Uma Salteña Única

Minha afilhada, a filha mais nova do meu irmão mais velho, de 21 anos na época, veio passar uns dias em Córdoba, vinda de Salta, onde mora com a mãe. Eram as férias de julho, e tiramos várias fotos, uma delas em particular, muito gostosa, comigo sentado numa poltrona e ela com uma saia curtinha sentada em cima de mim, com as pernas de fora. As férias passaram, ela voltou pra Salta com uma cópia ampliada dessa foto. Uma semana depois, ela me liga e diz: "Uma amiga minha da faculdade (ela estuda Direito) ficou apaixonada por você e quer trocar uma ideia no chat." Marcamos um encontro virtual, começamos falando de qualquer coisa e, verdade seja dita, a amiga era uma gostosa, também de 21 anos, morena, com olhos grandes e levemente puxados, cor de mel, cabelo comprido bem preto e levemente ondulado, e o pouco que dava pra ver pela webcam já era mais que interessante. A química foi na hora, e continuamos nos encontrando uma ou duas vezes por semana, e como sempre acontece, a cada novo encontro a gente ia se soltando mais e mais. Ela me contou que tinha terminado com o único namorado dela, com quem estava desde os 15 anos, as coisas que ele tinha ensinado pra ela na cama — porque vocês sabem que o chat desinibe —, que adorava sexo oral, e especialmente engolir o leitinho quente aos poucos, que já tinha experimentado e gostava de sexo anal, e me disse que era bem apertada e que a penetração vaginal doía um pouco, mas quando entrava, ela curtia pra caralho. Depois de quase três meses esquentando o motor, surgiu a ideia de passar o Ano Novo em Salta e, claro, concretizar, já que até aquele momento era tudo virtual, e eu só tinha visto uma noite em que ela entrou no chat recém-saída do banho (ela tem o computador no quarto) — um par lindo de peitos, durinhos e grandinhos (100), com marcas claras de biquíni, que fica tão lindo nas mulheres quando tiram o sutiã. Cheguei em Salta um dia antes do que minha sobrinha e minha ex-cunhada esperavam, e nos encontramos num bar de Salta. Eu estava esperando por ela num bar, e... Ela entrou com uma minissaia que deixava ver um lindo par de pernas e umas sandálias que mostravam uns pés lindos, com os dedos desenhados, como me excitam.
Ela tinha feito reserva pra mim num hotel na peatonal Florida, então tomamos um café e, sem mais enrolação, fomos pro hotel. Fomos nos despindo aos poucos. A Erika tem 1,65m, e quando tirei a camisola e o sutiã dela, apareceram aqueles peitos lindos que eu tinha visto, durinhos e com uns mamilos perfeitos. Chupei eles enquanto continuava a despí-la, e ela gemia de prazer, acariciando meu pau através da braguilha aberta da minha calça jeans.

Já pelados os dois, desci até aquela bucetinha rosada e toda depilada e comecei a lamber, devagar no começo, mais forte depois, enquanto enfiava devagar meus dedos na vagina dela e no cuzinho, molhadinhos com o próprio fluxo dela. Eu tava de cabeça pra baixo em relação a ela, com minha cintura na altura do rosto dela, e ela, enquanto se deixava chupar, acariciava meu pau e minhas bolas e esfregava meu cu com os dedinhos. A buceta dela era yummy, muito yummy, e eu adoro sexo oral, então comecei a me perder quando ela começou a se agitar e a tremer, tendo um lindo orgasmo, o primeiro de vários com minha boca na vagina dela. Quando senti que ela começava a se acalmar, quis virar pra ficar por cima dela e penetrá-la, mas ela disse "espera" e começou a comer literalmente meu pau, lambendo tudo desde as bolas até a ponta e enfiando ele inteiro na boca, e continuou assim até me fazer gozar no fundo da boca dela, engolindo tudo sem deixar cair nada, chupando e mamando até ele começar a murchar.

Depois de um começo tão quente assim, conversamos um pouco. Ela me dizia que meu pau era lindo e que eu tinha chupado ela como ninguém antes, e eu, sem mentir em nada, dizia que ela era linda e gostosa de cima a baixo.

Quando meu pau se recuperou, começamos de novo a nos acariciar e a nos lamber de cima a baixo, e tentei penetrá-la subindo por cima. dela, mas por mais que tentássemos, não conseguia entrar, ela dizia que doía, a gente ficou de lado e também não deu certo, aí eu falei: "quer tentar de quatro?" pensando que com ela assim, com aquela bundinha minúscula pra cima, ia entrar mais fácil. Ela disse "tá bom" e se ajeitou feito uma putinha no cio, fincou os cotovelos e apoiou o rosto no lençol, deixando aquela bunda linda e a bocetinha gostosa toda pra mim. Eu me ajoelhei atrás dela e, quando ia tentar entrar, ela pegou meu pau com a mão, molhou no melzinho que escorria da bocetinha excitada dela, encostou no cuzinho dela, fazendo força pra entrar, e falou: "vai, empurra um pouquinho". O cuzinho dela se abriu e meu pau, devagar mas sem parar, entrou inteiro naquele rabo até minhas bolas encostarem na bunda dela. Aí ela começou a se mexer, fazendo ele entrar e sair daquela bunda, e dava pra ver que ela tava adorando. Ela apertava o cuzinho e soltava, fazendo eu sentir que ele engolia e cuspia meu pau, até que ela começou a rebolar mais rápido, gozando quase juntos os dois, deixando todo meu leite naquele rabo lindo. Ela se deixou cair e eu caí por cima dela, ficamos um tempão assim, enquanto meu pau ia murchando dentro da bundinha apertada dela. Um tempo depois fomos tomar banho, ela tava radiante e feliz, e fomos jantar.

Foi assim que começou nossa história, que durou quase três anos, e que, claro, terminou sem briga, simplesmente ficamos como amigos.

Ela tá namorando e vai casar em breve, mas sempre que posso ir pra Salta, bem raramente agora, ligo pra ela e a gente se encontra no mesmo hotel, e a gente se come com a mesma vontade.

o Khordobes

3 comentários - Uma Salteña Única

linda historia... la encontré muy parecida a las que salen en Todorelatos.com besosssssssssssss vivi
un consejito: tratá de poner posts con fotos así te dan puntos y los encuentran más interesantes!!!! 😉 😃
hdp deja de carnear al otro con el q se esta por casar culo roto !
momya
santy10 dijo:hdp deja de carnear al otro con el q se esta por casar culo roto !

Porque siempre la culpa es del otro?? si la mina se casó o se esta por casar y sigue culiando con el cordobes, la culpa es de la mina, ella es la que esta casada, nadie le metio un fierro en la cabeza para que siga cogiendo con el kordobes, aguanten las salteñas tramposas, viva Salta, mi Salta! 🙂