Minha melhor amiga me contou a fantasia mais íntima dela.Introdução:Passando um fim de semana prolongado com minha amiga, vamos chamá-la figurativamente de "Pato", em Mar del Plata, onde fomos para fugir da rotina de trabalho dessa cidade, nos encontramos numa tarde de sábado batendo papo juntos entre as pedras ouvindo o mar, relembrando mil e uma coisas vividas em mais de seis anos de amizade.
Chegou um momento em que começamos a falar de ex-parceiros, das nossas experiências, e de repente ela me pergunta:
"Qual fantasia você ainda não realizou e gostaria de realizar nesse momento da sua vida?" (esclareço que eu tinha na época 45 anos e estava separado há 6)
Respondi que não tinha nada em mente, já que comecei a realizá-las desde adolescente conforme iam surgindo. Mas sempre disposto a continuar cumprindo-as à medida que aparecessem.
"E você?" perguntei.
"Eu não quero chegar aos quarenta sem ter ficado com dois caras ao mesmo tempo", foi o que ela respondeu. "Mas sei que não é fácil, porque quando comentei isso uma vez com uma amiga, ela me olhou como se eu fosse a puta mais puta de todas.Nada a ver, falei, quem pode se meter ou julgar sua intimidade, além do mais, por que eles precisam saber?
Deixa eu ver, acho que vou conseguir te ajudar com isso... — falei, e ela riu, e me disse: você é um filho da puta, com você não daria porque, mais que amigo, você já é como um irmão.
(Fodeu, pensei, porque quando te colam essa etiqueta, realmente fodeu.)
Tudo ficou por ali até que, na volta, nem lerdo nem preguiçoso, me dediquei a tramar o presente que queria dar pra minha amiga.
Liguei pra um amigo em comum e falei: Luís, o que você tem pra fazer sexta à noite? — Preciso de você.
Fui contando da forma mais diplomática possível qual era minha ideia (sem dizer com quem), mas deixando claro que era um "presente" que queria dar pra uma amiga e que, caso ele topasse, a gente tinha que transformar aquela noite (ou pelo menos tentar) na noite em que ela fosse a mulher mais feliz do mundo.
Obviamente ele topou, e muito mais quando descobriu quem era, já que Pato é instrutora de Yoga e ginástica, então, além de bonita e simpática, tem uma rabeta do caralho (pouco peito, mas uma figura e uma bunda que compensam totalmente a falta).
Claro que tive que falar pra Pato que, se não tivesse outros planos, me esperasse na sexta em casa que eu ia jantar lá; que não preparasse nada, que eu ia levar tudo, e que ainda tinha uma surpresa pra ela (só fiz questão de dizer pra ela se preparar, que talvez tivesse a ver com nossa conversa na frente do mar).
Ela disse que eu era louco, que tava a fim mas tinha medo, e obviamente me perguntou quem era.
Falei pra ela ficar tranquila que era uma pessoa que ela gostava muito; que tinha a mente aberta como a gente e que eu ia cuidar pra tudo dar certo.A NOITE DE SEXTA-FEIRA:
Conforme o combinado, o Luís apareceu lá em casa umas nove e meia, tocou a campainha e eu saí com um par de garrafas de champanhe que tinha comprado pra ocasião. Ele me perguntou o que a gente ia jantar e eu falei: O que você quiser, a gente para em algum lugar no caminho e pega alguma coisa.
Quando chegamos na casa da Pato, entramos e ela, que tem um lugar bem espaçoso lá — onde geralmente dá aulas de yoga — tinha colocado uma toalha redonda com arabescos no chão; lembro que tinha seis velinhas noturnas iluminando o ambiente, um cheiro de sândalo que embriagava de sensualidade e uma cara misturada de sorriso, com terror e de não tô entendendo nada!!!
Depois de papear sobre bobeiras por um tempo, pra aliviar a tensão, abrimos a primeira garrafa pra brindar ao encontro daquela noite de amigos.
Mágica e misteriosamente, sem perceber, a gente começou a falar cada vez mais devagar, como se entrando no clima que nos rodeava.
A comida (vários petiscos árabes) que a gente tinha trazido ajudou no encontro, já que não só não precisávamos nos preocupar com talheres, mas também permitiu que ela pudesse nos dar de comer alternadamente na boca enquanto conversávamos, assim como a gente fazia com ela.
Os olhares foram mudando e não por efeito do álcool, mas os doces e bombons de sobremesa junto com a sensualidade que já se respirava fizeram com que a gente se encontrasse sem perceber começando a acariciar aquela princesa do Oriente.
O Luís, que achava que seria quem mais teria dificuldade pra entrar no clima, foi no entanto quem primeiro bebeu dos lábios dela o licor de um bombom que ela estava degustando. E eu me vi naquele mesmo instante posicionado atrás dela, acariciando primeiro o pescoço dela, os ombros e inevitavelmente os peitos dela.
Ela foi tirando devagar a camisa do Luís enquanto eu cuidava da blusa dela.
Naquela hora, os mamilos rosados dela eram pra mim — naquele momento — a única coisa. que brilhava e se iluminava à medida que a luz das velas cedia.
Nós três nos levantamos ao mesmo tempo, como se fôssemos um só, e começamos a nos despir mutuamente — nós a ela, sem nunca parar de beijar e acariciar, e ela a nós, tomando todo o tempo do mundo, especialmente ao tirar bem devagar a nossa roupa íntima (primeiro a minha, depois a do Luis e, por fim, tiramos o último pedaço que restava nela, que era uma pequena... minúscula... calcinha fio dental rosa que ainda estava nela).
Daí em diante, tudo fluiu naturalmente. Eu me vi beijando primeiro os peitos dela enquanto ela me acariciava, e o Luis cuidava de acariciar as pernas dela, primeiro, subindo por trás até a bunda dela, as costas, a nuca, fazendo ela sentir a dureza do pau dele ao encostar, que, assim como o meu, nessa altura já pareciam feitos de pau-ferro.
Ela se deitou entre as almofadas que a gente tinha colocado no chão e, enquanto tocava a voz do George Michael cantando "Roxanne", sem falar, sem perguntar nada, eu e o Luis nos encontramos — eu saboreando o doce "sobremesa" que foi lamber o clitóris minúsculo dela, enquanto a língua dele cuidava de percorrer em círculos o buraquinho do cu dela.
As mãos da Pato guiavam nas nossas cabeças o percurso da nossa viagem, marcando os tempos e lugares até que o corpo dela não aguentou mais e se arqueou em umas duas convulsões que significavam que, pela primeira vez naquela noite, a Pato tinha explodido entre as nuvens.
Depois de uns instantes, as mãos dela pegaram no pau do Luis e começaram a acariciar, deixando ele mais duro do que já estava, enquanto pra mim ela deu o prazer de ser o primeiro a sentir o calor da língua dela, dos lábios e da boca percorrendo todo o meu sexo com uma sensação sublime.
O Luis colocou um preservativo no pau dele, o que marcava que, de certa forma, começava o fim do começo. Ela pediu pra eu ainda não colocar o meu porque queria continuar sentindo o gosto da minha pele na boca dela.
Então... almofadões, eu fiquei deitado enquanto o Pato chupava lenta e deliciosamente minha piroca (que nessa altura já estava toda molhada, não sei mais se era da minha tesão, da saliva dela, ou com certeza da soma das duas) de quatro, e o Luís enfiou a piroca nela por trás, fazendo ela rebolar ritmicamente, o que me deixava mais excitado, porque a cada estocada do meu amigo ela me chupava com mais intensidade.
Ela só soltou minha piroca da boca para soltar uns gemidinhos de prazer, e começou a percorrer com a língua aquela pequena porção de pele que fica entre minhas bolas e meu cu, enquanto o Luís a segurava firme pelos quadris acelerando as estocadas, o que fez com que ela, indecisa entre voltar a lamber minha cabeça ou ficar onde estava, optou por acariciar com a ponta da língua, como se fosse uma tortura lenta, meu buraquinho anal.
Eu sentia naquele momento que minha piroca estava prestes a explodir, não aguentava... então, pra esfriar um pouco meu amiguinho (o meu), comecei a colocar também um preservativo enquanto o Luís se deitou de barriga pra cima e ela começou a cavalgá-lo, o que me deu a oportunidade de apreciar daquele ângulo a majestosidade, não só da bunda dela, mas também redescobrir o prazer que é ver duas pessoas, não mais fazendo amor, mas transando! com os instintos animais à flor da pele.
A tesão que eu tava era tão grande que pensei, agora vou fazer a booty nela (erro... tinha que ter preparado, brincado um pouco mais, e minha tesão não dava pra tanto) tentei duas vezes mas não entrava, o beco estreito me negava passagem se eu não subornasse antes, então optei, já que ela tinha se inclinado pra frente com o tronco, por enfiar minha piroca no lugar que já estava sendo ocupado, então segundos depois minha piroca roçava de um lado as paredes da buceta dela e do outro a piroca do meu amigo. Enquanto ela transbordava de prazer e não parava de dizer "tô com a buceta cheia de piroca" "não parem, que tô quase gozando" e bom... a gente seguiu assim por um tempo.
Só pra deixar claro, é legal pra dizer "fiz aquilo" ou pra ver num filme pornô, mas na real não era tão confortável, então saí daquela posição privilegiada pra me colocar por trás, já que o Luis aproveitou pra servir outra rodada de champanhe.
Trocadas as posições, agora era eu quem via a Pato engolir o pedaço de carne do Luis inteiro, sumindo na boca dela, enquanto eu bombava cada vez mais forte porque, ao sentir que ela tava perto de gozar, não consegui me segurar e agora sim deixei vazar todo o meu leite dentro da buceta pulsante dela, enquanto ela tirava, instantes depois, toda a porra do Luis, fazendo uma punheta e lambendo os testículos dele como se fosse um sorvete.
A noite foi realmente interminável, já que nós dois, os adãos, nos revezávamos, agora sim pra atender nossa eva, alternadamente ou os dois juntos, até cairmos no sono, abraçados, viramos um arabesco a mais na toalha que ainda estava no chão entre as almofadas, servindo de cobertor.
Quando acordamos, fomos um de cada vez tomar banho, tomamos café da manhã e dissemos que, provavelmente, aquela situação da noite anterior dificilmente se repetiria, então decidimos recomeçar.
E tudo começou de novo...
Já faz quase cinco anos disso e, de vez em quando, a gente lembra e fala: "pena que não podemos compartilhar". Agora nós três temos cada um seu parceiro e quem sabe... talvez... um dia... uma festa.
NOTA: Essa história (exceto os nomes) é real. Nunca mais transamos entre nós. A amizade continua igual, ou talvez melhor, porque temos coisas compartilhadas que nem sempre rolam desse jeito.
Ah... por último, nem eu nem o Luis temos tamanho XXL, é mais tamanho amendoim (comum), e a gente se divertiu pra caralho os três.
Um abraço a todos os porigueiros e poringa girls.
Chegou um momento em que começamos a falar de ex-parceiros, das nossas experiências, e de repente ela me pergunta:
"Qual fantasia você ainda não realizou e gostaria de realizar nesse momento da sua vida?" (esclareço que eu tinha na época 45 anos e estava separado há 6)
Respondi que não tinha nada em mente, já que comecei a realizá-las desde adolescente conforme iam surgindo. Mas sempre disposto a continuar cumprindo-as à medida que aparecessem.
"E você?" perguntei.
"Eu não quero chegar aos quarenta sem ter ficado com dois caras ao mesmo tempo", foi o que ela respondeu. "Mas sei que não é fácil, porque quando comentei isso uma vez com uma amiga, ela me olhou como se eu fosse a puta mais puta de todas.Nada a ver, falei, quem pode se meter ou julgar sua intimidade, além do mais, por que eles precisam saber?
Deixa eu ver, acho que vou conseguir te ajudar com isso... — falei, e ela riu, e me disse: você é um filho da puta, com você não daria porque, mais que amigo, você já é como um irmão.
(Fodeu, pensei, porque quando te colam essa etiqueta, realmente fodeu.)
Tudo ficou por ali até que, na volta, nem lerdo nem preguiçoso, me dediquei a tramar o presente que queria dar pra minha amiga.
Liguei pra um amigo em comum e falei: Luís, o que você tem pra fazer sexta à noite? — Preciso de você.
Fui contando da forma mais diplomática possível qual era minha ideia (sem dizer com quem), mas deixando claro que era um "presente" que queria dar pra uma amiga e que, caso ele topasse, a gente tinha que transformar aquela noite (ou pelo menos tentar) na noite em que ela fosse a mulher mais feliz do mundo.
Obviamente ele topou, e muito mais quando descobriu quem era, já que Pato é instrutora de Yoga e ginástica, então, além de bonita e simpática, tem uma rabeta do caralho (pouco peito, mas uma figura e uma bunda que compensam totalmente a falta).
Claro que tive que falar pra Pato que, se não tivesse outros planos, me esperasse na sexta em casa que eu ia jantar lá; que não preparasse nada, que eu ia levar tudo, e que ainda tinha uma surpresa pra ela (só fiz questão de dizer pra ela se preparar, que talvez tivesse a ver com nossa conversa na frente do mar).
Ela disse que eu era louco, que tava a fim mas tinha medo, e obviamente me perguntou quem era.
Falei pra ela ficar tranquila que era uma pessoa que ela gostava muito; que tinha a mente aberta como a gente e que eu ia cuidar pra tudo dar certo.A NOITE DE SEXTA-FEIRA:
Conforme o combinado, o Luís apareceu lá em casa umas nove e meia, tocou a campainha e eu saí com um par de garrafas de champanhe que tinha comprado pra ocasião. Ele me perguntou o que a gente ia jantar e eu falei: O que você quiser, a gente para em algum lugar no caminho e pega alguma coisa.
Quando chegamos na casa da Pato, entramos e ela, que tem um lugar bem espaçoso lá — onde geralmente dá aulas de yoga — tinha colocado uma toalha redonda com arabescos no chão; lembro que tinha seis velinhas noturnas iluminando o ambiente, um cheiro de sândalo que embriagava de sensualidade e uma cara misturada de sorriso, com terror e de não tô entendendo nada!!!
Depois de papear sobre bobeiras por um tempo, pra aliviar a tensão, abrimos a primeira garrafa pra brindar ao encontro daquela noite de amigos.
Mágica e misteriosamente, sem perceber, a gente começou a falar cada vez mais devagar, como se entrando no clima que nos rodeava.
A comida (vários petiscos árabes) que a gente tinha trazido ajudou no encontro, já que não só não precisávamos nos preocupar com talheres, mas também permitiu que ela pudesse nos dar de comer alternadamente na boca enquanto conversávamos, assim como a gente fazia com ela.
Os olhares foram mudando e não por efeito do álcool, mas os doces e bombons de sobremesa junto com a sensualidade que já se respirava fizeram com que a gente se encontrasse sem perceber começando a acariciar aquela princesa do Oriente.
O Luís, que achava que seria quem mais teria dificuldade pra entrar no clima, foi no entanto quem primeiro bebeu dos lábios dela o licor de um bombom que ela estava degustando. E eu me vi naquele mesmo instante posicionado atrás dela, acariciando primeiro o pescoço dela, os ombros e inevitavelmente os peitos dela.
Ela foi tirando devagar a camisa do Luís enquanto eu cuidava da blusa dela.
Naquela hora, os mamilos rosados dela eram pra mim — naquele momento — a única coisa. que brilhava e se iluminava à medida que a luz das velas cedia.
Nós três nos levantamos ao mesmo tempo, como se fôssemos um só, e começamos a nos despir mutuamente — nós a ela, sem nunca parar de beijar e acariciar, e ela a nós, tomando todo o tempo do mundo, especialmente ao tirar bem devagar a nossa roupa íntima (primeiro a minha, depois a do Luis e, por fim, tiramos o último pedaço que restava nela, que era uma pequena... minúscula... calcinha fio dental rosa que ainda estava nela).
Daí em diante, tudo fluiu naturalmente. Eu me vi beijando primeiro os peitos dela enquanto ela me acariciava, e o Luis cuidava de acariciar as pernas dela, primeiro, subindo por trás até a bunda dela, as costas, a nuca, fazendo ela sentir a dureza do pau dele ao encostar, que, assim como o meu, nessa altura já pareciam feitos de pau-ferro.
Ela se deitou entre as almofadas que a gente tinha colocado no chão e, enquanto tocava a voz do George Michael cantando "Roxanne", sem falar, sem perguntar nada, eu e o Luis nos encontramos — eu saboreando o doce "sobremesa" que foi lamber o clitóris minúsculo dela, enquanto a língua dele cuidava de percorrer em círculos o buraquinho do cu dela.
As mãos da Pato guiavam nas nossas cabeças o percurso da nossa viagem, marcando os tempos e lugares até que o corpo dela não aguentou mais e se arqueou em umas duas convulsões que significavam que, pela primeira vez naquela noite, a Pato tinha explodido entre as nuvens.
Depois de uns instantes, as mãos dela pegaram no pau do Luis e começaram a acariciar, deixando ele mais duro do que já estava, enquanto pra mim ela deu o prazer de ser o primeiro a sentir o calor da língua dela, dos lábios e da boca percorrendo todo o meu sexo com uma sensação sublime.
O Luis colocou um preservativo no pau dele, o que marcava que, de certa forma, começava o fim do começo. Ela pediu pra eu ainda não colocar o meu porque queria continuar sentindo o gosto da minha pele na boca dela.
Então... almofadões, eu fiquei deitado enquanto o Pato chupava lenta e deliciosamente minha piroca (que nessa altura já estava toda molhada, não sei mais se era da minha tesão, da saliva dela, ou com certeza da soma das duas) de quatro, e o Luís enfiou a piroca nela por trás, fazendo ela rebolar ritmicamente, o que me deixava mais excitado, porque a cada estocada do meu amigo ela me chupava com mais intensidade.
Ela só soltou minha piroca da boca para soltar uns gemidinhos de prazer, e começou a percorrer com a língua aquela pequena porção de pele que fica entre minhas bolas e meu cu, enquanto o Luís a segurava firme pelos quadris acelerando as estocadas, o que fez com que ela, indecisa entre voltar a lamber minha cabeça ou ficar onde estava, optou por acariciar com a ponta da língua, como se fosse uma tortura lenta, meu buraquinho anal.
Eu sentia naquele momento que minha piroca estava prestes a explodir, não aguentava... então, pra esfriar um pouco meu amiguinho (o meu), comecei a colocar também um preservativo enquanto o Luís se deitou de barriga pra cima e ela começou a cavalgá-lo, o que me deu a oportunidade de apreciar daquele ângulo a majestosidade, não só da bunda dela, mas também redescobrir o prazer que é ver duas pessoas, não mais fazendo amor, mas transando! com os instintos animais à flor da pele.
A tesão que eu tava era tão grande que pensei, agora vou fazer a booty nela (erro... tinha que ter preparado, brincado um pouco mais, e minha tesão não dava pra tanto) tentei duas vezes mas não entrava, o beco estreito me negava passagem se eu não subornasse antes, então optei, já que ela tinha se inclinado pra frente com o tronco, por enfiar minha piroca no lugar que já estava sendo ocupado, então segundos depois minha piroca roçava de um lado as paredes da buceta dela e do outro a piroca do meu amigo. Enquanto ela transbordava de prazer e não parava de dizer "tô com a buceta cheia de piroca" "não parem, que tô quase gozando" e bom... a gente seguiu assim por um tempo.
Só pra deixar claro, é legal pra dizer "fiz aquilo" ou pra ver num filme pornô, mas na real não era tão confortável, então saí daquela posição privilegiada pra me colocar por trás, já que o Luis aproveitou pra servir outra rodada de champanhe.
Trocadas as posições, agora era eu quem via a Pato engolir o pedaço de carne do Luis inteiro, sumindo na boca dela, enquanto eu bombava cada vez mais forte porque, ao sentir que ela tava perto de gozar, não consegui me segurar e agora sim deixei vazar todo o meu leite dentro da buceta pulsante dela, enquanto ela tirava, instantes depois, toda a porra do Luis, fazendo uma punheta e lambendo os testículos dele como se fosse um sorvete.
A noite foi realmente interminável, já que nós dois, os adãos, nos revezávamos, agora sim pra atender nossa eva, alternadamente ou os dois juntos, até cairmos no sono, abraçados, viramos um arabesco a mais na toalha que ainda estava no chão entre as almofadas, servindo de cobertor.
Quando acordamos, fomos um de cada vez tomar banho, tomamos café da manhã e dissemos que, provavelmente, aquela situação da noite anterior dificilmente se repetiria, então decidimos recomeçar.
E tudo começou de novo...
Já faz quase cinco anos disso e, de vez em quando, a gente lembra e fala: "pena que não podemos compartilhar". Agora nós três temos cada um seu parceiro e quem sabe... talvez... um dia... uma festa.
NOTA: Essa história (exceto os nomes) é real. Nunca mais transamos entre nós. A amizade continua igual, ou talvez melhor, porque temos coisas compartilhadas que nem sempre rolam desse jeito.
Ah... por último, nem eu nem o Luis temos tamanho XXL, é mais tamanho amendoim (comum), e a gente se divertiu pra caralho os três.
Um abraço a todos os porigueiros e poringa girls.
7 comentários - Realizei a fantasia dela...
Cuando nos traes más?