Delicioso incesto

Delicioso incesto

Nota: Em O Espírito das Leis (livro 26, capítulo 14), Montesquieu diz que os tártaros podem casar com suas filhas, mas jamais se casam com suas mães.

Cláudia estava sentada na penúltima fila da sala. Cursava o quinto semestre de história e o professor Lasallo parecia tornar a aula cada vez mais chata.

Naquele momento, o professor explicava detalhadamente uma invasão dos bárbaros à Roma Antiga, enquanto Cláudia se acomodava na carteira e, impaciente para a aula acabar, cruzava as pernas.

Sabia perfeitamente que os olhos de todos os colegas estavam nela; especificamente em suas pernas suaves e delicadas, pois Cláudia adorava ir contra o regulamento escolar que não permitia usar a saia do jeito que ela sempre gostou.

Já tinham a penalizado, proibindo-a de entrar na escola em algumas ocasiões, mas seus professores, a maioria homens, nunca a chamaram a atenção, então a garota continuava fazendo isso.

Cláudia levou a ponta da caneta à boca e, fingindo não perceber os múltiplos olhares dos colegas, começou a chupá-la lentamente, provocando neles uma infinidade de pensamentos lascivos; coisa que ela adorava provocar nos homens.

Depois, dedicou-se a olhar a superfície da carteira; sempre era interessante ver o que outros tinham escrito na madeira daquela velha mesa que, por gerações, servira a tantos estudantes.

Deleitou-se com as escritas escolares e até se excitou ao ver os desenhos daqueles enormes membros masculinos rabiscados na mesa.

— Por que os homens fazem desenhos de paus tão extravagantes? — perguntou-se, sem encontrar resposta em si mesma.

Enquanto continuava inspecionando a superfície da carteira, seus ouvidos começaram a prestar um pouco de atenção ao professor e ela não pôde evitar refletir sobre a aula. Mas, claro, do seu jeito.

— Será que O que teria sido daquelas mulheres romanas? – Perguntava-se para si mesma enquanto imaginava as coitadas das romanas indefesas e cercadas por aqueles animais selvagens que eram os bárbaros. – Com certeza foram estupradas… – pensou, e imediatamente veio à mente um sexo selvagem, cruel, impiedoso e de completo prazer para os bárbaros. Com isso, excitou-se tanto que logo se imaginou de quatro, cercada por um grupo de bárbaros que brigavam para mamar na sua rola e saborear sua buceta com a língua áspera e dura.

Sua calcinha já estava completamente molhada naquela hora.

A garota de apenas 18 anos era uma jovenzinha bem problemática. E aquela aula era uma das tantas que já tinha repetido 3 vezes em 3 colégios diferentes por causa das notas ruins e do péssimo comportamento, entre os quais se destacava ter sido pega mamando a rola do diretor no escritório dele.

Naquele momento, a linda loira de olhos cor de mel e corpo sensual levantou a mão. Todos os olhares se voltaram para ela, e foi então que, com a voz entrecortada de tão excitada, Claudia disse:

– Posso ir ao banheiro, professor?

O professor Lasallo olhou para ela e por um instante ficou sem fala:

– Que gostosa essa putinha, com certeza se eu chamar ela pra sair e oferecer uma nota boa, vou poder comer ela… afinal, já é maior de idade. – pensou, e imediatamente lembrou que estava numa sala de aula e os olhos dos alunos o encaravam, esperando. – Sim, sim, sim, senhorita, pode ir… – disse, tentando esconder a taradagem.

Mas Claudia sabia perfeitamente as intenções do professor, pois não era a primeira vez que via aquele olhar num homem. E, não satisfeita em saber o que despertava no querido professor, levantou-se e caminhou, balançando lenta e sedutoramente o quadril, enquanto sentia todos os colegas devorando-a com os olhos até que, a caminho da saída, ao passar pelo lado do professor Lasallo, Cláudia olhou pra ele de um jeito sedutor, como quem tava chamando ele pra seguir ela…

Logicamente, o professor não teve escolha a não ser segurar a vontade e ir sentar na cadeira dele pra continuar a aula e não deixar transparecer a porra da ereção que aquele olhar tão provocativo tinha causado.

Cláudia saiu da sala se perguntando quantas picas duras tinha deixado pra trás. Daí chegou no banheiro, que tava completamente vazio porque naquela hora todo mundo tava na aula, e se trancou num dos boxes. Pegou o celular, foi nos contatos e selecionou o primeiro nome da lista. Baixou a tampa da privada, sentou em cima e colocou o celular no ouvido. Aí, enquanto a chamada completava, se certificou de que a porta tava bem fechada e se recostou.

— Alô? — atendeu uma voz masculina, grossa e potente.

— Oi, papai! — sussurrou Cláudia.

— Oi, amor, cê não tava na escola?

— Tô na escola, papai… — respondeu Cláudia. Daí levantou um pouco a saia, mostrando a virilha, e afastou a calcinha molhada pra deixar a rachadura brilhante exposta. — Fiquei pensando em você a manhã inteira, pussy…

Naquele momento, Cláudia sentiu o pai tão perto dela que ficou ainda mais molhada.

— A porta do seu escritório tá trancada, papai? — perguntou.

— Tá, querida…

Cláudia fechou os olhos e, enquanto o dedo indicador já começava a brincar com o clitóris, fazendo ela se contorcer, imaginou o pai no escritório dele.

— Tira o pau pra fora, papai…

Teve uma pausa curta naquele instante e depois:

— Já tirei, Cláudia, meu pau tá pra fora…

Cláudia sentia os bicos dos peitos endurecendo e lutando pra furar o sutiã. Rapidamente levantou a blusa junto com o sutiã, deixando os peitos nus à mostra, e disse:

— Bate uma pra mim, papai… mexe nessa sua pica gostosa, gorda, dura e enorme, pussy…

— Cláudia, pelo amor de Deus, para… tô com a pica tão dura que vou ter que me masturbar, e tem um cliente aqui… citado em poucos minutos.

Claudia enfiou dois dedos na sua fenda e imediatamente começou a gemer.

— Aaah, papai… preciso tanto de você… hmmm, queria que estivesse comigo. Hmm… papai, você me comeria aqui mesmo? No banheiro da escola? Foder a sua filha safada com todas as alunas saindo e entrando de vez em quando?

O pai dela não aguentou mais e bufou de prazer.

— Porra, Claudia… te foderia igual um louco se tivesse chance, filha! Aaahhh!

— Tô toda molhada e muito excitada, papai… hmmm… você também tá se masturbando? Tá massageando a sua piroca gostosa que usa pra me comer?

— AAAAHHHH… Sim… sim, Claudia… tô fazendo isso… HMMM!

— Só eu sei do que você gosta, papai… você adora me ver de quatro na cama esperando você meter essa sua piroca gostosa na minha buceta… se pudesse me ver agora, sabia que dá pra foder aqui mesmo… a pergunta é: você me comeria pelo cu ou pela minha buceta?

— É uma pergunta muito difícil, filha… AAAHHHH!

— Não precisa me responder, papai, porque eu deixaria você me foder dos dois lados… Hmmm, me faria gemer que nem você imagina, sua putinha…

Felipe, o pai da Claudia, se masturbava tão ferozmente que Claudia quase conseguia ouvir a mão do pai subindo e descendo no pau duro dele.

— Tô quase gozando, filha… não vou aguentar mais se continuar te ouvindo falar igual uma safada…

— Goza pra mim, papai… derrama todo o seu leite como se fosse dar na minha boca. Hmmm, adoro o gosto do seu pau, papai…

Claudia sentiu um orgasmo tremendo invadir todo o seu ser ao mesmo tempo em que o pai gritava de prazer do outro lado da linha. O corpo inteiro dela se tensionou e em instantes ficou mole com o orgasmo. Os dedos dela estavam encharcados.

— Claudia… você tá aí, filha? — perguntou o pai, já um pouco mais calmo.

— Tô sim, papai…

— Preciso desligar, amor… te vejo daqui a pouco em casa.

Desligaram e Claudia decidiu ficar mais alguns minutos descansando até recuperar as forças. Ela ouviu enquanto várias minas entravam no banheiro pra se maquiar na frente do espelho, ela pouco se importou, porque a cabeça dela tava em outro lugar, do lado do papai pra ser mais específica, então ignorou tudo e continuou na dela.

Depois da conversa por telefone com o pai, a Cláudia decidiu matar aula e ir visitar a escola antiga onde tinha deixado várias amigas.

Pra azar dela, não encontrou nenhuma delas livre, mas quem ela encontrou foi o ex-diretor, aquele com quem ela tinha sido pega de joelhos. Depois de uma conversa rápida, acabaram saindo pra comer.

Como era de se esperar, o diretor não deixou a Cláudia ir embora sem cobrar a comida cara que tinha pagado. Mesmo sem ter a chance de foder ela do jeito que queria, fez ela mamar o pau dele no carro, no caminho pra casa da Cláudia, até que ele encheu a boca dela de porra.

Quando a Cláudia chegou em casa naquela tarde, tava bem tarada, porque não tinha conseguido aliviar o tesão com o diretor.

Ao entrar em casa, encontrou na sala o pai dela com o tio Rafael. Tavam bebendo cerveja vendo um jogo de futebol.

— Oi, tio! — cumprimentou a Cláudia.

— Oi, sobrinha!

A Cláudia deixou o celular na mesinha da sala e foi até o pai. Subiu no colo dele, igual quando era pequena, e começou a beijar o pescoço dele. Assim, montada no colo do pai, começou a rebolando a bunda pra frente e pra trás, fazendo o pau do pai endurecer.

— Cê tá bêbada? — perguntou o pai, nervoso com o comportamento da filha, já que o tio dela tava ali, olhando de canto de olho, todo confuso.

— Não, papai... — respondeu ela, sem parar de beijar o pescoço dele.

A bunda da Cláudia continuava se mexendo com força, mas agora o rabo dela já tava bem em cima do colo duro do pai.

— Cê tá drogada, então? — perguntou quase aterrorizado o pai, ao ver que o tio Rafael olhava diretamente para eles e arregalava uns olhos de incredulidade terríveis.

Claudia, se divertindo pra caralho com a situação, não parava de se remexer em cima do pai.

— Se você tá drogada, pelo menos devia dividir um pouco pra gente ficar igual você, filha, não acha? — disse o pai, tentando transformar a situação vergonhosa numa piada de mau gosto da filha.

— Desculpa, papai, não tenho…

Nesse momento, o pai agarrou ela pela bunda e a levantou, jogando-a no chão.

Nada ia parar Claudia do seu objetivo e, pra surpresa do pai, longe de se levantar e ir embora ou pedir desculpas, ela se enfiou entre as pernas do pai e, com muita habilidade, desabotoou a calça dele e puxou pra fora a pica, que tava mais dura que um ferro.

Sergio não soube o que fazer, olhava pro irmão, que estava atônito no sofá, como se pedisse ajuda, mas ele parecia uma estátua; nem se mexia.

Nesse momento, Claudia aproveitou a distração do pai e enfiou metade da pica na boca.

— AAAAHHHHH… — O pai não conseguiu evitar gemer de prazer.

Claudia chupava com uma puta habilidade. Dava pra dizer que nenhuma outra tinha chupado a pica do Sergio daquele jeito, então era inevitável pará-la naquele momento.

— OHHHH Claudia, filha… o que você tá fazendo? HMMM…

A filha já segurava a pica dele com a mão esquerda, que movia pra cima e pra baixo masturbando ele, sem parar de chupar.

Teve um momento em que, tirando só o suficiente da pica da boca pra poder falar, Claudia virou pra olhar pro tio e disse:

— Tô fazendo bem, tio? Cê gosta de como eu chupo o pau do meu papai?

— Adoro… — Disse Rafael, pra surpresa do irmão Sergio e pra orgulho de Claudia, que continuou chupando a pica do pai.

Sem dizer nada, de joelhos como estava e sem parar de chupar a pica do pai, Claudia levantou a saia. até deixar a bunda gostosa dela bem à mostra e, puxando a calcinha pro lado, deu aquela olhada convidativa pro tio entrar na brincadeira.

Não precisou chamar duas vezes, porque Rafael, na hora, largou a cerveja e se jogou atrás da sobrinha, pronto pra lamber aquele cuzinho.

— Aiiii… — gemeu Claudia bem alto, sentindo a língua do tio deslizar por toda a racha e pelo cu dela.

Claudia levantou mais a bunda pra facilitar o serviço do tio e jogou o quadril pra trás, se esfregando na língua dele.

Sergio, surpreso com a atitude do irmão, mas excitado pra caralho, falou pra Claudia:

— Sem dúvida você é a melhor puta do mundo… HMMMM, te amo tanto, filha…

Que cena do caralho: Claudia de quatro no tapete da sala, chupando a pica do pai enquanto o tio comia a buceta dela…

Rafael, desde que tinha se separado da mulher, não comia uma buceta fazia tempo, e naquela hora tava se satisfazendo à vontade com a da sobrinha — mas, claro, uma buceta tão boa quanto aquela ele nunca tinha provado na vida!

Depois que Rafael se fartou dos sucos vaginais da sobrinha, ele se levantou, e na mesma hora Claudia também se ergueu, deixando o pai com a pica bem lubrificada e prestes a explodir.

Claudia ficou em pé, pelada, na frente dos dois homens, enquanto eles tiravam a roupa na maior pressa.

— Quero te comer por trás… — o pai falou na hora pra Claudia, que subiu no sofá assim que ouviu.

Dois ou três segundos depois, o pai já tava metendo devagar por trás, enquanto o tio se ajeitava pra ela chupar a pica dele.

— Aaahhh Hmmm… — Claudia gemia sentindo o pai meter sem parar. — Quer que eu chupe igual chupo o meu pai? — perguntou pro tio, quando a pica dele apareceu na frente dela.

Claudia encostou os lábios na cabeça grossa do pau do tio e depois começou a passar a língua por todo o comprimento. Em seguida, engoliu ele inteiro. completa enquanto o pai dela acelerava as estocadas.

-Aaaahhhhh…- gemeu Rafael ao sentir a boca gostosa da sobrinha envolvendo o pau dele.

Claudia esticou a mão e agarrou as bolas do tio para acariciá-las enquanto chupava o pau dele como se fosse um pirulito.

O pai dela segurava ela pelas cadeiras e a cada estocada que dava, não parava de xingar ela:

-Não tem dúvida que você é uma puta… AAAHHHH… não perdoa nenhum pau, Claudia… que barbaridade! Olha só, chupando o pau do seu próprio tio…

-Olha minha filha preciosa…- Claudia ouviu o pai dizer pro tio- já viu uma puta tão gostosa assim?

-Hmmm… nunca… nem a melhor puta de luxo poderia se comparar a ela…- Disse o tio.

Naquele momento, Rafael gemeu com toda a força e, segurando a sobrinha pela cabeça, não deixou ela se afastar nem um segundo do pau dele enquanto enchia a boca dela de porra.

Claudia perdeu o controle na hora e, mesmo se esforçando pra não se engasgar com a quantidade enorme de porra do tio, começou a sentir o orgasmo chegando.

O pai dela, que conhecia ela bem, percebeu que a filha tava no limite do orgasmo e naquele momento também deixou o pau dele explodir de prazer.

-AAAAHHHHHH HMMMMMMMMMMMM OOOHHHHHH…- Os três gemeram alto ao mesmo tempo.

Rafael olhou nos olhos de Claudia e naquele momento, como conseguiu, sem tirar o pau da boca dela, ela disse:

-Papai tá gozando dentro de mim… hmmm

Rafael não aguentou e soltou outra descarga potente de porra na hora. Depois começou a soltar a cabeça da sobrinha devagar, mas ela não parou de chupar as últimas gotas de porra que escorriam pelo pau dele.

Sergio, sentindo que a porra já não saía mais, decidiu se jogar no sofá exausto.

Claudia, ao ver o pai cair exausto e o tio de olhos fechados aproveitando as últimas chupadas da sobrinha, decidiu parar de chupar o Cock e refletindo sobre o que o pai acabara de fazer, disse:

— Eu sei que você adora ver o leite saindo da minha buceta, pai, mas um dia desses você vai me engravidar e aí vamos ter sérios problemas... Não é a primeira vez que você faz isso, já são muitas e muito seguidas!

— Para com essas bobagens, filha... Melhor vem cá e dá um beijo no seu pai, anda.

Cláudia, obediente, foi e beijou o pai ternamente nos lábios enquanto o tio se vestia apressadamente para depois sair quase correndo de casa.

Cláudia virou para olhar o pai e naquele momento ele disse:

— Viu? Eu te falei que seu tio era um careta... Mesmo assim, me surpreende ele ter se juntado a nós... — nisso, ele virou para olhar a filha e disse — Bom, não o culpo. A verdade é que você é simples e pura e simplesmente irresistível, filha.

Os dois se beijaram e, depois de dar um tapa na bunda da filha, Sérgio disse:

— Melhor você ir se limpar. Você tá com a bunda toda cheia de porra...

— Sim, papai... — respondeu Cláudia e, obediente, foi para o andar de cima tomar um banho.

Na manhã seguinte, Cláudia chegou na sala e se surpreendeu ao ver que não tinha ninguém na aula, bom, ninguém exceto o professor Lasallo, que rapidamente deu boas-vindas à jovem dizendo:

— Senta aí, seus colegas já vêm...

— Onde eles estão? — perguntou Cláudia, estranhando.

— Calma, não tem nada demais. Foram pegar uns folhetos das universidades que vieram se promover. Não demoram. — O professor olhou para a garota e a percorreu descaradamente com o olhar.

Cláudia sentiu o professor despindo ela com os olhos e se surpreendeu com a ousadia dele, porque, embora vários professores já tivessem caído nas suas teias, ela nunca pensou que o professor Lasallo fosse ceder também.

— Aliás, ontem você não voltou do banheiro... — disse o professor, lembrando Cláudia do dia anterior. — Tá tudo bem?

— Sim, me senti meio mal e resolvi ir pra casa... — mentiu a jovem, sabendo que um professor com o O nível de experiência de Lasallo dificilmente acreditaria na mentira.

- Suas notas são realmente ruins... - disse o professor, e na hora Claudia já sacou onde a conversa ia dar, mas ficou calada até que o professor, que já estava com o pau bem duro até antes da garota chegar, se levantou tentando disfarçar a ereção e, parando na frente de Claudia, disse - Não vou enrolar. Sei de fonte segura que você foi expulsa de várias escolas por indisciplina e outras coisas. Se quiser melhorar suas notas e finalmente entrar na faculdade, te espero no motel "Majestic" às 5 da tarde...

Nisso, ouviu-se a algazarra dos colegas que estavam chegando, e o professor se apressou em acrescentar:

- Quero você com seu uniforme escolar e o cabelo em duas marias-chiquinhas...

Quando chegaram, os alunos encontraram o professor sentado "corrigindo" os trabalhos e Claudia em sua carteira. Nenhum deles pensou em nada de errado, mas Claudia não conseguiu se concentrar nas aulas que restavam, imaginando o que o professor planejava fazer com ela. Não era que tivesse medo, não, a calcinha molhada deixava claro que o que ela sentia era uma puta vontade de foder.

O tempo pareceu eterno até dar 5 da tarde, e ela já estava na entrada do hotel tentando não parecer uma puta esperando cliente. Mas de pouco adiantou, porque muitos homens se atreveram a perguntar quanto ela cobrava, recebendo em troca uma resposta grossa e indignada da parte dela, que pensava: "se não fosse porque estou esperando o professor, até que iria com um deles".

O professor chegou às 5:15, e não porque estava atrasado, mas porque desde a esquina estava observando a jovem com toda cautela para que ela não armasse uma armadilha, pois ele conhecia bem as garotas da idade dela.

Ao chegar, sem descer do carro de luxo e com óculos escuros, o professor fez um sinal para a jovem e, depois que ela entrou no veículo, disse:

- Agora Se a gente for pro motel…
—Pensei que seria aqui… —disse Cláudia, que estava vestindo seu uniforme escolar e usava o cabelo em duas marias-chiquinhas; exatamente como o professor tinha pedido.
—Nem louco. Esse motel é uma bosta. Uma gostosa como você merece o melhor.

Cláudia se sentiu lisonjeada. Quando chegaram a um dos motéis mais chiques da cidade, o professor pediu o melhor quarto disponível, sob o olhar invejoso do recepcionista, que não parava de devorar Cláudia com os olhos sempre que podia.

Ao entrar no quarto, o professor disse:
—Tira a calcinha, que essa eu vou ficar…

Cláudia hesitou um pouco, porque naquela tarde estava usando a que mais gostava, mas tudo pela "nota", então logo fez o que foi pedido.

Depois, o professor, com toda a seriedade do mundo, disse:
—Me escuta bem, Cláudia, quero que o que vou te pedir não saia daqui. Entendeu?

Cláudia achou estranha a maneira do professor agir, que imediatamente continuou:
—Eu sei que pode parecer estranho, ou até doentio, mas sempre tive essa fantasia… quero que você aja como se eu fosse seu pai… entendeu?

Cláudia se surpreendeu. Nunca imaginaria isso do professor, que, embora não conhecesse perfeitamente, sabia que ele tinha uma filha da mesma idade que ela.
—O que foi, Cláudia? —perguntou o professor, com medo de que a garota se assustasse, saísse correndo e espalhasse o que ele disse ali, pois, embora fosse palavra contra palavra e a dele valesse muito mais que a daquela jovem indisciplinada, isso o colocaria em problemas; principalmente com a família.
—Tá bom… mas com uma condição. —disse Cláudia.
—A que você quiser… —exclamou o professor.
—Quero que você me coma só no cu…

O professor sorriu maliciosamente e imediatamente começou a se despir. Depois de nu, sentou na cama e começou a se masturbar.

Cláudia o Ela fez sinal pra ele esperar um minuto e, depois de sair do quarto, pra surpresa do professor, voltou segundos depois agindo de um jeito que disse:

— Oi, papai! Cheguei!

O professor na hora sacou o que era e continuou a encenação:

— Oi, filha… como cê tá?

— Bem, papai, mas tive um problemão com meu namorado, Josué… — disse Cláudia, lembrando que já tinha ouvido que o namorado da filha do professor se chamava Josué e tinha sido aluno dele.

— O que esse inútil te fez? — perguntou o professor Lasallo no personagem, que ele tava levando bem a sério, porque falou com muita raiva.

— Ele ficou puto comigo porque…

— Porque o quê, filha?

— Porque…

— Fala, filha, seu silêncio me mata, me mata! Por que aquele idiota ficou puto com você?

— Promete que não vai ficar bravo, papai?

— Prometo, filha…

— O Josué ficou bolado comigo porque não quis transar com ele…

— Como?

— Saindo do cinema… a gente foi pro carro correndo porque tava chovendo pra caralho e eu não tinha levado jaqueta. Quando entrou na caminhonete esportiva nova dele, o Josué falou que a gente tinha que esperar a chuva passar porque era perigoso dirigir assim…

— E aí, filha? — perguntou o professor, se masturbando com força enquanto Cláudia fazia uma atuação perfeita.

— Aí ele começou a me apalpar, papai… passou a mão nos meus peitinhos… nas minhas pernas e na minha bunda pequenininha…

— Maldito filho da puta! Vou matar ele! Juro que vou matar!

— Não foi só isso, papai… o sem-vergonha ainda fez eu chupar o pau dele… e bem quando ele ia meter, consegui fugir…

— Vem cá, filha! É hora da gente conversar…

Cláudia subiu na cama e foi de quatro, rebolando a bunda linda dela, na direção do professor, que esperava impaciente.

— Agora me mostra como você chupou a pica do Josué…

Cláudia começou chupando as bolas do professor, e ele sentiu que tinha ido pra lua.

— AAAAAAAHHHH — gemeu Lasallo, pegando ela na hora. Claudia deu uma piscadinha safada enquanto mexia no cabelo dela.
Depois, Claudia começou a bater uma punheta pra ele com as duas mãozinhas, enquanto olhava inocente e dizia:

— Assim, papai… assim que você me fez mexer…

— E você só mexeu assim, filha? AAAHHHH… — perguntou o professor, todo excitado.

— Não, papai… também chupei, olha só…

Nessa hora, Claudia começou a chupar o pau dele, enquanto o professor, apressado, tirava a blusa dela como podia.

O professor não parava de gemer e aproveitar aquela chupada gostosa, enquanto na cabeça dele imaginava que era a própria filha que tava fazendo aquilo.

Quando o boquete ficou tão gostoso que ele não aguentava mais, e sabia que ia gozar sem jeito, o professor tirou o pau da boca de Claudia e, sem tirar a saia escolar dela, mandou ela montar de costas. Colocou o pau na entrada da buceta de Claudia, mas ela olhou pra ele e lembrou que por ali não dava. Com a mão, ela guiou o pau até a entrada do cu dela, pra ele enfiar com força até o fundo.

— AAAAHHHHHHHHHHHHHHH HMMMM… — gemeu o professor, enquanto Claudia começava a subir e descer no pauzão dele.

— Aaahhh, buceta, hmmm… — gemeu Claudia, por um momento imaginando que era o pai dela que tava comendo.

— AAAHHH, Alicia… Alicia! — gritou o professor, chamando o nome da filha de verdade. — Você não sabe há quanto tempo eu queria te comer!! Não sabe quantas vezes eu comi sua mãe imaginando que era você! AAAHHHH… Não sabe quantas vezes eu quis ir no seu quarto e te comer enquanto você dormia! Sempre sonhando! Sempre fantasiando com seu corpo gostoso e seus lábios vermelhos!

— Aaahhh, papai, me come, papai, me come… faz o que quiser comigo… sou sua, buceta, sou sua! Hmmm…

Claudia apoiou as mãos no peito do professor pra se equilibrar e cavalgar mais rápido. Quando fez isso, o professor sentiu um prazer tão enorme que não aguentou e encheu o cu de Claudia de porra.

— AAAAHHHHH, ALICIAAA!!!! AAAHHHH
- Aaahhhhh, papai, eu sinto você, sinto todo seu leite no meu cu, sua putinha!!

Claudia desceu devagar da vara do professor, ainda sentindo o leite escorrendo do rabo dela.

O professor, se sentindo vitorioso, deu um tapa na bunda dela e disse:

- Você é o céu... definitivamente você é o céu. Me promete que não vai ser a última vez que a gente se vê.

- Não vai ser, contanto que você continue me comendo com essa pegada... - disse Claudia, sorrindo safada. - Você fode que nem um animal, sabia?

- Acho que é porque eu realmente tô com muita vontade de... - o professor fez uma pausa e depois disse - esquece, é melhor eu ir tomar um banho.

- Espera! - disse Claudia, quando ele estava prestes a entrar no banheiro. - Vamos fazer um trato.

- Que trato? - perguntou Lasallo.

- Quer saber por que eu só deixei você me comer pelo cu?

O professor assentiu com a cabeça.

- Fiz porque acho que tô grávida...

- Como?

- É, acho que tô grávida, Lasallo...

O professor, por um momento, se arrependeu de ter fodido com Claudia naquelas circunstâncias, porque bem que poderiam jogar o filho nas costas dele.

- E o que isso tem a ver com o trato?

- Quero que você diga que é o pai do meu bebê...

- Que?????? Você tá louca?????

- Espera!! - gritou Claudia, vendo que ele estava prestes a ir embora. - Se você fizer isso por mim, então eu...

- Então você o quê?

- Vou fazer com que ela durma com você...

- O que você tá dizendo?

- É, a Alicia... vou fazer com que ela se entregue pra você como mulher...

Naquele momento, Lasallo se sentiu tentado por uma tentação tão irresistível que acabou dizendo:

- Tá bom, mas como você pretende fazer isso?

- Deixa comigo, que eu sei bem o que tô fazendo, e se preocupa em fazer o povo acreditar que o filho é seu...

- Posso perguntar quem é o pai?

- Isso não faz parte do trato... - respondeu Claudia com um olhar safado.

Pouco tempo depois de aceitar o trato, Lasallo entrou no banho enquanto Claudia, fuçando na bolsa dela... encontrou uma foto da filha dele:
- Na real, ela se parece muito comigo… - pensou, e depois se deitou na cama imaginando o que teria que fazer pra levar a filha do Lasallo pro mundo do incesto…

12 comentários - Delicioso incesto

wow muy buen post!!! son muy intensos y me meten en la historia!!!
ojala me puedas invitar cuando vuelvas a postear!!
Genial historia pero espero y exista una segunda parte oye no puedes dejarme con las ganas de escuchar mas de la presiosa hija de ese tipo 🙎‍♂️ ojala y la haiga 😉 .
para todos los que les interesa el tema INCESTO.... los invito a pasar por la comunidad relacionada a eso:

http://www.poringa.net/comunidades/incesto/
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me encanto. me llevo esta frase "Claudia salió del salón preguntándose cuantas vergas paradas habría dejado atrás"
lastime que no conozco a claudia si no me le haria de todo