Meu olhar parou em cada parte do corpo dela, coberto apenas por aquele roupão. Seus olhos cheios de perversão me encaravam desafiadores, enquanto eu só conseguia admirar seu corpo. Foi aí que descobri que minha sogra me desejou desde o primeiro dia, e aquele jogo de me afastar da filha dela foi só para me irritar.
Não sei o que você está pedindo — respondi, pensando que não passava de um pesadelo, que a comida também me caiu mal e agora eu estava tendo delírios.
Vem, garotão, somos adultos. Julieta está dormindo, não vai acordar — ela respondeu, se aproximando, com os olhos cada vez mais selvagens, como se tivesse a intenção de me atacar e me devorar sem que eu pudesse me defender.
Vamos ver se é isso mesmo que você quer. Por que sempre me tratou tão mal? — perguntei, tentando descobrir se havia alguma chance de evitar isso, mas foi nesse momento que meu corpo, minha libido, começou a dizer o contrário.
Pare de fazer perguntas, pare de perder tempo e me faça sua — ela ordenou, enquanto uma de suas mãos começou a puxar o cobertor e buscar meu pau.
Isso é uma loucura, além do mais, Julieta… — nesse instante, ela devorou minha boca e, sem perceber, comecei a explorar seu corpo nu com minha mão, selvagemente. E para que mentir? Toquei tudo: seus seios, seus mamilos duros, seu umbigo e parte de seus pelos pubianos.
Ela agarrou minha mão com força e a guiou rapidamente até sua buceta. Naquele momento, comecei a abrir e fechar seus lábios vaginais, a estimular seu clitóris e, por fim, consegui fazer meu dedo do meio entrar nela. Sua respiração ofegante começou a aumentar até se transformar em gemidos, gemidos de excitação causados pelo meu dedo dentro dela. Minha sogra não ficou para trás e estava masturbando meu pau por baixo da cueca. Rapidamente, ela puxou minha cueca completamente e começou a chupar meu pau. Eu me contorcia de prazer e a única coisa que fazia era empurrar sua cabeça o mais forte possível, para que meu pau entrasse por completo. até a garganta dela e senti que eu ia gozar, possivelmente todo mundo na nossa perversão pessoal desejaria acabar na boca dela e que ela engula tudo, na nossa sogra.
Vou gozar, você vai tomar tudo, putinha_ eu disse enquanto já não aguentava mais e meus olhos saltavam das órbitas.
Ela respondeu com um gemido e continuou subindo e descendo com meu pau na boca, mesmo depois que eu já tinha acabado.
Agora você não vai amarelar, rapaz, que começa o melhor_ ela disse enquanto se levantava e me agarrava pelos cabelos, me puxando da cama _ vem, vamos acordar a Julieta, vamos fazer a grande festa.
Você ficou louca, Rosa, quer que a sua filha me mate_ respondi enquanto tentava me soltar dela.
Moleque, você é mais burro do que eu pensava, por acaso achou que ela se sente mal?_ ela respondeu enquanto saíamos em direção ao quarto da filha.
Continua…
Não sei o que você está pedindo — respondi, pensando que não passava de um pesadelo, que a comida também me caiu mal e agora eu estava tendo delírios.
Vem, garotão, somos adultos. Julieta está dormindo, não vai acordar — ela respondeu, se aproximando, com os olhos cada vez mais selvagens, como se tivesse a intenção de me atacar e me devorar sem que eu pudesse me defender.
Vamos ver se é isso mesmo que você quer. Por que sempre me tratou tão mal? — perguntei, tentando descobrir se havia alguma chance de evitar isso, mas foi nesse momento que meu corpo, minha libido, começou a dizer o contrário.
Pare de fazer perguntas, pare de perder tempo e me faça sua — ela ordenou, enquanto uma de suas mãos começou a puxar o cobertor e buscar meu pau.
Isso é uma loucura, além do mais, Julieta… — nesse instante, ela devorou minha boca e, sem perceber, comecei a explorar seu corpo nu com minha mão, selvagemente. E para que mentir? Toquei tudo: seus seios, seus mamilos duros, seu umbigo e parte de seus pelos pubianos.
Ela agarrou minha mão com força e a guiou rapidamente até sua buceta. Naquele momento, comecei a abrir e fechar seus lábios vaginais, a estimular seu clitóris e, por fim, consegui fazer meu dedo do meio entrar nela. Sua respiração ofegante começou a aumentar até se transformar em gemidos, gemidos de excitação causados pelo meu dedo dentro dela. Minha sogra não ficou para trás e estava masturbando meu pau por baixo da cueca. Rapidamente, ela puxou minha cueca completamente e começou a chupar meu pau. Eu me contorcia de prazer e a única coisa que fazia era empurrar sua cabeça o mais forte possível, para que meu pau entrasse por completo. até a garganta dela e senti que eu ia gozar, possivelmente todo mundo na nossa perversão pessoal desejaria acabar na boca dela e que ela engula tudo, na nossa sogra.
Vou gozar, você vai tomar tudo, putinha_ eu disse enquanto já não aguentava mais e meus olhos saltavam das órbitas.
Ela respondeu com um gemido e continuou subindo e descendo com meu pau na boca, mesmo depois que eu já tinha acabado.
Agora você não vai amarelar, rapaz, que começa o melhor_ ela disse enquanto se levantava e me agarrava pelos cabelos, me puxando da cama _ vem, vamos acordar a Julieta, vamos fazer a grande festa.
Você ficou louca, Rosa, quer que a sua filha me mate_ respondi enquanto tentava me soltar dela.
Moleque, você é mais burro do que eu pensava, por acaso achou que ela se sente mal?_ ela respondeu enquanto saíamos em direção ao quarto da filha.
Continua…
1 comentários - En la casa de mi novia parte 1.