação me excitava. Fazia muito tempo que só transava com meu marido, e me sentir desejada por um garoto que podia ser meu filho era muito satisfatório.
A gente continuou dançando mais um pouco, até que ficou claro que meu jovem parceiro não aguentava mais. Tava quase gozando. Nessa hora, falei que precisava ir ao banheiro, e fui, vendo ele voltar pro sofá onde o amigo tava. Em vez de ir embora, fiquei observando eles. Miguel falava com gestos e tava fora de si. Tentava convencer o amigo a ir embora. o que o outro não estava disposto a fazer, até que finalmente ele concordou e se afastou, deixando-o sozinho.
Fui ao banheiro e, enquanto me refrescava, pensei no que ia fazer com esse guri. Até onde eu estava disposta a ir?
Pensei em brincar um pouco com ele, deixar ele me acariciar, apalpar ele um pouco e deixá-lo pronto para bater umas punhetas em minha homenagem. Com minha experiência, não ia ser difícil. Claramente, o álcool não é um bom conselheiro. Não levei em conta nem a virilidade desses caras, nem minha própria natureza.
Quando voltei ao sofá, havia novas bebidas me esperando. Miguel sugeriu irmos para outro lugar da balada onde o barulho não era tão forte e dava pra conversar melhor, e eu aceitei.
Ele pegou na minha mão e me levou até uns reservados que ficavam em outro andar, no fundo, onde a escuridão era total. Mesmo assim, quando a vista se acostumou, o espetáculo era incrível.
Consegui ver que nos sofás tinha casais enroscados nas situações mais lascivas. Gatinhas chupando paus com total dedicação. Outras cavalgando sobre seus parceiros, penetradas até o fundo, como era evidente. Em um dos reservados, uma loira gostosa estava sendo submetida por dois caras, pela frente e por trás. Ela montava um e o outro atrás dela bombava sem piedade.
Essa sequência de imagens na penumbra acabou me molhando toda.
Encontramos um assento livre e, assim que nos acomodamos, Miguel começou a me dizer como eu era linda, atraente, como o excitava e há quanto tempo ele queria ter relações com uma mulher mais velha.
— Miguel, não se apressa. A gente tá se divertindo, mas sou uma mulher casada e não quero problemas.
— Pelo contrário, mamãe, eu quero aproveitar e te fazer feliz, e este é o lugar onde vamos nos conhecer mais intimamente — e dizendo isso, ele aproximou os lábios dos meus e começou a me beijar suavemente.
A atitude dele me surpreendeu, mas como eu estava Dentro dos meus limites, respondi aos beijos dele. Quando as mãos dele buscaram meu corpo, também não parei, e deixei que suas mãos atrapalhadas me acariciassem.
Claramente não tinha muita experiência com mulheres, mas colocava vontade. Ele deslizou a mão pela minha perna e chegou na minha entreperna usando muita força. Puxei ele pelo cabelo e afastei.
— Devagar, neném, devagar, com carinho, sem violência — falei enquanto o beijava.
Ele entendeu, e a mão dele começou a acariciar minha buceta por cima da roupa com suavidade, o que me excitava ainda mais.
— Me toca, por favor — ele pedia entre suspiros, e eu acariciava o rosto e o peito dele sem passar daí, embora soubesse o que ele queria.
A outra mão dele, que estava atrás da minha nuca, desceu até meus peitos e, entrando pela minha blusa, começou a brincar com meus mamilos, que estavam duros e empinados.
Quando ele tomou posse dos meus peitos, perdi o pouco controle que me restava, e, descendo minha mão, peguei no pedaço dele por cima da calça. Estava duro como pedra. Não era nada extraordinário, mas o suficiente para satisfazer qualquer mulher.
Ao sentir minha mão passando a mão na pica dele, ele desabotoou a calça e tirou a vara pra fora, fazendo minha mão apertá-la, e então enfiou a mão dele dentro da minha legging e da minha calcinha fio dental, e logo um dedo dele estava dentro da minha buceta. A pica dele era normal, uns 16 cm, não muito grossa e macia ao toque. Muito parecida com a do meu marido, embora eu deva admitir, bem mais dura.
— Bom, neném, até aqui chegamos. Minha filha tá na balada e não quero que ela me veja assim — falei, separando ele do meu corpo, embora com bastante esforço e muito pouca vontade.
— Por favor, não me deixa assim — ele suplicou com a carinha de bebê dele.
— Já chega por hoje — insisti.
Ele se sentou no sofá bravo, enquanto recuperávamos o fôlego. De repente, uma ideia iluminou o rosto dele.
— Nessa balada a gente pode sair pra praia. Cê topa pegar um ar?
— Acho boa ideia — falei, e na hora me pegou pela mão e me levou até a porta que dava pra praia.
O mar estava calmo. Não tinha vento. Os 100 metros de praia até a linha d'água estavam desertos. De mãos dadas, caminhamos ao redor da discoteca, e quando chegamos a uns arbustos, ele me abraçou e me beijou ferozmente, enfiando a língua até o fundo da minha garganta, enquanto se apertava contra meu corpo, fazendo eu sentir a dureza da vara dele no meu estômago.
Em seguida, começou a desabotoar minha blusa e o sutiã, e tomou posse dos meus peitos,
primeiro com as mãos e depois com a boca. Chupava meus bicos um por um e voltava pra minha boca. Eu estava totalmente perdida. O álcool fazia eu ver tudo como num filme, em câmera lenta, como se as coisas estivessem acontecendo com outra pessoa.
Ele me empurrou pra trás do arbusto, na areia. Fiquei lá apoiada nos cotovelos, enquanto via com surpresa e sem conseguir reagir o garoto tirar a calça e a cueca, e uma vara de carne dura apontava pra frente e pulsava no ritmo da excitação dele. Uma camisinha cobriu o pau dele.
Eu estava paralisada. Nunca tinha me exposto daquele jeito. Nem com meu marido a gente se beijava em lugares públicos, e ali estava eu na praia, prestes a ser comida como a mais vulgar das putas.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas. Pegou minha calça e, levantando minhas pernas, tirou ela junto com minha calcinha fio dental de uma só vez. Eu tinha ficado totalmente nua da cintura pra baixo, e a blusa desabotoada com meus peitos de fora. Só ali eu me toquei do que tava rolando, mas já era tarde. Tentei reagir, mas as ordens do meu cérebro não chegavam nos meus braços e pernas.
Quando minha calça saiu, minhas pernas ficaram dos lados do corpo dele, e nessa posição ele se ajeitou, colocou a ponta do pau na entrada da minha buceta. E me olhou.
"Aqui sua filha não vai poder te ver", ele disse, e devagar se enterrou dentro de mim.
Eu teria protestado, mas a boca dele selou a minha, e na hora começou uma bombada que me dominou completamente. Foi estranho, e pra mim, curto demais. Consegui envolvê-lo com minhas pernas. Em questão de um minuto, senti ele se esvaziar dentro de mim. Tinha me deixado toda tesuda.
— Filho da puta, não ouse gozar — consegui dizer, ao sentir que ele tava saindo.
— Isso aqui tá só começando — ele respondeu entre bufadas e bombadas enquanto me enchia.
O que eu não considerei é que ele era um garoto novo, e o nível de reação dele era diferente do meu marido, já mais velho. Depois que ele gozou à vontade, desmontou, tirou a camisinha, me virou de lado e, se posicionando atrás de mim, separou minhas pernas e me penetrou de novo com o pau mais duro que da primeira vez. Tava me comendo sem proteção, mas meu tesão não me deixava parar. Tomo pílula, e mesmo não sendo 100% segura, não ia parar ele com a excitação que eu tava. Quando senti ele de novo dentro de mim, comecei a gozar que nem uma puta, enquanto ele me beijava no pescoço e me chamava de gostosa, piranha, vagabunda, safada, e outras delicadezas do tipo que, em vez de me ofender, me deixavam com mais tesão ainda.
Cada estocada me fazia chegar ao ápice, e essa segunda vez durou uns quinze minutos. Num momento, pedi por favor que ele terminasse, e ele me atendeu: me penetrou com força e me queimou com o gozo dele, dessa vez livremente dentro do meu corpo.
Ele deixou o gozo morrer lá dentro e depois saiu. Fiquei deitada na areia na mesma posição, exausta pela sequência de orgasmos. Tava quase dormindo de cansaço e prazer, quando sinto atrás de mim que meu jovem macho volta a se posicionar, levanta minha perna direita e um pau duro me penetra de novo. Não acreditei. Ninguém pode ter tanta resistência.
Levei uns segundos pra perceber que agora o pau dele me preenchia mais do que antes, e que, apesar de eu estar toda dilatada, sentia minha buceta cheia até o talo. Me virei pra falar alguma coisa e, com surpresa, vejo que quem tá me penetrando é o Julián, enquanto o Miguel Se masturbava sorrindo.
— São dois filhos da puta — falei, entre uma bombada e outra.
— Com certeza, mamãe, e você adora — disse Julián, sem parar de empurrar.
— Lá vou eu, mamãe, vou te dar uma boa foda — suspirou Julián, e começou a gozar. O filho da puta tinha observado a segunda foda do amigo e também não tinha colocado camisinha. Cada jato batia no fundo da minha buceta. Era impressionante.
— Tá cansada? — perguntou, enquanto beijava meu pescoço.
— Precisa de mais que dois pivetes pra me cansar — falei, toda arrogante.
— Era isso que queria ouvir — disse Julián, e me pegando pela cintura me colocou de quatro. Se posicionou atrás de mim, pegou meus cabelos com uma mão, como se fossem as crinas de uma gostosa, e se masturbou um pouco, conseguindo endurecer de novo e me penetrou com tudo.
— Ughh — falei ao me sentir completamente cheia, e é que nessa posição o pau dele entrava todo e as bolas batiam nas minhas coxas.
— Vou te dar algo pra você não gritar — disse Miguel, e ajoelhando na minha frente me ofereceu o pau pra chupar, coisa que fiz sem reclamar. Apoiei minhas mãos nas pernas dele e afundei minha cabeça na virilha dele até engolir o pau inteiro, que estava mole. Assim, inclinada pra chupar a vara dele, minha bunda ficava levantada e a penetração do Julián era total. O pau dele chegava até o fundo do meu corpo.
— Essa puta é um espetáculo — comentaram os caras.
— Desde que vi ela, sabia que era uma puta fogosa. Te falei que se tivéssemos paciência íamos comer os dois, mas um de cada vez — dizia Miguel enquanto segurava minha nuca pro pau dele entrar até o fundo na minha boca.
— Você tinha razão, com os dois juntos ela ia só nos provocar e deixar a gente bater umas punhetas. Já com um só, se entregou sem problema, e agora tá pra qualquer coisa. Se fosse dez, seria a mesma coisa — disse Julián enquanto me bombava. Julián foi se acalmando, e as investidas dele ficaram lentas e profundas, percorrendo com o pau dele toda a minha buceta, que parecia uma capa feita sob medida pra vara dele. Ao mesmo tempo, com doçura, ele se inclinou sobre mim e começou a beijar minhas costas, meu pescoço, minhas orelhas, me deixando completamente louca. Toda a fúria tinha se transformado numa ternura ainda mais excitante.
Com os olhos fechados, eu me concentrava em chupar de novo aquele pau duro e gostoso que tinha na boca, e em sentir os carinhos dele, a boca dele, e como minha xota estava cheia até explodir. Sentia o gozo das sessões anteriores escorrendo pelas minhas coxas, e o prazer me levava quase à inconsciência. Exausta, decidi apressar o final, e entre minhas pernas uma das minhas mãos procurou as bolas dele e comecei a brincar com elas. Eram grandes e duras, impressionantes. Minha outra mão fazia o mesmo com as do Miguel.
— Não aguento mais, você me acabou, mamãe — disse Julián, e com três ou quatro bombadas selvagens caiu sobre meu corpo enquanto o pau dele explodia, liberando um gozo quente e pegajoso que me inundava. A pressão dele sobre meu corpo, que estava sem apoio, fez minha cabeça cair sobre Miguel e o pau dele afundar até minha garganta, momento em que eu cheguei ao orgasmo. Por sorte, do pau dele saíram só umas gotinhas. O gozo dele foi mais mental do que físico. Coitadinho, eu tinha deixado ele seco, senão teria me afogado com o gozo dele.
Terminei de limpar a ferramenta dele, e Julián, saindo do meu corpo, me ofereceu a dele pra eu chupar também, coisa que fiz com dedicação. Essa sim era um pau de respeito. Não menos que 18 centímetros, grosso e com uma cabeça protuberante que, se não tivesse me segurado quando já estava dilatada, teria me feito gritar pra chupar ele. Tive que abrir bem a boca pra meter e deixar ele brilhando.
Os três ficamos exaustos. Me ajudaram a me vestir e me limparam com os lenços deles, me acompanharam pra dentro, e depois se despediram, não sem antes me deixar o endereço onde estavam hospedados. Pra caso um dia eu me sentisse sozinha" — disse Miguel com um sorriso. Dei um beijo na boca deles e fui embora.
Na porta, minha filha já estava me esperando.
— Mãe, onde você se meteu que eu não conseguia te achar?
— Desculpa, filha, fiquei na pista tropical e, como tava calor, fui dar uma caminhada pela praia. Você se divertiu?
— Sim, mas os caras eram tudo muito novinho pra mim, não me interessam. Prefiro caras mais maduros.
— É, filha, você tem razão. Esses adolescentes não sabem o que querem — respondi. E foi difícil disfarçar um sorriso.
— Você tá com cara de cansada — disse minha filha, preocupada.
— Sem problemas, é que já não tenho mais idade pra certas coisas — respondi, escondendo com esforço minha cara de satisfeita.
6 comentários - Juventud, divino tesoro
Buen relato, me gustó mucho y me hizo acordar a mi suegra, que se mandó una parecida una vez.
Te dejo los puntos q me quedan abrazo...