Um mês depois...
Já tinha passado um mês desde o dia da partida dela. Lúcia chegou na cidade, com um calor infernal, equipada com seus óculos escuros e roupas adequadas pro calor, e entrou num táxi a caminho do apartamento. Parecia outra pessoa. O cabelo dela continuava moreno, a pele também tinha pegado um bronzeado bonito do sol, ela estava radiante, mas já não parecia mais a universitária de antigamente. O visual dela agora era mais de uma mulher madura. De certa forma, as circunstâncias a obrigaram a amadurecer, e isso transparecia na aparência dela.
No exílio dela, um e-mail seco avisava as duas pessoas que realmente importavam que a viagem era por motivos pessoais e que ela passaria algumas semanas fora. Nem Ângeles nem Pedro forçaram perguntando do que se tratava; os dois só responderam dando força e esperando a volta dela.
Por isso, a cara de Ângeles ao vê-la descer do táxi foi um poema. Ela chegava exatamente com o filho Fran, e quando a viram, correram pra encontrá-la, abraçando-a antes mesmo de ela pagar o táxi. Lúcia abraçou os dois com toda a força. Nem os óculos escuros enormes conseguiram evitar que as lágrimas escorressem pelas bochechas dela em borbotões. Ela não conseguiu pagar a corrida pro taxista, então Ângeles pegou o dinheiro e pagou o coitado, que ficou intrigado com a reação emotiva daquela passageira tão calada que tinha trazido até ali. Até Fran chorou que nem uma criança ao ver Lúcia se emocionar daquele jeito. Ângeles manteve a compostura, embora não tenha conseguido segurar uma risada histérica, prenúncio da emoção que também sentia por dentro ao rever sua querida menina.
Subiram pro apartamento dela, porque na entrada o espetáculo já estava meio constrangedor entre os vizinhos e curiosos que se espiavam pra ver o que rolava. Ângeles ajudou com as malas pesadas, onde ela trazia presentes pros dois seres mais amados. Quando começou a desfazer as malas, foi tirando várias caixinhas embrulhadas em... Papéis de presente lindos. Ángeles não conseguia acreditar e quase ameaçou não ficar com eles, diante do espanto de Lucía, que insistiu até não poder mais que ela tinha que abrir e, claro, ficar com eles.
Primeiro, Lucía lhe ofereceu uma bolsa da qual saiu um vestido de noite maravilhoso.
— Anda, experimenta — disse ela. — Acho que é do seu tamanho, mas se não servir direitinho, arrumam na loja que o estilista tem no centro.
— Ah, Lucía, é maravilhoso! — exclamou Ángeles. — Deve ter te custado uma fortuna, amiga. Vou experimentar aqui mesmo.
— Ótimo! — exclamou Lucía, animando-a.
Ángeles, sem cerimônia nenhuma, tirou o vestido do dia a dia sem pudor na frente do filho e da Lucía. E vestiu o que a Lucía tinha dado.
— Acertei no tamanho, ficou uma gostosa! — exclamou Lucía, indicando que ela desse uma voltinha.
A querida amiga deu várias voltas como se fosse uma valsa, e os babados do vestido giraram com ela, brilhando com as lantejoulas e os detalhes de pedraria.
— Agora abre este, é o complemento perfeito pro vestido — ofereceu Lucía.
Eram uns sapatos, também de marca, combinando com o vestido. Depois foi passando outro e mais um presente, uma bolsa também combinando, e no último, Ángeles ficou petrificada ao ver um colar de ouro com um pingente em forma de coração, com "pra melhor amiga" escrito atrás, e ainda uns brincos combinando.
— Mas Lucía, como você conseguiu comprar tudo isso, garota, se você é uma estudante?
— Bom, ganhei na loteria! — limitou-se a soltar Lucía com seu sorriso perfeito.
— Qual é, Lucía, isso não pode ser, sério, de onde você tirou dinheiro pra tudo isso? — insistiu Ángeles, ficando séria.
O clima de felicidade e diversão de alguns segundos atrás esfriou rapidamente, Lucía também ficou séria e respondeu...
— Ángeles, você e Fran são minha família, minha mãe e meu pai estão ocupados demais pra ver a filha com as carreiras deles. Eu encontrei em vocês uma segunda mãe e o irmão que nunca tive, por isso, se você me quer como eu quero vocês, que diferença faz de onde veio tudo isso? — explicou, ficando bem triste.
A amiga e vizinha olhou pra ela e, voltando a sorrir, disse:
— Tem razão, minha filha, eu estraguei tudo. Só tava preocupada porque isso tudo vale uma grana e, bom... sou uma idiota, anda, vem cá pros meus braços.
De novo se abraçaram...
— Me perdoa, minha filha! — disse Ángeles.
— Não tem nada pra perdoar — respondeu Lucía. — Ah, mas ainda tem o melhor! — exclamou, remexendo na mala.
— Mais presentes ainda? Não acredito!
Ao abrir o último, ambas caíram na gargalhada, sob o olhar atônito de Fran, que as observava sentado no sofá, com a calma de sempre. Um consolo rosa semitransparente de tamanho considerável apareceu na mão de Ángeles, se mexendo igual um verme depois de ser ativado por Lucía.
— Sem dúvida, isso é o melhor! — exclamou Ángeles, segurando ele como se fosse um troféu.
Como a fome já começava a apertar o estômago de Lucía depois da comida desastrosa do avião, Ángeles a convidou pra almoçar na casa dela. Hoje prepararia uma deliciosa paella caseira, e, por fé, cumpriu a palavra. Todos caíram duros depois da comilança. Com o calor, decidiram tirar uma soneca, e Ángeles convidou Lucía pra dormir na cama dela. Depois de tanto tempo, insistiu que ela não dormisse sozinha no apartamento, que tava sujo e precisava ser limpo primeiro. Lucía se deixou convencer e, vestindo um pijama de seda, deitou com ela e dormiu como não dormia há tempos.
À tarde, saíram pra passear no parque, em família. Depois, tomaram um lanche numa sorveteria e devoraram três taças de sorvete gigantes. Se tivesse de dieta, Lucía abandonou tudo naquele dia. Depois, continuaram passeando ao cair da tarde, até que as primeiras estrelas começaram a brilhar e o céu azul do dia foi dando lugar... passo para o firmamento negro da noite, projetando toda uma gama de cores azuis e violetas na transição entre os dois.
- Ah, Lucía, como fico feliz que você voltou! Você me deixou muito preocupada - confessou Ángeles.
- Você não sabe como fico feliz em voltar e encontrar vocês! - vocês já são como minha família.
- Você vai me dizer onde esteve? - perguntou Ángeles enquanto afastava um fio de cabelo que caía no rosto dela.
- Claro que sim, estive num balneário, precisava de paz e tranquilidade.
- E por quê? - estranhou Ángeles.
- Sabe, no dia em que fui embora, aconteceu algo terrível e precisei ir, eu precisava disso. Sobre o que aconteceu, por favor, não me pergunte, tá? - respondeu Lucía.
- Tá, sem perguntas - garantiu Ángeles.
Continuaram o passeio pela noite, enquanto o vento fresco fez presença naqueles jardins.
- E, como vai o Francisco? - interessou-se Lucía.
- Muito bem, estamos mais unidos do que nunca, sabe? Desde que você apresentou a nova amiga dele, a Gisela, os fins de semana se alternam ou na minha casa ou na da Carmen, e bom, em cada uma eles se dedicam a dar vazão aos instintos deles sob nossa supervisão mútua. Chegamos a esse acordo e a verdade é que está dando muito certo pra gente, e eles parecem muito felizes - acrescentou.
- Sério? Que legal, né? Já tem namorada, hein, safadinho! - disparou para Francisco beliscando a bochecha dele, enquanto caminhava agarrada ao braço forte dele.
- Sim, a Gisela é minha melhor amiga! - exclamou Fran com um sorriso maroto.
- Bom, e você? Já me entendeu, não participa com eles? - soltou com toda naturalidade virando-se para a mãe, que também segurava o braço de Lucía.
- Bom, pra ser sincera... Pra que vamos nos enganar, eu vejo eles agirem, ajudo até, seguro eles, oriento... você sabe, e devo admitir que é muito excitante e divertido pra mim. Às vezes fico pelada com eles e também participo um pouco da diversão, abraçando meu filho por trás enquanto ele come ela. A Gisela, acariciando a passarinha dela ou melhor... chupando ela às vezes antes de penetrar... Pô, que calor e que vergonha me dá admitir isso, mesmo sendo pra você que tô contando...! — confessou Ángeles.
— Qual é, mulher, não seja boba! Você sabe que eu acho isso perfeito. E com a Carmen, ela conta como eles tratam ela.
— Bom, a verdade é que a gente não comenta, mas eu sei que ela também tá sozinha e admito que ela também se aproveita, igual eu, da sensualidade dos encontros dela. Certeza que meu Fran já provou a buceta dela. É normal e eu aceito. Eu mesma às vezes provo um pouco antes de deixar ele com a Gisela, ou durante a semana se vejo ele animado, trago ele pra minha cama e a gente transa bem devagar, do jeito que eu gosto. Encho ele de carícias, dou beijos no corpo inteiro e ele faz o mesmo comigo, é muito excitante e sensual. Depois a gente transa e vejo ele em cima de mim, me penetrando, com o rosto vermelho de esforço e uma gota de suor na testa, seco com minhas mãos e vejo ele apertar os olhos quando sinto que ele goza dentro de mim, e sinto os jatos dele e as estocadas fortes e suaves... Pra mim é uma delícia, e mesmo que seja algo horrível aos olhos dos outros, não resisto em dar prazer a ele e sentir também. Às vezes ele goza e eu continuo me acariciando, com o pau dele dentro da minha buceta, e aí eu gozo, sentindo orgasmos deliciosos. Às vezes eu gozo quando sinto que ele também tá gozando, e a gente chega junto, é maravilhoso...
— Puxa, Ángeles, você tá me deixando com inveja! — exclamou Lúcia, dando um empurrão no ombro dela.
— É? Então vem hoje à noite lá em casa e deixo você transar com ele! — propôs Ángeles sem pensar.
— Acho uma ideia ótima, mas com uma condição... — respondeu Lúcia.
— Qual?
— Que você também transe comigo — propôs finalmente.
— Bom, não vou dizer que não, porque tô morrendo de vontade de fazer isso com você, lembra da casa no campo quando você fez aquilo e eu... Ele olhava pra gente? Lembro dessa cena muitas vezes e fico muito tesuda relembrando.
- Então vamos nessa...
Voltaram pra casa da Ângeles. Chegando lá, deram um banho no Fran juntas. Sem dúvida, o garoto não podia ter curtido um banho melhor, com as carícias das duas mulheres no corpo dele, ensaboando aqui, acariciando ali, fazendo cócegas pra todo lado, rindo e se divertindo às custas dele. Depois foi a vez da Ângeles tomar banho e, como uma brincadeira, o Fran e a Lúcia ajudaram ela e, por último, foi ela quem aproveitou o banho sob as carícias da mãe e do filho.
Foram pro quarto. E ele na penumbra, iluminado só pela luz fraca dos postes da rua, com a janela aberta, já que era uma noite quente de verão. Começaram a se enroscar na cama de casal da Ângeles.
Deitaram o Fran e a Lúcia mandou a amiga dar beijinhos no pau dele enquanto ela fazia o mesmo. A mãe achou isso divertido, porque nunca tinha imaginado algo assim, e entre risadas, as duas mulheres começaram uma felação conjunta no belo membro viril do filho.
Durante a fase dos beijos, os lábios delas se roçavam e as bochechas se encostavam enquanto riam e brincavam com o pau na boca. Depois passaram a chupar a glande dele e a enfiar na boca até onde conseguiam. Aí a Ângeles ficou maravilhada com a capacidade da Lúcia de engolir aquele pica enorme do filho. Foram se alternando, uma e depois a outra, enquanto faziam ao mesmo tempo, os lábios delas continuavam se roçando a cada troca de um jeito muito sutil e sensual.
A Lúcia, sem vergonha, deu um tapa na bunda da Ângeles e incentivou ela a fazer o mesmo com a bunda empinada dela. A Ângeles riu e entrou na brincadeira. Depois, a Lúcia deslizou a mão por trás e meteu a mão na buceta da Ângeles, se esfregando entre os lábios vaginais dela, procurando o clitóris com a ponta dos dedos e, quando pegou ele, começou a rodar em círculos, roçando nas dobras dos lábios macios e carnudos dela, que embebidos em sucos de buceta como estavam, ele era envolvido num abraço quente e úmido.
Ángeles ficou surpresa ao sentir umas carícias tão íntimas por parte de Lucía e ficou olhando para ela com um olhar interrogativo. Lucía se limitou a beijar seus lábios, docemente, roçando-os com a ponta de sua língua pequena e brincalhona, e ela não conseguiu evitar apertar as coxas e interromper momentaneamente as deliciosas carícias que a jovem sem-vergonha lhe fazia. Então, abrindo-as de novo, se entregou às carícias, e Lucía continuou fazendo-as enquanto ela se dedicava a chupar o pau do seu pequeno Fran. Ángeles também deslizou a mão pela barriga de Lucía e acariciou igualmente sua bucetinha bem depilada, brincando também com seu clitóris entre os dedos enquanto continuava agradando com a boca a grossa cabeça do seu menino.
Chegou a hora de trocar de posições, e Ángeles insistiu que fosse ela a foder Fran primeiro, embora Lucía tenha resistido e a convencido, dizendo que adoraria vê-la foder primeiro com o filho, sem pudores, sem vergonhas, e curtir assim uma boa transa. Então a mãe se deixou convencer, e Fran meteu nela por trás enquanto Lucía, ao lado, acariciava suas costas e, ao mesmo tempo, a bunda de Fran, que a fodia com suavidade, agarrado às largas ancas do seu belo rabo, que quicava a cada penetração na pélvis do rapaz forte.
Enquanto era penetrada pelo filho, a mãe se virou e encontrou a bucetinha de Lucía, beijando seus lábios, enfiando a língua entre eles, abrindo-os e procurando a pérola delicada que escondia debaixo deles, o botão oculto que controla o prazer feminino. Lucía, surpresa, não resistiu e acabou se deitando na frente dela, abrindo de par em par suas coxas suaves e finas, oferecendo sua flor aveludada. Ángeles comeu a boceta dela com gosto enquanto se deixava penetrar por trás pelo filho.
Resolveram trocar e agora Lucía ser a receptora do belo instrumento de prazer, então a buceta dela acolheu calorosamente o falo dele, enquanto o garoto estava deitado, enfiando nele sentada sobre a barriga dele. Lucía começou então a subir e descer, sobre ele, proporcionando um prazer que o fez sorrir enquanto ela acariciava ternamente o rosto dele.
Da posição dela, Lucía abraçou Ángeles, que permanecia junto delas acariciando tanto o peito do filho, que gozava tremendamente sob a mão experiente de Lucía, quanto a bunda da garota e as costas dela, até os peitinhos dela, parando nos mamilos e deixando-os duros com a boca, mordiscando-os com os dentes. Lucía a recompensou com carícias na buceta dela, que estava tremendamente excitada depois da transa suave que tinha curtido com o filho dela, ela tirou dele ainda mais prazeres para a amiga querida, que com o braço no ombro de Lucía, permanecia bem grudada nela enquanto curtia umas carícias tão íntimas.
Fran não aguentou mais e, gemendo de prazer, começou a ter fortes tremores debaixo de Lucía, que aproveitou a gozada dele suavemente, deixando o garoto se esvaziar dentro da bucetinha dela. Quando ele parou de se mexer e a respiração ofegante segundos antes voltou a ser calma e profunda, ela se jogou literalmente em cima de Ángeles e caiu sobre ela junto com Fran, os sexos delas se juntaram, as coxas se entrelaçaram, submetendo as bucetas delas a um atrito intenso, os fluidos lubrificaram uma à outra enquanto elas se beijavam. Na paixão desenfreada em que tinham caído, ambas tinham comido Fran "no pelo", então a buceta de Lucía começou a vazar a porra com que Fran antes encheu o interior dela e isso foi parar na coxa e na entrada da buceta da mãe dela, não se importaram nem um pouco, vidradas como estavam num autêntico frenesi de sexo descontrolado.
No final, enfiaram as mãos mutuamente entre as pernas, e cada uma foi para o sexo oposto, esfregando os clitóris respectivamente com energia, até arrancarem orgasmos que cada uma Ela aproveitou abraçada na outra, com as bochechas coladas e a respiração ofegante batendo na orelha da parceira.
No final, os três descansaram juntos na cama de casal, acabando dormindo. Ángeles acordou um tempo depois e, como uma boa mãe, decidiu deixar espaço pra eles dois e foi se deitar na cama do Fran.
Já tinha passado um mês desde o dia da partida dela. Lúcia chegou na cidade, com um calor infernal, equipada com seus óculos escuros e roupas adequadas pro calor, e entrou num táxi a caminho do apartamento. Parecia outra pessoa. O cabelo dela continuava moreno, a pele também tinha pegado um bronzeado bonito do sol, ela estava radiante, mas já não parecia mais a universitária de antigamente. O visual dela agora era mais de uma mulher madura. De certa forma, as circunstâncias a obrigaram a amadurecer, e isso transparecia na aparência dela.
No exílio dela, um e-mail seco avisava as duas pessoas que realmente importavam que a viagem era por motivos pessoais e que ela passaria algumas semanas fora. Nem Ângeles nem Pedro forçaram perguntando do que se tratava; os dois só responderam dando força e esperando a volta dela.
Por isso, a cara de Ângeles ao vê-la descer do táxi foi um poema. Ela chegava exatamente com o filho Fran, e quando a viram, correram pra encontrá-la, abraçando-a antes mesmo de ela pagar o táxi. Lúcia abraçou os dois com toda a força. Nem os óculos escuros enormes conseguiram evitar que as lágrimas escorressem pelas bochechas dela em borbotões. Ela não conseguiu pagar a corrida pro taxista, então Ângeles pegou o dinheiro e pagou o coitado, que ficou intrigado com a reação emotiva daquela passageira tão calada que tinha trazido até ali. Até Fran chorou que nem uma criança ao ver Lúcia se emocionar daquele jeito. Ângeles manteve a compostura, embora não tenha conseguido segurar uma risada histérica, prenúncio da emoção que também sentia por dentro ao rever sua querida menina.
Subiram pro apartamento dela, porque na entrada o espetáculo já estava meio constrangedor entre os vizinhos e curiosos que se espiavam pra ver o que rolava. Ângeles ajudou com as malas pesadas, onde ela trazia presentes pros dois seres mais amados. Quando começou a desfazer as malas, foi tirando várias caixinhas embrulhadas em... Papéis de presente lindos. Ángeles não conseguia acreditar e quase ameaçou não ficar com eles, diante do espanto de Lucía, que insistiu até não poder mais que ela tinha que abrir e, claro, ficar com eles.
Primeiro, Lucía lhe ofereceu uma bolsa da qual saiu um vestido de noite maravilhoso.
— Anda, experimenta — disse ela. — Acho que é do seu tamanho, mas se não servir direitinho, arrumam na loja que o estilista tem no centro.
— Ah, Lucía, é maravilhoso! — exclamou Ángeles. — Deve ter te custado uma fortuna, amiga. Vou experimentar aqui mesmo.
— Ótimo! — exclamou Lucía, animando-a.
Ángeles, sem cerimônia nenhuma, tirou o vestido do dia a dia sem pudor na frente do filho e da Lucía. E vestiu o que a Lucía tinha dado.
— Acertei no tamanho, ficou uma gostosa! — exclamou Lucía, indicando que ela desse uma voltinha.
A querida amiga deu várias voltas como se fosse uma valsa, e os babados do vestido giraram com ela, brilhando com as lantejoulas e os detalhes de pedraria.
— Agora abre este, é o complemento perfeito pro vestido — ofereceu Lucía.
Eram uns sapatos, também de marca, combinando com o vestido. Depois foi passando outro e mais um presente, uma bolsa também combinando, e no último, Ángeles ficou petrificada ao ver um colar de ouro com um pingente em forma de coração, com "pra melhor amiga" escrito atrás, e ainda uns brincos combinando.
— Mas Lucía, como você conseguiu comprar tudo isso, garota, se você é uma estudante?
— Bom, ganhei na loteria! — limitou-se a soltar Lucía com seu sorriso perfeito.
— Qual é, Lucía, isso não pode ser, sério, de onde você tirou dinheiro pra tudo isso? — insistiu Ángeles, ficando séria.
O clima de felicidade e diversão de alguns segundos atrás esfriou rapidamente, Lucía também ficou séria e respondeu...
— Ángeles, você e Fran são minha família, minha mãe e meu pai estão ocupados demais pra ver a filha com as carreiras deles. Eu encontrei em vocês uma segunda mãe e o irmão que nunca tive, por isso, se você me quer como eu quero vocês, que diferença faz de onde veio tudo isso? — explicou, ficando bem triste.
A amiga e vizinha olhou pra ela e, voltando a sorrir, disse:
— Tem razão, minha filha, eu estraguei tudo. Só tava preocupada porque isso tudo vale uma grana e, bom... sou uma idiota, anda, vem cá pros meus braços.
De novo se abraçaram...
— Me perdoa, minha filha! — disse Ángeles.
— Não tem nada pra perdoar — respondeu Lucía. — Ah, mas ainda tem o melhor! — exclamou, remexendo na mala.
— Mais presentes ainda? Não acredito!
Ao abrir o último, ambas caíram na gargalhada, sob o olhar atônito de Fran, que as observava sentado no sofá, com a calma de sempre. Um consolo rosa semitransparente de tamanho considerável apareceu na mão de Ángeles, se mexendo igual um verme depois de ser ativado por Lucía.
— Sem dúvida, isso é o melhor! — exclamou Ángeles, segurando ele como se fosse um troféu.
Como a fome já começava a apertar o estômago de Lucía depois da comida desastrosa do avião, Ángeles a convidou pra almoçar na casa dela. Hoje prepararia uma deliciosa paella caseira, e, por fé, cumpriu a palavra. Todos caíram duros depois da comilança. Com o calor, decidiram tirar uma soneca, e Ángeles convidou Lucía pra dormir na cama dela. Depois de tanto tempo, insistiu que ela não dormisse sozinha no apartamento, que tava sujo e precisava ser limpo primeiro. Lucía se deixou convencer e, vestindo um pijama de seda, deitou com ela e dormiu como não dormia há tempos.
À tarde, saíram pra passear no parque, em família. Depois, tomaram um lanche numa sorveteria e devoraram três taças de sorvete gigantes. Se tivesse de dieta, Lucía abandonou tudo naquele dia. Depois, continuaram passeando ao cair da tarde, até que as primeiras estrelas começaram a brilhar e o céu azul do dia foi dando lugar... passo para o firmamento negro da noite, projetando toda uma gama de cores azuis e violetas na transição entre os dois.
- Ah, Lucía, como fico feliz que você voltou! Você me deixou muito preocupada - confessou Ángeles.
- Você não sabe como fico feliz em voltar e encontrar vocês! - vocês já são como minha família.
- Você vai me dizer onde esteve? - perguntou Ángeles enquanto afastava um fio de cabelo que caía no rosto dela.
- Claro que sim, estive num balneário, precisava de paz e tranquilidade.
- E por quê? - estranhou Ángeles.
- Sabe, no dia em que fui embora, aconteceu algo terrível e precisei ir, eu precisava disso. Sobre o que aconteceu, por favor, não me pergunte, tá? - respondeu Lucía.
- Tá, sem perguntas - garantiu Ángeles.
Continuaram o passeio pela noite, enquanto o vento fresco fez presença naqueles jardins.
- E, como vai o Francisco? - interessou-se Lucía.
- Muito bem, estamos mais unidos do que nunca, sabe? Desde que você apresentou a nova amiga dele, a Gisela, os fins de semana se alternam ou na minha casa ou na da Carmen, e bom, em cada uma eles se dedicam a dar vazão aos instintos deles sob nossa supervisão mútua. Chegamos a esse acordo e a verdade é que está dando muito certo pra gente, e eles parecem muito felizes - acrescentou.
- Sério? Que legal, né? Já tem namorada, hein, safadinho! - disparou para Francisco beliscando a bochecha dele, enquanto caminhava agarrada ao braço forte dele.
- Sim, a Gisela é minha melhor amiga! - exclamou Fran com um sorriso maroto.
- Bom, e você? Já me entendeu, não participa com eles? - soltou com toda naturalidade virando-se para a mãe, que também segurava o braço de Lucía.
- Bom, pra ser sincera... Pra que vamos nos enganar, eu vejo eles agirem, ajudo até, seguro eles, oriento... você sabe, e devo admitir que é muito excitante e divertido pra mim. Às vezes fico pelada com eles e também participo um pouco da diversão, abraçando meu filho por trás enquanto ele come ela. A Gisela, acariciando a passarinha dela ou melhor... chupando ela às vezes antes de penetrar... Pô, que calor e que vergonha me dá admitir isso, mesmo sendo pra você que tô contando...! — confessou Ángeles.
— Qual é, mulher, não seja boba! Você sabe que eu acho isso perfeito. E com a Carmen, ela conta como eles tratam ela.
— Bom, a verdade é que a gente não comenta, mas eu sei que ela também tá sozinha e admito que ela também se aproveita, igual eu, da sensualidade dos encontros dela. Certeza que meu Fran já provou a buceta dela. É normal e eu aceito. Eu mesma às vezes provo um pouco antes de deixar ele com a Gisela, ou durante a semana se vejo ele animado, trago ele pra minha cama e a gente transa bem devagar, do jeito que eu gosto. Encho ele de carícias, dou beijos no corpo inteiro e ele faz o mesmo comigo, é muito excitante e sensual. Depois a gente transa e vejo ele em cima de mim, me penetrando, com o rosto vermelho de esforço e uma gota de suor na testa, seco com minhas mãos e vejo ele apertar os olhos quando sinto que ele goza dentro de mim, e sinto os jatos dele e as estocadas fortes e suaves... Pra mim é uma delícia, e mesmo que seja algo horrível aos olhos dos outros, não resisto em dar prazer a ele e sentir também. Às vezes ele goza e eu continuo me acariciando, com o pau dele dentro da minha buceta, e aí eu gozo, sentindo orgasmos deliciosos. Às vezes eu gozo quando sinto que ele também tá gozando, e a gente chega junto, é maravilhoso...
— Puxa, Ángeles, você tá me deixando com inveja! — exclamou Lúcia, dando um empurrão no ombro dela.
— É? Então vem hoje à noite lá em casa e deixo você transar com ele! — propôs Ángeles sem pensar.
— Acho uma ideia ótima, mas com uma condição... — respondeu Lúcia.
— Qual?
— Que você também transe comigo — propôs finalmente.
— Bom, não vou dizer que não, porque tô morrendo de vontade de fazer isso com você, lembra da casa no campo quando você fez aquilo e eu... Ele olhava pra gente? Lembro dessa cena muitas vezes e fico muito tesuda relembrando.
- Então vamos nessa...
Voltaram pra casa da Ângeles. Chegando lá, deram um banho no Fran juntas. Sem dúvida, o garoto não podia ter curtido um banho melhor, com as carícias das duas mulheres no corpo dele, ensaboando aqui, acariciando ali, fazendo cócegas pra todo lado, rindo e se divertindo às custas dele. Depois foi a vez da Ângeles tomar banho e, como uma brincadeira, o Fran e a Lúcia ajudaram ela e, por último, foi ela quem aproveitou o banho sob as carícias da mãe e do filho.
Foram pro quarto. E ele na penumbra, iluminado só pela luz fraca dos postes da rua, com a janela aberta, já que era uma noite quente de verão. Começaram a se enroscar na cama de casal da Ângeles.
Deitaram o Fran e a Lúcia mandou a amiga dar beijinhos no pau dele enquanto ela fazia o mesmo. A mãe achou isso divertido, porque nunca tinha imaginado algo assim, e entre risadas, as duas mulheres começaram uma felação conjunta no belo membro viril do filho.
Durante a fase dos beijos, os lábios delas se roçavam e as bochechas se encostavam enquanto riam e brincavam com o pau na boca. Depois passaram a chupar a glande dele e a enfiar na boca até onde conseguiam. Aí a Ângeles ficou maravilhada com a capacidade da Lúcia de engolir aquele pica enorme do filho. Foram se alternando, uma e depois a outra, enquanto faziam ao mesmo tempo, os lábios delas continuavam se roçando a cada troca de um jeito muito sutil e sensual.
A Lúcia, sem vergonha, deu um tapa na bunda da Ângeles e incentivou ela a fazer o mesmo com a bunda empinada dela. A Ângeles riu e entrou na brincadeira. Depois, a Lúcia deslizou a mão por trás e meteu a mão na buceta da Ângeles, se esfregando entre os lábios vaginais dela, procurando o clitóris com a ponta dos dedos e, quando pegou ele, começou a rodar em círculos, roçando nas dobras dos lábios macios e carnudos dela, que embebidos em sucos de buceta como estavam, ele era envolvido num abraço quente e úmido.
Ángeles ficou surpresa ao sentir umas carícias tão íntimas por parte de Lucía e ficou olhando para ela com um olhar interrogativo. Lucía se limitou a beijar seus lábios, docemente, roçando-os com a ponta de sua língua pequena e brincalhona, e ela não conseguiu evitar apertar as coxas e interromper momentaneamente as deliciosas carícias que a jovem sem-vergonha lhe fazia. Então, abrindo-as de novo, se entregou às carícias, e Lucía continuou fazendo-as enquanto ela se dedicava a chupar o pau do seu pequeno Fran. Ángeles também deslizou a mão pela barriga de Lucía e acariciou igualmente sua bucetinha bem depilada, brincando também com seu clitóris entre os dedos enquanto continuava agradando com a boca a grossa cabeça do seu menino.
Chegou a hora de trocar de posições, e Ángeles insistiu que fosse ela a foder Fran primeiro, embora Lucía tenha resistido e a convencido, dizendo que adoraria vê-la foder primeiro com o filho, sem pudores, sem vergonhas, e curtir assim uma boa transa. Então a mãe se deixou convencer, e Fran meteu nela por trás enquanto Lucía, ao lado, acariciava suas costas e, ao mesmo tempo, a bunda de Fran, que a fodia com suavidade, agarrado às largas ancas do seu belo rabo, que quicava a cada penetração na pélvis do rapaz forte.
Enquanto era penetrada pelo filho, a mãe se virou e encontrou a bucetinha de Lucía, beijando seus lábios, enfiando a língua entre eles, abrindo-os e procurando a pérola delicada que escondia debaixo deles, o botão oculto que controla o prazer feminino. Lucía, surpresa, não resistiu e acabou se deitando na frente dela, abrindo de par em par suas coxas suaves e finas, oferecendo sua flor aveludada. Ángeles comeu a boceta dela com gosto enquanto se deixava penetrar por trás pelo filho.
Resolveram trocar e agora Lucía ser a receptora do belo instrumento de prazer, então a buceta dela acolheu calorosamente o falo dele, enquanto o garoto estava deitado, enfiando nele sentada sobre a barriga dele. Lucía começou então a subir e descer, sobre ele, proporcionando um prazer que o fez sorrir enquanto ela acariciava ternamente o rosto dele.
Da posição dela, Lucía abraçou Ángeles, que permanecia junto delas acariciando tanto o peito do filho, que gozava tremendamente sob a mão experiente de Lucía, quanto a bunda da garota e as costas dela, até os peitinhos dela, parando nos mamilos e deixando-os duros com a boca, mordiscando-os com os dentes. Lucía a recompensou com carícias na buceta dela, que estava tremendamente excitada depois da transa suave que tinha curtido com o filho dela, ela tirou dele ainda mais prazeres para a amiga querida, que com o braço no ombro de Lucía, permanecia bem grudada nela enquanto curtia umas carícias tão íntimas.
Fran não aguentou mais e, gemendo de prazer, começou a ter fortes tremores debaixo de Lucía, que aproveitou a gozada dele suavemente, deixando o garoto se esvaziar dentro da bucetinha dela. Quando ele parou de se mexer e a respiração ofegante segundos antes voltou a ser calma e profunda, ela se jogou literalmente em cima de Ángeles e caiu sobre ela junto com Fran, os sexos delas se juntaram, as coxas se entrelaçaram, submetendo as bucetas delas a um atrito intenso, os fluidos lubrificaram uma à outra enquanto elas se beijavam. Na paixão desenfreada em que tinham caído, ambas tinham comido Fran "no pelo", então a buceta de Lucía começou a vazar a porra com que Fran antes encheu o interior dela e isso foi parar na coxa e na entrada da buceta da mãe dela, não se importaram nem um pouco, vidradas como estavam num autêntico frenesi de sexo descontrolado.
No final, enfiaram as mãos mutuamente entre as pernas, e cada uma foi para o sexo oposto, esfregando os clitóris respectivamente com energia, até arrancarem orgasmos que cada uma Ela aproveitou abraçada na outra, com as bochechas coladas e a respiração ofegante batendo na orelha da parceira.
No final, os três descansaram juntos na cama de casal, acabando dormindo. Ángeles acordou um tempo depois e, como uma boa mãe, decidiu deixar espaço pra eles dois e foi se deitar na cama do Fran.
3 comentários - Sou uma puta - Parte 11
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gracias dios por dejar regresara lucia