Esta não é uma história romântica clássica onde tudo são beijos apaixonados e acordar com os lençóis até o pescoço.
Esta história mostra aquelas situações que rolam entre um homem e uma mulher, que todo mundo conhece, mas que os livros, o cinema... e as pessoas não contam ou não mostram. Circunstâncias, detalhes, que a nossa própria psique reprime inconscientemente.
Histórias de prazer total, de prazer por amor, prazer pelo outro e prazer por si mesmo. Momentos que, se vividos por completo, nos levariam a conceber a sexualidade sem tabus, sem preconceitos e sem remorsos.
Histórias que vão nos deixar conhecer o que o outro sente naqueles momentos de prazer extremo.
Histórias de desejos e realizações. Histórias para curtir, sentir, lembrar, compartilhar, pensar, sonhar, gozar.
Histórias que vão mudar o seu senso de prazer sexual.
Te aviso que você vai encontrar palavras e situações que, num primeiro momento, vão te chocar. Palavras e relatos que, por identificarem nossos sexos, sua atividade e suas consequências, podem te causar vergonha, você vai achar que afetam sua intimidade, e podem até te dar nojo. Logo no começo da leitura, você vai encontrar o lado positivo de tudo isso e vai esquecer que um dia teve vergonha.
Estas páginas devem ser lidas, como já disse, sem tabus nem preconceitos, sem ficar vermelha, sem vergonha nem nojo, mas sim com curiosidade, como mais uma coisa na vida, algo muito importante, algo que vale a pena ser curtido.
Te proponho que cada palavra sobre sexo que você ler te traga uma imagem, uma situação, de modo que cada vez que você a veja escrita nos seus olhos, possa perceber até o menor detalhe das coisas, do que está rolando em cada relato.
De vez em quando, você pode fechar os olhos e imaginar na sua mente o que leu. Vai ver como pode ser gostoso e reconfortante. E mais ainda quando vira realidade!
Um aviso e uma recomendação finais
Não tem descrições físicas das pessoas. Sim, das coisas, dos lugares, das situações. Cada um vai se imaginar junto com a pessoa com quem gostaria de compartilhar, ou vai compartilhar a história.
Ler estas páginas na cama, antes de dormir. Sozinho ou acompanhado.
Espero que curtam. E se gostarem, me escrevam que mando a continuação da história.
Primeiro encontro.
Fazia dois meses desde a primeira saída, e além de muitos beijos apaixonados na boca, e uns amassos por baixo da roupa, nenhum dos dois, nem Pedro nem Sofia, conhecia por completo a intimidade do outro.
Naquela noite, tudo seria diferente. Desde o dia em que se viram pela primeira vez, os dois sonhavam em passar uma noite juntos, sozinhos, na cama. De noite, antes de dormir, Sofia pegava um travesseirinho que guardava desde a infância, e vestida só com uma camisa, transformava aquele travesseiro no corpo inteiro de Pedro. Tinha entre seus "troféus" um perfume que era o mesmo que Pedro usava. Ao se deitar, passava seus lábios carnudos por todo o travesseirinho, ficando uns minutos ocupada num dos cantinhos. Descia depois pelo pescoço, e acariciando os peitos até deixar os bicos duros, continuava descendo devagar até recebê-lo entre as pernas. Na maioria das vezes, ao chegar lá, curtia uns minutos e dormia. Outras, pegava o travesseiro e, acariciando, mexia entre as pernas. Os lábios da buceta relaxavam e logo molhavam um pouco o travesseirinho. Umas vezes, poucas, levava o travesseiro do púbis até o cóccix, sentindo como o travesseirinho, quente e molhado, acariciava o cu. De noite, sempre pensava em Pedro e no momento em que aquele travesseirinho desse lugar a ele. Amava tanto aquele travesseiro que o escondia no armário, e ninguém, nem as irmãs, nem os pais, tinha permissão para tocar nele.
Algumas noites, principalmente naquelas em que tinha estado com Sofia, Pedro se deitava pensando nela, deixando um lugar na cama, como se a preparasse para quando isso acontecesse. Como morava sozinho no apartamento, dormia totalmente pelado. De vez em quando, ao acordar, notava que uma moça — vizinha do prédio da frente — olhava fixamente pra ele... não exatamente pra ele, mas pro pau dele, que como toda manhã, amanhecia religiosamente duro. Não podia negar que curtia aquele olhar, que o excitava pensar que aquela gata o desejava. Pegando no próprio pau, acariciava, apertava, subia e descia mostrando a cabeça avermelhada. Quando pensava em Sofia e no contato com os lábios dela, com as mãos, com o corpo, sonhando o que fariam juntos naquela cama, o membro crescia.
Naquele sábado, tinham ficado juntos desde a tarde, jantaram, e depois de ir ao cinema, Sofia aceitou o convite que Pedro vinha fazendo mil e uma vezes: que subisse no apartamento dele pra tomar um café.
Não foi por acaso a quase auto-invitação. Os pais de Sofia não voltariam do sítio que tinham comprado durante a semana até a tarde de domingo, e as irmãs dela, que dormiam em outro quarto, tinham ido dançar. Precavida, antes do cinema, passou com Pedro na casa dela e deixou um bilhete avisando que ia dormir na casa de uma amiga, a Natalie.
Subindo no elevador, os corações começaram a bater um pouco mais rápido, um suor frio percorreu cada centímetro do corpo de Sofia ao pensar que naquela noite, finalmente, ia dormir com o amado. Pedro não imaginava o que rolaria naquela noite.
Prepararam café na cozinha apertada do apê de Pedro, e por causa disso, cada passada de um lado pro outro da cozinha provocava um roçar, um arrepio nos dois. Pedro aproveitava cada passada pra beijar — entre os cachos — o pescoço de Sofia, encostando o corpo todo, inteirinho nela. Não conseguiu, nem quis, disfarçar o pau duro, inchado e quente. Riscava com cada beijo, entre as nádegas de Sofia. Ela, tensa pelo momento que viveriam, curtia cada beijo, cada proximidade, cada demonstração de paixão. Até mesmo cada vez que sentia o pau se enterrar entre as Nádegas, sentia um calafrio que não era nada além da diferença entre a temperatura ambiente e a dela.
Tomaram o café prometido, e enquanto Pedro ia ao banheiro, Sofia se deitou na cama, ligou a TV e começou a fazer zapping. Ficou alguns minutos olhando um canal erótico pornô quando o celular tocou. Era engano, mas nessa hora Pedro já tinha saído do banheiro e se encontraram entrando no quarto. Uma pica enorme estava entrando numa boca babada bem no momento em que os dois olharam pra TV. "Muda", disse Sofia, e imediatamente Pedro passou pra um canal de filmes.
Se deitaram, se abraçaram e chegaram bem na hora de ver um filme romântico que tava começando. No intervalo, se beijaram, se mimaram, se apalparam. Tava calor, Pedro tirou a camisa e as meias, desabotoando a calça. Sofia fez o mesmo.
Depois do intervalo, e depois que cada um passou pelo banheiro e lavou seus sexos ardentes, Sofia encostou as costas no peito dele, entre as pernas de Pedro. Ele acariciava o cabelo dela. Massageando as costas e o pescoço, começou a descer pela frente, até rodear os peitos dela. Depois de alguns minutos mimando eles, começou a contornar os bicos, até que ficaram bem duros.
Cada roçada fazia o sangue dos dois ferver, esquentando eles de um jeito que, quando o filme acabou, não passou nem um minuto até que ficaram pelados, pele contra pele, peito contra peito, boca contra boca, pau contra buceta. Sofia começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, passando os lábios da buceta por todo o comprimento do pau de Pedro, sentindo como o roçar subia e descia a pele dele. Isso excitou ela pra caralho, e ela começou a gemer.
Estavam tão molhados, e o clima era tão relaxado que nem ouviram quando na TV o Luis Miguel cantava "...entonces yo daré mediavuelta..." quando o corpo inteiro do pau deslizou pra dentro da buceta. Ficaram meio minuto abraçados, com o membro todo lá dentro, se beijando, se acariciando, suspirando. como se aquilo tivesse realizado todos os desejos deles. Logo descobririam quantos outros desejos ainda estavam escondidos dentro deles.
Sofia começou a se mover pra cima e pra baixo. A cada movimento, seus lábios davam como que chupadas no pau, enorme já nessa altura, acompanhando cada entrada e cada saída.
Pedro pegou com as mãos a bunda da Sofia, abrindo ela de par em par. Entre tantos movimentos e tão lubrificados que estavam, o pau escapou da buceta, passando por toda a racha da Sofia, chegando até a cintura dela. Descendo, molhado e fervendo, deixou umas gotas no cu da Sofia. Não teve penetração, só uns segundos de aproximação, mas Sofia começou a pensar que um dia tinha que investigar o que rolava com aquele membro na bunda dela, que sensações podia causar, se molhado como tinha ficado, o tesão dela subia tanto. O que sentiria com um pau inteiro lá dentro, jorrando leite no canal dela? O pensamento voltou à realidade quando sentiu o pau entrando de novo, entrando e saindo rápido, com movimentos curtos, pra entrar cada vez mais fundo, quente, molhado, igual a buceta dela.
Pedro sentiu que o pau dele tava cada vez maior, que esticava e alargava a cada movimento, até que juntos sentiram um arrepio forte, ficaram duros e, gemendo de prazer, sentiram como tudo molhava dentro dela, como o pau soltava cada gota de leite que dava de presente. Continuaram se movendo por uns minutos, até que, exausta, Sofia se deitou do lado do Pedro. Apagaram a TV e, abraçados, dormiram.
Lá pelas três da manhã, Sofia acordou. Sentiu o leite começando a escorrer entre os lábios dela. Foi no banheiro. Quando voltou, acendeu a luz e viu ele deitado, de barriga pra cima, o pau meio duro, igual tinha visto tantas vezes a vizinha. Deixou a luz acesa e começou a contemplar. Chegou perto até poder ver cada detalhe do pau. A pele dele, ainda molhada pelo momento de sexo ardente que tinha feito ela viver, era tersa. O relevo dele fez ela lembrar os músculos de um braço masculino. O aroma despertava curiosidade nela. Ela toda se excitava, e o paladar começava a ficar molhado.
Pedro estava meio acordado quando sentiu o hálito de Sofia perto da rola dele, um hálito cada vez mais próximo e cada vez mais quente. Ele fingiu que tava dormindo, mas aquela proximidade o excitou. O pau dele deu um pulo, endurecendo como um raio, ficando duro por um instante, deixando o relevo mais evidente, pra depois cair de novo e ficar meio ereto.
Sofia não parava de olhar, não perdia um detalhe, seguia cada movimento, contemplava o relevo, a forma, o aroma, até que, aproximando a mão, deu um novo "chicote" e tocou nele. Pousou a mão por cima. Acariciou a pele, tersa como ela tinha imaginado, dura como tinha sentido. Quente e úmida do jeito que ela gostava. Enrolou os dedos em volta, e ele endureceu de novo, fazendo com que a cabeça toda aparecesse. Vermelha e quente, como se estivesse encerada, ela viu um pouco de líquido saindo da ponta. Começou a mexer a pele, escondendo e mostrando a cabeça, percebendo que a cada movimento o pau crescia, esquentava e ficava mais molhado.
Pedro começou a acariciar o cabelo dela, a passar a mão no pescoço, descendo pelas costas. Ele curtia cada carícia, e a cada vez que a cabeça do pau dele aparecia no ar, um suspiro incontrolável escapava. Ele queria ter a rola dentro da boca de Sofia, mas queria que fosse totalmente por vontade dela.
Talvez deixar as coisas rolarem, sem pressionar, foi o que fez Sofia dar o primeiro beijo, com os lábios fechados, a pele do pau cobrindo a cabeça, umas gotinhas pra provar. Depois de beijar, ela abriu a boca, esticou a pele e enfiou a cabeça toda dentro. Sentiu o gosto do líquido que brotava daquele pau quando tocou com a língua. E amou.
Começou a rodar a língua em volta da cabeça e nem percebeu que Pedro começou a movê-la até ficar de pernas abertas. Olhando o rostro dela. Pensava em cada coisa que fazia com ela. Curtia ela, ficava de pau duro.
Pedro tinha na frente dele mais buceta do que imaginava que teria naquela e em muitas outras noites. Devagar, passou o rosto nas coxas da Sofia, sentindo na barba e nos lábios a pele macia que nunca tinha sido beijada. Com calma, mas sem hesitar, foi se aproximando daqueles lábios ardentes que o chamavam. Estavam vermelhos de tesão, de sexo, de roçar, loucos pra serem beijados. Acima deles, um círculo adivinhava um cu virgem, embora relaxado e quente. Aquela imagem, aquela proximidade, aqueles cheiros deixaram o pau de Pedro cada vez mais duro.
Quando encostou os lábios nos da buceta da Sofia, ela, seguindo mais os instintos do que as cenas que já tinha visto em algum vídeo com as amigas, enfiou o pau inteiro na boca, chupou, lambeu. Percorria cada milímetro, ligada em cada movimento, em cada gota que dava pra boca dela.
Amava ele, queria ele, ficava molhada. Tinha visto, tocado, cheirado, sentido com a boca, e logo, logo sentiria tudo que ele tinha.
Pedro beijava e lambia a buceta dela, enfiava a língua entre os lábios e acariciava a raba dela. Com os dedos, começou, como uma dança mística, uma espiral em volta do cu da Sofia, um círculo concêntrico que terminaria inevitavelmente no buraquinho molhado e suado que estava no meio. Sofia sentiu tanto aquela dança quanto os beijos na buceta e o pau que tinha entre os lábios e a língua.
Tudo aconteceu ao mesmo tempo. Quando os dedos de Pedro chegaram no furinho, a excitação dos dois era tanta que o orgasmo veio junto. Sofia beijava, chupava, subia e descia sem parar quando sentiu a boca encher daquele líquido cujo gosto ela não conhecia até então, mas que, a partir daquele momento, nunca mais ia querer deixar de curtir. Sentiu ele quente, grosso e gostoso. Ficava com mais tesão a cada gota que saía depois de cada jato. Lambeu tudo pra não deixar nada pra fora. de si.
Naquele instante exato, Pedro passava os bigodes pelos lábios e enfiava a língua e - sem querer - tocava - enfiava - o nariz no cu molhado e quentinho da Sofia. O êxtase, a excitação, o prazer, a curtição foi total, sem esconder nada, sem guardar nada.
Continuaram assim, se beijando, se chupando, se tocando, por alguns minutos, até que Pedro percebeu que estava pronto pra mais uma. Escorregando o corpo por baixo da Sofia, fez um sinal pra ela ficar naquela posição, se colocou atrás e meteu devagar, e se movendo com ritmo, toda a pica na buceta que o esperava, excitada.
Eles transaram mais três vezes naquela noite. Ao acordar, não conseguiam esconder a cara de felicidade pelos momentos que tinham vivido. Momentos de paixão, de descobertas, de curtição e de prazer mútuo. Momentos que trariam mais paixão, mais descobertas, mais curtição e mais prazer.
Esta história mostra aquelas situações que rolam entre um homem e uma mulher, que todo mundo conhece, mas que os livros, o cinema... e as pessoas não contam ou não mostram. Circunstâncias, detalhes, que a nossa própria psique reprime inconscientemente.
Histórias de prazer total, de prazer por amor, prazer pelo outro e prazer por si mesmo. Momentos que, se vividos por completo, nos levariam a conceber a sexualidade sem tabus, sem preconceitos e sem remorsos.
Histórias que vão nos deixar conhecer o que o outro sente naqueles momentos de prazer extremo.
Histórias de desejos e realizações. Histórias para curtir, sentir, lembrar, compartilhar, pensar, sonhar, gozar.
Histórias que vão mudar o seu senso de prazer sexual.
Te aviso que você vai encontrar palavras e situações que, num primeiro momento, vão te chocar. Palavras e relatos que, por identificarem nossos sexos, sua atividade e suas consequências, podem te causar vergonha, você vai achar que afetam sua intimidade, e podem até te dar nojo. Logo no começo da leitura, você vai encontrar o lado positivo de tudo isso e vai esquecer que um dia teve vergonha.
Estas páginas devem ser lidas, como já disse, sem tabus nem preconceitos, sem ficar vermelha, sem vergonha nem nojo, mas sim com curiosidade, como mais uma coisa na vida, algo muito importante, algo que vale a pena ser curtido.
Te proponho que cada palavra sobre sexo que você ler te traga uma imagem, uma situação, de modo que cada vez que você a veja escrita nos seus olhos, possa perceber até o menor detalhe das coisas, do que está rolando em cada relato.
De vez em quando, você pode fechar os olhos e imaginar na sua mente o que leu. Vai ver como pode ser gostoso e reconfortante. E mais ainda quando vira realidade!
Um aviso e uma recomendação finais
Não tem descrições físicas das pessoas. Sim, das coisas, dos lugares, das situações. Cada um vai se imaginar junto com a pessoa com quem gostaria de compartilhar, ou vai compartilhar a história.
Ler estas páginas na cama, antes de dormir. Sozinho ou acompanhado.
Espero que curtam. E se gostarem, me escrevam que mando a continuação da história.
Primeiro encontro.
Fazia dois meses desde a primeira saída, e além de muitos beijos apaixonados na boca, e uns amassos por baixo da roupa, nenhum dos dois, nem Pedro nem Sofia, conhecia por completo a intimidade do outro.
Naquela noite, tudo seria diferente. Desde o dia em que se viram pela primeira vez, os dois sonhavam em passar uma noite juntos, sozinhos, na cama. De noite, antes de dormir, Sofia pegava um travesseirinho que guardava desde a infância, e vestida só com uma camisa, transformava aquele travesseiro no corpo inteiro de Pedro. Tinha entre seus "troféus" um perfume que era o mesmo que Pedro usava. Ao se deitar, passava seus lábios carnudos por todo o travesseirinho, ficando uns minutos ocupada num dos cantinhos. Descia depois pelo pescoço, e acariciando os peitos até deixar os bicos duros, continuava descendo devagar até recebê-lo entre as pernas. Na maioria das vezes, ao chegar lá, curtia uns minutos e dormia. Outras, pegava o travesseiro e, acariciando, mexia entre as pernas. Os lábios da buceta relaxavam e logo molhavam um pouco o travesseirinho. Umas vezes, poucas, levava o travesseiro do púbis até o cóccix, sentindo como o travesseirinho, quente e molhado, acariciava o cu. De noite, sempre pensava em Pedro e no momento em que aquele travesseirinho desse lugar a ele. Amava tanto aquele travesseiro que o escondia no armário, e ninguém, nem as irmãs, nem os pais, tinha permissão para tocar nele.
Algumas noites, principalmente naquelas em que tinha estado com Sofia, Pedro se deitava pensando nela, deixando um lugar na cama, como se a preparasse para quando isso acontecesse. Como morava sozinho no apartamento, dormia totalmente pelado. De vez em quando, ao acordar, notava que uma moça — vizinha do prédio da frente — olhava fixamente pra ele... não exatamente pra ele, mas pro pau dele, que como toda manhã, amanhecia religiosamente duro. Não podia negar que curtia aquele olhar, que o excitava pensar que aquela gata o desejava. Pegando no próprio pau, acariciava, apertava, subia e descia mostrando a cabeça avermelhada. Quando pensava em Sofia e no contato com os lábios dela, com as mãos, com o corpo, sonhando o que fariam juntos naquela cama, o membro crescia.
Naquele sábado, tinham ficado juntos desde a tarde, jantaram, e depois de ir ao cinema, Sofia aceitou o convite que Pedro vinha fazendo mil e uma vezes: que subisse no apartamento dele pra tomar um café.
Não foi por acaso a quase auto-invitação. Os pais de Sofia não voltariam do sítio que tinham comprado durante a semana até a tarde de domingo, e as irmãs dela, que dormiam em outro quarto, tinham ido dançar. Precavida, antes do cinema, passou com Pedro na casa dela e deixou um bilhete avisando que ia dormir na casa de uma amiga, a Natalie.
Subindo no elevador, os corações começaram a bater um pouco mais rápido, um suor frio percorreu cada centímetro do corpo de Sofia ao pensar que naquela noite, finalmente, ia dormir com o amado. Pedro não imaginava o que rolaria naquela noite.
Prepararam café na cozinha apertada do apê de Pedro, e por causa disso, cada passada de um lado pro outro da cozinha provocava um roçar, um arrepio nos dois. Pedro aproveitava cada passada pra beijar — entre os cachos — o pescoço de Sofia, encostando o corpo todo, inteirinho nela. Não conseguiu, nem quis, disfarçar o pau duro, inchado e quente. Riscava com cada beijo, entre as nádegas de Sofia. Ela, tensa pelo momento que viveriam, curtia cada beijo, cada proximidade, cada demonstração de paixão. Até mesmo cada vez que sentia o pau se enterrar entre as Nádegas, sentia um calafrio que não era nada além da diferença entre a temperatura ambiente e a dela.
Tomaram o café prometido, e enquanto Pedro ia ao banheiro, Sofia se deitou na cama, ligou a TV e começou a fazer zapping. Ficou alguns minutos olhando um canal erótico pornô quando o celular tocou. Era engano, mas nessa hora Pedro já tinha saído do banheiro e se encontraram entrando no quarto. Uma pica enorme estava entrando numa boca babada bem no momento em que os dois olharam pra TV. "Muda", disse Sofia, e imediatamente Pedro passou pra um canal de filmes.
Se deitaram, se abraçaram e chegaram bem na hora de ver um filme romântico que tava começando. No intervalo, se beijaram, se mimaram, se apalparam. Tava calor, Pedro tirou a camisa e as meias, desabotoando a calça. Sofia fez o mesmo.
Depois do intervalo, e depois que cada um passou pelo banheiro e lavou seus sexos ardentes, Sofia encostou as costas no peito dele, entre as pernas de Pedro. Ele acariciava o cabelo dela. Massageando as costas e o pescoço, começou a descer pela frente, até rodear os peitos dela. Depois de alguns minutos mimando eles, começou a contornar os bicos, até que ficaram bem duros.
Cada roçada fazia o sangue dos dois ferver, esquentando eles de um jeito que, quando o filme acabou, não passou nem um minuto até que ficaram pelados, pele contra pele, peito contra peito, boca contra boca, pau contra buceta. Sofia começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, passando os lábios da buceta por todo o comprimento do pau de Pedro, sentindo como o roçar subia e descia a pele dele. Isso excitou ela pra caralho, e ela começou a gemer.
Estavam tão molhados, e o clima era tão relaxado que nem ouviram quando na TV o Luis Miguel cantava "...entonces yo daré mediavuelta..." quando o corpo inteiro do pau deslizou pra dentro da buceta. Ficaram meio minuto abraçados, com o membro todo lá dentro, se beijando, se acariciando, suspirando. como se aquilo tivesse realizado todos os desejos deles. Logo descobririam quantos outros desejos ainda estavam escondidos dentro deles.
Sofia começou a se mover pra cima e pra baixo. A cada movimento, seus lábios davam como que chupadas no pau, enorme já nessa altura, acompanhando cada entrada e cada saída.
Pedro pegou com as mãos a bunda da Sofia, abrindo ela de par em par. Entre tantos movimentos e tão lubrificados que estavam, o pau escapou da buceta, passando por toda a racha da Sofia, chegando até a cintura dela. Descendo, molhado e fervendo, deixou umas gotas no cu da Sofia. Não teve penetração, só uns segundos de aproximação, mas Sofia começou a pensar que um dia tinha que investigar o que rolava com aquele membro na bunda dela, que sensações podia causar, se molhado como tinha ficado, o tesão dela subia tanto. O que sentiria com um pau inteiro lá dentro, jorrando leite no canal dela? O pensamento voltou à realidade quando sentiu o pau entrando de novo, entrando e saindo rápido, com movimentos curtos, pra entrar cada vez mais fundo, quente, molhado, igual a buceta dela.
Pedro sentiu que o pau dele tava cada vez maior, que esticava e alargava a cada movimento, até que juntos sentiram um arrepio forte, ficaram duros e, gemendo de prazer, sentiram como tudo molhava dentro dela, como o pau soltava cada gota de leite que dava de presente. Continuaram se movendo por uns minutos, até que, exausta, Sofia se deitou do lado do Pedro. Apagaram a TV e, abraçados, dormiram.
Lá pelas três da manhã, Sofia acordou. Sentiu o leite começando a escorrer entre os lábios dela. Foi no banheiro. Quando voltou, acendeu a luz e viu ele deitado, de barriga pra cima, o pau meio duro, igual tinha visto tantas vezes a vizinha. Deixou a luz acesa e começou a contemplar. Chegou perto até poder ver cada detalhe do pau. A pele dele, ainda molhada pelo momento de sexo ardente que tinha feito ela viver, era tersa. O relevo dele fez ela lembrar os músculos de um braço masculino. O aroma despertava curiosidade nela. Ela toda se excitava, e o paladar começava a ficar molhado.
Pedro estava meio acordado quando sentiu o hálito de Sofia perto da rola dele, um hálito cada vez mais próximo e cada vez mais quente. Ele fingiu que tava dormindo, mas aquela proximidade o excitou. O pau dele deu um pulo, endurecendo como um raio, ficando duro por um instante, deixando o relevo mais evidente, pra depois cair de novo e ficar meio ereto.
Sofia não parava de olhar, não perdia um detalhe, seguia cada movimento, contemplava o relevo, a forma, o aroma, até que, aproximando a mão, deu um novo "chicote" e tocou nele. Pousou a mão por cima. Acariciou a pele, tersa como ela tinha imaginado, dura como tinha sentido. Quente e úmida do jeito que ela gostava. Enrolou os dedos em volta, e ele endureceu de novo, fazendo com que a cabeça toda aparecesse. Vermelha e quente, como se estivesse encerada, ela viu um pouco de líquido saindo da ponta. Começou a mexer a pele, escondendo e mostrando a cabeça, percebendo que a cada movimento o pau crescia, esquentava e ficava mais molhado.
Pedro começou a acariciar o cabelo dela, a passar a mão no pescoço, descendo pelas costas. Ele curtia cada carícia, e a cada vez que a cabeça do pau dele aparecia no ar, um suspiro incontrolável escapava. Ele queria ter a rola dentro da boca de Sofia, mas queria que fosse totalmente por vontade dela.
Talvez deixar as coisas rolarem, sem pressionar, foi o que fez Sofia dar o primeiro beijo, com os lábios fechados, a pele do pau cobrindo a cabeça, umas gotinhas pra provar. Depois de beijar, ela abriu a boca, esticou a pele e enfiou a cabeça toda dentro. Sentiu o gosto do líquido que brotava daquele pau quando tocou com a língua. E amou.
Começou a rodar a língua em volta da cabeça e nem percebeu que Pedro começou a movê-la até ficar de pernas abertas. Olhando o rostro dela. Pensava em cada coisa que fazia com ela. Curtia ela, ficava de pau duro.
Pedro tinha na frente dele mais buceta do que imaginava que teria naquela e em muitas outras noites. Devagar, passou o rosto nas coxas da Sofia, sentindo na barba e nos lábios a pele macia que nunca tinha sido beijada. Com calma, mas sem hesitar, foi se aproximando daqueles lábios ardentes que o chamavam. Estavam vermelhos de tesão, de sexo, de roçar, loucos pra serem beijados. Acima deles, um círculo adivinhava um cu virgem, embora relaxado e quente. Aquela imagem, aquela proximidade, aqueles cheiros deixaram o pau de Pedro cada vez mais duro.
Quando encostou os lábios nos da buceta da Sofia, ela, seguindo mais os instintos do que as cenas que já tinha visto em algum vídeo com as amigas, enfiou o pau inteiro na boca, chupou, lambeu. Percorria cada milímetro, ligada em cada movimento, em cada gota que dava pra boca dela.
Amava ele, queria ele, ficava molhada. Tinha visto, tocado, cheirado, sentido com a boca, e logo, logo sentiria tudo que ele tinha.
Pedro beijava e lambia a buceta dela, enfiava a língua entre os lábios e acariciava a raba dela. Com os dedos, começou, como uma dança mística, uma espiral em volta do cu da Sofia, um círculo concêntrico que terminaria inevitavelmente no buraquinho molhado e suado que estava no meio. Sofia sentiu tanto aquela dança quanto os beijos na buceta e o pau que tinha entre os lábios e a língua.
Tudo aconteceu ao mesmo tempo. Quando os dedos de Pedro chegaram no furinho, a excitação dos dois era tanta que o orgasmo veio junto. Sofia beijava, chupava, subia e descia sem parar quando sentiu a boca encher daquele líquido cujo gosto ela não conhecia até então, mas que, a partir daquele momento, nunca mais ia querer deixar de curtir. Sentiu ele quente, grosso e gostoso. Ficava com mais tesão a cada gota que saía depois de cada jato. Lambeu tudo pra não deixar nada pra fora. de si.
Naquele instante exato, Pedro passava os bigodes pelos lábios e enfiava a língua e - sem querer - tocava - enfiava - o nariz no cu molhado e quentinho da Sofia. O êxtase, a excitação, o prazer, a curtição foi total, sem esconder nada, sem guardar nada.
Continuaram assim, se beijando, se chupando, se tocando, por alguns minutos, até que Pedro percebeu que estava pronto pra mais uma. Escorregando o corpo por baixo da Sofia, fez um sinal pra ela ficar naquela posição, se colocou atrás e meteu devagar, e se movendo com ritmo, toda a pica na buceta que o esperava, excitada.
Eles transaram mais três vezes naquela noite. Ao acordar, não conseguiam esconder a cara de felicidade pelos momentos que tinham vivido. Momentos de paixão, de descobertas, de curtição e de prazer mútuo. Momentos que trariam mais paixão, mais descobertas, mais curtição e mais prazer.
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