Corria o ano de 1983, mais precisamente no mês de agosto, e tivemos que viajar pro norte, porque a Anita, minha prima, ia casar e fomos convidados mesmo estando a quase 3.000 km de distância.
Chegamos com vários dias de antecedência, pra não ter que sair correndo, o que me permitiu reencontrar meus amigos e colegas de escola. Embora não tivesse nascido lá nem morado muito tempo, tinha estudado um ano.
O negócio é que esses dias antes foram uma maravilha, e aproveitei como parente "do sul" pra participar das despedidas de solteiro — sim, sim... das duas...
A do meu futuro primo político, German, foi boa... churrasco, bebida, putaria, putas... mas nada de "puta festão"... o normal pra esse tipo de festa...
Mas a da Anita é que merece ser lembrada, não porque teve excessos de todo tipo (que teve sim), mas porque, como vocês imaginam, eu era o único "machinho" no meio de umas vinte mulheres de todo tipo e beleza.
Como de costume, a festinha começou com um jantar num churrasco afastado da cidade, bastante vinho e, repito, muitas mulheres só pra mim.
Depois de jantar e uma longa resenha, fomos fazer o passeio com a futura esposa fantasiada...
Era de se esperar que, por causa da bebida, as fofas se esquecerem de mim e começassem a agir como se eu não existisse, praticamente pelando minha prima sem nenhum pudor...
Aí foi minha primeira grande surpresa, ao ver que a Anita tinha um corpo que eu não esperava, mas imaginava, já que era professora de dança clássica... a pele dourada, a bunda empinada, os peitinhos firmes querendo escapar daquele sutiã azul, e a calcinha já minúscula (não existia fio dental naquela época) deixava ver a moita do pelo pubiano.
Só aquela imagem me arrepiou inteiro, é uma das coisas que ainda lembro quase vividamente.
Embora a gente se visse sempre, nas férias, nunca tinha olhado pra ela com outros olhos, mesmo Quando estávamos na piscina juntos, nem percebia que ela já era uma mulher gostosa… era minha PRIMA e pronto.
Depois daquele breve espetáculo, que me deu uma ereção quase instantânea, saímos pra dar uma volta pela cidade e fomos pra um povoado vizinho (40 km), onde rolou a parte mais picante da noite.
Chegamos num lugar, bem parecido com uma “boate”, e entramos…
Era uma boate (meio vagabunda, mas funcionava como tal)…
Em poucos minutos, as minas se soltaram de vez, sem nenhuma inibição. Umas começaram a fazer strip, imitando os movimentos e esfregando os corpos umas nas outras, no palquinho, fingindo ser as personagens da noite.
Outras só focavam em encher a cara, de cada drink que chegava perto, e as restantes, junto com minha prima e eu, curtiam a bagunça que tava começando.
De repente, apareceram dois caras de no máximo 20 anos, um vestido de policial e o outro de cowboy… (tenho que confessar que os pobres coitados me deram risada)
PRA QUE…!!! Um grito só tomou o salão, elas ficaram loucas…
Tocou uma música e os caras, que não tinham nada de especial, começaram a circular entre as gatinhas e dançar sedutoramente com elas até chegar na minha prima, que pegaram pela mão e levaram.
Já no palco, colocaram ela entre os corpos deles e começaram um apalpamento quase sem vergonha, e a Anita respondeu quase que hipnotizada pelo álcool e pela excitação.
Enquanto os caras iam se despindo até ficar totalmente pelados, também iam tirando a roupa da Ani, deixando ela só de biquíni…
Por Deus…!!! Que espetáculo… não conseguia parar de olhar…
Fizeram o que quiseram com a futura esposa, menos sexo explícito, teve de tudo… apalpada, lambidas, beijos…
Vi várias das minas se roçando ou, simplesmente, se tocando enquanto tudo isso rolava…
O clima já tava pesado de tesão quando o show acabou e a dança continuou…
A bagunça tinha tomado conta do lugar, e pra minha alegria e O dos caras (os únicos homens no lugar), a gente podia ver ao vivo e a cores. As minas se tocavam entre si, tiravam as roupas pra mostrar os corpos em público e a Ana não parava de "pegar" os caras, ainda semi-nua…
Eu tava explodindo, não aguentava mais, meu pau pedia sexo com urgência, mas não tive sorte… ninguém teve a fineza de me dar uma mão… (coisa que eu mesmo resolvi quando cheguei na casa da minha outra prima Susy).
No dia seguinte, foi o casamento civil… e lá estavam todas elas… umas senhoras, imperturbáveis, quase imaculadas…
Me olhavam com inquisidor e cumplicidade, esperando que eu não contasse nada do que tinha rolado…
Obviamente que eu não ia falar nada…, quem caralhos ia acreditar no que eu dizia sendo um forasteiro e ainda por cima homem?…, mas eu guardaria aquela imagem bem viva, só pra mim, pra poder me dar mais de uma "punhetinha" lembrando daquela noite.
Depois do tramite legal, fomos almoçar, esperando pro dia seguinte o casamento religioso e a festa depois.
Na sobremesa, Ana e German se mandaram, minhas tias começaram a organizar o que seria a comida da festa, junto com minha mãe, os tios foram tirar o cochilo sagrado, e eu depois de meia hora vazei pra casa da Susy, sabendo que ia ficar sozinho, pra deitar um pouco e bater mais uma punheta, pensando no que tinha vivido na noite anterior.
Cheguei na casa e entrei, sem fazer muito barulho, fui ver se não tinha ninguém. Qual não foi minha surpresa quando, ao tentar entrar no pátio interno, peguei minha prima transando com um homem que não era o German, mas sim um dos caras da boate. Abri a porta de leve, tentando não fazer barulho, porque a cortina de vidro da porta não me deixava ver direito, não precisei abrir ela toda, a fresta que ficou me deixou ver o que rolava com aqueles dois corpos enroscados numa luta sexual em cima da mesa do pátio. A Ana tava deitada de barriga pra baixo na mesa, com o vestido Com as mangas arregaçadas na altura dos ombros e a calcinha pendurada numa perna, o magrelo estava atrás dela de roupa completa, totalmente vestido, só com a braguilha aberta…
Os movimentos dele eram desajeitados, nervosos, sem ritmo… gerados mais pela excitação do momento do que pelo prazer que aquela situação podia dar a ele… era praticamente uma sequência de estocadas “sem pé nem cabeça”, como se quisesse atravessar com o pau aquele corpo que tinha na frente, e só isso…
Anita gemia timidamente a cada empurrão do cara. Acho que ela fazia isso mais pelo cara do que pelo que estava sentindo… tudo nela me parecia e dava pra notar que era muito fingido…
Mesmo assim, eu não podia perder aquela cena, e fiquei parado olhando eles, enquanto me masturbava descaradamente, sem nenhum pudor.
Deixo claro que, na minha adolescência, minha mãe tinha me enfiado na cabeça uns princípios de vida que não tinham nada a ver com o que eu estava vendo naquele momento, e que minhas primas e as outras mulheres da família eram quase castas, puras, inalcançáveis… Como é que eu podia imaginar uma situação dessas com alguma delas? (uma puta besteira, mas naquela época era assim), e muito menos querer ou tentar ter “algo”…
O negócio é que aquela mulher que estava em cima da mesa não era outra senão minha prima, que tinha acabado de casar no civil, e o homem que tava comendo ela não era o noivo dela… Uma mistura de indignação e tesão tomou conta de mim, mas o morbo falou mais alto e continuei olhando como minha Anita estava sendo penetrada.
Num momento de descuido, a Ana virou a cabeça e me viu na porta. Assustado e cheio de vergonha, me retirei sem fazer barulho, entrei no meu quarto, imaginando o que minha prima ia me dizer… durante a espera, não conseguia evitar que aquelas imagens recentes surgissem na minha mente… meu pau ficou numa ereção que nunca tinha tido, o morbo tinha tomado conta de mim a tal ponto que me despi completamente esperando a Anita, porque sabia que ela viria ao meu quarto pra tentar me explicar o que tinha visto.
E foi assim, a Magra (assim que a gente chamava ela), entrou sem bater na porta e ao me ver tentou desviar o olhar do meu corpo pelado… Antes que ela dissesse qualquer coisa e engolindo seco pela excitação que eu tava, pedi pra ela sentar na beira da cama, coisa que ela não fez,
- Olha… o que você viu eu não quero que ninguém saiba – me sentenciou, apontando o dedo pra mim
- Meu silêncio vai te custar caro – respondi nervoso
- Quanto?
- Transar comigo
- Cê tá doido?... que porra cê tomou, moleque? sou sua prima – ela falou, com um tom de incredulidade.
- Então não tem mais o que conversar, hoje mesmo o Germano e os tios vão ficar sabendo do que aconteceu agora.
- Filho da puta!!!, cê tá ligado no que cê tá fazendo?, se você falar alguma coisa, o Germano é capaz de me matar… e o casamento vai pro caralho... Cê é um cuzão, filho da puta!!! – ela disse, quase chorando.
- Ahã… olha só? Agora o cuzão sou eu?
- Pelo que eu sei, quem tava dando como uma puta e traindo teu marido era você…!!! Ou tô mentindo?
- É que…
- É que… nada!!!! Você quer que eu cale a boca?, já sabe o que tem que fazer… É tua decisão, priminha… falei
Depois me levantei, abri a porta pra Magra sair. Ela ainda tava a mil. Mostrando meu pau duro, fiquei parado na entrada convidando ela a se mandar.
Lá estava ela, parada aos pés da cama, chorosa, envergonhada e indignada com a proposta que acabou de ouvir. Fez-se um silêncio quase de morte naquele quarto… Eu, não acreditava no que tava fazendo, no fundo sabia que não ia contar nada, mas a excitação fazia saírem palavras que nem tinha pensado, e já que tava na dança… tinha que dançar..., não ia perder aquela chance de tentar transar, mesmo sendo uma parente quem ia me dar esse prazer.
Consegui ver naqueles instantes que Ana não parava de me olhar, às vezes parando no meu pau que continuava duro como antes.
Silenciosamente, ela se aproximou e me disse:
- Tem certeza? Não tem outro jeito de resolver isso?...
- Ehhh... tem vários, mas eu quero te comer, olha como eu tô, olha como você me
deixou... desde ontem à noite que eu tô assim, e agora ainda mais. – falei quase
implorando, sem deixar de parecer firme.
Ela se afastou um pouco e, olhando pro meu pau duro, me pediu pra deitar, enquanto levantava o vestido pra tirar a calcinha.
- Vai lavar... – ordenei – , tudo bem que eu tô fervendo, mas não quero comer a porra do outro otário... – completei enquanto me jogava na cama.
- Se ele não gozou, foi embora cagado de medo... – respondeu com um sorrisinho debochado, enquanto tirava o vestido.
- Então, ele te deixou com tesão...???
- Mais ou menos, não era grande coisa, o pau dele é muito pequeno... foi uma merda... – falou já totalmente nua e se aproximando de mim.
Embora a coisa já estivesse bem conversada, ajudou a aliviar um pouco a tensão.
- E esse aqui, o que você acha? – perguntei, pegando no meu pau.
- Lindo, priminho... muito melhor... e um pouco maior... vamos ver como funciona???
Pronto... já estava tudo dito... eu ia "meter" nela...
Deitei de novo de barriga pra cima na cama, com o corpo tremendo, e esperei pra ver o que ela ia fazer. Ela pegou suavemente meu pau duro e quente com uma mão e começou a passar de cima pra baixo. Uma gota de líquido seminal apareceu na ponta da minha glande, e minha prima, ao ver, inclinou o corpo pra colocar os lábios no meu pau, com a ponta da língua tirou a gota antes de começar a chupar. Os lábios dela cobriram completamente meu pau e a língua dela fazia maravilhas. Naquele momento, pensei que ia encher a boca dela de porra, mas ela rapidamente apertou a base do meu pau com a mão, impedindo que eu gozasse. Eu tava nas nuvens. Eu tava morrendo de tesão, e pra completar, a Ana não era nem de longe o que eu imaginava ou o que me falaram, pelo contrário, era uma fera, sabia muito bem como se virar na cama, e tava me mostrando isso com toda a facilidade do mundo. Depois de chupar meu pau por um bom tempo, ela montou em cima de mim, encaixou meu pau entre os lábios da buceta dela e foi descendo bem devagar, afundando meu membro por completo. Pegou minhas mãos e colocou nos peitinhos dela, a dureza dos bicos e a cara de prazer dela enquanto eu apertava me deixaram ainda mais excitado. Comecei a mexer o corpo tentando penetrar ela mais fundo, sem perceber que já não dava pra ir mais além naquela buceta gostosa, quente e molhada. Meus movimentos eram suaves e ritmados, porque eu tava quase gozando, mas como minha prima sabia da minha situação, pediu pra eu ficar quieto, que ela ia dar um jeito de fazer eu durar mais um pouco… Eu tava entre pedir desculpa e encher a vulva dela com meu esperma, que tava querendo sair, ou deixar ela tomar a iniciativa e pronto… obviamente, escolhi a segunda opção… queria aproveitar a Ana. Ela tirou meu pau e começou a lamber o tronco inteiro sem tocar na cabeça com a língua, sugando os líquidos que tinham ali, enquanto a mão dela apertava de novo a base do meu membro, impedindo que qualquer coisa escapasse… Consegui ver a racha dela aberta e a buceta peluda e molhada no espelho de um guarda-roupa velho que tinha no quarto. Isso só aumentou ainda mais minha excitação. Ela percebeu o que tava rolando e levou a mão até a própria xota, começando a se tocar e enfiar os dedos devagar, enquanto continuava com a boca estimulando minhas bolas. Era o paraíso total… tava no limite, não sabia quanto tempo mais ia aguentar, quanto mais ia poder curtir aquele momento sublime. — Vamos de novo, né? — ela falou, se deitando na cama. Me explicou como eu devia me mexer pra evitar gozar rápido, como tinha que mover o corpo, especialmente o quadril, pra que meu pau entrava e saía da sua buceta, estimulando ela mais do que a mim. Aprendi rápido e comecei a percorrer toda a buceta dela com movimentos rítmicos de entra e sai. Minha prima começou a contrair os músculos vaginais, acompanhando com suspiros e gemidos.
- Ai, que gostoso… como eu gosto do teu pau, bebê… continua assim que eu gozo… vai, mais…!!!
O corpo dela tremeu com um forte espasmo de orgasmo e ela se largou completamente na cama, rendida, entregue ao prazer. Senti um líquido morno banhar meu pau e sair da buceta dela, molhando minhas bolas e os lençóis.
- Mmmm… que lindinho, bebê… me fode… me acaba… minha buceta é tua, priminho!!!
- Me enche de leite… dá teu leite, filho da puta…!!!
Experimentei pela primeira vez o orgasmo da minha prima no meu pau, os suspiros e gemidos dela foram aumentando, o espetáculo era indescritível, ela estava ali na minha cama, toda pra mim, no mesmo dia que tinha casado. Retomei meus movimentos, agora meu pau deslizava com mais facilidade pela umidade farta da buceta dela. Já nada podia me parar, a gente se movia em harmonia, como se tivéssemos praticado antes. Cheguei no limite da minha excitação, beijei ela com paixão, empurrei forte meu quadril tentando enfiar meu pau o mais fundo possível na buceta dela.
Me estremeci e joguei em jatos fortes todo meu leite dentro daquele casulo quente e molhado, enquanto Ana me segurava firme pelas minhas nádegas e empurrava a pélvis contra a minha, resultado do segundo orgasmo dela.
- Que transa gostosa, coração… quanto leite você tinha pra mim!!!
- Desde ontem à noite que tava fervendo… queria te foder você ou qualquer uma das suas amigas… as punhetas que bati não me acalmaram nada, por isso que eu já tava gozando quando enfiei.- falei
- Se você não me segurasse, enchia você ali mesmo… - continuei
- Melhor que você segurou, papai… olha que despedida de solteira linda você me deu… - ela completou, enquanto me derrubava pra ficar por cima.
- Nem imaginei, magrinha… aconteceu Casual... nunca vou esquecer esse momento...
- Nem eu... ha ha ha... comi meu primo mais novo, dei dois chifres no German no dia do meu casamento, que futuro lindo me espera... hahaha... - ela disse entre gargalhadas
- Sua priminha saiu bem puta... ha ha ha - ele finalizou
Não disse nada, só fiquei olhando pra ela. Ela continuou, agora em silêncio, me beijando com carinho e acariciando meu peito. Deixei meu pau perder toda a dureza antes dela sair de cima de mim, o corpo dela estava coberto de suor, mas no rosto dela dava pra ver um sorriso.
Você não é ruim no sexo, mas precisa aprender mais. Se eu puder, vou te ensinar, ela me disse, e fez isso mais duas vezes... mas essas são outras histórias que um dia vou contar.
Chegamos com vários dias de antecedência, pra não ter que sair correndo, o que me permitiu reencontrar meus amigos e colegas de escola. Embora não tivesse nascido lá nem morado muito tempo, tinha estudado um ano.
O negócio é que esses dias antes foram uma maravilha, e aproveitei como parente "do sul" pra participar das despedidas de solteiro — sim, sim... das duas...
A do meu futuro primo político, German, foi boa... churrasco, bebida, putaria, putas... mas nada de "puta festão"... o normal pra esse tipo de festa...
Mas a da Anita é que merece ser lembrada, não porque teve excessos de todo tipo (que teve sim), mas porque, como vocês imaginam, eu era o único "machinho" no meio de umas vinte mulheres de todo tipo e beleza.
Como de costume, a festinha começou com um jantar num churrasco afastado da cidade, bastante vinho e, repito, muitas mulheres só pra mim.
Depois de jantar e uma longa resenha, fomos fazer o passeio com a futura esposa fantasiada...
Era de se esperar que, por causa da bebida, as fofas se esquecerem de mim e começassem a agir como se eu não existisse, praticamente pelando minha prima sem nenhum pudor...
Aí foi minha primeira grande surpresa, ao ver que a Anita tinha um corpo que eu não esperava, mas imaginava, já que era professora de dança clássica... a pele dourada, a bunda empinada, os peitinhos firmes querendo escapar daquele sutiã azul, e a calcinha já minúscula (não existia fio dental naquela época) deixava ver a moita do pelo pubiano.
Só aquela imagem me arrepiou inteiro, é uma das coisas que ainda lembro quase vividamente.
Embora a gente se visse sempre, nas férias, nunca tinha olhado pra ela com outros olhos, mesmo Quando estávamos na piscina juntos, nem percebia que ela já era uma mulher gostosa… era minha PRIMA e pronto.
Depois daquele breve espetáculo, que me deu uma ereção quase instantânea, saímos pra dar uma volta pela cidade e fomos pra um povoado vizinho (40 km), onde rolou a parte mais picante da noite.
Chegamos num lugar, bem parecido com uma “boate”, e entramos…
Era uma boate (meio vagabunda, mas funcionava como tal)…
Em poucos minutos, as minas se soltaram de vez, sem nenhuma inibição. Umas começaram a fazer strip, imitando os movimentos e esfregando os corpos umas nas outras, no palquinho, fingindo ser as personagens da noite.
Outras só focavam em encher a cara, de cada drink que chegava perto, e as restantes, junto com minha prima e eu, curtiam a bagunça que tava começando.
De repente, apareceram dois caras de no máximo 20 anos, um vestido de policial e o outro de cowboy… (tenho que confessar que os pobres coitados me deram risada)
PRA QUE…!!! Um grito só tomou o salão, elas ficaram loucas…
Tocou uma música e os caras, que não tinham nada de especial, começaram a circular entre as gatinhas e dançar sedutoramente com elas até chegar na minha prima, que pegaram pela mão e levaram.
Já no palco, colocaram ela entre os corpos deles e começaram um apalpamento quase sem vergonha, e a Anita respondeu quase que hipnotizada pelo álcool e pela excitação.
Enquanto os caras iam se despindo até ficar totalmente pelados, também iam tirando a roupa da Ani, deixando ela só de biquíni…
Por Deus…!!! Que espetáculo… não conseguia parar de olhar…
Fizeram o que quiseram com a futura esposa, menos sexo explícito, teve de tudo… apalpada, lambidas, beijos…
Vi várias das minas se roçando ou, simplesmente, se tocando enquanto tudo isso rolava…
O clima já tava pesado de tesão quando o show acabou e a dança continuou…
A bagunça tinha tomado conta do lugar, e pra minha alegria e O dos caras (os únicos homens no lugar), a gente podia ver ao vivo e a cores. As minas se tocavam entre si, tiravam as roupas pra mostrar os corpos em público e a Ana não parava de "pegar" os caras, ainda semi-nua…
Eu tava explodindo, não aguentava mais, meu pau pedia sexo com urgência, mas não tive sorte… ninguém teve a fineza de me dar uma mão… (coisa que eu mesmo resolvi quando cheguei na casa da minha outra prima Susy).
No dia seguinte, foi o casamento civil… e lá estavam todas elas… umas senhoras, imperturbáveis, quase imaculadas…
Me olhavam com inquisidor e cumplicidade, esperando que eu não contasse nada do que tinha rolado…
Obviamente que eu não ia falar nada…, quem caralhos ia acreditar no que eu dizia sendo um forasteiro e ainda por cima homem?…, mas eu guardaria aquela imagem bem viva, só pra mim, pra poder me dar mais de uma "punhetinha" lembrando daquela noite.
Depois do tramite legal, fomos almoçar, esperando pro dia seguinte o casamento religioso e a festa depois.
Na sobremesa, Ana e German se mandaram, minhas tias começaram a organizar o que seria a comida da festa, junto com minha mãe, os tios foram tirar o cochilo sagrado, e eu depois de meia hora vazei pra casa da Susy, sabendo que ia ficar sozinho, pra deitar um pouco e bater mais uma punheta, pensando no que tinha vivido na noite anterior.
Cheguei na casa e entrei, sem fazer muito barulho, fui ver se não tinha ninguém. Qual não foi minha surpresa quando, ao tentar entrar no pátio interno, peguei minha prima transando com um homem que não era o German, mas sim um dos caras da boate. Abri a porta de leve, tentando não fazer barulho, porque a cortina de vidro da porta não me deixava ver direito, não precisei abrir ela toda, a fresta que ficou me deixou ver o que rolava com aqueles dois corpos enroscados numa luta sexual em cima da mesa do pátio. A Ana tava deitada de barriga pra baixo na mesa, com o vestido Com as mangas arregaçadas na altura dos ombros e a calcinha pendurada numa perna, o magrelo estava atrás dela de roupa completa, totalmente vestido, só com a braguilha aberta…
Os movimentos dele eram desajeitados, nervosos, sem ritmo… gerados mais pela excitação do momento do que pelo prazer que aquela situação podia dar a ele… era praticamente uma sequência de estocadas “sem pé nem cabeça”, como se quisesse atravessar com o pau aquele corpo que tinha na frente, e só isso…
Anita gemia timidamente a cada empurrão do cara. Acho que ela fazia isso mais pelo cara do que pelo que estava sentindo… tudo nela me parecia e dava pra notar que era muito fingido…
Mesmo assim, eu não podia perder aquela cena, e fiquei parado olhando eles, enquanto me masturbava descaradamente, sem nenhum pudor.
Deixo claro que, na minha adolescência, minha mãe tinha me enfiado na cabeça uns princípios de vida que não tinham nada a ver com o que eu estava vendo naquele momento, e que minhas primas e as outras mulheres da família eram quase castas, puras, inalcançáveis… Como é que eu podia imaginar uma situação dessas com alguma delas? (uma puta besteira, mas naquela época era assim), e muito menos querer ou tentar ter “algo”…
O negócio é que aquela mulher que estava em cima da mesa não era outra senão minha prima, que tinha acabado de casar no civil, e o homem que tava comendo ela não era o noivo dela… Uma mistura de indignação e tesão tomou conta de mim, mas o morbo falou mais alto e continuei olhando como minha Anita estava sendo penetrada.
Num momento de descuido, a Ana virou a cabeça e me viu na porta. Assustado e cheio de vergonha, me retirei sem fazer barulho, entrei no meu quarto, imaginando o que minha prima ia me dizer… durante a espera, não conseguia evitar que aquelas imagens recentes surgissem na minha mente… meu pau ficou numa ereção que nunca tinha tido, o morbo tinha tomado conta de mim a tal ponto que me despi completamente esperando a Anita, porque sabia que ela viria ao meu quarto pra tentar me explicar o que tinha visto.
E foi assim, a Magra (assim que a gente chamava ela), entrou sem bater na porta e ao me ver tentou desviar o olhar do meu corpo pelado… Antes que ela dissesse qualquer coisa e engolindo seco pela excitação que eu tava, pedi pra ela sentar na beira da cama, coisa que ela não fez,
- Olha… o que você viu eu não quero que ninguém saiba – me sentenciou, apontando o dedo pra mim
- Meu silêncio vai te custar caro – respondi nervoso
- Quanto?
- Transar comigo
- Cê tá doido?... que porra cê tomou, moleque? sou sua prima – ela falou, com um tom de incredulidade.
- Então não tem mais o que conversar, hoje mesmo o Germano e os tios vão ficar sabendo do que aconteceu agora.
- Filho da puta!!!, cê tá ligado no que cê tá fazendo?, se você falar alguma coisa, o Germano é capaz de me matar… e o casamento vai pro caralho... Cê é um cuzão, filho da puta!!! – ela disse, quase chorando.
- Ahã… olha só? Agora o cuzão sou eu?
- Pelo que eu sei, quem tava dando como uma puta e traindo teu marido era você…!!! Ou tô mentindo?
- É que…
- É que… nada!!!! Você quer que eu cale a boca?, já sabe o que tem que fazer… É tua decisão, priminha… falei
Depois me levantei, abri a porta pra Magra sair. Ela ainda tava a mil. Mostrando meu pau duro, fiquei parado na entrada convidando ela a se mandar.
Lá estava ela, parada aos pés da cama, chorosa, envergonhada e indignada com a proposta que acabou de ouvir. Fez-se um silêncio quase de morte naquele quarto… Eu, não acreditava no que tava fazendo, no fundo sabia que não ia contar nada, mas a excitação fazia saírem palavras que nem tinha pensado, e já que tava na dança… tinha que dançar..., não ia perder aquela chance de tentar transar, mesmo sendo uma parente quem ia me dar esse prazer.
Consegui ver naqueles instantes que Ana não parava de me olhar, às vezes parando no meu pau que continuava duro como antes.
Silenciosamente, ela se aproximou e me disse:
- Tem certeza? Não tem outro jeito de resolver isso?...
- Ehhh... tem vários, mas eu quero te comer, olha como eu tô, olha como você me
deixou... desde ontem à noite que eu tô assim, e agora ainda mais. – falei quase
implorando, sem deixar de parecer firme.
Ela se afastou um pouco e, olhando pro meu pau duro, me pediu pra deitar, enquanto levantava o vestido pra tirar a calcinha.
- Vai lavar... – ordenei – , tudo bem que eu tô fervendo, mas não quero comer a porra do outro otário... – completei enquanto me jogava na cama.
- Se ele não gozou, foi embora cagado de medo... – respondeu com um sorrisinho debochado, enquanto tirava o vestido.
- Então, ele te deixou com tesão...???
- Mais ou menos, não era grande coisa, o pau dele é muito pequeno... foi uma merda... – falou já totalmente nua e se aproximando de mim.
Embora a coisa já estivesse bem conversada, ajudou a aliviar um pouco a tensão.
- E esse aqui, o que você acha? – perguntei, pegando no meu pau.
- Lindo, priminho... muito melhor... e um pouco maior... vamos ver como funciona???
Pronto... já estava tudo dito... eu ia "meter" nela...
Deitei de novo de barriga pra cima na cama, com o corpo tremendo, e esperei pra ver o que ela ia fazer. Ela pegou suavemente meu pau duro e quente com uma mão e começou a passar de cima pra baixo. Uma gota de líquido seminal apareceu na ponta da minha glande, e minha prima, ao ver, inclinou o corpo pra colocar os lábios no meu pau, com a ponta da língua tirou a gota antes de começar a chupar. Os lábios dela cobriram completamente meu pau e a língua dela fazia maravilhas. Naquele momento, pensei que ia encher a boca dela de porra, mas ela rapidamente apertou a base do meu pau com a mão, impedindo que eu gozasse. Eu tava nas nuvens. Eu tava morrendo de tesão, e pra completar, a Ana não era nem de longe o que eu imaginava ou o que me falaram, pelo contrário, era uma fera, sabia muito bem como se virar na cama, e tava me mostrando isso com toda a facilidade do mundo. Depois de chupar meu pau por um bom tempo, ela montou em cima de mim, encaixou meu pau entre os lábios da buceta dela e foi descendo bem devagar, afundando meu membro por completo. Pegou minhas mãos e colocou nos peitinhos dela, a dureza dos bicos e a cara de prazer dela enquanto eu apertava me deixaram ainda mais excitado. Comecei a mexer o corpo tentando penetrar ela mais fundo, sem perceber que já não dava pra ir mais além naquela buceta gostosa, quente e molhada. Meus movimentos eram suaves e ritmados, porque eu tava quase gozando, mas como minha prima sabia da minha situação, pediu pra eu ficar quieto, que ela ia dar um jeito de fazer eu durar mais um pouco… Eu tava entre pedir desculpa e encher a vulva dela com meu esperma, que tava querendo sair, ou deixar ela tomar a iniciativa e pronto… obviamente, escolhi a segunda opção… queria aproveitar a Ana. Ela tirou meu pau e começou a lamber o tronco inteiro sem tocar na cabeça com a língua, sugando os líquidos que tinham ali, enquanto a mão dela apertava de novo a base do meu membro, impedindo que qualquer coisa escapasse… Consegui ver a racha dela aberta e a buceta peluda e molhada no espelho de um guarda-roupa velho que tinha no quarto. Isso só aumentou ainda mais minha excitação. Ela percebeu o que tava rolando e levou a mão até a própria xota, começando a se tocar e enfiar os dedos devagar, enquanto continuava com a boca estimulando minhas bolas. Era o paraíso total… tava no limite, não sabia quanto tempo mais ia aguentar, quanto mais ia poder curtir aquele momento sublime. — Vamos de novo, né? — ela falou, se deitando na cama. Me explicou como eu devia me mexer pra evitar gozar rápido, como tinha que mover o corpo, especialmente o quadril, pra que meu pau entrava e saía da sua buceta, estimulando ela mais do que a mim. Aprendi rápido e comecei a percorrer toda a buceta dela com movimentos rítmicos de entra e sai. Minha prima começou a contrair os músculos vaginais, acompanhando com suspiros e gemidos.
- Ai, que gostoso… como eu gosto do teu pau, bebê… continua assim que eu gozo… vai, mais…!!!
O corpo dela tremeu com um forte espasmo de orgasmo e ela se largou completamente na cama, rendida, entregue ao prazer. Senti um líquido morno banhar meu pau e sair da buceta dela, molhando minhas bolas e os lençóis.
- Mmmm… que lindinho, bebê… me fode… me acaba… minha buceta é tua, priminho!!!
- Me enche de leite… dá teu leite, filho da puta…!!!
Experimentei pela primeira vez o orgasmo da minha prima no meu pau, os suspiros e gemidos dela foram aumentando, o espetáculo era indescritível, ela estava ali na minha cama, toda pra mim, no mesmo dia que tinha casado. Retomei meus movimentos, agora meu pau deslizava com mais facilidade pela umidade farta da buceta dela. Já nada podia me parar, a gente se movia em harmonia, como se tivéssemos praticado antes. Cheguei no limite da minha excitação, beijei ela com paixão, empurrei forte meu quadril tentando enfiar meu pau o mais fundo possível na buceta dela.
Me estremeci e joguei em jatos fortes todo meu leite dentro daquele casulo quente e molhado, enquanto Ana me segurava firme pelas minhas nádegas e empurrava a pélvis contra a minha, resultado do segundo orgasmo dela.
- Que transa gostosa, coração… quanto leite você tinha pra mim!!!
- Desde ontem à noite que tava fervendo… queria te foder você ou qualquer uma das suas amigas… as punhetas que bati não me acalmaram nada, por isso que eu já tava gozando quando enfiei.- falei
- Se você não me segurasse, enchia você ali mesmo… - continuei
- Melhor que você segurou, papai… olha que despedida de solteira linda você me deu… - ela completou, enquanto me derrubava pra ficar por cima.
- Nem imaginei, magrinha… aconteceu Casual... nunca vou esquecer esse momento...
- Nem eu... ha ha ha... comi meu primo mais novo, dei dois chifres no German no dia do meu casamento, que futuro lindo me espera... hahaha... - ela disse entre gargalhadas
- Sua priminha saiu bem puta... ha ha ha - ele finalizou
Não disse nada, só fiquei olhando pra ela. Ela continuou, agora em silêncio, me beijando com carinho e acariciando meu peito. Deixei meu pau perder toda a dureza antes dela sair de cima de mim, o corpo dela estava coberto de suor, mas no rosto dela dava pra ver um sorriso.
Você não é ruim no sexo, mas precisa aprender mais. Se eu puder, vou te ensinar, ela me disse, e fez isso mais duas vezes... mas essas são outras histórias que um dia vou contar.
16 comentários - Anita e a despedida de solteira, afff...
+ 3 q es lo que me queda
un gustaso pasar 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🤤 🤤 🤤
Felicitaciones, beso, lau
Y vos un guachito de aquellos, que se "aprovechó" de su "inocencia" 😀 😀 😀
Se ve que la pasaron muy bien !!!
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
saludos
te dejo puntos
Un relato excelente... Bien escrito, con dosis de suspenso... Yo creí que se armaba fiesta en la despedida...
Muy bueno señor, mis felicitaciones y agradecimiento por compartir!