Boquete na cozinha de casa

Olá, amigos, como vocês estão? Sou novo nisso, mas vou tentar fazer o melhor possível.
Eu tinha uns 20 anos e minha namorada 19, éramos namorados oficialmente, com a permissão dos dois pais. Nem preciso dizer que eu ia na casa dela e ficava várias horas lá, mas nunca dormia porque os pais eram daquelas pessoas conservadoras que não aceitavam o namorado dormir na casa da namorada, mesmo que pudesse ficar no quarto dos dois irmãos homens que ela tinha. A casa dela era bem espaçosa, tinha uma cozinha e duas salas, uma delas separada só por vidros, ou seja, dava pra ver de uma sala o interior da cozinha.
Uma noite, umas 22h30, eu e minha namorada estávamos conversando sozinhos na sala, sentados num sofá de um lugar, como dois namoradinhos falando baixinho o que um queria fazer com o outro. Os pais estavam a poucos metros (uns 4 metros) vendo TV. Ela, que ficava mais excitada a cada segundo, quando eu dizia que tava com a pica dura e queria que ela me chupasse. Tenho que admitir que ela era uma gostosa super ousada, se arriscava pra caralho em situações difíceis só pra transar. Sentados como estávamos, ela começou a acariciar minha pica por cima da calça, as mãos dela percorriam meu volume de cima pra baixo, me olhava com cara de puta e mostrava a língua, dizendo "quero sua pica".
Eu tinha afrouxado a calça (que na verdade era uma bombacha de peão de campo, cheia de botões, mas muito confortável de usar), e ela enfiava a mão, tocando minha pica e me masturbando. Tudo isso ainda sentados no sofá, com os pais a 4 metros, separados por um corredorzinho. Eu tava quase gozando de tanta masturbação, ficamos assim uns 5 minutos até que ela disse: "Vamos pra cozinha, quero chupar bem sua pica". Eu tava meio nervoso porque os pais estavam muito perto, mas a vontade de ela tirar minha Eram maiores. Aí fomos pra cozinha, fiquei encostado na bancada, ela andou os 4 metros que nos separavam dos pais pra ver se tinha chance de eles verem, foi garantir que estivessem entretidos na TV, até fez um comentário engraçado e voltou pra cozinha onde eu esperava com a pica dura e meio nervoso. Rápido e sem dizer nada, ela se agachou, pegou minha pica com uma das mãos e enfiou inteira na boca, chupava com alma e vida, dava pra ver na cara dela que tava curtindo, me olhava como uma puta, a língua dela brincava com minhas bolas e a cabeça da minha pica. Dava pra ouvir a respiração dela entrecortada e de vez em quando a pergunta clássica: "Cê tá gostando, pai?" Eu: "Sim, meu amor, continua!" Ela chupava sem parar e depois de uns minutos falou: "Me dá seu leite, por favor, me dá seu leite!" Eu, que já não aguentava mais, falei: "Quero que você engula tudo." Ela respondeu: "Sim, pai." Depois de uns minutos chupando minha pica das bolas até a cabeça e pedindo que queria o leite, quando ela percebeu que eu ia gozar, disse: "Tudo na minha boquinha, por favor." Aí comecei a gozar na boca dela, ela gemia, olhos fechados e boca bem aberta pra não deixar escapar uma gota de porra, eu me contorcia de prazer. Num momento ela abriu os olhos e me encarou, viu minha cara de tesão. E um segundo depois engoliu tudo de uma vez, suspirou e, sem soltar a pica ainda dura, começou a passar ela no rosto todo pra espalhar o pouco de porra que tinha ficado na minha glande. Depois se levantou, abriu a torneira da cozinha, lavou o rosto e enxaguou a boca. Eu rapidamente abotoei a calça e, quando terminei, percebi que uma gotinha de porra tinha me sujado e tava aparecendo, então coloquei a camisa pra fora da calça pra não dar pra ver. Os pais continuavam na TV dando risada, a mina me fez um boquete e engoliu tudo antes que viessem os cortes. publicidade. Espero que gostem, um abraço.
Depois deixo mais histórias pra vocês!

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