Bom, essa é minha primeira postagem, espero que vocês gostem.😉Desde moleque, sempre vivi rodeado de primas, todas mais velhas (sou o único homem). De todas elas, uma sempre me chamava a atenção, eu sabia que era putinha. Fui crescendo e ela vivia falando: "como você tá bonito, primo", "tá um baita gostosão", e sempre com um olhar meio estranho pra época. Quando eu tinha 19 anos (ela já passava dos 30), tive uma ideia pra aquela situação, e também praquela educação perversa que sempre tive em casa.
Eu já tinha "decifrado" tudo que ela me dizia, então deduzi que minha prima tava afim de mim, mas não tinha certeza absoluta. Por isso, criei um plano pra confirmar. Adicionei ela num MSN diferente, me passando por outra pessoa, e mandei:
- Preciso de um conselho de alguém de fora da situação. Tenho uma prima que me dá um tesão danado, e sei que ela é meio rodada. Cê acha que se eu chegar nela, vai dar certo?
- Olha, se ela gosta de você, vai topar e vai cagar se é teu primo. E se ela recusar, você não perde nada.
Tentando ser sutil, falei:
- Você nunca passou por isso de sentir atração por um parente e não saber o que fazer?
- Já sim, tenho um primo mais novo que eu, e tô afim dele...
(Isso confirmou de vez minhas suspeitas.)
Pra conversa não morrer ali, comecei a perguntar sobre a vida sexual dela. Ela me contou a primeira vez (bem perversa, por sinal), disse que adorava sexo anal, desde que o cara não tivesse um pau muito grande, senão doía. Também falou que era viciada em sexo oral e não tinha problema nenhum em engolir quando o cara gozava.
Tudo isso fodeu minha cabeça de um jeito. O tempo que esperei pra vê-la e chegar nela, dizer como ela me deixava com tesão, como eu sonhava com aquilo, como me excitava só de pensar na situação, no tesão de transar com ela.
Finalmente ela veio me visitar. Eu tava desesperado pra ficar sozinho com ela e contar tudo. Dois dias depois da chegada dela, a gente ficou sozinho na casa da minha avó, e eu comecei a contar minhas experiências. sexuais, como eu gostava. Eu via como ela ia mudando a cara enquanto falava, sentia como aos poucos ela também ficava excitada.
Num momento houve um silêncio, ela me olhava fixo nos olhos como esperando a resposta. Criei coragem e falei:
Eu: - Olha prima, tenho que te contar uma coisa, espero que você não fique brava.
Ela: - Olha se vou ficar brava!! sabe que pode confiar em mim.
Eu: - Desde pequeno sempre me senti atraído por você, mas agora que cresci, você me excita, literalmente.
Ela: - Kkkk!! O que você tá dizendo, primo?, Como pode uma coroa da minha idade te excitar?.
Eu: - Não é a idade, é seu corpo, sua raba, seu jeito de ser, essa "cara" de putinha.
Ela: - Kkkk primo, como você cresceu rápido, e como é direto pra falar as coisas. Mas eu também tenho que te contar uma coisa, por ser o único homem jovem na família, sempre gostava de cuidar de você, trocar sua fralda, te limpar e tal. Mas conforme você crescia e me deixava de lado, eu queria te dar banho como quando era pequeno, pra ver como você crescia, pra ver seu pau e ver que já é um homem.
Eu, surpreso com a sinceridade e os sentimentos dela, falei:
Eu: - Então não tem mais o que dizer, vamos deixar nossas emoções nos guiarem, e eu vou realizar sua vontade de me ver o pau, de brincar com ele, e fazer o que quiser comigo.
Ela: - Kkkk é uma boa proposta, como posso recusar?
Ela começou a tirar minha camiseta com uma mão, enquanto com a outra me tocava e acariciava o pau. Eu, quase sem entender direito o que tava rolando, comecei a beijá-la, a apertar a raba dela e passar a mão na buceta dela.
Em poucos segundos já tava duro, e ela levou meu pau até a boca dela. Senti como ela colocava meu membro na boca dela bem devagar, e como a língua dela percorria toda a cabeça do meu pau. Ela sabia muito bem o que fazia, praticava um boquete delicioso. Eu tava explodindo, entre a excitação gerada pelo tesão e o boquete gostoso que tava sendo feito PELA MINHA PRIMA, sentia que a qualquer momento gozava, tentava me controlar apertando e fazendo força com o pau, coisa que pelo visto ela notou, e diminuiu a intensidade, aí tirou da boca dele e ficou me masturbando enquanto me diz:
Ela: - Cê tá um homem de verdade agora, primo, e que buceta deliciosa que você tem.
E soltou um sorrisão de felicidade.
Eu, que sempre ia preparado toda vez que via ela, tirei da mochila uma caixa de camisinha, ela olhou e disse: "Ah, olha só, então vinha preparado, tava confiante, hein, pequeno (com um sorrisinho malvado)." Aí eu respondi com uma risadinha nervosa.
Ela colocou a camisinha em mim e começou a cavalgar, a gente tava sentado num sofá... ela cavalgava com muita intensidade e falava: "Me come, gostoso, me come que eu adoro." Eu tava no céu, sentia ela gemer baixinho no meu ouvido, sentia como ela ia ficando mais molhada aos poucos, com certeza ela tava curtindo tanto quanto eu.
Acabou a primeira transa, e a gente ficou conversando um tempinho pra recuperar as forças, depois de um tempo, começamos a nos tocar de novo, eu comecei a fazer oral nela, ela me puxava pelos cabelos e os apertava enquanto minha língua excitava o clitóris dela. Vendo que a gente já tava no clima de novo, coloquei outra camisinha e virei ela de quatro, quando encostei a ponta do meu pau na buceta dela, ela falou:
"Nada de sexo vaginal por enquanto, faz a minha bunda, primo, que você tanto gosta da minha."
Uma onda de excitação subiu pelas minhas costas, junto com um arrepio... isso era exatamente o que eu mais gosto no sexo, o anal, e eu tava prestes a fazer com minha prima. Devagarinho comecei a dilatar o cu dela e a enfiar meu pau, sentia ela tremer de prazer. Aos poucos fui aumentando o ritmo até que num ponto a gente tava transando sem controle, enquanto eu penetrava o cu dela, ela chupava meus dedos de uma mão, e eu com a outra acariciava a buceta dela, masturbando suavemente. Isso fez ela gozar na hora, mas ela não parou. She kept asking me to "break her tiny ass." I couldn't take it anymore, and when I finally said, "Where do you want me to leave the cum, cousin?" she turned around, took off the condom, looked me straight in the eye, and said, "Give it to me in my little mouth." Right after, she grabbed my cock with her hands and brought it to her mouth. She gave me the best oral sex of my short life. After a few minutes, I unloaded all my cum into her mouth. She moaned with pleasure—she loved it. She looked me straight in the eyes and said, "What yummy cum you have, little cousin," and swallowed it all.
I had just lived the best sexual experience of my life. I was truly happy, and I felt she was too. We talked for a long time about what we had done. She confessed that she had never felt such excitement in her life, and at the same time, she was very scared that we might get caught together.
Time passed. Whenever we see each other, we exchange looks that burn with fire, and when we get the chance, we lock ourselves into wild, barrier-free sex.
I always had the feeling that my cousin knew it was me on MSN all along, but I never dared to tell her about my plan to make her confess.
Thanks for stopping by my post—don't forget to comment 😉
Until next time.
Eu já tinha "decifrado" tudo que ela me dizia, então deduzi que minha prima tava afim de mim, mas não tinha certeza absoluta. Por isso, criei um plano pra confirmar. Adicionei ela num MSN diferente, me passando por outra pessoa, e mandei:
- Preciso de um conselho de alguém de fora da situação. Tenho uma prima que me dá um tesão danado, e sei que ela é meio rodada. Cê acha que se eu chegar nela, vai dar certo?
- Olha, se ela gosta de você, vai topar e vai cagar se é teu primo. E se ela recusar, você não perde nada.
Tentando ser sutil, falei:
- Você nunca passou por isso de sentir atração por um parente e não saber o que fazer?
- Já sim, tenho um primo mais novo que eu, e tô afim dele...
(Isso confirmou de vez minhas suspeitas.)
Pra conversa não morrer ali, comecei a perguntar sobre a vida sexual dela. Ela me contou a primeira vez (bem perversa, por sinal), disse que adorava sexo anal, desde que o cara não tivesse um pau muito grande, senão doía. Também falou que era viciada em sexo oral e não tinha problema nenhum em engolir quando o cara gozava.
Tudo isso fodeu minha cabeça de um jeito. O tempo que esperei pra vê-la e chegar nela, dizer como ela me deixava com tesão, como eu sonhava com aquilo, como me excitava só de pensar na situação, no tesão de transar com ela.
Finalmente ela veio me visitar. Eu tava desesperado pra ficar sozinho com ela e contar tudo. Dois dias depois da chegada dela, a gente ficou sozinho na casa da minha avó, e eu comecei a contar minhas experiências. sexuais, como eu gostava. Eu via como ela ia mudando a cara enquanto falava, sentia como aos poucos ela também ficava excitada.
Num momento houve um silêncio, ela me olhava fixo nos olhos como esperando a resposta. Criei coragem e falei:
Eu: - Olha prima, tenho que te contar uma coisa, espero que você não fique brava.
Ela: - Olha se vou ficar brava!! sabe que pode confiar em mim.
Eu: - Desde pequeno sempre me senti atraído por você, mas agora que cresci, você me excita, literalmente.
Ela: - Kkkk!! O que você tá dizendo, primo?, Como pode uma coroa da minha idade te excitar?.
Eu: - Não é a idade, é seu corpo, sua raba, seu jeito de ser, essa "cara" de putinha.
Ela: - Kkkk primo, como você cresceu rápido, e como é direto pra falar as coisas. Mas eu também tenho que te contar uma coisa, por ser o único homem jovem na família, sempre gostava de cuidar de você, trocar sua fralda, te limpar e tal. Mas conforme você crescia e me deixava de lado, eu queria te dar banho como quando era pequeno, pra ver como você crescia, pra ver seu pau e ver que já é um homem.
Eu, surpreso com a sinceridade e os sentimentos dela, falei:
Eu: - Então não tem mais o que dizer, vamos deixar nossas emoções nos guiarem, e eu vou realizar sua vontade de me ver o pau, de brincar com ele, e fazer o que quiser comigo.
Ela: - Kkkk é uma boa proposta, como posso recusar?
Ela começou a tirar minha camiseta com uma mão, enquanto com a outra me tocava e acariciava o pau. Eu, quase sem entender direito o que tava rolando, comecei a beijá-la, a apertar a raba dela e passar a mão na buceta dela.
Em poucos segundos já tava duro, e ela levou meu pau até a boca dela. Senti como ela colocava meu membro na boca dela bem devagar, e como a língua dela percorria toda a cabeça do meu pau. Ela sabia muito bem o que fazia, praticava um boquete delicioso. Eu tava explodindo, entre a excitação gerada pelo tesão e o boquete gostoso que tava sendo feito PELA MINHA PRIMA, sentia que a qualquer momento gozava, tentava me controlar apertando e fazendo força com o pau, coisa que pelo visto ela notou, e diminuiu a intensidade, aí tirou da boca dele e ficou me masturbando enquanto me diz:
Ela: - Cê tá um homem de verdade agora, primo, e que buceta deliciosa que você tem.
E soltou um sorrisão de felicidade.
Eu, que sempre ia preparado toda vez que via ela, tirei da mochila uma caixa de camisinha, ela olhou e disse: "Ah, olha só, então vinha preparado, tava confiante, hein, pequeno (com um sorrisinho malvado)." Aí eu respondi com uma risadinha nervosa.
Ela colocou a camisinha em mim e começou a cavalgar, a gente tava sentado num sofá... ela cavalgava com muita intensidade e falava: "Me come, gostoso, me come que eu adoro." Eu tava no céu, sentia ela gemer baixinho no meu ouvido, sentia como ela ia ficando mais molhada aos poucos, com certeza ela tava curtindo tanto quanto eu.
Acabou a primeira transa, e a gente ficou conversando um tempinho pra recuperar as forças, depois de um tempo, começamos a nos tocar de novo, eu comecei a fazer oral nela, ela me puxava pelos cabelos e os apertava enquanto minha língua excitava o clitóris dela. Vendo que a gente já tava no clima de novo, coloquei outra camisinha e virei ela de quatro, quando encostei a ponta do meu pau na buceta dela, ela falou:
"Nada de sexo vaginal por enquanto, faz a minha bunda, primo, que você tanto gosta da minha."
Uma onda de excitação subiu pelas minhas costas, junto com um arrepio... isso era exatamente o que eu mais gosto no sexo, o anal, e eu tava prestes a fazer com minha prima. Devagarinho comecei a dilatar o cu dela e a enfiar meu pau, sentia ela tremer de prazer. Aos poucos fui aumentando o ritmo até que num ponto a gente tava transando sem controle, enquanto eu penetrava o cu dela, ela chupava meus dedos de uma mão, e eu com a outra acariciava a buceta dela, masturbando suavemente. Isso fez ela gozar na hora, mas ela não parou. She kept asking me to "break her tiny ass." I couldn't take it anymore, and when I finally said, "Where do you want me to leave the cum, cousin?" she turned around, took off the condom, looked me straight in the eye, and said, "Give it to me in my little mouth." Right after, she grabbed my cock with her hands and brought it to her mouth. She gave me the best oral sex of my short life. After a few minutes, I unloaded all my cum into her mouth. She moaned with pleasure—she loved it. She looked me straight in the eyes and said, "What yummy cum you have, little cousin," and swallowed it all.
I had just lived the best sexual experience of my life. I was truly happy, and I felt she was too. We talked for a long time about what we had done. She confessed that she had never felt such excitement in her life, and at the same time, she was very scared that we might get caught together.
Time passed. Whenever we see each other, we exchange looks that burn with fire, and when we get the chance, we lock ourselves into wild, barrier-free sex.
I always had the feeling that my cousin knew it was me on MSN all along, but I never dared to tell her about my plan to make her confess.
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Until next time.
5 comentários - Minha prima gostosa e eu
una pregunta, donde consigop una prima asi?????
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