Sou uma puta - Parte 11

Um mês depois...

Já tinha passado um mês desde o dia da partida dela. Lúcia chegou na cidade, com um calor infernal, equipada com seus óculos escuros e roupas adequadas pro calor, e pegou um táxi rumo ao apartamento. Parecia outra pessoa. O cabelo continuava moreno, a pele também tinha pegado um bronzeado bonito do sol, ela estava radiante, mas já não parecia mais a universitária de antes. O visual agora era de uma mulher madura. De certa forma, as circunstâncias a forçaram a amadurecer, e isso transparecia na aparência dela.

Durante seu exílio, um e-mail seco avisou as duas pessoas que realmente importavam que a viagem era por motivos pessoais e que passaria algumas semanas fora. Nem Ângeles nem Pedro forçaram perguntando do que se tratava; os dois se limitaram a responder dando força e esperando o retorno dela.

Por isso, a cara de Ângeles ao vê-la descer do táxi foi um poema. Ela chegava justamente com o filho Fran, e quando a viram, correram pra encontrá-la, abraçando-a antes mesmo de pagar o táxi. Lúcia abraçou os dois com toda a força. Nem os óculos escuros enormes conseguiram evitar que as lágrimas escorressem pelas bochechas dela em borbotões. Ela não conseguiu pagar a corrida pro taxista, então Ângeles pegou o dinheiro e pagou o coitado, que ficou espantado com a reação emotiva daquela passageira tão calada que tinha levado até ali. Até Fran chorou que nem uma criança ao ver Lúcia se emocionar daquele jeito. Ângeles manteve a compostura, mas não conseguiu evitar dar umas risadas histéricas, prelúdio da emoção que também sentia por dentro ao rever sua querida menina.

Subiram pro apartamento dela, porque na portaria o espetáculo já estava meio constrangedor com os vizinhos e curiosos espiando pra ver o que rolava. Ângeles ajudou com as malas pesadas, onde Lúcia trazia presentes pros dois seres mais queridos. Quando começou a desfazer as malas, foi tirando várias caixinhas embrulhadas. Lindos papéis de presente. Angeles não podia acreditar e quase ameaçou não ficar com eles, diante do espanto de Lúcia, que insistiu até não poder mais que ela tinha que abrir e, claro, ficar com eles.

Primeiro, Lúcia ofereceu uma sacola de onde saiu um lindo vestido de noite.

— Vai, experimenta — disse ela. — Acho que é do seu tamanho, mas se não servir direitinho, eles ajustam na franquia que o estilista tem no centro.

— Ah, Lúcia, é maravilhoso! — exclamou Angeles. — Deve ter te custado uma fortuna, amiga. Vou experimentar aqui mesmo.

— Ótimo! — exclamou Lúcia, incentivando.

Angeles, sem cerimônia, tirou o vestido do dia a dia sem pudor na frente do filho e da Lúcia. E vestiu o que a Lúcia tinha dado.

— Acertei no tamanho, ficou uma gostosa! — exclamou Lúcia, pedindo pra ela dar uma voltinha.

A querida amiga deu várias voltas como se fosse uma valsa, e os babados do vestido giraram com ela, brilhando com as lantejoulas e os detalhes de pedraria.

— Agora abre este aqui, é o complemento perfeito pro vestido — ofereceu Lúcia.

Eram uns sapatos, também de marca, combinando com o vestido. Depois foi passando outro e mais um presente, uma bolsa também combinando, e no último, Angeles ficou paralisada ao ver um colar de ouro com um pingente em forma de coração, que no verso dizia "pra melhor amiga", além de uns brincos combinando.

— Mas Lúcia, como você conseguiu comprar tudo isso pra mim, garota, se você é uma estudante?

— Bom, ganhei na loteria! — Lúcia soltou com seu sorriso perfeito.

— Qual é, Lúcia, isso não pode ser, sério, de onde você tirou dinheiro pra tudo isso? — insistiu Angeles, ficando séria.

O clima de felicidade e diversão de alguns segundos atrás esfriou rapidamente. Lúcia também ficou séria e respondeu...

— Angeles, você e o Fran são minha família. Minha mãe e meu pai estão ocupados demais pra ver a filha com as carreiras deles. Eu encontrei em vocês uma segunda mãe e o irmão que nunca tive, por isso, se você me quer como eu quero vocês, que diferença faz de onde veio tudo isso? — explicou, ficando bem triste.

A amiga e vizinha olhou para ela e, voltando a sorrir, disse:

— Você tem razão, minha filha, eu estraguei tudo. Só estava preocupada porque isso tudo vale uma fortuna e... sou uma idiota, anda, vem pros meus braços.

De novo se abraçaram...

— Me perdoa, minha filha! — disse Ángeles.

— Não tem nada pra perdoar — respondeu Lúcia. — Ah, mas ainda tem o melhor! — exclamou, remexendo na mala.

— Mais presentes ainda? Não acredito!

Ao abrir o último, ambas caíram na gargalhada, sob o olhar atônito de Fran, que as observava sentado no sofá, com sua habitual calma. Um consolo rosa semitransparente de tamanho considerável apareceu na mão de Ángeles, se mexendo feito um verme depois de ser ativado por Lúcia.

— Sem dúvida, isso é o melhor! — exclamou Ángeles, segurando ele como se fosse um troféu.

Como a fome já começava a apertar o estômago de Lúcia depois da comida desastrosa do avião, Ángeles a convidou pra comer na casa dela. Hoje prepararia uma deliciosa paella caseira e, por fé, cumpriu a palavra. Todos caíram durinhos depois da comilança. Com o calor, decidiram tirar uma soneca e Ángeles convidou Lúcia pra dormir na cama dela, depois de tanto tempo insistiu que ela não dormisse sozinha no apartamento sujo que precisava ser limpo primeiro. Lúcia se deixou convencer e, vestindo um pijama de seda, deitou com ela e dormiu como não dormia há tempos.

À tarde, saíram pra passear no parque, em família. Depois, tomaram um lanche numa sorveteria e devoraram três taças de sorvete gigantes. Se estivesse de dieta, Lúcia naquele dia abandonou completamente. Depois, continuaram passeando ao cair da tarde, até que as primeiras estrelas começaram a brilhar e o céu azul do dia foi dando lugar... passo para o firmamento negro da noite, projetando toda uma gama de cores azuis e violetas na transição entre os dois.

- Ah, Lucía, como fico feliz que você voltou! Você me deixou muito preocupada - confessou Ángeles.

- Você não sabe como fico feliz em voltar e encontrar vocês! - vocês já são como minha família.

- Você vai me dizer onde esteve? - perguntou Ángeles enquanto afastava uma mecha de cabelo que caía no rosto dela.

- Claro que sim, estive num balneário, precisava de paz e tranquilidade.

- E por quê? - estranhou Ángeles.

- Sabe, no dia em que fui embora, aconteceu algo terrível e precisei ir, eu precisava disso. Sobre o que aconteceu, por favor, não me pergunte, tá? - respondeu Lucía.

- Tá, sem perguntas - garantiu Ángeles.

Continuaram o passeio pela noite, enquanto o vento fresco fez presença naqueles jardins.

- E, como vai o Francisco? - interessou-se Lucía.

- Muito bem, estamos mais unidos do que nunca, sabia? Desde que você apresentou a nova amiga dele, a Gisela, os fins de semana se alternam, ou na minha casa ou na da Carmen, e bom, em cada uma eles se dedicam a dar vazão aos instintos deles sob nossa supervisão mútua. Chegamos a esse acordo e a verdade é que está dando muito certo pra gente, e eles parecem muito felizes - acrescentou.

- Sério? Que legal, né? Já tem namorada, hein, safado! - disparou para Francisco, beliscando a bochecha dele, enquanto caminhava agarrada ao braço forte dele.

- Sim, a Gisela é minha melhor amiga! - exclamou Fran com um sorriso maroto.

- Bom, e você? Já me entendeu, não participa com eles? - soltou com toda naturalidade, virando-se para a mãe, que também segurava o braço de Lucía.

- Bom, pra ser sincera... Pra que vamos nos enganar, eu vejo eles agindo, ajudo até, seguro, dou instruções... você sabe, e devo admitir que é muito excitante e divertido pra mim. Às vezes fico pelada com eles e também participo um pouco da diversão, abraçando meu filho por trás enquanto ele come ela. A Gisela, acariciando o passarinho dela ou bem... chupando ele às vezes antes de penetrar... Aff, que calor e que vergonha me dá admitir isso, mesmo sendo pra você que eu tô contando...! — confessou Ángeles.

— Qual é, mulher, não seja boba! Você sabe que pra mim isso é perfeito. E com a Carmen, ela conta como eles se comportam com ela.

— Bem, a verdade é que a gente não comenta, mas eu sei que ela também tá sozinha e admito que ela também se aproveita, igual eu, da sensualidade dos encontros dela. Certeza que meu Fran já provou a buceta dela. É normal e eu aceito. Eu mesma às vezes provo um pouco antes de deixar ele com a Gisela, ou durante a semana se vejo ele animado, trago ele pra minha cama e a gente transa bem devagar, do jeito que eu gosto. Encho ele de carícias, dou beijos no corpo todo e ele faz o mesmo comigo, é muito excitante e sensual. Depois a gente transa e eu vejo ele em cima de mim, me penetrando, com o rosto corado de esforço e uma gota de suor na testa, eu seco com minhas mãos e vejo ele apertar os olhos quando sinto que ele goza dentro de mim, e sinto os jatos dele e as estocadas fortes e suaves... Pra mim é uma delícia, e mesmo que seja algo horrível aos olhos dos outros, não resisto em dar prazer a ele e sentir também. Às vezes ele goza e eu continuo me tocando, com o pau dele dentro da minha buceta, e aí eu gozo, sentindo orgasmos deliciosos. Às vezes eu gozo quando sinto que ele também tá gozando, e os dois chegam juntos, é maravilhoso...

— Puxa, Ángeles, você tá me dando inveja! — exclamou Lúcia, empurrando o ombro dela.

— É? Então vem hoje à noite lá em casa e deixo você transar com ele! — propôs Ángeles sem pensar.

— Acho uma ideia ótima, mas com uma condição... — respondeu Lúcia.

— Qual?

— Que você também transe comigo — propôs finalmente.

— Então não vou dizer que não, porque tô morrendo de vontade de fazer isso com você, lembra da casa de campo quando você fez e eu... Ele olhava pra gente? Lembro dessa cena direto e fico muito excitada relembrando.

- Então vamos nessa...

Voltaram pra casa da Ângela. Lá, deram banho no Fran juntas. Sem dúvida, o garoto nunca teve um banho melhor, com as carícias das duas mulheres no corpo dele, ensaboando aqui, acariciando ali, fazendo cócegas pra todo lado, rindo e se divertindo às custas dele. Depois foi a vez da Ângela tomar banho, e, como uma brincadeira, o Fran e a Lúcia ajudaram ela, e por último foi ela quem aproveitou o banho sob as carícias da mãe e do filho.

Foram pro quarto. E ele na penumbra, iluminado só pela luz fraca dos postes da rua, com a janela aberta, porque era uma noite quente de verão. Começaram a se enroscar na cama de casal da Ângela.

Deitaram o Fran, e a Lúcia mandou a amiga dar beijinhos no pau dele enquanto ela fazia o mesmo. A mãe achou isso divertido, porque nunca tinha imaginado algo assim, e entre risadas, as duas mulheres começaram um boquete conjunto no belo membro viril do filho.

Durante a fase dos beijos, os lábios delas se roçavam e as bochechas se encostavam enquanto riam e brincavam com o pau na boca. Depois, passaram a chupar a glande e a enfiar até onde conseguiam. Aí a Ângela ficou maravilhada com a capacidade da Lúcia de engolir aquele pica enorme do filho. Foram se alternando, uma e depois a outra, enquanto faziam ao mesmo tempo, os lábios continuavam se roçando a cada troca de um jeito muito sutil e sensual.

A Lúcia, sem vergonha, deu um tapa na bunda da Ângela e incentivou ela a fazer o mesmo na bunda empinada dela. A Ângela riu e entrou na brincadeira. Depois, a Lúcia deslizou a mão por trás e acessou a buceta da Ângela, se deliciando entre os lábios vaginais, procurando o clitóris com a ponta dos dedos e, quando o pegou, começou a rodar em círculos, roçando nas dobras dos lábios macios e carnudos, que... cobertos de sucos vaginais como estavam, ele a envolvia num abraço quente e úmido.

Ángeles ficou surpresa ao sentir carícias tão íntimas por parte de Lucía e a olhou interrogativamente. Lucía apenas beijou seus lábios, docemente, roçando-os com a ponta de sua língua pequena e brincalhona, e ela não conseguiu evitar apertar as coxas e interromper momentaneamente as deliciosas carícias que a jovem sem vergonha lhe fazia. Então, abrindo-as de novo, entregou-se às carícias, e Lucía continuou fazendo-as enquanto ela se dedicava a chupar o pau do seu pequeno Fran. Ángeles também deslizou a mão pela barriga de Lucía e acariciou igualmente sua bucetinha bem depilada, brincando também com seu clitóris entre os dedos enquanto continuava agradando com a boca a grossa cabeça do pênis do seu menino.

Chegou o momento da troca de posições, e Ángeles insistiu que fosse ela a foder Fran primeiro, embora Lucía resistisse e a convencesse dizendo que adoraria vê-la foder primeiro com o filho, sem pudores, sem vergonhas, e curtir assim uma boa trepada. Então a mãe se deixou convencer, e Fran a comeu por trás enquanto Lucía, ao lado, acariciava suas costas e, ao mesmo tempo, a bunda de Fran, que a fodia com suavidade, agarrado às largas ancas do seu belo rabo, que quicava a cada penetração na pélvis do rapaz forte.

Enquanto era penetrada pelo filho, a mãe se virou e encontrou a bucetinha de Lucía, beijando seus lábios, introduzindo a língua entre eles, abrindo-os e buscando a pérola delicada que escondia debaixo deles, o botão oculto que controla o prazer feminino. Lucía, surpresa, não resistiu e acabou se deitando na frente dela, abrindo de par em par suas coxas macias e finas, oferecendo sua flor aveludada. Ángeles comeu sua boceta com gosto enquanto se deixava penetrar por trás pelo filho.

Decidiram trocar e agora Lucía seria a receptora do belo instrumento de prazer, então a buceta dela acolheu calorosamente o falo dele, enquanto o garoto estava deitado, enfiando nele sentada sobre a barriga dele. Lucía começou então a subir e descer, sobre ele, proporcionando um prazer que o fez sorrir enquanto ela acariciava ternamente o rosto dele.

Da posição dela, Lucía abraçou Ángeles, que permanecia junto delas acariciando tanto o peito do filho, que gozava tremendamente sob a mão experiente de Lucía, quanto a bunda da garota e as costas dela, até os peitinhos dela, parando nos mamilos e deixando-os duros com a boca, mordiscando-os com os dentes. Lucía a recompensou com carícias na buceta dela, que estava tremendamente excitada após a transa suave que tinha curtido com o filho, ela tirou dele ainda mais prazeres para a querida amiga, que com o braço no ombro de Lucía, permanecia bem grudada nela enquanto curtia carícias tão íntimas.

Fran não aguentou mais e, gemendo de prazer, começou a ter fortes tremores debaixo de Lucía, que aproveitou a gozada dele suavemente, deixando o garoto se esvaziar dentro da bucetinha dela. Quando ele parou de se mexer e a respiração ofegante segundos antes voltou a ser calma e profunda, ela se jogou literalmente em cima de Ángeles e caiu sobre ela junto com Fran, os sexos delas se juntaram, as coxas se entrelaçaram, submetendo as bucetas delas a um intenso roçar, os fluidos as lubrificaram mutuamente enquanto elas se beijavam. Na paixão desenfreada em que tinham caído, ambas tinham fodido Fran "no pelo", então a buceta de Lucía começou a vazar a porra com que Fran antes encheu o interior dela e isso foi parar na coxa e na entrada da buceta da mãe dela, não se importaram nem um pouco, vidradas como estavam num autêntico frenesi de sexo descontrolado.

No final, enfiaram as mãos mutuamente entre as pernas, e cada uma foi para o sexo oposto, esfregando os clitóris respectivamente com energia, até arrancarem orgasmos uma da outra que cada uma curtiu abraçada na outra, com as bochechas coladas e a respiração ofegante batendo na orelha da parceira.

No final, os três descansaram juntos na cama de casal, pegando no sono. Anjos acordou um tempo depois e, como uma boa mãe, decidiu dar espaço pra eles dois e foi dormir na cama do Fran.

3 comentários - Sou uma puta - Parte 11

yargot
ufff penseque el anterior capitulo era el fin
gracias dios por dejar regresara lucia