Instituto da bucetaTodo mundo conhece aquela sensação angustiante e opressiva da mudança, porque todos nós já mudamos. É verdade que não afeta todo mundo do mesmo jeito, nem da mesma forma. Então, essa história é só uma visão parcial e tendenciosa da mente de uma pessoa. Ela existe, sim, mas só na nossa imaginação.
Nossa história se passa num processo de mudança, numa mudança trágica, gloriosa e perturbadora. Uma mudança que a gente conhece como adolescência. Nosso herói, Yuma, era um garotinho começando as aulas num colégio novo. Bom, o colégio não era novo, mas pra ele, pro Yuma, era. Na real, era um colégio velho, mofado e de pedra. Frio no verão e gelado no inverno. Como eu tava dizendo, Yuma era novo naquele lugar. Todo mundo conhece a sensação de entrar num lugar novo, alguns de vocês já devem ter sentido a sensação de entrar num lugar antigo onde vocês são novos, outros não sentiram nada.
Mas o que Yuma sentiu quando passou pela porta daquela sala foi medo. A entrada dele na classe, no grupo, não teve nenhum ostracismo. Normal até o talo, os colegas receberam ele com entusiasmo. Com entusiasmo não pelo jeito dele, mas por ser o novato. O novo, ainda mais em ambientes decadentes e envelhecidos, que também são corruptos, era motivo de admiração naquela época. E Yuma foi acolhido com entusiasmo. Com fervor, ele virou a atração dos jovens estudantes e das mocinhas, porque Yuma era um carinha muito bonito.
Como um bom adolescente cheio de hormônios, Yuma logo deu em cima de várias dessas gatas. Várias, nesse contexto, são duas. De um lado tinha a Paula. Yuma viu na Paula uma mina bondosa, boa, agradável, simpática e muito gostosa. Ela era linda e ainda mais nos olhos hormonados do Yuma. Os olhos dela, os olhos da Paula, aqueles olhos brilhantes e molhados de um bonito tom prateado, era o que mais atraía o olhar do Yuma. Eram os olhos dela a coisa mais bonita que ele já tinha visto na sua curta experiência.
É preciso dizer, e isso é de vital importância para esta nossa história, que Yuma era um garoto tímido, doentiamente acanhado e muito, muito calado. Tanto que, nos meses seguintes à entrada de Yuma naquele lugar, ele não puxou conversa com praticamente ninguém. E, claro, não se aproximava de Paula, não a cumprimentava se pudesse evitar e evitava estar na presença dela. Nosso herói, Yuma, ficava muito nervoso na presença de sua garota, Paula. Mas ela era tão linda, tão boa, que bem merecia estar apaixonado por ela sem sequer falar com ela.
Na verdade, Yuma até falava ou, pelo menos, conversava. Mas ele se dedicava mais a ouvir sua outra garota, sua outra dama. Essa é a segunda garota que se destacou aos olhos de Yuma, ou melhor, seria mais certo dizer que se destacou aos seus ouvidos. Bem, estaríamos mais perto da verdade se disséssemos que foi essa garota que viu algo em Yuma. Essa garota, para dar a ela uma personalidade, vamos chamar de Alba.
Alba era, sem dúvida, muito mais vulgar que Paula. Alba era menos bonita. Seus olhos, pretos, normais. Ela só se destacava pelo seu físico e pelo seu charme natural. Mentiria se dissesse que Alba não era a garota mais desenvolvida que reinava na sala. Com seios exuberantes e uma bunda, um rabo, de devoção genuína para os garotos da sala. Pois, como digo, Alba reparou no nosso Yuma. E Yuma, que não era cego nem burro, tornou-se bastante amigo da vulgar e encantadora Alba.
Aconteceu, então, que o tempo passou e Yuma começou a ter contato com certas pessoas do grupo social chamado sala. Ele até trocou palavras com seu objeto de culto e sonho (sonho, com tudo o que isso implica) chamado Paula. E aos poucos foi se abrindo para o grupo, embora seja verdade que sem se misturar muito. É que ele era muito, muito tímido. Acho que levou duas semanas para falar com alguém da sala.
Bem, vale esclarecer que Yuma nunca tinha mudado nada. Ele sempre viveu em sua pequena cidade com seu pequeno círculo de amigos. Esses tinham sido seus amigos, nunca precisei de outros, nunca falei com outros. Era um ser extremamente antissocial, totalmente antissocial. Era bom ter isso em mente, quero dizer que Yuma nunca tinha falado com ninguém estranho, mas porque não precisava.
Mas enfim, no final nosso herói se abriu, se comunicou com aquela nova e estranha sociedade chamada classe. Isso foi, sem dúvida, graças à simpatia e popularidade de Alba, que não largava o pé do assediado Yuma nem por um minuto. Mas não podemos dizer que Yuma estava insatisfeito com a presença exasperante e constante de Alba. Eles eram inseparáveis, e Yuma começava a gostar de Alba. Começava a achá-la bonita, gostava dela, no fim das contas, como companheira. Mas Paula, a linda Paula, continuava no pedestal. Continuava sendo a deusa, inalcançável. O amor platônico.
Todo mundo sabe como é a idade, como são os adolescentes de quinze anos. Então, vendo que Alba e Yuma estavam sempre juntos, bem grudados, e que Alba não tinha vergonha de passar a mão em Yuma (vale notar que Yuma, tímido como era, só tocava no essencial em Alba) e que eles riam e se divertiam pra caralho, vendo isso, o povo, a galera, começou a dizer que eram um casal. E casal eles eram. Eram dois. Mas não eram um. Não eram. Não estavam unidos pelo amor.
Certamente a divindade é discutível, é, até hoje, objeto de controvérsia. Deus ou deuses existem? O que é a divindade? Basta dizer, para o andamento normal da nossa história, que a endeusada Paula, aos olhos do nosso Yuma, não era bem uma deusa. Não tinha tanta divindade assim. Ou será que tinha? Não sabemos. Mas sabemos que, ao ver certo apego entre seu Yuma e a encantadora e vulgar Alba, as tripas dela se encheram daquilo que os sábios chamam de ciúme. E ela conspirou, não sem certa maldade, é verdade, mas fazia isso do fundo do coração. Conspirou para separar o casal, casal de dois que não de um, para assim poder atrair Yuma para o seu círculo, para poder dar a ele seu coração, talvez sua buceta.
Nesta última fase do relato vamos falar da luta, luta total do love. Sim. Paula começou a se aproximar de Yuma com o objetivo de conquistá-lo. Como vocês bem deduzem, esse nosso herói, que não precisava de nada além de olhar nos olhos dela para se sentir cativado, se aproximou de Paula. Mas Alba, a encantadora, ainda estava lá. E Alba amava, Alba queria, Alba sentia desejos físicos por Yuma. Alba queria perder a virgindade com aquele garoto tímido, engraçado e especial, aquele garoto que não tinha se impressionado com a popularidade dela, com as tetas dela ou com a promiscuidade dela. E Alba desejava o seu Yuma, e confessou isso abertamente, falou, contou pra ele. Mas Yuma estava perto, estava perto da sua deusa Paula. Sua Paula de olhos prateados estava ali, esperando por ele. E Alba, Alba era a de sempre. Mas Alba estava sempre ali. Yuma não percebeu, não escutou Alba quando ela declarou seu love pra ele.
O leitor mais distraído deve ter esquecido como começava esse nosso relato. Embora pudesse subir lá no início pra lembrar, prefiro que não faça isso, que não suba. Prefiro que continue lendo. Então, o relato começava com a mudança, o problema da mudança. A sensação angustiante e opressiva da mudança, sensação que todos, espero, já experimentamos. E, agora, o relato chega a outra sensação angustiante e sufocante. A sensação de dúvida, a dúvida de ter que escolher. Duvidar paralisa. E Yuma estava paralisado.
Ali estava sua adorada Paula. Mas é que ele não a conhecia, é que sua Paula era perigosa, temível, era diferente de como ele a tinha imaginado. Mas era tão gostosa! Por outro lado, na presença dela, Yuma se sentia inquieto, inseguro. As mãos suavam e o coração batia violentamente. Era love? Ele não sabia. Não conhecia.
E também tinha Alba. Alba também não era como ele tinha pensado. Era vulgar, sim, mas era ruim? Era encantadora, amável, fazia ele se sentir bem. E eles se curtiam, ficavam à vontade na companhia um do outro. Ele se divertia pra caralho com Alba. Quando olhava nos olhos dela, não sentia medo, nem angústia, sentia calma e superioridade. Mas aqueles olhos prateados da Paula, aqueles olhos prateados eram... eram prateados.
Quem escolher? Chegamos agora à parte decisiva da nossa breve história. Chegamos à parte final, à decisão, à bruma turva e nebulosa do futuro. Aconteceu que, por causa do fim do ano letivo, deram uma festa na casa de um dos colegas, um colega cujo nome desprezível e absurdo não vale a pena mencionar. Não serve para esta história a não ser para emprestar a casa dele. E nessa casa chegará ao fim este relato, chegará a decisão do Yuma.
Álcool, hormônios e uma certa sensação de vazio interior e baixa autoestima é o coquetel brutal daquela noite. Festa de adolescente, vocês podem imaginar, suponho. Yuma, que não estava nada convencido em ir a tal festa, lembremos que era um garoto meio introvertido, foi finalmente de mãos dadas com sua parceira Alba. Alba tinha decidido. Daquela noite não passava a virgindade dela, nem a do Yuma.
Paula estava, estava espetacular. Gostosa é pouco e sensual não serve. Era algo estranho, algo profundo e inexplicável que Paula gerava no coração do Yuma naquela noite. Nós sabemos que Paula também estava decidida a perder a virgindade, mas Yuma não. E a festa foi um caos. Álcool e música. Música e álcool. Yuma foi beber algo com Alba, enquanto dançava com Paula e se abraçava com a esquecida e feia Patrícia, Patrícia não tem espaço nesta história embora bem pudesse merecer, Patrícia só serve para abraçar Yuma. Yuma que está bebendo com Paula, dançando com outra e falando com Alba, na garagem com Paula e no corredor abraçado com Alba. Não sabia nem onde, nem com quem estava nem o que estava fazendo. Efeitos devastadores do álcool e das drogas, aquilo era uma loucura.
E assim, em tão pouco tempo, chegamos à parte decisiva da história, e à parte mais importante (até então) da vida do nosso Yuma. Porque o planeta tem seu limite e a fragilidade humana é latente, porque o acaso assim exigiu. Podemos falar desse desfecho estranho e meio fatídico?
Vários indivíduos, incluindo os três protagonistas, estavam sentados e deitados nos sofás da sala quando a luz apagou, deixando a casa completamente escura. Tudo era preto. A cidade inteira estava às escuras, o mundo, cego. E foi nesse exato momento que Yuma sentiu uma mão, uma mão suave e doce, uma mão pequena e graciosa, uma mão cliente, uma mão que se enfiou dentro da calça de Yuma e agarrou firme seu pau.
Alba? Paula? A mão começou a bater uma punheta pra ele, enquanto já tinha tirado a calça e a cueca. Aquela mão suave era o caminho, pensou Yuma, o caminho para o paraíso das sensações e do prazer. A noite escura envolvia o corpo dele e o da sua amante secreta. Aquilo saiu do controle.
Uma boca de lábios grossos, com o cheiro podre de álcool, se aproximou dos lábios de Yuma. E Yuma beijou aquela garota. Ele a beijou. As mãos de Yuma percorreram o pescoço fino e delicado, um pescoço que cheirava a rosas. E Yuma acariciou seu pescoço, desceu as mãos pelo peito quente e chegou até os seios. Ele apertou aquelas tetas fantásticas e quentes, beijou e chupou os biquinhos. Aquilo, aquilo parecia sobrenatural. Ele nunca tinha experimentado algo assim. Aquela sensação, aquele formigamento no começo das costas.
A garota terminou a punheta e envolveu o torso de Yuma com os braços. Pouco depois, ela se sentou, sentou sua buceta virgem no pauzinho de Yuma. Outra sensação nova o atingiu: a do seu membro se enfiando numa buceta apertada e suculenta. Aquela sensação nunca sairia da cabeça de Yuma. Paula? Alba? Tanto faz. E ele começou a foder, a foder e penetrar o que fosse, o que quer que fosse, quem quer que fosse. O suor saía dos seus poros e colava os corpos pegajosos. Aquilo, aquilo era o prazer sexual. E nada mais importava. Aquele gosto, aquele poder era brilhante, e bom, muito bom.
Por um tempo, eles ficaram assim, transando. A suavidade do seu cálice logo se tornou exasperantemente deliciosa. O calor da buceta dela era doce. A mina soltava gemidos, o cara, suspiros. O calor aumentava. Yuma estava, agora sim, convencido de que era a sua deusa Paula quem lhe dava tanto prazer. Quem mais? Alba, Alba? Seria a Alba? Seria aquela sua parceira, sua parceira que finalmente se unia a ele. Ninguém podia lhe dar tanto prazer, exceto a Alba, Alba, que também o conhecia. Mas aquele cheiro o acendia, o apaixonava igual a Paula fazia. Quem era aquela?
Aquele cheiro de suor, de sexo e de luxúria era especial, ele tentou guardá-lo na memória enquanto o orgasmo se aproximava. Sentia o abraço da mina, a mina de cabelo sedoso e cacheado, a mina que tanto o amava, aquela mina que quicava no seu pau.
Yuma gozou entre gritos, gozou com prazer, gozou com medo. Quem era aquela?Sozinha em casaTenho um monte de livros em cima da mesa, e um fim de semana inteiro de estudo pela frente. A oposição é o horizonte das minhas horas difíceis de esforço, mas hoje, sexta-feira, aproveitando que meus pais foram jantar com uns amigos e meu irmão foi pra casa da nova namorada, decidi me dar uma folga. Gosto de andar descalça, só de calcinha e uma camiseta fina que roça nos meus bicos e me dá uma sensação gostosa no corpo que não consigo evitar. Desço pra cozinha e pego umas frutas, cerejas, morangos e banana, faço uma salada de frutas e vou pro sofá, ligo a TV e enquanto saboreio com meus lábios e minha língua essa sobremesa deliciosa, me deito e penso no Angel, meu irmão e a namorada dele, com o tarado que ele é, capaz de pedir pra eles se enfiarem no quarto com os pais em casa. Angel e sexo andam juntos há tempos, já peguei ele com revistas, filmes e vídeos no computador. O computador! Meu rosto se ilumina, não tem ninguém em casa e lembro que a Gina, minha colega de estudo, costuma me mandar e-mails, daqueles que os caras adoram e a gente também, por que não? O notebook foi comprado pelo meu pai pra mim e pro meu irmão, mas a gente acessa com contas diferentes. Subo pro quarto do Angel e, puta merda, tá uma bagunça, revistas, roupa suja enfeitam o cômodo, balanço a cabeça e saio. Volto pro sofá, ligo o computador e enquanto ele carrega, continuo me deliciando com os morangos e cerejas, tem três e-mails, propaganda, da academia e um, claro, da Gina. O título do vídeo "todas na praia". Aperto o play e aparece uma praia paradisíaca de areia branca e água cristalina, a câmera se aproxima da beira e uma loira de biquíni brinca na água e na areia, ela é loira e a pele bronzeada faz um contraste incrível. Ela se levanta e vai pra areia onde tem a toalha. Passo a mão no cabelo, meu coração começa a acelerar um pouco, o que será que vai rolar? penso, então duas garotas ao longe se aproximam da loira, tão de biquíni e têm umas Medidas espetaculares, elas conversam e decidem dar uma cremada. Uma delas tira a parte de cima do biquíni e faz o mesmo com a amiga. Começo a ficar com tesão, penso na malvada que a Gina é, mas adoro a situação. Começo a deslizar a mão pelo meu peito e levanto minha camiseta pra roçar na minha pele, sinto os mamilos duros como pedra. As minas do vídeo já estão peladas e brincando na toalha uma com a outra. Tiro a camiseta e começo a acariciar meus peitos. De repente, meu celular toca no quarto. Porra! É a única coisa que me vem à cabeça. Subo as escadas correndo e quando chego, fuck you, já desligaram. Esse número não me é familiar, devem ter se enganado. Com a pressa de subir as escadas, meu coração disparou, mas ainda tô excitada. Me olho no espelho e me vejo de calcinha branca, que já molhei um pouco, e dou um sorrisinho safado. Então tiro a calcinha e deixo no chão. Sento na cama e começo a descer meus dedos primeiro pela barriga, pelas pernas. Sinto que não tem nenhum pelo, então continuo até encontrar com o dedo indicador meus lábios. Tão molhados. Subo até o clitóris e paro. Brinco com ele, fazendo círculos, devagar pra acelerar o ritmo. Que frenesi! Me arrepio e junto as pernas. Abro elas. Com a outra mão, brinco com minha boca, umedeço com saliva e desço pra fazer companhia pra outra. Fecho os olhos. Raquel, você tá aí? Meu irmão, mas o que ele tá fazendo aqui?
— Te liguei agora pouco do celular da Laura!
Ele tá lá embaixo, acabou de entrar, e eu pelada, no meu quarto, me masturbando. Não quero parar, tô perto de gozar, mas não sei se o Angel pretende subir.
— Raquel, vim te falar... Raquel, cadê você?
Acho que ele começou a subir as escadas. Meu dedo fica mais rápido e acelera o ritmo no clitóris. Escapa um gemido, um suspiro, um arquejo...
— Raquel, cê tá no banheiro? Oi...
Gozo. Meu irmão já tá lá em cima. , que gozada, não consigo parar, ele sai do meu quarto e vai pro banheiro, uufff! meu coração tá a cento e vinte batidas por minuto, levanto da cama e visto uma camiseta sem calcinha, meu irmão bate na minha porta
—Raquel? Ah, você tá aqui, vim te falar que vou ficar na casa da Laura mais um pouco, avisa os pais, tentei te ligar no... vejo que não sou o único que usa o quarto como cesto de roupa suja. (apontando pra minha calcinha no chão)
—Isso claro, já vou falar. — minha camiseta é tão curta que o Anjo não consegue evitar de olhar fixamente pra minha buceta.
—Então, irmãzinha, estuda bastante e não se distrai, tá?
Ele vai embora, me olho no espelho, dou uma risada e penso no que aconteceu, adoro isso!
Nossa história se passa num processo de mudança, numa mudança trágica, gloriosa e perturbadora. Uma mudança que a gente conhece como adolescência. Nosso herói, Yuma, era um garotinho começando as aulas num colégio novo. Bom, o colégio não era novo, mas pra ele, pro Yuma, era. Na real, era um colégio velho, mofado e de pedra. Frio no verão e gelado no inverno. Como eu tava dizendo, Yuma era novo naquele lugar. Todo mundo conhece a sensação de entrar num lugar novo, alguns de vocês já devem ter sentido a sensação de entrar num lugar antigo onde vocês são novos, outros não sentiram nada.
Mas o que Yuma sentiu quando passou pela porta daquela sala foi medo. A entrada dele na classe, no grupo, não teve nenhum ostracismo. Normal até o talo, os colegas receberam ele com entusiasmo. Com entusiasmo não pelo jeito dele, mas por ser o novato. O novo, ainda mais em ambientes decadentes e envelhecidos, que também são corruptos, era motivo de admiração naquela época. E Yuma foi acolhido com entusiasmo. Com fervor, ele virou a atração dos jovens estudantes e das mocinhas, porque Yuma era um carinha muito bonito.
Como um bom adolescente cheio de hormônios, Yuma logo deu em cima de várias dessas gatas. Várias, nesse contexto, são duas. De um lado tinha a Paula. Yuma viu na Paula uma mina bondosa, boa, agradável, simpática e muito gostosa. Ela era linda e ainda mais nos olhos hormonados do Yuma. Os olhos dela, os olhos da Paula, aqueles olhos brilhantes e molhados de um bonito tom prateado, era o que mais atraía o olhar do Yuma. Eram os olhos dela a coisa mais bonita que ele já tinha visto na sua curta experiência.
É preciso dizer, e isso é de vital importância para esta nossa história, que Yuma era um garoto tímido, doentiamente acanhado e muito, muito calado. Tanto que, nos meses seguintes à entrada de Yuma naquele lugar, ele não puxou conversa com praticamente ninguém. E, claro, não se aproximava de Paula, não a cumprimentava se pudesse evitar e evitava estar na presença dela. Nosso herói, Yuma, ficava muito nervoso na presença de sua garota, Paula. Mas ela era tão linda, tão boa, que bem merecia estar apaixonado por ela sem sequer falar com ela.
Na verdade, Yuma até falava ou, pelo menos, conversava. Mas ele se dedicava mais a ouvir sua outra garota, sua outra dama. Essa é a segunda garota que se destacou aos olhos de Yuma, ou melhor, seria mais certo dizer que se destacou aos seus ouvidos. Bem, estaríamos mais perto da verdade se disséssemos que foi essa garota que viu algo em Yuma. Essa garota, para dar a ela uma personalidade, vamos chamar de Alba.
Alba era, sem dúvida, muito mais vulgar que Paula. Alba era menos bonita. Seus olhos, pretos, normais. Ela só se destacava pelo seu físico e pelo seu charme natural. Mentiria se dissesse que Alba não era a garota mais desenvolvida que reinava na sala. Com seios exuberantes e uma bunda, um rabo, de devoção genuína para os garotos da sala. Pois, como digo, Alba reparou no nosso Yuma. E Yuma, que não era cego nem burro, tornou-se bastante amigo da vulgar e encantadora Alba.
Aconteceu, então, que o tempo passou e Yuma começou a ter contato com certas pessoas do grupo social chamado sala. Ele até trocou palavras com seu objeto de culto e sonho (sonho, com tudo o que isso implica) chamado Paula. E aos poucos foi se abrindo para o grupo, embora seja verdade que sem se misturar muito. É que ele era muito, muito tímido. Acho que levou duas semanas para falar com alguém da sala.
Bem, vale esclarecer que Yuma nunca tinha mudado nada. Ele sempre viveu em sua pequena cidade com seu pequeno círculo de amigos. Esses tinham sido seus amigos, nunca precisei de outros, nunca falei com outros. Era um ser extremamente antissocial, totalmente antissocial. Era bom ter isso em mente, quero dizer que Yuma nunca tinha falado com ninguém estranho, mas porque não precisava.
Mas enfim, no final nosso herói se abriu, se comunicou com aquela nova e estranha sociedade chamada classe. Isso foi, sem dúvida, graças à simpatia e popularidade de Alba, que não largava o pé do assediado Yuma nem por um minuto. Mas não podemos dizer que Yuma estava insatisfeito com a presença exasperante e constante de Alba. Eles eram inseparáveis, e Yuma começava a gostar de Alba. Começava a achá-la bonita, gostava dela, no fim das contas, como companheira. Mas Paula, a linda Paula, continuava no pedestal. Continuava sendo a deusa, inalcançável. O amor platônico.
Todo mundo sabe como é a idade, como são os adolescentes de quinze anos. Então, vendo que Alba e Yuma estavam sempre juntos, bem grudados, e que Alba não tinha vergonha de passar a mão em Yuma (vale notar que Yuma, tímido como era, só tocava no essencial em Alba) e que eles riam e se divertiam pra caralho, vendo isso, o povo, a galera, começou a dizer que eram um casal. E casal eles eram. Eram dois. Mas não eram um. Não eram. Não estavam unidos pelo amor.
Certamente a divindade é discutível, é, até hoje, objeto de controvérsia. Deus ou deuses existem? O que é a divindade? Basta dizer, para o andamento normal da nossa história, que a endeusada Paula, aos olhos do nosso Yuma, não era bem uma deusa. Não tinha tanta divindade assim. Ou será que tinha? Não sabemos. Mas sabemos que, ao ver certo apego entre seu Yuma e a encantadora e vulgar Alba, as tripas dela se encheram daquilo que os sábios chamam de ciúme. E ela conspirou, não sem certa maldade, é verdade, mas fazia isso do fundo do coração. Conspirou para separar o casal, casal de dois que não de um, para assim poder atrair Yuma para o seu círculo, para poder dar a ele seu coração, talvez sua buceta.
Nesta última fase do relato vamos falar da luta, luta total do love. Sim. Paula começou a se aproximar de Yuma com o objetivo de conquistá-lo. Como vocês bem deduzem, esse nosso herói, que não precisava de nada além de olhar nos olhos dela para se sentir cativado, se aproximou de Paula. Mas Alba, a encantadora, ainda estava lá. E Alba amava, Alba queria, Alba sentia desejos físicos por Yuma. Alba queria perder a virgindade com aquele garoto tímido, engraçado e especial, aquele garoto que não tinha se impressionado com a popularidade dela, com as tetas dela ou com a promiscuidade dela. E Alba desejava o seu Yuma, e confessou isso abertamente, falou, contou pra ele. Mas Yuma estava perto, estava perto da sua deusa Paula. Sua Paula de olhos prateados estava ali, esperando por ele. E Alba, Alba era a de sempre. Mas Alba estava sempre ali. Yuma não percebeu, não escutou Alba quando ela declarou seu love pra ele.
O leitor mais distraído deve ter esquecido como começava esse nosso relato. Embora pudesse subir lá no início pra lembrar, prefiro que não faça isso, que não suba. Prefiro que continue lendo. Então, o relato começava com a mudança, o problema da mudança. A sensação angustiante e opressiva da mudança, sensação que todos, espero, já experimentamos. E, agora, o relato chega a outra sensação angustiante e sufocante. A sensação de dúvida, a dúvida de ter que escolher. Duvidar paralisa. E Yuma estava paralisado.
Ali estava sua adorada Paula. Mas é que ele não a conhecia, é que sua Paula era perigosa, temível, era diferente de como ele a tinha imaginado. Mas era tão gostosa! Por outro lado, na presença dela, Yuma se sentia inquieto, inseguro. As mãos suavam e o coração batia violentamente. Era love? Ele não sabia. Não conhecia.
E também tinha Alba. Alba também não era como ele tinha pensado. Era vulgar, sim, mas era ruim? Era encantadora, amável, fazia ele se sentir bem. E eles se curtiam, ficavam à vontade na companhia um do outro. Ele se divertia pra caralho com Alba. Quando olhava nos olhos dela, não sentia medo, nem angústia, sentia calma e superioridade. Mas aqueles olhos prateados da Paula, aqueles olhos prateados eram... eram prateados.
Quem escolher? Chegamos agora à parte decisiva da nossa breve história. Chegamos à parte final, à decisão, à bruma turva e nebulosa do futuro. Aconteceu que, por causa do fim do ano letivo, deram uma festa na casa de um dos colegas, um colega cujo nome desprezível e absurdo não vale a pena mencionar. Não serve para esta história a não ser para emprestar a casa dele. E nessa casa chegará ao fim este relato, chegará a decisão do Yuma.
Álcool, hormônios e uma certa sensação de vazio interior e baixa autoestima é o coquetel brutal daquela noite. Festa de adolescente, vocês podem imaginar, suponho. Yuma, que não estava nada convencido em ir a tal festa, lembremos que era um garoto meio introvertido, foi finalmente de mãos dadas com sua parceira Alba. Alba tinha decidido. Daquela noite não passava a virgindade dela, nem a do Yuma.
Paula estava, estava espetacular. Gostosa é pouco e sensual não serve. Era algo estranho, algo profundo e inexplicável que Paula gerava no coração do Yuma naquela noite. Nós sabemos que Paula também estava decidida a perder a virgindade, mas Yuma não. E a festa foi um caos. Álcool e música. Música e álcool. Yuma foi beber algo com Alba, enquanto dançava com Paula e se abraçava com a esquecida e feia Patrícia, Patrícia não tem espaço nesta história embora bem pudesse merecer, Patrícia só serve para abraçar Yuma. Yuma que está bebendo com Paula, dançando com outra e falando com Alba, na garagem com Paula e no corredor abraçado com Alba. Não sabia nem onde, nem com quem estava nem o que estava fazendo. Efeitos devastadores do álcool e das drogas, aquilo era uma loucura.
E assim, em tão pouco tempo, chegamos à parte decisiva da história, e à parte mais importante (até então) da vida do nosso Yuma. Porque o planeta tem seu limite e a fragilidade humana é latente, porque o acaso assim exigiu. Podemos falar desse desfecho estranho e meio fatídico?
Vários indivíduos, incluindo os três protagonistas, estavam sentados e deitados nos sofás da sala quando a luz apagou, deixando a casa completamente escura. Tudo era preto. A cidade inteira estava às escuras, o mundo, cego. E foi nesse exato momento que Yuma sentiu uma mão, uma mão suave e doce, uma mão pequena e graciosa, uma mão cliente, uma mão que se enfiou dentro da calça de Yuma e agarrou firme seu pau.
Alba? Paula? A mão começou a bater uma punheta pra ele, enquanto já tinha tirado a calça e a cueca. Aquela mão suave era o caminho, pensou Yuma, o caminho para o paraíso das sensações e do prazer. A noite escura envolvia o corpo dele e o da sua amante secreta. Aquilo saiu do controle.
Uma boca de lábios grossos, com o cheiro podre de álcool, se aproximou dos lábios de Yuma. E Yuma beijou aquela garota. Ele a beijou. As mãos de Yuma percorreram o pescoço fino e delicado, um pescoço que cheirava a rosas. E Yuma acariciou seu pescoço, desceu as mãos pelo peito quente e chegou até os seios. Ele apertou aquelas tetas fantásticas e quentes, beijou e chupou os biquinhos. Aquilo, aquilo parecia sobrenatural. Ele nunca tinha experimentado algo assim. Aquela sensação, aquele formigamento no começo das costas.
A garota terminou a punheta e envolveu o torso de Yuma com os braços. Pouco depois, ela se sentou, sentou sua buceta virgem no pauzinho de Yuma. Outra sensação nova o atingiu: a do seu membro se enfiando numa buceta apertada e suculenta. Aquela sensação nunca sairia da cabeça de Yuma. Paula? Alba? Tanto faz. E ele começou a foder, a foder e penetrar o que fosse, o que quer que fosse, quem quer que fosse. O suor saía dos seus poros e colava os corpos pegajosos. Aquilo, aquilo era o prazer sexual. E nada mais importava. Aquele gosto, aquele poder era brilhante, e bom, muito bom.
Por um tempo, eles ficaram assim, transando. A suavidade do seu cálice logo se tornou exasperantemente deliciosa. O calor da buceta dela era doce. A mina soltava gemidos, o cara, suspiros. O calor aumentava. Yuma estava, agora sim, convencido de que era a sua deusa Paula quem lhe dava tanto prazer. Quem mais? Alba, Alba? Seria a Alba? Seria aquela sua parceira, sua parceira que finalmente se unia a ele. Ninguém podia lhe dar tanto prazer, exceto a Alba, Alba, que também o conhecia. Mas aquele cheiro o acendia, o apaixonava igual a Paula fazia. Quem era aquela?
Aquele cheiro de suor, de sexo e de luxúria era especial, ele tentou guardá-lo na memória enquanto o orgasmo se aproximava. Sentia o abraço da mina, a mina de cabelo sedoso e cacheado, a mina que tanto o amava, aquela mina que quicava no seu pau.
Yuma gozou entre gritos, gozou com prazer, gozou com medo. Quem era aquela?Sozinha em casaTenho um monte de livros em cima da mesa, e um fim de semana inteiro de estudo pela frente. A oposição é o horizonte das minhas horas difíceis de esforço, mas hoje, sexta-feira, aproveitando que meus pais foram jantar com uns amigos e meu irmão foi pra casa da nova namorada, decidi me dar uma folga. Gosto de andar descalça, só de calcinha e uma camiseta fina que roça nos meus bicos e me dá uma sensação gostosa no corpo que não consigo evitar. Desço pra cozinha e pego umas frutas, cerejas, morangos e banana, faço uma salada de frutas e vou pro sofá, ligo a TV e enquanto saboreio com meus lábios e minha língua essa sobremesa deliciosa, me deito e penso no Angel, meu irmão e a namorada dele, com o tarado que ele é, capaz de pedir pra eles se enfiarem no quarto com os pais em casa. Angel e sexo andam juntos há tempos, já peguei ele com revistas, filmes e vídeos no computador. O computador! Meu rosto se ilumina, não tem ninguém em casa e lembro que a Gina, minha colega de estudo, costuma me mandar e-mails, daqueles que os caras adoram e a gente também, por que não? O notebook foi comprado pelo meu pai pra mim e pro meu irmão, mas a gente acessa com contas diferentes. Subo pro quarto do Angel e, puta merda, tá uma bagunça, revistas, roupa suja enfeitam o cômodo, balanço a cabeça e saio. Volto pro sofá, ligo o computador e enquanto ele carrega, continuo me deliciando com os morangos e cerejas, tem três e-mails, propaganda, da academia e um, claro, da Gina. O título do vídeo "todas na praia". Aperto o play e aparece uma praia paradisíaca de areia branca e água cristalina, a câmera se aproxima da beira e uma loira de biquíni brinca na água e na areia, ela é loira e a pele bronzeada faz um contraste incrível. Ela se levanta e vai pra areia onde tem a toalha. Passo a mão no cabelo, meu coração começa a acelerar um pouco, o que será que vai rolar? penso, então duas garotas ao longe se aproximam da loira, tão de biquíni e têm umas Medidas espetaculares, elas conversam e decidem dar uma cremada. Uma delas tira a parte de cima do biquíni e faz o mesmo com a amiga. Começo a ficar com tesão, penso na malvada que a Gina é, mas adoro a situação. Começo a deslizar a mão pelo meu peito e levanto minha camiseta pra roçar na minha pele, sinto os mamilos duros como pedra. As minas do vídeo já estão peladas e brincando na toalha uma com a outra. Tiro a camiseta e começo a acariciar meus peitos. De repente, meu celular toca no quarto. Porra! É a única coisa que me vem à cabeça. Subo as escadas correndo e quando chego, fuck you, já desligaram. Esse número não me é familiar, devem ter se enganado. Com a pressa de subir as escadas, meu coração disparou, mas ainda tô excitada. Me olho no espelho e me vejo de calcinha branca, que já molhei um pouco, e dou um sorrisinho safado. Então tiro a calcinha e deixo no chão. Sento na cama e começo a descer meus dedos primeiro pela barriga, pelas pernas. Sinto que não tem nenhum pelo, então continuo até encontrar com o dedo indicador meus lábios. Tão molhados. Subo até o clitóris e paro. Brinco com ele, fazendo círculos, devagar pra acelerar o ritmo. Que frenesi! Me arrepio e junto as pernas. Abro elas. Com a outra mão, brinco com minha boca, umedeço com saliva e desço pra fazer companhia pra outra. Fecho os olhos. Raquel, você tá aí? Meu irmão, mas o que ele tá fazendo aqui?
— Te liguei agora pouco do celular da Laura!
Ele tá lá embaixo, acabou de entrar, e eu pelada, no meu quarto, me masturbando. Não quero parar, tô perto de gozar, mas não sei se o Angel pretende subir.
— Raquel, vim te falar... Raquel, cadê você?
Acho que ele começou a subir as escadas. Meu dedo fica mais rápido e acelera o ritmo no clitóris. Escapa um gemido, um suspiro, um arquejo...
— Raquel, cê tá no banheiro? Oi...
Gozo. Meu irmão já tá lá em cima. , que gozada, não consigo parar, ele sai do meu quarto e vai pro banheiro, uufff! meu coração tá a cento e vinte batidas por minuto, levanto da cama e visto uma camiseta sem calcinha, meu irmão bate na minha porta
—Raquel? Ah, você tá aqui, vim te falar que vou ficar na casa da Laura mais um pouco, avisa os pais, tentei te ligar no... vejo que não sou o único que usa o quarto como cesto de roupa suja. (apontando pra minha calcinha no chão)
—Isso claro, já vou falar. — minha camiseta é tão curta que o Anjo não consegue evitar de olhar fixamente pra minha buceta.
—Então, irmãzinha, estuda bastante e não se distrai, tá?
Ele vai embora, me olho no espelho, dou uma risada e penso no que aconteceu, adoro isso!
1 comentários - Minha melhor buceta parte 2