Origem 4
Voltamos com o relato dos meus começos, há apenas uma década atrás. Bom, como já deixei claro, é uma história real, minha história. Obviamente, os diálogos estão um pouco distorcidos, mas a essência está de acordo com o que aconteceu e como me transformei de um bom garoto no filho da puta tarado que sou agora. Espero que curtam. Neste capítulo em especial, vou tentar resumir um pouco, senão vira aquelas novelas que nunca terminam. Feito o esclarecimento, vamos ao que interessa.
Depois daquele sábado, a relação com a Lula mudou. Ela costumava me cumprimentar quando saía do treino de hóquei, e aproveitando que o babaca do namorado jogador de rugby não estava por perto, eu ficava batendo papo ou tomando algo no bar. Nada demais, mas já era um avanço. No resto, tava bem ruim, porque no Central me mandaram embora, e o grupo de amigos estava bem dividido, por questões lógicas da idade (cada um começava a faculdade ou arrumava um trampo). Então, eu passava o tempo sozinho, vagando ou na academia. Por sorte, tinha a Inês pra me tirar da fossa, e pra outras coisas também, hehehe.
Cumprindo o prometido, ela me ajudou a renovar o guarda-roupa. Nos nossos passeios, a gente despertava olhares curiosos, porque a diferença de idade era bem notória, então tínhamos que evitar beijos e tal pra manter as aparências. Num desses fins de semana, ela me levou pra um hotel famoso em San Nicolas, onde literalmente não me deixou sair do quarto.
Os dias foram passando, e a Inês disse que a gente precisava de um lugar próprio, porque não dava pra ficar pagando motel todo fim de semana. Foi aí que ela falou com uma amiga que tinha uma imobiliária e explicou mais ou menos o que precisava: não podia ser muito chamativo, de preferência no centro, se possível num prédio movimentado o bastante pra ninguém se conhecer, e o último detalhe: eu tinha que ir ver e escolher, porque, por razões óbvias, ela não podia. podia ficar grudada. Foi assim que combinei com ela de ir ver os apartamentos acompanhado dessa senhora, vou descrever ela rapidinho: baixinha magra, mais ou menos da idade da Ines, cabelo castanho e pele bem branca, peitos pequenos e pouca bunda, fisicamente não era atraente, mas dava pra ver que era uma mulher cheia de energia. A gente ficou vendo vários apartamentos, se encontrando vários dias seguidos, então criei intimidade com a Andrea. Um dia o celular tocou, era ela que aparentemente tinha achado o lugar perfeito, combinamos de ir ver à tarde, ela supostamente conseguia a chave e me avisava. Nos encontramos na porta, já de cara vi que tinha porteiro 24 horas, segundo ela não era problema, pelo contrário, era por segurança. Ela foi me mostrando o apartamento, me explicou que o dono não tinha levado vários móveis porque já tinha na casa nova, mas que se incomodassem a gente, era só mandar tirar e pronto, mas que ela achava que podiam servir desde que eu não quebrasse, e além disso o cara deixava de graça, então tinha geladeira, fogão e um móvel meio feio que parecia ter sido um aparador de bebidas. Somando dois mais dois na minha cabeça, percebi que o cara usava aquilo de enfeite e vai saber por que tava alugando, a hipótese se confirmou quando vi a cama. Pô, que cama bonita, as sonecas que vou tirar aqui – Mas por dentro pensava: como é que vou transar aqui, pelo amor de Deus. Sim, bom, eu acho que vocês vão saber aproveitar bem – disse a Andrea, e os olhinhos brilharam de um jeito safado. Eu fiz cara de bobo, mas ela continuou. A Ines me contou, fica tranquilo que eu não vou falar nada. Não vai falar nada do quê? – falei sério, me aproximando até quase encostar nela. Ela ficou meio na defensiva com minha atitude. Bom, ela me contou que vocês são… bom, que ela e você… Ela não conseguiu continuar, eu peguei ela pela cintura e encostei contra mim, fazendo ela sentir o volume que eu tinha na calça, ela soltou um gemido. Não vai Nem vai falar nada do que a gente vai fazer?
Acho que você tá se enganando – ela disse, se afastando
Sou uma mulher casada
E daí? Ninguém vai ficar sabendo, desde que te vi, você me atraiu (óbvio que era mentira, mas na real, naquele momento eu tava com tesão) e percebi como você me olhava
Ela hesitou por um segundo, e foi a ruína dela. Segurei ela pela cintura e acariciei suas costas por cima da roupa, encostei ela de novo em mim e beijei ela. Ela tinha uma boca pequena, lábios carnudos. Beijei o pescoço dela, roçando só de leve com os lábios, dava pra sentir a pele dela se arrepiar com o contato. Minhas mãos levantaram um pouco a camisa dela e acariciaram a barriga, de passagem, rocei a bunda dela. Pela respiração ofegante, dava pra ver que fazia tempo que ninguém dava atenção pra ela. Ela desabotoou minha calça e acariciou meu pau. Ela tava de olhos fechados, como se tivesse medo de que tudo acabasse se abrisse eles.
Desabotoei os botões da camisa dela quase até o meio. Ela tinha peitos pequenos e os bicos estavam durinhos. Beijei eles primeiro com delicadeza e depois chupei com gosto, ela gemia sem fôlego. Tirei a calça dela e fiquei de olho na calcinha preta dela, molhada de tesão, e nas pernas brancas dela. Sem pensar, comecei a masturbar ela, enquanto ela me batia uma.
Não vai falar nada, né, Andreita? Não vai falar nada?
Não, nada, nadinha
Mas talvez você devesse falar pro babaca do seu marido te comer hoje à noite, pra você comparar, quer? Faz tempo que ele não te come, né?
Ela não respondeu, ficou mordendo os lábios de tanto tesão que tava. Gozou na minha mão, e mostrei pra ela como eu chupava os dedos que tinham estado dentro dela. Ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau. Não chupava muito bem, então fui guiando ela com as mãos enquanto mexia minha pélvis, acentuando a sensação de que eu tava comendo ela pela boca.
Que boquinha linda você tem, André, adoro como você chupa. Que putinha você acabou sendo, com certeza seu marido não sabe disso.
Meu marido não me dá bola. Pra ele, sou como um móvel – disse ela, tirando ele da boca
Olha só que idiota, vou te comer de todos os jeitos e o quanto você quiser
Ela, que era tratada assim, parecia que ficava com mais tesão, porque se esforçou mais, chupava enquanto balançava a cabeça de um lado pro outro, era como se tivesse enfiado no tanquinho, a língua dela fazia carícias no tronco da minha pica, enfiava até o fundo e tirava cheia de saliva, e de vez em quando levantava o olhar como pra ver se eu tava gozando. Senti que não ia aguentar muito mais, tirei da boca dela e gozei na cara e nos peitos dela
Quase sem me deixar descansar, ela veio pra cima de mim e me deu um beijo que arrebentou minha boca, tinha se soltado de vez. A visão da cara e do cabelo dela lambuzados de porra, ela ainda com a camisa meio aberta e a pussy molhadinha no ar, fez eu ficar duro de novo na hora
Uhhh, como é que tá!!! Quer que eu meta? Cadê a senhora casada? – falei meio debochando
Foi embora – disse ela com um sorriso
Agora cumpre o que prometeu, senão vou te processar por quebra de contrato – falou rindo
Demorei só pra pegar uma camisinha e colocar, levantei ela e literalmente enfiei quase no ar, meti tudo, fazendo ela soltar um grito de prazer. Não sei se era porque tava precisando, porque o marido devia ter uma pica pequena ou o quê, mas a gostosa gemia pra caralho, e olha que não tenho nada de outro mundo. Depois de um tempo, joguei ela na cama e montei por cima, ela tava completamente molhada, e apesar da camisinha, dava pra sentir as contrações do orgasmo dela. Eu ainda não tinha gozado e tava mais tarado do que nunca, coloquei a perninha dela no ombro e continuei comendo ela, falando putaria, parecia que isso excitava ela pra caralho. Num momento, ela ficou por cima e cavalgou com vontade, me sentei na cama e fiquei chupando os peitinhos dela enquanto ela subia e descia na minha pica, a cara de tesão dela mostrava que tava pronta pra um novo orgasmo, aproveitei o tesão que ela tava e comecei a brincar com a bunda dela, abrindo as nádegas e fazendo círculos ao redor do cuzinho dela, pareceu que não gostou, então desisti e foquei em acompanhar os movimentos dela com os meus, ela aumentou o ritmo da cavalgada e dessa vez gozou dando uma espécie de bufada.
Ficamos parados um segundo, ainda tava dentro dela, depois ela desmontou e deitou do meu lado meio de lado, eu tava deitado de barriga pra cima com ela roçando as unhas no meu peito, olhei pra ela e tava com uma cara de feliz aniversário do caralho, estendi o braço e puxei ela pra perto, ela colocou a cabeça no meu ombro e se enroscou do meu lado, dava pra sentir no meu lado o calor e a umidade da pussy dela.
Uhh isso ainda tá duro, cê tem muita porra ainda? – Ela falou fazendo cara de puta
Sim e adoraria te dar
Mmm que gostoso você é, não é à toa que a Inês se dá todo esse trabalho
Eu tinha ficado obcecado em fazer a booty nela e comecei a brincar com as nádegas, como ela não resistiu, comecei a brincar com um dedo no cuzinho dela, fui fazendo círculos ao redor e depois usando os próprios fluidos dela continuei brincando lá dentro, tive que trabalhar um bom tempo porque segundo ela era virgem de booty, o que aumentou meu tesão e minha excitação. Quando achei que tava mais ou menos pronto, tirei a camisinha, cuspi na bunda dela e no meu cock e tentei penetrar, mas como ela não relaxava direito e inconscientemente franzia, complicava a parada
Relaxa, vai ver que vai acabar gostando – Falei enquanto masturbava ela devagar
Ela ficou com tesão e isso ajudou a relaxar um pouco, e consegui enfiar a cabeça na bunda dela, bem devagar porque era bem apertado, fui introduzindo centímetro por centímetro do meu cock no butt dela
Já entrou tudo – Ela falou num momento com uma cara de dor visível
Não, não entrou nem metade, mas se quiser eu tiro e pronto
Não não, quero que você Faz a bunda, quero sentir ela bem dentro
É? Vou meter tudo e encher de porra, pra você lembrar de mim quando o corno do seu marido não te tocar e você vier me procurar pra te comer
Isso deixou ela a mil e ela jogou a bunda pra trás, deixando entrar tudo. Isso me deixou com muito tesão, então continuei penetrando até ter ela toda dentro, enquanto enfiava uns dedos na buceta, bombeei primeiro devagar, mas depois fui aumentando o ritmo. Ela, por causa das minhas carícias, estava excitada, apesar de, pelo apertado que tinha o cu, dever estar doendo pra caralho. O vai e vem dos meus quadris foi aumentando até sentir aquele estalo contra as nádegas dela. Eu tirava quase tudo e enfiava de novo até o fundo, tava perdido numa nuvem de prazer
Que bunda linda você tem, Andreita, como eu gosto de te foder
Sim, bebê, é sua, meu rabinho minúsculo
Isso me cegou de vez, meti duro e sem parar até deixar ela quase sem ar, enquanto a gente continuava falando putaria e ela, mesmo eu arrebentando o cu dela, aguentou como uma deusa. Num momento, senti aquela tensão que desce do estômago, minhas bolas ficaram duras, enfiei o mais fundo que pude e enchi ela de porra, foram pelo menos três jatos. Senti minhas pernas ficarem moles e pressionei as costas dela, fazendo ela cair de bruços no colchão comigo por cima
Acho que você quebrou meu cu – Ela disse, quando a gente recuperou o fôlego
Eu ainda com meu pau dentro dela acariciei o cabelo e as costas dela, parecia impossível que aquela mina tivesse aguentado uma foda daquelas
Adorei sua bunda, vai me dar de novo? – Sussurrei no ouvido dela
Sou sua, pro que você quiser – Ela disse, enfatizando a frase
Tirei ele e fiquei olhando como o cu dela tinha ficado aberto. Depois de descansar um pouco, ela se levantou pra ir no banheiro, era óbvio que a foda tinha feito efeito. Eu fui me lavar na cozinha, tava rastros de sangue e merda na pica, me limpei bem e usei a calcinha dela pra secar, depois guardei como troféu de guerra.
Andrea ainda tava no banheiro, então avisei que o lugar tava alugado, que me avisasse pra assinar e, de resto, que falasse com a Inês. Na sequência, vazei pra puta que pariu.
Passaram umas duas semanas disso e eu vi a Andrea de novo, não só pra assinar o contrato hehe, mas a verdade é que não foi igual à primeira vez. Na quarta à tarde, a Inês me disse que o apê tava pronto pra "estreia". Marcamos pro sábado no fim da tarde, pra matar a vontade, já que na semana o trampo tava foda.
Na sexta no trabalho foi interminável, os bancos tavam insuportáveis porque era dia de vencimento. Resumo: quando cheguei pra "prestação de contas" dos vales, nem a Sofi, a secretária, nem o Gustavo tavam, porque tinham saído pra almoçar. Como já tinha rolado outras vezes, o Gustavo me explicou que eu deixasse o envelope na mesa dele e ele mandava liquidar no fim do expediente. Entrei no escritório do Gustavo, deixei o envelope na mesa e fiquei dando uma olhada quando ouvi vozes na recepção. Mesmo eles confiando em mim, fiquei com pânico de me pegarem ali, então me enfiei no quartinho do fundo. Faço um parêntese e descrevo o "escritório": tinha uns 15x5, mesa + cozinha, com banheiro privativo e uma espécie de quartinho que ficava entre o banheiro e o resto do escritório. Foi pra lá que me refugiei pra não ser visto.
Hummm, como você me deixa com tesão, não aguento mais – ouvi a voz do Gustavo.
Não dava pra distinguir de quem era a outra voz, mas imaginei que devia ser a Sofi. Que filho da puta – pensei – que tesão ele come.
Nisso, ouço o Gustavo falar: "Aqui não, pode entrar qualquer um. Vamos pro quartinho ou pro banheiro." Quase me joguei de cabeça dentro do armário que tinha lá. Consegui fechar a porta e fiquei completamente no escuro. salvo pela fresta que ficava entre as portas do armário. Dava pra ouvir claramente as respirações ofegantes, o barulho das carícias no tecido, os beijos e de repente o som inconfundível do zíper de uma calça. A curiosidade falou mais alto e me imaginar a Sofi chupando uma piroca fez eu espiar pela fresta.
O que vi me chocou pra caralho, o Gustavo tava ajoelhado, com a piroca de outro cara na boca, eles se mexeram e eu tive uma visão melhor de como ele tava mamando, eu não acreditava, como aquele vagabundo chupava a piroca, subia e descia no tronco, chupava as bolas, enfiava até o fundo da garganta.
Temos tempo pra um rapidinha? (quando falou, reconheci a voz de um dos chefes de vendas)
Fala sério, mas vem pro banheiro que a gente fica mais à vontade.
O que veio depois foi digno de um pornô, o Gustavo, aquele cara durão e filho da puta, com os cotovelos apoiados na pia e a bunda empinada esperando pra levar carne no cu, o outro ajeitou a piroca e sem mais nem menos meteu até o talo.
Mmm como eu tava com saudade dessa piroca
Dá pra ver, tua buceta tá latejando
O cara ficou uns 10 minutos serrando a bunda do meu chefe enquanto acariciava a piroca dele, num momento eu parei de olhar, não que eu tivesse nojo nem nada, mas não é algo que eu goste de ver. Depois que gozaram, se vestiram e foram embora. Eu fiquei uns minutos lá por precaução e depois saí de pau duro, na porta trombei a Sofi que vinha de sei lá onde e tava me procurando, falei que tinha deixado o envelope com os vales pro Gustavo. Ela me deu um pacote com uns convites que tinha que mandar pelo correio e assim que pude vazei dali pra puta que pariu. No caminho fiquei pensando no que tinha visto e em como as aparências enganam.
Chegou o sábado e na hora certa tava no apê. A Ines já tava me esperando.
Gostou de como ficou o ninho?
Tá show de bola
A verdade é que a Andreita se comportou super bem, até cuidou de comprar os móveis que faltavam, sabia que a gente é consogra? Acostumada às minhas caras de confusão, continuou falando:
"É a mãe do Mati, o namorado da Lula."
O tesão bateu forte em mim.
Dava pra ver a vontade que a gente tava sentindo um do outro, porque a gente se pelou em 2 segundos, sem pensar duas vezes, joguei ela na cama e meti.
"Como eu senti sua falta, meu amor" – ela disse e me deu um chupão.
Eu não conseguia parar de lembrar que uns dias antes eu tinha comido a amiguinha naquela mesma cama, e com a imagem desse tesão na cabeça, a gente foi matando a vontade. Ela montou em mim do jeito que gostava, levando o ritmo no tempo dela, devagar primeiro, me deixando sentir todo o calor da buceta dela, e aquela subida e descida gostosa no meu pau. Os dois estavam excitados, quase não falávamos nada, talvez pelo tesão, talvez porque nem precisava. A gente era tipo dois bichinhos satisfazendo o instinto. Viramos até eu ficar por cima dela, os movimentos ritmados porque já nos conhecíamos bem, a buceta dela e meu pau encaixavam perfeitamente, e não demorou muitos minutos até a gente chegar no orgasmo libertador. Ficamos na cama, um do lado do outro, recuperando um pouco a compostura.
"Como você me enlouquece, Marcos, me faz sentir uma garota de 20 anos" – disse Inês, quebrando o silêncio.
"Adoro estar com você, Inês, você me deixa louco."
"É? E o que você gosta em mim?"
"Tudo, você me enlouquece, sério" – falei, sabendo que era uma resposta bosta e que não dizia nada.
"Sabe, às vezes acho que é uma loucura, você poderia ser meu filho, mas quando a gente tá junto, você me faz sentir mulher, me sinto gostosa."
Dei um beijo carinhoso nela, e a gente ficou um tempinho abraçado.
"Inês, eu vi o Gustavo com a amante dele, tinha que te contar, não sei se você sabe quem é."
Ela me olhou com uma cara estranha, eu ia continuar falando, mas ela me cortou:
"Marcos, não sei o que você viu, mas obviamente você não pode contar pra ninguém, você entende isso, né?"
Obviamente eu não entendia nada, mas fingi que tava ligado e falei pra ela ficar tranquila. Embora por dentro eu pensasse se ela sabia que o marido era viado e, se sabia, o que ela queria ou sentia
Marcos, pra ninguém, hein
O jeito que ela falou esse "pra ninguém" foi como tentar engolir gordura fria, não conseguia assimilar, entendi que ela tava falando da Lula, mas essa mania de fingir as coisas tava me deixando desconfortável. Ela entrou no banheiro pra se arrumar um pouco. Nisso, meu celular tocou, era a Lula perguntando se eu ia na balada de sempre naquela noite, falei que sim e que, se ela quisesse, a gente se encontrava lá e ela pagava o que me devia. Quando desliguei o telefone, qualquer dúvida que eu tinha se derreteu, tava de novo numa nuvem de brisa onde tudo parece estar bem.
Inês saiu do banheiro e começou a rir, o que me trouxe de volta um pouco pro mundo real
– Era a minha neném no telefone? – Ela disse rindo de forma safada
Olhei pra ela sem entender
– Sua cara se transforma, hehehe
Como resposta, abracei ela e dei um beijão
– Fico assim igual quando olho pra você?
– Kkkk, mais ou menos assim, parece que você gosta das duas
Continuamos conversando e, no fim, ela se vestiu e foi embora, não sem antes fazer uns carinhos pra quebrar um pouco o clima.
Continua na parte 5
Desculpa aos seguidores, realmente complicou dessa vez porque tem muito intervalo de tempo e fica meio longo, mas senão não ia dar pra entender nada, prometo não demorar tanto com o que vem.
Em outra ordem de coisas, tô pensando em montar um relato com uma aventura virtual que seria ficção com alguma das escritoras da página, se alguma topa, me manda um direct que eu conto direitinho
😛 😛 🙎♂️ 🤤 🤤
Voltamos com o relato dos meus começos, há apenas uma década atrás. Bom, como já deixei claro, é uma história real, minha história. Obviamente, os diálogos estão um pouco distorcidos, mas a essência está de acordo com o que aconteceu e como me transformei de um bom garoto no filho da puta tarado que sou agora. Espero que curtam. Neste capítulo em especial, vou tentar resumir um pouco, senão vira aquelas novelas que nunca terminam. Feito o esclarecimento, vamos ao que interessa.
Depois daquele sábado, a relação com a Lula mudou. Ela costumava me cumprimentar quando saía do treino de hóquei, e aproveitando que o babaca do namorado jogador de rugby não estava por perto, eu ficava batendo papo ou tomando algo no bar. Nada demais, mas já era um avanço. No resto, tava bem ruim, porque no Central me mandaram embora, e o grupo de amigos estava bem dividido, por questões lógicas da idade (cada um começava a faculdade ou arrumava um trampo). Então, eu passava o tempo sozinho, vagando ou na academia. Por sorte, tinha a Inês pra me tirar da fossa, e pra outras coisas também, hehehe.
Cumprindo o prometido, ela me ajudou a renovar o guarda-roupa. Nos nossos passeios, a gente despertava olhares curiosos, porque a diferença de idade era bem notória, então tínhamos que evitar beijos e tal pra manter as aparências. Num desses fins de semana, ela me levou pra um hotel famoso em San Nicolas, onde literalmente não me deixou sair do quarto.
Os dias foram passando, e a Inês disse que a gente precisava de um lugar próprio, porque não dava pra ficar pagando motel todo fim de semana. Foi aí que ela falou com uma amiga que tinha uma imobiliária e explicou mais ou menos o que precisava: não podia ser muito chamativo, de preferência no centro, se possível num prédio movimentado o bastante pra ninguém se conhecer, e o último detalhe: eu tinha que ir ver e escolher, porque, por razões óbvias, ela não podia. podia ficar grudada. Foi assim que combinei com ela de ir ver os apartamentos acompanhado dessa senhora, vou descrever ela rapidinho: baixinha magra, mais ou menos da idade da Ines, cabelo castanho e pele bem branca, peitos pequenos e pouca bunda, fisicamente não era atraente, mas dava pra ver que era uma mulher cheia de energia. A gente ficou vendo vários apartamentos, se encontrando vários dias seguidos, então criei intimidade com a Andrea. Um dia o celular tocou, era ela que aparentemente tinha achado o lugar perfeito, combinamos de ir ver à tarde, ela supostamente conseguia a chave e me avisava. Nos encontramos na porta, já de cara vi que tinha porteiro 24 horas, segundo ela não era problema, pelo contrário, era por segurança. Ela foi me mostrando o apartamento, me explicou que o dono não tinha levado vários móveis porque já tinha na casa nova, mas que se incomodassem a gente, era só mandar tirar e pronto, mas que ela achava que podiam servir desde que eu não quebrasse, e além disso o cara deixava de graça, então tinha geladeira, fogão e um móvel meio feio que parecia ter sido um aparador de bebidas. Somando dois mais dois na minha cabeça, percebi que o cara usava aquilo de enfeite e vai saber por que tava alugando, a hipótese se confirmou quando vi a cama. Pô, que cama bonita, as sonecas que vou tirar aqui – Mas por dentro pensava: como é que vou transar aqui, pelo amor de Deus. Sim, bom, eu acho que vocês vão saber aproveitar bem – disse a Andrea, e os olhinhos brilharam de um jeito safado. Eu fiz cara de bobo, mas ela continuou. A Ines me contou, fica tranquilo que eu não vou falar nada. Não vai falar nada do quê? – falei sério, me aproximando até quase encostar nela. Ela ficou meio na defensiva com minha atitude. Bom, ela me contou que vocês são… bom, que ela e você… Ela não conseguiu continuar, eu peguei ela pela cintura e encostei contra mim, fazendo ela sentir o volume que eu tinha na calça, ela soltou um gemido. Não vai Nem vai falar nada do que a gente vai fazer?
Acho que você tá se enganando – ela disse, se afastando
Sou uma mulher casada
E daí? Ninguém vai ficar sabendo, desde que te vi, você me atraiu (óbvio que era mentira, mas na real, naquele momento eu tava com tesão) e percebi como você me olhava
Ela hesitou por um segundo, e foi a ruína dela. Segurei ela pela cintura e acariciei suas costas por cima da roupa, encostei ela de novo em mim e beijei ela. Ela tinha uma boca pequena, lábios carnudos. Beijei o pescoço dela, roçando só de leve com os lábios, dava pra sentir a pele dela se arrepiar com o contato. Minhas mãos levantaram um pouco a camisa dela e acariciaram a barriga, de passagem, rocei a bunda dela. Pela respiração ofegante, dava pra ver que fazia tempo que ninguém dava atenção pra ela. Ela desabotoou minha calça e acariciou meu pau. Ela tava de olhos fechados, como se tivesse medo de que tudo acabasse se abrisse eles.
Desabotoei os botões da camisa dela quase até o meio. Ela tinha peitos pequenos e os bicos estavam durinhos. Beijei eles primeiro com delicadeza e depois chupei com gosto, ela gemia sem fôlego. Tirei a calça dela e fiquei de olho na calcinha preta dela, molhada de tesão, e nas pernas brancas dela. Sem pensar, comecei a masturbar ela, enquanto ela me batia uma.
Não vai falar nada, né, Andreita? Não vai falar nada?
Não, nada, nadinha
Mas talvez você devesse falar pro babaca do seu marido te comer hoje à noite, pra você comparar, quer? Faz tempo que ele não te come, né?
Ela não respondeu, ficou mordendo os lábios de tanto tesão que tava. Gozou na minha mão, e mostrei pra ela como eu chupava os dedos que tinham estado dentro dela. Ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau. Não chupava muito bem, então fui guiando ela com as mãos enquanto mexia minha pélvis, acentuando a sensação de que eu tava comendo ela pela boca.
Que boquinha linda você tem, André, adoro como você chupa. Que putinha você acabou sendo, com certeza seu marido não sabe disso.
Meu marido não me dá bola. Pra ele, sou como um móvel – disse ela, tirando ele da boca
Olha só que idiota, vou te comer de todos os jeitos e o quanto você quiser
Ela, que era tratada assim, parecia que ficava com mais tesão, porque se esforçou mais, chupava enquanto balançava a cabeça de um lado pro outro, era como se tivesse enfiado no tanquinho, a língua dela fazia carícias no tronco da minha pica, enfiava até o fundo e tirava cheia de saliva, e de vez em quando levantava o olhar como pra ver se eu tava gozando. Senti que não ia aguentar muito mais, tirei da boca dela e gozei na cara e nos peitos dela
Quase sem me deixar descansar, ela veio pra cima de mim e me deu um beijo que arrebentou minha boca, tinha se soltado de vez. A visão da cara e do cabelo dela lambuzados de porra, ela ainda com a camisa meio aberta e a pussy molhadinha no ar, fez eu ficar duro de novo na hora
Uhhh, como é que tá!!! Quer que eu meta? Cadê a senhora casada? – falei meio debochando
Foi embora – disse ela com um sorriso
Agora cumpre o que prometeu, senão vou te processar por quebra de contrato – falou rindo
Demorei só pra pegar uma camisinha e colocar, levantei ela e literalmente enfiei quase no ar, meti tudo, fazendo ela soltar um grito de prazer. Não sei se era porque tava precisando, porque o marido devia ter uma pica pequena ou o quê, mas a gostosa gemia pra caralho, e olha que não tenho nada de outro mundo. Depois de um tempo, joguei ela na cama e montei por cima, ela tava completamente molhada, e apesar da camisinha, dava pra sentir as contrações do orgasmo dela. Eu ainda não tinha gozado e tava mais tarado do que nunca, coloquei a perninha dela no ombro e continuei comendo ela, falando putaria, parecia que isso excitava ela pra caralho. Num momento, ela ficou por cima e cavalgou com vontade, me sentei na cama e fiquei chupando os peitinhos dela enquanto ela subia e descia na minha pica, a cara de tesão dela mostrava que tava pronta pra um novo orgasmo, aproveitei o tesão que ela tava e comecei a brincar com a bunda dela, abrindo as nádegas e fazendo círculos ao redor do cuzinho dela, pareceu que não gostou, então desisti e foquei em acompanhar os movimentos dela com os meus, ela aumentou o ritmo da cavalgada e dessa vez gozou dando uma espécie de bufada.
Ficamos parados um segundo, ainda tava dentro dela, depois ela desmontou e deitou do meu lado meio de lado, eu tava deitado de barriga pra cima com ela roçando as unhas no meu peito, olhei pra ela e tava com uma cara de feliz aniversário do caralho, estendi o braço e puxei ela pra perto, ela colocou a cabeça no meu ombro e se enroscou do meu lado, dava pra sentir no meu lado o calor e a umidade da pussy dela.
Uhh isso ainda tá duro, cê tem muita porra ainda? – Ela falou fazendo cara de puta
Sim e adoraria te dar
Mmm que gostoso você é, não é à toa que a Inês se dá todo esse trabalho
Eu tinha ficado obcecado em fazer a booty nela e comecei a brincar com as nádegas, como ela não resistiu, comecei a brincar com um dedo no cuzinho dela, fui fazendo círculos ao redor e depois usando os próprios fluidos dela continuei brincando lá dentro, tive que trabalhar um bom tempo porque segundo ela era virgem de booty, o que aumentou meu tesão e minha excitação. Quando achei que tava mais ou menos pronto, tirei a camisinha, cuspi na bunda dela e no meu cock e tentei penetrar, mas como ela não relaxava direito e inconscientemente franzia, complicava a parada
Relaxa, vai ver que vai acabar gostando – Falei enquanto masturbava ela devagar
Ela ficou com tesão e isso ajudou a relaxar um pouco, e consegui enfiar a cabeça na bunda dela, bem devagar porque era bem apertado, fui introduzindo centímetro por centímetro do meu cock no butt dela
Já entrou tudo – Ela falou num momento com uma cara de dor visível
Não, não entrou nem metade, mas se quiser eu tiro e pronto
Não não, quero que você Faz a bunda, quero sentir ela bem dentro
É? Vou meter tudo e encher de porra, pra você lembrar de mim quando o corno do seu marido não te tocar e você vier me procurar pra te comer
Isso deixou ela a mil e ela jogou a bunda pra trás, deixando entrar tudo. Isso me deixou com muito tesão, então continuei penetrando até ter ela toda dentro, enquanto enfiava uns dedos na buceta, bombeei primeiro devagar, mas depois fui aumentando o ritmo. Ela, por causa das minhas carícias, estava excitada, apesar de, pelo apertado que tinha o cu, dever estar doendo pra caralho. O vai e vem dos meus quadris foi aumentando até sentir aquele estalo contra as nádegas dela. Eu tirava quase tudo e enfiava de novo até o fundo, tava perdido numa nuvem de prazer
Que bunda linda você tem, Andreita, como eu gosto de te foder
Sim, bebê, é sua, meu rabinho minúsculo
Isso me cegou de vez, meti duro e sem parar até deixar ela quase sem ar, enquanto a gente continuava falando putaria e ela, mesmo eu arrebentando o cu dela, aguentou como uma deusa. Num momento, senti aquela tensão que desce do estômago, minhas bolas ficaram duras, enfiei o mais fundo que pude e enchi ela de porra, foram pelo menos três jatos. Senti minhas pernas ficarem moles e pressionei as costas dela, fazendo ela cair de bruços no colchão comigo por cima
Acho que você quebrou meu cu – Ela disse, quando a gente recuperou o fôlego
Eu ainda com meu pau dentro dela acariciei o cabelo e as costas dela, parecia impossível que aquela mina tivesse aguentado uma foda daquelas
Adorei sua bunda, vai me dar de novo? – Sussurrei no ouvido dela
Sou sua, pro que você quiser – Ela disse, enfatizando a frase
Tirei ele e fiquei olhando como o cu dela tinha ficado aberto. Depois de descansar um pouco, ela se levantou pra ir no banheiro, era óbvio que a foda tinha feito efeito. Eu fui me lavar na cozinha, tava rastros de sangue e merda na pica, me limpei bem e usei a calcinha dela pra secar, depois guardei como troféu de guerra.
Andrea ainda tava no banheiro, então avisei que o lugar tava alugado, que me avisasse pra assinar e, de resto, que falasse com a Inês. Na sequência, vazei pra puta que pariu.
Passaram umas duas semanas disso e eu vi a Andrea de novo, não só pra assinar o contrato hehe, mas a verdade é que não foi igual à primeira vez. Na quarta à tarde, a Inês me disse que o apê tava pronto pra "estreia". Marcamos pro sábado no fim da tarde, pra matar a vontade, já que na semana o trampo tava foda.
Na sexta no trabalho foi interminável, os bancos tavam insuportáveis porque era dia de vencimento. Resumo: quando cheguei pra "prestação de contas" dos vales, nem a Sofi, a secretária, nem o Gustavo tavam, porque tinham saído pra almoçar. Como já tinha rolado outras vezes, o Gustavo me explicou que eu deixasse o envelope na mesa dele e ele mandava liquidar no fim do expediente. Entrei no escritório do Gustavo, deixei o envelope na mesa e fiquei dando uma olhada quando ouvi vozes na recepção. Mesmo eles confiando em mim, fiquei com pânico de me pegarem ali, então me enfiei no quartinho do fundo. Faço um parêntese e descrevo o "escritório": tinha uns 15x5, mesa + cozinha, com banheiro privativo e uma espécie de quartinho que ficava entre o banheiro e o resto do escritório. Foi pra lá que me refugiei pra não ser visto.
Hummm, como você me deixa com tesão, não aguento mais – ouvi a voz do Gustavo.
Não dava pra distinguir de quem era a outra voz, mas imaginei que devia ser a Sofi. Que filho da puta – pensei – que tesão ele come.
Nisso, ouço o Gustavo falar: "Aqui não, pode entrar qualquer um. Vamos pro quartinho ou pro banheiro." Quase me joguei de cabeça dentro do armário que tinha lá. Consegui fechar a porta e fiquei completamente no escuro. salvo pela fresta que ficava entre as portas do armário. Dava pra ouvir claramente as respirações ofegantes, o barulho das carícias no tecido, os beijos e de repente o som inconfundível do zíper de uma calça. A curiosidade falou mais alto e me imaginar a Sofi chupando uma piroca fez eu espiar pela fresta.
O que vi me chocou pra caralho, o Gustavo tava ajoelhado, com a piroca de outro cara na boca, eles se mexeram e eu tive uma visão melhor de como ele tava mamando, eu não acreditava, como aquele vagabundo chupava a piroca, subia e descia no tronco, chupava as bolas, enfiava até o fundo da garganta.
Temos tempo pra um rapidinha? (quando falou, reconheci a voz de um dos chefes de vendas)
Fala sério, mas vem pro banheiro que a gente fica mais à vontade.
O que veio depois foi digno de um pornô, o Gustavo, aquele cara durão e filho da puta, com os cotovelos apoiados na pia e a bunda empinada esperando pra levar carne no cu, o outro ajeitou a piroca e sem mais nem menos meteu até o talo.
Mmm como eu tava com saudade dessa piroca
Dá pra ver, tua buceta tá latejando
O cara ficou uns 10 minutos serrando a bunda do meu chefe enquanto acariciava a piroca dele, num momento eu parei de olhar, não que eu tivesse nojo nem nada, mas não é algo que eu goste de ver. Depois que gozaram, se vestiram e foram embora. Eu fiquei uns minutos lá por precaução e depois saí de pau duro, na porta trombei a Sofi que vinha de sei lá onde e tava me procurando, falei que tinha deixado o envelope com os vales pro Gustavo. Ela me deu um pacote com uns convites que tinha que mandar pelo correio e assim que pude vazei dali pra puta que pariu. No caminho fiquei pensando no que tinha visto e em como as aparências enganam.
Chegou o sábado e na hora certa tava no apê. A Ines já tava me esperando.
Gostou de como ficou o ninho?
Tá show de bola
A verdade é que a Andreita se comportou super bem, até cuidou de comprar os móveis que faltavam, sabia que a gente é consogra? Acostumada às minhas caras de confusão, continuou falando:
"É a mãe do Mati, o namorado da Lula."
O tesão bateu forte em mim.
Dava pra ver a vontade que a gente tava sentindo um do outro, porque a gente se pelou em 2 segundos, sem pensar duas vezes, joguei ela na cama e meti.
"Como eu senti sua falta, meu amor" – ela disse e me deu um chupão.
Eu não conseguia parar de lembrar que uns dias antes eu tinha comido a amiguinha naquela mesma cama, e com a imagem desse tesão na cabeça, a gente foi matando a vontade. Ela montou em mim do jeito que gostava, levando o ritmo no tempo dela, devagar primeiro, me deixando sentir todo o calor da buceta dela, e aquela subida e descida gostosa no meu pau. Os dois estavam excitados, quase não falávamos nada, talvez pelo tesão, talvez porque nem precisava. A gente era tipo dois bichinhos satisfazendo o instinto. Viramos até eu ficar por cima dela, os movimentos ritmados porque já nos conhecíamos bem, a buceta dela e meu pau encaixavam perfeitamente, e não demorou muitos minutos até a gente chegar no orgasmo libertador. Ficamos na cama, um do lado do outro, recuperando um pouco a compostura.
"Como você me enlouquece, Marcos, me faz sentir uma garota de 20 anos" – disse Inês, quebrando o silêncio.
"Adoro estar com você, Inês, você me deixa louco."
"É? E o que você gosta em mim?"
"Tudo, você me enlouquece, sério" – falei, sabendo que era uma resposta bosta e que não dizia nada.
"Sabe, às vezes acho que é uma loucura, você poderia ser meu filho, mas quando a gente tá junto, você me faz sentir mulher, me sinto gostosa."
Dei um beijo carinhoso nela, e a gente ficou um tempinho abraçado.
"Inês, eu vi o Gustavo com a amante dele, tinha que te contar, não sei se você sabe quem é."
Ela me olhou com uma cara estranha, eu ia continuar falando, mas ela me cortou:
"Marcos, não sei o que você viu, mas obviamente você não pode contar pra ninguém, você entende isso, né?"
Obviamente eu não entendia nada, mas fingi que tava ligado e falei pra ela ficar tranquila. Embora por dentro eu pensasse se ela sabia que o marido era viado e, se sabia, o que ela queria ou sentia
Marcos, pra ninguém, hein
O jeito que ela falou esse "pra ninguém" foi como tentar engolir gordura fria, não conseguia assimilar, entendi que ela tava falando da Lula, mas essa mania de fingir as coisas tava me deixando desconfortável. Ela entrou no banheiro pra se arrumar um pouco. Nisso, meu celular tocou, era a Lula perguntando se eu ia na balada de sempre naquela noite, falei que sim e que, se ela quisesse, a gente se encontrava lá e ela pagava o que me devia. Quando desliguei o telefone, qualquer dúvida que eu tinha se derreteu, tava de novo numa nuvem de brisa onde tudo parece estar bem.
Inês saiu do banheiro e começou a rir, o que me trouxe de volta um pouco pro mundo real
– Era a minha neném no telefone? – Ela disse rindo de forma safada
Olhei pra ela sem entender
– Sua cara se transforma, hehehe
Como resposta, abracei ela e dei um beijão
– Fico assim igual quando olho pra você?
– Kkkk, mais ou menos assim, parece que você gosta das duas
Continuamos conversando e, no fim, ela se vestiu e foi embora, não sem antes fazer uns carinhos pra quebrar um pouco o clima.
Continua na parte 5
Desculpa aos seguidores, realmente complicou dessa vez porque tem muito intervalo de tempo e fica meio longo, mas senão não ia dar pra entender nada, prometo não demorar tanto com o que vem.
Em outra ordem de coisas, tô pensando em montar um relato com uma aventura virtual que seria ficção com alguma das escritoras da página, se alguma topa, me manda um direct que eu conto direitinho
😛 😛 🙎♂️ 🤤 🤤
10 comentários - Origem 4 :twisted: :F
mis +10 puntines...
como venimos... ehhhh!!!!
felicitaciones
buenisimo como siempre 😉 😉
a favoritos y volvere
besosssss
micamorocha
Buen relato, Morocho, esperamos más!
Besos.
y volvi 😉 beso