Origens 4: Perverso

Origen 4

Voltamos com o relato dos meus começos, há apenas uma década atrás. Bom, como já deixei claro, é uma história real, minha história. Obviamente, os diálogos estão um pouco distorcidos, mas a essência está de acordo com o que aconteceu e como me tornei de um bom moço no tarado safado que sou hoje. Espero que curtam. Para este em particular, vou tentar resumir um pouco, porque senão seria como aquelas novelas que nunca acabam. Feita a explicação, vamos ao que importa.

Depois daquele sábado, a relação com a Lula mudou. Ela costumava me cumprimentar quando saía do treino de hóquei e, aproveitando que o idiota do namorado jogador de rúgbi não estava por perto, eu ficava conversando ou tomando alguma coisa no bar. Nada demais, mas era um avanço. No resto, as coisas estavam bem ruins, já que no Central me tinham deixado livre, e o grupo de amigos estava bem dividido, por questões lógicas da idade (cada um começava a faculdade ou ia trabalhar). Por isso, eu ficava sozinho, vagando ou na academia. Por sorte, tinha a Inês para me salvar da deprê, e para outras coisas também, hehehe.

Cumprindo o prometido, ela me ajudou a renovar meu guarda-roupa. Nos nossos passeios, despertávamos olhares curiosos, já que a diferença de idade era bem notória, então a gente tinha que evitar beijos e afins para cuidar das aparências. Em um desses fins de semana, ela me levou a um famoso hotel em San Nicolás, onde literalmente não me deixou sair do quarto.

Os dias passavam e a Inês me disse que a gente precisava de um lugar próprio, porque, sinceramente, não dava para justificar pagar motel todo fim de semana. Foi assim que ela falou com uma amiga dela que tinha uma imobiliária e a colocou mais ou menos a par do que a gente precisava. Não tinha que ser muito chamativo, de preferência no centro. Se possível, tinha que ser um prédio suficientemente movimentado para que ninguém se conhecesse com ninguém. E o último detalhe: eu tinha que ir ver e escolher, já que, por razões óbvias, ela não... Podia ficar colada.

Foi assim que combinei com ela de ir ver os apartamentos acompanhado dessa senhora, descrevo brevemente: baixinha, magra, mais ou menos da idade da Inês, cabelo castanho e pele bem branca, peitos pequenos e não muito bunda, fisicamente não era atraente, mas dava pra ver que era uma mulher com muita energia. Ficamos vendo diferentes apartamentos, marcando vários dias seguidos, então criamos confiança com a Andrea. Um dia toca o celular, era ela que aparentemente tinha encontrado o lugar perfeito, combinamos de ir ver à tarde, ela supostamente conseguia a chave e me avisava. Nos encontramos na porta, de cara vi que tinha porteiro 24 horas, segundo ela não era problema, pelo contrário, era por segurança. Ela foi me mostrando o apartamento, me explicou que o dono não tinha levado vários móveis porque já tinha na casa nova, mas que se nos incomodassem mandava tirar e pronto, mas que ela considerava que podiam servir desde que não os quebrasse e além disso o cara deixava de graça, então tinha geladeira, fogão e um móvel meio feio que parecia ter sido um aparador de bebidas, somando dois mais dois na minha cabeça percebi que o cara tinha o lugar como ponto de encontro e vai saber por que ele alugava, minha hipótese se confirmou quando vi a cama.

Nossa, que cama linda, as sonecas que vou dormir aqui – embora por dentro pensava como vou foder aqui, pelo amor de Deus.
Sim, bom, acho que vão poder aproveitar bem – disse Andrea e seus olhinhos brilharam maliciosamente.

Eu fiz cara de trouxa, mas ela continuou.

A Inês me contou, fica tranquilo que eu não vou dizer nada.
Não vai dizer nada do quê – falei sério, me aproximando até quase tocá-la.

Ela ficou na defensiva com minha atitude.

Bom, ela me contou que vocês são…, bom, que ela e você…

Não conseguiu continuar, agarrei sua cintura e a encostei em mim, fazendo ela sentir o volume que eu tinha nas calças, ela soltou um gemido.

Você não vai Vai ficar sem dizer nada sobre o que vamos fazer?

Acho que você está confundindo as coisas – ela disse, afastando-se um pouco
Sou uma mulher casada.
E daí? Ninguém vai ficar sabendo. Desde que te vi, você me chamou a atenção (óbvio que era mentira, mas na hora eu estava com tesão) e percebi como você me olhava.

Ela hesitou por um segundo, e foi aí que se perdeu. Peguei ela pela cintura e acariciei suas costas por cima da roupa. Encostei ela de novo em mim e a beijei. Ela tinha uma boca pequena, de lábios carnudos. Beijei seu pescoço, roçando bem de leve com os lábios. Dava pra sentir a pele arrepiando no contato. Minhas mãos levantaram um pouco sua blusa e acariciaram sua barriga. De raspão, passei a mão na sua bunda. Pela respiração ofegante dela, dava pra ver que fazia tempo que ninguém dava atenção pra ela. Ela desabotoou minha calça e começou a acariciar meu pau. Estava de olhos fechados, como se tivesse medo que tudo acabasse se abrisse.

Desabotoei os botões da blusa dela quase até a metade. Ela tinha peitos pequenos, e os mamilos estavam bem duros. Beijei eles primeiro com doçura, depois chupei com gosto. Ela gemeu entrecortadamente. Tirei a calça dela e me regozijei com a visão da sua calcinha preta toda molhada e suas pernas brancas. Sem hesitar, comecei a masturbá-la, enquanto ela batia uma pra mim.

Não vai falar nada, não é, Andreita? Não vai contar nada?
Não, nadinha…
Mas talvez você devesse falar pro otário do seu marido te comer hoje à noite, pra comparar, que tal? Faz tempo que ele não te fode, né?

Ela não respondeu, só mordia os lábios de tanto tesão. Gozou na minha mão, e eu mostrei como chupava meus dedos que tinham estado dentro dela. Ela se ajoelhou e começou a me chupar. Não fazia muito bem, então fui guiando ela com as mãos, enquanto movia minha pélvis, acentuando a sensação de que estava metendo na boca dela.

Que boquinha linda você tem, Andre. Adoro como você chupa. Que putinha você acabou sendo, hein? Aposto que seu marido não sabe disso.
Meu marido não me dá bola. Pra ele eu sou tipo um móvel" – ela disse, tirando meu pau da boca.
Olha só que otário, eu vou te comer de todos os jeitos e quantas vezes quiser.

Que ela fosse tratada assim parecia que a excitava, porque ela pegou ainda mais no tranco, chupando enquanto movia a cabeça de um lado pro outro, era como se tivesse metido no tanquinho, a língua dela acariciando o tronco do meu pau, ela enfiava até o fundo e tirava cheia de saliva e de vez em quando levantava o olhar como pra ver se eu tava gozando, senti que não ia aguentar muito mais e tirei da boca dela e gozei na cara e nos peitos.

Quase sem me deixar descansar, ela veio por cima de mim e me partiu a boca com um beijo, tinha se soltado completamente, a visão da cara e do cabelo melados e ela ainda com a camisa meio arrancada e com a buceta molhada exposta fizeram eu empalmar de novo na hora.

Uhhh, como a gente tá hein?! Quer que eu te enfie? Cadê a senhora casadinha? – falei meio zombando.
Foi embora – ela disse com um sorriso.
Agora cumpre o que prometeu senão vou te processar por quebra de contrato – disse rindo.

Não demorei nem pra pegar uma camisinha e botar, levantei ela e literalmente a enfiei quase no ar, meti tudo, fazendo ela soltar um grito de prazer, não sei se era porque ela tava precisada, se o marido devia ter uma bem pequena ou sei lá, mas a gatinha gemeu que parecia um animal e olha que não tenho nada de outro mundo, depois de um tempo joguei ela na cama e montei em cima, ela tava completamente encharcada, e mesmo com a camisinha dava pra sentir as contrações do orgasmo dela. Eu ainda não tinha gozado e tava mais excitado que nunca, botei a perninha dela no ombro e continuei comendo e falando putaria, parecia que isso excitava ela pra caralho, num momento ela ficou por cima e cavalgou com vontade, eu me levantei até ficar sentado na cama e me dediquei a chupar os peitinhos enquanto ela continuava no sobe e desce no meu pau, a cara de tesão dela deixava claro que tava Pronta para um novo orgasmo, aproveitei o tesão que ela estava sentindo e comecei a brincar com sua bunda, abrindo as nádegas e fazendo círculos ao redor do seu anel de couro. Pareceu que ela não gostou, então desisti e foquei em acompanhar os movimentos dela com os meus. Ela aumentou o ritmo da cavalgada e dessa vez chegou soltando uma espécie de bufada.

Ficamos um segundo parados, eu ainda estava dentro dela, depois ela desmontou e deitou ao meu lado meio de lado. Eu estava deitado de costas com ela arranhando meu peito levemente com as unhas. Olhei para ela e ela tinha uma cara de aniversariante feliz da porra. Estiquei o braço e a puxei para perto, ela colocou a cabeça no meu ombro e se enroscou ao meu lado. Podia sentir no meu lado o calor e a umidade da sua buceta.

"Uhh, isso ainda tá duro. Você tem muito gozo ainda?" — ela me disse, fazendo cara de puta.
"Sim, e adoraria dar para você."
"Mmm, que lindo você é, por isso a Inês se dá tanto trabalho."

Eu tinha ficado obcecado em fazer o anal nela e comecei a brincar com as nádegas. Como ela não resistiu, comecei a brincar com um dedo no seu buraquinho. Fui movendo em círculos pela borda e depois, usando seus próprios fluidos, continuei brincando por dentro. Tive que trabalhar um bom tempo porque, segundo ela, era virgem do anal, o que só aumentou meu tesão e minha curiosidade. Quando me pareceu que estava mais ou menos pronta, tirei a camisinha, cuspi na sua bunda e no meu pau e tentei penetrar. No entanto, como ela não conseguia relaxar totalmente e inconscientemente contraía, a coisa ficou complicada.

"Relaxa, vai ver que vai acabar gostando" — eu disse enquanto a masturbava devagar.

Ela ficou excitada, e isso ajudou a relaxar um pouco, e consegui enfiar a cabeça no seu cu. De pouquinho em pouquinho, já que era bem apertado, fui introduzindo centímetro a centímetro meu pau na sua bunda.

"Já está toda" — ela me disse em um momento, com uma expressão de dor visível.
"Não, não está nem a metade, mas se quiser eu tiro e pronto."
"Não, não, quero que me... Vou arregaçar esse rabo, quero sentir bem fundo
Né? Vou meter tudo e te encher de porra, pra você se lembrar de mim quando o corno do seu marido não te toca e você vem atrás de mim pra te foder

Isso a deixou a mil, e ela jogou a bunda pra trás, deixando eu entrar por completo. Aquilo me esquentou demais, então continuei penetrando até estar todo dentro, enquanto enfiava uns dedos na buceta dela. Comecei bombando devagar, mas fui aumentando o ritmo. Pelas minhas carícias, ela estava excitada, mesmo que pela apertadeira do cu devia estar doendo pra caralho. O vai e vem dos meus quadris foi aumentando até sentir aquele estalo contra as nádegas dela. Tirava quase completamente e enterrava de novo até o fundo. Eu estava perdido numa nuvem de prazer.

Que rabo lindo você tem, Andreita, como eu gosto de te comer.
Sim, baby, esse rabinho é todo seu.

Isso me cegou de vez. Dei duro e sem parar até quase tirar o fôlego dela, enquanto a gente trocava putaria. E ela, mesmo com o cu sendo arrombado, aguentou como uma deusa. Num momento, senti aquela tensão que desce do estômago e os meus ovos apertaram. Enfiei o mais fundo que pude e enchi ela de porra. Foram pelo menos três jatos. Senti as pernas bambas e pressionei as costas dela, fazendo-a cair de bruços no colchão comigo por cima.

Acho que você arrombou meu cu – ela disse, depois que recuperamos o fôlego.

Eu ainda com o pau dentro dela, acariciei seu cabelo e suas costas. Parecia impossível que essa mina tinha aguentado uma foda daquelas.

Amei sua bunda, vai me dar de novo? – sussurrei no ouvido dela.
Sou sua, pra tudo que você quiser – ela disse, dando ênfase na frase.

Tirei meu pau e fiquei olhando como o cu dela tinha ficado aberto. Depois de descansar um pouco, ela se levantou para ir ao banheiro. Era óbvio que a foda tinha feito efeito. Eu fui lavar na cozinha, tinha... vestígios de sangue e merda no pau, me limpei bem e usei a calcinha dela pra me secar, depois guardei como troféu de guerra.

A Andrea ainda estava no banheiro, então avisei que o lugar estava alugado, que me avisasse pra assinar e que falasse com a Inês sobre o resto, aí vazei daquele lugar.

Passaram algumas semanas disso e vi a Andrea de novo, não só pra assinar o contrato hehe, mas na real não foi como da primeira vez. Na quarta-feira de tarde, a Inês me disse que o apto tava pronto pra "estreia". Marcamos pro sábado no final da tarde, pra saciar a vontade, já que a semana tava complicada no trabalho.

Sexta-feira no trabalho foi interminável, os bancos estavam insuportáveis porque era dia de vencimentos. Conclusão: quando cheguei pra "prestação de contas" dos vales, nem a Sofi, a secretária, nem o Gustavo estavam, porque tinham saído pra almoçar. Como já tinha acontecido outras vezes, o Gustavo tinha me explicado pra deixar o envelope em cima da mesa dele e ele resolvia tudo pro final do dia. Então entrei no escritório do Gustavo, deixei o envelope na mesa dele e fiquei olhando um pouco o escritório quando ouvi vozes na recepção. Mesmo confiando em mim, deu um desespero de me encontrarem ali, então me enfiei no quartinho do fundo. Abro um parêntese e descrevo o "escritório": tinha mais ou menos 15x5, mesa + armário, com banheiro privativo e uma espécie de quartinho que ficava entre o banheiro e o resto do escritório. Foi pra lá que me refugiei pra não me verem.

"Mmm, como você me deixa com tesão, não aguento mais" – dava pra ouvir a voz do Gustavo.

Não dava pra distinguir de quem era a outra voz, mas imaginei que devia ser a Sofi. Que filho da puta – pensei – que gostosa ele come.

Nisso ouço o Gustavo dizendo: "Aqui não, pode entrar qualquer um, vamos pro quartinho ou pro banheiro". Quase me joguei de cabeça dentro do armário que tinha ali, consegui fechar a porta e fiquei completamente no escuro. salvo pela fresta que ficou entre as portas do armário. Dava pra ouvir claramente as respirações ofegantes, o barulho das mãos passando pelo tecido, os beijos e de repente o som inconfundível de um zíper sendo aberto. A curiosidade falou mais alto e imaginar a Sofi chupando um pau me fez espiar pela fresta.

O que vi me deixou completamente em choque. Gustavo estava de joelhos, com o pau de outro cara na boca. Eles se mexeram e eu tive uma visão melhor de como ele mamava. Eu não conseguia acreditar, como aquele cara chupava o pau. Subia e descia pelo tronco, chupava as bolas, enfiava até o fundo da garganta.

— Temos tempo pra um rapidinho? (quando ele falou, reconheci a voz de um dos chefes de vendas)

— Vem, mas vamos pro banheiro pra ficarmos mais à vontade.

O que seguiu foi digno de um pornô. Gustavo, aquele cara durão e filho da puta, com os cotovelos apoiados na pia e a bunda empinada, esperando levar rola por trás. O outro ajeitou o pau e sem mais delongas enfiou até o fundo.

— Mmm, como eu senti falta desse pau.

— Dá pra ver, sua bunda tá pulsando.

O cara ficou uns 10 minutos serrando a bunda do meu chefe enquanto acariciava o pau dele. Em um momento parei de olhar, não que me desse nojo nem nada, mas não é algo que eu goste de ver. Quando acabaram, se vestiram e foram embora. Eu fiquei mais uns minutos por precaução e depois, com um baita tesão, saí. Na porta, esbarrei com a Sofi, que vinha não sei de onde e estava me procurando. Disse que tinha deixado o envelope com os vales para o Gustavo. Ela me deu um pacote com umas convocações que precisavam ser enviadas pelo correio e assim que pude, vazei daquele lugar. No caminho, fiquei pensando no que tinha visto e em como as aparências enganam.

Chegou o sábado e pontualmente eu estava no apartamento. A Inês já me esperava.

— Gostou de como ficou o ninho?

— Ficou foda.

— Pra falar a verdade, a Andreita se comportou muito bem, até se encarregou de comprar os móveis que faltavam. Sabia que somos consogras? Acostumada com minhas caras de perplexidade, ela continuou falando.

É a mãe do Mati, o namorado da Lula.

A curiosidade pegou em mim a mil.

Dava pra ver a vontade que a gente tinha, já que nos despimos em 2 segundos. Sem pensar duas vezes, joguei ela na cama e a penetrei.

"Como senti sua falta, minha vida", disse e me deu um chupão.

Eu não conseguia parar de lembrar que uns dias antes tinha comido a amiguinha naquela mesma cama. E com essa imagem mental do tesão, a gente saciou a vontade. Ela montou em mim como gostava de fazer, levando no ritmo que preferia, devagar primeiro, deixando eu sentir todo o calor da buceta dela, e aquele delicioso sobe e desce no meu pau. Os dois estávamos excitados, quase não articulávamos palavra, talvez pela tesão, talvez porque simplesmente não precisava. Éramos como dois bichinhos satisfazendo o instinto.

Viramos até eu ficar por cima dela, os movimentos sincronizados porque já nos conhecíamos bem. A buceta dela e meu pau encaixavam perfeitamente, e não demorou muitos minutos até chegarmos ao orgasmo libertador. Ficamos na cama um do lado do outro, recuperando um pouco a compostura.

"Como você me deixa louca, Marcos. Me faz sentir uma garota de 20 anos", disse Inês, quebrando o silêncio.

"Adoro estar com você, Inês. Você me deixa louco."

"É? E o que você gosta em mim?"

"Tudo. Você me deixa louco, sério", disse, ciente de que era uma resposta de merda e que na verdade não dizia nada.

"Sabe, às vezes penso que é uma loucura. Você poderia ser meu filho. Mas quando estamos juntos, você me faz sentir mulher, me sinto linda."

Dei um beijo terno nela, e ficamos um tempinho aconchegados.

"Inês, eu vi o Gustavo com a amante dele. Tinha que te contar. Não sei se você sabe quem é."

Ela me olhou com uma cara estranha. Eu ia continuar falando, mas ela me cortou.

"Marcos, não sei o que você viu, mas obviamente não pode contar pra ninguém. Você entende isso, né?"

Obviamente eu não entendia nada, mas fiz que estava por dentro e disse pra ela ficar tranquila. Embora por dentro eu ficasse pensando se ela sabia que o marido era viado e, se sabia, o que ela queria ou sentia.

Marcos, pra ninguém, hein.

A forma como ele pronunciou esse "ninguém" foi como tentar engolir gordura fria, não conseguia assimilar. Entendi que ele se referia à Lula, mas essa mania de ficar fingindo as coisas estava me deixando desconfortável. Ele entrou no banheiro pra se arrumar um pouco. Nisso, meu celular tocou, era a Lula perguntando se eu ia pro bar de sempre naquela noite. Disse que sim e que, se ela quisesse, a gente se encontrava lá e ela acertava a dívida. Quando desliguei o fone, qualquer dúvida que eu tinha derreteu, estava de novo numa nuvem de fumaça onde tudo parece estar bem.

Inês saiu do banheiro e começou a rir, o que me trouxe um pouco de volta à realidade.

— Era minha nenê no telefone? — disse ela rindo maliciosamente.

Olhei pra ela sem entender.

— Sua cara se transforma, hehehe.

Como resposta, a abracei e dei um beijo nela.

— Fico assim quando olho pra você?

— Hahaha, mais ou menos assim. Parece que você gosta das duas.

Continuamos conversando e, finalmente, ela se vestiu e foi embora, mas não sem antes a gente trocar uns carinhos pra aliviar um pouco a tensão.

Continua na parte 5.

Desculpa aos seguidores, essa volta realmente me complicou porque tem muito intervalo de tempo e fica meio longo, mas senão não ia dar pra entender nada. Prometo não demorar tanto com o que vem por aí.

Em outra ordem de coisas, tô pensando em montar uma história com uma aventura virtual, que seria ficção, com alguma das escritoras da página. Se alguma topar, me manda uma mensagem privada que eu conto direitinho.

😛 😛 🙎‍♂️ 🤤 🤤

10 comentários - Origens 4: Perverso

tremendo amigo!!!!!!!!
mis +10 puntines...
como venimos... ehhhh!!!!
felicitaciones
Que te puedo decir?

buenisimo como siempre 😉 😉

a favoritos y volvere

besosssss

micamorocha
sos un groso!!! espero las 5 parte y muchos mas relatos tuyos!!! te dejo +5 para que tengas un incentivo!!!
A ver... Yo me la juego que conseguiste darle a Lula... Capaz que en el capítulo 8 ó 10, pero estoy segura... Eso sí, mientras tanto cada vez te enfiestaste más minas! Yo creo que no pudiste convertirte tan rápido de buen muchacho a morboso hdp... Eso no fue una conversión, al morboso hdp lo tenías adentro, simplemente Inesita te lo hizo salir... Y vos de ahí en más le entraste a cuanta fémina se te cruzara...

Buen relato, Morocho, esperamos más!

Besos.
Excelente relato gracias por compartir, vale la pena hacer el seguimiento jajajaaa, ademas hay ventaja cuando pasa el tiempo ya se pueden ver todas las partes y no hay que sufrir con la espera, así como tipo novela!!!