Falaê, galera do Poringa. Beleza? Esse aqui é meu segundo relato e espero que vocês curtam. O que rolou comigo é real, aconteceu no fim de semana e vim contar pra vocês.
Então, amigos, já sabem meu nome, Nahuel, tenho 19 anos. O que aconteceu nesse finde é que minha avó faleceu, e por isso minha tia veio com meu primo e a mulher dele de Buenos Aires. Foi tudo muito doloroso, então meu primo ficou na minha casa. Eu moro sozinho graças ao meu trampo, e como a casa é grande, tinha espaço de sobra. Minha tia preferiu ficar na casa da minha mãe.
Depois de toda a rotina do velório da minha avó, a gente se juntou pra comer em casa. E não sei por quê, mas naquela janta ela ficava me olhando estranho, e aquilo me deixava mais estranho e desconfortável ainda. Além disso, a negra era muito gostosa: peitão bonito, uma raba linda, mas o mais bonito nela era os lábios e o rosto, que se destacava demais entre todas as mulheres. Mas eu não queria dar mancada — era a mulher do meu primo.
De manhã, acordei e ela já estava de pé, tomando uns mates. Quando perguntei pelo meu primo, ela disse que ele tinha saído com a mãe pra resolver uns trâmites e que ia demorar. Enquanto isso, preparei a roupa e fui tomar um banho. Quando já tava dentro do chuveiro, senti ela puxar a cortina. A filha da puta entrou no banho comigo, totalmente pelada, e eu falei:
— Cê tá louca? Sai daqui, meu primo pode chegar!
Ela respondeu:
— Ele não vai vir. Além do mais, você me atraiu desde que te vi. Não vê como eu te olho e te desejo?
Nisso, ela pegou na minha pica de um jeito que você não imagina. Um arrepio me pegou, e ela me beijou! Eu só beijei de volta e pensei: foda-se tudo! Comecei a beijar ela, e ela começou a me chupar de um jeito que me fez gozar inteiro na boca dela. Não deixou uma gota, a louca. Eu também comecei a beijar o pescoço dela, os peitos, a barriga, e quando cheguei na buceta, sentir aquele cheiro de mulher me deixou doido. Não pensei duas vezes e comecei a chupar ela toda, passava a língua, mordia e beijava. Senti ela gozar na minha boca — aquele mel foi uma delícia. Coloquei ela de quatro e meti de uma vez na puta. Ela só conseguia gritar e gemer. de um jeito que parecia que eu tava matando ela.. senti ela gozar umas três vezes seguidas e eu, que já não aguentava mais, acabei gozando toda minha porra dentro daquela buceta linda e bem depiladinha. e ela, sem deixar desperdiçar nada, continuou me chupando de um jeito que não tive outra opção a não ser pedir a rabeta dela. coisa que ela não falou nada, só ficou de quatro e pediu pra eu meter e encher o cu dela de porra. demorei um pouco, mas me satisfiz e a única coisa que me veio na cabeça foi falar pra ela sair porque meu primo podia chegar.. ela me deu um beijo e foi embora como se nada tivesse acontecido.
daí a pouco meu primo chegou e no fim da tarde eles voltaram pra Buenos Aires. todo mundo se despediu numa boa, meu primo me agradeceu pelo lugar pra ele e a mulher dele. mas a surra de rola que eu dei na mulher do meu primo, ela nunca mais esquece, a putinha.
Então, amigos, já sabem meu nome, Nahuel, tenho 19 anos. O que aconteceu nesse finde é que minha avó faleceu, e por isso minha tia veio com meu primo e a mulher dele de Buenos Aires. Foi tudo muito doloroso, então meu primo ficou na minha casa. Eu moro sozinho graças ao meu trampo, e como a casa é grande, tinha espaço de sobra. Minha tia preferiu ficar na casa da minha mãe.
Depois de toda a rotina do velório da minha avó, a gente se juntou pra comer em casa. E não sei por quê, mas naquela janta ela ficava me olhando estranho, e aquilo me deixava mais estranho e desconfortável ainda. Além disso, a negra era muito gostosa: peitão bonito, uma raba linda, mas o mais bonito nela era os lábios e o rosto, que se destacava demais entre todas as mulheres. Mas eu não queria dar mancada — era a mulher do meu primo.
De manhã, acordei e ela já estava de pé, tomando uns mates. Quando perguntei pelo meu primo, ela disse que ele tinha saído com a mãe pra resolver uns trâmites e que ia demorar. Enquanto isso, preparei a roupa e fui tomar um banho. Quando já tava dentro do chuveiro, senti ela puxar a cortina. A filha da puta entrou no banho comigo, totalmente pelada, e eu falei:
— Cê tá louca? Sai daqui, meu primo pode chegar!
Ela respondeu:
— Ele não vai vir. Além do mais, você me atraiu desde que te vi. Não vê como eu te olho e te desejo?
Nisso, ela pegou na minha pica de um jeito que você não imagina. Um arrepio me pegou, e ela me beijou! Eu só beijei de volta e pensei: foda-se tudo! Comecei a beijar ela, e ela começou a me chupar de um jeito que me fez gozar inteiro na boca dela. Não deixou uma gota, a louca. Eu também comecei a beijar o pescoço dela, os peitos, a barriga, e quando cheguei na buceta, sentir aquele cheiro de mulher me deixou doido. Não pensei duas vezes e comecei a chupar ela toda, passava a língua, mordia e beijava. Senti ela gozar na minha boca — aquele mel foi uma delícia. Coloquei ela de quatro e meti de uma vez na puta. Ela só conseguia gritar e gemer. de um jeito que parecia que eu tava matando ela.. senti ela gozar umas três vezes seguidas e eu, que já não aguentava mais, acabei gozando toda minha porra dentro daquela buceta linda e bem depiladinha. e ela, sem deixar desperdiçar nada, continuou me chupando de um jeito que não tive outra opção a não ser pedir a rabeta dela. coisa que ela não falou nada, só ficou de quatro e pediu pra eu meter e encher o cu dela de porra. demorei um pouco, mas me satisfiz e a única coisa que me veio na cabeça foi falar pra ela sair porque meu primo podia chegar.. ela me deu um beijo e foi embora como se nada tivesse acontecido.
daí a pouco meu primo chegou e no fim da tarde eles voltaram pra Buenos Aires. todo mundo se despediu numa boa, meu primo me agradeceu pelo lugar pra ele e a mulher dele. mas a surra de rola que eu dei na mulher do meu primo, ela nunca mais esquece, a putinha.
6 comentários - la mujer de mi primo
jejejej ambicioso el pibito este