Bom, vou contar uma das tantas histórias que devem estar por aí na web, mas a minha é a melhor. Então, eu sou de um país estrangeiro, morando na Argentina, com 21 anos, magro, moreno, olhos cor de mel, cabelo castanho claro.
Um dia, decidi procurar alguém pra viver uns momentos intensos (ou seja, amigos com benefícios). Talvez pela minha falta de experiência, quando alguém me chamava, eu me acovardava e não respondia. Até que um dia vejo a foto de um cara da minha idade e fico louco, escrevendo pra ele, mandando mensagens, enviando meu MSN implorando pra ele me adicionar. Depois de uns 15 dias, quando abro meu MSN, estava lá a confirmação do e-mail dele.
Desde então, comecei a falar com ele pelo MSN, mas ele não respondia. E quando respondia, só dizia "oi" e não me dava mais bola. Aí pensei que ele tava se fazendo de histérico comigo. Bom, parei de dar bola, mas não deletei o e-mail dele, na esperança de que um dia ele falasse comigo. Ficava até logando várias vezes, mas nada, hahaha, fui um baita otário.
Aí, num domingo de agosto, me conectei e ele tava online no MSN. Finalmente conversamos por um bom tempo e combinamos de nos encontrar na sexta seguinte. Íamos no bairro chinês em Belgrano, já que os dois amamos comida asiática, e depois, à noite, iríamos dançar. Fiquei super empolgado, senti que aquela semana durou um ano, mas finalmente a sexta chegou. Fui pontual pra estação de trem, mas que coisa estranha: chegou a hora e ele não apareceu. Passou 1 hora e 30 minutos e ele não veio. Pensei que ele tinha me enrolado, e de fato, não veio. Mas não foi só isso: no domingo, me conectei e encontrei ele online. Não falei com ele, mas dessa vez foi ele quem falou comigo e pediu desculpas. Eu disse "tudo bem, não se preocupa" e me desconectei.
Depois, na terça da mesma semana, já mais relaxado e sem rancor, me conectei e encontrei ele online. Cumprimentei ele, tudo certo, e convidei ele pra ir na minha casa tomar uns mates. Ele aceitou, mas eu já não acreditava que fosse verdade, então nem liguei. De repente, a campainha toca. Atendo. E aí, meu coração deu um pulo só, parecia que ele tinha parado no meio do peito. Saí do meu apê e vi o elevador subindo devagar, quando de repente sai um cara de 1,80m, pele branca, olhos verdes, loiro, um gato lindo. Na minha cabeça, eu pensava que não era real, quando ele falou:
Ele: Oi
Eu: Oi
Ele: Como cê tá, tudo bem? (com aquele sotaque gringo)
Eu: Tô bem, quer entrar pra tomar um mate?
Ele: Sim
A gente conversou umas quatro horas, e cada vez mais eu percebia que ele era o cara certo. Dava pra dizer que me apaixonei à primeira vista. Senti medo porque eu era inexperiente nesse meio, mas tinha algo me dizendo pra não desconfiar dele.
Os meses passaram, e até hoje a gente tá junto há um ano de casados. Nós dois somos homens responsáveis, estudamos e trabalhamos. Ele voltou por um tempo pros EUA, e eu voltei pro meu país, mas amo ele como no primeiro dia.
Espero que vocês gostem e acreditem que amor à primeira vista também é pra gay, e não só um sentimento hétero. 😉
Um dia, decidi procurar alguém pra viver uns momentos intensos (ou seja, amigos com benefícios). Talvez pela minha falta de experiência, quando alguém me chamava, eu me acovardava e não respondia. Até que um dia vejo a foto de um cara da minha idade e fico louco, escrevendo pra ele, mandando mensagens, enviando meu MSN implorando pra ele me adicionar. Depois de uns 15 dias, quando abro meu MSN, estava lá a confirmação do e-mail dele.
Desde então, comecei a falar com ele pelo MSN, mas ele não respondia. E quando respondia, só dizia "oi" e não me dava mais bola. Aí pensei que ele tava se fazendo de histérico comigo. Bom, parei de dar bola, mas não deletei o e-mail dele, na esperança de que um dia ele falasse comigo. Ficava até logando várias vezes, mas nada, hahaha, fui um baita otário.
Aí, num domingo de agosto, me conectei e ele tava online no MSN. Finalmente conversamos por um bom tempo e combinamos de nos encontrar na sexta seguinte. Íamos no bairro chinês em Belgrano, já que os dois amamos comida asiática, e depois, à noite, iríamos dançar. Fiquei super empolgado, senti que aquela semana durou um ano, mas finalmente a sexta chegou. Fui pontual pra estação de trem, mas que coisa estranha: chegou a hora e ele não apareceu. Passou 1 hora e 30 minutos e ele não veio. Pensei que ele tinha me enrolado, e de fato, não veio. Mas não foi só isso: no domingo, me conectei e encontrei ele online. Não falei com ele, mas dessa vez foi ele quem falou comigo e pediu desculpas. Eu disse "tudo bem, não se preocupa" e me desconectei.
Depois, na terça da mesma semana, já mais relaxado e sem rancor, me conectei e encontrei ele online. Cumprimentei ele, tudo certo, e convidei ele pra ir na minha casa tomar uns mates. Ele aceitou, mas eu já não acreditava que fosse verdade, então nem liguei. De repente, a campainha toca. Atendo. E aí, meu coração deu um pulo só, parecia que ele tinha parado no meio do peito. Saí do meu apê e vi o elevador subindo devagar, quando de repente sai um cara de 1,80m, pele branca, olhos verdes, loiro, um gato lindo. Na minha cabeça, eu pensava que não era real, quando ele falou:
Ele: Oi
Eu: Oi
Ele: Como cê tá, tudo bem? (com aquele sotaque gringo)
Eu: Tô bem, quer entrar pra tomar um mate?
Ele: Sim
A gente conversou umas quatro horas, e cada vez mais eu percebia que ele era o cara certo. Dava pra dizer que me apaixonei à primeira vista. Senti medo porque eu era inexperiente nesse meio, mas tinha algo me dizendo pra não desconfiar dele.
Os meses passaram, e até hoje a gente tá junto há um ano de casados. Nós dois somos homens responsáveis, estudamos e trabalhamos. Ele voltou por um tempo pros EUA, e eu voltei pro meu país, mas amo ele como no primeiro dia.
Espero que vocês gostem e acreditem que amor à primeira vista também é pra gay, e não só um sentimento hétero. 😉
2 comentários - Historia de amor gay