VICIADA NO LEITE DO PAPI
Oi, meu nome é Laura e tenho 20 anos. Moro no interior e, depois de pensar muito, decidi contar minha experiência sexual mais perversa:
Eu amo meu pai, ele é um cara muito simpático e divertido, em poucas palavras, é um ótimo pai. Mas, de repente, parei de vê-lo como pai, ou seja, ele deixou de ser meu pai e se tornou um homem aos meus olhos. Um homem que eu sabia que se masturbava todo dia de manhã, à tarde e à noite. E sempre fazia no mesmo lugar: no banheiro.
Desde que o peguei se masturbando, tenho um mistério para resolver: qual é o gosto daquela quantidade enorme de jatos de leite fresco que ele solta quando se masturba?
Sempre aproveitava as distrações e a falta de cuidado dele, e foi assim que comecei a espiá-lo quando ele estava no banheiro e se sentia seguro de que ninguém o observava — seja porque eu estava dormindo, porque não estava em casa ou qualquer situação parecida. Quando o via, me deparava com a figura dele em pé na frente do vaso, parado; claro, com exceção da mão, que se movia rapidamente para trás e para frente.
Na primeira vez que vi o pau dele, achei muito grande; maior do que eu imaginava. Os olhos do meu pai geralmente ficavam fechados quando ele se masturbava. Ele gemia discretamente e murmurava palavras que eu não entendia de onde estava.
Das poucas frases que consegui entender, foram:
— Siim... chupa ele... chupa ele assim... quero que você prove todo o meu leite. Amo tanto seus peitos... sempre sonhei com eles. Quero gozar nos seus peitinhos... hmm
Geralmente, eu terminava super excitada, sentindo meus bicos endurecerem e umas sensações deliciosas na minha buceta, que ficava molhada e pulsava enquanto meu corpo ficava imóvel vendo meu pai se masturbar.
O que mais me surpreendeu foi a quantidade enorme de jatos de líquido meio transparente que o pau dele soltava. Por Geralmente, ele sempre fazia isso acompanhado de um gemido enorme de prazer que fazia vibrar as paredes do banheiro e todo o meu ser. Era tipo um sinal de que eu tinha que ir correndo pro meu quarto, e eu fazia isso pra ele não me pegar espiando.
O pau dele, mesmo eu sabendo que era algo proibido e errado de pensar, sempre me pareceu a coisa mais sexy e gostosa que eu já tinha visto na vida. Pelo menos era o que meu corpo tremendo e ansioso pra experimentar qualquer relação sexual me dizia; e pode acreditar, o corpo não mente.
Foi assim que, guiada pela curiosidade, com o passar dos dias, com as visitas diárias aos sites pornô e com as conversas constantes entre amigas, aprendi a me masturbar. Então, toda vez que meu pai terminava de se masturbar e tomava um banho, eu, na privacidade do meu quarto, me masturbava pensando naquele pau gostoso dele.
Quase sempre eu gozava na mesma hora que meu pai saía do banho. Foi assim que, encorajada por uma amiga minha, que me confessou que o irmão dela costumava deixar resto de porra na parede do banheiro toda vez que se masturbava, fui ver se acontecia o mesmo com meu pai.
Quando cheguei no banheiro, a primeira coisa que fiz foi trancar a porta. — Claro, não queria que ele me pegasse procurando a porra dele. — Depois, examinei cada detalhe das paredes do banheiro. Parecia tudo normal. — Talvez meu pai seja cuidadoso mesmo e não seja igual ao irmão da minha amiga. — pensei, mas quando já ia embora, bem ali, pertinho da pia, estava o que parecia ser um pedacinho de esperma! Bingo! — falei pra mim mesma, e na hora veio um pensamento bem tentador e perturbador na minha cabeça.
Levada pela tentação, acabei cedendo aos desejos do meu corpo e, esticando a mão, peguei aquele pedacinho de porra escorrendo pela parede. Era bem pegajoso, parecia grudar na minha pele.
Sem limpar a mão, levei ele pro meu quarto, me deitei na cama e examinei. cuidadosamente o leite do papai. Finalmente fiz o inimaginável; provei! Com um dedo peguei um pouco e levei até minha boca, saboreando devagar. A primeira coisa que me impactou foi o cheiro. Era um cheiro forte e penetrante, mas o sabor era delicioso; salgado mas ao mesmo tempo doce. Picante e poderoso.
Me senti mal mas ao mesmo tempo muito bem por ter provado o leite do papai, tanto que acabei comendo todo o leite da minha mão, deixando um tempinho na boca pra degustar completamente.
Aquela noite não consegui dormir pensando no sabor gostoso do leite do meu pai. Sabia que era errado mas, por Deus, tinha adorado pra caralho o gosto. Nunca tinha provado nada igual e talvez saber que era o leite que saía daquela rola bonita e excitante, pela qual eu era tão obcecada, tornava tudo ainda mais atraente.
Na manhã seguinte, quando acordei, sabia que não seria suficiente. Queria provar de novo. Nos dias seguintes, me masturbei várias vezes ao dia. Passei as próximas semanas esperando meu pai se masturbar pra ir examinar as paredes do banheiro.
Rapidamente, o leite dele tinha se tornado uma obsessão pra mim. Eu era uma viciada no leite do papai. E meu pai, sem saber, tava me alimentando com o leite dele!
Logo meu vício piorou e agora não me contentava mais em provar da parede, já não era suficiente, queria provar direto da fonte! Sabia que isso era praticamente impossível. Mesmo que mandasse sinais pro meu pai ou deixasse claro o que queria, sabia que ele nunca toparia uma parada dessas.
Mas aos poucos as coisas pareceram se encaixar sozinhas. Meu pai me apresentou uma nova namorada. Chamava Marisol e os dois começaram a passar bastante tempo juntos.
Marisol era uma mina de 32 anos, bem legal, altura média, cabelo cacheado e preto, pele branca e um corpo magrinho. Nunca usava sutiã. Os peitos dela eram menos da metade dos meus e Os bicos dos peitos dela viviam marcando na roupa. Ela passava os fins de semana em casa e, quando já era bem tarde, eu chegava perto da porta do quarto do meu pai e ouvia os dois fodendo como loucos a noite inteira.
Mesmo a Marisol sendo uma mina bem legal, logo virou um baita problema pra mim. Meu pai tava sempre feliz e de bom humor, isso eu curtia, mas com a Marisol do lado ele tinha parado de bater punheta! Ele só fazia isso uma ou duas vezes por semana, e isso era muito menos do que eu precisava.
Quando chegava o fim de semana, eu ficava cada vez mais ousada à noite. Chegava tão perto da porta dele que praticamente colava a orelha. Foi assim que descobri que a Marisol tinha uma boquinha bem safada na hora do sexo:
— Vai, filho da puta… Aaahhhh… me dá… me dá duro, seu gostoso! Hmm Me fode… Me fode com esse pau duro e grosso que você tem! Hmm
Mais de uma vez eu me masturbei no corredor ou até do lado de fora do quarto enquanto ouvia os dois transando. Mas teve uma vez que eles não fecharam a porta e eu pude ver boa parte do sexo deles.
Naquela vez, vi como meu pai tratava a Marisol com força na cama. Ele chamava ela de puta e vagabunda várias vezes e dava uns tapões na bunda dela que ecoavam forte no rabo empinado da Marisol.
Não consegui evitar de passar os olhos pelo corpo nu do meu pai, o corpo de homem maduro dele, pelo no peito e nas pernas, mas principalmente meus olhos grudaram no pau dele ereto. Era tão grosso, tão cheio de veias e brilhava por causa dos fluidos da buceta da Marisol, eu acho. Era algo que eu nunca tinha visto na vida, acho que naquele momento me senti orgulhosa de ser filha de um homem tão másculo e tão bom amante na cama quanto meu pai.
Ele a manuseava como se fosse uma boneca de porcelana. Levava ela de um lado pro outro, metia no cu dela, na boca, na buceta, colocava ela de quatro na cama, em cima o chão, ela fazia ele montar nela, enfim, meu pai parecia ser um verdadeiro mestre no sexo!
Acho que ver como meu pai mandava bem no love acabou me excitando tanto a ponto de eu me jogar de costas na parede e me masturbar no chão olhando eles foderem. Tive meu orgasmo bem na hora em que meu pai e a Marisol faziam um 69 perfeito na cama. Fechei os olhos e tive que morder meus lábios pra não acabar gritando que nem uma louca enquanto me contorcia toda no chão. Quando abri os olhos, levei um susto ao ver que a Marisol estava me olhando diretamente. Parece que ela conseguia me ver apesar da escuridão do corredor. Quis correr, mas não consegui mexer nem um dedo.
- Marisol naquele momento chupava a rola do meu pai, que estava deitado de costas olhando pro teto e chupando a buceta dela.
- Marisol, pra minha surpresa, piscou um olho pra mim. Naquele instante, soube duas coisas: uma é que ela realmente podia me ver, e a outra é que não se importava com o fato de eu estar espionando eles.
Ela tirou o pau do meu pai da boca e, enquanto masturbava ele com a mão, parecia estar me mostrando como ele era magnífico! Lentamente, começou a passar a língua por toda a cabeça do pau, sem parar de masturbá-lo. Ela lambia os próprios lábios como se estivesse saboreando o gosto dele – como se não soubesse que eu já sabia como o esperma dele é gostoso… Naquele momento, senti uma pontinha de inveja por não ser eu quem estava saboreando ele direto da fonte da criação.
Resumindo, a Marisol parecia ficar excitada com o fato de a filha do namorado dela estar vendo eles foderem, e ela tava realmente adorando.
Depois de alguns minutos se exibindo, eu diria, o pau do meu pai, ela se dedicou a dar um boquete espetacular que fez ele gozar em segundos. Quando os olhos da Marisol se abriram mais do que o normal e meu pai começou a levantar os quadris, sinal de que queria penetrar mais fundo na boca dela, eu soube que ele estava gozando na boca dela.
Marisol continuou chupando e mamando sem deixar escapar uma única gota de porra. - Não culpo ela, eu teria feito o mesmo.
O corpo do meu pai aos poucos começou a se acalmar. Marisol virou pra me olhar e, num movimento rápido, abriu a boca pra me mostrar toda a porra que tinha na língua. Ao fechar, piscou o olho pra mim de novo e continuou limpando o pau duro do meu pai até deixar ele quase brilhando.
Poucos minutos depois, meu pai começou a se levantar e, pegando Marisol pela cintura, eu soube que viria mais uma foda. Eu já não aguentava ficar ali. Era perigoso demais, então me levantei como pude, já que minhas pernas tremiam de tesão, fui pro meu quarto e me masturbei a noite toda.
No dia seguinte, tava meio envergonhada e mal queria encontrar a Marisol. Desci pra sala de jantar torcendo pra que tivessem ido fazer compras ou algo assim, mas qual não foi minha surpresa ao ver Marisol sentada numa cadeira tomando café.
Quando me viu, sorriu e piscou o olho, deixando bem claro que não tinha sido nenhum sonho. Passei por ela de cabeça baixa e sem dizer uma palavra. Foi aí que ela falou:
- Não precisa se envergonhar, foi excitante, não acha?
Não consegui responder. Simplesmente não conseguia articular nada.
- Eu gostei... e pelo visto você também curtiu, não é? - perguntou de novo.
- Acho que sim... - respondi.
- Te excita de verdade, né?
Só balancei a cabeça que sim.
- Seu pai me disse que desde pequena você não tem com quem conversar de mulher pra mulher. Por que não fala comigo?
- Me excita... e muito.
- Você já tinha visto seu pai transar com outra mulher antes de ontem?
Não respondi na hora. Pensei muito no que dizer. Tinha um monte de perguntas pra fazer e era verdade o que Marisol dizia, era bom ter alguém pra conversar. Não sei por quê, mas Marisol me passou uma puta confiança. Tanto que acabei contando tudo pra ela...
A gente conversou por várias horas, ela respondeu tudo que eu Perguntei pra ela e, pela primeira vez na vida, soube o que era conversar com alguém que parecia uma mãe. A Marisol parecia entender todos os meus problemas. Quando contei minha frustração por não conseguir provar o sêmen do meu pai fresco, ela ficou quieta. Parecia que tava pensando. Depois, disse que ia dar um jeito de me ajudar.
Aquela noite, meu pensamento era baseado no que a Marisol tinha falado sobre me ajudar. Não sabia exatamente o que ela queria dizer com aquilo. Quando ouvi eles chegarem do jantar, meu pai foi pro banheiro e a Marisol, colocando a cabeça na porta do meu quarto, falou:
— Vou deixar a porta aberta…
Eu mal consegui balançar a cabeça que sim.
Por alguma razão estranha, naquela noite saí nua do meu quarto, pronta pra espionar eles.
Quando cheguei, não acreditei no que vi: meu pai tava amarrado na cama com uma venda nos olhos, enquanto uma música baixa tocava no quarto.
A Marisol tava entre as pernas do meu pai, chupando o pau dele. Ela virou pra porta e me viu de pé, nua e parada. Os olhos dela pareciam não acreditar no que viam. Acho que ela nunca imaginou que eu fosse aparecer pelada.
Meu pai gemia e murmurava como ela chupava bem.
— Aaaiii, caralho!! Que gostoso você chupa essa pica!! Hmmm
A Marisol fez um sinal pra eu entrar no quarto e, quando entrei, apontou com o braço pra eu sentar na cadeira do lado da cama.
Comecei a me masturbar enquanto via ela chupando o pau do meu pai.
A Marisol chupou o pau dele até que, finalmente, meu pai começou a gozar na boca dela. Naquele momento, a Marisol me mandou chegar perto. Fui até onde ela tava e, antes que eu pudesse reagir, a Marisol segurou minha cabeça e, puxando pra perto, me deu um beijão na boca. Nunca tinha beijado uma mulher antes, mas a experiência foi muito gostosa. Enquanto a gente se beijava, a boca dela se abriu e todo o líquido que tava dentro passou pra minha boca. Parece que a Marisol tinha Guardou todo o sêmen do papai na boca e agora me dava pra provar, quentinho e fresquinho.
Quando terminei de engolir, ela me soltou e quase caí em cima do meu pai.
Marisol sorriu e, depois de fazer um sinal pra eu ir embora, começou a chupar o pau do meu pai de novo, que pelo visto nem tinha percebido o que tinha acabado de acontecer; ou seja, papai não fazia ideia de que a filha dele tinha visto eles fodendo e muito menos que tinha acabado de provar o sêmen fresquinho dele…
Eu já estava indo embora quando Marisol, depois de soltar o pau do meu pai, se levantou e veio até onde eu estava. Quando chegou perto de mim, me beijou nos lábios suavemente e, depois de um momento processando o que tava rolando, eu respondi o beijo.
Depois do beijo, ela sussurrou várias coisas no meu ouvido, aí fui pro meu quarto e me deitei na cama com as palavras da Marisol ecoando forte na minha mente…
Aquela noite fiquei com os olhos bem abertos; simplesmente sem conseguir dormir.
— Da próxima vez, talvez você possa ser a que tira o leite do seu papi… não quer chupar o pau do papai, Laurita? — Foram as palavras que Marisol sussurrou no meu ouvido. E quanto mais eu lembrava, mais meu corpo tremia de excitação.
Acho que eu tremia porque sabia perfeitamente qual era a resposta.
O que tinha começado como curiosidade — provar o sêmen do papai — tinha virado uma obsessão que ficava cada vez mais forte. Tudo tinha acontecido muito rápido. Nunca tinha pensado no meu pai desse jeito antes e muito menos imaginei que a namorada dele, que eu conhecia há tão pouco tempo, fosse ser tão perversa quanto eu, ou até mais.
Acho que foi naquela noite que decidi fazer isso. Tinha que fazer. Precisava sentir o pau dele na minha boca, aprender a chupar e aproveitar igual a Marisol fazia. Queria beber o sêmen que o pau dele soltasse de uma mamada minha.
Já de madrugada, ouvi meu pai saindo com a Marisol. Quando passaram pelo meu quarto murmuravam algo que, por mais que tentasse decifrar, não consegui. Levantei e fiquei me olhando no espelho por um bom tempo.
No dia seguinte, Marisol me levou pra fazer compras. Disse que eu podia comprar tudo o que gostasse nas lojas, que ela tinha grana de sobra pra nós duas e que eu não perguntasse como nem de onde tinha tirado, que era só aproveitar e escolher roupa. Falou que já era hora de trocar meu jeito conservador de me vestir pelo de uma mulher provocante. E olha que os vestidos que eu escolheria eram bem provocantes mesmo, porque mostravam muito e deixavam pouco pra imaginação.
Pelo visto, Marisol tinha um plano na cabeça. Ela me ajudou a escolher vários vestidos de verão que grudavam perfeitamente no meu corpo, realçando minha silhueta de mulher. Quanto mais me olhava no espelho, mais gostava de como ficavam em mim. Minha imagem de adolescente tava a caminho de virar mulher.
Quando chegamos em casa, Marisol me disse por que eu não ia pro meu quarto e vestia um dos vestidos que tinha comprado. Foi o que fiz. Me troquei na maior velocidade e, quando fiquei pronta, me preparei pra descer as escadas.
Quando ouvi uma conversa na sala, na hora parei no meio da escada. Parece que Marisol tava contando pro meu pai o que a gente tinha feito de manhã:
— Tivemos um dia ótimo. Laura precisava de uma mudança no guarda-roupa. Ajudei ela a escolher roupas que combinassem mais com o corpo e a personalidade dela… agora que você ver, vai perceber como ela tá gostosa com a roupa nova.
— Laura sempre foi gostosa… — meu pai falou num tom defensivo.
— Sim, mas se vestia mal. Sempre usava roupa largada. Não é jeito de se vestir pra uma menina tão linda que tá se transformando numa mulherzinha. Você precisa entender que ela tá prestes a se descobrir sexualmente e você tem que estar preparado, né?
— Prestes a quê?
Percebi que meu pai ficou meio desconfortável quando Marisol tocou no assunto da sexualidade.
— Já me ouviu… As garotas na idade dela também têm necessidades. Precisam começar a explorar a sexualidade delas. É algo natural. Eu vou ajudar ela com todas as dúvidas que ela tiver, claro, mas no fim das contas, você é o pai dela.
Papai não disse nada. Parecia que era a hora de me mostrar. Desci as escadas e parei pra cumprimentar ele.
— Oi, papai...
Ele me olhou, esperando tudo, menos o que viu: uma mulher gostosa na frente dos olhos dele. A cara dele disse tudo. Ficou paralisado. Levou vários segundos até conseguir encontrar as palavras certas pra falar. Finalmente, quebrou o silêncio com um: "você tá lindíssima... não consigo acreditar."
Marisol abraçou ele por trás e sussurrou no ouvido dele: "Verdade que ela tá uma delícia? Já é toda uma mulher..."
Meu pai concordou com a cabeça.
Corri pra abraçar ele. Sempre amei sentir os braços fortes dele em volta de mim, mas dessa vez foi diferente. O abraço dele era de um homem abraçando uma mulher, não de um pai abraçando a filha.
Ele me abraçou forte e disse: "Não sei o que te dizer, filha... você tá maravilhosa."
Ficamos abraçados por um tempão, até que meu pai se sentiu meio desconfortável e foi embora.
— Não acredito que você nunca percebeu... — Marisol disse pro meu pai. — Todos esses anos você teve essa gata na sua frente e nem notou?
— É que eu sou assim... — foi a única coisa que meu pai disse.
Os dias seguintes foram normais. Marisol e eu estávamos cada vez mais amigas e passávamos mais tempo juntas. Eu continuava espiando eles sempre que podia, e Marisol continuava ajudando, deixando a porta aberta e vendando os olhos do meu pai de vez em quando pra eu poder chegar mais perto e ver a transa de pertinho. Acho que até voyeur eu tava virando.
Não sei quantos meses se passaram, mas minha vida tinha mudado naquele pouco tempo o que não tinha mudado em tantos anos. Larguei os estudos, com a ideia de tirar uma espécie de ano sabático. Durante todo esse tempo, o relacionamento com a Marisol ficou mais próximo. Fiquei sabendo que a Marisol tinha se independizado desde muito nova. O mau tratamento dos pais dela e a pouca importância que davam a ela foram fatores importantes na sua saída de casa. Nunca soube exatamente no que ela trabalhava, mas sabia que ela morava em um apartamento dividido com outras três mulheres da idade dela, que, claro, nunca conheci.
A Marisol costumava me dizer que o momento em que eu me tornaria mulher estava prestes a chegar. Eu não sabia exatamente o que ela queria dizer com isso, quer dizer, sabia que ela estava falando sobre perder minha virgindade, mas não sabia com quem, quando nem onde. Mesmo assim, era tanta a minha confiança nessa pessoa, que tinha tomado o lugar de uma mãe na minha vida, que eu podia facilmente fechar os olhos e me deixar guiar por ela.
Um dia, enquanto meu pai trabalhava, a Marisol passou bem cedo para me buscar em casa. Pediu que eu me arrumasse e ficasse bem gostosa, porque a gente ia sair antes do meu pai voltar do trabalho. Ela me disse que naquele dia começaria minha preparação como mulher para o que viria num futuro bem próximo. Eu não soube o que dizer. Assim que fiquei pronta, entrei no carro dela e a Marisol já deu partida. Chegamos a um prédio numa área bem afastada da cidade. O prédio parecia ter alguns cômodos habitados e um monte vazio. Ela estacionou o carro numa das vagas do estacionamento e me pediu para acompanhá-la até falar com o chefe dela.
Achei muito estranho a Marisol trabalhar num lugar daquele. Sempre que a gente falava do trabalho dela, ela dava desculpas e, embora não tivesse me dito exatamente no que trabalhava, eu sabia que não estava indo tão mal.
Seu Félix, que era como o chefe dela se chamava, era um homem de uns 60 anos. Era baixinho, gordo e careca. Quando nos viu entrar no escritório dele, surpreendentemente cumprimentou a Marisol com um beijo na boca. Eu me senti incomodada e até ofendida com a atitude, mas, ao ver que a Marisol agia com naturalidade... Pensei em me acalmar por enquanto e, ao sair, conversar com ela e pedir uma explicação, embora com o que aconteceria depois já não fosse necessário.
Marisol me pediu para esperar enquanto ela falava com o chefe dela em particular. Sentei numa salinha de espera e — enquanto a secretária me olhava com cara de "o que essa garota está fazendo aqui?" — comecei a folhear umas revistas que estavam num balcãozinho.
Mal passaram uns minutos, Marisol voltou sozinha e me disse para acompanhá-la até a sala do chefe. Ao entrar na sala, o homem não parava de me devorar com o olhar. De repente, me perguntou o que eu estaria disposta a fazer por dinheiro, falou num tom de brincadeira, mas acho que era pra ver o que eu respondia. Virei pra olhar a Marisol e foi aí que ela tomou a palavra:
— A única coisa que essa menina quer é aprender. Digamos que em poucos dias vai ser a lua de mel dela e ela não quer decepcionar o amado, ou quer? — ela me perguntou.
Não soube o que fazer, fiquei apavorada e confusa. A única coisa que passou pela minha cabeça foi levantar e sair correndo dali. Foi o que fiz, mas quando estava quase saindo da sala, Marisol me segurou com a mão e disse pro chefe dela:
— Nos dá um minuto a sós, tá?
O homem se levantou e saiu da sala, fechando a porta atrás de si.
— 5 minutos... porque senão o efeito do comprimido vai me foder...
Assim que ficamos sozinhas, a primeira coisa que fiz foi perguntar pra Marisol que porra ela tava fazendo.
— Mas o que você tá fazendo?
— Ué, não é lógico? — ela disse, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
— Você tá me vendendo! Isso te parece lógico? — falei, irritada e indignada.
— Não tô te vendendo, tô te preparando! Ou será que você queria chegar pro seu pai sem saber chupar uma rola? Me diz, você já chupou alguma na vida?
— Não, mas...
— Mas o quê? Espera que seu pai queira uma inexperiente do lado dele? Será que você nunca viu como o homem fode? Ele é um monstro na cama, você não aguentaria nem 2 minutos com ele... Tudo o que Marisol me dizia era verdade. Meu pai era um mestre na cama, com certeza nunca iria querer ficar com alguém como eu, sem experiência nenhuma.
— Então você não tava tão afim de chupar o pau do seu pai? Porque acho que te entendi errado. Melhor a gente ir embora. — ela disse, com uma atitude irritada e decidida.
— Não, espera! — falei, sendo agora eu quem segurava a mão dela pra que não fosse embora. — O que eu tenho que fazer?
Um sorriso perverso se desenhou no rosto de Dom Félix, que já tinha esperado mais de 5 minutos lá fora e só naquele momento voltou a entrar, sabendo que no final a funcionária dele ia me convencer.
Ele se aproximou de mim e, depois de dar um maço de notas pra Marisol e mandar ela ir embora, esticou uma mão e pousou ela com suavidade na minha cintura.
— Você não sabe há quanto tempo não como uma virgem, e hoje em dia elas são tão caras quanto o dólar e tão difíceis de achar quanto ouro. Espero que entenda que não tô a fim de pagar por uns minutos de sexo, isso eu faço a qualquer hora com a Marisol por muito menos da metade do que paguei por você. — Se eu tava procurando explicações, agora tinha: Marisol era uma puta! — Mas bom, você é especial, e por isso vamos nos divertir um bom tempo.
Naquele momento, entendi que aquilo não ia ser tão fácil quanto a Marisol tinha pintado. Por mais que quisesse, não podia simplesmente fechar os olhos e imaginar que era meu pai enquanto fodava com aquele velho. Além disso, como ia fazer ele gozar rápido se eu não tinha experiência nenhuma e com certeza o velho tinha tomado sei lá quantos comprimidos?
Enquanto a mão de Dom Félix acariciava minha bunda por cima do vestido, ele foi me guiando até o sofá que ficava à esquerda da entrada do escritório dele. Eu tremia e tava quase desistindo, mas sabia que se fizesse tudo direito e cumprisse o trato, logo estaria com meu pai na cama dele.
Já sentados, Dom Félix Não aguentei mais e ele se jogou em cima de mim, apalpando quase com violência e desespero todo o meu corpo enquanto me beijava nos lábios e enfiava a língua na minha boca.
Naquele momento, eu soube que não tinha mais jeito: ou eu aceitava transar com aquele velho pervertido e fingia o melhor orgasmo possível, ou nunca teria a chance de ficar com meu pai como mulher.
As mãos do Dom Félix foram arrancando minha roupa aos poucos. Depois, começaram a tocar com frenesi meus peitões.
Comigo completamente nua, ele se levantou e, apontando pro volume que se formava na calça dele, me disse o que fazer:
— Vai, vem aqui e me dá um boquete bem gostoso…
Me ajoelhei na frente dele e puxei a calça pra baixo. Tirei a piroca dele pra contemplar, e no instante em que minha mão tocou a pele do pau, Dom Félix soltou um suspiro enorme e fechou os olhos.
Fiquei olhando por uns segundos; parecia ter menos da metade do tamanho do do meu pai. Naquela hora, eu soube que o pau do papai era uma joia pela qual eu devia lutar, comparado com aquela miniatura. Aproximei meu rosto da piroca do Dom Félix e, de imediato, o cheiro do sexo dele ficou mais forte; era um cheiro bem desagradável, mas tive que criar coragem e, abrindo minha boca o máximo que pude, comecei a chupar.
No começo, fiz de jeito desajeitado e rápido, mas com os conselhos do Dom Félix, que não parava de suspirar e gemer, em questão de segundos comecei a mamar como se fizesse aquilo há anos. Chupei como se fosse um picolé que ia derreter logo e me dar o gosto dele.
Me dediquei a mamar como se fosse a piroca mais gostosa do mundo; ou seja, a do meu pai! Em poucos minutos, fiz o Dom Félix soltar toda a porra na minha boca. Tinha um gosto diferente do sêmen do meu pai; esse era mais azedo, mas mesmo assim eu gostei. Achei que seria o fim e que eu iria embora intacta pra casa; ou seja, virgem. Mas enquanto eu chupava pra limpar toda a resíduos de sêmen que tinham escorrido pelo tronco e pelas bolas dele, o pau não parecia diminuir nem um pouco de tamanho. Virei pra olhar na cara do Dom Félix sem parar de chupar o pau dele, e ele, com um sorriso enorme, me disse:
— Milagres da medicina, gostosa… milagres da medicina moderna!
Na hora, ele me pôs de pé e me colocou de quatro no sofá. Eu sabia o que vinha, tinha chegado a hora de perder minha virgindade.
Mal senti a ponta do membro dele na entrada da minha buceta, me mexi um pouco pra esquerda, evitando que ele enfiasse.
— Calma, calma, você vai gostar, já vai ver… — disse Dom Félix ao notar meu medo e nervosismo, suponho, e colocou o pau dele de novo na entrada da minha buceta.
Ele empurrou um pouco, e a cabeça começou a abrir caminho. Senti como se estivessem me rasgando por dentro e não consegui evitar soltar um gemido enorme:
— Aaaaauuuuggghhhh
Ele parou um momento, acho que sentiu meu hímen. Na hora, imaginei que ele estivesse tomando coragem pra dar uma enfiada forte e romper, mas na verdade ele parou pra curtir o momento, porque, como ele mesmo tinha dito, não é todo dia que se tem a chance de desvirgar uma novinha.
Ele mal tinha começado a me segurar pelos quadris pra meter até o fundo quando, de repente:
— PAROU! MÃOS PRO ALTO! — gritaram depois de arrombarem a porta com um chute.
Dom Félix tirou o pau na hora, e os policiais começaram a imobilizar ele.
Eu não soube o que fazer, tava morrendo de medo vendo tantos policiais dentro do escritório. Um deles mandou eu me vestir rápido e acompanhar eles. Me vesti todo atrapalhada e, ao sair, nem a secretária nem a Marisol pareciam estar em lugar nenhum. Me colocaram numa viatura e me levaram pra Delegacia. Já lá, começaram a fazer uma série de interrogatórios, e eu não respondi nada. Só chorava e pensava no que ia dizer pro meu pai!
Depois de ficar detida por mais de 2 horas e não ter feito nenhuma ligação, finalmente… Chegou a Marisol. Ela fez um sinal pra eu esperar um pouco e foi falar com um agente que parecia conhecer muito bem, pelo jeito que ele a recebeu.
Uns minutos depois me soltaram. Na saída, ouvi claramente um policial falando pro outro:
— Já vai embora?
— É, parece que era só uma puta cara de pau que tava dando pro bandido…
— Pois é, tava pensando em fazer uma visita pra ela mais tarde.
Quando saí, não pretendia nem olhar na cara da Marisol. Levei aquilo como uma traição da parte dela, e ela parecia saber muito bem. Entramos no carro dela e, depois de andar umas quadras, foi ela quem quebrou o silêncio:
— Você cumpriu sua parte… nem sabe como eu sinto muito. Me desculpa sua primeira vez ter sido assim…
Chegamos em casa e meu pai estava esperando na entrada. Ele parecia muito preocupado. Marisol pediu pra eu não falar nada e deixar ela explicar.
Quando desci do carro, meu pai correu pra me abraçar, perguntou se eu tava bem e o que tinha acontecido. Eu não disse nada, só chorava e abraçava ele com força.
Entramos em casa pra não alarmar os vizinhos, e Marisol pediu na hora pra gente conversar. Ela falou pro meu pai que queria falar comigo de mulher pra mulher no meu quarto. Meu pai pareceu entender, mas fez ela prometer que contaria tudo depois de falar comigo. Resolvi dar uma chance pra ela se explicar, por causa da amizade boa que a gente tinha até então, e ela disse:
— Juro que não sabia que isso ia acontecer… parece que meu chefe tinha negócios sujos além da prostituição. Você cumpriu sua parte, e eu vou fazer o que é meu dever… Mas antes quero que você saiba que vou sumir por um tempo…
Naquela hora, deu mais vontade de chorar. Porque, mesmo estando muito puta com ela, eu tinha criado tanto carinho que não queria que ela fosse embora.
— Calma, tudo faz parte do nosso plano… — ela disse, tentando me acalmar. — Além disso, é melhor eu sumir daqui por um tempo, do jeito que as coisas tão. Com certeza a polícia vai vir me buscar, mesmo eu não tendo nada a ver com isso, porque você já sabe como são as coisas nesse país. Te prometo que vamos continuar em contato e vou te dizer passo a passo o que você precisa fazer durante minha ausência antes de eu ir.
Marisol iria embora 1 semana depois, dizendo ao meu pai que estava viajando a trabalho e que voltaria em umas 2 semanas. Meu pai sofreu com a despedida, mas parece que entendeu que uma mulher que trabalha como "investidora" — era o que ele achava que ela era — precisa viajar direto.
Papai achava que o problema no Ministério Público tinha acontecido porque uns caras tentaram me estuprar, e naqueles dias ele me dava mais atenção e me tratava o melhor possível.
A casa ficava vazia e triste sem ela. Eu sabia exatamente o que deveria fazer agora que, como parte do primeiro plano para conquistar meu pai, ele achava que eu tinha quase sido estuprada. Mas sem ela por perto me guiando, tudo parecia tão complicado…
As duas semanas passaram, e papai ficava cada vez mais triste ao ver que Marisol não voltava. E, embora eu soubesse que ela não voltaria tão cedo, também não sabia se voltaria algum dia.
Nossa comunicação era geralmente pela internet. Marisol me perguntava como estavam as coisas e me preparava psicologicamente para o que estava por vir, mas já fazia mais de 6 dias que eu não sabia nada dela.
No entanto, na madrugada do aniversário do papai…
— Papai…? — sussurrei enquanto me deslizava de um lado para o outro no quarto dele, iluminada só pela luz da lua. Parei só quando meus joelhos começaram a tremer de nervoso ao sentir o lençol de seda da cama de casal do meu pai.
— Papai, você está acordado? — perguntei de novo enquanto me deitava quase em cima dele, ronronando no ouvido dele enquanto minha língua, a centímetros da orelha dele, esperava ansiosa para lamber.
Ainda não! — falei para mim mesma, me afastando enquanto sentia minha Bicos duros e empinados.
Levantando levemente o lençol, mal consegui respirar ao ver que, exatamente como a Marisol tinha me dito, meu pai gostava de dormir pelado! Tive que lutar comigo mesma para não acabar pegando naquele pau comprido, grosso e mole que orgulhosamente descansava apoiado na coxa forte e grossa dele.
É tão grande!! — pensei pela milésima vez na minha vida enquanto meu olhar continuava perdido naquela cabeçona enorme do pau dele, três vezes maior que o do seu Félix.
Passando a língua nos lábios, me perguntei como seria sentir minha língua passando por cima das bolas dele, que pareciam dois balões d'água enormes, e daquele tronco gigante. Como seria engolir todo o sêmen dele direto daquele pau lindo?
Sabia, também pelos conselhos da Marisol e por ter visto antes que ele tinha se masturbado pelo menos duas vezes antes de dormir no banheiro, que ele não acordaria a menos que eu fizesse um escândalo enorme. A menos que fizesse algo absurdo, louco, algo impossível!
Rezava em silêncio para que ele não acordasse enquanto me acomodava debaixo do lençol junto com o corpo dele. Sabia que precisava ser paciente para poder ver todos os sintomas que a Marisol tinha me falado que aconteceriam no meu pai. Mas fui pega de surpresa ao ver que o pau dele começava a ganhar tamanho e dureza poucos segundos depois de eu ter entrado na cama dele. Na hora, a primeira coisa que pensei foi que meu pai tinha acordado, mas logo depois, depois de ter certeza de que ele ainda dormia, entendi que era uma daquelas tantas ereções que a Marisol tinha me contado que meu pai tinha enquanto dormia.
Mesmo assim, naquela madrugada eu não tinha ido me meter na cama do papai só para admirar as ereções noturnas dele, não. Naquela madrugada, a madrugada do aniversário dele, eu estava ali para passar a noite com ele, acordarmos abraçados e pelados. Estava ali para ir preparando ele para o que viria e seria comum na nossa vida.
Assim que me certifiquei de estar Perfeitamente entre seus braços, adormeci apoiando minha cabeça no ombro dele.
— Querida, acorda! O que você está fazendo na minha cama? — foi a primeira coisa que ouvi ao acordar, enquanto meu pai me sacudia pelo ombro, e na hora eu soube que ele já estava acordado.
— Papai? — murmurei enquanto me espreguiçava e puxava o lençol para cobrir meu corpo. — Tive um pesadelo, pai, um pesadelo horrível. — falei com voz inocente.
— Mas, filha…! — ele começou a reclamar enquanto os olhos dele não paravam de olhar a silhueta do meu corpo jovem debaixo do lençol.
— O quê, papai? — interrompi, lembrando como tinha acordado várias vezes durante a noite sentindo o pau duro do meu pai cutucando entre minhas coxas.
— Você não está…! Você não está vestida! Está nua!
— Gosto de dormir assim, papai… você também gosta…
— Pois é, mas você é minha filha! Como é que a gente fica, os dois dormindo pelados na mesma cama?
— Mas o que tem de errado, pai? Sou sua filha! Não tem nada de errado em dormir com meu pai… além disso, tô te falando que tive um sonho horrível ontem à noite. Sonhei que fui estuprada pelos caras que me atacaram da outra vez…! — nessa hora, comecei a chorar.
Tinha ensaiado tanto minhas lágrimas que nunca imaginei que sairiam tão fáceis naquele momento. Agora meu corpo tremia, mas de excitação e nervosismo, quando papai me abraçou, se sentindo culpado por ter me repreendido por ter ido dormir com ele, sabendo que há pouco tempo tinham tentado me "estuprar" e os ferimentos ainda não tinham sarado completamente.
— Tá tudo bem, querida… não chora… foi só um sonho, amor… nunca vou deixar ninguém te machucar… — meu pai dizia enquanto tentava, sem sucesso, esconder da minha vista e afastar do meu corpo o pau duro dele.
— Jura, papai? — quase exigi, enquanto meus lábios, involuntariamente levados pelo desejo, tentavam encontrar os dele.
— Juro, Laura… — meu pai falou enquanto enxugava minhas lágrimas e tentava não me beijar na boca, que buscava a dele. discretamente os seus.
—Queria que todos os homens fossem como você, papai… queria encontrar um namorado igual a você, que me protegesse e cuidasse de mim pra sempre.
—Um dia você vai encontrar um homem como eu, filha… você é uma jovem muito gostosa.
—Nunca vou encontrar alguém como você, papai… — abracei ele, forçando ele a sentir meus peitos no peito dele. Esperei uns minutos do lado dele, abraçada, até eu me "acalmar" um pouco e falei — com tudo isso, não tive tempo de… feliz aniversário, papai… — dessa vez não dei chance nenhuma pra ele escapar e, pegando ele de surpresa, dei um beijinho leve, mas demorado, nos lábios dele.
Papai, depois disso, se separou de mim quase bruscamente e, levantando, saiu do quarto mesmo eu implorando pra ele ficar mais um tempo comigo. Imediatamente ouvi a porta do banheiro fechar e soube o que ele ia fazer…
Sabia que o corpo dele me queria, porque vi como ele estava com o pau duro debaixo do short que vestiu antes de sair do quarto, mas ele, como homem…?
Minutos depois, ouvi ele abrir o chuveiro e entrar pra tomar banho. Assim que terminou, o telefone tocou e, como se soubesse quem era, meu pai saiu com uma toalha amarrada na cintura e atendeu:
—Marisol! — gritou cheio de alegria e, naquele momento, não sei por que, senti um pouco de ciúme, mas ao mesmo tempo gostei de ouvir notícias dela.
Papai voltou pro quarto super animado e me disse:
—Faz as malas, vamos visitar a Marisol!
Nosso voo saiu às 10 da manhã do mesmo dia. Papai estava super empolgado e eu estava, agora sim, completamente com ciúme e puta da vida pelo fato de a Marisol ter cortado desse jeito minha missão de seduzir meu pai no aniversário dele. Que porra tinha acontecido com nosso trato? Era pra eu e papai transarmos naquele dia, depois de eu preparar um jantar pra ele com gotas do líquido "de amor e excitação" que a Marisol tinha me dado como o principal gatilho pra acabar de vez com a resistência dele. enlouquecer meu pai e fazer ele me foder!
Até o momento em que chegamos no aeroporto, fiquei sabendo que a gente ia viajar pra praia mais linda do nosso país pra que o papai encontrasse a Marisol, que tinha reservado hotel e avião pra ele de aniversário.
Depois de chegar, pegamos nossas malas e papai, depois de alugar um carro, dirigiu até o hotel que a Marisol tinha indicado; lugar onde, poucas horas depois, eles iam se encontrar.
Ao chegar no hotel, que por sinal era muito chique e bonito, tinha sim uma reserva no nome dele. Era a suíte pra lua de mel e ficava no último andar. Papai, meio desconcertado por não aparecer nenhuma outra reserva, perguntou se tinha alguma outra reservada (acho que pensando em mim). A moça da recepção verificou de novo e disse que não, não tinha nenhuma outra reserva. Papai, meio estranho e pensativo, acabou pedindo pra reservarem outro quarto.
— Não temos nenhum outro quarto disponível no momento, senhor… se quiser passar pra deixar a bagagem e se algum dos nossos hóspedes sair mais tarde ou cancelar, com prazer aviso o senhor pessoalmente…
Meu pai não teve outra opção a não ser aceitar a proposta.
Imagina só, se eu já tinha achado estranho a Marisol não ter reservado um quarto pra mim, imagina como meu pai se sentiu.
Papai tentou ligar pra Marisol, mas pelo visto ela tinha o celular desligado.
— Fazer o quê, acho que faz parte da surpresa… — disse meu pai, se consolando.
O quarto era de tirar o fôlego. A cama era tão grande que o tamanho king size parecia pequeno, a sala de estar era elegante, decorada com vários enfeites típicos da região, e a varanda tinha uma vista incrível pro mar. Sem falar nas flores, nos chocolates, no champanhe… etc.
Na sala de estar, encontramos 2 envelopes fechados. Um tinha o nome do meu pai e o outro tinha o meu. Papai imediatamente pegou o dele e foi ler do lado de fora do quarto, já que suponho que queria fazer isso em particular, animado pra adivinhar quem era o destinatário. Marisol?
Eu abri o meu bem ali onde estava. A primeira coisa que dizia era pra eu me certificar de não ler na frente do meu pai ou perto dele. Em segundo lugar, me mandava, ao terminar de ler a carta, rasgá-la e jogá-la onde ninguém encontrasse. Depois dizia... e no final terminava com um: Espero que saiba aproveitar a oportunidade que te dei. Atenciosamente, Marisol.
Terminei de ler a carta e na hora fiz o que me foi pedido. Rasguei em mil pedacinhos e joguei na privada. Um pouco depois, meu pai voltou e começou a se arrumar como se fosse sair, e demorou como nunca tinha visto ele demorar se arrumando. Uns minutos depois, ele confirmou que estava esperando a Marisol, andando de um lado pro outro pelo quarto sem parar de olhar no relógio.
— O que cê tá fazendo, pai? — perguntei, sabendo perfeitamente o que ele tava fazendo, porque a carta da Marisol tinha me explicado em detalhes o que ia rolar.
— Vou sair pra jantar com a Marisol. Espero que não se importe de ficar sozinha...
— Não, de jeito nenhum, pai. Com um quarto desse, não poderia estar mais feliz — falei com um sorrisão no rosto.
E assim passaram os segundos, minutos e horas sem a Marisol aparecer. Papai cada vez mais puto, frustrado e triste. Tinha levado um bolo. Na hora, eu soube o que tinha que fazer.
Calcei uns saltos altos e um vestido sexy que tinha comprado fazia pouco e nunca tinha usado, porque a Marisol tinha dito pra usar só num momento muito especial. Era um vestido preto que se agarrava no meu corpo, destacando toda a minha figura de mulher como ninguém nunca tinha me visto.
Bateram na porta, e meu pai, com a cara de homem derrotado, atendeu. Eu segui ele de perto sem que ele notasse minha presença, e quando ele abriu, vi que era o mensageiro.
O mensageiro olhou pra ele e na hora entendeu que era um homem Plantado e frustrado:
—O senhor ia sair? — perguntou com um tom de deboche que achei bem grosso da parte dele, mas meu pai estava tão arrasado que nem soube o que dizer.
—Boa noite… — interrompi, e meu pai, ao me ver, ficou mais mudo do que já estava. — Meu marido e eu íamos sair, mas estamos muito cansados da viagem. — Naquele momento, beijei meu pai nos lábios, para surpresa dele e diante do olhar atônito do mensageiro. — Acho que preferimos tomar banho e ficar para jantar no quarto. O senhor poderia mandar a ceia para a gente, por favor?
—Claro… é claro, senhorita… — disse o mensageiro, enquanto me devorava com os olhos de cima a baixo, com certeza desejando ser ele quem passaria a noite comigo.
—O que foi? — falei para meu pai ao fechar a porta, vendo que ele ainda estava com cara de incrédulo.
—Você está linda…
O olhar do meu pai me fez sentir como se eu tivesse acabado de me transformar numa princesa; na princesa dele!
—Você não sabe como te agradeço, filha… — disse meu pai, sabendo perfeitamente o ridículo que eu tinha acabado de evitar que ele passasse com o mensageiro. — Não sei o que faria sem você, de verdade, não consigo imaginar minha vida sem você, filha. Você traz tanta alegria e felicidade pra minha vida que… eu realmente te agradeço, filha. Te amo.
Foi naquele momento que reafirmei que não havia ninguém no mundo melhor do que ele pra mim.
—Você está bem, filha? — disse meu pai, me tirando daquele mundo tão maravilhoso pra onde as palavras dele tinham me levado.
—Sim, papai… é que… suas palavras são tão lindas que… — abracei ele na hora, querendo fazer ele sentir o mesmo que eu estava sentindo. Queria que ele percebesse que a gente estava destinado um ao outro.
Naquele momento, meu pai se afastou de mim e, enfiando a mão no bolso, tirou um colar de pérolas lindas.
—Acho que encontrei a pessoa que realmente merece isso… — meu corpo tremeu na hora. Senti como se ele estivesse me dando um anel de casamento.
—Você pode colocar em mim? Põe o colar, pai?" — perguntei enquanto virava de costas pra ele e prendia meu cabelo pra ele colocar no meu pescoço.
"Claro que posso..."
As mãos dele eram tão gostosas enquanto acariciavam meu pescoço com cuidado depois de colocar o colar. Dava pra sentir a respiração dele bem perto da minha orelha, e o colar deslizou pelo meu peito todo, sumindo um pouco no meio dos meus peitos.
"Ahh..." — não consegui evitar gemer ao sentir o frio do colar entre meus peitos. — "Tá muito frio, me deu umas cosquinhas..." — me virei e, fingindo que queria ver o colar, levantei um pouco aquela parte do vestido, sabendo que meu pai ia ver meus peitos perfeitamente de onde estava.
"Tá perfeito..." — meu pai disse.
Naquela hora, meu pai me beijou na bochecha e falou: "Vou tomar um banho antes de trazerem o jantar..."
Eu sabia muito bem que, mais do que tomar banho, ele ia se masturbar pensando no que acabara de ver, e não tava a fim de deixar ele se aliviar aos poucos. Queria que naquela noite meu pai me desvirginasse com todo o desejo acumulado que ele tinha, então, como tática, falei:
"Não tranca a porta, pai... quero entrar pra fazer umas coisas quando você já estiver no chuveiro."
Meu pai pensou um pouco e depois, resignado a não poder bater uma pensando em mim por enquanto, balançou a cabeça e foi tomar banho numa boa.
Só entrei pra escovar o cabelo e conversar com meu pai pra garantir que ele realmente não tinha trancado a porta e não tava se masturbando.
Quando meu pai saiu do banho vestindo aquele roupão chique que o hotel tinha deixado pra ele, me perguntou:
"Por que você tá tão feliz?"
"Por nada, é melhor eu tomar banho também, senão o mensageiro vai nos pegar na mentira se voltar e me ver ainda vestida..." — falei e fui tomar banho também.
Saí do banheiro enrolada numa toalha, e meu pai, que ainda não tinha se trocado, perguntou: "E o jantar?"
Antes que eu pudesse... Responder ele. Ouvimos baterem na porta. Meu pai abriu e na mesma hora entrou o mesmo cara de antes com um carrinho onde trazia o jantar. Ele me olhou e quase tropeçou no carrinho. Levou vários minutos para arrumar a mesa e colocar os alimentos em bandejas sobre ela. Enquanto fazia isso, me olhava discretamente e, quando terminou, quase foi empurrado para fora pelo meu pai.
— Quase causou um infarto no pobre coitado… — disse meu pai, sorrindo.
— Pelo menos existem homens neste mundo que me acham gostosa…
— Você ainda está com o colar… — ele disse no momento em que nos sentamos para jantar.
— É o presente mais lindo que um homem poderia me dar, papai…
Conversamos enquanto jantávamos, a conversa surpreendentemente criava uma espécie de tensão sexual entre nós dois, e eu podia ver claramente nos olhos dele quando me olhava.
Finalmente terminamos o jantar e meu pai levou o carrinho para fora do quarto com todos os pratos. Enquanto ele fazia isso, eu me deitei no sofá, sentindo o roupão se abrir e mostrar quase meus peitos nus.
— Senta comigo, papai… — falei, convidando ele para o meu lado.
Com os olhos dele olhando discretamente para meus peitos e coxas, meu pai aceitou meu convite e sentou do meu lado direito. Passando o braço em volta de mim, ele me abraçou e começamos a conversar. De repente, ele disse:
— Acho que você não me quer assim, Laura…
— Como assim, papai?
— Me amar…
— Você não me ama? — fingi não saber do que ele estava falando, mas meu pai estava se soltando aos poucos.
— Não me refiro a esse tipo de amor, filha…
Era tão difícil para ele que decidi fazer minha jogada naquele momento. Com minha mão passando por baixo do roupão dele, sem dar tempo pra nada, peguei seu pau grosso e falei:
— Me come, papai…
— Filha, a gente não pode… hmmm… — ele gemeu ao sentir eu apertar mais o pau dele. — Isso é errado, filha… você tem uma vida pela frente… hmm… — continuava gemendo enquanto me abraçava desesperadamente com os braços.
— Cala a boca, papai… — falei e beijei ele na boca. lábios afundando minha língua na boca dela.
- Filha...! - finalmente rugiu como um leão e começou a me beijar de um jeito inimaginável.
Com a força enorme dele, me carregou sem dificuldade nenhuma e me levou até o quarto sem parar de me beijar.
Olhando nos olhos dele, enquanto era carregada rumo ao quarto, teve um momento em que senti medo, vi a excitação enorme nos olhos dele e soube que minha primeira vez seria com o homem mais fogoso que eu poderia imaginar. Era tarde demais para arrependimentos, assim que chegamos ele puxou meu roupão e me deixou nua. Me jogou na cama e, de imediato, de barriga pra cima, abri minhas pernas o máximo que pude.
Finalmente ali estava meu pai, o homem que ia me desvirgar e me fazer sua mulher, de pé entre minhas pernas com um pau monstruoso pulsando e desejando se enterrar na minha buceta.
- Papai... - falei com um pouco de medo, tentando convencê-lo de que não entraria tão fácil, dado o tamanho do pau dele e o tamanho da minha buceta.
Ele se deitou em cima de mim e começou a me beijar nos lábios e no pescoço, arrancando gemidos imensos de prazer enquanto o pau dele roçava de vez em quando na parte interna das minhas coxas e na minha buceta.
- Aaahhh papai!! Sim papai, siii hmm
De repente senti um dos dedos dele entrando na minha buceta. Na hora minha coluna arqueou e comecei a gemer descontroladamente.
- Ah, você é tão linda... tão perfeita... - meu pai dizia.
- Aaahhh papai me faz sua, papai, mete em mim!!
- Temos a noite toda, querida... hmm
Não precisei de mais carícias prévias, desde que ele me pegou no colo eu já estava molhada e pronta pra ser penetrada.
Meu pai começou a devorar meus peitos como um louco. Mordia meus bicos e lambia todo o peito de um jeito delicioso!
- Papai!!! Hmmm - gemi quando senti o pau dele se alinhando perfeitamente com minha abertura.
Meu pai cuidadosamente começou a empurrar, forçando a cabeça enorme do pau dele a entrar na minha buceta.
- Aaarrrggghhh PAPAI!! Hmmm - gemi quase convencida de que o pau dele nunca ia caber na minha buceta.- é muito grande papai… é muito GRANDE! Aaaahhhhh- senti uma dor enorme que queimava quando meu pai, numa estocada, levou minha virgindade.
-Aaaahhhh filha… hmmm te amo tanto…- ele me beijou nos lábios quando sentiu o pau dele rasgando meu hímen.
Ele foi enfiando devagar, metia um pouco e esperava minha buceta se acostumar com o tamanho, depois metia mais um pouquinho e esperava de novo até que finalmente estava completamente dentro. Começou a bombar em mim num ritmo meio lento no começo, mas foi aumentando cada vez mais até virar um ritmo rápido e quase violento.
Eu sentia meu corpo tremer a cada estocada dele. Enquanto fazia isso, não parava de beijar meus peitos, meu pescoço, minha boca…
Era isso que se sentia estar com um homem de verdade! Meu primeiro orgasmo não demorou a chegar e, como se me conhecesse perfeitamente, ele acelerou as estocadas e gozou junto comigo.
-Aaaahhhhhhh PAPI!! PAPI!! SIM ASSIM HMMM
-AAAHHHH LAURAAAAHHH!! – gemeu forte enquanto todo o leite dele entrava na minha buceta.
Ele saiu de dentro de mim só pra continuar me beijando e pedir pra eu chupar ele.
Senti que enlouqueci quando finalmente provei aquela carne tão desejada…
Enquanto meu pai enfiava um dedo no meu cu e na minha buceta, eu chupava o pau dele com uma vontade doida. Não sei quanto tempo fiquei chupando o pau dele, mas juro que teria feito isso a noite toda sem problema nenhum.
Quando o pau dele ficou mais grosso que o normal e meu pai começou a ofegar que nem um louco, eu soube que tinha chegado o momento mais esperado da minha vida, depois de perder a virgindade com meu pai.
Meu pai soltou uma quantidade enorme de porra e, com um esforço sobre-humano, consegui engolir tudo. Nem uma gota deixei escapar. Fazia tanto tempo que desejava aquilo que nunca teria me perdoado por desperdiçar.
Finalmente, saboreei o doce gosto do leite morno do meu pai. e beijei ele na boca. Nós dois caímos exaustos por alguns minutos, o silêncio só era quebrado pela nossa respiração.
-É sempre tão gostoso transar, papai? - perguntei.
-Nunca antes tinha sido tão gostoso transar...
-Você gostou de mim? Eu soube fazer direito, papai?
-Você não podia ter feito melhor, filha...
Naquela noite a gente trepou de novo e nem dormimos. Quando papai finalmente pegou no sono, eu não conseguia dormir de tanta excitação e vontade de que ele me comesse de novo.
Mas eu sabia que já eram quase 8 da manhã e precisava fazer algo antes que papai acordasse. Coloquei uma roupa e desci até o lobby. Imediatamente encontrei a Marisol, que ao me ver sorriu e disse:
-Você não precisa falar mais nada... seu corpo fala por si só... já é uma mulher!
Agradeci muito por ela ter me ajudado e, antes de ir, perguntei por que ela tinha feito aquilo.
-Por que você fez isso? Quer dizer, não que eu esteja te julgando, mas pensei que você realmente amava meu pai...
-Seu pai eu conheci na rua... eu sempre fui uma prostituta e, pra ser sincera, quando comecei a ter uma relação íntima com ele, pensei que minha vida ia mudar... acho que me apaixonei por ele, mas...
-Mas o quê, Marisol?
-Ele não me amava... ele sempre te amou e te desejou... quando estávamos juntos, várias vezes o nome de você escapou da boca dele... nunca pensei em fazer nada, mas quando soube que você também queria ficar com ele, bem... quem sou eu pra ficar no meio desse love?
Senti um pouco de tristeza por ela, mas Marisol rapidamente me disse pra tirar qualquer ideia maluca da cabeça.
-Agora vai e aproveita teu homem, que não deve demorar pra acordar...
Depois disso, nunca mais vi a Marisol.
Oi, meu nome é Laura e tenho 20 anos. Moro no interior e, depois de pensar muito, decidi contar minha experiência sexual mais perversa:
Eu amo meu pai, ele é um cara muito simpático e divertido, em poucas palavras, é um ótimo pai. Mas, de repente, parei de vê-lo como pai, ou seja, ele deixou de ser meu pai e se tornou um homem aos meus olhos. Um homem que eu sabia que se masturbava todo dia de manhã, à tarde e à noite. E sempre fazia no mesmo lugar: no banheiro.
Desde que o peguei se masturbando, tenho um mistério para resolver: qual é o gosto daquela quantidade enorme de jatos de leite fresco que ele solta quando se masturba?
Sempre aproveitava as distrações e a falta de cuidado dele, e foi assim que comecei a espiá-lo quando ele estava no banheiro e se sentia seguro de que ninguém o observava — seja porque eu estava dormindo, porque não estava em casa ou qualquer situação parecida. Quando o via, me deparava com a figura dele em pé na frente do vaso, parado; claro, com exceção da mão, que se movia rapidamente para trás e para frente.
Na primeira vez que vi o pau dele, achei muito grande; maior do que eu imaginava. Os olhos do meu pai geralmente ficavam fechados quando ele se masturbava. Ele gemia discretamente e murmurava palavras que eu não entendia de onde estava.
Das poucas frases que consegui entender, foram:
— Siim... chupa ele... chupa ele assim... quero que você prove todo o meu leite. Amo tanto seus peitos... sempre sonhei com eles. Quero gozar nos seus peitinhos... hmm
Geralmente, eu terminava super excitada, sentindo meus bicos endurecerem e umas sensações deliciosas na minha buceta, que ficava molhada e pulsava enquanto meu corpo ficava imóvel vendo meu pai se masturbar.
O que mais me surpreendeu foi a quantidade enorme de jatos de líquido meio transparente que o pau dele soltava. Por Geralmente, ele sempre fazia isso acompanhado de um gemido enorme de prazer que fazia vibrar as paredes do banheiro e todo o meu ser. Era tipo um sinal de que eu tinha que ir correndo pro meu quarto, e eu fazia isso pra ele não me pegar espiando.
O pau dele, mesmo eu sabendo que era algo proibido e errado de pensar, sempre me pareceu a coisa mais sexy e gostosa que eu já tinha visto na vida. Pelo menos era o que meu corpo tremendo e ansioso pra experimentar qualquer relação sexual me dizia; e pode acreditar, o corpo não mente.
Foi assim que, guiada pela curiosidade, com o passar dos dias, com as visitas diárias aos sites pornô e com as conversas constantes entre amigas, aprendi a me masturbar. Então, toda vez que meu pai terminava de se masturbar e tomava um banho, eu, na privacidade do meu quarto, me masturbava pensando naquele pau gostoso dele.
Quase sempre eu gozava na mesma hora que meu pai saía do banho. Foi assim que, encorajada por uma amiga minha, que me confessou que o irmão dela costumava deixar resto de porra na parede do banheiro toda vez que se masturbava, fui ver se acontecia o mesmo com meu pai.
Quando cheguei no banheiro, a primeira coisa que fiz foi trancar a porta. — Claro, não queria que ele me pegasse procurando a porra dele. — Depois, examinei cada detalhe das paredes do banheiro. Parecia tudo normal. — Talvez meu pai seja cuidadoso mesmo e não seja igual ao irmão da minha amiga. — pensei, mas quando já ia embora, bem ali, pertinho da pia, estava o que parecia ser um pedacinho de esperma! Bingo! — falei pra mim mesma, e na hora veio um pensamento bem tentador e perturbador na minha cabeça.
Levada pela tentação, acabei cedendo aos desejos do meu corpo e, esticando a mão, peguei aquele pedacinho de porra escorrendo pela parede. Era bem pegajoso, parecia grudar na minha pele.
Sem limpar a mão, levei ele pro meu quarto, me deitei na cama e examinei. cuidadosamente o leite do papai. Finalmente fiz o inimaginável; provei! Com um dedo peguei um pouco e levei até minha boca, saboreando devagar. A primeira coisa que me impactou foi o cheiro. Era um cheiro forte e penetrante, mas o sabor era delicioso; salgado mas ao mesmo tempo doce. Picante e poderoso.
Me senti mal mas ao mesmo tempo muito bem por ter provado o leite do papai, tanto que acabei comendo todo o leite da minha mão, deixando um tempinho na boca pra degustar completamente.
Aquela noite não consegui dormir pensando no sabor gostoso do leite do meu pai. Sabia que era errado mas, por Deus, tinha adorado pra caralho o gosto. Nunca tinha provado nada igual e talvez saber que era o leite que saía daquela rola bonita e excitante, pela qual eu era tão obcecada, tornava tudo ainda mais atraente.
Na manhã seguinte, quando acordei, sabia que não seria suficiente. Queria provar de novo. Nos dias seguintes, me masturbei várias vezes ao dia. Passei as próximas semanas esperando meu pai se masturbar pra ir examinar as paredes do banheiro.
Rapidamente, o leite dele tinha se tornado uma obsessão pra mim. Eu era uma viciada no leite do papai. E meu pai, sem saber, tava me alimentando com o leite dele!
Logo meu vício piorou e agora não me contentava mais em provar da parede, já não era suficiente, queria provar direto da fonte! Sabia que isso era praticamente impossível. Mesmo que mandasse sinais pro meu pai ou deixasse claro o que queria, sabia que ele nunca toparia uma parada dessas.
Mas aos poucos as coisas pareceram se encaixar sozinhas. Meu pai me apresentou uma nova namorada. Chamava Marisol e os dois começaram a passar bastante tempo juntos.
Marisol era uma mina de 32 anos, bem legal, altura média, cabelo cacheado e preto, pele branca e um corpo magrinho. Nunca usava sutiã. Os peitos dela eram menos da metade dos meus e Os bicos dos peitos dela viviam marcando na roupa. Ela passava os fins de semana em casa e, quando já era bem tarde, eu chegava perto da porta do quarto do meu pai e ouvia os dois fodendo como loucos a noite inteira.
Mesmo a Marisol sendo uma mina bem legal, logo virou um baita problema pra mim. Meu pai tava sempre feliz e de bom humor, isso eu curtia, mas com a Marisol do lado ele tinha parado de bater punheta! Ele só fazia isso uma ou duas vezes por semana, e isso era muito menos do que eu precisava.
Quando chegava o fim de semana, eu ficava cada vez mais ousada à noite. Chegava tão perto da porta dele que praticamente colava a orelha. Foi assim que descobri que a Marisol tinha uma boquinha bem safada na hora do sexo:
— Vai, filho da puta… Aaahhhh… me dá… me dá duro, seu gostoso! Hmm Me fode… Me fode com esse pau duro e grosso que você tem! Hmm
Mais de uma vez eu me masturbei no corredor ou até do lado de fora do quarto enquanto ouvia os dois transando. Mas teve uma vez que eles não fecharam a porta e eu pude ver boa parte do sexo deles.
Naquela vez, vi como meu pai tratava a Marisol com força na cama. Ele chamava ela de puta e vagabunda várias vezes e dava uns tapões na bunda dela que ecoavam forte no rabo empinado da Marisol.
Não consegui evitar de passar os olhos pelo corpo nu do meu pai, o corpo de homem maduro dele, pelo no peito e nas pernas, mas principalmente meus olhos grudaram no pau dele ereto. Era tão grosso, tão cheio de veias e brilhava por causa dos fluidos da buceta da Marisol, eu acho. Era algo que eu nunca tinha visto na vida, acho que naquele momento me senti orgulhosa de ser filha de um homem tão másculo e tão bom amante na cama quanto meu pai.
Ele a manuseava como se fosse uma boneca de porcelana. Levava ela de um lado pro outro, metia no cu dela, na boca, na buceta, colocava ela de quatro na cama, em cima o chão, ela fazia ele montar nela, enfim, meu pai parecia ser um verdadeiro mestre no sexo!
Acho que ver como meu pai mandava bem no love acabou me excitando tanto a ponto de eu me jogar de costas na parede e me masturbar no chão olhando eles foderem. Tive meu orgasmo bem na hora em que meu pai e a Marisol faziam um 69 perfeito na cama. Fechei os olhos e tive que morder meus lábios pra não acabar gritando que nem uma louca enquanto me contorcia toda no chão. Quando abri os olhos, levei um susto ao ver que a Marisol estava me olhando diretamente. Parece que ela conseguia me ver apesar da escuridão do corredor. Quis correr, mas não consegui mexer nem um dedo.
- Marisol naquele momento chupava a rola do meu pai, que estava deitado de costas olhando pro teto e chupando a buceta dela.
- Marisol, pra minha surpresa, piscou um olho pra mim. Naquele instante, soube duas coisas: uma é que ela realmente podia me ver, e a outra é que não se importava com o fato de eu estar espionando eles.
Ela tirou o pau do meu pai da boca e, enquanto masturbava ele com a mão, parecia estar me mostrando como ele era magnífico! Lentamente, começou a passar a língua por toda a cabeça do pau, sem parar de masturbá-lo. Ela lambia os próprios lábios como se estivesse saboreando o gosto dele – como se não soubesse que eu já sabia como o esperma dele é gostoso… Naquele momento, senti uma pontinha de inveja por não ser eu quem estava saboreando ele direto da fonte da criação.
Resumindo, a Marisol parecia ficar excitada com o fato de a filha do namorado dela estar vendo eles foderem, e ela tava realmente adorando.
Depois de alguns minutos se exibindo, eu diria, o pau do meu pai, ela se dedicou a dar um boquete espetacular que fez ele gozar em segundos. Quando os olhos da Marisol se abriram mais do que o normal e meu pai começou a levantar os quadris, sinal de que queria penetrar mais fundo na boca dela, eu soube que ele estava gozando na boca dela.
Marisol continuou chupando e mamando sem deixar escapar uma única gota de porra. - Não culpo ela, eu teria feito o mesmo.
O corpo do meu pai aos poucos começou a se acalmar. Marisol virou pra me olhar e, num movimento rápido, abriu a boca pra me mostrar toda a porra que tinha na língua. Ao fechar, piscou o olho pra mim de novo e continuou limpando o pau duro do meu pai até deixar ele quase brilhando.
Poucos minutos depois, meu pai começou a se levantar e, pegando Marisol pela cintura, eu soube que viria mais uma foda. Eu já não aguentava ficar ali. Era perigoso demais, então me levantei como pude, já que minhas pernas tremiam de tesão, fui pro meu quarto e me masturbei a noite toda.
No dia seguinte, tava meio envergonhada e mal queria encontrar a Marisol. Desci pra sala de jantar torcendo pra que tivessem ido fazer compras ou algo assim, mas qual não foi minha surpresa ao ver Marisol sentada numa cadeira tomando café.
Quando me viu, sorriu e piscou o olho, deixando bem claro que não tinha sido nenhum sonho. Passei por ela de cabeça baixa e sem dizer uma palavra. Foi aí que ela falou:
- Não precisa se envergonhar, foi excitante, não acha?
Não consegui responder. Simplesmente não conseguia articular nada.
- Eu gostei... e pelo visto você também curtiu, não é? - perguntou de novo.
- Acho que sim... - respondi.
- Te excita de verdade, né?
Só balancei a cabeça que sim.
- Seu pai me disse que desde pequena você não tem com quem conversar de mulher pra mulher. Por que não fala comigo?
- Me excita... e muito.
- Você já tinha visto seu pai transar com outra mulher antes de ontem?
Não respondi na hora. Pensei muito no que dizer. Tinha um monte de perguntas pra fazer e era verdade o que Marisol dizia, era bom ter alguém pra conversar. Não sei por quê, mas Marisol me passou uma puta confiança. Tanto que acabei contando tudo pra ela...
A gente conversou por várias horas, ela respondeu tudo que eu Perguntei pra ela e, pela primeira vez na vida, soube o que era conversar com alguém que parecia uma mãe. A Marisol parecia entender todos os meus problemas. Quando contei minha frustração por não conseguir provar o sêmen do meu pai fresco, ela ficou quieta. Parecia que tava pensando. Depois, disse que ia dar um jeito de me ajudar.
Aquela noite, meu pensamento era baseado no que a Marisol tinha falado sobre me ajudar. Não sabia exatamente o que ela queria dizer com aquilo. Quando ouvi eles chegarem do jantar, meu pai foi pro banheiro e a Marisol, colocando a cabeça na porta do meu quarto, falou:
— Vou deixar a porta aberta…
Eu mal consegui balançar a cabeça que sim.
Por alguma razão estranha, naquela noite saí nua do meu quarto, pronta pra espionar eles.
Quando cheguei, não acreditei no que vi: meu pai tava amarrado na cama com uma venda nos olhos, enquanto uma música baixa tocava no quarto.
A Marisol tava entre as pernas do meu pai, chupando o pau dele. Ela virou pra porta e me viu de pé, nua e parada. Os olhos dela pareciam não acreditar no que viam. Acho que ela nunca imaginou que eu fosse aparecer pelada.
Meu pai gemia e murmurava como ela chupava bem.
— Aaaiii, caralho!! Que gostoso você chupa essa pica!! Hmmm
A Marisol fez um sinal pra eu entrar no quarto e, quando entrei, apontou com o braço pra eu sentar na cadeira do lado da cama.
Comecei a me masturbar enquanto via ela chupando o pau do meu pai.
A Marisol chupou o pau dele até que, finalmente, meu pai começou a gozar na boca dela. Naquele momento, a Marisol me mandou chegar perto. Fui até onde ela tava e, antes que eu pudesse reagir, a Marisol segurou minha cabeça e, puxando pra perto, me deu um beijão na boca. Nunca tinha beijado uma mulher antes, mas a experiência foi muito gostosa. Enquanto a gente se beijava, a boca dela se abriu e todo o líquido que tava dentro passou pra minha boca. Parece que a Marisol tinha Guardou todo o sêmen do papai na boca e agora me dava pra provar, quentinho e fresquinho.
Quando terminei de engolir, ela me soltou e quase caí em cima do meu pai.
Marisol sorriu e, depois de fazer um sinal pra eu ir embora, começou a chupar o pau do meu pai de novo, que pelo visto nem tinha percebido o que tinha acabado de acontecer; ou seja, papai não fazia ideia de que a filha dele tinha visto eles fodendo e muito menos que tinha acabado de provar o sêmen fresquinho dele…
Eu já estava indo embora quando Marisol, depois de soltar o pau do meu pai, se levantou e veio até onde eu estava. Quando chegou perto de mim, me beijou nos lábios suavemente e, depois de um momento processando o que tava rolando, eu respondi o beijo.
Depois do beijo, ela sussurrou várias coisas no meu ouvido, aí fui pro meu quarto e me deitei na cama com as palavras da Marisol ecoando forte na minha mente…
Aquela noite fiquei com os olhos bem abertos; simplesmente sem conseguir dormir.
— Da próxima vez, talvez você possa ser a que tira o leite do seu papi… não quer chupar o pau do papai, Laurita? — Foram as palavras que Marisol sussurrou no meu ouvido. E quanto mais eu lembrava, mais meu corpo tremia de excitação.
Acho que eu tremia porque sabia perfeitamente qual era a resposta.
O que tinha começado como curiosidade — provar o sêmen do papai — tinha virado uma obsessão que ficava cada vez mais forte. Tudo tinha acontecido muito rápido. Nunca tinha pensado no meu pai desse jeito antes e muito menos imaginei que a namorada dele, que eu conhecia há tão pouco tempo, fosse ser tão perversa quanto eu, ou até mais.
Acho que foi naquela noite que decidi fazer isso. Tinha que fazer. Precisava sentir o pau dele na minha boca, aprender a chupar e aproveitar igual a Marisol fazia. Queria beber o sêmen que o pau dele soltasse de uma mamada minha.
Já de madrugada, ouvi meu pai saindo com a Marisol. Quando passaram pelo meu quarto murmuravam algo que, por mais que tentasse decifrar, não consegui. Levantei e fiquei me olhando no espelho por um bom tempo.
No dia seguinte, Marisol me levou pra fazer compras. Disse que eu podia comprar tudo o que gostasse nas lojas, que ela tinha grana de sobra pra nós duas e que eu não perguntasse como nem de onde tinha tirado, que era só aproveitar e escolher roupa. Falou que já era hora de trocar meu jeito conservador de me vestir pelo de uma mulher provocante. E olha que os vestidos que eu escolheria eram bem provocantes mesmo, porque mostravam muito e deixavam pouco pra imaginação.
Pelo visto, Marisol tinha um plano na cabeça. Ela me ajudou a escolher vários vestidos de verão que grudavam perfeitamente no meu corpo, realçando minha silhueta de mulher. Quanto mais me olhava no espelho, mais gostava de como ficavam em mim. Minha imagem de adolescente tava a caminho de virar mulher.
Quando chegamos em casa, Marisol me disse por que eu não ia pro meu quarto e vestia um dos vestidos que tinha comprado. Foi o que fiz. Me troquei na maior velocidade e, quando fiquei pronta, me preparei pra descer as escadas.
Quando ouvi uma conversa na sala, na hora parei no meio da escada. Parece que Marisol tava contando pro meu pai o que a gente tinha feito de manhã:
— Tivemos um dia ótimo. Laura precisava de uma mudança no guarda-roupa. Ajudei ela a escolher roupas que combinassem mais com o corpo e a personalidade dela… agora que você ver, vai perceber como ela tá gostosa com a roupa nova.
— Laura sempre foi gostosa… — meu pai falou num tom defensivo.
— Sim, mas se vestia mal. Sempre usava roupa largada. Não é jeito de se vestir pra uma menina tão linda que tá se transformando numa mulherzinha. Você precisa entender que ela tá prestes a se descobrir sexualmente e você tem que estar preparado, né?
— Prestes a quê?
Percebi que meu pai ficou meio desconfortável quando Marisol tocou no assunto da sexualidade.
— Já me ouviu… As garotas na idade dela também têm necessidades. Precisam começar a explorar a sexualidade delas. É algo natural. Eu vou ajudar ela com todas as dúvidas que ela tiver, claro, mas no fim das contas, você é o pai dela.
Papai não disse nada. Parecia que era a hora de me mostrar. Desci as escadas e parei pra cumprimentar ele.
— Oi, papai...
Ele me olhou, esperando tudo, menos o que viu: uma mulher gostosa na frente dos olhos dele. A cara dele disse tudo. Ficou paralisado. Levou vários segundos até conseguir encontrar as palavras certas pra falar. Finalmente, quebrou o silêncio com um: "você tá lindíssima... não consigo acreditar."
Marisol abraçou ele por trás e sussurrou no ouvido dele: "Verdade que ela tá uma delícia? Já é toda uma mulher..."
Meu pai concordou com a cabeça.
Corri pra abraçar ele. Sempre amei sentir os braços fortes dele em volta de mim, mas dessa vez foi diferente. O abraço dele era de um homem abraçando uma mulher, não de um pai abraçando a filha.
Ele me abraçou forte e disse: "Não sei o que te dizer, filha... você tá maravilhosa."
Ficamos abraçados por um tempão, até que meu pai se sentiu meio desconfortável e foi embora.
— Não acredito que você nunca percebeu... — Marisol disse pro meu pai. — Todos esses anos você teve essa gata na sua frente e nem notou?
— É que eu sou assim... — foi a única coisa que meu pai disse.
Os dias seguintes foram normais. Marisol e eu estávamos cada vez mais amigas e passávamos mais tempo juntas. Eu continuava espiando eles sempre que podia, e Marisol continuava ajudando, deixando a porta aberta e vendando os olhos do meu pai de vez em quando pra eu poder chegar mais perto e ver a transa de pertinho. Acho que até voyeur eu tava virando.
Não sei quantos meses se passaram, mas minha vida tinha mudado naquele pouco tempo o que não tinha mudado em tantos anos. Larguei os estudos, com a ideia de tirar uma espécie de ano sabático. Durante todo esse tempo, o relacionamento com a Marisol ficou mais próximo. Fiquei sabendo que a Marisol tinha se independizado desde muito nova. O mau tratamento dos pais dela e a pouca importância que davam a ela foram fatores importantes na sua saída de casa. Nunca soube exatamente no que ela trabalhava, mas sabia que ela morava em um apartamento dividido com outras três mulheres da idade dela, que, claro, nunca conheci.
A Marisol costumava me dizer que o momento em que eu me tornaria mulher estava prestes a chegar. Eu não sabia exatamente o que ela queria dizer com isso, quer dizer, sabia que ela estava falando sobre perder minha virgindade, mas não sabia com quem, quando nem onde. Mesmo assim, era tanta a minha confiança nessa pessoa, que tinha tomado o lugar de uma mãe na minha vida, que eu podia facilmente fechar os olhos e me deixar guiar por ela.
Um dia, enquanto meu pai trabalhava, a Marisol passou bem cedo para me buscar em casa. Pediu que eu me arrumasse e ficasse bem gostosa, porque a gente ia sair antes do meu pai voltar do trabalho. Ela me disse que naquele dia começaria minha preparação como mulher para o que viria num futuro bem próximo. Eu não soube o que dizer. Assim que fiquei pronta, entrei no carro dela e a Marisol já deu partida. Chegamos a um prédio numa área bem afastada da cidade. O prédio parecia ter alguns cômodos habitados e um monte vazio. Ela estacionou o carro numa das vagas do estacionamento e me pediu para acompanhá-la até falar com o chefe dela.
Achei muito estranho a Marisol trabalhar num lugar daquele. Sempre que a gente falava do trabalho dela, ela dava desculpas e, embora não tivesse me dito exatamente no que trabalhava, eu sabia que não estava indo tão mal.
Seu Félix, que era como o chefe dela se chamava, era um homem de uns 60 anos. Era baixinho, gordo e careca. Quando nos viu entrar no escritório dele, surpreendentemente cumprimentou a Marisol com um beijo na boca. Eu me senti incomodada e até ofendida com a atitude, mas, ao ver que a Marisol agia com naturalidade... Pensei em me acalmar por enquanto e, ao sair, conversar com ela e pedir uma explicação, embora com o que aconteceria depois já não fosse necessário.
Marisol me pediu para esperar enquanto ela falava com o chefe dela em particular. Sentei numa salinha de espera e — enquanto a secretária me olhava com cara de "o que essa garota está fazendo aqui?" — comecei a folhear umas revistas que estavam num balcãozinho.
Mal passaram uns minutos, Marisol voltou sozinha e me disse para acompanhá-la até a sala do chefe. Ao entrar na sala, o homem não parava de me devorar com o olhar. De repente, me perguntou o que eu estaria disposta a fazer por dinheiro, falou num tom de brincadeira, mas acho que era pra ver o que eu respondia. Virei pra olhar a Marisol e foi aí que ela tomou a palavra:
— A única coisa que essa menina quer é aprender. Digamos que em poucos dias vai ser a lua de mel dela e ela não quer decepcionar o amado, ou quer? — ela me perguntou.
Não soube o que fazer, fiquei apavorada e confusa. A única coisa que passou pela minha cabeça foi levantar e sair correndo dali. Foi o que fiz, mas quando estava quase saindo da sala, Marisol me segurou com a mão e disse pro chefe dela:
— Nos dá um minuto a sós, tá?
O homem se levantou e saiu da sala, fechando a porta atrás de si.
— 5 minutos... porque senão o efeito do comprimido vai me foder...
Assim que ficamos sozinhas, a primeira coisa que fiz foi perguntar pra Marisol que porra ela tava fazendo.
— Mas o que você tá fazendo?
— Ué, não é lógico? — ela disse, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
— Você tá me vendendo! Isso te parece lógico? — falei, irritada e indignada.
— Não tô te vendendo, tô te preparando! Ou será que você queria chegar pro seu pai sem saber chupar uma rola? Me diz, você já chupou alguma na vida?
— Não, mas...
— Mas o quê? Espera que seu pai queira uma inexperiente do lado dele? Será que você nunca viu como o homem fode? Ele é um monstro na cama, você não aguentaria nem 2 minutos com ele... Tudo o que Marisol me dizia era verdade. Meu pai era um mestre na cama, com certeza nunca iria querer ficar com alguém como eu, sem experiência nenhuma.
— Então você não tava tão afim de chupar o pau do seu pai? Porque acho que te entendi errado. Melhor a gente ir embora. — ela disse, com uma atitude irritada e decidida.
— Não, espera! — falei, sendo agora eu quem segurava a mão dela pra que não fosse embora. — O que eu tenho que fazer?
Um sorriso perverso se desenhou no rosto de Dom Félix, que já tinha esperado mais de 5 minutos lá fora e só naquele momento voltou a entrar, sabendo que no final a funcionária dele ia me convencer.
Ele se aproximou de mim e, depois de dar um maço de notas pra Marisol e mandar ela ir embora, esticou uma mão e pousou ela com suavidade na minha cintura.
— Você não sabe há quanto tempo não como uma virgem, e hoje em dia elas são tão caras quanto o dólar e tão difíceis de achar quanto ouro. Espero que entenda que não tô a fim de pagar por uns minutos de sexo, isso eu faço a qualquer hora com a Marisol por muito menos da metade do que paguei por você. — Se eu tava procurando explicações, agora tinha: Marisol era uma puta! — Mas bom, você é especial, e por isso vamos nos divertir um bom tempo.
Naquele momento, entendi que aquilo não ia ser tão fácil quanto a Marisol tinha pintado. Por mais que quisesse, não podia simplesmente fechar os olhos e imaginar que era meu pai enquanto fodava com aquele velho. Além disso, como ia fazer ele gozar rápido se eu não tinha experiência nenhuma e com certeza o velho tinha tomado sei lá quantos comprimidos?
Enquanto a mão de Dom Félix acariciava minha bunda por cima do vestido, ele foi me guiando até o sofá que ficava à esquerda da entrada do escritório dele. Eu tremia e tava quase desistindo, mas sabia que se fizesse tudo direito e cumprisse o trato, logo estaria com meu pai na cama dele.
Já sentados, Dom Félix Não aguentei mais e ele se jogou em cima de mim, apalpando quase com violência e desespero todo o meu corpo enquanto me beijava nos lábios e enfiava a língua na minha boca.
Naquele momento, eu soube que não tinha mais jeito: ou eu aceitava transar com aquele velho pervertido e fingia o melhor orgasmo possível, ou nunca teria a chance de ficar com meu pai como mulher.
As mãos do Dom Félix foram arrancando minha roupa aos poucos. Depois, começaram a tocar com frenesi meus peitões.
Comigo completamente nua, ele se levantou e, apontando pro volume que se formava na calça dele, me disse o que fazer:
— Vai, vem aqui e me dá um boquete bem gostoso…
Me ajoelhei na frente dele e puxei a calça pra baixo. Tirei a piroca dele pra contemplar, e no instante em que minha mão tocou a pele do pau, Dom Félix soltou um suspiro enorme e fechou os olhos.
Fiquei olhando por uns segundos; parecia ter menos da metade do tamanho do do meu pai. Naquela hora, eu soube que o pau do papai era uma joia pela qual eu devia lutar, comparado com aquela miniatura. Aproximei meu rosto da piroca do Dom Félix e, de imediato, o cheiro do sexo dele ficou mais forte; era um cheiro bem desagradável, mas tive que criar coragem e, abrindo minha boca o máximo que pude, comecei a chupar.
No começo, fiz de jeito desajeitado e rápido, mas com os conselhos do Dom Félix, que não parava de suspirar e gemer, em questão de segundos comecei a mamar como se fizesse aquilo há anos. Chupei como se fosse um picolé que ia derreter logo e me dar o gosto dele.
Me dediquei a mamar como se fosse a piroca mais gostosa do mundo; ou seja, a do meu pai! Em poucos minutos, fiz o Dom Félix soltar toda a porra na minha boca. Tinha um gosto diferente do sêmen do meu pai; esse era mais azedo, mas mesmo assim eu gostei. Achei que seria o fim e que eu iria embora intacta pra casa; ou seja, virgem. Mas enquanto eu chupava pra limpar toda a resíduos de sêmen que tinham escorrido pelo tronco e pelas bolas dele, o pau não parecia diminuir nem um pouco de tamanho. Virei pra olhar na cara do Dom Félix sem parar de chupar o pau dele, e ele, com um sorriso enorme, me disse:
— Milagres da medicina, gostosa… milagres da medicina moderna!
Na hora, ele me pôs de pé e me colocou de quatro no sofá. Eu sabia o que vinha, tinha chegado a hora de perder minha virgindade.
Mal senti a ponta do membro dele na entrada da minha buceta, me mexi um pouco pra esquerda, evitando que ele enfiasse.
— Calma, calma, você vai gostar, já vai ver… — disse Dom Félix ao notar meu medo e nervosismo, suponho, e colocou o pau dele de novo na entrada da minha buceta.
Ele empurrou um pouco, e a cabeça começou a abrir caminho. Senti como se estivessem me rasgando por dentro e não consegui evitar soltar um gemido enorme:
— Aaaaauuuuggghhhh
Ele parou um momento, acho que sentiu meu hímen. Na hora, imaginei que ele estivesse tomando coragem pra dar uma enfiada forte e romper, mas na verdade ele parou pra curtir o momento, porque, como ele mesmo tinha dito, não é todo dia que se tem a chance de desvirgar uma novinha.
Ele mal tinha começado a me segurar pelos quadris pra meter até o fundo quando, de repente:
— PAROU! MÃOS PRO ALTO! — gritaram depois de arrombarem a porta com um chute.
Dom Félix tirou o pau na hora, e os policiais começaram a imobilizar ele.
Eu não soube o que fazer, tava morrendo de medo vendo tantos policiais dentro do escritório. Um deles mandou eu me vestir rápido e acompanhar eles. Me vesti todo atrapalhada e, ao sair, nem a secretária nem a Marisol pareciam estar em lugar nenhum. Me colocaram numa viatura e me levaram pra Delegacia. Já lá, começaram a fazer uma série de interrogatórios, e eu não respondi nada. Só chorava e pensava no que ia dizer pro meu pai!
Depois de ficar detida por mais de 2 horas e não ter feito nenhuma ligação, finalmente… Chegou a Marisol. Ela fez um sinal pra eu esperar um pouco e foi falar com um agente que parecia conhecer muito bem, pelo jeito que ele a recebeu.
Uns minutos depois me soltaram. Na saída, ouvi claramente um policial falando pro outro:
— Já vai embora?
— É, parece que era só uma puta cara de pau que tava dando pro bandido…
— Pois é, tava pensando em fazer uma visita pra ela mais tarde.
Quando saí, não pretendia nem olhar na cara da Marisol. Levei aquilo como uma traição da parte dela, e ela parecia saber muito bem. Entramos no carro dela e, depois de andar umas quadras, foi ela quem quebrou o silêncio:
— Você cumpriu sua parte… nem sabe como eu sinto muito. Me desculpa sua primeira vez ter sido assim…
Chegamos em casa e meu pai estava esperando na entrada. Ele parecia muito preocupado. Marisol pediu pra eu não falar nada e deixar ela explicar.
Quando desci do carro, meu pai correu pra me abraçar, perguntou se eu tava bem e o que tinha acontecido. Eu não disse nada, só chorava e abraçava ele com força.
Entramos em casa pra não alarmar os vizinhos, e Marisol pediu na hora pra gente conversar. Ela falou pro meu pai que queria falar comigo de mulher pra mulher no meu quarto. Meu pai pareceu entender, mas fez ela prometer que contaria tudo depois de falar comigo. Resolvi dar uma chance pra ela se explicar, por causa da amizade boa que a gente tinha até então, e ela disse:
— Juro que não sabia que isso ia acontecer… parece que meu chefe tinha negócios sujos além da prostituição. Você cumpriu sua parte, e eu vou fazer o que é meu dever… Mas antes quero que você saiba que vou sumir por um tempo…
Naquela hora, deu mais vontade de chorar. Porque, mesmo estando muito puta com ela, eu tinha criado tanto carinho que não queria que ela fosse embora.
— Calma, tudo faz parte do nosso plano… — ela disse, tentando me acalmar. — Além disso, é melhor eu sumir daqui por um tempo, do jeito que as coisas tão. Com certeza a polícia vai vir me buscar, mesmo eu não tendo nada a ver com isso, porque você já sabe como são as coisas nesse país. Te prometo que vamos continuar em contato e vou te dizer passo a passo o que você precisa fazer durante minha ausência antes de eu ir.
Marisol iria embora 1 semana depois, dizendo ao meu pai que estava viajando a trabalho e que voltaria em umas 2 semanas. Meu pai sofreu com a despedida, mas parece que entendeu que uma mulher que trabalha como "investidora" — era o que ele achava que ela era — precisa viajar direto.
Papai achava que o problema no Ministério Público tinha acontecido porque uns caras tentaram me estuprar, e naqueles dias ele me dava mais atenção e me tratava o melhor possível.
A casa ficava vazia e triste sem ela. Eu sabia exatamente o que deveria fazer agora que, como parte do primeiro plano para conquistar meu pai, ele achava que eu tinha quase sido estuprada. Mas sem ela por perto me guiando, tudo parecia tão complicado…
As duas semanas passaram, e papai ficava cada vez mais triste ao ver que Marisol não voltava. E, embora eu soubesse que ela não voltaria tão cedo, também não sabia se voltaria algum dia.
Nossa comunicação era geralmente pela internet. Marisol me perguntava como estavam as coisas e me preparava psicologicamente para o que estava por vir, mas já fazia mais de 6 dias que eu não sabia nada dela.
No entanto, na madrugada do aniversário do papai…
— Papai…? — sussurrei enquanto me deslizava de um lado para o outro no quarto dele, iluminada só pela luz da lua. Parei só quando meus joelhos começaram a tremer de nervoso ao sentir o lençol de seda da cama de casal do meu pai.
— Papai, você está acordado? — perguntei de novo enquanto me deitava quase em cima dele, ronronando no ouvido dele enquanto minha língua, a centímetros da orelha dele, esperava ansiosa para lamber.
Ainda não! — falei para mim mesma, me afastando enquanto sentia minha Bicos duros e empinados.
Levantando levemente o lençol, mal consegui respirar ao ver que, exatamente como a Marisol tinha me dito, meu pai gostava de dormir pelado! Tive que lutar comigo mesma para não acabar pegando naquele pau comprido, grosso e mole que orgulhosamente descansava apoiado na coxa forte e grossa dele.
É tão grande!! — pensei pela milésima vez na minha vida enquanto meu olhar continuava perdido naquela cabeçona enorme do pau dele, três vezes maior que o do seu Félix.
Passando a língua nos lábios, me perguntei como seria sentir minha língua passando por cima das bolas dele, que pareciam dois balões d'água enormes, e daquele tronco gigante. Como seria engolir todo o sêmen dele direto daquele pau lindo?
Sabia, também pelos conselhos da Marisol e por ter visto antes que ele tinha se masturbado pelo menos duas vezes antes de dormir no banheiro, que ele não acordaria a menos que eu fizesse um escândalo enorme. A menos que fizesse algo absurdo, louco, algo impossível!
Rezava em silêncio para que ele não acordasse enquanto me acomodava debaixo do lençol junto com o corpo dele. Sabia que precisava ser paciente para poder ver todos os sintomas que a Marisol tinha me falado que aconteceriam no meu pai. Mas fui pega de surpresa ao ver que o pau dele começava a ganhar tamanho e dureza poucos segundos depois de eu ter entrado na cama dele. Na hora, a primeira coisa que pensei foi que meu pai tinha acordado, mas logo depois, depois de ter certeza de que ele ainda dormia, entendi que era uma daquelas tantas ereções que a Marisol tinha me contado que meu pai tinha enquanto dormia.
Mesmo assim, naquela madrugada eu não tinha ido me meter na cama do papai só para admirar as ereções noturnas dele, não. Naquela madrugada, a madrugada do aniversário dele, eu estava ali para passar a noite com ele, acordarmos abraçados e pelados. Estava ali para ir preparando ele para o que viria e seria comum na nossa vida.
Assim que me certifiquei de estar Perfeitamente entre seus braços, adormeci apoiando minha cabeça no ombro dele.
— Querida, acorda! O que você está fazendo na minha cama? — foi a primeira coisa que ouvi ao acordar, enquanto meu pai me sacudia pelo ombro, e na hora eu soube que ele já estava acordado.
— Papai? — murmurei enquanto me espreguiçava e puxava o lençol para cobrir meu corpo. — Tive um pesadelo, pai, um pesadelo horrível. — falei com voz inocente.
— Mas, filha…! — ele começou a reclamar enquanto os olhos dele não paravam de olhar a silhueta do meu corpo jovem debaixo do lençol.
— O quê, papai? — interrompi, lembrando como tinha acordado várias vezes durante a noite sentindo o pau duro do meu pai cutucando entre minhas coxas.
— Você não está…! Você não está vestida! Está nua!
— Gosto de dormir assim, papai… você também gosta…
— Pois é, mas você é minha filha! Como é que a gente fica, os dois dormindo pelados na mesma cama?
— Mas o que tem de errado, pai? Sou sua filha! Não tem nada de errado em dormir com meu pai… além disso, tô te falando que tive um sonho horrível ontem à noite. Sonhei que fui estuprada pelos caras que me atacaram da outra vez…! — nessa hora, comecei a chorar.
Tinha ensaiado tanto minhas lágrimas que nunca imaginei que sairiam tão fáceis naquele momento. Agora meu corpo tremia, mas de excitação e nervosismo, quando papai me abraçou, se sentindo culpado por ter me repreendido por ter ido dormir com ele, sabendo que há pouco tempo tinham tentado me "estuprar" e os ferimentos ainda não tinham sarado completamente.
— Tá tudo bem, querida… não chora… foi só um sonho, amor… nunca vou deixar ninguém te machucar… — meu pai dizia enquanto tentava, sem sucesso, esconder da minha vista e afastar do meu corpo o pau duro dele.
— Jura, papai? — quase exigi, enquanto meus lábios, involuntariamente levados pelo desejo, tentavam encontrar os dele.
— Juro, Laura… — meu pai falou enquanto enxugava minhas lágrimas e tentava não me beijar na boca, que buscava a dele. discretamente os seus.
—Queria que todos os homens fossem como você, papai… queria encontrar um namorado igual a você, que me protegesse e cuidasse de mim pra sempre.
—Um dia você vai encontrar um homem como eu, filha… você é uma jovem muito gostosa.
—Nunca vou encontrar alguém como você, papai… — abracei ele, forçando ele a sentir meus peitos no peito dele. Esperei uns minutos do lado dele, abraçada, até eu me "acalmar" um pouco e falei — com tudo isso, não tive tempo de… feliz aniversário, papai… — dessa vez não dei chance nenhuma pra ele escapar e, pegando ele de surpresa, dei um beijinho leve, mas demorado, nos lábios dele.
Papai, depois disso, se separou de mim quase bruscamente e, levantando, saiu do quarto mesmo eu implorando pra ele ficar mais um tempo comigo. Imediatamente ouvi a porta do banheiro fechar e soube o que ele ia fazer…
Sabia que o corpo dele me queria, porque vi como ele estava com o pau duro debaixo do short que vestiu antes de sair do quarto, mas ele, como homem…?
Minutos depois, ouvi ele abrir o chuveiro e entrar pra tomar banho. Assim que terminou, o telefone tocou e, como se soubesse quem era, meu pai saiu com uma toalha amarrada na cintura e atendeu:
—Marisol! — gritou cheio de alegria e, naquele momento, não sei por que, senti um pouco de ciúme, mas ao mesmo tempo gostei de ouvir notícias dela.
Papai voltou pro quarto super animado e me disse:
—Faz as malas, vamos visitar a Marisol!
Nosso voo saiu às 10 da manhã do mesmo dia. Papai estava super empolgado e eu estava, agora sim, completamente com ciúme e puta da vida pelo fato de a Marisol ter cortado desse jeito minha missão de seduzir meu pai no aniversário dele. Que porra tinha acontecido com nosso trato? Era pra eu e papai transarmos naquele dia, depois de eu preparar um jantar pra ele com gotas do líquido "de amor e excitação" que a Marisol tinha me dado como o principal gatilho pra acabar de vez com a resistência dele. enlouquecer meu pai e fazer ele me foder!
Até o momento em que chegamos no aeroporto, fiquei sabendo que a gente ia viajar pra praia mais linda do nosso país pra que o papai encontrasse a Marisol, que tinha reservado hotel e avião pra ele de aniversário.
Depois de chegar, pegamos nossas malas e papai, depois de alugar um carro, dirigiu até o hotel que a Marisol tinha indicado; lugar onde, poucas horas depois, eles iam se encontrar.
Ao chegar no hotel, que por sinal era muito chique e bonito, tinha sim uma reserva no nome dele. Era a suíte pra lua de mel e ficava no último andar. Papai, meio desconcertado por não aparecer nenhuma outra reserva, perguntou se tinha alguma outra reservada (acho que pensando em mim). A moça da recepção verificou de novo e disse que não, não tinha nenhuma outra reserva. Papai, meio estranho e pensativo, acabou pedindo pra reservarem outro quarto.
— Não temos nenhum outro quarto disponível no momento, senhor… se quiser passar pra deixar a bagagem e se algum dos nossos hóspedes sair mais tarde ou cancelar, com prazer aviso o senhor pessoalmente…
Meu pai não teve outra opção a não ser aceitar a proposta.
Imagina só, se eu já tinha achado estranho a Marisol não ter reservado um quarto pra mim, imagina como meu pai se sentiu.
Papai tentou ligar pra Marisol, mas pelo visto ela tinha o celular desligado.
— Fazer o quê, acho que faz parte da surpresa… — disse meu pai, se consolando.
O quarto era de tirar o fôlego. A cama era tão grande que o tamanho king size parecia pequeno, a sala de estar era elegante, decorada com vários enfeites típicos da região, e a varanda tinha uma vista incrível pro mar. Sem falar nas flores, nos chocolates, no champanhe… etc.
Na sala de estar, encontramos 2 envelopes fechados. Um tinha o nome do meu pai e o outro tinha o meu. Papai imediatamente pegou o dele e foi ler do lado de fora do quarto, já que suponho que queria fazer isso em particular, animado pra adivinhar quem era o destinatário. Marisol?
Eu abri o meu bem ali onde estava. A primeira coisa que dizia era pra eu me certificar de não ler na frente do meu pai ou perto dele. Em segundo lugar, me mandava, ao terminar de ler a carta, rasgá-la e jogá-la onde ninguém encontrasse. Depois dizia... e no final terminava com um: Espero que saiba aproveitar a oportunidade que te dei. Atenciosamente, Marisol.
Terminei de ler a carta e na hora fiz o que me foi pedido. Rasguei em mil pedacinhos e joguei na privada. Um pouco depois, meu pai voltou e começou a se arrumar como se fosse sair, e demorou como nunca tinha visto ele demorar se arrumando. Uns minutos depois, ele confirmou que estava esperando a Marisol, andando de um lado pro outro pelo quarto sem parar de olhar no relógio.
— O que cê tá fazendo, pai? — perguntei, sabendo perfeitamente o que ele tava fazendo, porque a carta da Marisol tinha me explicado em detalhes o que ia rolar.
— Vou sair pra jantar com a Marisol. Espero que não se importe de ficar sozinha...
— Não, de jeito nenhum, pai. Com um quarto desse, não poderia estar mais feliz — falei com um sorrisão no rosto.
E assim passaram os segundos, minutos e horas sem a Marisol aparecer. Papai cada vez mais puto, frustrado e triste. Tinha levado um bolo. Na hora, eu soube o que tinha que fazer.
Calcei uns saltos altos e um vestido sexy que tinha comprado fazia pouco e nunca tinha usado, porque a Marisol tinha dito pra usar só num momento muito especial. Era um vestido preto que se agarrava no meu corpo, destacando toda a minha figura de mulher como ninguém nunca tinha me visto.
Bateram na porta, e meu pai, com a cara de homem derrotado, atendeu. Eu segui ele de perto sem que ele notasse minha presença, e quando ele abriu, vi que era o mensageiro.
O mensageiro olhou pra ele e na hora entendeu que era um homem Plantado e frustrado:
—O senhor ia sair? — perguntou com um tom de deboche que achei bem grosso da parte dele, mas meu pai estava tão arrasado que nem soube o que dizer.
—Boa noite… — interrompi, e meu pai, ao me ver, ficou mais mudo do que já estava. — Meu marido e eu íamos sair, mas estamos muito cansados da viagem. — Naquele momento, beijei meu pai nos lábios, para surpresa dele e diante do olhar atônito do mensageiro. — Acho que preferimos tomar banho e ficar para jantar no quarto. O senhor poderia mandar a ceia para a gente, por favor?
—Claro… é claro, senhorita… — disse o mensageiro, enquanto me devorava com os olhos de cima a baixo, com certeza desejando ser ele quem passaria a noite comigo.
—O que foi? — falei para meu pai ao fechar a porta, vendo que ele ainda estava com cara de incrédulo.
—Você está linda…
O olhar do meu pai me fez sentir como se eu tivesse acabado de me transformar numa princesa; na princesa dele!
—Você não sabe como te agradeço, filha… — disse meu pai, sabendo perfeitamente o ridículo que eu tinha acabado de evitar que ele passasse com o mensageiro. — Não sei o que faria sem você, de verdade, não consigo imaginar minha vida sem você, filha. Você traz tanta alegria e felicidade pra minha vida que… eu realmente te agradeço, filha. Te amo.
Foi naquele momento que reafirmei que não havia ninguém no mundo melhor do que ele pra mim.
—Você está bem, filha? — disse meu pai, me tirando daquele mundo tão maravilhoso pra onde as palavras dele tinham me levado.
—Sim, papai… é que… suas palavras são tão lindas que… — abracei ele na hora, querendo fazer ele sentir o mesmo que eu estava sentindo. Queria que ele percebesse que a gente estava destinado um ao outro.
Naquele momento, meu pai se afastou de mim e, enfiando a mão no bolso, tirou um colar de pérolas lindas.
—Acho que encontrei a pessoa que realmente merece isso… — meu corpo tremeu na hora. Senti como se ele estivesse me dando um anel de casamento.
—Você pode colocar em mim? Põe o colar, pai?" — perguntei enquanto virava de costas pra ele e prendia meu cabelo pra ele colocar no meu pescoço.
"Claro que posso..."
As mãos dele eram tão gostosas enquanto acariciavam meu pescoço com cuidado depois de colocar o colar. Dava pra sentir a respiração dele bem perto da minha orelha, e o colar deslizou pelo meu peito todo, sumindo um pouco no meio dos meus peitos.
"Ahh..." — não consegui evitar gemer ao sentir o frio do colar entre meus peitos. — "Tá muito frio, me deu umas cosquinhas..." — me virei e, fingindo que queria ver o colar, levantei um pouco aquela parte do vestido, sabendo que meu pai ia ver meus peitos perfeitamente de onde estava.
"Tá perfeito..." — meu pai disse.
Naquela hora, meu pai me beijou na bochecha e falou: "Vou tomar um banho antes de trazerem o jantar..."
Eu sabia muito bem que, mais do que tomar banho, ele ia se masturbar pensando no que acabara de ver, e não tava a fim de deixar ele se aliviar aos poucos. Queria que naquela noite meu pai me desvirginasse com todo o desejo acumulado que ele tinha, então, como tática, falei:
"Não tranca a porta, pai... quero entrar pra fazer umas coisas quando você já estiver no chuveiro."
Meu pai pensou um pouco e depois, resignado a não poder bater uma pensando em mim por enquanto, balançou a cabeça e foi tomar banho numa boa.
Só entrei pra escovar o cabelo e conversar com meu pai pra garantir que ele realmente não tinha trancado a porta e não tava se masturbando.
Quando meu pai saiu do banho vestindo aquele roupão chique que o hotel tinha deixado pra ele, me perguntou:
"Por que você tá tão feliz?"
"Por nada, é melhor eu tomar banho também, senão o mensageiro vai nos pegar na mentira se voltar e me ver ainda vestida..." — falei e fui tomar banho também.
Saí do banheiro enrolada numa toalha, e meu pai, que ainda não tinha se trocado, perguntou: "E o jantar?"
Antes que eu pudesse... Responder ele. Ouvimos baterem na porta. Meu pai abriu e na mesma hora entrou o mesmo cara de antes com um carrinho onde trazia o jantar. Ele me olhou e quase tropeçou no carrinho. Levou vários minutos para arrumar a mesa e colocar os alimentos em bandejas sobre ela. Enquanto fazia isso, me olhava discretamente e, quando terminou, quase foi empurrado para fora pelo meu pai.
— Quase causou um infarto no pobre coitado… — disse meu pai, sorrindo.
— Pelo menos existem homens neste mundo que me acham gostosa…
— Você ainda está com o colar… — ele disse no momento em que nos sentamos para jantar.
— É o presente mais lindo que um homem poderia me dar, papai…
Conversamos enquanto jantávamos, a conversa surpreendentemente criava uma espécie de tensão sexual entre nós dois, e eu podia ver claramente nos olhos dele quando me olhava.
Finalmente terminamos o jantar e meu pai levou o carrinho para fora do quarto com todos os pratos. Enquanto ele fazia isso, eu me deitei no sofá, sentindo o roupão se abrir e mostrar quase meus peitos nus.
— Senta comigo, papai… — falei, convidando ele para o meu lado.
Com os olhos dele olhando discretamente para meus peitos e coxas, meu pai aceitou meu convite e sentou do meu lado direito. Passando o braço em volta de mim, ele me abraçou e começamos a conversar. De repente, ele disse:
— Acho que você não me quer assim, Laura…
— Como assim, papai?
— Me amar…
— Você não me ama? — fingi não saber do que ele estava falando, mas meu pai estava se soltando aos poucos.
— Não me refiro a esse tipo de amor, filha…
Era tão difícil para ele que decidi fazer minha jogada naquele momento. Com minha mão passando por baixo do roupão dele, sem dar tempo pra nada, peguei seu pau grosso e falei:
— Me come, papai…
— Filha, a gente não pode… hmmm… — ele gemeu ao sentir eu apertar mais o pau dele. — Isso é errado, filha… você tem uma vida pela frente… hmm… — continuava gemendo enquanto me abraçava desesperadamente com os braços.
— Cala a boca, papai… — falei e beijei ele na boca. lábios afundando minha língua na boca dela.
- Filha...! - finalmente rugiu como um leão e começou a me beijar de um jeito inimaginável.
Com a força enorme dele, me carregou sem dificuldade nenhuma e me levou até o quarto sem parar de me beijar.
Olhando nos olhos dele, enquanto era carregada rumo ao quarto, teve um momento em que senti medo, vi a excitação enorme nos olhos dele e soube que minha primeira vez seria com o homem mais fogoso que eu poderia imaginar. Era tarde demais para arrependimentos, assim que chegamos ele puxou meu roupão e me deixou nua. Me jogou na cama e, de imediato, de barriga pra cima, abri minhas pernas o máximo que pude.
Finalmente ali estava meu pai, o homem que ia me desvirgar e me fazer sua mulher, de pé entre minhas pernas com um pau monstruoso pulsando e desejando se enterrar na minha buceta.
- Papai... - falei com um pouco de medo, tentando convencê-lo de que não entraria tão fácil, dado o tamanho do pau dele e o tamanho da minha buceta.
Ele se deitou em cima de mim e começou a me beijar nos lábios e no pescoço, arrancando gemidos imensos de prazer enquanto o pau dele roçava de vez em quando na parte interna das minhas coxas e na minha buceta.
- Aaahhh papai!! Sim papai, siii hmm
De repente senti um dos dedos dele entrando na minha buceta. Na hora minha coluna arqueou e comecei a gemer descontroladamente.
- Ah, você é tão linda... tão perfeita... - meu pai dizia.
- Aaahhh papai me faz sua, papai, mete em mim!!
- Temos a noite toda, querida... hmm
Não precisei de mais carícias prévias, desde que ele me pegou no colo eu já estava molhada e pronta pra ser penetrada.
Meu pai começou a devorar meus peitos como um louco. Mordia meus bicos e lambia todo o peito de um jeito delicioso!
- Papai!!! Hmmm - gemi quando senti o pau dele se alinhando perfeitamente com minha abertura.
Meu pai cuidadosamente começou a empurrar, forçando a cabeça enorme do pau dele a entrar na minha buceta.
- Aaarrrggghhh PAPAI!! Hmmm - gemi quase convencida de que o pau dele nunca ia caber na minha buceta.- é muito grande papai… é muito GRANDE! Aaaahhhhh- senti uma dor enorme que queimava quando meu pai, numa estocada, levou minha virgindade.
-Aaaahhhh filha… hmmm te amo tanto…- ele me beijou nos lábios quando sentiu o pau dele rasgando meu hímen.
Ele foi enfiando devagar, metia um pouco e esperava minha buceta se acostumar com o tamanho, depois metia mais um pouquinho e esperava de novo até que finalmente estava completamente dentro. Começou a bombar em mim num ritmo meio lento no começo, mas foi aumentando cada vez mais até virar um ritmo rápido e quase violento.
Eu sentia meu corpo tremer a cada estocada dele. Enquanto fazia isso, não parava de beijar meus peitos, meu pescoço, minha boca…
Era isso que se sentia estar com um homem de verdade! Meu primeiro orgasmo não demorou a chegar e, como se me conhecesse perfeitamente, ele acelerou as estocadas e gozou junto comigo.
-Aaaahhhhhhh PAPI!! PAPI!! SIM ASSIM HMMM
-AAAHHHH LAURAAAAHHH!! – gemeu forte enquanto todo o leite dele entrava na minha buceta.
Ele saiu de dentro de mim só pra continuar me beijando e pedir pra eu chupar ele.
Senti que enlouqueci quando finalmente provei aquela carne tão desejada…
Enquanto meu pai enfiava um dedo no meu cu e na minha buceta, eu chupava o pau dele com uma vontade doida. Não sei quanto tempo fiquei chupando o pau dele, mas juro que teria feito isso a noite toda sem problema nenhum.
Quando o pau dele ficou mais grosso que o normal e meu pai começou a ofegar que nem um louco, eu soube que tinha chegado o momento mais esperado da minha vida, depois de perder a virgindade com meu pai.
Meu pai soltou uma quantidade enorme de porra e, com um esforço sobre-humano, consegui engolir tudo. Nem uma gota deixei escapar. Fazia tanto tempo que desejava aquilo que nunca teria me perdoado por desperdiçar.
Finalmente, saboreei o doce gosto do leite morno do meu pai. e beijei ele na boca. Nós dois caímos exaustos por alguns minutos, o silêncio só era quebrado pela nossa respiração.
-É sempre tão gostoso transar, papai? - perguntei.
-Nunca antes tinha sido tão gostoso transar...
-Você gostou de mim? Eu soube fazer direito, papai?
-Você não podia ter feito melhor, filha...
Naquela noite a gente trepou de novo e nem dormimos. Quando papai finalmente pegou no sono, eu não conseguia dormir de tanta excitação e vontade de que ele me comesse de novo.
Mas eu sabia que já eram quase 8 da manhã e precisava fazer algo antes que papai acordasse. Coloquei uma roupa e desci até o lobby. Imediatamente encontrei a Marisol, que ao me ver sorriu e disse:
-Você não precisa falar mais nada... seu corpo fala por si só... já é uma mulher!
Agradeci muito por ela ter me ajudado e, antes de ir, perguntei por que ela tinha feito aquilo.
-Por que você fez isso? Quer dizer, não que eu esteja te julgando, mas pensei que você realmente amava meu pai...
-Seu pai eu conheci na rua... eu sempre fui uma prostituta e, pra ser sincera, quando comecei a ter uma relação íntima com ele, pensei que minha vida ia mudar... acho que me apaixonei por ele, mas...
-Mas o quê, Marisol?
-Ele não me amava... ele sempre te amou e te desejou... quando estávamos juntos, várias vezes o nome de você escapou da boca dele... nunca pensei em fazer nada, mas quando soube que você também queria ficar com ele, bem... quem sou eu pra ficar no meio desse love?
Senti um pouco de tristeza por ela, mas Marisol rapidamente me disse pra tirar qualquer ideia maluca da cabeça.
-Agora vai e aproveita teu homem, que não deve demorar pra acordar...
Depois disso, nunca mais vi a Marisol.
Comentarios Destacados
BESOS.
31 comentários - Viciada em leite de papi
😃 a favoritos sigue asi
gracias por el aporte!! besoooosssss,
GodiTICA
yo pase por tu post, vos pasaste por el mio?
los comentarios son el apoyo que necesitamos para seguir adelante!!
morboso
excitante
muy bueno
van mis +10
🤤 🤤 🤤
Muy bien narrado
Gracias por el aporte
Gracias por publicarlo! Tesigooo!!!
Me quedé sin puntos. Si puedo, te doy más.
Un besito. 😃