Minha primeira vez sem calcinha... Incrível, melhor conto!

Na minha primeira vez sem calcinha...

Oi, pessoal, vou contar um pouco sobre mim: sou alta, magra, de pele branca e cabelo liso e comprido, meus olhos são castanhos claros, tenho um rostinho bonito e por isso pareço mais nova. Gosto de dançar, ir ao cinema e malhar. Sobre meu corpo, não tenho do que reclamar, porque por herança genética (da minha mãe) tenho umas proporções bonitas. Minhas medidas (sem querer me gabar) são: 90-69-95, tenho os peitos grandes o suficiente e empinadinhos pra chamar atenção, e cuido bem deles. Mas o melhor que tenho são minhas bundas (bem empinadas) e minhas pernas (torneadas), que adoro exercitar de várias maneiras. Isso é um pouco de mim. E agora vou contar o que rolou dessa vez...

Desde muito novinha, me desenvolvi rápido. Nunca fui uma menina esquelética, então desde os 18 anos já tinha um corpaço. Em casa, morávamos só eu e minha mãe, porque meu pai nos abandonou quando eu era pequena e ela teve que se virar no trampo. Mas a gente se deu bem. Minha mãe na época tinha 36 anos, me teve nova, e era uma gostosa (já falei da herança genética), então sempre tinha um monte de namorados indo lá em casa, mas nada sério. Depois da experiência amarga com meu pai, ela dizia que só queria curtir a vida.

Como morávamos sozinhas, era normal andar com pouca roupa em casa. E por causa do calorão dessa região, eu costumava (e ainda costumo) andar em casa só com uma blusinha leve, daquelas compridas que chegam um pouquinho abaixo da bunda, e sem nada de roupa íntima, pra me refrescar de boa. Aos 18 anos, era super normal pra mim andar assim em casa. Adorava fazer dois rabinhos de cavalo depois do banho e ficar assim vendo TV ou ouvindo música.

Naquele dia, era de manhã, um daqueles dias de calor infernal. Minha mãe, como sempre, tava trampando e eu tava sozinha em casa (do jeito que descrevi antes). e como sempre fico quase sempre); nisso tocam a campainha e atendo achando que era algum conhecido, mas ao abrir a porta me deparo com alguém desconhecido e pergunto:
- sim, o que deseja?
- desculpa, bom dia, meu nome é Maurício e vim porque...
Fica mudo por uns instantes e fica vermelho. Depois continua gaguejando:
- ...é que sábado na balada conheci uma mulher muito gostosa e ela me deu esse endereço, falou que eu podia vir vê-la quando quisesse e trouxe esse buquê de rosas.
Ao ver o buquê me surpreendi e percebi que ele estava procurando minha mãe. Pelo buquê e por ele ser tão educado, não soube o que fazer e convidei ele pra entrar na sala, enquanto ligava pra minha mãe no trabalho.
Ele sentou no sofá grande, e eu fui até o telefone pra discar, sem me ligar que eu não tava usando nada por baixo, virei de costas e me inclinei um pouco pra discar, nesse momento acho que foi a primeira vez que ele viu que eu não tava de calcinha, ao ver minha bunda nua e a parte de trás da minha bucetinha; ao discar falo pra minha mãe:
- ô mãe, veio um cara muito gato te procurar, chamado Maurício, o que eu falo?
- ela responde, esse tesão mmmmmmmmmmm!!! É um gostoso o homem, mas agora tô ocupada, droga! e não posso sair daqui..................o que a gente faz....................já sei..........................entrete ele e eu chego daqui uma hora..................trata ele bem porque pode ser seu futuro padrasto.......hahahahaha.
- ai mãe você é demais...................mas tá bom...........tudo por você.
Termino a ligação e me inclino pra desligar o telefone, nisso viro sentindo um olhar em cima de mim, e era ele me olhando de um jeito safado, mas ao ver que eu tava olhando ele sorriu mais amigável e perguntou:
- o que sua mãe falou?
- que se você pode esperar uma hora? respondi.
ele sorriu bem à vontade, e respondeu:
- claro que sim.
Quando tava indo em direção a ele lembrei que não tava de calcinha, nem sutiã, então meus Os mamilos apareciam um pouco, lembrei que virei de costas e fiquei nervosa pensando até onde ele tinha me visto. Cheguei e sentei do lado dele, mas não queria parecer nervosa pra não parecer uma pirralha de só 18, então fingi que não tava ligando. Além disso, não podia deixar ele sozinho pra me trocar, porque se fosse malandro podia roubar alguma coisa e se fosse gente boa minha mãe ia ficar brava se eu não conversasse com ele. Mas ele começou a conversa:
— Como você se chama?
— Sou a Erica.
— Eu sou o Maurício, e quantos anos você tem?
— Tenho 18 anos.
— Você parece mais velha.............
— Ei, que isso! hein! Tão velha assim eu pareço?
— Não, o que acontece, com todo respeito, é que você é bem desenvolvida.
Fiquei meio vermelha e respondi:
— Valeu, alguns falam isso pra mim e me dá um pouco de vergonha.
— Não devia ter vergonha, pelo contrário, muitas mulheres queriam ter o seu corpo, você é tipo a sua mãe com 18 anos...........
— Ah, obrigada, já tinham me falado.
Ele disse:
— Com certeza tem uma fila de namorados seus.
Respondi:
— Não, nada a ver, nunca tive.........me falaram que eu deixo os caras nervosos......hahahaha.
Os comentários dele me fizeram corar e me deixavam nervosa, mas algo dentro de mim pedia mais, talvez fossem os elogios ou a curiosidade de sentir minha primeira vez, ainda não sei. Depois perguntei se ele queria algo pra beber, ele disse que sim, e então fui na cozinha pegar uns copos e um refrigerante, ele falou:
— Vou com você na cozinha, pra me mostrar a casa.
Ele foi comigo até a porta da cozinha e se apoiou no batente.
Fui pegar os copos, que estavam no armário de cima. Aí encostei uma cadeirinha e subi nela, logicamente a blusa subiu e deu pra ver minha bunda toda, mas eu fingi que não tava ligando pra não dar corda. A blusa, ao subir na minha bunda, ficou em cima da cintura por causa do tamanho dela e, quando desci da cadeira, me inclinei toda e não consegui evitar que ele visse meu cu e minha buceta por trás, eu não queria nem olhar pra trás, abaixei a blusa. blusinha bem disfarçada, como se não fosse nada, e segui com o que eu tava fazendo. O refrigerante tava no armário de baixo, lá no fundo, então tive que me inclinar toda, me mostrando por trás de novo, mas como não via o refri, tive que me abaixar de quatro, igual cachorrinho, e na hora que peguei a latinha com a mão direita, senti pela primeira vez aquela sensação.............

....................uma sensação de maciez e dureza se esfregando no meu cu e na parte de trás da minha buceta, virei e vi o Maurício já sem calça, esfregando a cabeça do pau em mim por trás, a sensação me deixou louca e ele se surpreendeu e falou:
– Você é muito gostosa, não consigo me segurar, quero te fazer minha...
Eu respondi:
– Mas é que eu nunca fiz isso...
– É virgem? Não importa, vou te dar a melhor primeira vez que ninguém nunca vai te dar. Ele respondeu.
A excitação da situação tomou conta de mim e, naquela posição, virei o rosto pra frente e levantei a bunda, ele entendeu e começou a esfregar o pau em toda a minha buceta (sem nenhum pelo, por sinal). A sensação era deliciosa, mas eu queria mais. Nisso, ele começou a me penetrar de leve, eu gemia um pouco porque nunca tinha entrado nada ali. Ele tirava o pau e metia devagar de novo, só a ponta, me fazia gemer igual uma louca. Depois de um tempo nesse vai e vem, ele segurou minha cintura e me puxou pra dentro, senti ele me penetrar toda e gritei com uma mistura de dor e prazer:
– Aaaaaaagggghhhhhhh!!!
Naquela hora, uma linha de sangue escorreu da minha buceta, e ele falou pra eu não me assustar, era o hímen que tinha rompido. Eu tava excitadíssima, ele continuava me penetrando forte e, por trás, brincava com meus peitos. Eu tava com os olhos virados e a cabeça pra cima, dando e recebendo prazer graças a um perfeito desconhecido.
Depois de um tempo, ele tirou o pau e começou a me beijar e lamber o cu, me virou e me deitou de barriga pra cima no chão, tirou minha blusa e começou a beijar meu corpo todo.
Me beijou na parte interna das minhas... coxas, começou a lamber minha buceta, era algo único na minha primeira vez, depois com a ponta da língua tocou meu clitóris, um arrepio percorreu meu corpo e toda minha espinha, eu gemi de novo, e entre palavras falei como pude:
—me beija aí.
Ele começou a chupar meu clitóris e acho que tive um orgasmo depois de um tempo, tava curtindo de verdade, me sentindo toda uma mulher.
Ele subiu na minha frente e abriu minhas pernas, vi o pau dele, era grande, mais ou menos uns 22 cm, e meteu de novo na minha buceta que já tava molhada pra caralho. Ele metia e tirava enquanto me beijava na boca com muita paixão, como ninguém nunca tinha me beijado. Sentia a língua dele percorrer meus lugares mais íntimos de um jeito ousado. Sentia ele dentro de mim e apertava com as duas pernas, não queria que aquela sensação acabasse nunca. Depois ele falou:
—se você gostou disso, falta um espacinho pra preencher, amor.
Ele me levantou e me virou de costas pra ele, deitou meu tronco na borda da mesinha de centro da cozinha numa posição de 90 graus e abriu minhas pernas em forma de A. Senti ele colocar a língua molhada no meu cu, era uma delícia, ele mexia com maestria, também senti ele enfiar os dedos um por um e depois de um tempo me lambendo foram dois dedos ao mesmo tempo. Parei de sentir o rosto dele e o hálito quente ali, pra passar a sentir o pau dele, sentia ele deslizando pelas minhas nádegas e por toda minha racha, depois colocou na entrada do meu cu e começou a empurrar, eu falei:
—aaiiiiiiiii... mas tá doendo um pouco.
—no começo dói um pouquinho, mas o melhor vem depois, então relaxa, por favor.
Eu obedeci feito uma autômata, ele continuou empurrando até que senti aos poucos o pau dele abrindo caminho e entrando no meu cu, eu sentia dor no começo; ele continuou empurrando com a força de um homem que quer fazer gozar uma menina doce, depois acertou algo que me fez sentir um prazer incrível. Empinei mais a bunda pra ele meter mais fundo e gritei igual louca e aproveitava tudo. Ele também gemia porque estava se divertindo pra caralho com essa mulher. Deitou o torso nas minhas costas, era algo único.
Depois de um tempo, senti ele gozar dentro de mim. Ele tirou o pau já murcho e suspiramos juntos.
Ele me abraçou e me beijou docemente, nos vestimos rápido porque ouvimos minha mãe chegando. Ela entrou e nos encontrou conversando na sala. Minha maior surpresa foi que, quando Maurício falou com ela, foi para pedir permissão para ser meu namorado. Minha mãe ficou surpresa, mas considerou que eu já tinha idade para ter namorado e que era melhor ela saber do que escondido, então permitiu. Ela ficou espantada, mas me disse sorrindo:
– Filha de tigre, pintinha... hehehehehehe.
Maurício foi minha primeira vez e meu primeiro namorado, mas por causa da diferença de idade (ele tinha 30) não nos demos bem e o relacionamento durou menos do que eu pensei, mas ele me ensinou tudo o que meu corpo pode provocar... e minha sensualidade.

Fim.

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