Demasiado tarde - Final

Os três ficamos exaustos.
Silvia nos convidou pra tomar um banho.

Por causa do box apertado, nossos corpos ficaram bem colados, Silvia no meio, se virava pra que cada um de nós ensaboasse as costas dela.
Obviamente, o outro tinha a chance de ensaboar os peitos dela, a gente brincou um tempão debaixo do chuveiro.
Alternávamos com uns beijos, que Silvia, sem vergonha nenhuma, dava pra cada um de nós.

As carícias e o sabão foram esquentando, e além das costas e dos peitos, entraram as bundas e a virilha. Ela, por sua vez, com a mão cheia de espuma, ensaboava os paus, e depois, na outra vez, enxaguava eles.

Fechamos o chuveiro, e ficamos os três molhados sem saber o que fazer.
Ela pegou uma toalha e começou a secar nossos paus. Secava e batia uma.
Nessa altura, os dois já estavam duros.
Ela secou nossas costas. Se enrolou na toalha e foi direto pro quarto.
Jorge e eu seguimos ela.

Ela se jogou na cama. Me pediu pra trazer algo pra beber da cozinha.
Jorge se deitou do lado dela. Ficava olhando, incrédulo.

Quando voltei, Jorge tava beijando os peitos dela. Ela, toda relaxada, deixava ele fazer.

Servi duas taças e aproximei uma de Silvia. Ela se reclinou. Bebeu um gole e passou pra Jorge.
Deixamos nossas taças no criado-mudo.
Ela se virou e tirou umas camisinhas da gaveta. Me surpreendeu porque a gente nunca usava camisinha pra transar.
Estranhei ela ter camisinhas guardadas no criado-mudo.

Ela pegou uma e, com uma elegância sutil,… tirou da embalagem e colocou no Jorge,.. “Agora vou te comer eu”
Ela montou no pau dele, e deslizou devagar dentro da buceta dela. No começo devagar, por causa da secura do sabão,… e depois, ritmadamente, foi enfiando tudo.
Jorge apertava os peitos dela,… segurava a cintura dela pra acompanhar o ritmo.
Ela se jogava pra trás, prendia o cabelo, e montava de novo com desespero.
Me olhava cúmplice. Passava a mão no meu peito. De vez em quando parava. de se virar, pra se jogar de lado e me dar um beijo.
Ela me pediu pra ajudá-la a gozar. Que tava adorando comer o Jorge, como eu tinha pedido, e queria que eu também curtisse.
Eu me posicionei atrás dela. Sentia as costas dela contra meu peito. Via a cara do meu amigo de infância. Sentia o cheiro dos dois.
Ele tava metendo nela com força. Ela queria ser penetrada.
Eu segurava ela pelo pescoço, virava o rosto dela e beijava.
Senti o tremor dos quadris dela. Senti no corpo dela a dúvida entre tirar a rola ou meter mais forte.
Senti a contração dos músculos dela. Ela soltou o grito e se jogou no peito do Jorge.
O Jorge levantou ela e bombou mais umas duas vezes. Ela esperou de boa a gozada dele.

Quase com dor, ela desceu da cintura do Jorge.

Respirou fundo. Saboreou o clima. Tomou um gole de vinho fresco.

Se deitou no corpo do Jorge, colocou a cabeça no peito dele... levantou o corpo, e me deu um dos presentes mais lindos…

“Jolo, quero que você me coma a bunda”……

Eu segurei os quadris dela com cuidado.
A bunda dela se abriu como uma oferenda. Tava muito quente. Apoiei minha rola no cu dela e empurrei devagar. Ela se agarrou no corpo do Jorge. Ele acariciava a cabeça dela, as costas.
Eu senti como ela ia cedendo aos poucos. O ritmo dela mostrava que tava gostando. As carícias e os beijos dela no torso do Jorge eram o jeito dela se soltar.
O Jorge sentou na cama e começou a bater uma, ela olhava pra ele... de vez em quando tocava nele... a ereção só aumentava.
Eu metia nela com força. Ela pedia mais e mais. Passou a mão entre as pernas e começou a se masturbar.
Sentia e gemia. Olhava a rola dura do Jorge prestes a explodir. Ele aproximava ela do rosto dela... e ela beijava, mas voltava a se tocar. Queria gozar.
A mão dela buscava o orgasmo com frenesi.
Era uma mistura de cheiros impossível de identificar. Tudo era sexo.
O Jorge gozou no corpo dela.
Ao sentir a contração da bunda dela, segurei os quadris e enfiei com força. Bastou sentir meu gozo escorrendo pela bunda dela pra ela apertar a buceta com força e soltar o orgasmo.
Foi gemer e desabar. Eu caí por cima do corpo dela.
Jorge segurou a cabeça dela pra ela terminar de limpar com a boca o resto do sêmen dele. Ela comeu, quase sem consciência.

Ficamos uns minutos largados sem falar nada.

Dessa vez o banho foi individual.
A festa tinha acabado.

Jorge foi o primeiro a ir embora.

Eu me preparei pra ficar.

"Você também tem que ir", ela disse.

Minha cara de surpresa deve ter deixado ela sem graça.

"É verdade" "Não se engana com o que rolou essa noite"

"Você sempre sonhou com uma noite assim" "Mas meu sonho com você era muito mais longo"

Senti a solidão voltar pra mim.

"Essa é minha despedida" "Agora posso dizer que não temos mais pendências"

Por isso, meus queridos poringa boys, se um dia tiverem a sorte de encontrar uma mulher que preenche a vida de vocês, não esqueçam de dizer TODO DIA QUE AMAM ELA, porque quando a solidão apertar, vocês só vão lembrar do gosto dos beijos dela.

Dedicado à Silvia, que espero que leia esse relato.

10 comentários - Demasiado tarde - Final

Todo muy lindo, muy bueno el relato... pero a fin y al cabo qué carajo fue lo que tremendo te pasó para joder tanto con estar solo!? 🙄
shad_t
muy bueno.. buena relexion....estuvo genial te debo 10 mañate los dejo 😀
wow es el relato mas triste que he leido!!!
bueno fue muy bueno, muy buena descripcion, pero en que pensabas por que la terminaste??
por que siempre se alejan para protejernos??
acaso no saben que nos lastiman mas??
aun asi fue muy bueno el relato. pero me saco un par de lagrimas u.u
no se puede ser mas boludo flaco !!!! jajajajajaaj, sorry, pero sos el rey de los boludos ! jajajajajaj como vas a dejar un mino asi ! re-ta-ra-do !!!!