No domingo, ela decidiu dedicar o dia a descansar e se cuidar. Levantou tarde, tomou um café da manhã leve e saiu pra fazer um esporte. Vestindo uma camiseta justa, legging de lycra e boné, com o cabelo preso num rabo de cavalo, começou a correr.
O sol brilhava no céu azul enquanto a respiração dela ficava ofegante a cada passada, e o suor começava a formar gotinhas na pele. Hoje ela se sentia bem, estava em paz consigo mesma e focou em correr sem pensar em mais nada. Voltou pra casa, tomou um banho e se preparou pra passar o resto do dia sem fazer nada. Vendo filmes românticos que tinha comprado dias atrás. Então almoçou, se espalhou na sala e passou o resto da tarde assistindo.
No dia seguinte era segunda-feira, mas a vantagem de ser uma puta é que segunda também é seu dia de folga, então ela saiu e foi fazer seu hobby favorito... fazer compras. Hoje decidiu comprar lingerie sexy e algum vestido apropriado pros encontros dela.
Pro almoço, voltou pra casa, mas não sem antes passar no chinês pra pedir comida pra viagem. Ela adorava macarrão e arroz frito três delícias, então levou uma porção de cada. Como todo dia, viu Fran esperando no portão a mãe dele chegar do trabalho, então hoje decidiu convidá-lo pra subir no apartamento dela e dividir a comida com ele, já que com as duas porções sobraria. Então chamou ele pra comer com ela. Pra avisar a mãe dele, colocou um post-it na porta dela pra não se alarmar, dizendo que ele estava com ela.
Assim, eles saborearam a comida e de sobremesa comeram duas taças de chocolate, que encantaram o garoto.
A mãe dele chegou quando eles estavam terminando, cumprimentou a Lucía e ficou um tempinho conversando com ela na sala. Quando disse pro filho ir pra casa, ele reclamou e ficou bravo com a ideia, parecia que queria ficar com a "nova amiga" dele, a Lucía. Isso fez ela rir, em tão pouco tempo ele já tinha se apegado muito a ela, e a verdade é que ela também tinha se apegado a ele.
Então Por mais que tentassem, não conseguiram levar ele pra casa, então a Lucía disse que não se importava dele ficar com ela, e a mãe dele foi almoçar e deixou os dois sozinhos.
A Lucía ficou jogando ludo com ele, parecia ser o jogo favorito dele, e jogaram por um bom tempo depois do almoço. Durante o jogo, ela ria muito com ele, passava a mão no cabelo dele e segurava ele pelos ombros, os dois sentados no sofá, lado a lado. Durante a partida, ela percebeu que o Fran ficava olhando o decote dela direto. Ela tava usando uma camisa branca, com os botões desabotoados, e dava pra ver o canalinho e parte do sutiã branco de renda, e o garoto não tirava os olhos dali.
Aí ela lembrou do que ele contou sobre a monitora dele, como ele comeu ela. E resolveu perguntar se tinha rolado de novo, mas pelo visto não aconteceu mais, então ela ficou frustrada. A verdade é que ela imaginava aquele garoto jovem, tão inocente, sendo possuído por uma puta no parque, se aproveitando dele, e a ideia a perturbava. Tanto que ela se viu naquele instante subindo nas pernas dele e enfiando o pau dele ali mesmo no sofá. Teve que afastar os pensamentos pra não continuar se torturando daquele jeito.
Ela tava curiosa pra saber como era o tamanho do garoto, se a monitora tinha feito uma parada dessas com ele, talvez fosse porque o moleque era "bem dotado". Essa ideia também dava muito tesão nela, mas claro, ela tinha vergonha de tocar nele e sempre ficava a dúvida se a mãe dele ia descobrir, agora que a considerava uma amiga tão boa.
Enquanto ela tava nos pensamentos dela, o Fran falou que precisava ir ao banheiro, então ela indicou onde era. Ele levantou e foi. Naquele momento, ela pensou em ir atrás dele e espiar pra ver se ele realmente tinha uma maravilha de pica, mas ainda tava na dúvida.
Até que ela se decidiu e, num pulo, parou na porta do banheiro, que estava... deixada aberta. Ela se espiou timidamente e viu o jato saindo da virilha dele, ele estava de lado, concentrado pra não mijar fora do vaso, então nem percebeu que estava sendo observado.
Pelo pouco que Lúcia conseguiu ver, ele não era especialmente dotado, mas claro, tava mijando e o negócio tava no estado de repouso.
De repente, ele se virou e viu ela, como se tivesse sentido que tava sendo observado, mas longe de se assustar, sorriu pra ela ali mesmo, pinto na mão e tudo.
- Você também quer mijar? - perguntou ele, inocente.
- Ah! É que eu... bom, sim, também bateu uma vontade - disse ela pra disfarçar.
Então entrou naturalmente no banheiro, se aproximando do garoto. Ela era uma puta e era pra essas coisas não darem vergonha, mas tava muito nervosa, dava pra sentir o pulso acelerado e a respiração ofegante. Aí ela viu de perto, ele já tinha terminado.
- Espera, deixa eu te ajudar, Fran - disse ela enquanto ficava do lado dele, pegou um pouco de papel higiênico, cortou e secou a ponta dele, dando leves batidinhas na glande.
- Mamãe sempre fala que eu tenho que me secar, senão mancha a cueca - explicou ele.
- Ah, sim, claro, claro! - exclamou Lúcia concordando enquanto segurava o pau dele na mão e via que ele começava a crescer e crescer aos poucos.
Lúcia continuava curiosa com aquele garoto, tinha algo nele que a atraía, talvez fosse a inocência dele em tudo. Enfim, não sabia por que tava agindo daquele jeito, mas nessa altura já tava embalada. Começou a masturbar ele bem devagar, fazendo a pele deslizar na mão dela, puxou o prepúcio suavemente e observou a glande dele.
- Isso dói? - perguntou enquanto fazia.
- Não, suas mãos são muito macias! - exclamou o garoto, que se deixava levar tranquilamente.
Nessa altura, o pau dele já tava no máximo, era realmente um bom pau, comprido e gordinho, com uma glande um pouco mais rosada que o resto da pele e bem definido. Ela continuou batendo uma punheta suave, aumentando a velocidade aos poucos, fazendo a cabeça do pau aparecer e desaparecer com o prepúcio.
Lembrou daquela puta da monitora, devia ter visto aquela rola boa e resolvido provar, agora o que passava pela cabeça dela era: "será que ela também teria coragem de provar?"
Mas na mesma hora pensou que ela contaria pra mãe dela, pra monitora, pra todo mundo, e essa dúvida a prendeu. Então, por enquanto, não ia dar pra ele, mas ora, quem disse que não podia brincar um pouco com ele? Claro que "brincar" não era a mesma coisa que "foder".
- Você gosta que eu acaricie assim, Fran? - perguntou ela, continuando com as "brincadeiras".
- Ah, sim, eu gosto! Gosto pra caralho! - exclamou o garoto, que ficava parado na frente da privada.
Lucia se colocou atrás dele e, por trás, colou o corpo no dele, abraçando ele com força enquanto continuava com a rola na mão. Então começou a masturbar ele com mais energia enquanto, com a mão livre, acariciava o peito dele, os ombros e até a bunda e as coxas. Ela realmente ficava pequena atrás daquele garoto forte, fazendo aquela punheta por trás. Tava muito excitada e nervosa, engolia saliva com dificuldade por causa do tesão daquele momento.
Continuou com as carícias e não demorou muito até o garoto jorrar uma porrada de leite branco que guardava no cano da arma dele, espirrando na privada e no vaso pra todo lado.
Com surpresa, Lucia viu que Fran cambaleava, sem dúvida tonto com o orgasmo, e teve que segurar ele, com medo que aquele trambolho... Desabasse em cima dela! Mas por sorte ele aguentou e se recuperou em segundos.
Quando ele terminou de gozar, Lucia pegou mais papel e limpou delicadamente a cabeça do pau dele, guardando finalmente o instrumento, já murchinho, com certa dificuldade na cueca dele.
- Vai pra sala e me espera, tá? - falou ela, dando um beijo na bochecha dele. - Vou já. Vou dar uma limpada nisso aqui e fazer um xixi, beleza?
- Tá bom – respondeu Fran simplesmente, saindo do banheiro.
A verdade é que a gozada foi descomunal, com a juventude do garoto e a pouca ou nenhuma atividade sexual, ele guardava uma porrada de porra pra espalhar, e sujou tudo. Lúcia teve que se esforçar e limpar tudo com bastante papel higiênico, depois sentou na privada e começou a se masturbar.
Ela tava com a buceta bem molhada e quente, e ainda tava excitada pelo nervosismo da situação anterior. Já era, se agora ele contasse pra mãe dela, ela já ia preparar uma desculpa. Pensava enquanto se esfregava com gosto. Não foi difícil chegar ao orgasmo, essa era uma qualidade que ela tinha: quando queria e tava excitada como naquele momento, gozava fácil, então naquele dia cumpriu as expectativas e gozou rapidinho.
Quando voltou pra sala, Fran tava brincando com as peças do jogo de tabuleiro, como se nada tivesse acontecido. Sentou do lado dele e trocaram sorrisos.
- Ei, Fran, sabe o que é um segredo?
- Claro, um segredo... – disse ele, sem que Lúcia entendesse direito.
- Bom, olha, às vezes as pessoas fazem coisas que não podem contar pra ninguém, entendeu?
- Pra ninguém? – respondeu ele, estranhando.
- Isso, pra ninguém, nem pra mamãe, tá? Ela ia ficar brava comigo se soubesse que eu te acariciei no banheiro, entendeu? E você nunca mais poderia me ver – explicou Lúcia.
Ela se sentiu mal por coagir o garoto daquele jeito, mas tinha que tentar pelo menos. O moleque já tinha dezoito anos, tecnicamente era maior de idade, mas claro que pra mãe dele ele continuava sendo o bebezão, e isso ela nunca ia entender, então tinha que tentar um chantagem básica pra evitar que ele saísse contando por aí.
- Tá bom, então vai ser nosso segredo... – disse Fran finalmente, fazendo um gesto de silêncio e sorrindo pra ela.
Lúcia devolveu o sorriso e beijou e abraçou ele de novo. Continuaram jogando por mais um tempinho e depois ela o acompanhou até... casa dela.
6
Ángeles pediu pra ela ir jantar com eles pra agradecer por ter cuidado do Fran aquela tarde. Assim ela tinha conseguido ir no salão enquanto isso. Então, como a Lucía não tinha nada pra fazer, aceitou na hora.
Jantaram os três juntos e o Fran, que tava muito cansado, foi dormir logo depois da janta, aí Ángeles e ela ficaram vendo TV um pouco e conversaram sobre como ele era um bom garoto. Chegou um ponto na conversa que a Lucía achou especialmente interessante e que foi por uns caminhos que ela não esperava nem um pouco.
- Pois é, filha, como ele tava cansado essa tarde. Claro, como acorda cedo e trabalha no parque, deve ter se cansado bastante - explicou Ángeles.
- Sim, claro, sem dúvida.
- Sabe, meu Fran já tem dezoito anos e tá um homenzinho completo. Até já me disse que quer uma namorada, que por que eu não arrumo uma pra ele, imagina?
- Ele te fala isso! - exclamou Lucía, surpresa.
- Isso mesmo, filha, me dá uma certa pena, verdade, porque com a doença dele, o coitado não pode fazer essas coisas. E eu entendo, sexo é uma necessidade igual comer, e ainda mais agora que ele é tão jovem, me dá pena que ele não tenha acesso ao sexo.
Lucía pensou em confessar o que tinha feito aquela tarde, mas essa vontade de contar tudo durou só uns segundos, logo descartou. Em vez disso, pensou que se um dia ele contasse, ela sempre podia usar aquela conversa como desculpa: "é que o garoto tava desesperado e a Ángeles, como você me contou que tinha pena dele não transar, então eu fiz por caridade...", imaginou dizendo.
- Pô, pois é. Verdade, eles têm dificuldade pra transar - admitiu Lucía.
- Me dá vergonha te contar essas coisas, mas é que às vezes quando ele tá no banho, eu vejo ele lá "todo duro" e claro, penso se um dia vou ter que contratar uma puta pra fazer um serviço pra ele ou algo assim. Porque senão, já te conto...
— Ah, Anjos, pois não sei! — respondeu Lúcia, ainda mais surpresa.
— Sei que é uma loucura, eu nunca seria capaz de fazer uma coisa dessas, ainda mais com uma estranha que sabe-se lá com quantos caras já esteve... — resmungou por fim.
— Olha, Anjos, e você não pensou em... bom, não quero que fique brava comigo, é só uma sugestão.
— Em quê, filha? — perguntou ela, sem entender o que Lúcia queria dizer.
— Bom, então... se você não está disposta a contratar uma "prostituta" pra fazer aquilo com seu filho, acho que talvez, se você mesma masturbar ele um pouco, ele pode aliviar essa libido e você não precisa chegar a esse extremo — ousou sugerir Lúcia.
Anjos se surpreendeu ao ouvir a proposta da vizinha e ficou pensativa por uns instantes, que para Lúcia pareceram uma eternidade. Pensou que talvez levasse um tapa por ousar dizer algo assim, mas no fim isso não aconteceu.
— Bom, filha, a verdade é que eu também já tinha pensado nisso, mas me daria muita vergonha fazer e depois talvez me sentisse culpada por fazer algo assim, sei lá... — confessou por fim.
— Pô, Anjos, eu entendo, é algo muito pesado, nem sei como tive coragem de te sugerir isso... me perdoa — pediu desculpas Lúcia.
— Não, filha, você não tem que pedir perdão, a verdade é que essa alternativa parece mais razoável que a outra. Enfim, por enquanto vou ter que ver se esses calores dele passam sozinhos.
— Valeu, Anjos, achei que você fosse ficar brava por eu ter dito isso. O Fran é um rapaz tão bom... Nossa, como está tarde, bom, preciso ir! — exclamou Lúcia, olhando o relógio de parede da sala.
— Então tá, filha, adorei ter você aqui pra conversar sobre meus problemas — confessou Anjos.
— Eu também adoro ter você como amiga, te ouvir e saber que confia em mim pra contar suas preocupações — respondeu Lúcia.
Elas se levantaram e Anjos a acompanhou até a porta, já aberta quando terminaram de se despedir, Anjos deu um beijo na sua amiga. Lucía ficou meio surpresa, porque não esperava por aquilo, mas beleza, era a amiga dela e se sentiu meio lisonjeada com aquela demonstração espontânea de carinho, então decidiu retribuir com um abraço fraterno.
No dia seguinte, Lucía acordou tarde como de costume. Enquanto saboreava uns cereais misturados com leite numa tigela de café da manhã, olhava distraída pela janela daquele dia ensolarado, já eram quase meio-dia. Envolvida nos próprios pensamentos, eles se projetavam na mente dela planejando o que faria hoje. Claro que na cabeça dela estava procurar "o garoto dela", ficaria de tocaia assim que o moleque terminasse o trabalho nos jardins e sentasse no portão esperando a mãe. Sim, era isso que ela faria, cumprimentaria ele e levaria pro apartamento dela pra "brincar" como no dia anterior, já tinha o plano!
Pra matar o tempo, decidiu sair pra correr um pouco, tava a fim de suar e relaxar, e o esporte ajudaria nos dois. Então vestiu um top de alcinhas bem justinho, e uns shorts igualmente colados na pele, marcando a bundinha empinada e redondinha. Pegou o MP4 e colocou a música favorita antes de começar a corrida.
Voltou uma hora depois, suada e cansada, entrou no chuveiro e a água morna escorreu pela pele nua refrescando e levando todo o suor. Se ensaboou bem, dando atenção especial pra bucetinha, que lavou com um sabonete íntimo, sem dúvida gostava de cuidar bem da ferramenta de trabalho. Enxaguou com água abundante e saiu pra se secar.
Às duas e meia já tava de tocaia na sacada, vasculhando a rua. E aconteceu o que sempre acontece nessas situações: "quem espera desespera"; o garoto não aparecia. Finalmente surgiu lá pras três menos dez. Mas, porra! Tava acompanhado, por uma mulher, será que era aquela puta que comeu ele no parque? Muito provável!
A mulher passava dos quarenta, era gorda, besta o uniforme de trabalho e só tava usando uma camiseta regata porque o calor tava apertando naqueles dias. Mostrando um decote generoso que era o começo de uns peitos grandes e fartos. Ela tinha a jaqueta do uniforme de trabalho amarrada na cintura e tava conversando animadamente com o Fran.
Porra! A cabeça dela encheu de dúvidas, será que ele vinha pra comer ela ou já tinha comido? Mas onde que eles iam fazer? Enfim, roendo as unhas ela esperou enquanto via os dois conversando na portaria da sacada dela, que ficava num lado da fachada principal do prédio. A espera parecia não ter fim, mas finalmente, parecia que ele ia ficar sozinho, finalmente!
Lucia desceu as escadas rápida e ligeira, se aproximou do moleque que tava sentado de costas pra ela na portaria. Quando chegou, sentou do lado dele e pegou carinhosamente nos ombros dele.
- Oi Fran! Como cê tá, gatão! - falou impulsivamente, dando dois beijos nas bochechas dele.
- Oi Lucia, bem, tô bem! - respondeu ele, sorrindo com a simpatia de sempre.
- Como foi o teu dia? - perguntou enquanto passava o braço pelos ombros dele.
- Foi bom, hoje fez calor - confessou.
Sem dúvida, o moleque tinha suado no trabalho dele nos jardins da cidade, mas isso não importava pra Lucia, de certa forma o cheiro dele deixava ela com tesão e também não era tão forte.
- Ei, que tal subir e tomar um refri?
- Vale, tô com muita sede! - exclamou o garoto.
Subiram no elevador até o terceiro andar, Lucia não parava de sorrir pra ele enquanto o elevador chegava no andar marcado. Saíram no corredor e se aproximaram da porta, Lucia sentiu os nervos passarem pras mãos e mal conseguia acertar a chave certa na fechadura. Finalmente conseguiu e entraram.
- Vai pra sala e senta, vou pegar os refris.
- Vale - o moleque só falou.
Lucia serviu as bebidas e colocou umas batatinhas pra petiscar. Rapidamente foi pra sala, porque a mãe dela não demoraria Muito tempo pra chegar... São três e dez! Droga de novo! Será que daria tempo pra um "algo"?
Ela sentou ao lado dele e ofereceu um refri da Booty, o moleque bebeu de uma vez quase meio copo, enquanto ela falava e falava banalidades, de olho no relógio. Indo direto ao ponto, colocou a mão na coxa do garoto e começou a acariciar, bem perto da virilha. Fran olhou pra ela, mas não deu muita bola.
- Então Fran, você não contou pra sua mãe nosso segredo, contou? - interrogou enquanto o esquentava.
- Claro que não, eu sei guardar segredo! - exclamou ele, levando o dedo indicador aos lábios pra fazer o gesto de silêncio.
- Assim que eu gosto, gostosão, assim a gente pode brincar outros dias também, tipo hoje. Tá afim de brincar?
- Ah sim, claro! - exclamou o garoto enquanto olhava a mão da amiga que já tava baixando a braguilha dele.
- Então não vamos perder tempo que sua mãe não demora pra voltar.
Lucia puxou o pau dele pra fora da calça depois de baixar a braguilha. Já tava meia bomba depois das carícias insinuantes de antes e em poucos segundos ficou durinho. Lucia sentia o coração disparar, presa do nervosismo de novo e da excitação. Ela bateu uma punheta suave e, quando ele tava pronto, se ajoelhou na frente do grandalhão e meteu na boca quente dela.
Tava suado e tinha um gostinho de xixi, mas Lucia tava tão tesuda que não ligou e chupou até o fundo enquanto batia uma punheta suave.
De repente, a campainha do portão tocou! Lucia pulou de pé, feito uma gata, limpando a boca com as costas da mão. O que fazer? Tavam chamando do portão, ela atenderia pelo interfone e ganharia tempo enquanto a mãe subia no elevador... Fez sinal pra Fran esperar sentado e foi atender.
- Alô? - falou, arrastando a sílaba.
- Lucia? É a Angeles, o Fran tá com você, né?
- Oi, Angeles! Sim, ele subiu e tá tomando um refri comigo.
- Ah, tá bom! É que eu... Chegou e, como não o vi, fiquei me perguntando se ele estava com você. Olha, vou subir pra minha casa e ir esquentando a comida. Manda ele pra baixo daqui a alguns minutos, tá bem?
- Ah sim, claro, claro! Tá ótimo, agora desce - e desligou.
"Me dá tempo, me dá tempo!", pensou enquanto voltava pra sala. Ao entrar, parou e o observou, pegando a bela pica dele com a mão e balançando ela do jeito que tinha visto ela fazer. Sorriu pra ele e, correndo até seus pés, engoliu ela de novo quase inteira.
Chupava devagar e saboreava o toque macio daquela pica virgem... bom, virgem não de todo, pensou lembrando da gostosa do portão! Mas inocente, sim. E deleitou o garoto com seus lábios e mãos. Pensou em foder ele, mas mudou de ideia - não tinha tempo suficiente. Ia gozar ele na boca dela e depois se aliviaria com mais calma.
Envolvida com aquela doçura na boca, se abstraiu do tempo e do espaço, focada em fazer o amante passivo aproveitar. Quando o néctar saiu da ponta, ela recolheu a língua pro céu da boca e sentiu os jatos quentes de porra debaixo dela, que sabiamente tinha posicionado pra evitar vazar pra garganta. Continuou chupando até esvaziar o cara por completo. Nos últimos espasmos de prazer, tirou ele da boca e, pegando um punhado de lenços, cuspiu o conteúdo quente que guardava neles, limpando os lábios depois de dobrá-los.
O garoto estava suando, mas com cara de satisfação, sem dúvida, e ainda respirava ofegante, embora já recuperasse a calma.
- Então, Fran, você tem que descer pra comer, sua mãe tá te esperando. Vamos guardar seu passarinho. Gostou hoje?
- Ah, gostei muito, Lucía, você é muito boa comigo! - exclamou o garoto.
- Então já sabe, isso é nosso segredo. Não pode contar pra sua mãe, senão ela não vai querer que a gente se veja mais, entendeu? - interrogou ele, esperando confirmação.
- Tá bom, combinado, segredo! - e fez o gesto de silêncio nos lábios.
Como não se Ficou de mandar ele sozinho, ainda meio atordoada depois da gozada, desceu com ele. E, sorrindo, apertou a campainha. A amiga abriu enquanto fechava o roupão que estava vestindo naquele momento, pois tinha acabado de tomar um banho rápido. Lúcia conseguiu ver de relance parte dos peitos dela e percebeu a espessura da sua negra montanha de Vênus.
— Quer entrar? — perguntou Angeles.
— Ah, não, tô meio cansada e vou deitar um pouco! — se desculpou Lúcia.
— Beleza, desce mais tarde pra merendar se quiser.
— Tá bom, talvez eu desça — disse Lúcia, deixando no ar.
Angeles fechou a porta e Lúcia, como um raio, subiu as escadas e se trancou no apartamento. Foi direto pra sala, jogou a calça do moletão longe e tirou também a calcinha de algodão. Sentou-se numa poltrona relax, com as coxas bem abertas, como se estivesse na mesa do ginecologista, e se preparou para se deliciar com todo tipo de carícias e penetrações suaves na sua flor.
Estava escorrendo de tanto melado, e a cada carícia, o suplício do prazer que vinha fazia ela fechar os olhos e umedecer os lábios com a ponta da língua. Se contorcia na poltrona a cada roçar dos dedos no clitóris, numa agonia linda que a levava até o fim tão esperado quanto propositalmente adiado, numa tentativa de prolongar o doce prazer que sentia naqueles momentos.
Se contraiu em cima da poltrona, depois se esticou, se tensionando como uma besta prestes a disparar sua flecha mortal, se contraindo de novo enquanto milhares de agulhas perfuravam seu corpo com o êxtase do orgasmo que finalmente tinha alcançado. Liberando as tensões e a grande excitação acumulada, enquanto na mente apareciam visões dela fazendo um boquete no jovem Fran, até ele gozar abundantemente na boca dela.
Finalmente, ficou deitada no sofá, relaxando, e acabou dormindo por um bom tempo. Ao acordar, suada em cima da poltrona, viu que o couro estava molhado bem perto. Da flor dela, a gozada tinha sido brutal e ela relembrou de novo na memória, sentindo os eflúvios do prazer vivido, tão frescos como tinham chegado momentos antes. Sentiu o cheiro da buceta no quarto, o ambiente todo tava carregado de feromônios, dela e do Fran.
Ela se levantou e foi tomar outro banho, depois ia cuidar de limpar o sofá e arejar a sala.
CONTINUA...
O sol brilhava no céu azul enquanto a respiração dela ficava ofegante a cada passada, e o suor começava a formar gotinhas na pele. Hoje ela se sentia bem, estava em paz consigo mesma e focou em correr sem pensar em mais nada. Voltou pra casa, tomou um banho e se preparou pra passar o resto do dia sem fazer nada. Vendo filmes românticos que tinha comprado dias atrás. Então almoçou, se espalhou na sala e passou o resto da tarde assistindo.
No dia seguinte era segunda-feira, mas a vantagem de ser uma puta é que segunda também é seu dia de folga, então ela saiu e foi fazer seu hobby favorito... fazer compras. Hoje decidiu comprar lingerie sexy e algum vestido apropriado pros encontros dela.
Pro almoço, voltou pra casa, mas não sem antes passar no chinês pra pedir comida pra viagem. Ela adorava macarrão e arroz frito três delícias, então levou uma porção de cada. Como todo dia, viu Fran esperando no portão a mãe dele chegar do trabalho, então hoje decidiu convidá-lo pra subir no apartamento dela e dividir a comida com ele, já que com as duas porções sobraria. Então chamou ele pra comer com ela. Pra avisar a mãe dele, colocou um post-it na porta dela pra não se alarmar, dizendo que ele estava com ela.
Assim, eles saborearam a comida e de sobremesa comeram duas taças de chocolate, que encantaram o garoto.
A mãe dele chegou quando eles estavam terminando, cumprimentou a Lucía e ficou um tempinho conversando com ela na sala. Quando disse pro filho ir pra casa, ele reclamou e ficou bravo com a ideia, parecia que queria ficar com a "nova amiga" dele, a Lucía. Isso fez ela rir, em tão pouco tempo ele já tinha se apegado muito a ela, e a verdade é que ela também tinha se apegado a ele.
Então Por mais que tentassem, não conseguiram levar ele pra casa, então a Lucía disse que não se importava dele ficar com ela, e a mãe dele foi almoçar e deixou os dois sozinhos.
A Lucía ficou jogando ludo com ele, parecia ser o jogo favorito dele, e jogaram por um bom tempo depois do almoço. Durante o jogo, ela ria muito com ele, passava a mão no cabelo dele e segurava ele pelos ombros, os dois sentados no sofá, lado a lado. Durante a partida, ela percebeu que o Fran ficava olhando o decote dela direto. Ela tava usando uma camisa branca, com os botões desabotoados, e dava pra ver o canalinho e parte do sutiã branco de renda, e o garoto não tirava os olhos dali.
Aí ela lembrou do que ele contou sobre a monitora dele, como ele comeu ela. E resolveu perguntar se tinha rolado de novo, mas pelo visto não aconteceu mais, então ela ficou frustrada. A verdade é que ela imaginava aquele garoto jovem, tão inocente, sendo possuído por uma puta no parque, se aproveitando dele, e a ideia a perturbava. Tanto que ela se viu naquele instante subindo nas pernas dele e enfiando o pau dele ali mesmo no sofá. Teve que afastar os pensamentos pra não continuar se torturando daquele jeito.
Ela tava curiosa pra saber como era o tamanho do garoto, se a monitora tinha feito uma parada dessas com ele, talvez fosse porque o moleque era "bem dotado". Essa ideia também dava muito tesão nela, mas claro, ela tinha vergonha de tocar nele e sempre ficava a dúvida se a mãe dele ia descobrir, agora que a considerava uma amiga tão boa.
Enquanto ela tava nos pensamentos dela, o Fran falou que precisava ir ao banheiro, então ela indicou onde era. Ele levantou e foi. Naquele momento, ela pensou em ir atrás dele e espiar pra ver se ele realmente tinha uma maravilha de pica, mas ainda tava na dúvida.
Até que ela se decidiu e, num pulo, parou na porta do banheiro, que estava... deixada aberta. Ela se espiou timidamente e viu o jato saindo da virilha dele, ele estava de lado, concentrado pra não mijar fora do vaso, então nem percebeu que estava sendo observado.
Pelo pouco que Lúcia conseguiu ver, ele não era especialmente dotado, mas claro, tava mijando e o negócio tava no estado de repouso.
De repente, ele se virou e viu ela, como se tivesse sentido que tava sendo observado, mas longe de se assustar, sorriu pra ela ali mesmo, pinto na mão e tudo.
- Você também quer mijar? - perguntou ele, inocente.
- Ah! É que eu... bom, sim, também bateu uma vontade - disse ela pra disfarçar.
Então entrou naturalmente no banheiro, se aproximando do garoto. Ela era uma puta e era pra essas coisas não darem vergonha, mas tava muito nervosa, dava pra sentir o pulso acelerado e a respiração ofegante. Aí ela viu de perto, ele já tinha terminado.
- Espera, deixa eu te ajudar, Fran - disse ela enquanto ficava do lado dele, pegou um pouco de papel higiênico, cortou e secou a ponta dele, dando leves batidinhas na glande.
- Mamãe sempre fala que eu tenho que me secar, senão mancha a cueca - explicou ele.
- Ah, sim, claro, claro! - exclamou Lúcia concordando enquanto segurava o pau dele na mão e via que ele começava a crescer e crescer aos poucos.
Lúcia continuava curiosa com aquele garoto, tinha algo nele que a atraía, talvez fosse a inocência dele em tudo. Enfim, não sabia por que tava agindo daquele jeito, mas nessa altura já tava embalada. Começou a masturbar ele bem devagar, fazendo a pele deslizar na mão dela, puxou o prepúcio suavemente e observou a glande dele.
- Isso dói? - perguntou enquanto fazia.
- Não, suas mãos são muito macias! - exclamou o garoto, que se deixava levar tranquilamente.
Nessa altura, o pau dele já tava no máximo, era realmente um bom pau, comprido e gordinho, com uma glande um pouco mais rosada que o resto da pele e bem definido. Ela continuou batendo uma punheta suave, aumentando a velocidade aos poucos, fazendo a cabeça do pau aparecer e desaparecer com o prepúcio.
Lembrou daquela puta da monitora, devia ter visto aquela rola boa e resolvido provar, agora o que passava pela cabeça dela era: "será que ela também teria coragem de provar?"
Mas na mesma hora pensou que ela contaria pra mãe dela, pra monitora, pra todo mundo, e essa dúvida a prendeu. Então, por enquanto, não ia dar pra ele, mas ora, quem disse que não podia brincar um pouco com ele? Claro que "brincar" não era a mesma coisa que "foder".
- Você gosta que eu acaricie assim, Fran? - perguntou ela, continuando com as "brincadeiras".
- Ah, sim, eu gosto! Gosto pra caralho! - exclamou o garoto, que ficava parado na frente da privada.
Lucia se colocou atrás dele e, por trás, colou o corpo no dele, abraçando ele com força enquanto continuava com a rola na mão. Então começou a masturbar ele com mais energia enquanto, com a mão livre, acariciava o peito dele, os ombros e até a bunda e as coxas. Ela realmente ficava pequena atrás daquele garoto forte, fazendo aquela punheta por trás. Tava muito excitada e nervosa, engolia saliva com dificuldade por causa do tesão daquele momento.
Continuou com as carícias e não demorou muito até o garoto jorrar uma porrada de leite branco que guardava no cano da arma dele, espirrando na privada e no vaso pra todo lado.
Com surpresa, Lucia viu que Fran cambaleava, sem dúvida tonto com o orgasmo, e teve que segurar ele, com medo que aquele trambolho... Desabasse em cima dela! Mas por sorte ele aguentou e se recuperou em segundos.
Quando ele terminou de gozar, Lucia pegou mais papel e limpou delicadamente a cabeça do pau dele, guardando finalmente o instrumento, já murchinho, com certa dificuldade na cueca dele.
- Vai pra sala e me espera, tá? - falou ela, dando um beijo na bochecha dele. - Vou já. Vou dar uma limpada nisso aqui e fazer um xixi, beleza?
- Tá bom – respondeu Fran simplesmente, saindo do banheiro.
A verdade é que a gozada foi descomunal, com a juventude do garoto e a pouca ou nenhuma atividade sexual, ele guardava uma porrada de porra pra espalhar, e sujou tudo. Lúcia teve que se esforçar e limpar tudo com bastante papel higiênico, depois sentou na privada e começou a se masturbar.
Ela tava com a buceta bem molhada e quente, e ainda tava excitada pelo nervosismo da situação anterior. Já era, se agora ele contasse pra mãe dela, ela já ia preparar uma desculpa. Pensava enquanto se esfregava com gosto. Não foi difícil chegar ao orgasmo, essa era uma qualidade que ela tinha: quando queria e tava excitada como naquele momento, gozava fácil, então naquele dia cumpriu as expectativas e gozou rapidinho.
Quando voltou pra sala, Fran tava brincando com as peças do jogo de tabuleiro, como se nada tivesse acontecido. Sentou do lado dele e trocaram sorrisos.
- Ei, Fran, sabe o que é um segredo?
- Claro, um segredo... – disse ele, sem que Lúcia entendesse direito.
- Bom, olha, às vezes as pessoas fazem coisas que não podem contar pra ninguém, entendeu?
- Pra ninguém? – respondeu ele, estranhando.
- Isso, pra ninguém, nem pra mamãe, tá? Ela ia ficar brava comigo se soubesse que eu te acariciei no banheiro, entendeu? E você nunca mais poderia me ver – explicou Lúcia.
Ela se sentiu mal por coagir o garoto daquele jeito, mas tinha que tentar pelo menos. O moleque já tinha dezoito anos, tecnicamente era maior de idade, mas claro que pra mãe dele ele continuava sendo o bebezão, e isso ela nunca ia entender, então tinha que tentar um chantagem básica pra evitar que ele saísse contando por aí.
- Tá bom, então vai ser nosso segredo... – disse Fran finalmente, fazendo um gesto de silêncio e sorrindo pra ela.
Lúcia devolveu o sorriso e beijou e abraçou ele de novo. Continuaram jogando por mais um tempinho e depois ela o acompanhou até... casa dela.
6
Ángeles pediu pra ela ir jantar com eles pra agradecer por ter cuidado do Fran aquela tarde. Assim ela tinha conseguido ir no salão enquanto isso. Então, como a Lucía não tinha nada pra fazer, aceitou na hora.
Jantaram os três juntos e o Fran, que tava muito cansado, foi dormir logo depois da janta, aí Ángeles e ela ficaram vendo TV um pouco e conversaram sobre como ele era um bom garoto. Chegou um ponto na conversa que a Lucía achou especialmente interessante e que foi por uns caminhos que ela não esperava nem um pouco.
- Pois é, filha, como ele tava cansado essa tarde. Claro, como acorda cedo e trabalha no parque, deve ter se cansado bastante - explicou Ángeles.
- Sim, claro, sem dúvida.
- Sabe, meu Fran já tem dezoito anos e tá um homenzinho completo. Até já me disse que quer uma namorada, que por que eu não arrumo uma pra ele, imagina?
- Ele te fala isso! - exclamou Lucía, surpresa.
- Isso mesmo, filha, me dá uma certa pena, verdade, porque com a doença dele, o coitado não pode fazer essas coisas. E eu entendo, sexo é uma necessidade igual comer, e ainda mais agora que ele é tão jovem, me dá pena que ele não tenha acesso ao sexo.
Lucía pensou em confessar o que tinha feito aquela tarde, mas essa vontade de contar tudo durou só uns segundos, logo descartou. Em vez disso, pensou que se um dia ele contasse, ela sempre podia usar aquela conversa como desculpa: "é que o garoto tava desesperado e a Ángeles, como você me contou que tinha pena dele não transar, então eu fiz por caridade...", imaginou dizendo.
- Pô, pois é. Verdade, eles têm dificuldade pra transar - admitiu Lucía.
- Me dá vergonha te contar essas coisas, mas é que às vezes quando ele tá no banho, eu vejo ele lá "todo duro" e claro, penso se um dia vou ter que contratar uma puta pra fazer um serviço pra ele ou algo assim. Porque senão, já te conto...
— Ah, Anjos, pois não sei! — respondeu Lúcia, ainda mais surpresa.
— Sei que é uma loucura, eu nunca seria capaz de fazer uma coisa dessas, ainda mais com uma estranha que sabe-se lá com quantos caras já esteve... — resmungou por fim.
— Olha, Anjos, e você não pensou em... bom, não quero que fique brava comigo, é só uma sugestão.
— Em quê, filha? — perguntou ela, sem entender o que Lúcia queria dizer.
— Bom, então... se você não está disposta a contratar uma "prostituta" pra fazer aquilo com seu filho, acho que talvez, se você mesma masturbar ele um pouco, ele pode aliviar essa libido e você não precisa chegar a esse extremo — ousou sugerir Lúcia.
Anjos se surpreendeu ao ouvir a proposta da vizinha e ficou pensativa por uns instantes, que para Lúcia pareceram uma eternidade. Pensou que talvez levasse um tapa por ousar dizer algo assim, mas no fim isso não aconteceu.
— Bom, filha, a verdade é que eu também já tinha pensado nisso, mas me daria muita vergonha fazer e depois talvez me sentisse culpada por fazer algo assim, sei lá... — confessou por fim.
— Pô, Anjos, eu entendo, é algo muito pesado, nem sei como tive coragem de te sugerir isso... me perdoa — pediu desculpas Lúcia.
— Não, filha, você não tem que pedir perdão, a verdade é que essa alternativa parece mais razoável que a outra. Enfim, por enquanto vou ter que ver se esses calores dele passam sozinhos.
— Valeu, Anjos, achei que você fosse ficar brava por eu ter dito isso. O Fran é um rapaz tão bom... Nossa, como está tarde, bom, preciso ir! — exclamou Lúcia, olhando o relógio de parede da sala.
— Então tá, filha, adorei ter você aqui pra conversar sobre meus problemas — confessou Anjos.
— Eu também adoro ter você como amiga, te ouvir e saber que confia em mim pra contar suas preocupações — respondeu Lúcia.
Elas se levantaram e Anjos a acompanhou até a porta, já aberta quando terminaram de se despedir, Anjos deu um beijo na sua amiga. Lucía ficou meio surpresa, porque não esperava por aquilo, mas beleza, era a amiga dela e se sentiu meio lisonjeada com aquela demonstração espontânea de carinho, então decidiu retribuir com um abraço fraterno.
No dia seguinte, Lucía acordou tarde como de costume. Enquanto saboreava uns cereais misturados com leite numa tigela de café da manhã, olhava distraída pela janela daquele dia ensolarado, já eram quase meio-dia. Envolvida nos próprios pensamentos, eles se projetavam na mente dela planejando o que faria hoje. Claro que na cabeça dela estava procurar "o garoto dela", ficaria de tocaia assim que o moleque terminasse o trabalho nos jardins e sentasse no portão esperando a mãe. Sim, era isso que ela faria, cumprimentaria ele e levaria pro apartamento dela pra "brincar" como no dia anterior, já tinha o plano!
Pra matar o tempo, decidiu sair pra correr um pouco, tava a fim de suar e relaxar, e o esporte ajudaria nos dois. Então vestiu um top de alcinhas bem justinho, e uns shorts igualmente colados na pele, marcando a bundinha empinada e redondinha. Pegou o MP4 e colocou a música favorita antes de começar a corrida.
Voltou uma hora depois, suada e cansada, entrou no chuveiro e a água morna escorreu pela pele nua refrescando e levando todo o suor. Se ensaboou bem, dando atenção especial pra bucetinha, que lavou com um sabonete íntimo, sem dúvida gostava de cuidar bem da ferramenta de trabalho. Enxaguou com água abundante e saiu pra se secar.
Às duas e meia já tava de tocaia na sacada, vasculhando a rua. E aconteceu o que sempre acontece nessas situações: "quem espera desespera"; o garoto não aparecia. Finalmente surgiu lá pras três menos dez. Mas, porra! Tava acompanhado, por uma mulher, será que era aquela puta que comeu ele no parque? Muito provável!
A mulher passava dos quarenta, era gorda, besta o uniforme de trabalho e só tava usando uma camiseta regata porque o calor tava apertando naqueles dias. Mostrando um decote generoso que era o começo de uns peitos grandes e fartos. Ela tinha a jaqueta do uniforme de trabalho amarrada na cintura e tava conversando animadamente com o Fran.
Porra! A cabeça dela encheu de dúvidas, será que ele vinha pra comer ela ou já tinha comido? Mas onde que eles iam fazer? Enfim, roendo as unhas ela esperou enquanto via os dois conversando na portaria da sacada dela, que ficava num lado da fachada principal do prédio. A espera parecia não ter fim, mas finalmente, parecia que ele ia ficar sozinho, finalmente!
Lucia desceu as escadas rápida e ligeira, se aproximou do moleque que tava sentado de costas pra ela na portaria. Quando chegou, sentou do lado dele e pegou carinhosamente nos ombros dele.
- Oi Fran! Como cê tá, gatão! - falou impulsivamente, dando dois beijos nas bochechas dele.
- Oi Lucia, bem, tô bem! - respondeu ele, sorrindo com a simpatia de sempre.
- Como foi o teu dia? - perguntou enquanto passava o braço pelos ombros dele.
- Foi bom, hoje fez calor - confessou.
Sem dúvida, o moleque tinha suado no trabalho dele nos jardins da cidade, mas isso não importava pra Lucia, de certa forma o cheiro dele deixava ela com tesão e também não era tão forte.
- Ei, que tal subir e tomar um refri?
- Vale, tô com muita sede! - exclamou o garoto.
Subiram no elevador até o terceiro andar, Lucia não parava de sorrir pra ele enquanto o elevador chegava no andar marcado. Saíram no corredor e se aproximaram da porta, Lucia sentiu os nervos passarem pras mãos e mal conseguia acertar a chave certa na fechadura. Finalmente conseguiu e entraram.
- Vai pra sala e senta, vou pegar os refris.
- Vale - o moleque só falou.
Lucia serviu as bebidas e colocou umas batatinhas pra petiscar. Rapidamente foi pra sala, porque a mãe dela não demoraria Muito tempo pra chegar... São três e dez! Droga de novo! Será que daria tempo pra um "algo"?
Ela sentou ao lado dele e ofereceu um refri da Booty, o moleque bebeu de uma vez quase meio copo, enquanto ela falava e falava banalidades, de olho no relógio. Indo direto ao ponto, colocou a mão na coxa do garoto e começou a acariciar, bem perto da virilha. Fran olhou pra ela, mas não deu muita bola.
- Então Fran, você não contou pra sua mãe nosso segredo, contou? - interrogou enquanto o esquentava.
- Claro que não, eu sei guardar segredo! - exclamou ele, levando o dedo indicador aos lábios pra fazer o gesto de silêncio.
- Assim que eu gosto, gostosão, assim a gente pode brincar outros dias também, tipo hoje. Tá afim de brincar?
- Ah sim, claro! - exclamou o garoto enquanto olhava a mão da amiga que já tava baixando a braguilha dele.
- Então não vamos perder tempo que sua mãe não demora pra voltar.
Lucia puxou o pau dele pra fora da calça depois de baixar a braguilha. Já tava meia bomba depois das carícias insinuantes de antes e em poucos segundos ficou durinho. Lucia sentia o coração disparar, presa do nervosismo de novo e da excitação. Ela bateu uma punheta suave e, quando ele tava pronto, se ajoelhou na frente do grandalhão e meteu na boca quente dela.
Tava suado e tinha um gostinho de xixi, mas Lucia tava tão tesuda que não ligou e chupou até o fundo enquanto batia uma punheta suave.
De repente, a campainha do portão tocou! Lucia pulou de pé, feito uma gata, limpando a boca com as costas da mão. O que fazer? Tavam chamando do portão, ela atenderia pelo interfone e ganharia tempo enquanto a mãe subia no elevador... Fez sinal pra Fran esperar sentado e foi atender.
- Alô? - falou, arrastando a sílaba.
- Lucia? É a Angeles, o Fran tá com você, né?
- Oi, Angeles! Sim, ele subiu e tá tomando um refri comigo.
- Ah, tá bom! É que eu... Chegou e, como não o vi, fiquei me perguntando se ele estava com você. Olha, vou subir pra minha casa e ir esquentando a comida. Manda ele pra baixo daqui a alguns minutos, tá bem?
- Ah sim, claro, claro! Tá ótimo, agora desce - e desligou.
"Me dá tempo, me dá tempo!", pensou enquanto voltava pra sala. Ao entrar, parou e o observou, pegando a bela pica dele com a mão e balançando ela do jeito que tinha visto ela fazer. Sorriu pra ele e, correndo até seus pés, engoliu ela de novo quase inteira.
Chupava devagar e saboreava o toque macio daquela pica virgem... bom, virgem não de todo, pensou lembrando da gostosa do portão! Mas inocente, sim. E deleitou o garoto com seus lábios e mãos. Pensou em foder ele, mas mudou de ideia - não tinha tempo suficiente. Ia gozar ele na boca dela e depois se aliviaria com mais calma.
Envolvida com aquela doçura na boca, se abstraiu do tempo e do espaço, focada em fazer o amante passivo aproveitar. Quando o néctar saiu da ponta, ela recolheu a língua pro céu da boca e sentiu os jatos quentes de porra debaixo dela, que sabiamente tinha posicionado pra evitar vazar pra garganta. Continuou chupando até esvaziar o cara por completo. Nos últimos espasmos de prazer, tirou ele da boca e, pegando um punhado de lenços, cuspiu o conteúdo quente que guardava neles, limpando os lábios depois de dobrá-los.
O garoto estava suando, mas com cara de satisfação, sem dúvida, e ainda respirava ofegante, embora já recuperasse a calma.
- Então, Fran, você tem que descer pra comer, sua mãe tá te esperando. Vamos guardar seu passarinho. Gostou hoje?
- Ah, gostei muito, Lucía, você é muito boa comigo! - exclamou o garoto.
- Então já sabe, isso é nosso segredo. Não pode contar pra sua mãe, senão ela não vai querer que a gente se veja mais, entendeu? - interrogou ele, esperando confirmação.
- Tá bom, combinado, segredo! - e fez o gesto de silêncio nos lábios.
Como não se Ficou de mandar ele sozinho, ainda meio atordoada depois da gozada, desceu com ele. E, sorrindo, apertou a campainha. A amiga abriu enquanto fechava o roupão que estava vestindo naquele momento, pois tinha acabado de tomar um banho rápido. Lúcia conseguiu ver de relance parte dos peitos dela e percebeu a espessura da sua negra montanha de Vênus.
— Quer entrar? — perguntou Angeles.
— Ah, não, tô meio cansada e vou deitar um pouco! — se desculpou Lúcia.
— Beleza, desce mais tarde pra merendar se quiser.
— Tá bom, talvez eu desça — disse Lúcia, deixando no ar.
Angeles fechou a porta e Lúcia, como um raio, subiu as escadas e se trancou no apartamento. Foi direto pra sala, jogou a calça do moletão longe e tirou também a calcinha de algodão. Sentou-se numa poltrona relax, com as coxas bem abertas, como se estivesse na mesa do ginecologista, e se preparou para se deliciar com todo tipo de carícias e penetrações suaves na sua flor.
Estava escorrendo de tanto melado, e a cada carícia, o suplício do prazer que vinha fazia ela fechar os olhos e umedecer os lábios com a ponta da língua. Se contorcia na poltrona a cada roçar dos dedos no clitóris, numa agonia linda que a levava até o fim tão esperado quanto propositalmente adiado, numa tentativa de prolongar o doce prazer que sentia naqueles momentos.
Se contraiu em cima da poltrona, depois se esticou, se tensionando como uma besta prestes a disparar sua flecha mortal, se contraindo de novo enquanto milhares de agulhas perfuravam seu corpo com o êxtase do orgasmo que finalmente tinha alcançado. Liberando as tensões e a grande excitação acumulada, enquanto na mente apareciam visões dela fazendo um boquete no jovem Fran, até ele gozar abundantemente na boca dela.
Finalmente, ficou deitada no sofá, relaxando, e acabou dormindo por um bom tempo. Ao acordar, suada em cima da poltrona, viu que o couro estava molhado bem perto. Da flor dela, a gozada tinha sido brutal e ela relembrou de novo na memória, sentindo os eflúvios do prazer vivido, tão frescos como tinham chegado momentos antes. Sentiu o cheiro da buceta no quarto, o ambiente todo tava carregado de feromônios, dela e do Fran.
Ela se levantou e foi tomar outro banho, depois ia cuidar de limpar o sofá e arejar a sala.
CONTINUA...
3 comentários - Sou uma puta parte 3
psique_321@hotmail.com