Minha sogra, naquela época uma senhora de uns cinquenta anos, morena, corpo cheio, lábios não muito grossos com uma boca grande também funda e elástica, de rosto não muito atraente, compensava sua relativa feiura com os peitos grandes, meio caídos pelos anos, mas ainda mantendo um apetitoso atrativo sexual.
A BETY
Minha sogra Bety é uma senhora de uns cinquenta anos, morena, corpo cheio, lábios não muito grossos com uma boca grande também funda e elástica, de rosto não muito atraente, compensava sua relativa feiura com os peitos grandes, meio caídos pelos anos, mas ainda mantendo um apetitoso atrativo sexual, com a barriga flácida e crescida pelos anos, equilibrada pelas suas grandes nádegas ainda duras que formavam uma bunda linda e enorme, aproximadamente o dobro do tamanho das bundas das filhas dela, suas coxas grossas e panturrilhas formavam pernas atraentes e ainda torneadas que, ao olhar, era impossível não comparar com as das filhas, essas pernas não deixavam de excitar quando alguma vez ela levantava o vestido ou se abaixava para pegar algo ou entreabria ao sentar. Numa oportunidade, ela saiu do banho enrolada nas toalhas, estas cobriam dos peitos para baixo, os ombros nus, sentou-se numa cadeira na varanda que ficava em frente à janela do meu quarto e começou a cortar as unhas dos pés, para isso levantou o pé sobre o joelho do outro pé, abrindo as pernas gordas e deixando ver lá no fundo os pelos pretos e abundantes, afastei um pouco a cortina, olhei com mais atenção e pude ver o começo do clitóris dela e parte dos lábios superiores da sua grande xota, claro que ela não estava me vendo, eu estava atrás da cortina da janela, ela pensou que não tinha ninguém em casa e foi assim que, livremente, levantou as pernas deixando ver sua nudez, dessa vez confirmei minhas impressões de que a velha tinha pernas lindas e excitantes, meu pau ficou duro, era a primeira vez que a velha me tava procurando uma excitação total, nunca pensei que ia ficar tão excitado por ela, mas percebi que ela era mais bem dotada que minha mulher. Baixei minha calça pra liberar meu pau e masturbar ela, apertando ela com força. Foram longos minutos vendo o espetáculo que ela tava me dando. Ela terminou de cortar as unhas e foi pro quarto dela, e eu fiquei todo excitado e tesudo.
Minha sogra era uma mulher meio conservadora, daquelas que só conheceram o sexo do marido da forma mais reprimida. Em alguma ocasião, ela disse que não conhecia o pau do marido porque só transavam à noite e no escuro. O orgasmo era algo desconhecido pra ela em toda a vida de casada, foi assim que ela falou em conversas com as filhas. Com certeza, ela não gritou o desejo dela na hora como minha mulher fez. Quando as conversas iam pra temas sexuais, os olhos dela brilhavam ardendo de desejo. Ela adorava falar de sexo. Pela sinceridade das palavras dela, essa mulher era virgem de boca e cu. O marido nunca passou o pau por esses lugares. Mesmo tendo uma bunda tão linda, ela tava envelhecendo sem conhecer o verdadeiro prazer sexual.
1. Aproveitando o cheiro da sogra
Assim foram passando os meses, eu só olhava pra minha sogra com desejo. Era impossível pensar que um dia ia poder comer ela. Numa ocasião, ela, muito apressada pra sair pra um encontro com os parentes, entrou no quarto dela pra trocar de roupa sem perceber que eu tava bem perto. De costas pra janela onde eu tava, ela tirou a roupa que tava usando, incluindo a calcinha e o sutiã, ficando completamente nua. Eu pude apreciar o corpo grosso dela, olhando principalmente a bunda e as pernas grossas. A velha, apesar da idade e da gordura, mantinha umas nádegas redondas e pernas grossas e torneadas que fizeram meu pau dar um pulo. Ela entreabriu as pernas e, pegando a calcinha, limpou a buceta dela e depois toda a racha da bunda. Ao ver aquilo, meu pau se me pôs dura igual a um mastro, era a segunda vez que via as partes íntimas dela peladas e a segunda vez que meu pau endurecia brutalmente por ela, em seguida ela trocou rapidamente pra roupa nova de sair, arrumou o cabelo e saiu pra pegar um taxi apressada, deixando a roupa que trocou em cima da cama. Vendo tudo aquilo e como não tinha mais ninguém em casa, me aproximei pra ver as roupas da senhora, principalmente a calcinha e o sutiã, ambas eram peças enormes que ainda conservavam o calor do corpo da velha.
Decididamente peguei a calcinha olhando direto pra parte mais importante, que era a que fazia contato com a buceta da senhora, dava pra ver uma mancha meio marrom claro de uns três centímetros na parte mais larga e uns nove a dez centímetros de comprimento, o formato e o tamanho da mancha na calcinha mostravam bem o tamanho e formato da grande argola dessa mulher.
Levei aquela parte da calcinha até meu rosto pra cheirar, senti o calor do corpo que a peça ainda mantinha, o cheiro característico que a argola da mulher solta, nesse caso era algo muito especial, mais profundo, mais concentrado, mais de mulher. Em seguida, botando a língua pra fora, comecei a saborear aquela parte da calcinha, naquele momento imaginei estar lambendo a buceta mais gostosa e excitante. O pano entrou na minha boca de vez pra ser chupado intensamente, meu pau tava totalmente duro e pulsando, baixei a calça e agarrei ele sem parar de chupar a calcinha, tava muito excitado e me masturbei com força, por um momento parei de chupar a calcinha e tirei da boca, percebi que minha boca ficou com o gosto e cheiro da buceta gostosa, a operação de chupar a calcinha e me masturbar repeti várias vezes até que, sentindo vontade de descarregar meu sêmen, levei a calcinha pro meu pau e, colocando a parte da mancha em contato com a ponta, enrolei meu pau e comecei a me masturbar com força, com a outra mão peguei o sutiã e também levei à minha boca na parte que fez contato com os mamilos da velha, chupei pra sentir o gosto salgado das tetas, nesse momento veio a rápida e prolongada ejaculação sobre a calcinha, ela ficou totalmente encharcada naquela parte com todo o meu esperma, pela primeira vez me masturbei pela minha sogra e tive um orgasmo muito prazeroso graças ao cheiro e gosto da velha, a calcinha e o sutiã dela me serviram pra imaginá-la dando comigo. Saí do quarto um tanto trêmulo de emoção deixando as roupas em cima da cama, depois me sentei no quintal pra lamber a boca que ficou com o gostoso sabor da buceta da minha sogra.
Desde que a vi cortar as unhas, olhei e admirei a bunda, as tetas e as pernas da minha sogra, mas essa foi a primeira oportunidade que tive pra sentir e aproveitar o desejo por ela e perceber que era uma mulher como qualquer outra. Desde aquele dia não perdia a chance de pegar as calcinhas da velha e me masturbar à vontade saboreando o delicioso gosto da argola dela, imaginando-a nua com as pernas abertas e eu comendo ela, lambendo a buceta dela e fazendo ela chupar meu pau, isso eu fazia aproveitando os momentos de descuido de todo mundo em casa. Também sempre buscava um jeito de ver como ela se despia pra colocar a camisola quando ia dormir, e poder apreciar o tamanho das tetas dela e a linda bunda grande.
3. Comendo a Bety.
Passaram-se alguns meses e todo esse tempo ficou em mim uma curiosidade de saber o que minha sogra pensava depois de ter me visto comendo a filha dela, ela em alguma conversa que ouvi com as filhas comentou que só sentia dor nas relações, e a filha dela viu gritar de prazer pedindo mais. Me chamou muito a atenção como desde aquele dia que ela nos viu, fixava os olhos disfarçadamente na parte do meu pau como se perguntando como ele era de verdade. Os olhares dela me causavam Arrepio nas minhas bolas, eu sabia por que ela fazia aquilo, por outro lado eu não perdia a chance de roubar as calcinhas dela pra sentir o cheiro e o gosto da argola dela e me masturbar em nome dela. Na real, percebi que era uma mulher que o marido não deu prazer suficiente em todos os anos de casamento, isso me excitava ainda mais.
Um dia, minha mulher viajou a trabalho, era a primeira vez que a gente se separava e também que a gente parava de trepar depois de mais de um ano de casamento, eu tinha vinte e sete anos e ela vinte e cinco, por mais de um ano meu corpo já tinha se acostumado a ter sexo ativo todo dia.
Minha mulher partiu numa segunda-feira de manhã cedo, a ausência dela ia durar uns dez dias. Os primeiros dias passaram sem sentir falta do costume de transar. No quarto dia, senti minhas bolas incharem e meu pau ficou grosso e duro, procurei de algum jeito satisfazer meu desejo tentando em vão roubar uma calcinha da minha sogra pra me masturbar como fazia quando surgia a oportunidade, sem conseguir porque os pais da minha mulher não saíam de casa. No dia seguinte (sexta-feira), durante a noite não aguentei mais, tinha que esvaziar minhas bolas de qualquer jeito, me deitei na cama totalmente pelado, meu pau ficou duro e comecei a bater uma com força, nisso lembrei que Malena, a irmã da minha mulher, tinha deixado os sapatos de salto alto dias antes, Malena tinha uns pés pequenos, bonitos e excitantes, daqueles pés que não dava pra deixar de beijar e saborear na hora do sexo.
Procurei os sapatos no guarda-roupa, peguei eles e realmente a forma dos pés lindos ficou marcada nos sapatos e isso me deixou mais excitado, um deles levei à boca e lambi a parte onde faz contato a sola do pé e os dedos sentindo o gosto excitante dos pés, o outro sapato coloquei no meu pau enchendo totalmente o sapato com todo o meu aparelho incluindo as bolas, me joguei em cima da cama. pra fazer movimentos como se estivesse realmente comendo, eu me masturbava no sapato, não ficou devendo nada a uma buceta de mulher, imaginar comendo a linda Malena era realmente lindo, não demorou o momento de soltar minhas bolas, um jorro enorme invadiu o sapato de Malena me dando uma grande satisfação.
Chegou o sábado, já fazia seis dias que não pegava mulher, mas me ajudou muito ter me masturbado nos sapatos de Malena e passei o dia tranquilo. Nas primeiras horas da noite os pais da minha mulher se arrumaram pra ir a um convite, uma festa, eu fiquei em casa vendo TV no meu quarto até tarde, eram as primeiras horas da madrugada do dia seguinte, domingo, mais ou menos uma da manhã e quando desliguei a TV e me preparava pra dormir, ouvi o barulho da porta abrindo, eram meus sogros que chegavam da festa com uns amigos, todos estavam muito bêbados, muito mais bebida estava minha sogra, os amigos ficaram na sala e os velhos subiram pro quarto deles, pelo barulho que faziam levantei pra ver, uma das janelas do meu quarto dava bem na frente do banheiro, do corredor e do quarto dos sogros e fiquei olhando, minha sogra com vontade de mijar entrou no banheiro bem cambaleante, o marido dela ajudou, com certeza pensando que ninguém via eles deixaram a porta do banheiro aberta, a velha levantando o vestido baixou a calcinha e as meias pra se sentar no vaso, depositando a bunda grande e gostosa, dava pra ver as pernas grossas quase juntas, nessa posição ficou vários minutos cochilando, o marido ao perceber isso se preparou pra levantar ela, na ação pude ver um triângulo de muitos pelos pretos, percebendo também umas gotas do líquido que soltou momentos antes, o marido fez a velha separar um pouco as pernas pra depois pegar parte do vestido e secar os pelos molhados pela urina, a ação foi clara, aproveitou também pra masturbar ela um pouco enfiando o dedo na buceta dela. Ao ver, meu pau endureceu na hora, ficou bem duro. O marido da velha puxou a calcinha e as meias dela pra cima e depois quase arrastando ela levou pra cama, também com a porta aberta ajudou ela a tirar a roupa, praticamente o marido tirou tudo, deixando ela semi-nua, só de calcinha. Eu tava vendo tudo da janela do meu quarto, os peitões dela pendurados mostrando uns bicos grandes e avermelhados que davam vontade de chupar. Ele vestiu ela com a camisola de dormir e, jogando ela na cama, cobriu ela, saiu do quarto apagando a luz pra ir encontrar os amigos que, depois de uma conversa quase aos gritos, pegaram um violão e saíram pra continuar bebendo noutro lugar.
Ficamos em casa sozinhos, Bety e eu. Eu tava vestido com uma regata e cueca. Quando ouvi a porta fechar, saí na hora do meu quarto e fui pro quarto da minha sogra. Naquele momento, passou um monte de coisa pela minha cabeça, talvez eu me animasse com o mais arriscado, era minha chance de pelo menos apertar os peitos e a bunda da minha sogra. Chegando perto da porta, ouvi ela roncando. Fiquei ali por vários minutos, meu pau duro passava da cintura da cueca e chegava até meu umbigo. Finalmente criei coragem pra abrir o quarto da Bety, fiz bem devagar, enfiando a cabeça. Na penumbra, vi o corpo da velha, ela tava roncando, num sono bem profundo por causa da bebedeira. Entrei de vez, toquei nos braços dela, depois desabotoei todos os botões e enfiei as mãos por baixo da camisola, apalpando os peitos naquele momento desprotegidos. Era a primeira vez que tocava aqueles peitões grandes e meio moles, minhas mãos não davam conta de segurar tudo. Senti os bicos grandes e apertei eles. Naquela hora, meu pau tava quase estourando, o leite já tava quase na ponta. A sogra continuava dormindo profundamente, não percebia os apertões nos peitos dela nem o meu pau. presença, então acendi a luz, com o vestido dela que estava perto tapei os olhos da velha pra evitar que acordasse, depois vi os peitões enormes completamente expostos só pra mim, terminei de tirar as tampas que ainda cobriam ela, subi até a cintura a camisola e pude observar as lindas pernas grossas e carnudas que tanto me excitavam, ao vê-las tão de perto me deram um choque, fiquei olhando por um longo momento e então meti minha mão por baixo da calcinha dela tocando os pelos abundantes da velha e ao sentir o clitóris escorregadio e molhado, não aguentei mais, senti meu pau estourar num jorro generoso, soltando o clitóris peguei com uma mão um dos peitos e enfiei na boca pra dar umas chupadas e mordidas fortes, com a outra mal consegui pegar um sapato da velha que tava no chão pra meter meu pau apertando ele e descarregando na hora todo o meu leite concentrado nas minhas bolas, igual fiz nos sapatos da Malena.
O orgasmo foi longo, intenso, cheio de vigor, o sapato da velha ficou cheio de porra, meu pau mesmo depois de descarregar o leite continuava duro, as mordidas e chupadas no peitão da velha não fizeram diferença, ela continuava dormindo.
Depois de relaxar um pouco, olhei pra Bety quase nua, com os peitões e as pernas totalmente à mostra, meu pau continuava duro e com a vontade que eu tava da velha pensei que podia fazer mais coisas, então pra garantir saí correndo até a porta da entrada pra colocar a corrente de segurança e evitar ser pego pelo sogro caso ele chegasse, voltei pra sogra, meu pau continuava totalmente duro como se não tivesse descarregado o leite. Dessa vez com mais confiança tirei a calcinha da velha pra ver de vez os pelos e as pernas dela e o formato da bunda, não liguei pra quantidade de gordura que ela tinha na barriga, isso não importava porque o que eu queria era o que tava mais embaixo, afastei as pernas dobrando um pouco as de joelhos pra tirar a calcinha e com ela na mão, olhei e reparei de novo na parte que cobre a pussy, encontrando de novo a mancha igualzinha àquele primeiro dia em que outra calcinha esteve nas minhas mãos, mas agora eu tinha a chance de ter a própria pussy da minha sogra. Tirei a cueca, liberando totalmente meu pau, que começou a se mexer de um jeito incontrolável, como se pedisse pra entrar de uma vez na sua bainha favorita. Aí peguei as pernas grossas e gordas da velha, apesar da gordura, me davam uma puta excitação porque, no fim das contas, eram pernas de outra mulher e, ainda por cima, da mãe da minha esposa — isso me causava uma emoção muito forte. Separei as pernas, me colocando no meio, levantei elas pra cima segurando pelas panturrilhas grossas enquanto as abria. Baixei o olhar e finalmente pude ver o que mais me fascinava nas mulheres, que nesse caso era muito mais especial: lá no fundo, entre os pelos, estava a linda, grande e gostosa pussy da minha sogra. Olhando, fiquei quase sem respirar, era um momento de emoção que me tomava por completo. Eu tinha que ver e cheirar ela de mais perto. Então, sem parar de abrir as pernas, levei elas pra frente, na altura dos peitos que estavam totalmente expostos, e dobrando os joelhos consegui uma posição onde toda a racha da velha ficava à mostra. Nessa posição, apreciei de verdade o tamanho e as formas redondas da bunda grande, linda e excitante da minha sogra. Era a primeira vez que via uma bunda de proporções tão enormes, era a bunda pela qual eu me masturbei tantas vezes. Nem a bunda da minha mulher, que era a maior bunda que eu tinha comido até então, era assim. Minha mulher também era gorda e de pernas grossas comparada com outras que conheci. O canal da velha também era escuro, igual ao da minha mulher, mas mais comprido. Olhei mais atentamente pra poderosa pussy, me aproximando a uns dez. centímetros, o que eu tava vendo era realmente fantástico, tava observando um clitóris comprido de uns quatro centímetros e tão grosso quanto a parte inicial do dedo médio da minha mão, os lábios da buceta eram de cor café escuro nas bordas e rosados na base, com uns três centímetros de altura e cinco de comprimento, a vulva avermelhada deixava entrever o começo da vagina também da mesma cor, que aumentava ainda mais o tamanho da buceta com uns dois centímetros a mais, exalava um cheiro gostoso e forte de mulher, aos cinquenta anos a velha era dona de uma rosa linda no meio das pernas que pedia aos berros a rega fantástica do desejo, a forma e a presença dela não tinha nada a invejar das conchinhas de mulheres de vinte ou trinta anos. A vulva dava início ao túnel largo e fundo da vagina, pronta pra receber os maiores e mais grossos paus e dar o prazer mais absoluto pro macho que a penetrar, que souber curtir essa sexualidade e também souber dar o prazer que ela merece.
Fiquei assim olhando por longos minutos aquela buceta fascinante, tava estupefato. A velha fez um movimento que me tirou do meu estado absorto, ela só mexeu a cabeça de um lado pro outro sem parar de dormir, não percebia que tava sendo observada na sua intimidade toda, nunca antes um homem a observou e apreciou daquele jeito, quando tive certeza que ela continuava dormindo voltei a olhar a buceta linda dela, dessa vez olhei também o cu quase fechado, menos fechado que o de outras mulheres, mas ainda assim tava virgem e parecia pedindo pra alguém penetrar roçando as paredes do túnel escuro, a dois centímetros de distância da vulva.
Não aguentei mais, minha língua saiu rápida se cravando no fundo da vagina, com uma convulsão de movimentos como querendo tocar o útero, os movimentos da minha língua dentro da vagina eram tão intensos que qualquer mulher teria ido pro quinto orgasmo, talvez ela mesma se estivesse mais consciente. Tirei a língua da buceta pra chupar o clitóris que, com o vai e vem da língua, endureceu pra caralho, tava muito ereto, a chupada no clitóris foi inesquecível, ele enchia minha boca inteira, era mordido e chicoteado com a língua sem dó, nunca tinha chupado um clitóris daquele tamanho. Soltei um pouco as pernas até os pés apoiarem na cama com os joelhos dobrados, sem parar de chupar aquele clitóris poderoso, minhas mãos começaram a apertar com força as nádegas grandes, fazendo isso combinava com lambidas e chupadas, enfiando a língua na buceta e pegando o clitóris de novo com os lábios, levei as mãos pros peitões e apertei com vontade. O gosto daquela buceta era realmente delicioso, como se refletia na calcinha que muito antes me fez vibrar. De novo segurei as pernas na altura dos joelhos e empurrei pra frente pra ter melhor acesso ao cu, com lambidas percorri todo o canal fundo dela, minha língua também entrou no cu, fazia ela girar na entrada pra depois, com uma lambida só, ligar o cu com a buceta, dando várias investidas seguidas e rápidas nos dois buracos. Desde que entrei no quarto já tinha passado umas hora, uns quarenta e cinco minutos que eu tava lambendo e chupando aquele cu. A coroa, que já tinha dormido todo esse tempo, começou a sentir as carícias febris da minha língua em todo o conteúdo do canal dela, se manifestando com um gemido de prazer. Então, antes que eu me assustasse, intensifiquei as lambidas na buceta dela, engolindo o clitóris inteiro, balançava a cabeça rápido de um lado pro outro, soltando as pernas de novo pra deixar os pés apoiarem na cama. A coroa gemeu mais claramente, com o apoio dos pés na cama começou a mexer o cu inteiro com os movimentos típicos de uma trepada, ela já tava excitada e sentindo prazer, pela primeira vez em toda a vida sexual dela, ela estava sentindo as carícias da língua de um homem na sua buceta e estava gemendo de prazer, apesar dos tragos que tinha tomado, que pelo visto já estavam passando. A velha já dava sinais de estar consciente pelos movimentos de desejo da sua bunda gostosa e seus gemidos cada vez mais altos, ainda com o vestido cobrindo o rosto e os olhos. Lembrei do risco que estava correndo e decidi de uma vez meter meu pau duro naquela buceta que tanto tinha lambido. Assim, dando um chupão forte no clitóris que estava totalmente ereto, parei de chupar e me levantei, ficando de joelhos, ao mesmo tempo que levantava de novo as pernas da Bety para cima, abrindo-as. Em seguida, me aproximei até a altura da buceta, colocando as pernas dela sobre meus ombros e me inclinando um pouco, busquei com meu pau o buraco tão desejado. A ponta fez o primeiro contato com o clitóris, como se cumprimentando, os grandes lábios da buceta se separaram como se fosse uma rosa abrindo suas pétalas, dando boas-vindas àquele pau. A umidade da buceta era abundante e quente, estava tudo pronto para a penetração.
Veio a primeira investida com vigor e violência naquela buceta linda, meu pau se perdeu totalmente dentro dela. Os dois corpos estavam completamente unidos, como se já se conhecessem antes, isso provocou nela um gemido que saiu lá do fundo da garganta, aparentemente de surpresa misturado com muito prazer. Eu senti a suavidade e o calor da vagina que aquecia meu pau com profunda satisfação. Ela balançou a cabeça de novo, dessa vez de um lado para o outro, sem descobrir o rosto coberto pelo vestido. Eu me acomodei melhor sobre os joelhos e, segurando com as mãos aquela bunda grande, comecei a foder minha sogra, me movendo ritmicamente com força, metendo e tirando meu pau. Senti a suavidade e o calor da vagina. totalmente lubrificada pelo líquido que ela exalava a cada movimento, o líquido era tão abundante que dava pra ver espirrando e molhando os pelos dos dois, o que permitia um deslizamento fabulosamente prazeroso da pica dentro da buceta, que a cada estocada produzia um som inegável de algo totalmente molhado (minha mulher nunca soltou uma gota de líquido nos momentos de orgasmo). Minha sogra e eu estávamos totalmente empolgados, ela realmente gemia de prazer, meus olhos saltavam de emoção, já não ligávamos pra mais nada, estávamos gozando como loucos, ela de olhos fechados sem saber quem estava lhe proporcionando pela primeira vez tanto prazer, sem saber quem estava conseguindo que pela primeira vez ela se molhasse com tanto líquido na buceta, sem saber quem a estava transformando em mulher na idade que ela tem agora. O movimento de cada estocada fazia as tetonas balançarem de cima pra baixo como se estivessem também participando daquele momento sublime, eu separando um pouco as pernas na largura dos ombros me inclinei mais pra pegar elas com a boca, peguei um dos mamilos pra chupar fundo uma e outra vez, mordia o mamilo enquanto balançava a cabeça de um lado pro outro, meus braços envolveram as pernas grossas que naquele momento estavam levantadas pra cima pra segurá-las e também conseguir agarrar as tetas e apertá-las, conseguindo assim chupar de um jeito melhor, chupava cada teta como nunca, fazia muito tempo que não chupava umas tetas daquele tamanho (as tetas da minha mulher não eram nem um terço daquelas), então tinha que aproveitá-las ao máximo. Pra nós dois aquilo era maravilhoso, entre meter, tirar e chupar as tetas já tinham se passado uns vinte minutos, eram vinte minutos fabulosos em que eu não parava de foder, de meter forte na Bety (quando fazia com minha mulher não durava nem dois minutos dentro). O momento culminante chegava, a velha gemia, ofegava sem mais pudor, a ponto de começar a gritar como uma As mulheres que estão no auge do prazer fazem: "assim! assim!, aiiii...! aiiii...!", as pernas dela ficaram tensas, ela apoiou elas firmemente nos meus ombros e começou a rebolar a bunda, fazendo pressão na buceta e apertando docemente meu pau sem parar de gemer, sem dúvida ela estava gozando pela primeira vez a sensação de um orgasmo profundo e prolongado. Um calor tomou conta do meu corpo, senti um ardor profundo no meu pau que me sacudiu dos pés à cabeça, soltando da minha garganta também um gemido forte de prazer, o jorro generoso de porra banhou o útero da velha, aumentando ainda mais o líquido na buceta molhada dela, o som que os embates faziam na pussy — que não estava úmida, estava escorrendo — também aumentou, com certeza dava pra ouvir na casa inteira. O orgasmo foi longuíssimo, intensamente vivido, saiu a última gota de porra mas eu continuei macetando mais devagar, minha sogra também foi se acalmando dos ofegos, como se dissesse "obrigada!". Sem tirar o pau, soltei as pernas pesadas e grossas, deixando elas caírem na cama totalmente abertas, com tanto movimento os cobertores caíram no chão, só ficaram os dois corpos um em cima do outro com minha cabeça no meio dos peitões, ambos ficamos cansados e satisfeitos. Assim ficamos por vários minutos, ouvi de novo os roncos da velha, me levantei e ao tirar meu pau vi que ele estava totalmente ensopado, toquei no colchão e notei que o lençol onde estava a bunda da Bety estava completamente encharcado numa boa parte por causa do fluxo vaginal abundante produzido durante o coito. Olhei as pernas abertas e grossas, a barriga larga, grossa de gordura e os peitos meio caídos e grandes, de rosto a sogra era mais feia que simpática, mas quanto eu tinha gozado no meio daquelas pernas, da bunda e dos peitões dela, com certeza a pussy era melhor que a da minha própria mulher. Me levantei pra pegar os cobertores do chão, cobri ela com eles tal Como ela tava, de pernas abertas e os peitos de fora, aí peguei minha cueca, vesti e saí do quarto. Foi uma puta satisfação ter comido gostoso a minha sogra e no melhor estilo, pernas pro ar, nunca pensei que ia conseguir, aliás curti mais do que com a filha.
CONTINUA!FONTE: MARQUEZE.
A BETY
Minha sogra Bety é uma senhora de uns cinquenta anos, morena, corpo cheio, lábios não muito grossos com uma boca grande também funda e elástica, de rosto não muito atraente, compensava sua relativa feiura com os peitos grandes, meio caídos pelos anos, mas ainda mantendo um apetitoso atrativo sexual, com a barriga flácida e crescida pelos anos, equilibrada pelas suas grandes nádegas ainda duras que formavam uma bunda linda e enorme, aproximadamente o dobro do tamanho das bundas das filhas dela, suas coxas grossas e panturrilhas formavam pernas atraentes e ainda torneadas que, ao olhar, era impossível não comparar com as das filhas, essas pernas não deixavam de excitar quando alguma vez ela levantava o vestido ou se abaixava para pegar algo ou entreabria ao sentar. Numa oportunidade, ela saiu do banho enrolada nas toalhas, estas cobriam dos peitos para baixo, os ombros nus, sentou-se numa cadeira na varanda que ficava em frente à janela do meu quarto e começou a cortar as unhas dos pés, para isso levantou o pé sobre o joelho do outro pé, abrindo as pernas gordas e deixando ver lá no fundo os pelos pretos e abundantes, afastei um pouco a cortina, olhei com mais atenção e pude ver o começo do clitóris dela e parte dos lábios superiores da sua grande xota, claro que ela não estava me vendo, eu estava atrás da cortina da janela, ela pensou que não tinha ninguém em casa e foi assim que, livremente, levantou as pernas deixando ver sua nudez, dessa vez confirmei minhas impressões de que a velha tinha pernas lindas e excitantes, meu pau ficou duro, era a primeira vez que a velha me tava procurando uma excitação total, nunca pensei que ia ficar tão excitado por ela, mas percebi que ela era mais bem dotada que minha mulher. Baixei minha calça pra liberar meu pau e masturbar ela, apertando ela com força. Foram longos minutos vendo o espetáculo que ela tava me dando. Ela terminou de cortar as unhas e foi pro quarto dela, e eu fiquei todo excitado e tesudo.
Minha sogra era uma mulher meio conservadora, daquelas que só conheceram o sexo do marido da forma mais reprimida. Em alguma ocasião, ela disse que não conhecia o pau do marido porque só transavam à noite e no escuro. O orgasmo era algo desconhecido pra ela em toda a vida de casada, foi assim que ela falou em conversas com as filhas. Com certeza, ela não gritou o desejo dela na hora como minha mulher fez. Quando as conversas iam pra temas sexuais, os olhos dela brilhavam ardendo de desejo. Ela adorava falar de sexo. Pela sinceridade das palavras dela, essa mulher era virgem de boca e cu. O marido nunca passou o pau por esses lugares. Mesmo tendo uma bunda tão linda, ela tava envelhecendo sem conhecer o verdadeiro prazer sexual.
1. Aproveitando o cheiro da sogra
Assim foram passando os meses, eu só olhava pra minha sogra com desejo. Era impossível pensar que um dia ia poder comer ela. Numa ocasião, ela, muito apressada pra sair pra um encontro com os parentes, entrou no quarto dela pra trocar de roupa sem perceber que eu tava bem perto. De costas pra janela onde eu tava, ela tirou a roupa que tava usando, incluindo a calcinha e o sutiã, ficando completamente nua. Eu pude apreciar o corpo grosso dela, olhando principalmente a bunda e as pernas grossas. A velha, apesar da idade e da gordura, mantinha umas nádegas redondas e pernas grossas e torneadas que fizeram meu pau dar um pulo. Ela entreabriu as pernas e, pegando a calcinha, limpou a buceta dela e depois toda a racha da bunda. Ao ver aquilo, meu pau se me pôs dura igual a um mastro, era a segunda vez que via as partes íntimas dela peladas e a segunda vez que meu pau endurecia brutalmente por ela, em seguida ela trocou rapidamente pra roupa nova de sair, arrumou o cabelo e saiu pra pegar um taxi apressada, deixando a roupa que trocou em cima da cama. Vendo tudo aquilo e como não tinha mais ninguém em casa, me aproximei pra ver as roupas da senhora, principalmente a calcinha e o sutiã, ambas eram peças enormes que ainda conservavam o calor do corpo da velha.
Decididamente peguei a calcinha olhando direto pra parte mais importante, que era a que fazia contato com a buceta da senhora, dava pra ver uma mancha meio marrom claro de uns três centímetros na parte mais larga e uns nove a dez centímetros de comprimento, o formato e o tamanho da mancha na calcinha mostravam bem o tamanho e formato da grande argola dessa mulher.
Levei aquela parte da calcinha até meu rosto pra cheirar, senti o calor do corpo que a peça ainda mantinha, o cheiro característico que a argola da mulher solta, nesse caso era algo muito especial, mais profundo, mais concentrado, mais de mulher. Em seguida, botando a língua pra fora, comecei a saborear aquela parte da calcinha, naquele momento imaginei estar lambendo a buceta mais gostosa e excitante. O pano entrou na minha boca de vez pra ser chupado intensamente, meu pau tava totalmente duro e pulsando, baixei a calça e agarrei ele sem parar de chupar a calcinha, tava muito excitado e me masturbei com força, por um momento parei de chupar a calcinha e tirei da boca, percebi que minha boca ficou com o gosto e cheiro da buceta gostosa, a operação de chupar a calcinha e me masturbar repeti várias vezes até que, sentindo vontade de descarregar meu sêmen, levei a calcinha pro meu pau e, colocando a parte da mancha em contato com a ponta, enrolei meu pau e comecei a me masturbar com força, com a outra mão peguei o sutiã e também levei à minha boca na parte que fez contato com os mamilos da velha, chupei pra sentir o gosto salgado das tetas, nesse momento veio a rápida e prolongada ejaculação sobre a calcinha, ela ficou totalmente encharcada naquela parte com todo o meu esperma, pela primeira vez me masturbei pela minha sogra e tive um orgasmo muito prazeroso graças ao cheiro e gosto da velha, a calcinha e o sutiã dela me serviram pra imaginá-la dando comigo. Saí do quarto um tanto trêmulo de emoção deixando as roupas em cima da cama, depois me sentei no quintal pra lamber a boca que ficou com o gostoso sabor da buceta da minha sogra.
Desde que a vi cortar as unhas, olhei e admirei a bunda, as tetas e as pernas da minha sogra, mas essa foi a primeira oportunidade que tive pra sentir e aproveitar o desejo por ela e perceber que era uma mulher como qualquer outra. Desde aquele dia não perdia a chance de pegar as calcinhas da velha e me masturbar à vontade saboreando o delicioso gosto da argola dela, imaginando-a nua com as pernas abertas e eu comendo ela, lambendo a buceta dela e fazendo ela chupar meu pau, isso eu fazia aproveitando os momentos de descuido de todo mundo em casa. Também sempre buscava um jeito de ver como ela se despia pra colocar a camisola quando ia dormir, e poder apreciar o tamanho das tetas dela e a linda bunda grande.
3. Comendo a Bety.
Passaram-se alguns meses e todo esse tempo ficou em mim uma curiosidade de saber o que minha sogra pensava depois de ter me visto comendo a filha dela, ela em alguma conversa que ouvi com as filhas comentou que só sentia dor nas relações, e a filha dela viu gritar de prazer pedindo mais. Me chamou muito a atenção como desde aquele dia que ela nos viu, fixava os olhos disfarçadamente na parte do meu pau como se perguntando como ele era de verdade. Os olhares dela me causavam Arrepio nas minhas bolas, eu sabia por que ela fazia aquilo, por outro lado eu não perdia a chance de roubar as calcinhas dela pra sentir o cheiro e o gosto da argola dela e me masturbar em nome dela. Na real, percebi que era uma mulher que o marido não deu prazer suficiente em todos os anos de casamento, isso me excitava ainda mais.
Um dia, minha mulher viajou a trabalho, era a primeira vez que a gente se separava e também que a gente parava de trepar depois de mais de um ano de casamento, eu tinha vinte e sete anos e ela vinte e cinco, por mais de um ano meu corpo já tinha se acostumado a ter sexo ativo todo dia.
Minha mulher partiu numa segunda-feira de manhã cedo, a ausência dela ia durar uns dez dias. Os primeiros dias passaram sem sentir falta do costume de transar. No quarto dia, senti minhas bolas incharem e meu pau ficou grosso e duro, procurei de algum jeito satisfazer meu desejo tentando em vão roubar uma calcinha da minha sogra pra me masturbar como fazia quando surgia a oportunidade, sem conseguir porque os pais da minha mulher não saíam de casa. No dia seguinte (sexta-feira), durante a noite não aguentei mais, tinha que esvaziar minhas bolas de qualquer jeito, me deitei na cama totalmente pelado, meu pau ficou duro e comecei a bater uma com força, nisso lembrei que Malena, a irmã da minha mulher, tinha deixado os sapatos de salto alto dias antes, Malena tinha uns pés pequenos, bonitos e excitantes, daqueles pés que não dava pra deixar de beijar e saborear na hora do sexo.
Procurei os sapatos no guarda-roupa, peguei eles e realmente a forma dos pés lindos ficou marcada nos sapatos e isso me deixou mais excitado, um deles levei à boca e lambi a parte onde faz contato a sola do pé e os dedos sentindo o gosto excitante dos pés, o outro sapato coloquei no meu pau enchendo totalmente o sapato com todo o meu aparelho incluindo as bolas, me joguei em cima da cama. pra fazer movimentos como se estivesse realmente comendo, eu me masturbava no sapato, não ficou devendo nada a uma buceta de mulher, imaginar comendo a linda Malena era realmente lindo, não demorou o momento de soltar minhas bolas, um jorro enorme invadiu o sapato de Malena me dando uma grande satisfação.
Chegou o sábado, já fazia seis dias que não pegava mulher, mas me ajudou muito ter me masturbado nos sapatos de Malena e passei o dia tranquilo. Nas primeiras horas da noite os pais da minha mulher se arrumaram pra ir a um convite, uma festa, eu fiquei em casa vendo TV no meu quarto até tarde, eram as primeiras horas da madrugada do dia seguinte, domingo, mais ou menos uma da manhã e quando desliguei a TV e me preparava pra dormir, ouvi o barulho da porta abrindo, eram meus sogros que chegavam da festa com uns amigos, todos estavam muito bêbados, muito mais bebida estava minha sogra, os amigos ficaram na sala e os velhos subiram pro quarto deles, pelo barulho que faziam levantei pra ver, uma das janelas do meu quarto dava bem na frente do banheiro, do corredor e do quarto dos sogros e fiquei olhando, minha sogra com vontade de mijar entrou no banheiro bem cambaleante, o marido dela ajudou, com certeza pensando que ninguém via eles deixaram a porta do banheiro aberta, a velha levantando o vestido baixou a calcinha e as meias pra se sentar no vaso, depositando a bunda grande e gostosa, dava pra ver as pernas grossas quase juntas, nessa posição ficou vários minutos cochilando, o marido ao perceber isso se preparou pra levantar ela, na ação pude ver um triângulo de muitos pelos pretos, percebendo também umas gotas do líquido que soltou momentos antes, o marido fez a velha separar um pouco as pernas pra depois pegar parte do vestido e secar os pelos molhados pela urina, a ação foi clara, aproveitou também pra masturbar ela um pouco enfiando o dedo na buceta dela. Ao ver, meu pau endureceu na hora, ficou bem duro. O marido da velha puxou a calcinha e as meias dela pra cima e depois quase arrastando ela levou pra cama, também com a porta aberta ajudou ela a tirar a roupa, praticamente o marido tirou tudo, deixando ela semi-nua, só de calcinha. Eu tava vendo tudo da janela do meu quarto, os peitões dela pendurados mostrando uns bicos grandes e avermelhados que davam vontade de chupar. Ele vestiu ela com a camisola de dormir e, jogando ela na cama, cobriu ela, saiu do quarto apagando a luz pra ir encontrar os amigos que, depois de uma conversa quase aos gritos, pegaram um violão e saíram pra continuar bebendo noutro lugar.
Ficamos em casa sozinhos, Bety e eu. Eu tava vestido com uma regata e cueca. Quando ouvi a porta fechar, saí na hora do meu quarto e fui pro quarto da minha sogra. Naquele momento, passou um monte de coisa pela minha cabeça, talvez eu me animasse com o mais arriscado, era minha chance de pelo menos apertar os peitos e a bunda da minha sogra. Chegando perto da porta, ouvi ela roncando. Fiquei ali por vários minutos, meu pau duro passava da cintura da cueca e chegava até meu umbigo. Finalmente criei coragem pra abrir o quarto da Bety, fiz bem devagar, enfiando a cabeça. Na penumbra, vi o corpo da velha, ela tava roncando, num sono bem profundo por causa da bebedeira. Entrei de vez, toquei nos braços dela, depois desabotoei todos os botões e enfiei as mãos por baixo da camisola, apalpando os peitos naquele momento desprotegidos. Era a primeira vez que tocava aqueles peitões grandes e meio moles, minhas mãos não davam conta de segurar tudo. Senti os bicos grandes e apertei eles. Naquela hora, meu pau tava quase estourando, o leite já tava quase na ponta. A sogra continuava dormindo profundamente, não percebia os apertões nos peitos dela nem o meu pau. presença, então acendi a luz, com o vestido dela que estava perto tapei os olhos da velha pra evitar que acordasse, depois vi os peitões enormes completamente expostos só pra mim, terminei de tirar as tampas que ainda cobriam ela, subi até a cintura a camisola e pude observar as lindas pernas grossas e carnudas que tanto me excitavam, ao vê-las tão de perto me deram um choque, fiquei olhando por um longo momento e então meti minha mão por baixo da calcinha dela tocando os pelos abundantes da velha e ao sentir o clitóris escorregadio e molhado, não aguentei mais, senti meu pau estourar num jorro generoso, soltando o clitóris peguei com uma mão um dos peitos e enfiei na boca pra dar umas chupadas e mordidas fortes, com a outra mal consegui pegar um sapato da velha que tava no chão pra meter meu pau apertando ele e descarregando na hora todo o meu leite concentrado nas minhas bolas, igual fiz nos sapatos da Malena.
O orgasmo foi longo, intenso, cheio de vigor, o sapato da velha ficou cheio de porra, meu pau mesmo depois de descarregar o leite continuava duro, as mordidas e chupadas no peitão da velha não fizeram diferença, ela continuava dormindo.
Depois de relaxar um pouco, olhei pra Bety quase nua, com os peitões e as pernas totalmente à mostra, meu pau continuava duro e com a vontade que eu tava da velha pensei que podia fazer mais coisas, então pra garantir saí correndo até a porta da entrada pra colocar a corrente de segurança e evitar ser pego pelo sogro caso ele chegasse, voltei pra sogra, meu pau continuava totalmente duro como se não tivesse descarregado o leite. Dessa vez com mais confiança tirei a calcinha da velha pra ver de vez os pelos e as pernas dela e o formato da bunda, não liguei pra quantidade de gordura que ela tinha na barriga, isso não importava porque o que eu queria era o que tava mais embaixo, afastei as pernas dobrando um pouco as de joelhos pra tirar a calcinha e com ela na mão, olhei e reparei de novo na parte que cobre a pussy, encontrando de novo a mancha igualzinha àquele primeiro dia em que outra calcinha esteve nas minhas mãos, mas agora eu tinha a chance de ter a própria pussy da minha sogra. Tirei a cueca, liberando totalmente meu pau, que começou a se mexer de um jeito incontrolável, como se pedisse pra entrar de uma vez na sua bainha favorita. Aí peguei as pernas grossas e gordas da velha, apesar da gordura, me davam uma puta excitação porque, no fim das contas, eram pernas de outra mulher e, ainda por cima, da mãe da minha esposa — isso me causava uma emoção muito forte. Separei as pernas, me colocando no meio, levantei elas pra cima segurando pelas panturrilhas grossas enquanto as abria. Baixei o olhar e finalmente pude ver o que mais me fascinava nas mulheres, que nesse caso era muito mais especial: lá no fundo, entre os pelos, estava a linda, grande e gostosa pussy da minha sogra. Olhando, fiquei quase sem respirar, era um momento de emoção que me tomava por completo. Eu tinha que ver e cheirar ela de mais perto. Então, sem parar de abrir as pernas, levei elas pra frente, na altura dos peitos que estavam totalmente expostos, e dobrando os joelhos consegui uma posição onde toda a racha da velha ficava à mostra. Nessa posição, apreciei de verdade o tamanho e as formas redondas da bunda grande, linda e excitante da minha sogra. Era a primeira vez que via uma bunda de proporções tão enormes, era a bunda pela qual eu me masturbei tantas vezes. Nem a bunda da minha mulher, que era a maior bunda que eu tinha comido até então, era assim. Minha mulher também era gorda e de pernas grossas comparada com outras que conheci. O canal da velha também era escuro, igual ao da minha mulher, mas mais comprido. Olhei mais atentamente pra poderosa pussy, me aproximando a uns dez. centímetros, o que eu tava vendo era realmente fantástico, tava observando um clitóris comprido de uns quatro centímetros e tão grosso quanto a parte inicial do dedo médio da minha mão, os lábios da buceta eram de cor café escuro nas bordas e rosados na base, com uns três centímetros de altura e cinco de comprimento, a vulva avermelhada deixava entrever o começo da vagina também da mesma cor, que aumentava ainda mais o tamanho da buceta com uns dois centímetros a mais, exalava um cheiro gostoso e forte de mulher, aos cinquenta anos a velha era dona de uma rosa linda no meio das pernas que pedia aos berros a rega fantástica do desejo, a forma e a presença dela não tinha nada a invejar das conchinhas de mulheres de vinte ou trinta anos. A vulva dava início ao túnel largo e fundo da vagina, pronta pra receber os maiores e mais grossos paus e dar o prazer mais absoluto pro macho que a penetrar, que souber curtir essa sexualidade e também souber dar o prazer que ela merece.
Fiquei assim olhando por longos minutos aquela buceta fascinante, tava estupefato. A velha fez um movimento que me tirou do meu estado absorto, ela só mexeu a cabeça de um lado pro outro sem parar de dormir, não percebia que tava sendo observada na sua intimidade toda, nunca antes um homem a observou e apreciou daquele jeito, quando tive certeza que ela continuava dormindo voltei a olhar a buceta linda dela, dessa vez olhei também o cu quase fechado, menos fechado que o de outras mulheres, mas ainda assim tava virgem e parecia pedindo pra alguém penetrar roçando as paredes do túnel escuro, a dois centímetros de distância da vulva.
Não aguentei mais, minha língua saiu rápida se cravando no fundo da vagina, com uma convulsão de movimentos como querendo tocar o útero, os movimentos da minha língua dentro da vagina eram tão intensos que qualquer mulher teria ido pro quinto orgasmo, talvez ela mesma se estivesse mais consciente. Tirei a língua da buceta pra chupar o clitóris que, com o vai e vem da língua, endureceu pra caralho, tava muito ereto, a chupada no clitóris foi inesquecível, ele enchia minha boca inteira, era mordido e chicoteado com a língua sem dó, nunca tinha chupado um clitóris daquele tamanho. Soltei um pouco as pernas até os pés apoiarem na cama com os joelhos dobrados, sem parar de chupar aquele clitóris poderoso, minhas mãos começaram a apertar com força as nádegas grandes, fazendo isso combinava com lambidas e chupadas, enfiando a língua na buceta e pegando o clitóris de novo com os lábios, levei as mãos pros peitões e apertei com vontade. O gosto daquela buceta era realmente delicioso, como se refletia na calcinha que muito antes me fez vibrar. De novo segurei as pernas na altura dos joelhos e empurrei pra frente pra ter melhor acesso ao cu, com lambidas percorri todo o canal fundo dela, minha língua também entrou no cu, fazia ela girar na entrada pra depois, com uma lambida só, ligar o cu com a buceta, dando várias investidas seguidas e rápidas nos dois buracos. Desde que entrei no quarto já tinha passado umas hora, uns quarenta e cinco minutos que eu tava lambendo e chupando aquele cu. A coroa, que já tinha dormido todo esse tempo, começou a sentir as carícias febris da minha língua em todo o conteúdo do canal dela, se manifestando com um gemido de prazer. Então, antes que eu me assustasse, intensifiquei as lambidas na buceta dela, engolindo o clitóris inteiro, balançava a cabeça rápido de um lado pro outro, soltando as pernas de novo pra deixar os pés apoiarem na cama. A coroa gemeu mais claramente, com o apoio dos pés na cama começou a mexer o cu inteiro com os movimentos típicos de uma trepada, ela já tava excitada e sentindo prazer, pela primeira vez em toda a vida sexual dela, ela estava sentindo as carícias da língua de um homem na sua buceta e estava gemendo de prazer, apesar dos tragos que tinha tomado, que pelo visto já estavam passando. A velha já dava sinais de estar consciente pelos movimentos de desejo da sua bunda gostosa e seus gemidos cada vez mais altos, ainda com o vestido cobrindo o rosto e os olhos. Lembrei do risco que estava correndo e decidi de uma vez meter meu pau duro naquela buceta que tanto tinha lambido. Assim, dando um chupão forte no clitóris que estava totalmente ereto, parei de chupar e me levantei, ficando de joelhos, ao mesmo tempo que levantava de novo as pernas da Bety para cima, abrindo-as. Em seguida, me aproximei até a altura da buceta, colocando as pernas dela sobre meus ombros e me inclinando um pouco, busquei com meu pau o buraco tão desejado. A ponta fez o primeiro contato com o clitóris, como se cumprimentando, os grandes lábios da buceta se separaram como se fosse uma rosa abrindo suas pétalas, dando boas-vindas àquele pau. A umidade da buceta era abundante e quente, estava tudo pronto para a penetração.
Veio a primeira investida com vigor e violência naquela buceta linda, meu pau se perdeu totalmente dentro dela. Os dois corpos estavam completamente unidos, como se já se conhecessem antes, isso provocou nela um gemido que saiu lá do fundo da garganta, aparentemente de surpresa misturado com muito prazer. Eu senti a suavidade e o calor da vagina que aquecia meu pau com profunda satisfação. Ela balançou a cabeça de novo, dessa vez de um lado para o outro, sem descobrir o rosto coberto pelo vestido. Eu me acomodei melhor sobre os joelhos e, segurando com as mãos aquela bunda grande, comecei a foder minha sogra, me movendo ritmicamente com força, metendo e tirando meu pau. Senti a suavidade e o calor da vagina. totalmente lubrificada pelo líquido que ela exalava a cada movimento, o líquido era tão abundante que dava pra ver espirrando e molhando os pelos dos dois, o que permitia um deslizamento fabulosamente prazeroso da pica dentro da buceta, que a cada estocada produzia um som inegável de algo totalmente molhado (minha mulher nunca soltou uma gota de líquido nos momentos de orgasmo). Minha sogra e eu estávamos totalmente empolgados, ela realmente gemia de prazer, meus olhos saltavam de emoção, já não ligávamos pra mais nada, estávamos gozando como loucos, ela de olhos fechados sem saber quem estava lhe proporcionando pela primeira vez tanto prazer, sem saber quem estava conseguindo que pela primeira vez ela se molhasse com tanto líquido na buceta, sem saber quem a estava transformando em mulher na idade que ela tem agora. O movimento de cada estocada fazia as tetonas balançarem de cima pra baixo como se estivessem também participando daquele momento sublime, eu separando um pouco as pernas na largura dos ombros me inclinei mais pra pegar elas com a boca, peguei um dos mamilos pra chupar fundo uma e outra vez, mordia o mamilo enquanto balançava a cabeça de um lado pro outro, meus braços envolveram as pernas grossas que naquele momento estavam levantadas pra cima pra segurá-las e também conseguir agarrar as tetas e apertá-las, conseguindo assim chupar de um jeito melhor, chupava cada teta como nunca, fazia muito tempo que não chupava umas tetas daquele tamanho (as tetas da minha mulher não eram nem um terço daquelas), então tinha que aproveitá-las ao máximo. Pra nós dois aquilo era maravilhoso, entre meter, tirar e chupar as tetas já tinham se passado uns vinte minutos, eram vinte minutos fabulosos em que eu não parava de foder, de meter forte na Bety (quando fazia com minha mulher não durava nem dois minutos dentro). O momento culminante chegava, a velha gemia, ofegava sem mais pudor, a ponto de começar a gritar como uma As mulheres que estão no auge do prazer fazem: "assim! assim!, aiiii...! aiiii...!", as pernas dela ficaram tensas, ela apoiou elas firmemente nos meus ombros e começou a rebolar a bunda, fazendo pressão na buceta e apertando docemente meu pau sem parar de gemer, sem dúvida ela estava gozando pela primeira vez a sensação de um orgasmo profundo e prolongado. Um calor tomou conta do meu corpo, senti um ardor profundo no meu pau que me sacudiu dos pés à cabeça, soltando da minha garganta também um gemido forte de prazer, o jorro generoso de porra banhou o útero da velha, aumentando ainda mais o líquido na buceta molhada dela, o som que os embates faziam na pussy — que não estava úmida, estava escorrendo — também aumentou, com certeza dava pra ouvir na casa inteira. O orgasmo foi longuíssimo, intensamente vivido, saiu a última gota de porra mas eu continuei macetando mais devagar, minha sogra também foi se acalmando dos ofegos, como se dissesse "obrigada!". Sem tirar o pau, soltei as pernas pesadas e grossas, deixando elas caírem na cama totalmente abertas, com tanto movimento os cobertores caíram no chão, só ficaram os dois corpos um em cima do outro com minha cabeça no meio dos peitões, ambos ficamos cansados e satisfeitos. Assim ficamos por vários minutos, ouvi de novo os roncos da velha, me levantei e ao tirar meu pau vi que ele estava totalmente ensopado, toquei no colchão e notei que o lençol onde estava a bunda da Bety estava completamente encharcado numa boa parte por causa do fluxo vaginal abundante produzido durante o coito. Olhei as pernas abertas e grossas, a barriga larga, grossa de gordura e os peitos meio caídos e grandes, de rosto a sogra era mais feia que simpática, mas quanto eu tinha gozado no meio daquelas pernas, da bunda e dos peitões dela, com certeza a pussy era melhor que a da minha própria mulher. Me levantei pra pegar os cobertores do chão, cobri ela com eles tal Como ela tava, de pernas abertas e os peitos de fora, aí peguei minha cueca, vesti e saí do quarto. Foi uma puta satisfação ter comido gostoso a minha sogra e no melhor estilo, pernas pro ar, nunca pensei que ia conseguir, aliás curti mais do que com a filha.
CONTINUA!FONTE: MARQUEZE.
7 comentários - La Bety!