Deixa eu contar como começou essa história em que estou metido.
Já faz alguns anos que tenho uma grande amiga, sair pra tomar algo, algum show, aniversários, festas. Não é que eu nunca tentasse ter algo com ela, mas o fato de ela ser casada e ter um filho me desanimava um pouco.
Bom, essa é a história daquela noite fatídica.
Uma dessas noites, como de costume, saímos pra tomar algo por aí. O mesmo de sempre: um pouco de álcool, uma conversa sobre os problemas e como era tudo antes, o de sempre. Então ela me disse: "Vamos pra sua casa, quero bater um papo com sua mãe", o que não era estranho, já que são muito amigas.
Ao chegar em casa, começamos a conversar, cerveja na mão, os três num sofá. Num dado momento, ela me diz: "Me acompanha ao banheiro". Saímos da sala e, naquele instante, ela me joga contra a parede, levanta minha blusa e morde meus mamilos. Assustado, afasto ela de mim. Então ela se aproxima de novo, enfia a mão na minha calça e puxa meu pau pra fora sem tirar a calça (doeu, foi gostoso, mas doeu) e ficou esfregando com as mãos, sem dizer nada.
Nessa hora, ouço a voz da minha mãe e ela se afasta, e voltamos pra sala. Ela ficou de costas pra mim e, enquanto conversava com minha mãe, continuava acariciando meu pau (minha mãe é meio cega e tava um pouco bêbada, espero que não tenha notado nada). Depois de uns minutos, minha mãe entrou no quarto dela, e ela sentou no sofá e, puxando meu pau, me aproximou e começou a chupar com vontade. Nessa hora, eu a peguei e coloquei de lado. Ela abaixou um pouco a calça, nos ajeitamos por um segundo e eu penetrei aquela buceta quente e molhada. Mas, pouco depois de começar, ouvimos minha mãe e nos separamos. Ela sentou no braço do sofá sem subir a calça direito, e eu sentei do lado dela. Enquanto ela falava, enfiei meu dedo entre as nádegas dela e na buceta dela, e fiquei masturbando ela. Ela mordia o lábio inferior e não dizia uma palavra, só balançava a cabeça. Depois de um minuto, minha mãe disse: "Que... Tarde, vou dormir" e depois de se despedir dela, entrei no quarto.
Na mesma hora, ela se inclinou sobre mim e começou a chupar meu pau de novo.
Com força, enfiou tudo na boca e mal apertou com os dentes, foi tirando da boca só raspando — isso me excitou ainda mais. Peguei ela pelos ombros, arrastei pra cima de mim e, puxando seco uma das pernas dela da calça, me deitei ao lado, afastei as nádegas dela e enfiei naquela buceta molhada e quente de uma vez, e comecei a bombar. Ela não queria fazer barulho pra minha mãe não ouvir, pegou minha mão, colocou na boca e mordeu. Eu pressionei meu pau no fundo da buceta dela, e ela mordeu mais forte.
Na hora, a gente se separou e decidiu ir pro meu quarto. Atravessamos a casa quase pelados, tiramos a roupa o mais rápido que deu.
Ela se jogou na cama, eu fui por cima pra ela chupar meu pau de novo e raspar mais uma vez. Ela abriu as pernas, e eu penetrei ela uma vez e outra.
Aí peguei ela pelos ombros, me joguei pra trás, e ela ficou sentada em cima de mim.
Começou a se mexer enquanto eu mordia os bicos dos peitos dela. Então ela se separou, virou de bruços, e eu penetrei ela de novo. Ela fechou as pernas, e comecei a bombar quase sentado nela. Quando se excitava, apertava as nádegas pra sentir o pau todo dentro dela.
Eu bombeava um pouco e enfiava fundo.
Bombeava um pouco e enfiava fundo.
Ela gemia e mordia os lábios.
Eu acelerei o ritmo por uns segundos, tirei o pau e gozei em cima das nádegas dela.
Ficamos assim um tempo, depois ela levantou e foi pro banheiro. Em poucos minutos voltou enrolada numa toalha. Sem dizer nada, começou a se vestir. Eu levantei, peguei ela pela cintura. Ela disse: "A gente fala disso depois". Beijei o pescoço dela, e ela falou: "Agora não dá tempo".
Baixei a calcinha dela, e ela respirava pesado, se inclinou esfregando a bunda em mim. Eu me inclinei, afastei as nádegas dela e comecei a lamber a buceta dela.
Levantei e penetrei ela de novo — ela já estava... Molhada de novo, ela se inclinou, segurando na cabeceira da cama, e eu metia com força nela, enquanto ela gemia. Aí senti a buceta dela se encher de fluido. Ela se separou, virou, pegou meu pau e bateu uma até eu gozar, enchendo os peitos dela de porra.
Levou um tempão pra gente se vestir completamente.
Depois fomos embora, e ela não disse nada. Quando chegou perto da casa dela, falou: “A gente precisa conversar sobre isso em algum momento.”
Fiquei um tempo sem vê-la, até que ela me ligou pra falar sobre o assunto.
Mas isso fica pra outra história. :D 😃 😃
Já faz alguns anos que tenho uma grande amiga, sair pra tomar algo, algum show, aniversários, festas. Não é que eu nunca tentasse ter algo com ela, mas o fato de ela ser casada e ter um filho me desanimava um pouco.
Bom, essa é a história daquela noite fatídica.
Uma dessas noites, como de costume, saímos pra tomar algo por aí. O mesmo de sempre: um pouco de álcool, uma conversa sobre os problemas e como era tudo antes, o de sempre. Então ela me disse: "Vamos pra sua casa, quero bater um papo com sua mãe", o que não era estranho, já que são muito amigas.
Ao chegar em casa, começamos a conversar, cerveja na mão, os três num sofá. Num dado momento, ela me diz: "Me acompanha ao banheiro". Saímos da sala e, naquele instante, ela me joga contra a parede, levanta minha blusa e morde meus mamilos. Assustado, afasto ela de mim. Então ela se aproxima de novo, enfia a mão na minha calça e puxa meu pau pra fora sem tirar a calça (doeu, foi gostoso, mas doeu) e ficou esfregando com as mãos, sem dizer nada.
Nessa hora, ouço a voz da minha mãe e ela se afasta, e voltamos pra sala. Ela ficou de costas pra mim e, enquanto conversava com minha mãe, continuava acariciando meu pau (minha mãe é meio cega e tava um pouco bêbada, espero que não tenha notado nada). Depois de uns minutos, minha mãe entrou no quarto dela, e ela sentou no sofá e, puxando meu pau, me aproximou e começou a chupar com vontade. Nessa hora, eu a peguei e coloquei de lado. Ela abaixou um pouco a calça, nos ajeitamos por um segundo e eu penetrei aquela buceta quente e molhada. Mas, pouco depois de começar, ouvimos minha mãe e nos separamos. Ela sentou no braço do sofá sem subir a calça direito, e eu sentei do lado dela. Enquanto ela falava, enfiei meu dedo entre as nádegas dela e na buceta dela, e fiquei masturbando ela. Ela mordia o lábio inferior e não dizia uma palavra, só balançava a cabeça. Depois de um minuto, minha mãe disse: "Que... Tarde, vou dormir" e depois de se despedir dela, entrei no quarto.
Na mesma hora, ela se inclinou sobre mim e começou a chupar meu pau de novo.
Com força, enfiou tudo na boca e mal apertou com os dentes, foi tirando da boca só raspando — isso me excitou ainda mais. Peguei ela pelos ombros, arrastei pra cima de mim e, puxando seco uma das pernas dela da calça, me deitei ao lado, afastei as nádegas dela e enfiei naquela buceta molhada e quente de uma vez, e comecei a bombar. Ela não queria fazer barulho pra minha mãe não ouvir, pegou minha mão, colocou na boca e mordeu. Eu pressionei meu pau no fundo da buceta dela, e ela mordeu mais forte.
Na hora, a gente se separou e decidiu ir pro meu quarto. Atravessamos a casa quase pelados, tiramos a roupa o mais rápido que deu.
Ela se jogou na cama, eu fui por cima pra ela chupar meu pau de novo e raspar mais uma vez. Ela abriu as pernas, e eu penetrei ela uma vez e outra.
Aí peguei ela pelos ombros, me joguei pra trás, e ela ficou sentada em cima de mim.
Começou a se mexer enquanto eu mordia os bicos dos peitos dela. Então ela se separou, virou de bruços, e eu penetrei ela de novo. Ela fechou as pernas, e comecei a bombar quase sentado nela. Quando se excitava, apertava as nádegas pra sentir o pau todo dentro dela.
Eu bombeava um pouco e enfiava fundo.
Bombeava um pouco e enfiava fundo.
Ela gemia e mordia os lábios.
Eu acelerei o ritmo por uns segundos, tirei o pau e gozei em cima das nádegas dela.
Ficamos assim um tempo, depois ela levantou e foi pro banheiro. Em poucos minutos voltou enrolada numa toalha. Sem dizer nada, começou a se vestir. Eu levantei, peguei ela pela cintura. Ela disse: "A gente fala disso depois". Beijei o pescoço dela, e ela falou: "Agora não dá tempo".
Baixei a calcinha dela, e ela respirava pesado, se inclinou esfregando a bunda em mim. Eu me inclinei, afastei as nádegas dela e comecei a lamber a buceta dela.
Levantei e penetrei ela de novo — ela já estava... Molhada de novo, ela se inclinou, segurando na cabeceira da cama, e eu metia com força nela, enquanto ela gemia. Aí senti a buceta dela se encher de fluido. Ela se separou, virou, pegou meu pau e bateu uma até eu gozar, enchendo os peitos dela de porra.
Levou um tempão pra gente se vestir completamente.
Depois fomos embora, e ela não disse nada. Quando chegou perto da casa dela, falou: “A gente precisa conversar sobre isso em algum momento.”
Fiquei um tempo sem vê-la, até que ela me ligou pra falar sobre o assunto.
Mas isso fica pra outra história. :D 😃 😃
3 comentários - Amigos com direito a roça