Ainda não tenho certeza do porquê você roubou minha virgindade naquela manhã ensolarada no quarto do hotel. Não sei que mistura de sentimentos batiam como rajadas de vento na sua mente. Não sei se foi desejo, ternura, compaixão, curiosidade, rebeldia contra meus pais… mas que fique claro que não estou reclamando.
Te ver ali, parada na frente da porta do quarto olhando para a cama, enrolada numa toalha branca que escondia seus peitos lindos, e o momento em que a toalha caiu no chão te deixando completamente nua, como deus te trouxe ao mundo, na minha frente, são coisas que nunca vou esquecer. Mesmo sendo muito mais novo que você, acredite, sei valorizar as coisas lindas que a vida te dá e naquele dia a vida me presenteou com o que há de mais gostoso nesta terra: você!
Até poucos anos atrás, não achava que você reparava em mim com frequência. E talvez fosse assim. Eu era só seu irmãozinho mais novo, de óculos e viciado em estudar. De mau gosto pra se vestir e ingênuo na hora de conhecer garotas. Mas com o tempo passei a usar lentes de contato, cresci 10 centímetros e comecei a ter pelos onde antes não tinha.
Assim que percebi que já era mais alto até que você. Deixei o cabelo crescer tanto que nosso irmão mais novo dizia que eu parecia uma menina, mas eu sempre achei que tava na moda.
Mas tudo aconteceu quando minha mãe, com a ideia de passar tempo com seus 3 filhos, como não fazia há muito tempo, propôs uma viagem para a Europa.
Ainda lembro do seu chilique ao saber que seu namorado não iria. Foi descomunal e gigantesco. Mamãe estranhava por que você se agarrava tanto à ideia de que seu namorado fosse conosco. Na verdade, nenhum de nós entendia naquele momento.
Tanta foi sua raiva que você preferia ficar e trabalhar o verão inteiro naquela loja de cosméticos a viajar para a Europa conosco.
Mamãe, sem nos perguntar, arrumou tudo para aproveitar 1 semana na Inglaterra e outra na França. Isso significava que eu ia… de babá por 2 semanas inteiras durante as noites, e você teria que lidar com a mãe, com quem estava extremamente irritada por estar praticamente te obrigando a ir com a gente.
Mas não foi exatamente na viagem que começamos a nos aproximar. Não, foi numa tarde em que, ao chegar da escola, te encontrei chorando e, sem dizer uma palavra, fui ao jardim, cortei uma flor e te entreguei junto com um chocolate que tinha acabado de comprar.
Quando cheguei ao seu lado, você estava prestes a gritar para eu ir embora, mas, ao ver que eu te dava uma flor e um chocolate, se arrependeu e, em vez disso, se jogou em mim, me abraçou e beijou na bochecha.
Você não sabe o quanto eu amei sentir seus lábios na minha bochecha…
Outra ocasião curiosa que lembro foi quando você tinha acabado de comprar um biquíni amarelo para a viagem. Nosso irmãozinho ficava tirando sarro de você, dizendo que parecia uma edecã da televisão que posa para a câmera. Eu achei que você estava divina e fiz questão de te falar.
— Você está muito gostosa… — eu disse, e naquele momento notei como você corou antes de sair correndo para o seu quarto.
No dia do meu aniversário, viajamos para Londres. Mas antes já tinha feito minha festa de aniversário com meus amigos. Fomos na balada e depois no cinema. A gente queria ter ido a algum bar, mas nossa idade era uma barreira pra isso.
— A Jessica vai? — você perguntou, se referindo à garota com quem eu tinha acabado de começar uma amizade.
— Não, claro que não… o que te faz pensar isso? — perguntei.
— Achei que ela iria porque vocês andam muito juntos ultimamente… — você disse com uma sobrancelha levantada.
A Jessica é uma garota que mora a duas quadras da nossa casa. Tem a minha idade e eu gosto muito dela, mas nunca cheguei a ficar com ela. Só umas olhadas escondidas naquele par de peitos bem desenvolvidos que ela tem, mas só isso que fiz.
Naquela tarde, enquanto estava no cinema, você me mandou um Mensagem de texto no celular me dizendo: Te amo muito, maninho. Feliz aniversário. Você não sabe a alegria que me deu receber sua mensagem, porque até aquela hora você não tinha me parabenizado.
Queria ter tempo a sós com você na Inglaterra pra continuar nossa relação tão próxima, principalmente depois que você segurou minha mão durante todo o trajeto de avião porque tava com medo, mas a presença do nosso irmão mais novo tornou isso impossível.
Um dia fomos pra praia e você conheceu dois caras ingleses que logo se jogaram em cima de você como lobos. Seu inglês perfeito fez com que não houvesse problema nenhum na conversa, e meu inglês fraco me deixava morrendo de raiva por não entender nada do que eles diziam.
Seu biquíni era muito mais ousado do que os que as garotas do lugar usavam. Ou será que nelas não se via tão bem quanto em você porque você tem um corpo simplesmente espetacular?
Não sei se você percebeu, mas eu notei como um dos caras que tava falando com você teve uma ereção só de te olhar. Não julgo ele, pra ser sincero, eu também tive uma ereção desde que você tirou a toalha e ficou só de biquíni. Felizmente, uma brotoeja nas águas frias britânicas me aliviou e ninguém percebeu.
Felizmente, quando você tava quase combinando de se ver de novo, mamãe chegou pra mandar eles embora, alegando que você era de menor. Com o inglês fraco dela, deu pra se fazer entender, e os caras se olharam surpresos. Com certeza, pelo seu corpo, pensaram que você tinha 21 ou 22 anos.
Durante o jantar, mamãe começou a falar sobre comportamento inadequado.
— Deixa ela em paz, mãe. Só estavam conversando... — falei antes que ela começasse a te recriminar por ter falado com dois perfeitos estranhos que, de longe, dava pra ver o que queriam fazer com você.
Mamãe teve que morder a língua, porque nunca antes eu tinha te defendido. Acho que ela ficou tão surpresa que só te disse: Não faça isso de novo, Melisa...
Quando fui pro meu quarto atrás do nosso irmão mais novo, você me mandou um Te mandei um beijo de longe como agradecimento pelo jantar. Você não tem ideia de como eu me masturbei naquela noite no banheiro pensando em você de biquíni. Foi uma gozada espetacular e maravilhosa. Minha primeira gozada pensando em você.
Poucos dias depois, a gente estava prestes a ir a um museu em Paris com uns 20.000 turistas. Lá, você parou na frente de uma pintura de um cara pelado, só com uma tanga cobrindo as partes e cheio de flechas cravadas.
— Chama São Sebastião… — falei, lendo a legenda da pintura.
— Parece com você… — você disse, e uma turista espanhola do seu lado olhou estranho pra gente.
Na sala seguinte, tinha uma pintura de Vênus deitada na cama com um garoto do lado.
— E essa é você… — falei. — Junto com nosso irmãozinho…
Você caiu na risada tão alto que minha mãe ficou brava de novo com você.
Já voltando pro hotel, no metrô, você virou pra mim e perguntou:
— Cê acha que algum dia Vênus ficou com São Sebastião?
— Depende. Se ela tirou as flechas dele… então talvez.
A verdade é que você se parece muito com Vênus, mas diferente dela, você tem umas pernas longas e lindas.
Naquela noite no hotel, você me perguntou se os caras te achavam gostosa, e eu respondi que você era doida, que por acaso não percebia como enlouquecia eles. Você, bem baixinho, respondeu:
— Não me interesso por esse tipo de cara… me interessa a sua opinião…
Eu ainda tava tentando decifrar sua resposta quando minha mãe perguntou, desconfiada, o que a gente tava falando…
— Megan Fox! — gritei e, depois de uns segundos, completei. — Ela é minha atriz favorita.
— Não vejo por quê, filho… a garota não sabe atuar… — respondeu minha mãe.
— Mas é gostosa. — falei, e nisso nosso irmãozinho começou a perguntar: por que a Melissa tá ficando vermelha que nem tomate?
Na manhã seguinte, mamãe levou nosso irmão mais novo pra Euro Disney. Você e eu recusamos ir, e mamãe ficou preocupada da gente se perder em Paris sem Ela, mas você prometeu que ficaríamos juntos pra sempre. Pô, você tava certa!
Nosso irmão mais novo tava no restaurante do hotel procurando comida antes de eu acordar. Naquele momento, eu tava sonhando com você. Te imaginava correndo pelada na praia, mas aí ouvi uma batida urgente na porta do quarto.
— Daniel! Daniel!! — era sua voz! — Me deixa entrar…
Eu só tava de cueca, então hesitei em abrir a porta.
— Anda, Daniel… não tô vestida tão decentemente pra ficar andando pelos corredores do hotel! Me abre…
Virei na cama, levantei e corri pra te abrir.
Lá estava você, naquele biquíni amarelo que eu tanto gosto, segurando a chave do seu quarto na mão esquerda. Você parecia ansiosa.
— O que cê tá fazendo…? — perguntei.
— Graças a Deus. Finalmente abriu… — você me interrompeu e me empurrou pra dentro do quarto.
Assim que entrou, você se certificou de que a porta tava bem fechada, até com a corrente.
— Por que cê tá de biquíni? — perguntei.
Lá estávamos nós dois, um na frente do outro num quartinho de hotel.
— É uma surpresa… uma surpresa pra você, bobo. Tipo um presentinho de aniversário atrasado. Por que não toma um banho? Vou ficar na varanda…
Te obedeci à risca, me sentindo meio idiota. Tava sem dormir, sonolento, feliz e nervoso.
Bem quando fechei a porta do banheiro, te ouvi falar comigo:
— Nem pense em se masturbar, ok?
Suas palavras me confundiram, mas mesmo assim tomei banho, escovei os dentes, esvaziei a bexiga e saí do banheiro enrolado numa toalha branca do hotel.
Achei que você tivesse na varanda, então, ao sair, deixei a toalha cair no chão.
Meu pau tava meio duro. Dei uns passos até o armário pra pegar minha roupa, e aí sua voz soou atrás de mim.
— Nem se incomoda…
Devo ter pulado uns dois metros de susto que você me deu. Instintivamente, cobri meu pau com as mãos. Você riu e eu você disse:
- Será que a gente vai ficar sem graça?
Depois você caminhou até mim e me deu um beijão, mas dessa vez na boca.
- Preciso tomar um banho também... - você falou, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, entrou no banheiro dizendo: - não vai a lugar nenhum sem mim...
Fiquei parado ali, de boca aberta. O que mais eu podia fazer? Parecia que eu tinha perdido a fala. Dava pra sentir meu coração batendo forte. Ouvi o chuveiro e finalmente reagi. Coloquei uma camiseta preta e uma calça.
Quando terminei de me vestir, o chuveiro parou, e com ele parecia que o tempo tinha congelado. Finalmente a porta do banheiro se abriu, e lá estava você, com os peitos nus. Parecia que você brilhava, com o efeito que as gotas d'água faziam na sua pele.
A linha do bronzeado, marcada ao redor dos seus peitos lindos, mostrava como seu biquíni era minúsculo.
- Ei... você se vestiu... - você disse, desapontada.
Depois deixou a toalha cair no chão e, pela primeira vez na minha vida, eu estava olhando para uma mulher completamente nua.
Com um espanto maravilhoso, senti meu pau crescer em questão de milésimos de segundo. O tempo parou de novo.
- Você é linda... - falei baixinho. Uma frase meio idiota, porque não existiam palavras pra descrever sua beleza. Mesmo assim, conseguiu quebrar um pouco a tensão.
Você caminhou até mim, e eu pude sentir o cheiro do seu corpo molhado.
- Melisa... - comecei a dizer, mas você não falava nada. Só tirou minha camiseta por cima da cabeça, desabotoou minha calça jeans e a puxou até meus tornozelos.
Depois, como parte do sonho mais erótico da minha vida, você se ajoelhou na minha frente e, sem nem tocar com as mãos, pegou meu pau com a boca, igual um peixe quando morde a isca.
Não lembro direito se suspirei fundo ou soltei um gemido de prazer. De qualquer jeito, a sensação foi incrível. Sua boca voraz, sua língua molhada e a maciez gostosa das suas mãos segurando parte da haste e as bolas me fez... estremecer.
Umas gotas d'água do teu cabelo caíram e foram parar na minha coxa esquerda. Meus joelhos estavam fracos. Será que eu conseguiria ficar de pé enquanto tua boca puxava meu pau com tanta ansiedade? Bom, de algum jeito consegui.
O mundo girava a toda velocidade.
— OHHHHHHHHHH… — Gemi com força e comecei a esvaziar todo meu gozo na tua boca enquanto tu chupavas e chupavas meu leite. — HMMMMMMM…
— Feliz aniversário, irmãozinho… — tu disseste em algum momento. — Agora tu é um homem de verdade. Me desculpa se não consegui fazer no dia do teu aniversário.
Abri os olhos e lá estava tu parada na minha frente, sorrindo divinamente. Um fio de porra era visível no canto dos teus lábios. Chutei minha calça dos tornozelos e te abracei com força.
Quando te beijei, provei meu próprio gosto, mas não liguei.
Tu me ensinaste a beijar de língua no melhor cenário possível: Paris! Depois, beijaste meu pescoço, meu peito e mordiscaste meus mamilos.
De algum jeito, acabamos deitados na cama, nos beijando, nos acariciando e dizendo o quanto nos amávamos.
Era como estar num universo completamente novo. Uma nova dimensão.
Senti tu apertar minha bunda e meu pau deu um pulo. Tu achaste muita graça, então fizeste de novo.
Começamos a rir tanto que o único jeito que consegui parar foi deslizando pela cama pra baixo até chegar na tua gruta do prazer. Enfiei minha língua na tua buceta e imediatamente tu começaste a gemer.
— OHHH Meu Deus… Daniel!! HMMMMMM
Eu me sentia como um bichinho tentando achar o caminho de casa dentro dessa moita de pelos que tu tens.
Às vezes eu me perdia, mas rapidamente achava o caminho de novo.
— Aí não… — tu gritaste quando enfiei minha língua no teu cu. — Onde tu aprendeu a fazer isso? — tu perguntaste depois de me beijar apaixonadamente nos lábios.
— Sei lá… instinto animal, acho… como tu aprendeu a chupar pinto tão gostoso?
Tu ficaste vermelha com minha pergunta.
— Lembra da nosso primo Joel? Naquele momento lembrei do nosso primo gordinho Joel. -Será que ele e você...? -Não, ele só me ensinou a chupar... dizia que se eu chupasse ele ia sentir o sabor mais gostoso do mundo e foi assim que tudo começou. -Não acredito que ele abusou da sua inocência... -Deixa ele em paz. Joel se mudou tão longe que duvido muito que a gente veja ele de novo... A gente tava deitado na cama quando seus peitos ficaram na altura do meu rosto. Não pensei duas vezes e comecei a chupar eles... -Espera Daniel... espera...- você falou enquanto se revirava na cama tentando separar minha boca dos seus peitos. -O que foi?- perguntei ansioso e decepcionado. -Primeiro quero que você faça algo por mim... -Você não quer que eu beije seus peitos? -Não. Sim. Mas antes quero que... -você criou coragem e finalmente falou.- quero que você me tire a virgindade, Daniel... Seu olhar mostrava total seriedade. -Você faria isso?- você perguntou inocente.- Tipo, não precisa, mas esse sempre foi meu sonho... perder a virgindade em Paris e se você não fizer agora acho que nunca vou conseguir... duvido muito que aguente ser virgem até voltar pra Paris... Naquele momento entendi o porquê do chilique pra trazer seu namorado. Você queria que ele te desvirgasse. Me senti usado, mas o brilho nos seus olhos e os beijos tão doces que você me dava me faziam pensar que você tinha esquecido aquele idiota do seu namorado e me trocado por mim. Até aquela manhã, a única pessoa que acariciava meu pau era eu. Agora se apresentava a oportunidade de sair do limbo cheio de punheta e entrar no céu através da sua virgindade. -Não sou grande o suficiente... nunca fiz isso antes... -Nem eu... por isso quero que você me desvirgue aqui, na cidade do amor... como sempre sonhei! Não sabe quantas vezes meu namorado me pediu pra deixar ele fazer e quantas vezes eu recusei. Será que você acha que minha virgindade eu ofereço pra qualquer um? Meu namorado eu amo, e muito, mas você eu amo de verdade... e por isso quero que você seja o primeiro na minha vida… você faria isso por mim, Daniel?
Você olhou pro meu pau. Ele estava duro de novo, apontando pra você.
— Como a gente vai fazer…? — perguntei, e nisso você começou a rir. Sentei do seu lado e, indignado, perguntei — O que é tão engraçado? Acha que sou um infantil?
Você não respondeu. Só pegou meu pau na sua mão e disse:
— Isso te parece infantil?
Antes que eu pudesse responder, você me beijou nos lábios, tão gostoso que esqueci de tudo.
Foi um beijo longo e apaixonado.
Se você queria que eu agisse como um homem, eu tava disposto a fazer isso, então fechei a boca e meu corpo começou a falar por si só.
Uns minutos depois, eu já tava amassando suas nádegas e seus peitos como se não houvesse amanhã. Depois chupava e mordia, arrancando gemidos de prazer que ecoavam pelas quatro paredes.
Deitei com o pau apontando pro teto, e você entendeu na hora o sinal. O momento tinha chegado…
Você subiu em mim, passando uma perna de cada lado, e se ergueu até que a ponta do meu pau ficasse bem na entrada da sua buceta. Então, devagar, você começou a descer, cravando cada centímetro do meu pau pra dentro.
— AAAAAHHHHHHHHHHHH… — Gemi com força. A sensação era indescritível. Sua buceta era uma mistura de umidade, maciez e apertamento.
Quando você tinha toda a ponta do meu pau no fundo, parou, olhou nos meus olhos e disse:
— Daniel… tá doendo… auugghhh… — você respirou fundo e… — tô com medo.
De algum jeito, eu sabia o que te dizer naquele momento.
— A dor vai passar logo… eu prometo.
Empurrei meu quadril pra cima e, com isso, afundei meu pau, rompendo a leve resistência do seu hímen.
— AAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH — Você gritou de dor.
— Relaxa, Melisa… relaxa… já já passa… Hmm
Você me olhou com um sorriso nervoso. Aproveitei o momento e empurrei um pouco mais.
Dessa vez, você já não sorria mais. Empurrei até minhas bolas baterem nas suas nádegas, e você gemeu intensamente.
— AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHMMMMMMMM já não sentia nenhuma resistência, só a sua apertadinha acompanhada da maciez e firmeza das suas nádegas que quicavam nas minhas coxas enquanto meu pau entrava e saía da sua buceta.
A gente se beijou na boca bem na hora que seu corpo começou a responder. Agora eu podia ficar só como um espectador vendo você subir e descer no meu pau numa velocidade do caralho.
Só coloquei minhas mãos nas suas nádegas pra te ajudar um pouco com o equilíbrio…
- AAAAHHHHH…. HMMMMMMMMM…. OHHHHHH… - A gente gemeu gostoso pra caralho enquanto o nível de prazer crescia dentro de mim de um jeito que você não faz ideia.
Quando senti minhas bolas fervendo no máximo, quis te avisar, mas com seu olhar você deixou bem claro o que queria…
Em questão de segundos, uma maré de porra invadiu sua buceta fértil e naquela hora você tremeu toda em cima de mim.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH HMMMMMMMMM
Quando você parou de se mexer, eu mal conseguia respirar. Você ainda estava em cima de mim, rindo e chorando de felicidade ao mesmo tempo.
- A gente conseguiu… a gente conseguiu… - você não parava de repetir.
Beijei seus lábios e falei:
- Muita gente vai dizer que a gente deveria ter feito…
- É que não é divertido transar com sua irmã, Daniel? - você perguntou enquanto se aninhava do meu lado.
- Ir pra Euro Disney também é divertido… - falei brincando, e você respondeu:
- Só se eu pudesse foder o rato dos filmes…
- E eu ia fazer o quê?
- Você podia foder a sereiazinha…
- Não se compara em nada com você… você é muito mais gostosa…
Minhas palavras pareceram perfeitas. Na hora você me beijou na boca e foi descendo até chegar no meu pau, que você chupou de novo. Depois a gente trepou de novo e, depois de uma meia hora intensa de sexo, a gente se levantou e foi tomar banho junto.
Depois saímos na sacada e ficamos contemplando a cidade feito dois apaixonados. Nisso, mamãe chamou a gente no quarto. Pediu pra eu te avisar que iam demorar mais 2 horas pra chegar. A gente aproveitou. pra sair pra dar uma volta pela cidade de mãos dadas. Quando voltamos pro hotel, a mamãe já tava no seu quarto com a nossa irmã, e a camareira já tinha trocado os lençóis dos quartos.
– Ainda bem, porque a gente esqueceu de limpar a mancha de sangue, e se minha mãe tivesse visto, não sei o que teria acontecido.
No dia seguinte, a gente voltaria pra casa.
Mamãe nos avisou que só naquela noite meu irmãozinho dormiria com ela porque tava meio dodói da barriga e ela queria vigiar ele. Pediu pra gente entender e fazer um esforço pra dormir no mesmo quarto, já que no fim das contas tinha camas separadas.
Ela não fez ideia do que fez. As camas de solteiro viraram uma só, e naquela noite a gente fodeu igual dois loucos apaixonados até quase cair desmaiados.
Infelizmente, no dia seguinte, tudo voltou ao normal. Era como se sair do território francês tivesse sido tipo um adeus àquele universo de prazer incestuoso que você me mostrou.
Você nunca mais tocou no assunto, mas eu sei que morre de vontade.
Hoje em dia, não te toquei mais, e você não sabe o quanto eu morro de vontade de te beijar e te acariciar. Morro de vontade de te ter na minha cama mais uma vez. Infelizmente, não tenho coragem de te falar pessoalmente, mas escrevi esse relato pra você ler aqui, que eu sei muito bem que é seu site favorito…
Te amo, Melisa.
Te ver ali, parada na frente da porta do quarto olhando para a cama, enrolada numa toalha branca que escondia seus peitos lindos, e o momento em que a toalha caiu no chão te deixando completamente nua, como deus te trouxe ao mundo, na minha frente, são coisas que nunca vou esquecer. Mesmo sendo muito mais novo que você, acredite, sei valorizar as coisas lindas que a vida te dá e naquele dia a vida me presenteou com o que há de mais gostoso nesta terra: você!
Até poucos anos atrás, não achava que você reparava em mim com frequência. E talvez fosse assim. Eu era só seu irmãozinho mais novo, de óculos e viciado em estudar. De mau gosto pra se vestir e ingênuo na hora de conhecer garotas. Mas com o tempo passei a usar lentes de contato, cresci 10 centímetros e comecei a ter pelos onde antes não tinha.
Assim que percebi que já era mais alto até que você. Deixei o cabelo crescer tanto que nosso irmão mais novo dizia que eu parecia uma menina, mas eu sempre achei que tava na moda.
Mas tudo aconteceu quando minha mãe, com a ideia de passar tempo com seus 3 filhos, como não fazia há muito tempo, propôs uma viagem para a Europa.
Ainda lembro do seu chilique ao saber que seu namorado não iria. Foi descomunal e gigantesco. Mamãe estranhava por que você se agarrava tanto à ideia de que seu namorado fosse conosco. Na verdade, nenhum de nós entendia naquele momento.
Tanta foi sua raiva que você preferia ficar e trabalhar o verão inteiro naquela loja de cosméticos a viajar para a Europa conosco.
Mamãe, sem nos perguntar, arrumou tudo para aproveitar 1 semana na Inglaterra e outra na França. Isso significava que eu ia… de babá por 2 semanas inteiras durante as noites, e você teria que lidar com a mãe, com quem estava extremamente irritada por estar praticamente te obrigando a ir com a gente.
Mas não foi exatamente na viagem que começamos a nos aproximar. Não, foi numa tarde em que, ao chegar da escola, te encontrei chorando e, sem dizer uma palavra, fui ao jardim, cortei uma flor e te entreguei junto com um chocolate que tinha acabado de comprar.
Quando cheguei ao seu lado, você estava prestes a gritar para eu ir embora, mas, ao ver que eu te dava uma flor e um chocolate, se arrependeu e, em vez disso, se jogou em mim, me abraçou e beijou na bochecha.
Você não sabe o quanto eu amei sentir seus lábios na minha bochecha…
Outra ocasião curiosa que lembro foi quando você tinha acabado de comprar um biquíni amarelo para a viagem. Nosso irmãozinho ficava tirando sarro de você, dizendo que parecia uma edecã da televisão que posa para a câmera. Eu achei que você estava divina e fiz questão de te falar.
— Você está muito gostosa… — eu disse, e naquele momento notei como você corou antes de sair correndo para o seu quarto.
No dia do meu aniversário, viajamos para Londres. Mas antes já tinha feito minha festa de aniversário com meus amigos. Fomos na balada e depois no cinema. A gente queria ter ido a algum bar, mas nossa idade era uma barreira pra isso.
— A Jessica vai? — você perguntou, se referindo à garota com quem eu tinha acabado de começar uma amizade.
— Não, claro que não… o que te faz pensar isso? — perguntei.
— Achei que ela iria porque vocês andam muito juntos ultimamente… — você disse com uma sobrancelha levantada.
A Jessica é uma garota que mora a duas quadras da nossa casa. Tem a minha idade e eu gosto muito dela, mas nunca cheguei a ficar com ela. Só umas olhadas escondidas naquele par de peitos bem desenvolvidos que ela tem, mas só isso que fiz.
Naquela tarde, enquanto estava no cinema, você me mandou um Mensagem de texto no celular me dizendo: Te amo muito, maninho. Feliz aniversário. Você não sabe a alegria que me deu receber sua mensagem, porque até aquela hora você não tinha me parabenizado.
Queria ter tempo a sós com você na Inglaterra pra continuar nossa relação tão próxima, principalmente depois que você segurou minha mão durante todo o trajeto de avião porque tava com medo, mas a presença do nosso irmão mais novo tornou isso impossível.
Um dia fomos pra praia e você conheceu dois caras ingleses que logo se jogaram em cima de você como lobos. Seu inglês perfeito fez com que não houvesse problema nenhum na conversa, e meu inglês fraco me deixava morrendo de raiva por não entender nada do que eles diziam.
Seu biquíni era muito mais ousado do que os que as garotas do lugar usavam. Ou será que nelas não se via tão bem quanto em você porque você tem um corpo simplesmente espetacular?
Não sei se você percebeu, mas eu notei como um dos caras que tava falando com você teve uma ereção só de te olhar. Não julgo ele, pra ser sincero, eu também tive uma ereção desde que você tirou a toalha e ficou só de biquíni. Felizmente, uma brotoeja nas águas frias britânicas me aliviou e ninguém percebeu.
Felizmente, quando você tava quase combinando de se ver de novo, mamãe chegou pra mandar eles embora, alegando que você era de menor. Com o inglês fraco dela, deu pra se fazer entender, e os caras se olharam surpresos. Com certeza, pelo seu corpo, pensaram que você tinha 21 ou 22 anos.
Durante o jantar, mamãe começou a falar sobre comportamento inadequado.
— Deixa ela em paz, mãe. Só estavam conversando... — falei antes que ela começasse a te recriminar por ter falado com dois perfeitos estranhos que, de longe, dava pra ver o que queriam fazer com você.
Mamãe teve que morder a língua, porque nunca antes eu tinha te defendido. Acho que ela ficou tão surpresa que só te disse: Não faça isso de novo, Melisa...
Quando fui pro meu quarto atrás do nosso irmão mais novo, você me mandou um Te mandei um beijo de longe como agradecimento pelo jantar. Você não tem ideia de como eu me masturbei naquela noite no banheiro pensando em você de biquíni. Foi uma gozada espetacular e maravilhosa. Minha primeira gozada pensando em você.
Poucos dias depois, a gente estava prestes a ir a um museu em Paris com uns 20.000 turistas. Lá, você parou na frente de uma pintura de um cara pelado, só com uma tanga cobrindo as partes e cheio de flechas cravadas.
— Chama São Sebastião… — falei, lendo a legenda da pintura.
— Parece com você… — você disse, e uma turista espanhola do seu lado olhou estranho pra gente.
Na sala seguinte, tinha uma pintura de Vênus deitada na cama com um garoto do lado.
— E essa é você… — falei. — Junto com nosso irmãozinho…
Você caiu na risada tão alto que minha mãe ficou brava de novo com você.
Já voltando pro hotel, no metrô, você virou pra mim e perguntou:
— Cê acha que algum dia Vênus ficou com São Sebastião?
— Depende. Se ela tirou as flechas dele… então talvez.
A verdade é que você se parece muito com Vênus, mas diferente dela, você tem umas pernas longas e lindas.
Naquela noite no hotel, você me perguntou se os caras te achavam gostosa, e eu respondi que você era doida, que por acaso não percebia como enlouquecia eles. Você, bem baixinho, respondeu:
— Não me interesso por esse tipo de cara… me interessa a sua opinião…
Eu ainda tava tentando decifrar sua resposta quando minha mãe perguntou, desconfiada, o que a gente tava falando…
— Megan Fox! — gritei e, depois de uns segundos, completei. — Ela é minha atriz favorita.
— Não vejo por quê, filho… a garota não sabe atuar… — respondeu minha mãe.
— Mas é gostosa. — falei, e nisso nosso irmãozinho começou a perguntar: por que a Melissa tá ficando vermelha que nem tomate?
Na manhã seguinte, mamãe levou nosso irmão mais novo pra Euro Disney. Você e eu recusamos ir, e mamãe ficou preocupada da gente se perder em Paris sem Ela, mas você prometeu que ficaríamos juntos pra sempre. Pô, você tava certa!
Nosso irmão mais novo tava no restaurante do hotel procurando comida antes de eu acordar. Naquele momento, eu tava sonhando com você. Te imaginava correndo pelada na praia, mas aí ouvi uma batida urgente na porta do quarto.
— Daniel! Daniel!! — era sua voz! — Me deixa entrar…
Eu só tava de cueca, então hesitei em abrir a porta.
— Anda, Daniel… não tô vestida tão decentemente pra ficar andando pelos corredores do hotel! Me abre…
Virei na cama, levantei e corri pra te abrir.
Lá estava você, naquele biquíni amarelo que eu tanto gosto, segurando a chave do seu quarto na mão esquerda. Você parecia ansiosa.
— O que cê tá fazendo…? — perguntei.
— Graças a Deus. Finalmente abriu… — você me interrompeu e me empurrou pra dentro do quarto.
Assim que entrou, você se certificou de que a porta tava bem fechada, até com a corrente.
— Por que cê tá de biquíni? — perguntei.
Lá estávamos nós dois, um na frente do outro num quartinho de hotel.
— É uma surpresa… uma surpresa pra você, bobo. Tipo um presentinho de aniversário atrasado. Por que não toma um banho? Vou ficar na varanda…
Te obedeci à risca, me sentindo meio idiota. Tava sem dormir, sonolento, feliz e nervoso.
Bem quando fechei a porta do banheiro, te ouvi falar comigo:
— Nem pense em se masturbar, ok?
Suas palavras me confundiram, mas mesmo assim tomei banho, escovei os dentes, esvaziei a bexiga e saí do banheiro enrolado numa toalha branca do hotel.
Achei que você tivesse na varanda, então, ao sair, deixei a toalha cair no chão.
Meu pau tava meio duro. Dei uns passos até o armário pra pegar minha roupa, e aí sua voz soou atrás de mim.
— Nem se incomoda…
Devo ter pulado uns dois metros de susto que você me deu. Instintivamente, cobri meu pau com as mãos. Você riu e eu você disse:
- Será que a gente vai ficar sem graça?
Depois você caminhou até mim e me deu um beijão, mas dessa vez na boca.
- Preciso tomar um banho também... - você falou, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, entrou no banheiro dizendo: - não vai a lugar nenhum sem mim...
Fiquei parado ali, de boca aberta. O que mais eu podia fazer? Parecia que eu tinha perdido a fala. Dava pra sentir meu coração batendo forte. Ouvi o chuveiro e finalmente reagi. Coloquei uma camiseta preta e uma calça.
Quando terminei de me vestir, o chuveiro parou, e com ele parecia que o tempo tinha congelado. Finalmente a porta do banheiro se abriu, e lá estava você, com os peitos nus. Parecia que você brilhava, com o efeito que as gotas d'água faziam na sua pele.
A linha do bronzeado, marcada ao redor dos seus peitos lindos, mostrava como seu biquíni era minúsculo.
- Ei... você se vestiu... - você disse, desapontada.
Depois deixou a toalha cair no chão e, pela primeira vez na minha vida, eu estava olhando para uma mulher completamente nua.
Com um espanto maravilhoso, senti meu pau crescer em questão de milésimos de segundo. O tempo parou de novo.
- Você é linda... - falei baixinho. Uma frase meio idiota, porque não existiam palavras pra descrever sua beleza. Mesmo assim, conseguiu quebrar um pouco a tensão.
Você caminhou até mim, e eu pude sentir o cheiro do seu corpo molhado.
- Melisa... - comecei a dizer, mas você não falava nada. Só tirou minha camiseta por cima da cabeça, desabotoou minha calça jeans e a puxou até meus tornozelos.
Depois, como parte do sonho mais erótico da minha vida, você se ajoelhou na minha frente e, sem nem tocar com as mãos, pegou meu pau com a boca, igual um peixe quando morde a isca.
Não lembro direito se suspirei fundo ou soltei um gemido de prazer. De qualquer jeito, a sensação foi incrível. Sua boca voraz, sua língua molhada e a maciez gostosa das suas mãos segurando parte da haste e as bolas me fez... estremecer.
Umas gotas d'água do teu cabelo caíram e foram parar na minha coxa esquerda. Meus joelhos estavam fracos. Será que eu conseguiria ficar de pé enquanto tua boca puxava meu pau com tanta ansiedade? Bom, de algum jeito consegui.
O mundo girava a toda velocidade.
— OHHHHHHHHHH… — Gemi com força e comecei a esvaziar todo meu gozo na tua boca enquanto tu chupavas e chupavas meu leite. — HMMMMMMM…
— Feliz aniversário, irmãozinho… — tu disseste em algum momento. — Agora tu é um homem de verdade. Me desculpa se não consegui fazer no dia do teu aniversário.
Abri os olhos e lá estava tu parada na minha frente, sorrindo divinamente. Um fio de porra era visível no canto dos teus lábios. Chutei minha calça dos tornozelos e te abracei com força.
Quando te beijei, provei meu próprio gosto, mas não liguei.
Tu me ensinaste a beijar de língua no melhor cenário possível: Paris! Depois, beijaste meu pescoço, meu peito e mordiscaste meus mamilos.
De algum jeito, acabamos deitados na cama, nos beijando, nos acariciando e dizendo o quanto nos amávamos.
Era como estar num universo completamente novo. Uma nova dimensão.
Senti tu apertar minha bunda e meu pau deu um pulo. Tu achaste muita graça, então fizeste de novo.
Começamos a rir tanto que o único jeito que consegui parar foi deslizando pela cama pra baixo até chegar na tua gruta do prazer. Enfiei minha língua na tua buceta e imediatamente tu começaste a gemer.
— OHHH Meu Deus… Daniel!! HMMMMMM
Eu me sentia como um bichinho tentando achar o caminho de casa dentro dessa moita de pelos que tu tens.
Às vezes eu me perdia, mas rapidamente achava o caminho de novo.
— Aí não… — tu gritaste quando enfiei minha língua no teu cu. — Onde tu aprendeu a fazer isso? — tu perguntaste depois de me beijar apaixonadamente nos lábios.
— Sei lá… instinto animal, acho… como tu aprendeu a chupar pinto tão gostoso?
Tu ficaste vermelha com minha pergunta.
— Lembra da nosso primo Joel? Naquele momento lembrei do nosso primo gordinho Joel. -Será que ele e você...? -Não, ele só me ensinou a chupar... dizia que se eu chupasse ele ia sentir o sabor mais gostoso do mundo e foi assim que tudo começou. -Não acredito que ele abusou da sua inocência... -Deixa ele em paz. Joel se mudou tão longe que duvido muito que a gente veja ele de novo... A gente tava deitado na cama quando seus peitos ficaram na altura do meu rosto. Não pensei duas vezes e comecei a chupar eles... -Espera Daniel... espera...- você falou enquanto se revirava na cama tentando separar minha boca dos seus peitos. -O que foi?- perguntei ansioso e decepcionado. -Primeiro quero que você faça algo por mim... -Você não quer que eu beije seus peitos? -Não. Sim. Mas antes quero que... -você criou coragem e finalmente falou.- quero que você me tire a virgindade, Daniel... Seu olhar mostrava total seriedade. -Você faria isso?- você perguntou inocente.- Tipo, não precisa, mas esse sempre foi meu sonho... perder a virgindade em Paris e se você não fizer agora acho que nunca vou conseguir... duvido muito que aguente ser virgem até voltar pra Paris... Naquele momento entendi o porquê do chilique pra trazer seu namorado. Você queria que ele te desvirgasse. Me senti usado, mas o brilho nos seus olhos e os beijos tão doces que você me dava me faziam pensar que você tinha esquecido aquele idiota do seu namorado e me trocado por mim. Até aquela manhã, a única pessoa que acariciava meu pau era eu. Agora se apresentava a oportunidade de sair do limbo cheio de punheta e entrar no céu através da sua virgindade. -Não sou grande o suficiente... nunca fiz isso antes... -Nem eu... por isso quero que você me desvirgue aqui, na cidade do amor... como sempre sonhei! Não sabe quantas vezes meu namorado me pediu pra deixar ele fazer e quantas vezes eu recusei. Será que você acha que minha virgindade eu ofereço pra qualquer um? Meu namorado eu amo, e muito, mas você eu amo de verdade... e por isso quero que você seja o primeiro na minha vida… você faria isso por mim, Daniel?
Você olhou pro meu pau. Ele estava duro de novo, apontando pra você.
— Como a gente vai fazer…? — perguntei, e nisso você começou a rir. Sentei do seu lado e, indignado, perguntei — O que é tão engraçado? Acha que sou um infantil?
Você não respondeu. Só pegou meu pau na sua mão e disse:
— Isso te parece infantil?
Antes que eu pudesse responder, você me beijou nos lábios, tão gostoso que esqueci de tudo.
Foi um beijo longo e apaixonado.
Se você queria que eu agisse como um homem, eu tava disposto a fazer isso, então fechei a boca e meu corpo começou a falar por si só.
Uns minutos depois, eu já tava amassando suas nádegas e seus peitos como se não houvesse amanhã. Depois chupava e mordia, arrancando gemidos de prazer que ecoavam pelas quatro paredes.
Deitei com o pau apontando pro teto, e você entendeu na hora o sinal. O momento tinha chegado…
Você subiu em mim, passando uma perna de cada lado, e se ergueu até que a ponta do meu pau ficasse bem na entrada da sua buceta. Então, devagar, você começou a descer, cravando cada centímetro do meu pau pra dentro.
— AAAAAHHHHHHHHHHHH… — Gemi com força. A sensação era indescritível. Sua buceta era uma mistura de umidade, maciez e apertamento.
Quando você tinha toda a ponta do meu pau no fundo, parou, olhou nos meus olhos e disse:
— Daniel… tá doendo… auugghhh… — você respirou fundo e… — tô com medo.
De algum jeito, eu sabia o que te dizer naquele momento.
— A dor vai passar logo… eu prometo.
Empurrei meu quadril pra cima e, com isso, afundei meu pau, rompendo a leve resistência do seu hímen.
— AAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH — Você gritou de dor.
— Relaxa, Melisa… relaxa… já já passa… Hmm
Você me olhou com um sorriso nervoso. Aproveitei o momento e empurrei um pouco mais.
Dessa vez, você já não sorria mais. Empurrei até minhas bolas baterem nas suas nádegas, e você gemeu intensamente.
— AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHMMMMMMMM já não sentia nenhuma resistência, só a sua apertadinha acompanhada da maciez e firmeza das suas nádegas que quicavam nas minhas coxas enquanto meu pau entrava e saía da sua buceta.
A gente se beijou na boca bem na hora que seu corpo começou a responder. Agora eu podia ficar só como um espectador vendo você subir e descer no meu pau numa velocidade do caralho.
Só coloquei minhas mãos nas suas nádegas pra te ajudar um pouco com o equilíbrio…
- AAAAHHHHH…. HMMMMMMMMM…. OHHHHHH… - A gente gemeu gostoso pra caralho enquanto o nível de prazer crescia dentro de mim de um jeito que você não faz ideia.
Quando senti minhas bolas fervendo no máximo, quis te avisar, mas com seu olhar você deixou bem claro o que queria…
Em questão de segundos, uma maré de porra invadiu sua buceta fértil e naquela hora você tremeu toda em cima de mim.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH HMMMMMMMMM
Quando você parou de se mexer, eu mal conseguia respirar. Você ainda estava em cima de mim, rindo e chorando de felicidade ao mesmo tempo.
- A gente conseguiu… a gente conseguiu… - você não parava de repetir.
Beijei seus lábios e falei:
- Muita gente vai dizer que a gente deveria ter feito…
- É que não é divertido transar com sua irmã, Daniel? - você perguntou enquanto se aninhava do meu lado.
- Ir pra Euro Disney também é divertido… - falei brincando, e você respondeu:
- Só se eu pudesse foder o rato dos filmes…
- E eu ia fazer o quê?
- Você podia foder a sereiazinha…
- Não se compara em nada com você… você é muito mais gostosa…
Minhas palavras pareceram perfeitas. Na hora você me beijou na boca e foi descendo até chegar no meu pau, que você chupou de novo. Depois a gente trepou de novo e, depois de uma meia hora intensa de sexo, a gente se levantou e foi tomar banho junto.
Depois saímos na sacada e ficamos contemplando a cidade feito dois apaixonados. Nisso, mamãe chamou a gente no quarto. Pediu pra eu te avisar que iam demorar mais 2 horas pra chegar. A gente aproveitou. pra sair pra dar uma volta pela cidade de mãos dadas. Quando voltamos pro hotel, a mamãe já tava no seu quarto com a nossa irmã, e a camareira já tinha trocado os lençóis dos quartos.
– Ainda bem, porque a gente esqueceu de limpar a mancha de sangue, e se minha mãe tivesse visto, não sei o que teria acontecido.
No dia seguinte, a gente voltaria pra casa.
Mamãe nos avisou que só naquela noite meu irmãozinho dormiria com ela porque tava meio dodói da barriga e ela queria vigiar ele. Pediu pra gente entender e fazer um esforço pra dormir no mesmo quarto, já que no fim das contas tinha camas separadas.
Ela não fez ideia do que fez. As camas de solteiro viraram uma só, e naquela noite a gente fodeu igual dois loucos apaixonados até quase cair desmaiados.
Infelizmente, no dia seguinte, tudo voltou ao normal. Era como se sair do território francês tivesse sido tipo um adeus àquele universo de prazer incestuoso que você me mostrou.
Você nunca mais tocou no assunto, mas eu sei que morre de vontade.
Hoje em dia, não te toquei mais, e você não sabe o quanto eu morro de vontade de te beijar e te acariciar. Morro de vontade de te ter na minha cama mais uma vez. Infelizmente, não tenho coragem de te falar pessoalmente, mas escrevi esse relato pra você ler aqui, que eu sei muito bem que é seu site favorito…
Te amo, Melisa.
3 comentários - Uma noite em Paris
🙂 🙂 🙂