Contos Eróticos

Hoje trago pra vocês um conto erótico, 🙂 espero que gostem, sou novato nisso.

COISAS DE CASA: castigada por notas ruins

Era terrível, apavorante... papai, com a desculpa das minhas notas ruins, estava tentando me sodomizar, e isso era algo que não combinava comigo. Já fazia dois dias que eu servia o chá pra ele às sete da tarde, e depois ele me tratava como escrava, me sodomizando do jeito e na hora que queria. Não me comia mais na buceta, só no cu, e eu comecei a sentir dor, não prazer. Achava injusto. Não nego que gostava de foder com papai, porque já tínhamos feito isso várias vezes, mas assim, desse jeito, por imposição, era algo que não batia com o que eu pensava.

Eu me trancava no quarto e, longe de estudar, quando colocava a cinta-liga que ele tinha comprado pra realizar os vícios dele, acabava chorando. Quando dava sete da tarde, eu saía pra sala servir o chá, e depois vinha uma monotonia sexual e uma dominação que acabava me humilhando. Não sei quanto tempo ia aguentar isso. No terceiro dia, depois do almoço, me recolhi de novo no meu esconderijo, antes de mamãe ir trabalhar, pra ela perceber minha firme convicção em estudar pra passar nas matérias que eu tinha rodado. Imaginava que mamãe já sabia, porque papai devia ter contado, e ela deixou ele fazer o que queria. O que mamãe não sabia era o que rolava a partir das sete da tarde... me dava ódio não poder contar pra ela, porque eu também me sentia culpada por aquilo.

Coloquei a cinta-liga apertada, a touca e as pulseiras, e me olhei no espelho... senti nojo, me vi tão suja e tão puta que cuspi nele, dei um chute, e o espelho sumiu da minha vista quando bati a porta do armário com força. Sentei na mesa de estudo, e lá estavam os livros e as anotações das matérias que eu tinha rodado, esperando eu ler. Um jeito de esquecer por um tempo minha raiva e meu mau humor, mas será que eu conseguiria? Mamãe já tinha ido trabalhar. trabalho e o Pablito saiu cedo de casa depois de comer com a bola de futebol dele, que é a sombra dele. A porta do meu quarto se abriu, era o papai, ele disse:

Jenny, putinha... Ahhhhhhhhhh, que gostosa e que sexy você está! Deixa eu te comer, putinha!

Ele se aproximou, me colocou de pé e começou a esfregar minha buceta e meu cu com uma certa ansiedade, a boca dele se desmanchava chupando meus peitos e mamilos... eu disse:

Papai! Ainda não são sete horas!

Sim, é exatamente sobre isso que queria falar com você. Hoje não vai ter preparação do chá, o diretor da escola do Pablito me chamou para uma entrevista hoje mesmo.

Ahhhhhhhhh, então vou poder estudar a tarde toda?

Claro, hoje não vai ter sessão de sexo.

Em seguida, papai saiu do quarto e eu me senti muito aliviada com essa notícia. Pouco depois, ouvi ele indo embora. Sério, me senti muito aliviada. O fato de ficar um dia sem sofrer a sodomia do papai me dava uma trégua e me permitia pensar de forma relaxada em como resolver esse problema. Depois que papai foi embora, logo ouvi a fechadura e a porta de casa abrindo e fechando. Ouvi passos no corredor se aproximando e algo quicando no chão, a porta do meu quarto se abriu e...

Ohhhhhh, Pablito, que alegria! – falei, abraçando ele.

Mas... Ohhhhhhhhhh, Celi, minha Celi, que alegria te ver! – nos abraçamos os três.

Mas como é que...?

Sabemos de tudo, Jenny – respondeu o Pablito – sabemos que você está passando por um mau pedaço. Notei na sua cara esses dias. Contei pra Celia e viemos pra te ajudar.

Que bons vocês são comigo! – falei, abraçando eles de novo – vocês deram sorte de o papai ter que sair hoje.

Sim, já sei, foi falar com o diretor da minha escola... essa entrevista eu provoquei de propósito pra poder falar com você. Conta pra gente, diz como e no que podemos te ajudar.

Acontece que, além de ficar trancada no meu quarto todas as tardes pra estudar as matérias que repeti, às sete de tarde tenho que me apresentar no salão vestida com essa cinta-liga e servir um chá pro papai, que depois de tomar, passa a me sodomizar sexualmente...
Nãooooooooooooo! – disse Celia, chocadíssima.
Sodomizar sexualmente? Mas vamos ver... como assim? – perguntou Pablito, bem perspicaz.
Sim, Pablito... tenho que confessar: já transei com o papai... sim, não façam essa cara, mas sempre foi espontâneo, dependendo das circunstâncias e do momento, mas... assim... desse jeito... não aguento – falei, desabando em lágrimas – não aguento.
Celia e Pablito me abraçaram, me beijando, entendendo perfeitamente o peso das minhas palavras. Ficamos assim por um tempo, até que Pablito disse, enxugando minhas lágrimas:
Nesse caso, o que podemos fazer é chegar um pouco antes das sete e ferrar com a festinha do papai.
Sim – falei – mas seria ainda melhor se vocês chegassem depois e nos pegassem no meio da ação.
Siiiiiiiiiiiiim, isso, hahaha – disse Pablito rindo. Que loucura! Pegar o papai de pau pra fora e o cu no fresco, hahahahaha.
Pablito estava exultante de alegria com essa ideia. Celia e eu rimos também de ver meu irmãozinho tão animado, hahahaha.
Vamos, Celia, vamos dar uma alegria pra Jenny... temos a tarde toda pra gente, hahaha... vamos ver até onde podemos chegar hoje.
Pablito deu um pulo, se jogou na cama, baixou a calça e a cueca e começou a esfregar o pauzão enorme dele, enquanto a gente olhava.
Vai, Celia, se despe... olha que gostosa a Jenny com essa cinta-liga... Tá esperando o quê!
Celia obedeceu, ficou só de calcinha e começou a esfregar minha buceta e me beijar com paixão – ela sentia muito minha falta – eu abracei ela e acariciei a bunda dela, passando as mãos até chegar na bocetinha e no clitóris dela. Logo começamos a nos sentir e gemer baixinho sem parar de nos beijar e nos tocar por todo lado. Eu também tava morrendo de vontade da Celi, da minha Celi. Meus arroubos sexuais e meu desejo fizeram eu derrubar a Celi na cama ao lado do Pablito, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta e o clitóris dela de um jeito tão doce que a Celi se desmanchava em gemidos e prazer, enquanto eu masturbava meu irmãozinho que já tava com o pau duro. O Pablito também se deliciava e segurava a cabeça da Celi pra ela chupar mais ele, pelo menos até a metade. A Celia tava recebendo um doce corretivo sexual que ela agradecia, coitada, quando tirava o pau do Pablito da boca pra respirar. Meu irmãozinho, com os olhos semicerrados, ofegava de gosto implorando da boca da Celi mais vício no pau dele, e eu, aproveitando a buceta da Celi e a elasticidade do clitóris dela, recebia gostosa os primeiros orgasmos dela na minha boca, saboreando eles, lambendo a buceta dela uma e outra vez. E assim ficamos por um bom tempo.

Depois, quando a Celi já tava parecendo uma puta perdida de vontade de sentir o pau do meu irmãozinho na buceta dela, massageei ele um pouco e chupei a cabecinha dele, aproveitando a dureza e o calor. Montei a Celi em cima do pau do meu irmãozinho e ajudei ela a cavalgar ele. A Celi se sentia morrer. Eu me agachei sobre a cabeça do Pablito e ele começou a chupar minha buceta com uma habilidade e velocidade que me fazia torcer de prazer. Assim de cócoras, de frente pra Celi que já tava fodendo o Pablito até quase a metade do pau dele, nos beijamos, tocando nossos peitos e beliscando nossos bicos. Meus fluidos aguados espirraram na cara e na boca do Pablito, que agradecia com sons guturais enquanto não parava de chupar minha buceta e meter a língua nela. A Celia gozava ao mesmo tempo, destilando os fluidos dela no pau do Pablito.

A gente tava curtindo toda a paixão dos nossos sentidos ao máximo e com uma harmonia que satisfazia completamente nós três. Parecíamos o trio perfeito que nunca se cansa de foder e gozar. Pedi pra Celi me deixar foder meu irmãozinho. A Celi desmontou ele, mas aí o Pablito falou:

Espera, Jenny, é melhor vocês duas ficarem de quatro, igual umas cachorras, e assim eu fodo vocês. As duas por trás.
A gente se posicionou, e o Pablito me deu uma pirocada que desmontou meus sentidos. Que pica que ele enfiou, e como o garanhão metia.

Assim, assim... que delícia... me dá mais, Pablito... me dá mais

E o Pablito metia e metia sem freio, rasgando minhas entranhas de tesão, enquanto acariciava a bunda da Celi, que ele tanto adorava. A Celi se contorcia de prazer, gemendo e suando. E assim o Pablito, nosso garanhão, foi trocando nossas bundas e nossas bucetas, fodendo a gente com frenesi a tarde inteira, até que ele gozou... ele ia gozar, a gente percebia. A gente se virou, abriu a boca e, colocando a língua para fora, feito duas putas a serviço dele, imploramos pelo elixir dele, pelo gozo dele... O Pablito gozou espasmodicamente, molhando nossas caras e nossas bocas, viciadas nele e no gozo dele, gritando e gemendo até enlouquecer. O pau dele percorreu nossas caras leitosas, e a gente chupou o pau dele até limpar todo o sêmen, a gente disputava as duas pra chupar, era maravilhoso.

Ahhhhhh, que prazer! A gente ficou os três deitados, abraçados e irmanados no sexo e na paixão. Por um breve momento, ninguém disse nada, só se ouvia nossos gemidos e a respiração ofegante, curtindo mentalmente o prazer que a gente acabara de sentir. A Celia e o Pablito foram no banheiro se higienizar e se vestiram, depois fui eu, pra quando o papai voltasse me encontrar em perfeitas condições, como se nada tivesse acontecido. E assim ficou combinado como a gente tinha falado antes. Embora a gente fosse ter o fim de semana inteiro pra planejar tudo, porque o papai e a mamãe iam pro camping do tio Braulio, e eu poderia curtir uns dois dias de folga, sem estudo e sem sodomizações.

O Pablito e a Celi foram embora, não sem antes se despedirem com uma despedida cheia de tesão e sensualidade. Eu voltei pra minha mesa de estudo. Já passava das sete... o que eu tô dizendo? eram quase oito, o papai não demoraria pra chegar. Daí a pouco, o papai chegou e passou no meu quarto pra me ver. Me pegou estudando, vidrada na leitura das minhas anotações. e um livro didático.
Muito bem Jenny, muito bem... vejo que você está levando isso a sério, gosto disso.
Eu não disse nada, mas não parava de olhar de canto... não confiava naquela frase dela.
Escuta Jenny... o fato de hoje não ter tido chá, não quer dizer que outros dias não tenha. Hoje demos uma pausa, e vou aproveitar de outro jeito.
Ele se aproximou e, me pegando pelos ombros, me levantou e me deitou na cama, e com um ar doce e preguiçoso, passando a mão por todo o meu corpo, me disse:
Jenny, minha vida... você não sabe o quanto eu gosto de você e o quanto te desejo. Não consigo viver sem você.
Me chama a atenção que na sua idade você ainda não tenha namorado. Você é muito gostosa, sabia?
Não sei se é porque você não quer e o que procura é ter muitos amantes.
Você transa muito por aí?
Pai! Isso é problema meu.
Me conta Jenny, por favor, preciso saber. Você não sabe...
Você já transou com dois homens ao mesmo tempo?
Mas pai...
Sim Jenny, eu sei. Você transou com dois caras. E bem que você se acabou com eles, putinha.
Te viram subindo em casa com dois homens, um dia que eu não estava.
Mas não fica brava Jenny, não fica brava. Me conta, o que aconteceu naquela tarde?
Pai, ele já tinha tirado o pau da calça e, sem parar de esfregar minha buceta e apalpar meus peitos, estava me pedindo pra transar com ele falando, contando minhas intimidades, e eu preferi assim, antes que ele me fodesse na minha buceta pessoalmente. Contei... contei tudo, exagerando nos detalhes.
Sim pai, foi numa tarde que você não estava...
Foram dois colegas da universidade. Nas aulas, eles me davam olhares muito safados pros meus decotes e minhas minissaias. A verdade é que um deles me excitava bastante, e eu me sentia muito puta e muito fodida com os olhares dele. Uma tarde que eu já sabia que você não ia estar e que em casa não ia ter ninguém... eu subi com eles. Já no elevador, começaram a meter a mão na minha bunda e nos meus peitos e a me beijar com luxúria. Isso me deixou muito tesuda, tanto que Quando a gente entrou, ali mesmo no corredor, eu me despi, fiquei só de calcinha e despi o macho que eu mais gostava dos dois. Ao me ver pelada, os dois se jogaram em cima de mim e começaram a me beijar, apalpando minha bunda e meus peitos como dois machos no cio.

Ah, você não sabe o prazer que eu senti e o tesão que aquilo tudo me deu – papai cada vez se masturbava com mais frenesi me ouvindo. Enquanto o outro se despia, eu me agachei e, pegando meu macho pelas bolas, como uma puta experiente, passei minha língua por todo o comprimento da pica dele e chupei ela inteira, como uma puta no cio. Toda inteira, papai, toda inteira... Estava uma delícia! Papai suava, se derretendo de prazer com minhas palavras, se masturbando cada vez mais rápido. – Continua, Jenny, continua – ele me dizia.

Depois, depois de ter chupado a pica do meu macho por um bom tempo, quando o outro já tinha se despido, deitei meu macho no chão e comecei a meter nele com a buceta, enquanto o outro, que estava de pé, me ofereceu a pica dele e eu chupei gostoso até o talo. Que prazer, papai, eu estava tomando pica na buceta e na boca ao mesmo tempo. Nunca tinha transado com dois homens! Que vício!

Depois eu trouxe os dois para o meu quarto, e aqui, nessa mesma cama onde estamos você e eu agora, eles continuaram me comendo, primeiro um e depois o outro, sem parar de me dar prazer. Sim, papai, uma vez e outra. Eles abriam minhas pernas, se revezavam, e na minha buceta sempre tinha uma pica ardendo, metendo selvagemente. Eu gritava como uma puta nas mãos deles, e quanto mais eu gritava, mais tesudos e selvagens eles ficavam. Assim eles foram me comendo a tarde inteira até que meu macho derramou o leite dele, lambuzando todo o meu púbis... o outro eu acabei chupando com força até ele gozar nos meus peitos. Uffffffffffff, você não sabe o que se sente... calor no meu púbis e nos meus peitos ao mesmo tempo. Um vício e um prazer duplo que me deixou exausta e satisfeita.

Depois do que eu te contei, e do tesão que você está, papai, o que você está esperando para gozar? Peguei a pica de Papai, eu coloquei tudo na boca e chupei, sugando até as bolas dele, e papai, derrotado e rendido pelas minhas palavras e pelo meu boquete, gozou na minha boca e nos meus peitos, soltando sons incompreensíveis, morbidamente ferido e desfeito diante do meu relato.

Todo o Império Romano dele parecia rendido ao meu poder, e com certeza amanhã, sábado, eu ia curtir dois dias de folga pra foder à vontade e planejar com a Celi e meu irmãozinho nossas próximas ações contra a sodomia dele.

Assim, naquele dia, na hora do jantar, sentamos os quatro à mesa. Meu astral tava feliz e naquele dia eu tava mais faladeira que o normal. O Pablito me olhava de canto com um sorriso de aprovação ao me ver tão animada e tagarela. E num dado momento, mamãe falou assim:

— Jenny, seu pai me disse que a preparação das suas matérias pendentes tá indo muito bem. Fico muito feliz com isso. Papai soube te orientar e te convencer de que isso é o melhor pra você agora.

— Obrigada, mamãe, tô levando a sério... muito a sério.

— Muito bem, Jenny, muito bem, não duvido, mas como eu não estive presente, gostaria de ver como você tá levando isso a sério. Fica feliz com o que vou te dizer. Compramos uma barraca de acampamento pra você e amanhã você vai com o papai e comigo pro camping do tio Braulio. Leve seus livros e anotações pra continuar sua preparação... leve também o biquíni e vai curtir umas praias lindas que tem lá no camping do tio Braulio... porque nem tudo é estudar!

Minha cara de decepção foi total, a do Pablito também, mas dadas as circunstâncias, a gente tentou disfarçar e aceitar. A autoridade que mamãe exercia nas palavras dela nos assustava.

* O que será que ia rolar no camping do tio Braulio? Novas surpresas esperam por vocês... não deixem de ler o próximo capítulo.

FIM.

Comentem, não custa nada, só um tempinho 😀 😀 😀 😀

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