Aprendiendo de mi hermana

Para começar uma boa história...

Oi, meu nome é Marina e quero contar o que aconteceu comigo no fim de semana em que meus pais viajaram para comemorar o aniversário de casamento e deixaram eu e minha irmã Claudia sozinhas em casa. Estavam chegando as provas finais do curso, então eu planejava estudar o máximo possível, assim teria o verão inteiro para curtir. A verdade é que sou meio distraída e, como tenho internet no quarto onde durmo, às vezes prefiro estudar ou ler na sala. Mas nesse fim de semana, não contei com uma coisa: Claudia tinha aproveitado que meus pais saíram para trazer Carlos, o namorado dela de alguns meses.

Claudia é mais velha que eu, e sempre peço conselhos a ela sobre tudo, principalmente sobre caras. Já tive uns rolos, mas nunca passaram de um amasso de peito por cima do sutiã ou de mãos na minha buceta por cima da calça. Já Claudia, muitos domingos vinha ao meu quarto e me contava como tinha sido o fim de semana dela. Não que ela entrasse em detalhes, mas sempre me deixava com água na boca falando das suas conquistas.

Claudia e eu somos fisicamente como a noite e o dia. Claudia é morena com cabelo cacheado, olhos verdes e sardas que dão um ar safadinho a ela. Tem uns peitões que, quando vamos à praia, ela não perde um segundo para mostrar. E por não ser muito alta, isso dá um visual bem sexy. Ela gosta de se vestir de forma provocante, com tops ou camisas brancas, muitas vezes sem sutiã, e saias curtas, botas altas e, agora no verão, chinelos bem confortáveis.

Já eu, sou loira de olhos azuis e pele branca. Não tenho muito peito, mas eles são durinhos e com os mamilos duros quase sempre. Não faço topless, mas adoraria, já que tenho vergonha porque meu bronzeado é irregular. Tenho mudado meu guarda-roupa e agora sou um pouco mais ousada do que antes. Já saí na rua algumas vezes sem sutiã e, pra falar a verdade, é uma sensação muito gostosa o atrito do mamilo com o top, que é o que... Costumo usar, também uso fio dental, normalmente branco e gosto de usar calças justas que realcem minha bunda.

Na sexta-feira à noite, tudo começou. Meus pais se despediram de nós, dizendo que voltariam no domingo, que nos ligariam algum dia, que a geladeira estava cheia, que não convidássemos muita gente e que fôssemos boas filhas. Cláudia se encarregou de que fossem tranquilos, lembrando-lhes em tom brincalhão que era o aniversário deles e que o que deviam fazer era aproveitar. Quando fecharam a porta, Cláudia se dirigiu a mim e disse:

- Marina, você tem que estudar, né? Então vamos lá, porque eu tenho coisas muito importantes para fazer. - Ela pegou o telefone e começou a discar um número.

- Carlos? Não tem ninguém por aqui, quando quiser pode vir pra cá. Não, não traz muita roupa, você não vai precisar.

Eu estava de pé ao lado de Cláudia e na hora entendi o plano da minha irmã. Ela ia trazer o namorado, ou melhor, o ficante dela pra casa e eles iam foder o fim de semana inteiro, enquanto eu estaria estudando e ouvindo o quanto eles estariam se divertindo. Carlos era o protótipo de cara com quem eu nunca sairia. Puro músculo, sem cérebro, sempre falando de esporte e sexo. O bom é que ele era gostoso pra caralho e, por ser mais velho que eu, eu o via como outra figura de autoridade, mesmo que ele nunca impusesse sua vontade, sempre fazia o que Cláudia queria.

- E aí, vai ficar aqui pra dar oi pro Carlos? Você sabe que ele vem pra fazer o que tem que fazer.

- É, mas eu não estava pensando em estudar agora, pretendia fazer isso depois do jantar.

- Bom, a gente janta alguma coisa e você vai estudar, mas não fica no chat, não é a primeira vez que te pego com esses pivetes da escola.

- Não, não tenho um monte de tarefa, relaxa que se eu for pro computador é pra um trabalho que quero fazer.

- Assim que eu gosto, que seja a menina boazinha que eu conheço, não quero que os pais me culpem por você não ter estudado, eu estou responsável por você, lembra. -Bom, mas saiba que já sou grandinha pra me cuidar sozinha.

-Em algumas coisas sim, e em outras sua irmã tem que dar uma mãozinha, você sabe, Marina.

Fui pra cozinha e preparei uns sanduíches pros três, enquanto a Claudia já tinha ambientado a sala com velas, incenso, luz apagada e tinha ido se trocar. Bateram na porta e fui abrir. Lá estava o Carlos, com seu sorriso bobo, duas garrafas de vinho na mão e vestido como se fosse pra praia: bermuda, chinelo e camiseta.

-E aí, neném! Fim de semana pra trazer algum gatinho pra casa? - disse o bobão.

-Não tenho muito trabalho lá em cima, então vocês vão me ver pouco.

A Claudia apareceu na sala, com um top branco que mostrava o umbigo, uma minissaia jeans e descalça.

-Bem, vamos jantar então! - disse energicamente.

Nos sentamos no sofá, de frente pra TV, e enquanto comia meu sanduíche, tentei me concentrar no filme que passava na televisão, mais pra não ouvir as risadinhas que a Claudia e o Carlos trocavam. Ela tinha colocado as pernas no colo dele e se mexiam tanto que me deram uma cotovelada que quase me engasguei.

-Não podem esperar um pouco, até a gente terminar de jantar? - falei.

-Oi, Marina, se você tá irritada com tudo que te espera pra estudar, o problema é seu. - minha irmã me respondeu.

Então terminei de jantar e, sem sobremesa, dei boa noite e quase sem olhar pra eles, subi pro quarto.

Fechei a porta, pensando como eles me pareciam uns idiotas, e sentei na cadeira da escrivaninha. Pensei em qual abrir primeiro: Introdução à Filosofia ou Fundamentos Biológicos. Que emocionante, pensei, e me aprofundei no mundo das células e tal. Meia hora de leitura intensa depois, pensei em quantas mensagens teria no email, então abri a caixa de entrada e vi que tinha várias, propaganda, claro, e algumas da Verônica, minha colega. Não precisava pensar muito sobre o assunto delas, já que não fazia... Falta ser moleque pra trocar e-mails pornô. Abri o primeiro que se chamava "espiando sua vizinha", me acomodei na cadeira e começou a aparecer uma imagem na tela de uma garota de calcinha num sofá se acariciando, e logo em seguida outra imagem de uma casa onde um cara com um binóculo observa a situação. Junto ao cara tem uma mulher que pede o binóculo pra ver e começaram a se tocar entre eles.

Eu tinha me posto confortável tirando a roupa que eu tinha vindo da rua e colocado o pijama, que é de duas peças, uma blusa e um short rosa, e por baixo minha calcinha branca. Mas a situação me fez querer ficar ainda mais confortável, já que o tesão que eu estava sentindo vendo o vídeo fazia com que eu tivesse roupa demais.

Então me levantei, desabotoei a blusa e deixei meus peitos ao ar, desci o short e ficando só de calcinha, me recostei na cadeira e apertei o play pra continuar com o vídeo. O volume estava baixo, mas eu adivinhava toda a linguagem que os participantes do vídeo emitiam.

Prestei atenção na garota que estava sozinha, que tinha começado a se masturbar, e pensando em como a Verônica era safada e no tesão que eu estava ficando, me joguei na cama e comecei a acariciar meus peitos, pra descer aos poucos pela minha barriga e subir de novo pros meus peitos. Reconheço que eles não são muito grandes, mas o prazer que eu sinto quando acaricio meus mamilos faz com que eu esqueça do tamanho.

O vídeo continuava, já não tinha a mesma visão que na cadeira, mas tanto faz, eu estava mergulhada numa onda de prazer. Desci até minha calcinha e comecei a explorar minha buceta. Eu tinha depilado de manhã, então não encontrei nenhum obstáculo peludo, desci pro clitóris e senti que estava molhada. Sorri e introduzi um dedo entre os lábios.

Me escapou um suspiro, meu coração acelerou e até achei que minha vista embaçou. Entre sorriso e surpresa, pensei que alguém abria a porta. Estavam abrindo a porta!

— Marina, querida, isso... você vai ver, não fui eu... Muito... - soou a voz da Cláudia.

Me cobri com o lençol até o pescoço e meu rosto, que era a única parte visível, ficou petrificado.

- Marina, você já foi dormir, mas você tem as provas na segunda. - Cláudia já tinha entrado e, claro, o Carlos vinha atrás feito um cachorrinho.

- É que... não estou me sentindo muito bem... sabe... - de repente pensei: o vídeo! Olhei para o computador e lá estava uma mina se tocando e um casal na casa ao lado transando com uma luneta para não perder nenhum detalhe.

- Cláudia, pode me trazer um copo d'água! - exclam.

- Ei, não precisa gritar, Carlos, traz um copo d'água para minha irmã!

O Carlos obedeceu e se virou, e fiquei sozinha com minha irmã.

- Por que você está toda coberta e, ei, o que o pijama está fazendo no chão? E, Marina, esse vídeo!...

Ela puxou o lençol de uma vez e deixou meu corpo à mostra, com a calcinha na altura dos joelhos, minha buceta estava molhada e, com a tensão da situação, pulsava no mesmo ritmo que o coração. Ela olhou nos meus olhos e sorriu. Não se preocupa, Marina, se veste que eu digo para o Carlos ficar lá embaixo. Deu um berro pelas escadas, entrou e fechou a porta.

- Marina, eu... queria me desculpar... e não sabia que... bom, claro, eu imaginava...

- Cláudia, sabe, meu corpo pede muitas vezes... você sabe...

Parecia uma conversa de surdos até que a Cláudia disse:

- Ei, você sabe que a gente pode resolver isso.

- Do que você está falando?

- Você espera, saiu do quarto, ouvi outro berro da minha irmã e ela entrando no quarto do papai e da mamãe e, no mesmo instante, voltando com uma mão atrás das costas.

- Acho que levaram quase todos, mas temos sorte, deixaram esse. - disse, mostrando um consolo preto de dimensões consideráveis.

- Cláudia! Isso é da...!

- Da mamãe e do papai, bom, imagino que mais da mamãe.

E não consegui imaginar minha mãe com um brinquedo desses, mas parecia que não era o único que eles tinham.

- Então volta para tira o que você colocou. - me disse Claudia

- Eu fico nua? E o Carlos?

- Quer que ele suba?

- Não, não, claro que não. - e logo em seguida obedeci minha irmã e me desfiz da blusa e abaixei a calça do pijama, ficando só de calcinha. Ela pegou as almofadas da cama e colocou no chão.

- Assim ficaremos mais confortáveis - e tirou o top, deixando à mostra seus peitos grandes. Abaixou a saia e ficou só de fio dental que cobria minimamente sua bucetinha.

- Vamos, senta, e põe o vídeo desde o começo.

Sorri e obedeci. Sentei-me ao lado dela e deixamos o vídeo começar. Não demorou muito para perceber que eu estava molhada de novo e minha irmã, como uma vidente, apontou para minha calcinha e fez um gesto para que eu a tirasse. Abaixei-a e joguei em cima da cama e vi que ela fazia o mesmo.

- Claudia, eu estou muito... bom, me dá um pouco de vergonha...

- Calma, é normal, já nos vimos nuas, mas nunca numa situação como esta, só quero que você aproveite ao máximo.

Ela acariciou meu cabelo, tocou minha bochecha e me beijou nos lábios.

- Faça o que eu faço, Marina, preste atenção.

E começou a acariciar as próprias pernas, subindo pelas coxas, até chegar à virilha. Subiu pela barriga, para alcançar os peitos e parar nos mamilos. Colocou dois dedos na boca e desceu até o clitóris e começou a fazer círculos bem devagar, soltando alguns gemidos.

- Faça o que eu faço, Marina. - disse fechando os olhos e com um tom de voz que me deixou ainda mais excitada, se é que era possível.

Comecei a fazer o mesmo que Claudia e com o movimento meus pés começaram a brincar com os dela, ela me devolveu um sorriso safado e continuou com seus suspiros e gemidos, enquanto eu não conseguia parar de olhar seu corpo, eu precisava de algo mais, não sabia bem o quê, mas meu corpo nesta situação pedia algo mais, então fixei meus olhos em seus peitos e, inevitavelmente, me inclinei para lamber um de seus mamilos, ouvi um sussurro e entendi que não tinha me enganado. Eu estava fascinada com seus peitos, então agora não só os lambia mas também brincava com minhas mãos.
Claudia pegou o consolo que havia deixado ao seu lado e começou a introduzi-lo na sua buceta.
Olhei para ela, dessa vez não sorriu, mas a expressão de prazer no rosto dizia tudo.
Ela começou a gemer tão alto que me lembrei de Carlos pela primeira vez, mas não me importei, e pegando minha mão e segurando o consolo, enfiei-o várias vezes na sua buceta até que ela gozou de um jeito que agarrou minhas costas com as unhas e tive certeza de que tinha deixado marcas.
Mas não me importei, Claudia se jogou no chão e com a língua começou a comer minha buceta, me olhando nos olhos de um jeito tão tarado que eu gozei, acho que foi a vez mais intensa que me lembro.
Nos abraçamos e ela se despediu com um beijo e um sorriso safado nos lábios.
Entrei na cama, não tinha intenção de estudar, queria dormir com o gosto na boca do que tinha acontecido no quarto.

Acordei tarde, quando vi as horas eram 11h da manhã, e sentia no meu corpo uma sensação especial, estava muito relaxada, me sentia solta e alegre.
Peguei roupas, um short, uma camiseta e uma calcinha e fui ao banheiro.
Não ouvia nenhum sinal de Claudia ou Carlos, espreitei no quarto deles e só encontrei a cama dos meus pais desfeita, então entrei no banheiro e tomei um banho que me deixou ótima.
Ao sair do banho, me olhei no espelho do banheiro e me senti e vi sexy, esbocei um sorriso e vesti a roupa.
Desci para a parte de baixo e nada, não havia nenhum sinal, por um momento pensei que o que tinha acontecido no meu quarto com Claudia era produto da minha imaginação, mas então pensei que, com a manhã ensolarada que tinha amanhecido, possivelmente estariam na varanda.
Subi as escadas e abri a porta que dava para a varanda da casa e lá estavam eles, tomando sol como dois lagartos.
Carlos estava de bruços numa rede com uma sunga e fones de ouvido, o que fez... que ela não percebesse que eu tinha chegado e Claudia estava sentada sobre uma toalha, lendo uma revista. Estava de topless e sua pele brilhava, graças ao óleo que usava.

— Marina! Como foi a noite? Estudou muito? — perguntou como se nada tivesse acontecido entre a gente.

— Não, isso… bem… acho que vou aproveitar o dia de hoje.

— Como quiser, está um dia esplêndido para ficar aqui fora, então se você se animar…

Carlos reagiu e me dirigiu um sorriso e fez um cumprimento que não entendi, me limitei a levantar a cabeça e saí do terraço. Desci as escadas e um sentimento contraditório foi tomando conta de mim. Será que minha irmã poderia ter esquecido ou, pior ainda, não ter dado importância à experiência de ontem à noite? A nuvem na qual eu estava viajando estava tocando o chão e isso me fez pensar que o que eu devia fazer era aproveitar o tempo. Entrei no quarto e comecei a me cercar de livros e mais livros.

Na hora do almoço, Claudia subiu ao meu quarto e disse que tinha feito pizza, que eu descesse para comer com eles, mas eu disse que, se ela não se importasse, subiria minha porção e comeria enquanto estudava. Ela não fez objeções. As horas passaram e eu só parava para ir ao banheiro ou para bater papo com algum colega, mas só para perguntar como estavam indo as coisas.

Chegou a hora do jantar, desci com a intenção de pegar algo da geladeira e subir, quando Claudia, que estava preparando algo para o jantar, me disse:

— Por que você não fica com a gente? Depois vamos colocar um filme, sabe, uma distração?

— Não tenho muito trabalho ainda.

— Marina, o que aconteceu ontem à noite não deve te confundir…

— Não, já sei, fica tranquila.

— Olha, eu queria ter falado mais tranquilamente com você, mas…

— Não se preocupa, de verdade.

Peguei algo para o jantar e subi para o quarto. Minha irmã queria me dizer algo, mas, na verdade, eu não sabia do que se tratava, então continuei sem dar importância e foquei no que era meu. Por volta das onze da noite, me deu vontade de ir ao lavabo, então me levantei e quando ia sair do quarto, vi que no chão ao lado da minha cama estava o consolo que havíamos compartilhado na noite anterior com tanta fogosidade e que surpreendentemente pertencia ao papai e à mamãe. Então peguei ele e fui ao banheiro, lavei e me dirigi ao quarto dos meus pais para deixá-lo na mesinha da mamãe, quando para minha surpresa vi minha irmã nua montada em Carlos e se movendo no ritmo dos gemidos dele. Fiquei petrificada, olhando para eles e ainda mais quando Claudia virou a cabeça e me viu na porta com o consolo na mão.

- Marina! Mas... você não estava... estudando... ahhhh

Não conseguia parar de olhar para eles, nem sair do quarto, meus mamilos estavam duros como pedras, e sentia uma vontade de ver mais de perto que se tornou realidade quando Claudia me disse:

- Marina, vem, por favor vem aqui.

Me aproximei da beirada da cama enquanto eles não paravam de foder na minha frente. Agora tinha uma visão perfeita deles. Carlos estava encharcado de suor e tinha pela primeira vez uma expressão diferente da do bobão que eu conhecia. Claudia estava, bom, estava como eu a tinha visto na noite passada, muito sexy.

- Tira a roupa, vamos, fica nua - me disse Claudia quase sussurrando.

Tirei a camiseta, deixando meus peitos ao ar, desabotoei o short e desci a calcinha.

- Sobe na cama, isso, bom agora só quero que você observe, certo, veja como sua irmã fode.

Assenti e não perdi nenhum detalhe de como ele a penetrava, como mudavam de posição, como se apalpavam, beijavam e como se olhavam e diziam palavras que me excitavam. Me masturbei vendo eles e gozei duas vezes, acho que menos que minha irmã. Quando terminamos, minha irmã me despediu com um beijo e disse até amanhã.

Me enfiei na cama só de calcinha e com um sorriso nos lábios e como não conseguia parar de imaginar Claudia nua fodendo com Carlos, desci a calcinha até os tornozelos e comecei a massagear meus seios, comecei a suspirar e desci até a barriga, coloquei uma mão na minha coxa e a outra no meu púbis, ouvia sons de gemidos do quarto onde estava Claudia, mas já não sabia se era imaginação minha ou se eles continuavam na deles. Acariciei meu clitóris e notei que já estava encharcada, então não esperei mais e primeiro um e depois dois dedos introduzi na minha boceta quentinha, mudei de posição, virei de lado, abri mais as pernas, coloquei os dedos na boca e com a língua os chupei e voltei para minha boceta. Olhei para a porta esperando que se abrisse e que Claudia entrasse nua e se enfiasse na minha cama, mas não aconteceu, alcancei um orgasmo e dormi placidamente.

Voltei a acordar tarde, desci para tomar um café da manhã e encontrei Claudia sozinha na cozinha.

- E o Carlos? - perguntei.

- Ele foi embora. - respondeu.

Por quê? Não iam passar o fim de semana juntos?

- Ele já fez o que tinha que fazer, Marina. - disse esboçando um sorriso. Vem almoçar que você tem que estudar, segunda-feira tem provas.

Aceitei, mas não conseguia sair do espanto com as reações de Claudia. Ontem fodendo como loucos, e hoje ela manda ele embora. Passei a manhã estudando na sala, Claudia alternou entre tomar sol e ouvir música. Almoçamos juntas na sala, vendo TV e rindo dos programas que passavam. Me sentia muito bem com ela, não falávamos sobre nada do que aconteceu, mas dava para notar uma cumplicidade que me confortava. Recolhemos os pratos e nos jogamos no sofá. Claudia estava usando um top branco que marcava seus mamilos e uma calcinha, e como suas pernas estavam em cima do sofá, estava descalça. Eu tinha vestido uma camiseta de basquete sem sutiã e estava com um fio dental preto minúsculo. Estava recostada em um lado do sofá com minhas pernas em cima das de Claudia, entre a comida e o sol que entrava pela janela, comecei a ficar com sono e adormeci. Tinha um sonho muito prazeroso, alguém fazia carícias nas minhas pernas e subia até minha bucetinha, afastava o thong e ohhhh! Começavam a lamber meu clitóris, que sonho, que não pare por favor! Então ouvi a voz da Claudia e percebi que aquilo não era um sonho, que minha irmã estava comendo minha xota no sofá da sala, sorriu e me disse:

- Boa tarde, dorminhoca! - e continuou brincando com a língua.

Imediatamente tirei a camiseta, deixando meus peitos ao ar, e Claudia arrancou meu thong jogando no chão. Ela se ajoelhou no sofá e tirou o top, deixando eu ver seus lindos peitos. Continuou lambendo e introduzindo seus dedos na minha buceta, e eu gemendo e me contorcendo de prazer no sofá, e preferi fechar os olhos para me entregar à situação. Quando os abri, não podia acreditar no que estava vendo. Meus pais! Sentados na outra parte do sofá com um sorriso no rosto, e minha mãe levando o dedo aos lábios pedindo silêncio. Isso já era...! Pois devia ser o começo, porque minha mãe tinha começado a desabotoar a blusa, tirar os sapatos e abaixar a saia, enquanto meu pai fazia o mesmo com sua roupa, e enquanto Claudia, alheia à situação já que estavam de costas para ela, continuava me masturbando. Minha mãe tirou as calças do papai e pude ver seu pau empinado! Enquanto minha mãe tirava o sutiã e pude ver seus peitos, que era comum ver, e abaixou a calcinha deixando sua buceta ao ar. Estava excitadíssima, ninguém dizia uma palavra, mas tudo se entendia. Minha mãe se posicionou para fazer um boquete no meu pai, que já gemía de prazer, tinha uma visão perfeita da situação, então o tesão de ver meus pais fodendo na minha frente estava se tornando realidade. Então levantei o queixo da Claudia e indiquei para ela olhar onde estavam papai e mamãe, ela me olhou e riu. Mamãe tinha parado de usar a boca e agora estava sendo penetrada pelo papai, Claudia me disse para me tocar e como já tinha gozado, pensei que aguentaria mais. Claudia se... meio que baixei a calcinha e começamos a nos masturbar vendo nossos pais transando.Minha mãe olhava pra gente e sorria, e meu pai fazia de tudo pra não olhar, imagino que pra aguentar mais, mas não conseguiu e gozou em cima da minha mãe. Na mesma hora, a gente também gozou, quase ao mesmo tempo, e minha mãe, que também estava se tocando, gozou gritando que nem uma louca.E ficamos ali um tempinho no sofá, pelados, nos acariciando e rindo, sabendo que minha sexualidade tinha mudado pra sempre.

6 comentários - Aprendiendo de mi hermana

Bebe23
BUEN RELATO, ME GUSTO..SI PODES HACELO UN POCO MAS VISUAL..AGREGALE ALGUNA OTRA COSA...IGUALMENTE ESTA BUENO!